Destinado a ser corno XIII "primeira experiência

Foi numa tarde, um dia em que nós dois trabalhamos só meio turno, saímos pro centro da cidade sem pressa, mas sem nenhum plano, chegamos num restaurante e pedimos comida, não tínhamos pressa nem destino, era só pra matar o tempo que as leis trabalhistas nos davam de presente.

Fazia uns dois meses que a gente tinha falado sobre a ideia de rolar um encontro cuckold, usávamos as redes sociais como meio de contato, mas não tava dando muita sorte, um monte de mensagens e conversas com gente que só queria bisbilhotar o assunto, conhecer pessoas, mas no fim nunca fechava nada. O jogo continuava só entre a gente, não que a gente precisasse de sexo, porque entre nós sempre foi algo que rolava bem, mas a curiosidade que nós dois tínhamos fazia a gente insistir na busca, e foi assim que naquela tarde a oportunidade apareceu.

O nome dele era Diego, mandou uma mensagem dizendo "muito prazer, pessoal, meu nome é Diego, tenho 51 anos, vi o perfil de vocês e gostei muito, adoraria ter a chance de conversar com vocês". A gente respondeu a mensagem e perguntou sobre ele, ele contou que era divorciado, não tinha namorada na época, tinha dois filhos já adultos, trabalhava numa empresa na área de tecnologia e nas horas vagas era motorista de aplicativo, a gente comentou um pouco sobre nosso relacionamento, que éramos recém-casados e ainda sem filhos.

A conversa tava indo muito bem, mas num ritmo normal, ele tinha saído do trabalho ao meio-dia pelo mesmo motivo e voltado pro apartamento dele pra tomar banho e passar a tarde no Uber, na verdade por um tempo ele não respondeu, quando voltou explicou que já tinha se arrumado e ia sair, e ia começar justamente pelo centro da cidade, a gente não podia deixar essa coincidência passar, então mandamos uma mensagem "te desejamos uma boa tarde" e um "vê se a gente se tromba por aqui", junto com uma foto do lugar. A gente fez isso sem realmente não deu em nada, os minutos passaram e, como imaginávamos, ela não respondeu. Pagamos a conta e fomos embora, caminhando pelas ruas do centro em direção ao metrô. De repente, chegou outra mensagem, era o senhor Diego de novo, perguntando se podia nos cumprimentar e mandando uma foto do restaurante onde a gente tinha acabado de comer.

Achei entre engraçado e perturbador, já que ele tinha se dado ao trabalho de ir até lá, mas sabendo que ele era taxista, também não achamos estranho que conhecesse o lugar e soubesse como chegar. Nos olhamos e, só no olhar, falamos “por que não”. Respondemos a mensagem e demos a localização de novo, avisando que íamos nos mover até uma estação de metrô e que podíamos nos encontrar lá mesmo, um lugar público, por segurança.

O senhor Diego mandou a localização em tempo real, então não tivemos escolha a não ser esperar e, pelo menos, recompensar as boas intenções dele com uma conversa. Depois de alguns minutos, ele disse que já estava no local, que não tinha estacionamento e perguntou se a gente podia sair. Isso nos deixou meio inseguras, mas nos colocamos no lugar dele, sabendo que era verdade que não tinha onde estacionar por ali. Saímos da estação e olhamos ao redor, tinha várias pessoas e carros esperando do lado de fora. Vimos um carro preto atravessando a rua e pareceu que ele piscou os faróis para a gente. Caminhei na frente dela e atravessamos para o outro lado. Me aproximei com cuidado do carro e observei o motorista: um homem moreno, cabelo com alguns fios grisalhos, meio corpulento. Ele me olhou por um momento e perguntou.

😨 Karin?
K: senhor Diego?
😨 sou eu, prazer
K: oi, tudo bem?

Apertamos as mãos, enquanto a Yesica estava atrás de mim. Minha esposa, que sempre teve um jeito ousado, hoje estava parecendo uma menina inocente e medrosa. Incentivei ela a cumprimentá-lo, e ela fez isso, com um beijo na bochecha, claro. Ele perguntou se a gente queria que ele nos convidasse para um lugar perto, tomar um café ou o que a gente preferisse. se apetecesse, pelos transtornos causados, aceitamos o convite, subimos no carro dele e fomos a um barzinho da região.

