2 gostosas agora

2 gostosas agoraO ventilador mal movia o ar quente do meio-dia quando Dahiana abriu a porta com um sorriso. Na calçada, com uma mochila pendurada no ombro, sandálias, um shortinho preto e uma camiseta que marcava os bicos dos peitos, estava a Paola.
—Prima, finalmente chegou! —gritou Dahiana, abraçando ela.
Paola riu, apertou ela forte e sussurrou no ouvido:
—Tomara que tenha homem nesse bairro, porque eu tô com o cú na mão e muito puta.

Eram primas, sim. Mas pareciam irmãs do pecado.
As duas morenas, corpos criminosos, bundudas, peitudas, com aquele sorriso de mulher que sabe o que quer… e como conseguir.

Mal jogaram as coisas no quarto, Paola já puxou o celular.
—Ei, Dahi… cê não tá com calor nesse short? Tá toda molhada, e acho que não é só suor.
—Mmm, é que vi uma história do Matías de regata e desceu a alma até o chão —riram.
—É aquele que arrebenta teu cú e goza nos teus peitos?
—Esse mesmo. Mas já não basta um só, Paola. Tô no fogo.
—Então bora brincar.

Paola se colocou na frente do espelho, tirou a camiseta e ficou só de sutiã.
—Vai, Dahi. Tira umas fotos juntas… pra esquentar mais o bairro.

Dahiana não hesitou. Tirou a camiseta também e ficaram as duas de lingerie, curvas no ar, risadas safadas, corpos tão parecidos quanto perigosos. Se apertaram na cama, sentaram uma em cima da outra, se tocaram pelas costas, e começaram a tirar selfies de tirar o fôlego:
—Uma me tocando no peito…
—Pronto.
—Agora você morde meu pescoço.
—Calma… agora abre as pernas. Essa vai em preto e branco.

Os flashes iluminavam o quarto. E a galeria do celular já parecia um catálogo proibido.

Paola se lambia:
—Com essas fotos, o bairro todo cai em cima da gente.
—E se a gente postar na página? —perguntou Dahiana, com os olhos acesos.
—Na que você usa pros seus assinantes VIP?
—Essa mesma. Mas agora são duas fogosas.

Se olharam. E naquele momento, o desejo pairou entre elas.
—Nunca pensou como seria a gente ser olhada… juntas… nos tocando? Paola não respondeu. Só se aproximou. Puxou a alça do sutiã de Dahiana, beijou o ombro dela… e sussurrou:
—Adorei o plano. Mas primeiro… vamos ver qual de nós duas esquenta mais o bairro.
E o jogo tava só começando.vadiaA tarde caiu pesada sobre o bairro. As luzes alaranjadas entravam pela janela, e dentro do quarto da Dahiana o ar ardia por outro motivo. — Dahi, cê tem certeza que quer que a gente suba? — perguntou Paola, enquanto arrumava o cabelo e mordia um morango na frente do espelho. — Certeza? Tô molhada desde antes de apertar "postar". — Então vamos quebrar a página — sorriu a prima. Já não era mais brincadeira. Estavam peladas na cama, uma sentada de pernas abertas, a outra atrás, lambendo o pescoço dela, com uma mão apertando um peito e a outra descendo devagar entre as pernas. O celular no tripé. Câmera com timer. Luz quente. Olhares safados.vadia—Agora uma onde você chupa meu mamilo, mas dá pra ver minha cara de louca.
—Pronto. E depois você abre meus lábios da buceta com os dedos, bem pertinho.
—Aí vai… clic!

Fotos explícitas. Sujas. Lindas na sua luxúria. Arte pornográfica caseira.

