Foi numa tarde, um dia em que nós dois trabalhamos só meio turno, saímos pro centro da cidade sem pressa, mas sem nenhum plano, chegamos num restaurante e pedimos comida, não tínhamos pressa nem lugar pra ir, era só pra ocupar o tempo que as leis trabalhistas nos davam de presente.
Fazia quase dois meses que a gente tinha falado sobre a ideia de rolar um encontro cuckold, usávamos as redes sociais como meio de contato, mas não tava dando muita sorte, um monte de mensagens e conversas com gente que só tava ali pra bisbilhotar o assunto, conhecer pessoas, mas no final, nunca concretizava nada. O jogo continuava só entre a gente, não é que a gente precisasse de sexo, porque entre nós sempre foi algo que rolava bem, mas a curiosidade que nós dois tínhamos fazia a gente insistir na busca, e foi assim que naquela tarde surgiu a oportunidade.
O nome dele era Diego, mandou uma mensagem dizendo "muito prazer, pessoal, meu nome é Diego, tenho 51 anos, vi o perfil de vocês e gostei muito, adoraria ter a chance de conversar com vocês". A gente respondeu a mensagem e perguntou sobre ele, ele contou que era divorciado, não tinha parceira naquele momento, tinha dois filhos já adultos, trabalhava numa empresa na área de tecnologia e nas horas vagas era motorista de aplicativo, a gente comentou um pouco sobre nosso relacionamento, que éramos recém-casados e ainda sem filhos.
A conversa tava indo muito bem, mas num ritmo normal, ele tinha saído do trabalho ao meio-dia pelos mesmos motivos e voltado pro apartamento dele pra tomar banho e passar a tarde no Uber, na verdade por um tempo ele não respondeu, quando voltou explicou que já tinha se arrumado e tava saindo, justo ia começar pelo centro da cidade, a gente não podia deixar passar essa coincidência, então mandamos uma mensagem de "te desejamos uma boa tarde" e um "quem sabe você não nos vê por aqui", junto com uma foto do lugar. A gente fez isso sem realmente não esperamos nada, os minutos passaram e, como imaginávamos, ela não respondeu. Pagamos a conta e fomos embora, andando pelas ruas do centro em direção ao metrô. De repente, chegou outra mensagem, era o senhor Diego de novo, perguntando se podia nos cumprimentar e mandando uma foto do restaurante onde a gente tinha acabado de comer.
Achei entre engraçado e perturbador, já que ele tinha se dado ao trabalho de ir até lá. Mas, sabendo que ele era taxista, também não achamos estranho que conhecesse o lugar e soubesse como chegar. Nos olhamos e, com o olhar, dissemos "por que não". Respondemos a mensagem e demos a localização de novo, avisando que íamos nos mover para uma estação de metrô e que podíamos nos encontrar lá — lugar público, por segurança.
O senhor Diego mandou a localização em tempo real, então não tivemos escolha a não ser esperar e, pelo menos, recompensar as boas intenções dele com uma conversa. Depois de alguns minutos, ele disse que já estava no local, que não tinha estacionamento e perguntou se a gente podia sair. Isso nos deixou meio inseguras, mas nos colocamos no lugar dele, sabendo que era verdade que não tinha onde estacionar por ali. Saímos da estação e olhamos ao redor. Tinha várias pessoas e carros esperando do lado de fora. Vimos um carro preto atravessando a rua e pareceu que ele piscou os faróis para a gente. Caminhei na frente dele e atravessamos para o outro lado. Me aproximei com cuidado do carro e observei o motorista: um homem moreno, cabelo com alguns fios grisalhos, meio corpulento. Ele me olhou por um momento e perguntou.
😨 Karin?
K: senhor Diego?
😨 sou eu, prazer
K: oi, tudo bem?
Apertamos as mãos, enquanto a Yesica estava atrás de mim. Minha esposa, que sempre teve um jeito atrevido, hoje estava parecendo uma menina inocente e medrosa. Incentivei ela a cumprimentá-lo, e ela fez isso, com um beijo na bochecha, claro. Ele perguntou se a gente queria ir a um lugar perto, que ele podia nos convidar pra tomar um café ou o que a gente quisesse. se desse vontade, pelos incômodos que tivemos, aceitamos o convite, subimos no carro dele e fomos a um barzinho da região.
