Capítulo 2: Motoculona
No dia seguinte, às dez em ponto, eu estava estacionando a moto no pátio da frente da casa da minha namorada. Mais cedo, tinha falado com ela: ela me ligou preocupada com a evolução da minha dor de estômago.
Me declarei recuperado e me ofereci pra levá-la até a faculdade, mas ela disse pra eu ficar descansando pra não ter uma recaída; que o pai dela ia levá-la no caminho pro trabalho, como de costume.
Enquanto eu tirava o capacete, a porta da frente se abriu e minha sogra apareceu. Eu olhei ela de cima a baixo e, mesmo vestindo uma jeans e uma camiseta bem comum, achei que ela tava mais gostosa do que nunca.
Ela me cumprimentou com uma educação que parecia sem nenhum rancor e me convidou pra entrar. Com um café no meio, sentamos pra conversar nos sofás da sala. E depois de uma breve conversa fiada, fui direto ao ponto:
— Então, cê se interessa pelo assunto das motoculonas…
— Digamos que me dá curiosidade.
— Achei que era tudo zuado com essa parada machista.
— E é; mas, no fim das contas, uma mulher tem todo o direito de exibir seus atributos físicos se quiser. Sem imposição de ninguém, né?
— Claro, claro, concordo totalmente com você. Olha, deixa eu te mostrar...
Então peguei meu celular e mostrei umas fotos e uns vídeos de encontros de motos onde essas acompanhantes chamativas apareciam pra caralho. Ela olhou cada imagem com atenção enquanto tomava seu café…

— Mas essas garotas não têm nenhum respeito por si mesmas! — exclamou indignada.
Naquela altura, as contradições dela já me confundiam; parecia ter algum tipo de conflito interno entre suas convicções e sua "curiosidade". Então falei com determinação:
— A senhora acabou de dizer: uma mulher pode se exibir se quiser; mostrar o corpo o quanto lhe der na telha e, eu acrescento, ser bem puta se tiver vontade, porque é livre pra fazer o que bem entender.
Ela me olhou e esboçou um sorrisinho. Pela primeira vez senti que um dos meus comentários somava pontos em vez de tirar.
— Confesso que o passeio de ontem foi prazeroso... estranhamente prazeroso — disse ela. — Me fez sentir... sei lá... livre, isso, livre de toda preocupação. A velocidade e o vento me arrepiaram tanto que eu tava pouco me lixando se tava mostrando a bunda.
— Tava pouco se lixando ou aumentava o tesão? — perguntei com um ar retórico.
— Pode ser — disse ela depois de uma pausa curta.
— Sabe que conseguiu me surpreender bastante com a foto que me mandou — falei, roubando um sorriso dela. — Você sempre vai trabalhar de fio dental ou só de vez em quando?
— Sempre — respondeu com segurança.
— Dizem que as enfermeiras adoram usar tanga...
— Bom, talvez não todas. Eu, particularmente, acho confortável; além disso, com o meu "pedaço de raba", como você chamou, não dá pra usar outra coisa — disse rindo.–As calcinha me incomoda, principalmente em dias longos. As tangas eu enfio no cu e esqueço; quanto menor, melhor.
Ela me dar essa informação com tanta naturalidade fez meu pau acordar e começar a ganhar terreno escondido na minha calça; rapidamente cruzei as pernas pra impedir o avanço.
– Então, segundo você, eu me encaixaria como motoculona – continuou ela, rindo.
– Pela foto, eu diria que sim… teria que confirmar pessoalmente, dá pra fazer? – falei com uma ousadia safada.
Ela deu um gole longo no café. Depois de alguns instantes de hesitação, e após largar devagar a xícara na mesinha, se levantou, virou de costas e começou a abaixar a calça jeans. Eu não acreditava que ela ia topar assim, sem mais nem menos, meu pedido peculiar. Mas sim… ela praticamente enfiou a bunda na minha cara…