Subiram quatro fotos na página privada da Dahiana, agora rebatizada como:

> “Fogosas x2 🔥🔥 — Dahiana & Paola”

Em menos de meia hora, os comentários explodiram:

> 🔥 “Não é possível o que essas duas fazem…”
🍑 “Dahiana era minha deusa… mas a Paola é o inferno em carne”
💦 “Quero que me usem, que me destruam entre as duas”
👁️ “Postem vídeo! Postem vídeo!”
🧎‍♂️ “Pago o que vocês quiserem por uma videochamada”

Mas entre todos os comentários, um chamou a atenção das duas:

> “Eu conheço elas. São do bairro. Vi elas saindo juntas hoje. Não sabem o que desencadearam. Quero elas pra mim. As duas.” – usuário: ELTR3SERO87

—Esse não é…? —disse Paola, ao ler o comentário.
—Sim. Julián, o da esquina. O que sempre fica olhando a gente do portão, o que lava a calçada com a mangueira mesmo sem chuva.
—Esse é um doente! Me seguiu até o mercadinho uma vez.
—Agora tá obcecado por nós.

Minutos depois, o mesmo usuário comentou de novo:

> “Juro que tô com o pau duro há uma hora. Não consigo tirar vocês da minha cabeça. Quero me meter no meio das duas, ou que me usem como brinquedo. Pago. O que pedirem.”

Paola riu. Se espreguiçou, com a bunda pra cima, e disse:
—Imagina se a gente vai transar por dinheiro.
—Não, prima. Mas a gente pode esquentar todo mundo… sem dar nada além de desejo.

E naquela noite, gravaram um vídeo de cinco segundos:

Dahiana deitada de barriga pra cima, com a Paola montada na cara dela, e as duas olhando pra câmera enquanto a Paola dizia, ofegante:
—Agora não tem volta. Somos duas… e estamos mais quentes do que nunca.

Postaram.
O bairro não dormiu.
E numa casa lá no fundo, Julián se tocava desesperado, olhando pra tela, jurando que faria de tudo pra ter elas… mesmo que seja uma vez. Sábado. Quase 6 da tarde. A hora em que o bairro fica cheio de gente: moleques de bicicleta, senhoras varrendo a calçada, homens tomando cerveja na esquina. O calor grudava na pele, mas elas saíram mesmo assim, como se o mundo fosse a passarela particular delas. A Paola tava com um vestidinho branco, sem sutiã, curto a ponto de, quando se abaixava, dar pra ver a bunda. A Dahiana foi de short jeans aberto dos lados e uma camiseta amarrada bem debaixo dos peitos. Sem sutiã, claro. Caminharam juntas até o mercadinho, com o ritmo lento e rebolado de duas gostosas sabendo que tão sendo observadas. E elas sabiam. Cada passo, cada curva, cada olhada… era parte do show. —Aquele é o Julián, olha como ele nos encara — falou a Paola em voz baixa, enquanto passavam pela rua dele. Ele tava sentado numa cadeira de praia, cerveja na mão, e quando viu as duas, ficou paralisado, boca entreaberta. A Dahiana se abaixou exageradamente pra amarrar o cadarço, dando visão total da tanga preta aparecendo. A Paola mandou um beijo no ar pra ele. —Tudo bem, Juli? — disse, como se nada fosse. Mais adiante, os caras na quadra de futebol calaram a boca quando elas passaram. Um bateu no poste de tanto que não tirava os olhos. —Meu Deus, Dahiana! Essa sua prima é pior que você! —Não dá pra sair assim, não! Vai fazer os carros baterem — gritou outro. Mas nem todos os comentários eram elogios. Na frente do mercadinho, duas mulheres mais velhas olharam elas de cima a baixo. Uma falou pra outra, sem baixar a voz: —Uma mais sem vergonha que a outra… é por isso que os homens tão tudo babão. —Duas putinhas de Instagram, isso sim. A Paola se virou, sorriu e respondeu com malícia: —Tá incomodada? Ou é inveja? A Dahiana não conseguiu segurar a risada. Pegaram o refrigerante, o pacote de salgadinho e continuaram andando como se fossem rainhas em território conquistado. —Percebeu? — disse a Paola. —O quê? —Que os homens querem nos comer… e as mulheres querem nos sumir do mapa. —Então a gente tá fazendo algo certo. prima. De volta em casa, com o ventilador ligado e as coxas brilhando de calor, elas abriram os celulares e viram os comentários novos na página.
> 🥵 “Vi elas na rua. São reais. Quero já.”
👀 “Vi quando a Paola se abaixou e quase tive um infarto.”
😈 “Vocês topam sair sem calcinha na próxima?”