Lá a conversa foi agradável, tocamos em assuntos comuns, falamos de trabalho, de família, contamos algumas piadas e rimos, como se fôssemos colegas de trabalho ou amigos, aos poucos nos sentimos à vontade com a presença dele e depois dos drinks prometidos, ele pagou a conta e saímos do lugar, ele se ofereceu para nos levar de volta ao mesmo ponto de encontro, aceitamos e, uma vez dentro do carro, a conversa continuou, sem perceber já estávamos no local indicado, mas continuávamos papeando como se não quiséssemos terminar, ao perceber a situação ele nos disse que, se quiséssemos, podíamos continuar a noite no apartamento dele que ficava bem perto, sem nenhum compromisso, novamente entre olhares cúmplices, aceitamos a proposta em uníssono.

Ele seguiu até o lugar, que realmente era bem perto, mas a área tinha mudado de clima, era um bairro comum, como onde a gente morava, gente nas ruas, mas que não se metia com ninguém, ele estacionou numa esquina e desceu do carro para comprar umas bebidas, eu o acompanhei, entramos como se fôssemos só um par de amigos atrás de uns tragos, o cara que atendia o cumprimentou como qualquer conhecido, era evidente que era um cliente frequente e vizinho do estabelecimento, a mim ele só olhou, deixando claro que não me conhecia, ele pagou as coisas e se despediu, saí com ele enquanto pude ver que o cara continuou me encarando, ele se inclinou para fora como pra ver o carro do vizinho e só sorriu, como se algo tivesse lhe dado graça.

Voltamos pro carro e ele seguiu até o meio da rua, num prédio de apartamentos, lá parou e abriu o portão, estacionou o carro no subsolo com os outros e nos convidou a entrar, subimos por umas escadas de concreto até chegar num corredor muito confuso, se a pessoa não fosse vizinha do prédio, sair seria uma aventura e tanto. Em O caminho até o apartamento dele, num pátio pequeno, a gente encontrou uma vizinha já meio velhinha com um menino que devia ser neto ou algo assim. Ela cumprimentou ele e perguntou se a gente era amigo dele, porque não nos reconhecia, e ainda por cima era meio de semana, um dia bem atípico pra encontro social. O senhor Diego respondeu pra ela não se preocupar, que a gente era amigo dele e tinha vindo com ele. A senhora se acalmou, deu as boas-vindas e falou "que se divirtam", se despediu dele e entrou no apartamento dela.

Naquele mesmo corredor, do lado esquerdo, ficava o apartamento do senhor Diego. Ele abriu a porta e convidou a gente pra entrar. Atrás da porta tinha uma salinha pequena, do lado direito uma cozinha pequena e um balcão que servia de mesa de jantar. De cada lado tinha uma porta que dava pra um quarto: do lado direito era o dele, e o outro era de um dos filhos que morava com ele. Dava pra ver que era apê de dois caras solteiros.

A gente sentou na salinha e continuou conversando, abriu as cervejas que a gente tinha comprado antes e foi bebendo aos poucos. Ele foi contando sobre a vida dele, os motivos do divórcio, a experiência de ser pai, o trampo e outras coisas mais. A real é que era bem interessante o que ele falava e o jeito dele se expressar, mas já tinha escurecido e a gente tava preocupado do filho dele voltar. Ia ser difícil explicar o que um casal jovem tava fazendo bebendo no apê dele sozinho com o pai. Ele comentou que era verdade, que o filho não demorava pra chegar, e se a gente quisesse, ele podia dar uma carona até nosso apê. Aceitei, e ele só pediu um momento pra ir no banheiro.

K: Como você tá, se sente bem?
Y: Tô, é só o álcool.
K: O que você achou da conversa?
Y: Muito boa, a real é que o Diego faz boa companhia.
K: É, também gostei dele. Foi paciente e não pressionou a gente pra nada. Acho que a gente podia conversar em casa e quem sabe, sair de novo. com ele
Y: sim, claro, pode ser
K: mas se ele não te cativou, claro que não
Y: não, bem, ele me agradou
K: então qual é o problema
Y: é que…
K: O que foi, algo te incomodou?
Y: Muito pelo contrário, não sei como dizer, cê acha que não rolei pra ele?
K: claro que sim, por que tá perguntando?
Y: não sei, é que só ficamos conversando e não rolou nada
K: Diego não quis nos desrespeitar, por isso foi só uma conversa e pronto, é tipo um primeiro encontro
Y: pelo que lemos, imaginei que ele ia direto ao ponto
K: o fato de ele não ter ido direto ao ponto na primeira vez já fala bem dele
Y: acho que cê tem razão
K: ou me diz, será que é você que quer algo mais?
Y: bom… pra ser sincera… o senhor Diego me deu tesão
K: então só faz ele saber