– Corroborado? – disse ela de forma altiva.
– Definitivamente – respondi bufando e tentando me conter, porque a vontade de afundar meu rosto naquela bunda grande e empinada era incontrolável.
– Agora eu queria ver as mensagens que seus amigos te mandaram ontem, será que dá? – retrucou ela enquanto subia a calça jeans de novo com a dificuldade que a bunda gorda impunha.
E confesso que hesitei: eram mensagens pesadas e bem explícitas, mas no fim aceitei; afinal, a exibição dela também tinha sido forte e explícita, era uma retribuição justa. Procurei o chat no meu celular e mostrei pra ela. Ela leu com atenção. Eu observava ela enquanto lia e vi os olhos dela se arregalarem.
– Atrevidos os caras! – exclamou enquanto me devolvia o celular.
– Falei que eles não te reconheceram – respondi.
E embora ela nunca admitisse, dava pra ver na cara dela e no brilho dos olhos que o que leu tinha agradado. Na idade dela, se sentir desejada por aqueles caras jovens, e até as minas do bar elogiarem a raba dela, com certeza a deixou orgulhosa e com muito tesão.
– A gente podia dar mais rolês como o de ontem se você fosse minha motoculona… – arrisquei dizer, aproveitando o vento na camiseta.
– O que você tá dizendo? Cê tá louco, moleque? Como é que você pensa uma coisa dessas? Sou uma mulher casada – vociferou balançando a cabeça num gesto de indignação. – Uma coisa é eu elogiar, outra é querer sair por aí igual aquelas putas que você me mostrou. Além do mais, você é o namorado da minha filha… Que absurdo!
– Mas se a gente só tá falando de andar de moto, se sentir livre por um tempo e nada mais, o que tem de errado nisso?
– O que tem de errado em sair mostrando a buceta pelas ruas com o namorado da minha filha? Sei lá… me diz você…
E aí tive outro daqueles meus surtos sem pensar, aqueles em que meu pau tomava conta do meu cérebro e assumia o controle total da minha fala:
– Mas não é qualquer bunda, sogra, é uma Raba de campeonato. Sua filha é divina e eu amo ela, mas não tem a bunda que você tem. A sua é de coleção – insisti com intensidade crescente –. Merece estar em exibição numa vitrine pra mostrar como tem que ser a bunda de uma mulher de verdade.
– E suas palavras merecem estar em exibição em algum museu da Idade Média como exemplo de machismo e objetificação extrema; embora, particularmente, me soem lisonjeiras – respondeu ela com uma calma impressionante.
– Me desculpe, não quis ofender – falei, diminuindo meu entusiasmo –, mas por alguma razão você me chamou pra vir aqui hoje, acho que você gostaria de dar um passeio, não é?
– Talvez... não sei – respondeu em voz baixa, escondendo o rosto atrás da xícara de café.
Saí da casa dela com o pau muito duro, e fiquei assim o dia inteiro. Sentia que estava perto de convencê-la, mas sabia que não tinha a sutileza pra dar o toque final, tinha ficado claro.
Depois, no fim da tarde, sabendo que ela estaria no hospital, decidi escrever pra ela com a intenção de amenizar o tom da nossa última conversa. Queria, por via das dúvidas, acalmar as águas:
EU: “Sogra, queria pedir desculpas pela conversa de hoje”
SOGRA: “Você se refere à parte em que me tratou como um objeto que pode ser exibido numa vitrine?”
EU: “Me perdoa, a verdade é que fui muito sem noção”
SOGRA: “Ainda bem que você percebe”
Oferecidas as devidas desculpas, e vendo que a maré tava braba, encerrei a conversa; mas alguns minutos depois chegou outra mensagem, dessa vez com foto...
SOGRA: “É assim que você me imagina numa vitrine?”

EU: “Uf, que rabão, sogra… me desculpe pela objetificação”
SOGRA: “Objetificação você quer dizer, cara, kkk”
EU: “Sim, sim, as duas coisas… me desculpe de novo, mas é que se fizessem um monumento à bunda, com certeza usariam a sua como modelo”
SOGRA: “Mmm… que exagerado ❤️”
Depois de dedicar uma baita punheta –talvez duas– pra aquele rabão, comecei a me perguntar se ela realmente tinha um conflito interno ou se só tava brincando comigo, se aproveitando da minha fraqueza pela carne abundante e harmoniosa dela; curtindo o poder que exercia sobre mim e como me confundia com suas idas e vindas. O fato é que ela tinha feito a mesma jogada do dia anterior.
No dia seguinte, não fiz nada além de pensar nisso –e nela– o tempo todo, e no fim da tarde escrevi pra ela de novo, dessa vez não pra acalmar as águas, mas, pelo contrário, pra ver se conseguia agitar um pouco:
EU: “Oi sogrinha, acho que encontrei a resposta pra sua pergunta de ontem sobre o que tem de errado em você sair pra andar de moto comigo”
SOGRA: “Ah, é? Fala aí…”
EU: “É que com seus atributos físicos você poderia causar um acidente 😅”
SOGRA: “Você acha? Mmm… sei não 😉”

EU: “Pelo amor de Deus, sogra! A senhora tem toda razão, com essa rabuda não tem jeito, tem que usar fio dental mesmo!”
SOGRA: “E bem pequenininhas, viu?”