Lá a conversa foi agradável, tocamos em assuntos comuns, falamos de trabalho, de família, contamos algumas piadas e rimos, como se fôssemos colegas de trabalho ou amigos, aos poucos fomos ficando à vontade com a presença dele e depois dos drinks prometidos, ele pagou a conta e saímos do lugar. Ele se ofereceu pra nos levar de volta ao mesmo ponto de encontro, topamos e, uma vez dentro do carro, a conversa continuou. Sem perceber, já estávamos no local indicado, mas continuávamos papeando como se não quiséssemos parar. Percebendo a situação, ele disse que, se quiséssemos, podíamos continuar a noite no apartamento dele, que ficava bem perto, sem nenhum compromisso. De novo, com olhares cúmplices, aceitamos a proposta em uníssono.
Ele seguiu até o lugar, que realmente era bem perto, mas a área tinha mudado de clima, era um bairro comum, igual ao onde a gente morava, gente na rua, mas que não se metia com ninguém. Ele estacionou numa esquina e desceu do carro pra comprar umas bebidas, eu acompanhei. Entramos como se fôssemos só um par de amigos atrás de uns drinques. O cara que atendia cumprimentou ele como qualquer conhecido, era óbvio que era cliente frequente e vizinho do estabelecimento. Em mim, ele só olhou, deixando claro que não me conhecia. Ele pagou as coisas e se despediu. Saí com ele e pude ver que o cara continuou me encarando, ele se inclinou pra fora como se fosse ver o carro do vizinho e só sorriu, como se algo tivesse achado graça.
Voltamos pro carro e ele seguiu até o meio da rua, num prédio de apartamentos. Parou ali, abriu o portão, estacionou o carro no subsolo com os outros e nos convidou pra entrar. Subimos umas escadas de concreto até chegar num corredor bem confuso. Se a pessoa não fosse vizinha do prédio, sair dali seria uma aventura e tanto. O caminho até o apartamento dele, num pátio pequeno, a gente encontrou uma vizinha já de idade, acompanhada de um menino que devia ser neto ou algo assim. Ela cumprimentou ele e perguntou se a gente era amigo dele, porque não nos reconhecia, além de ser meio de semana, um dia bem atípico pra encontros sociais. O senhor Diego respondeu pra ela não se preocupar, que a gente era amigo dele e tinha vindo com ele. A senhora se acalmou, deu as boas-vindas e falou "que se divirtam", se despediu dele e entrou no apartamento dela.
Naquele mesmo corredor, do lado esquerdo, ficava o apartamento do senhor Diego. Ele abriu a porta e convidou a gente pra entrar. Atrás da porta tinha uma salinha pequena, do lado direito uma cozinha pequena e um balcão que servia de mesa de jantar. De cada lado, uma porta dava pra um quarto: do lado direito era o dele, e o outro era de um dos filhos que morava com ele. Dava pra ver que era o apê de um par de homens solteiros.
A gente sentou na salinha e continuou conversando, abriu as cervejas que tinha comprado antes e, aos poucos, elas foram acabando. Ele foi contando sobre a vida dele, os motivos do divórcio, a experiência de ser pai, o emprego e outras coisas mais. A real é que era bem interessante pelo que ele falava e pelo jeito dele se expressar, mas já tinha anoitecido e a gente tava preocupado com o filho dele voltar. Ia ser difícil explicar o que um casal jovem tava fazendo bebendo no apê dele sozinhos com o pai. Ele comentou que era verdade, que o filho não demoraria pra voltar, e que se a gente quisesse, ele podia nos levar até nosso apê. Aceitei, e ele só pediu um momento pra ir ao banheiro.
K: Como você tá? Se sente bem?
Y: Tô, é só o álcool.
K: O que você achou da conversa?
Y: Muito boa, a real é que o Diego faz boa companhia.
K: É, também gostei dele. Foi paciente e não pressionou a gente pra nada. Acho que a gente podia conversar em casa e, quem sabe, sair de novo. com ele
Y: sim, claro, pode ser
K: mas se ele não te cativou, claro que não
Y: não, bom, ele me agradou
K: então qual é o problema
Y: é que…
K: O que foi, algo te incomodou?
Y: Muito pelo contrário, não sei como dizer, cê acha que não rolei pra ele?
K: claro que sim, por que tá perguntando?
Y: não sei, é que só ficamos conversando e não rolou nada
K: Diego não quis nos desrespeitar, por isso foi só um papo e pronto, é tipo um primeiro encontro
Y: pelo que a gente leu, imaginava que ele ia direto ao ponto
K: o fato de ele não ter ido direto ao ponto de primeira já fala bem dele
Y: acho que cê tem razão
K: ou me diz, será que é você que quer algo mais?
