História de um Perdedor 3

Aqui trago a terceira parte onde o Carlos finalmente se forma como um perdedor.


Espero que vocês curtam muito a história.




Aqui estão os links dos anteriores pra vocês continuarem a história.




http://www.poringa.net/posts/relatos/6127460/Historia-de-un-perdedor.html

http://www.poringa.net/posts/relatos/6128750/Historia-de-un-perdedor-2.html







Finalmente chegou o sábado, fazia dias que eu tava usando a tanga preta da Ana, aquela que tinha várias manchas que o gozo do Carlos tinha deixado. Então, naquela manhã, passei pra comprar umas calcinhas novas e, pra minha surpresa, a Ana tinha comprado uma gaiolinha pra prender meu pau. Deixei ela colocar em mim, mesmo não gostando muito da ideia, e sinceramente não ficava mal com a tanga vestida. Eu tinha comprado várias: uma azul celeste, outra vermelha, outra verde e uma rosa. Essa última ela me fez vestir depois de eu tomar um banho, onde a Ana me ensinou como limpar meu cu por dentro — algo que eu amei. A sensação de sentir a água entrando nas minhas entranhas me deixava sem fôlego. Foi assim que ela só me fez colocar uma camiseta que mal cobria minhas nádegas; segundo ela, era assim que eu ia receber meu amigo. Foi então que o Carlos chegou, e a Anita o recebeu.


Ana, oi meu amor, tenho uma surpresa que vai te deixar muito feliz. Vem, senta aqui que vou te contar. No outro dia que a gente ficou junto, meu cuck estava nos espionando.


Carlos... uff, e aí, o que aconteceu? Ela te cobrou? Saiu de casa?


Ana, pelo contrário, ela adorou como você me comeu, mas principalmente se apaixonou pela sua pica. Ela ficou louca, agora tá obcecada em provar sua pica a tal ponto que a deixei no quarto te esperando. Mandei ela colocar uma fio dental, você não tem ideia de como fica bom nessa putinha. Então hoje, primeiro você come ela.


Carlos, sempre soube que o Oscar era um perdedor e sabia que era só questão de tempo até quebrar ele de vez e fazer sair a putinha que ele escondia.



Ana sim, a verdade é que o Oscar é um perdedor e hoje você pode acabar com ele de vez, transformando ele na sua putinha viada e apagando o pouquinho de homem que ainda resta nele.


Carlos, é exatamente isso que eu sempre quis. Vamos, hoje eu deixo ele de cama e amanhã me dedico a você, e deixa a putinha nos atender.


Isso foi o que consegui ouvir atrás da porta. Meu pau tava doendo pra caralho preso naquela gaiola que impedia ele de ficar duro, enquanto o buraco do meu cu pulsava implorando pra eu deixar alguma rola entrar. Carlos entrou junto com a Ana, só sorriu. Eu já tava totalmente pelado, então só me ajoelhei na frente do pau dele e abri a boca.


Carlos, assim que eu gosto, vagabunda. Já sabe qual é a sua posição, engole tudo, puta. Vou te foder essa boca.


Carlos segurou minha cabeça e meteu o pau dele sem piedade nenhuma, aquela barra de carne enorme atravessava minha garganta e me fazia engasgar, mas ele não ligou e começou a cavalgar minha boca como se fosse uma buceta. Mesmo sofrendo, meu sentimento era satisfazer meu macho em tudo, e assim, com o rosto cheio de lágrimas, ele me fez engasgar com a mistura da minha saliva e o leite dele, que era tanto que saía até pelo meu nariz. Carlos tirou o pau da minha boca e, sem que ele dissesse nada, engoli tudo olhando bem na cara dele.


Carlos, assim que eu gosto, que você seja bem putinha e gulosa. Agora, sozinha, chupa minha pica, vai, putinha.


sim, meu amo, o que o senhor pedir


meu pau tava explodindo, a dor era enorme mas eu não tava nem aí, lambi a rola dela como vi que a ana tinha feito e depois enfiei na boca pra chupar como se fosse um pirulito. enquanto eu fazia isso, a ana tirou minha calcinha fio dental


Ana, olha que thong linda que a puta comprou, ela tá estreando pra você.