EU: “Uf, por favor! Me diz o que eu tenho que fazer pra você aceitar ser minha motoculona”
SOGRA: “Ok, amanhã às 10 em casa”
Ao ler essas palavras, meu coração começou a galopar tão forte que parecia que ia sair do peito. Mal consegui dormir umas duas horas naquela noite, de tanta excitação e ansiedade que eu tava.
Cheguei no encontro cinco minutos antes do horário combinado. Antes, passei na casa de um amigo pra pedir emprestado um par de capacetes com interfone. Minha sogra tava me esperando com uma roupa mais que adequada: um vestidinho tão leve e curto quanto o do nosso primeiro passeio.
– Cê gostou? – perguntou, alisando a saia do vestido com as duas mãos.
– Adorei, mas te aviso que com esse vestido tão curtinho, vai dar pra ver a rabeta – falei num tom cúmplice.
– Mmm… então não vai tão rápido, não quero causar um acidente – respondeu no mesmo tom. Depois apontou pro capacete diferente que eu tava segurando –. E isso? – perguntou.
– Arranjei capacetes com interfone. Assim a gente pode conversar durante o passeio, com certeza vai melhorar a experiência. São de um amigo. O que cê acha? – perguntei mostrando pra ela –, ele me emprestou os mais discretos que tinha – falei com ironia, porque eram verde fluorescente, dava pra ver de três quarteirões de distância.
Aí ela apontou com o dedo pra uma calcinha fio-dental preta que tava em cima do sofá – claramente já estava lá antes de eu chegar – e disse com malícia:
– Também é a mais discreta que tenho. Cê acha que serve pro passeio?

— É a coisa mais adequada que já vi na vida — falei, bufando várias vezes.
Então ela enfiou devagar as mãos por baixo do vestido e puxou pra baixo a calcinha que tava usando — que já era minúscula por si só. A peça caiu até abraçar os tornozelos dela, e ela tirou levantando um pé de cada vez. Depois vestiu o fio dental preto.
Embora o próprio vestido tenha escondido as partes mais íntimas dela durante a maior parte da manobra, no final consegui ver um pouco da barriga bem baixinha — coberta pela tanga — por um brevíssimo instante.
— Pronta — ela disse, com um brilho safado no rosto.
Minutos depois, eu tava voando pelas ruas da cidade, exibindo minha motocona nova.

— Como é que tá lá atrás, sogrinha? Tá gostando do passeio?
— Tô adorandooo! Mas acelera mais, cara, parece uma tartaruga! — ela exclamou antes de dar uma gargalhada.
— Ah, mas pensei que você não queria causar um acidente! — gritei antes de pisar fundo no acelerador —. Assim cê gosta mais?
— Siiiiim! — ela gritou, e depois soltou um berro tão alto que me ensurdeceu — Aaah, o vestido!
— O que que tem o vestido?
— Acabou de voar tudoooo!
— Kkkk, aproveita, sogra, aproveita, igualzinho como devem estar aproveitando os sortudos que tão te vendo.

E o show se repetia com o mesmo sucesso da primeira vez. A rabuda da minha sogra voltava a ser a sensação, agitando as ruas tranquilas naquela manhã de sol. A puta estava tão excitada que cumprimentava seus admiradores surpresos e dava fortes tapas na própria bunda.
Já de volta em casa, quando descemos da moto, pude notar que o banco traseiro estava encharcado. Sem dúvida era suco de pussy. Pensei que aquilo era algo digno de uma verdadeira motoculona.
–Pelo visto o passeio de hoje foi bem prazeroso –falei, apontando para a molhada.
Ela olhou para o banco e então, surpreendentemente e sem dizer uma palavra, me pegou pela mão e me levou quase correndo para dentro de casa. Isso acabou de me deixar feito um touro.
–Sogra, saiba que daqui vou direto instalar uma câmera traseira na moto, porque no final sou o único que perde o espetáculo –falei durante o trajeto curto, mas agitado.
–Que espetáculo? –disse ela, sabendo perfeitamente do que eu estava falando.
–O da sua bunda quicando no banco e da sua pussy porca pingando de prazer, óbvio.
–Seu porco!!! –gritou no meio de uma gargalhada e me deu um empurrão forte no peito que me fez perder o equilíbrio. Tropecei e caí no chão de barriga pra cima no meio da sala principal.
–Dá pra ver que o passeio te deixou tão tarada quanto eu –falei do chão, apontando com os olhos para a montanha-russa inconfundível que se formou na minha calça.