Nesse momento o senhor Diego voltou do banheiro.
😨 bom, galera, então já tão prontos?
K: sim, acho que sim
D: então vou acompanhar vocês, passem na frente

Eu só olhei pra Yes esperando se ela ia fazer ou falar alguma coisa, mas ela ficou paralisada e não disse uma palavra, enquanto a gente andava em direção à porta notei a decepção dela, a mina que sempre parecia tão ousada hoje tava envergonhada e a vergonha não deixava ela fazer nada, antes de eu abrir a porta falei.

K: com licença, senhor Diego
😨 sim, fala
K: a gente gostou muito de você como pessoa e passamos um tempão legal bebendo e conversando
😨 agradeço pelas palavras, se o que tão dizendo é verdade, eu agradeceria se a gente se visse de novo e conversasse de forma mais privada
K: sim, valeu, sobre isso…
😨 ok, entendi, fiquem tranquilos, foi sem compromisso, se eu não agradar pra outra coisa, pelo menos fica na amizade

Eu continuei esperando a Yes intervir, mas ela continuava sem palavras, no entanto, dava pra ver os nervos dela e ela me olhava como se não fizesse ideia do que fazer.
K: não é isso, senhor, na verdade, minha esposa tem algo pra te dizer

Deixei a última palavra pra ela, ela ficou vermelha, mas se agarrou ao silêncio, o senhor Diego observava ela, mas ela só virou o rosto. ao me ver, senti como se o olhar dele dissesse: "fala você".
K: minha esposa gostou da sua companhia, achou você um homem muito agradável e gostoso
Y: é verdade, querida Yes?

Olho pra ela e ela não sabia onde enfiar a cara.

K: sim, senhor, aliás, há pouco ela me disse que... que gostaria que a gente passasse pra algo mais
😨 quando vocês quiserem, minha casa é a casa de vocês
K: o senhor não tá me entendendo, minha esposa quer saber: o senhor topa ficar com ela hoje à noite?

Ela ainda mantinha o olhar em mim, incrédula com o que acabava de dizer pro senhor Diego. Ele pegou as mãos dela e perguntou

😨 é verdade o que seu marido tá dizendo? Você quer ficar comigo agora?

Com toda a vergonha e inocência do mundo, ela respondeu com a voz trêmula, cortada e quase inaudível

Y: sim

Aproximando o corpo do dela, ele perguntou de novo

😨 preciso que você seja clara: o que você quer fazer?
Y: quero passar a noite com o senhor
😨 me diz, Karin, você concorda com o que sua esposa tá pedindo?
Y: sim, concordo

Sem esperar mais nada, o senhor Diego pegou ela pela cintura e puxou pros lábios dele. Yes beijou ele na boca com aquele jeito de novata, os nervos estavam tomando conta, e isso agradava Diego, que desceu as mãos até o quadril dela e colou ela completamente nele. Yes só reagia se deixando levar e acelerando a respiração. Nessa posição, foram dando passos pra dentro até chegar no balcão que usava como mesa de jantar. Eu sentei numa daquelas cadeiras altas. Diego passou as mãos mais pra baixo, percorreu as pernas dela, levantou uma e apertou Yes contra ele com aquela perna pra cima, depois baixou de novo e agora colocava as mãos na bunda dela. Nada disso passava despercebido por ela: cada toque arrancava um gemido. Ela tava bêbada e excitada, a sensibilidade no limite, e dava pra perceber.

Pra mim, o momento parecia irreal. Tudo que a gente tinha fantasiado, o acordo que a gente tinha feito, o que parecia um jogo, agora tava se tornando realidade, e aquela realidade Isso superava de longe a ficção. A gente só tinha ido parar ali por acaso, num dia entediante sem esperar nada, e acabou se tornando o dia em que meu desejo mais perverso se realizaria: outro homem comendo minha esposa.

Eles continuavam se beijando e se explorando. O senhor Diego já tinha desabotoado a blusa da Yes, e ela já tinha levado as mãos pro pacote dele, acariciando por cima da calça. Agora era ele quem respirava mais ofegante. Ela afrouxou o cinto dele e começou a tirar a calça. Diego não esperou mais. Do jeito que tava, beijando ela de frente, pegou ela pelas pernas, levantou, caminhou até a porta do quarto e levou ela pra dentro.