Y: bom… a verdade… é que eu gostei do senhor Diego
K: então só faz ele saber
Naquele momento o senhor Diego voltou do banheiro.
😨 bom, galera, então já tão prontos?
K: sim, acho que sim
D: pois então vou acompanhar vocês, passem na frente
Eu só olhei pra Yes esperando se ela ia fazer ou dizer algo, mas ela ficou paralisada e não falou nada, conforme a gente andava pra porta notei a decepção dela, a mina que sempre parecia tão ousada hoje tava envergonhada e a vergonha não deixava ela fazer nada, antes de eu abrir a porta falei.
K: desculpa, senhor Diego
😨 sim, fala
K: a gente gostou muito de você como pessoa e passamos um tempão legal bebendo e conversando
😨 agradeço pelas palavras, se o que tão dizendo é verdade, agradeceria se a gente se visse de novo e conversasse de forma mais privada
K: sim, obrigada, sobre isso…
😨 ok, entendi, não se preocupem, foi sem compromisso, se não sou do agrado de vocês pra outra coisa, pelo menos fica na amizade
Eu continuei esperando a Yes intervir, mas ela continuava sem palavras, no entanto, dava pra ver os nervos dela e ela me olhava como se não fizesse ideia do que fazer.
K: não é isso, senhor, na verdade, minha esposa tem algo a dizer pro senhor
Deixei a última palavra pra ela, ela ficou vermelha, mas se agarrou ao silêncio, o senhor Diego olhava pra ela, mas ela só virou o rosto ao me ver, senti como se o olhar dele dissesse: "fala você".
K: minha esposa gostou da sua companhia, achou você um homem muito agradável e gostoso
Y: é verdade, querida Yes?
Olho pra ela e ela não sabia onde enfiar a cara.
K: sim, senhor, aliás, há pouco ela me disse que... que gostaria que a gente fosse além
😨 quando vocês quiserem, minha casa é a casa de vocês
K: o senhor não tá me entendendo, minha esposa quer saber: se o senhor topa ficar com ela hoje à noite?
Ela ainda mantinha o olhar em mim, incrédula com o que acabava de dizer ao senhor Diego. Ele pegou as mãos dela e perguntou:
😨 é verdade o que seu marido tá dizendo? Você quer ficar comigo agora?
Com toda a vergonha e inocência do mundo, ela respondeu com a voz trêmula, cortada e quase inaudível:
Y: sim
Aproximando o corpo dele do dela, ele perguntou de novo:
😨 preciso que você seja clara: o que você quer fazer?
Y: quero passar a noite com o senhor
😨 me diz, Karin, você concorda com o que sua esposa tá pedindo?
Y: sim, concordo
Sem esperar mais nada, o senhor Diego pegou ela pela cintura e a puxou pros lábios dele. Yes beijou ele na boca com aquele jeito desajeitado de novata, os nervos estavam tomando conta. Isso agradou Diego, que desceu as mãos até o quadril dela e a colou totalmente nele. Yes só reagia se deixando levar e acelerando a respiração. Nessa posição, deram uns passos pra dentro até chegar no balcão que ela usava como mesa de jantar. Eu sentei numa daquelas cadeiras altas. Diego passou as mãos mais pra baixo, percorreu as pernas dela, levantou uma e apertou Yes contra ele com aquela perna pra cima. Depois baixou de novo e colocou as mãos na bunda dela. Nada disso passava despercebido pra ela: cada toque arrancava um gemido. Ela tava bêbada e excitada, a sensibilidade no limite, e dava pra perceber.
Pra mim, o momento parecia irreal. Tudo que a gente tinha fantasiado, o acordo que a gente fez, o que parecia um jogo, agora tava se tornando realidade — e aquela realidade... superava de longe a ficção, só tínhamos chegado ali por acaso, num dia entediante sem esperar nada, e tinha se tornado o dia em que meu desejo mais perverso se realizaria: outro homem foder minha esposa.
Eles continuavam se beijando e se explorando, o senhor Diego já tinha desabotoado a blusa da Yes, ela já tinha descido as mãos até o pacote do senhor Diego, acariciando ele por cima da calça, e agora era ele quem respirava mais rápido. Ela afrouxou o cinto dele e tentou tirar a calça, Diego não esperou mais, do jeito que a tinha, beijando ela de frente, pegou ela pelas pernas e a levantou, caminhou até a porta do quarto e a levou pra dentro. Eu fiquei paralisado com a situação, perdi eles de vista, mas também não me animava a procurá-los com o olhar, a porta tinha ficado entreaberta, só dava pra ouvir o som dos beijos e das respirações misturadas.