— E aí, a moda é o piloto alfa acalmar o tesão da sua motocuda gostosa… — disse ela com uma arrogância provocante.
— Exato — respondi. — Quero ver essa rabuda pulando nesse banco de couro agora mesmo — falei, soltando meu pau, que ficou pulsando forte na frente dos olhos dela. — Olha só, parece que ele tá te chamando.
Ela ficou olhando aquelas fortes puladas fálicas como se estivesse hipnotizada. Segundos depois, tirou o vestido e ficou parada na minha frente, só de fio dental.

Olhei por um instante aquela figura exuberante e não conseguia acreditar no que estava prestes a devorar. Aquelas tetonas enormes; aquelas cadeirões colossais de uma Deusa madura. Pensei que uma mulher daquele porte devia ser difícil de satisfazer e me permiti duvidar que meu sogro conseguisse agradá-la por completo.
— Puta merda, sogra! As tetas da sua filha mal têm o tamanho dos seus bicos — falei extasiado. Ela sorriu lascivamente e apertou os peitos com as mãos —. Vem cá, puta, dá logo — falei depois com voz grave, enquanto colocava meu pau em posição de ataque —. Muita carne pro Seu Roque — concluí enquanto a observava de corpo inteiro e mordia o lábio.
Ela sorriu com uma expressão demoníaca de luxúria e, em poucos segundos, já estava pulando no meu pau de forma desenfreada…

Ver como meu pau era devorado brutalmente uma e outra vez por aquela raba me fez delirar. As nalgas da minha sogra quicavam em cima de mim como se estivessem numa corrida a toda velocidade por estradas sinuosas. Eu era a moto e ela me pilotava à vontade. Eu era o macho dela e ela, minha puta. A gente trepou tanto que perdi a noção do tempo. Em algum momento, dava pra ver o reflexo do meu rosto extasiado nas nalgas suadas dela.
Ela começou a gemir cada vez mais forte até soltar uns gritos de verdade que anunciavam a chegada do orgasmo. Eu acompanhei ela fundo nessa espécie de harmonia de prazer.
Explodimos ao mesmo tempo e nossos fluidos se misturaram no meu baixo ventre. Minha gozada foi tão forte e abundante que me veio à cabeça que, se no lugar de ter o caminhão da minha sogra em cima, tivesse a minha namorada, teria feito ela voar pelos ares.
Segundos depois, a MILF caiu exausta do meu lado. Ali, o que se misturava era o som da nossa respiração ofegante. Depois de um breve descanso, tentei beijar ela na boca, mas ela me evitou: sem dizer nada, se levantou, pegou o vestido e saiu correndo da sala, talvez pro quarto dela ou pro banheiro.
A bunda e os peitos dela balançavam de um jeito brutal e gostoso enquanto ela corria. Achei que talvez ela estivesse com vergonha e se sentindo culpada, então juntei minhas coisas, me vesti e saí de casa sem me despedir.
Não tive mais notícias dela naquele dia. O resto da tarde passei na missão de conseguir meus próprios intercomunicadores pra acoplar no meu capacete e comprar uma GoPro pra colocar na traseira da moto.
Fiquei tão entretido nessas tarefas que nem percebi as várias mensagens e ligações da Andrea. Mandei uma mensagem pra ela já tarde da noite, mas ela não respondeu. Achei que já tava dormindo, porque no dia seguinte ela acordava cedo pra ir pra faculdade.
Um detalhe curioso: naquela mesma tarde, por acaso, encontrei o vendedor e ele me perguntou como eu estava com a moto nova. Comentei sobre o poder que ele tinha previsto: falei que tinha dado um rolê com duas minas, mas só tinha comido uma. Ele com certeza achou que tinha funcionado com a minha namorada.
No dia seguinte, às dez em ponto, eu estava estacionando a moto no pátio da frente da casa da minha namorada. Mais cedo, tinha falado com ela: ela me ligou preocupada com a evolução da minha dor de estômago.
Me declarei recuperado e me ofereci pra levá-la até a faculdade, mas ela disse pra eu ficar descansando pra não ter uma recaída; que o pai dela ia levá-la no caminho pro trabalho, como de costume.
Enquanto eu tirava o capacete, a porta da frente se abriu e minha sogra apareceu. Eu olhei ela de cima a baixo e, mesmo vestindo uma jeans e uma camiseta bem comum, achei que ela tava mais gostosa do que nunca.
Ela me cumprimentou com uma educação que parecia sem nenhum rancor e me convidou pra entrar. Com um café no meio, sentamos pra conversar nos sofás da sala. E depois de uma breve conversa fiada, fui direto ao ponto:
— Então, cê se interessa pelo assunto das motoculonas…
— Digamos que me dá curiosidade.
— Achei que era tudo zuado com essa parada machista.
— E é; mas, no fim das contas, uma mulher tem todo o direito de exibir seus atributos físicos se quiser. Sem imposição de ninguém, né?
— Claro, claro, concordo totalmente com você. Olha, deixa eu te mostrar...
Então peguei meu celular e mostrei umas fotos e uns vídeos de encontros de motos onde essas acompanhantes chamativas apareciam pra caralho. Ela olhou cada imagem com atenção enquanto tomava seu café…