Eu fiquei paralisado com a situação. Perdi eles de vista, mas também não tive coragem de procurar com o olhar. A porta tinha ficado entreaberta, e eu só conseguia ouvir o som dos beijos e as respirações misturadas.

De novo, me afundei nos meus pensamentos. Tinha desejado tanto que essa situação acontecesse, mas agora não sabia se ia aguentar. As experiências que eu tinha lido diziam que podia ser uma situação difícil pro marido. Às vezes, eles não aguentavam o ciúme e paravam as parceiras, ou até partiam pra agressão contra o terceiro. Talvez eu não estivesse preparado pra isso. O melhor era deixar eles sozinhos e não olhar, porque não queria que um surto de ciúme cortasse a experiência da Yes. Com essa ideia na cabeça, me resignei a ficar sentado ali na sala, com uma cerveja na mão, enquanto eles consumavam o ato dentro do quarto.

Tava nessa quando o som dos beijos virou sussurros. Eles trocavam alguma coisa, e eu não conseguia entender. Aos poucos, ouvi a roupa caindo e o silêncio tomou conta por um momento. Quando prestei mais atenção pra tentar ouvir algo, começou um "glub, glub" vindo do quarto. A curiosidade aumentou, fazendo eu deixar a dúvida de antes pra trás. Quase hipnotizado pelo som, me aproximei praticamente de... De cócoras, com todo cuidado pra não me ouvirem, como se tivesse medo que me vissem ali, abri a porta devagar e entrei no quarto bem de mansinho. Procurei por eles na escuridão do quarto, até que finalmente vi as duas silhuetas se desenharem na minha frente.

Yes estava de joelhos com a cabeça na altura da pélvis dele, Diego segurava o cabelo dela como se fosse um rabo de cavalo feito só com a mão dele, ele puxava devagar, mas com firmeza, pra perto dele, e ela engolia o pau dele como se fosse uma guloseima. Depois de um tempinho observando eles, Diego me percebeu.

😨 Vai ficar aí de pé? Melhor você pegar uma cadeira.

Como se fosse uma ordem, saí do quarto de novo e fui pegar a mesma cadeira onde tinha sentado antes. Entrei com ela e procurei um lugar pra colocar. Não tinha reparado até aquele momento, mas o quarto era pequeno. No meio do chão tinha um colchão king size, que deixava pouco espaço nas beiradas. Em volta, poucas coisas, algumas roupas jogadas e uma tela grande na frente, em cima de um móvel. Do lado da tela estavam eles dois. Coloquei a cadeira na altura da cabeceira, encostada na parede, no canto mais afastado deles, como pra não atrapalhar. Com as luzes apagadas, era difícil distinguir as silhuetas, mas a vista se acostuma com a escuridão e aos poucos consegui distinguir melhor. O senhor Diego já tinha tirado o pau da boca da minha esposa, agora brincava com ele dando tapinhas nos peitos dela. Ele a levantou e com uma mão pegou o rosto dela, enquanto fios de saliva escorriam da boca dela, ele a beijou.

Com aquele beijo safado, ele a levantou de novo e agora a jogou em cima do colchão. Não tinha certeza se ela me percebia ou se sabia que eu estava ali, já que o olhar dela estava fixo no senhor Diego. Ele se deitou sobre ela e começou a brincar de novo com o pau dele, passava na entrada dela uma vez e outra, devagar, mas esfregando com força. Ela estava louca de prazer, dava pra ver na cara dela a necessidade de ser Penetrada. Ela não aguentou mais o jogo, pegou na cabeça dele e, sussurrando no ouvido, falei: "Me penetra". Diego obedeceu, direcionou o pau pra buceta da minha esposa e meteu com facilidade. Tão molhada que tava, deixava o senhor Diego entrar e sair numa boa, ele manteve um ritmo constante, nem lento nem rápido, mas se certificando de fazer ela sentir todo o peso dele em cada estocada. Não demorou pro orgasmo da Yes chegar.