Carlos que se prepare, porque vou estrear a bunda dele assim que eu ficar duro de novo.


Fiquei desesperada pra chupar a pica dele pra ela ficar dura de novo, finalmente ia ter aquela pica dentro do meu cu, não via a hora de sentir ela lá dentro e depois de um tempão tinha chegado o grande momento, o Carlos tirou a pica dele da minha boca e mandou eu subir na cama, coisa que fiz na hora, me ajoelhando de quatro com a buceta bem aberta pra receber a pica enorme dele, o Carlos abriu minhas nádegas e esfregou a pica dele na minha racha.


Carlos, você gosta de puta? Quer que eu arrebente sua bunda? Quer que eu seja seu macho pra sempre?


Siiii, me destrói toda, por favorrrr


Carlos, assim não, sua putinha, me implora, de homenzinho não sobrou nada, a partir de agora você é uma viadinho puta, vamos, fala isso.


Sim, sou uma bichona, um fracasso como homem, você ganhou, me venceu, só sirvo pra ser sua putinha, agora só me dá essa pica e me arrebenta toda.


Sentir a cabeça do pau dele encostada no meu cu me fez tremer, e quando ele começou a empurrar, a dor apareceu. Me agarrei nos lençóis.


Carlos, tá doendo, sua puta, me diz o que tá doendo, sua puta, é o que você merece e vai doer muito mais, assim, viu, sentiu a força da pica, sua puta, dá tchau pra sua masculinidadeeee


A cabeça do pau dele já tinha entrado e, de uma só vez, ele enfiou o pau inteiro. Nunca tinha sentido tanta dor na vida. Não era bem o que eu esperava, mas eu tinha que aguentar aquela cavalgada. Sentir o pau entrando e saindo do meu cu era doloroso, mas eu assumia que era o que merecia por ser tão puto amante de pica. Minhas lágrimas continuavam caindo, mas eu não queria que ele parasse de arrebentar meu cu. A sensação era agridoce e, pra ser sincero, eu gozava mais em sofrer com o pau, e era isso que realmente me dava prazer. Gozava em finalmente me transformar numa bichona, e esse prazer começou a crescer. Cresceu tanto que nem sentia mais a dor do começo. Eu estava sendo inundado, e meu pinto explodia de vontade de gozar, mas não podia porque estava preso naquela gaiola. Aquela fodida era interminável. Eu mal ouvia as coisas que Ana e Carlos diziam me humilhando, mas isso só me dava mais prazer, esperando que meu macho explodisse dentro de mim. E quando explodiu, ele enfiou o pau até o fundo e ficou parado lá, inundando minhas entranhas de porra. Aquela porra me marcava a fogo, queimando por dentro. Carlos me deixou cair, vencido, na minha própria cama e colocou o pau dele na minha boca, mandando eu limpar. Eu me sentia o pior lixo, mas gostava. Limpei ele todo e, de repente, ele enfiou o pau na minha boca e começou a mijar. Isso eu não esperava. O mijo dele saía por todos os meus buracos, e muito disso eu tive que engolir. Não tinha escolha. Mais humilhação era impossível. Quando ele finalmente me soltou, foi pra sala de jantar com a Ana. Fiquei lá, largado na cama, encharcado de mijo e porra, com uma ardor e uma dor danadas no cu, mas ao mesmo tempo feliz por ter conseguido, finalmente, me receber como bichona. De uma coisa eu tinha certeza: depois do que vivi, nunca mais seria um homem. De agora em diante, eu era só uma empregada do meu macho. O valentão tinha vencido.

2 comentários - História de um Perdedor 3

excelente!! es asi como lo describis!! una pija grande te rompe la cola...pero se disfruta mucho!!