— Mas essas garotas não têm nenhum respeito por si mesmas! — exclamou indignada.
Naquela altura, as contradições dela já me confundiam; parecia ter algum tipo de conflito interno entre suas convicções e sua "curiosidade". Então falei com determinação:
— A senhora acabou de dizer: uma mulher pode se exibir se quiser; mostrar o corpo o quanto lhe der na telha e, eu acrescento, ser bem puta se tiver vontade, porque é livre pra fazer o que bem entender.
Ela me olhou e esboçou um sorrisinho. Pela primeira vez senti que um dos meus comentários somava pontos em vez de tirar.
— Confesso que o passeio de ontem foi prazeroso... estranhamente prazeroso — disse ela. — Me fez sentir... sei lá... livre, isso, livre de toda preocupação. A velocidade e o vento me arrepiaram tanto que eu tava pouco me lixando se tava mostrando a bunda.
— Tava pouco se lixando ou aumentava o tesão? — perguntei com um ar retórico.
— Pode ser — disse ela depois de uma pausa curta.
— Sabe que conseguiu me surpreender bastante com a foto que me mandou — falei, roubando um sorriso dela. — Você sempre vai trabalhar de fio dental ou só de vez em quando?
— Sempre — respondeu com segurança.
— Dizem que as enfermeiras adoram usar tanga...
— Bom, talvez não todas. Eu, particularmente, acho confortável; além disso, com o meu "pedaço de raba", como você chamou, não dá pra usar outra coisa — disse rindo.–As calcinha me incomoda, principalmente em dias longos. As tangas eu enfio no cu e esqueço; quanto menor, melhor.
Ela me dar essa informação com tanta naturalidade fez meu pau acordar e começar a ganhar terreno escondido na minha calça; rapidamente cruzei as pernas pra impedir o avanço.
– Então, segundo você, eu me encaixaria como motoculona – continuou ela, rindo.
– Pela foto, eu diria que sim… teria que confirmar pessoalmente, dá pra fazer? – falei com uma ousadia safada.
Ela deu um gole longo no café. Depois de alguns instantes de hesitação, e após largar devagar a xícara na mesinha, se levantou, virou de costas e começou a abaixar a calça jeans. Eu não acreditava que ela ia topar assim, sem mais nem menos, meu pedido peculiar. Mas sim… ela praticamente enfiou a bunda na minha cara…