De novo me afundei nos meus pensamentos, tinha desejado muito que essa situação acontecesse, mas agora não sabia se ia aguentar. As experiências que eu tinha lido diziam que podia ser uma situação difícil pro marido, às vezes eles não aguentavam o ciúme e paravam as parceiras ou até agrediam o terceiro. Talvez eu não estivesse preparado pra isso, o melhor seria deixar eles sozinhos e não olhar, porque não queria que um ataque de ciúme cortasse a experiência da Yes. Com essa ideia na cabeça, me resignei a ficar sentado ali na sala de jantar, com uma cerveja na mão, enquanto eles consumavam o ato dentro do quarto. Tava nessa quando o som de beijos virou sussurros, eles estavam falando alguma coisa e eu não conseguia entender. Aos poucos, ouvi a roupa caindo e fez-se silêncio por um momento. Quando prestei mais atenção pra tentar ouvir algo, no quarto começou a soar um "glub, glub". A curiosidade se intensificou, fazendo eu deixar a dúvida de antes pra trás, quase hipnotizado pelo som, me aproximei praticamente de De cócoras, com todo cuidado pra não me ouvirem, como se tivesse medo que me vissem ali, abri a porta devagar e entrei no quarto bem quieto, procurei eles na escuridão do quarto, até que finalmente vi as duas silhuetas se desenharem na minha frente.
Yes tava de joelhos com a cabeça na altura da pélvis dele, Diego segurava o cabelo dela feito um rabo de cavalo só com a mão, ele puxava devagar, mas com firmeza, pra perto dele, ela engolia o pau dele como se fosse uma guloseima. Depois de um tempinho observando eles, Diego me percebeu.
😨 Vai ficar aí de pé? Melhor pegar uma cadeira
Como se fosse uma ordem, saí do quarto de novo e fui pegar a mesma cadeira onde tinha sentado antes, entrei com ela e procurei um lugar pra colocar. Não tinha notado até agora, mas o quarto era pequeno, no meio do chão tinha um colchão King size, que deixava pouco espaço nas bordas, ao redor poucas coisas, umas roupas jogadas e uma tela grande na frente em cima de um móvel, do lado da tela estavam eles dois. Coloquei a cadeira na altura da cabeceira, encostada na parede, no canto mais longe deles, pra não atrapalhar. Com as luzes apagadas, era difícil distinguir as silhuetas, mas a vista se acostuma com a escuridão e aos poucos consegui ver melhor. O senhor Diego já tinha tirado o pau da boca da minha esposa, agora brincava com ele batendo nas tetas dela, levantou ela e com uma mão pegou o rosto dela, enquanto saíam fios de saliva da boca dela, ele beijou ela.
Com aquele beijo safado, levantou ela de novo e agora jogou ela em cima do colchão, não tinha certeza se ela me percebia ou se sabia que eu tava ali, já que o olhar dela tava fixo no senhor Diego. Ele se deitou sobre ela e começou a brincar de novo com o pau dele, passava na entrada dela uma vez e outra, devagar, mas esfregando com força, ela tava louca de prazer, dava pra ver na cara dela a necessidade de ser Penetrada. Ela não aguentou mais o jogo, pegou ele pela cabeça e, sussurrando no ouvido dele, falei: "Me penetra". Diego obedeceu, apontou o pau pra buceta da minha esposa e meteu com facilidade. Tão molhada que tava, deixava o senhor Diego entrar e sair sem esforço, ele manteve um ritmo constante, nem lento nem rápido, mas garantindo que ela sentisse todo o peso dele em cada estocada. Não demorou pro orgasmo da Yes chegar.
Enquanto eles pararam, outro som apareceu no quarto. Lá fora, dava pra ouvir vozes e barulho de pratos e colheres batendo. Eu não tinha reparado que a janela do quarto do Diego dava direto pro corredor por onde a gente tinha passado antes. As vozes ficaram mais claras, no outro apartamento estavam jantando. Alheios a isso, os agora amantes voltaram a se mexer. Diego tinha pegado minha mulher pelos tornozelos e levantado as pernas dela completamente, assim meteu de novo, indo mais fundo. A cada estocada, ela soltava um gemido mais intenso. No começo, ela tentou se controlar, mas com tanto prazer era impossível aguentar, então ela se entregou aos instintos e começou a gemer alto.