Enquanto eles pararam, outro som apareceu no quarto. Lá fora, dava pra ouvir vozes e barulho de pratos e colheres batendo. Eu não tinha reparado que a janela do quarto do Diego dava direto pro corredor por onde a gente tinha passado antes. As vozes ficaram mais claras, no outro apartamento estavam jantando. Alheios a isso, os agora amantes voltaram aos movimentos. Diego tinha pegado minha mulher pelos tornozelos e segurava as pernas dela bem levantadas. Assim, ele meteu de novo, indo mais fundo lá dentro. A cada estocada, ela soltava um gemido cada vez mais intenso. No começo, ela tentou manter a calma, mas com tanto prazer era impossível aguentar. Então, ela cedeu aos instintos e começou a gemer com força.

As vozes lá fora continuavam. Era a voz do menino e da senhora que a gente tinha encontrado antes. Eles falavam de coisas que não dava pra entender direito, mas as vozes eram reconhecíveis. O que queria dizer que, se a gente ouvia eles, com certeza eles também podiam ouvir a gente. Nessa posição, Diego deitou o peso dele em cima da Yes, aproximou o rosto do dela e sussurrou coisas no ouvido: "Você tá muito apertada", "Sabia disso?", "Seu marido te fala isso?". De repente, Diego virou pra mim e disse, sem nenhuma vergonha: "Valeu por trazer sua esposa". Yes soltou um gemido profundo ao ouvir isso. Eu senti um buraco no estômago com o comentário dele. Naquele momento, senti raiva, ódio, fúria. Agora eu entendia por que dizem que ciúme... podiam ser um problema, mesmo assim, só consegui falar “de nada”.

Ele parou e a recolocou, agora era hora de colocá-la de quatro, Yes se deixava levar sem nenhuma oposição, só estava interessada no prazer que a sua infidelidade estava proporcionando. Ele a colocou de frente pra mim, e apontou o pau dele pra buceta dela de novo, parou na entrada e disse pra Yes.

😨 vira pra olhar seu marido

Yes obedeceu e o olhar dela encontrou o meu, agora se dirigindo a mim, ele perguntou.

😨 você gosta do que vê?

Com a voz trêmula respondi

K: S s sim
😨 Diz pro seu marido o que você quer, Yes!
Y: quero que ele me meta!
😨 haha, me diz, eu meto na sua esposa?
K: sim, Diego, come ela, por favor

Tudo parecia um sonho, sem pensar muito, Diego sabia como fazer a gente falar o que ele queria, ele estava nos dirigindo, e movidos pelo tesão, caímos no jogo dele. Diego tinha penetrado ela de novo e depois das poucas palavras que ele disse, Yes ficou ainda mais sensível, já não eram só gemidos, agora dava pra ouvir gritos altos. Diego tava metendo com força e ela só conseguia gritar numa mistura de dor e prazer. Quando meus sentidos voltaram, percebi que os barulhos lá fora tinham parado, não parecia ter mais ninguém falando no outro apartamento, só se ouviam os gritos da minha esposa enquanto recebia o pau de Diego lá dentro e os bufos que ele dava a cada metida. Literalmente, ele tava comendo ela e dava pra ouvir no quarto inteiro e, com certeza, no apartamento dos vizinhos.

Diego continuou comendo Yes naquela posição, enquanto ficava falando como ela era gostosa, como era uma puta por dar pra outro na frente do marido, que tinha a idade das amigas do filho dele, que ele também queria comer, etc., tudo pra deixar ela ainda mais excitada, e olha que ele conseguiu. Foram minutos de gemidos intensos, até que Diego anunciou que ia gozar. Yes se jogou de costas na cama e Diego se Masturbo sobre a barriga dela até derramar o esperma branco dele, solto um baita bufão enquanto gozava, do mesmo jeito a Yes gemeu enquanto sentia o calor cair na pele dela. Por causa da escuridão, não tinha notado até aquele momento, mas o senhor Diego não tinha colocado camisinha e a Yes também não tinha pedido, mesmo assim ele gozou fora.

Ficaram um tempão deitados, recuperando o fôlego. Diego se levantou e falou pra mim:

K: Terminou? Vou tomar um banho, a casa é de vocês.

Era verdade. De nervoso, nem tinha pensado em me masturbar. Tava com uma ereção do caralho desde o começo, mas tava com medo de que, se eu gozasse antes deles terminarem, o ciúme poderia me trair. Então decidi segurar até voltar pra casa. No entanto, talvez pela experiência do Diego, ele tava nos deixando usar o quarto dele pra isso. Me aproximei da Yes, ela tava toda corada e com a temperatura lá em cima. Ela me olhou nos olhos e perguntou:

Y: O que achou, gostou do que viu?
K: Foi foda, love, super quente.
Y: Você também gozou?
K: Não, não gozei.
Y: Então vem.