– Corroborado? – disse ela de forma altiva.
– Definitivamente – respondi bufando e tentando me conter, porque a vontade de afundar meu rosto naquela bunda grande e empinada era incontrolável.
– Agora eu queria ver as mensagens que seus amigos te mandaram ontem, será que dá? – retrucou ela enquanto subia a calça jeans de novo com a dificuldade que a bunda gorda impunha.
E confesso que hesitei: eram mensagens pesadas e bem explícitas, mas no fim aceitei; afinal, a exibição dela também tinha sido forte e explícita, era uma retribuição justa. Procurei o chat no meu celular e mostrei pra ela. Ela leu com atenção. Eu observava ela enquanto lia e vi os olhos dela se arregalarem.
– Atrevidos os caras! – exclamou enquanto me devolvia o celular.
– Falei que eles não te reconheceram – respondi.
E embora ela nunca admitisse, dava pra ver na cara dela e no brilho dos olhos que o que leu tinha agradado. Na idade dela, se sentir desejada por aqueles caras jovens, e até as minas do bar elogiarem a raba dela, com certeza a deixou orgulhosa e com muito tesão.
– A gente podia dar mais rolês como o de ontem se você fosse minha motoculona… – arrisquei dizer, aproveitando o vento na camiseta.
– O que você tá dizendo? Cê tá louco, moleque? Como é que você pensa uma coisa dessas? Sou uma mulher casada – vociferou balançando a cabeça num gesto de indignação. – Uma coisa é eu elogiar, outra é querer sair por aí igual aquelas putas que você me mostrou. Além do mais, você é o namorado da minha filha… Que absurdo!
– Mas se a gente só tá falando de andar de moto, se sentir livre por um tempo e nada mais, o que tem de errado nisso?
– O que tem de errado em sair mostrando a buceta pelas ruas com o namorado da minha filha? Sei lá… me diz você…
E aí tive outro daqueles meus surtos sem pensar, aqueles em que meu pau tomava conta do meu cérebro e assumia o controle total da minha fala:
– Mas não é qualquer bunda, sogra, é uma Raba de campeonato. Sua filha é divina e eu amo ela, mas não tem a bunda que você tem. A sua é de coleção – insisti com intensidade crescente –. Merece estar em exibição numa vitrine pra mostrar como tem que ser a bunda de uma mulher de verdade.
– E suas palavras merecem estar em exibição em algum museu da Idade Média como exemplo de machismo e objetificação extrema; embora, particularmente, me soem lisonjeiras – respondeu ela com uma calma impressionante.
– Me desculpe, não quis ofender – falei, diminuindo meu entusiasmo –, mas por alguma razão você me chamou pra vir aqui hoje, acho que você gostaria de dar um passeio, não é?
– Talvez... não sei – respondeu em voz baixa, escondendo o rosto atrás da xícara de café.
Saí da casa dela com o pau muito duro, e fiquei assim o dia inteiro. Sentia que estava perto de convencê-la, mas sabia que não tinha a sutileza pra dar o toque final, tinha ficado claro.
Depois, no fim da tarde, sabendo que ela estaria no hospital, decidi escrever pra ela com a intenção de amenizar o tom da nossa última conversa. Queria, por via das dúvidas, acalmar as águas:
EU: “Sogra, queria pedir desculpas pela conversa de hoje”
SOGRA: “Você se refere à parte em que me tratou como um objeto que pode ser exibido numa vitrine?”
EU: “Me perdoa, a verdade é que fui muito sem noção”
SOGRA: “Ainda bem que você percebe”
Oferecidas as devidas desculpas, e vendo que a maré tava braba, encerrei a conversa; mas alguns minutos depois chegou outra mensagem, dessa vez com foto...
SOGRA: “É assim que você me imagina numa vitrine?”

EU: “Uf, que rabão, sogra… me desculpe pela objetificação”
SOGRA: “Objetificação você quer dizer, cara, kkk”
EU: “Sim, sim, as duas coisas… me desculpe de novo, mas é que se fizessem um monumento à bunda, com certeza usariam a sua como modelo”
SOGRA: “Mmm… que exagerado ❤️”
Depois de dedicar uma baita punheta –talvez duas– pra aquele rabão, comecei a me perguntar se ela realmente tinha um conflito interno ou se só tava brincando comigo, se aproveitando da minha fraqueza pela carne abundante e harmoniosa dela; curtindo o poder que exercia sobre mim e como me confundia com suas idas e vindas. O fato é que ela tinha feito a mesma jogada do dia anterior.
No dia seguinte, não fiz nada além de pensar nisso –e nela– o tempo todo, e no fim da tarde escrevi pra ela de novo, dessa vez não pra acalmar as águas, mas, pelo contrário, pra ver se conseguia agitar um pouco:
EU: “Oi sogrinha, acho que encontrei a resposta pra sua pergunta de ontem sobre o que tem de errado em você sair pra andar de moto comigo”
SOGRA: “Ah, é? Fala aí…”
EU: “É que com seus atributos físicos você poderia causar um acidente 😅”
SOGRA: “Você acha? Mmm… sei não 😉”

EU: “Pelo amor de Deus, sogra! A senhora tem toda razão, com essa rabuda não tem jeito, tem que usar fio dental mesmo!”
SOGRA: “E bem pequenininhas, viu?”