As vozes lá fora continuavam. Era a voz do menino e da senhora que a gente tinha encontrado antes. Eles falavam de coisas que não dava pra entender direito, mas as vozes eram claras. O que significava que, se a gente ouvia eles, com certeza eles também podiam ouvir a gente. Nessa posição, Diego deitou o peso dele em cima da Yes, aproximou o rosto do dela e sussurrou coisas no ouvido: "Você é bem apertada", "Sabia disso?", "Seu marido te fala isso?". De repente, Diego virou pra mim e disse, sem nenhuma vergonha: "Valeu por trazer sua esposa". Yes soltou um gemido profundo ao ouvir isso. Eu senti um vazio no estômago com o comentário dele. Naquele momento, senti raiva, ódio, indignação. Agora eu entendia por que dizem que ciúme... podiam ser um problema, mesmo assim, só consegui dizer "de nada".
Ele parou e a recolocou, agora era hora de colocá-la de quatro, e Yes se deixava levar sem nenhuma oposição, só estava interessada no prazer que a infidelidade dela estava proporcionando. Ele a colocou de frente pra mim, e apontou o pau dele pra buceta dela de novo, parou na entrada e disse pra Yes.
😨 vira e olha pro seu marido
Yes obedeceu e o olhar dela encontrou o meu, agora se dirigindo a mim, ele perguntou.
😨 você gosta do que vê?
Com a voz trêmula, respondi
K: S s sim
😨 Diz pro seu marido o que você quer, Yes!
Y: quero que ele me meta!
😨 haha, me diz, eu meto na sua esposa?
K: sim, Diego, come ela, por favor
Tudo parecia um sonho, sem pensar muito, Diego sabia como fazer a gente falar o que ele queria, ele estava nos dirigindo, e movidos pelo tesão, caímos no jogo dele. Diego tinha penetrado ela de novo e, depois das poucas palavras que ele nos disse, Yes se mostrava ainda mais sensível, já não eram só gemidos, agora se ouviam gritos altos. Diego tava metendo forte nela e ela só conseguia gritar entre uma mistura de dor e prazer. Quando meus sentidos voltaram, percebi que os barulhos lá fora tinham parado, já não parecia ter ninguém falando no outro apartamento, só se ouviam os gritos da minha esposa enquanto recebia o pau do Diego lá dentro e os bufos que ele dava a cada estocada, literalmente ele tava comendo ela e dava pra ouvir no quarto inteiro e, com certeza, no apartamento dos vizinhos.
Diego continuou comendo a Yes naquela posição, enquanto ficava falando como ela era gostosa, como era uma puta por dar pra outro na frente do marido, que tinha a idade das amigas do filho dele, que ele também queria comer, etc., tudo isso pra deixar ela ainda mais excitada, e olha que ele conseguiu. Foram minutos de gemidos intensos, até que Diego anunciou que ia gozar. Yes se jogou de costas na cama e Diego se Masturbo sobre a barriga dela até derramar meu esperma branco, solto um tremendo bufido enquanto gozava, do mesmo jeito a Yes gemeu sentindo o calor cair na pele dela. Por causa da escuridão, não tinha notado até aquele momento, mas o senhor Diego não tinha colocado camisinha e a Yes também não tinha pedido, mesmo assim ele gozou fora.
Ficaram um tempão deitados, recuperando o fôlego. Diego levantou e falou pra mim:
K: Terminou? Vou tomar um banho, fiquem à vontade na casa de vocês.
Era verdade, de nervoso nem tinha pensado em me masturbar. Tava com uma ereção considerável desde o começo, mas tava com medo de que, se eu gozasse antes deles terminarem, o ciúme poderia me trair. Então decidi segurar até voltar pra casa. No entanto, talvez pela experiência do Diego, ele tava nos deixando usar o quarto dele pra isso. Me aproximei da Yes, ela tava toda corada e no pico da temperatura. Ela me olhou nos olhos e perguntou:
Y: O que achou, gostou do que viu?
K: Foi foda, love, super quente.
Y: Também gozou?
K: Não, não gozei.
Y: Então vem.
Ela sentou no colchão, pegou meu pau e começou a me masturbar.
Y: Imaginou que ia ser assim?
K: Não, foi mais intenso do que imaginei.
Y: Sei, pra idade dele o senhor Diego tem um bom preparo.
K: Ah é? Gostou do jeito que ele faz?
Y: Sim, desde o começo ele soube levar o ritmo, eu só me deixei levar.