Ela sentou no colchão, pegou meu pau e começou a me masturbar.

Y: Imaginou que ia ser assim?
K: Não, foi mais intenso do que imaginei.
Y: Sei, pra idade dele, o senhor Diego tem um bom preparo.
K: Ah é? Gostou do jeito que ele faz?
Y: Sim, desde o começo ele soube levar o ritmo, eu só me deixei levar.
K: Entendi. E usaram camisinha?
Y: Não, ele não tinha camisinha, não esperava que fosse rolar nada essa noite.
K: E mesmo assim você deixou?
Y: Já tava muito tesuda, não ia ficar na vontade. Mas se você tá preocupado, vou tomar a pílula.
K: Mas ele gozou fora ou não?
Y: Sim, ele tirou por conta própria.
K: Haha, você queria que ele gozasse dentro.
Y: Jeje, pois é, teria sido mais gostoso o gozo dele dentro.

Com esse último comentário, gozei pra caralho. Por incrível que pareça, essa foi uma das melhores punhetas da minha vida. Levantamos da cama e nos vestimos de novo. Diego já tinha terminado de tomar banho e disse que daqui a pouco nos levaria de volta pra casa. A gente falou pra ele não se incomodar e só nos deixar no mesmo ponto de encontro, e ele topou.

Saímos do apartamento dele, de mãos dadas e nos abraçando, feito um casal de recém-casados irradiando felicidade, até que ficamos nervosos quando vimos a vizinha de horas atrás subindo as escadas de novo. Dessa vez ela não falou nada com a gente, passou reto nos dando um olhar de desprezo ou nojo. O senhor Diego nos levou até o ponto combinado, trocamos um aperto de mão forte e ele se despediu da minha esposa com um beijo na bochecha. "Foi um prazer, espero ver vocês de novo", só essas palavras ficaram.

Já no caminho de volta, a gente foi se beijando, se acariciando, falando um com o outro de um jeito carinhoso, feito namorados novinhos. A experiência, longe de causar qualquer conflito no nosso relacionamento, parecia ter nos levado de volta ao tempo de namoro, com os nervos à flor da pele e as sensações todas intensas. Em casa, a gente revisou o que tinha acontecido, nos despimos de novo e brincamos com nossos corpos. Lambi e percorri cada parte do corpo dela, ainda impregnado com o suor do Diego. Conversamos sobre o que tinha passado pela cabeça da senhora.

Ela tinha ouvido sexo entre um homem e uma mulher, sabia que os barulhos vinham do apartamento do vizinho dela. Os bufos seriam de um homem mais velho, e não de um jovem como eu, deduzindo que não poderia ser de ninguém além do vizinho. Os gemidos eram de uma garota, e ela tinha visto uma garota entrar no apartamento com o vizinho, mas ela vinha acompanhada do marido. Não tinha mais mulheres. Os gemidos definitivamente seriam da garota, mas nunca se ouviu o marido, só os gemidos dos dois. Suponho que seja inimaginável pra ela o cenário, mas ela viu: um cara jovem trouxe a esposa na casa dos vinte anos pra casa do vizinho cinquentão, pra conviver e tomar uns drinks. Copas e as coisas iam rolar de um jeito que o vizinho coroa acabou comendo a mina. E, longe de ouvir qualquer briga entre o vizinho e o marido, vi o jovem casal sair feliz, com uma satisfação total na cara, acompanhados de novo pelo vizinho, numa boa, como se o que eu tinha escutado nem tivesse acontecido.

Toda essa conversa nos deu tanto tesão que a gente voltou a transar a noite inteira, assim, sem nem ter tomado banho, sentindo o cheiro do suor dela na minha mulher, o cheiro do sêmen dele na barriga dela, e enfiando meu pau no mesmo lugar onde o senhor Diego tinha estado horas antes, sentindo a lubrificação e o quanto ele tinha deixado ela aberta, além de saber que ele tinha transado sem camisinha, misturando os fluidos dele com os da minha esposa e agora com os meus. Essa primeira experiência abriu nosso casamento para novos prazeres, sendo testemunhas vivas de que, quando se separa o sexo e o amor num casamento, o casal pode viver uma sexualidade onde os dois curtem sem tabus nem remorsos, sendo só o começo de tantas experiências que a gente viveria depois.

0 comentários - Destinado a ser corno XIII "primeira experiência