EU: “Uf, por favor! Me diz o que eu tenho que fazer pra você aceitar ser minha motoculona”
SOGRA: “Ok, amanhã às 10 em casa”
Ao ler essas palavras, meu coração começou a galopar tão forte que parecia que ia sair do peito. Mal consegui dormir umas duas horas naquela noite, de tanta excitação e ansiedade que eu tava.
Cheguei no encontro cinco minutos antes do horário combinado. Antes, passei na casa de um amigo pra pedir emprestado um par de capacetes com interfone. Minha sogra tava me esperando com uma roupa mais que adequada: um vestidinho tão leve e curto quanto o do nosso primeiro passeio.
– Cê gostou? – perguntou, alisando a saia do vestido com as duas mãos.
– Adorei, mas te aviso que com esse vestido tão curtinho, vai dar pra ver a rabeta – falei num tom cúmplice.
– Mmm… então não vai tão rápido, não quero causar um acidente – respondeu no mesmo tom. Depois apontou pro capacete diferente que eu tava segurando –. E isso? – perguntou.
– Arranjei capacetes com interfone. Assim a gente pode conversar durante o passeio, com certeza vai melhorar a experiência. São de um amigo. O que cê acha? – perguntei mostrando pra ela –, ele me emprestou os mais discretos que tinha – falei com ironia, porque eram verde fluorescente, dava pra ver de três quarteirões de distância.
Aí ela apontou com o dedo pra uma calcinha fio-dental preta que tava em cima do sofá – claramente já estava lá antes de eu chegar – e disse com malícia:
– Também é a mais discreta que tenho. Cê acha que serve pro passeio?

— É a coisa mais adequada que já vi na vida — falei, bufando várias vezes.
Então ela enfiou devagar as mãos por baixo do vestido e puxou pra baixo a calcinha que tava usando — que já era minúscula por si só. A peça caiu até abraçar os tornozelos dela, e ela tirou levantando um pé de cada vez. Depois vestiu o fio dental preto.
Embora o próprio vestido tenha escondido as partes mais íntimas dela durante a maior parte da manobra, no final consegui ver um pouco da barriga bem baixinha — coberta pela tanga — por um brevíssimo instante.
— Pronta — ela disse, com um brilho safado no rosto.
Minutos depois, eu tava voando pelas ruas da cidade, exibindo minha motocona nova.

— Como é que tá lá atrás, sogrinha? Tá gostando do passeio?
— Tô adorandooo! Mas acelera mais, cara, parece uma tartaruga! — ela exclamou antes de dar uma gargalhada.
— Ah, mas pensei que você não queria causar um acidente! — gritei antes de pisar fundo no acelerador —. Assim cê gosta mais?
— Siiiiim! — ela gritou, e depois soltou um berro tão alto que me ensurdeceu — Aaah, o vestido!
— O que que tem o vestido?
— Acabou de voar tudoooo!
— Kkkk, aproveita, sogra, aproveita, igualzinho como devem estar aproveitando os sortudos que tão te vendo.

E o show se repetia com o mesmo sucesso da primeira vez. A rabuda da minha sogra voltava a ser a sensação, agitando as ruas tranquilas naquela manhã de sol. A puta estava tão excitada que cumprimentava seus admiradores surpresos e dava fortes tapas na própria bunda.
Já de volta em casa, quando descemos da moto, pude notar que o banco traseiro estava encharcado. Sem dúvida era suco de pussy. Pensei que aquilo era algo digno de uma verdadeira motoculona.
–Pelo visto o passeio de hoje foi bem prazeroso –falei, apontando para a molhada.
Ela olhou para o banco e então, surpreendentemente e sem dizer uma palavra, me pegou pela mão e me levou quase correndo para dentro de casa. Isso acabou de me deixar feito um touro.
–Sogra, saiba que daqui vou direto instalar uma câmera traseira na moto, porque no final sou o único que perde o espetáculo –falei durante o trajeto curto, mas agitado.
–Que espetáculo? –disse ela, sabendo perfeitamente do que eu estava falando.
–O da sua bunda quicando no banco e da sua pussy porca pingando de prazer, óbvio.
–Seu porco!!! –gritou no meio de uma gargalhada e me deu um empurrão forte no peito que me fez perder o equilíbrio. Tropecei e caí no chão de barriga pra cima no meio da sala principal.
–Dá pra ver que o passeio te deixou tão tarada quanto eu –falei do chão, apontando com os olhos para a montanha-russa inconfundível que se formou na minha calça.