Paola chupou um gelo e disse:
—E se a gente sair sem calcinha amanhã?
—Só se tiver vídeo.

E enquanto o bairro pegava fogo… elas continuavam pensando em como aumentar ainda mais a temperatura.

Naquela tarde, a página privada das minas encheu de notificações de novo. Um vídeo novo da Paola rebolando a bunda na frente do espelho de fio dental vermelho, e outro da Dahiana chupando um gelo devagar entre os peitos, soltou comentários sem controle.

Mas teve um que se repetiu várias vezes.

> “Vou criar coragem. Hoje eu vou.” — ELTR3SERO87

Elas se olharam pelo celular.
—Você sacou quem é, né? — disse Dahiana.
—Óbvio. Julián. O que não parava de comentar de pau duro.
—E se ele vier?

Paola sorriu, abaixou o fio dental sem avisar e sentou nua em cima da bancada da cozinha.
—Então que venha. Mas que aguente.

Não passaram nem 40 minutos.

Alguém bateu na porta. Três batidas secas.

Dahiana, de short de dormir e camiseta, abriu a porta. Lá estava Julián: camiseta preta, calça larga, cara vermelha. Os olhos não sabiam pra onde olhar. Ele engoliu seco.
—Oi… não sabia se… se ia ter resposta.

Paola apareceu atrás, com uma toalha enrolada e o cabelo molhado.
—Oi, Julián. Veio buscar um pouco de gelo… ou um pouco de fogo?

Ele não respondeu. Não conseguia. Tinha elas ali, na frente dele, igual nos vídeos… mas reais.

Dahiana pegou a mão dele, fez ele entrar e trancou a porta.
—Olha, vizinho… a gente sabe que você nos viu, que nos lê, que bate uma pensando na gente. Mas hoje você deu sorte. Porque hoje… a gente tá com vontade.

Paola soltou a toalha e ficou completamente nua. Julián olhou pra ela como se fosse um sonho molhado.
—Mas aqui não tem love, nem promessa. Só corpo. Só prazer. Dahiana se ajoelhou e começou a baixar a calça dele. A pica do Julián caiu dura, tremendo, e ela começou a chupar devagar. Paola sentou na cama, abriu as pernas e se tocou na buceta enquanto olhava pra ele:
—Nunca viu duas fogosas juntas, Julián?

Dahiana mamava ele de boca cheia, cuspindo, enquanto Paola se aproximava e lambia as bolas dele.
—Vai ter que aguentar, hein? Porque hoje… a gente vai te esvaziar.

E assim começou o jogo. Uma chupava ele. A outra beijava ele. Uma sentava na cara dele. A outra cavalgava o torso dele.

Elas pegaram ele. Usaram ele. Fizeram ele gritar.

E antes de gozar, Paola olhou fixo pra ele e disse:
—Você vai gozar nos nossos peitos. E depois… você vai agradecer.

E foi assim. Jatos quentes espalhados nos peitos morenos e suados das duas, enquanto Julián desabava, ofegante.

Dahiana empurrou ele de leve.
—Pronto, vizinho. Já pagou sua mensalidade pessoalmente.
—Mas agora vai embora… e deixa a gente descansar.

Paola chegou perto do ouvido dele, ainda com os mamilos brilhando de porra:
—Talvez a gente te chame de novo… se continuarmos com vontade de brincar.