— E aí, a moda é o piloto alfa acalmar o tesão da sua motocuda gostosa… — disse ela com uma arrogância provocante.
— Exato — respondi. — Quero ver essa rabuda pulando nesse banco de couro agora mesmo — falei, soltando meu pau, que ficou pulsando forte na frente dos olhos dela. — Olha só, parece que ele tá te chamando.
Ela ficou olhando aquelas fortes puladas fálicas como se estivesse hipnotizada. Segundos depois, tirou o vestido e ficou parada na minha frente, só de fio dental.

Olhei por um instante aquela figura exuberante e não conseguia acreditar no que estava prestes a devorar. Aquelas tetonas enormes; aquelas cadeirões colossais de uma Deusa madura. Pensei que uma mulher daquele porte devia ser difícil de satisfazer e me permiti duvidar que meu sogro conseguisse agradá-la por completo.
— Puta merda, sogra! As tetas da sua filha mal têm o tamanho dos seus bicos — falei extasiado. Ela sorriu lascivamente e apertou os peitos com as mãos —. Vem cá, puta, dá logo — falei depois com voz grave, enquanto colocava meu pau em posição de ataque —. Muita carne pro Seu Roque — concluí enquanto a observava de corpo inteiro e mordia o lábio.
Ela sorriu com uma expressão demoníaca de luxúria e, em poucos segundos, já estava pulando no meu pau de forma desenfreada…

Ver como meu pau era devorado brutalmente uma e outra vez por aquela raba me fez delirar. As nalgas da minha sogra quicavam em cima de mim como se estivessem numa corrida a toda velocidade por estradas sinuosas. Eu era a moto e ela me pilotava à vontade. Eu era o macho dela e ela, minha puta. A gente trepou tanto que perdi a noção do tempo. Em algum momento, dava pra ver o reflexo do meu rosto extasiado nas nalgas suadas dela.
Ela começou a gemir cada vez mais forte até soltar uns gritos de verdade que anunciavam a chegada do orgasmo. Eu acompanhei ela fundo nessa espécie de harmonia de prazer.
Explodimos ao mesmo tempo e nossos fluidos se misturaram no meu baixo ventre. Minha gozada foi tão forte e abundante que me veio à cabeça que, se no lugar de ter o caminhão da minha sogra em cima, tivesse a minha namorada, teria feito ela voar pelos ares.
Segundos depois, a MILF caiu exausta do meu lado. Ali, o que se misturava era o som da nossa respiração ofegante. Depois de um breve descanso, tentei beijar ela na boca, mas ela me evitou: sem dizer nada, se levantou, pegou o vestido e saiu correndo da sala, talvez pro quarto dela ou pro banheiro.
A bunda e os peitos dela balançavam de um jeito brutal e gostoso enquanto ela corria. Achei que talvez ela estivesse com vergonha e se sentindo culpada, então juntei minhas coisas, me vesti e saí de casa sem me despedir.
Não tive mais notícias dela naquele dia. O resto da tarde passei na missão de conseguir meus próprios intercomunicadores pra acoplar no meu capacete e comprar uma GoPro pra colocar na traseira da moto.
Fiquei tão entretido nessas tarefas que nem percebi as várias mensagens e ligações da Andrea. Mandei uma mensagem pra ela já tarde da noite, mas ela não respondeu. Achei que já tava dormindo, porque no dia seguinte ela acordava cedo pra ir pra faculdade.
Um detalhe curioso: naquela mesma tarde, por acaso, encontrei o vendedor e ele me perguntou como eu estava com a moto nova. Comentei sobre o poder que ele tinha previsto: falei que tinha dado um rolê com duas minas, mas só tinha comido uma. Ele com certeza achou que tinha funcionado com a minha namorada.
10 comentários - Passeios de moto com minha sogra 2
+10