E Julián saiu sem dizer uma palavra, com a roupa toda desajeitada, mas com um sorriso que nunca mais ia sair do rosto dele.Relatos eroticosEra noite. O ventilador girava devagar, o ar cheirava a sexo seco e perfume barato. Paola ainda tinha as marcas de Julián nas coxas, e Dahiana, de fio dental preto e uma camiseta rasgada, servia uma dose pra ela.

—Ei, e esse Matías que você vive mencionando? — perguntou Paola, enquanto pintava as unhas dos pés.

—Esse... esse não é igual aos outros — disse Dahiana, com um sorriso safado.

—É tão bom na cama assim?

—Paola... esse cara te abre a alma com a língua e depois te parte no meio sem pedir licença.

A prima olhou intrigada.

—E ele vem amanhã?

—Sim. Me escreveu que não aguentava mais, que ficou vendo nossas fotos, que bateu três punhetas seguidas e quer nos ver juntas.

—Nós duas? Com ele?

—Aham. E vou te falar uma coisa...

Ela se aproximou devagar, sentou na beirada da cama e falou no ouvido dela:

—Prepara teu cu, porque Matías é puro fogo... e não se contenta com uma entrada só.

Paola engoliu seco. O coração acelerou.

—Tá falando sério?

—Tô falando e me esquentando.

Dahiana se ajoelhou na frente dela, abriu suas pernas, puxou a calcinha dela devagar e começou a chupar a buceta dela com suavidade, como quem marca território.

—Quero que você esteja pronta, molhadinha, aberta, pedindo mais.

—Ahhh, Dahiana! Você vai me deixar louca...

—Esse é o plano — respondeu ela, lambendo mais fundo —. Amanhã vamos deixar Matías seco... ou ele vai nos deixar destruídas, as duas.

Paola se contorcia, gemendo baixinho, enquanto a prima a esquentava com a língua e a imaginação voava:

Uma cama. Três corpos. Uma única regra: se acabar sem limites.

E quando Paola gozou tremendo nas mãos de Dahiana, não conseguiu evitar sussurrar:

—Que esse Matías venha logo... quero que ele me arrebente.relatos pornoMatías chegou na hora. Blusa justa, olhar quente, o pau já meio duro. Dahiana abriu a porta com um roupão solto, sem nada por baixo. Paola apareceu atrás, com uma calcinha fio dental branca e os bicos marcando forte por baixo de uma blusinha transparente.

—Pronto pro inferno? —disse Dahiana.

Matías engoliu seco.

—Não me fala nada. Só me dá isso.

—Calma aí —interrompeu Paola—. Hoje primeiro… você olha pra gente. Depois brinca.

Sentaram ele na cadeira do canto, com uma cerveja na mão, e deixaram ele lá.

As duas subiram na cama, se olharam… e começaram a se tocar.

Dahiana deitou de barriga pra cima e Paola se enfiou entre as pernas dela, lambendo devagar a buceta, enquanto Matías não conseguia fechar os olhos.

—Olha como eu molho a língua, papai —disse Paola, olhando pra ele enquanto abria os lábios da buceta com os dedos e chupava com gosto.vadia gostosa— Ahhh, sim, continua! — gemeu Dahiana—. Deixa ele ver o que é uma fogosa de verdade.

Depois trocaram. Dahiana assumiu o controle. Ficou de joelhos e chupou os peitos e os bicos da prima, enquanto com dois dedos metia e tirava rápido entre as pernas dela.

Paola se tocava no clitóris, de boca aberta, gemendo forte.

— Não aguento mais, Dahi!

— Então chama ele… deixa ele entrar agora.

Matías se levantou como um lobo solto. Tirou a roupa sem dizer uma palavra. Tava duro igual pedra.

Dahiana foi a primeira a se ajoelhar na frente dele. Enfiou a pica inteira na boca, enquanto Paola se abaixava do lado e lambia os ovos dele, devagar, provocando.

— Meu Deus… isso não pode ser real — ele gemeu.

— Queria nos ver juntas? Agora vai sentir a gente junto.

Levaram ele pra cama. Paola subiu em cima e cavalgou que nem uma selvagem, com a bunda batendo na pélvis dele, enquanto Dahiana sentava na cara dele e mandava:

— Come essa buceta, papi! Abre a língua! Assim! Mais!

Gemidos pra todo lado. Os lençóis viram uma bagunça. Pele contra pele, peitos quicando, corpos suando.

Depois Matías colocou Paola de quatro, enfiou a pica na buceta dela e comeu com força enquanto Dahiana metia a língua nela e se esfregava sem parar.

— Vamos trocar! — gritou Paola, tremendo.

E trocaram. Matías meteu em Dahiana por trás, enquanto Paola sentava na cara dele de pernas abertas, toda molhada.

— Assim! Vai, Matías! Arrebenta meu cu também se quiser! — gritou Dahiana.

— Hoje eu quero tudo! — ele rugiu.

E deu. Meteu em todos os buracos, fez elas gozarem uma, duas, três vezes… até o corpo dele não aguentar mais.

Terminou em cima dos peitos das duas, ofegante, tremendo, com as pernas bambas e a cara desmontada de prazer.

As minas se olharam, suadas, destruídas… mas com um sorriso de vitória.

— Gostou, papi?

— Quero morrer assim. No meio de vocês.

— Não morre ainda não — disse Dahiana, dando um tapa na bunda de Paola—. Isso aqui tá só começando.vadiaO domingo amanheceu suave. O ventilador girava devagar, o quarto ainda cheirava a sexo da noite anterior. Os lençóis bagunçados, os corpos entrelaçados, e o sol entrando por entre as cortinas. Paola espreguiçou-se nua, com o cabelo bagunçado e as coxas ainda marcadas pelas mãos de Matías. Dahiana, ao lado dela, brincava com um cubinho de gelo entre os dedos, também nua, mordendo o sorriso de loba. — Dormiu, Promiscuous? — Dormi… mas com a buceta ainda pulsando — riu Paola. Dahiana virou-se para ela, apoiando a perna entre as da prima, roçando de leve. — Você… vai embora em dois dias, né? — Sim. Já tenho a passagem. Mas vou levar a memória cheia. — Antes de ir… me responde uma coisa. — Fala. — Quem você gostou mais? Paola sorriu sem responder. Dahiana lambeu seu pescoço, subiu até a orelha e repetiu: — Quem, Paola? Matías… ou eu? A outra mordeu o lábio. A mão desceu devagar entre as pernas de Dahiana, e encontrou ela molhada. — É você. Não tem pra ninguém. Dahiana a beijou, fundo, molhado, devagar. E enquanto se beijavam, os dedos começaram a se tocar, sem pressa, sem interrupções. — Então me toca… mais uma vez, antes de você ir. E se acariciaram juntas, frente a frente, gemendo baixinho, sem pressão, só prazer entre pele conhecida. Beijavam os peitos, os bicos, se olhavam enquanto se masturbavam, roçando os clitóris com os dedos molhados, até que os tremores as tomaram juntas. Gozaram uma contra a outra, ofegando suave, com as testas coladas e o coração batendo no mesmo ritmo.garotas gostosasDepois, Paola se acomodou no travesseiro e disse:
—Não chora, Dahiana.
—Chorar? Tenho fotos, vídeos… e a lembrança de como você geme quando eu te faço gozar.
—Vou voltar.
—Quando?
—Mês que vem. E mais gostosa do que nunca.
Dahiana sorriu, acendeu um cigarro e respondeu:
—Então que o bairro se prepare. Porque quando você voltar…
—Vamos botar fogo em tudo.2 gostosas agora


vadia

1 comentários - 2 gostosas agora

Que rico, sería genial lamerles el coño al mismo tiempo