K: Entendi. E usaram camisinha?
Y: Não, ele não trouxe camisinha, não esperava que fosse rolar nada essa noite.
K: E mesmo assim deixou?
Y: Já tava muito quente, não ia ficar na vontade. Mas se você tá preocupado, vou tomar a pílula.
K: Mas ele gozou fora ou não?
Y: Sim, ele tirou por conta própria.
K: Haha, você queria que ele gozasse dentro.
Y: Hehe, pois é, teria sido mais gostoso o gozo dele dentro.
Com esse último comentário, gozei pra caralho. Por incrível que pareça, essa foi uma das melhores punhetas da minha vida. Levantamos da cama e nos vestimos de novo. Diego já tinha terminado de tomar banho e disse que daqui a pouco nos levaria de volta pra casa. A gente falou pra ele não se incomodar e só nos deixar no mesmo ponto de encontro, e ele topou.
Saímos do apartamento dele, de mãos dadas e nos abraçando como um casal recém-casado, irradiando felicidade, até que ficamos nervosos quando vimos a vizinha de horas atrás subindo as escadas de novo. Dessa vez ela não falou nada com a gente, passou reto nos dando um olhar de desprezo ou nojo. O senhor Diego nos levou até o ponto combinado, trocamos um aperto de mão forte e ele se despediu da minha esposa dando um beijo na bochecha dela. "Foi um prazer, espero ver vocês de novo", só essas palavras ficaram.
Já no caminho de volta, a gente foi se beijando, se acariciando, falando um com o outro de um jeito carinhoso como se fosse namorados novinhos. A experiência, longe de causar um conflito no nosso relacionamento, parecia ter nos trazido de volta ao tempo de namoro, com os nervos e as sensações à flor da pele. Em casa, a gente revisou o que aconteceu, nos despimos de novo e brincamos com nossos corpos. Lambi e percorri cada parte do corpo dela, ainda impregnado com o suor do Diego, e conversamos sobre o que tinha passado pela cabeça da senhora.
Ela tinha ouvido sexo entre um homem e uma mulher, sabia que os barulhos vinham do apartamento do vizinho dela. Os bufos seriam de um homem mais velho e não de um jovem como eu, deduzindo que não poderia ser de ninguém além do vizinho. Os gemidos eram de uma garota, e ela tinha visto uma garota entrar no apartamento com o vizinho, mas ela vinha acompanhada do marido. Não tinha mais mulheres. Os gemidos definitivamente seriam da garota, mas nunca se ouviu o marido, só os gemidos dos dois. Suponho que seja inimaginável pra ela o cenário, mas ela viu: um cara jovem trouxe a esposa na casa dos vinte anos pra casa do vizinho cinquentão pra conviver e beber umas. Copas e as coisas iam rolar de um jeito que o vizinho coroa acabou comendo a mina. E, longe de ouvir qualquer briga entre o vizinho e o marido, ele viu o jovem casal sair feliz, com uma satisfação total na cara, acompanhados de novo pelo vizinho, na maior tranquilidade, como se o que ele ouviu nunca tivesse acontecido.
Toda aquela conversa nos deu um tesão tão grande que a gente voltou a transar a noite inteira, assim, sem nem ter tomado banho, sentindo o cheiro do suor dela na minha mulher, o cheiro do sêmen dele na barriga dela, e enfiando meu pau no mesmo lugar onde o senhor Diego tinha estado horas antes, sentindo a lubrificação e o quanto ele tinha deixado ela aberta, além de ter na cabeça que ele tinha transado sem camisinha, misturando os fluidos dele com os da minha esposa e agora com os meus. Essa primeira experiência abriu nosso casamento pra novos prazeres, sendo testemunhas vivas de que quando o sexo e o amor se separam num casamento, o casal pode viver uma sexualidade onde os dois curtem sem tabus nem remorsos, sendo só o começo de tantas experiências que a gente viveria depois.
Fazia quase dois meses que a gente tinha falado sobre a ideia de rolar um encontro cuckold, usávamos as redes sociais como meio de contato, mas não tava dando muita sorte, um monte de mensagens e conversas com gente que só tava ali pra bisbilhotar o assunto, conhecer pessoas, mas no final, nunca concretizava nada. O jogo continuava só entre a gente, não é que a gente precisasse de sexo, porque entre nós sempre foi algo que rolava bem, mas a curiosidade que nós dois tínhamos fazia a gente insistir na busca, e foi assim que naquela tarde surgiu a oportunidade.
O nome dele era Diego, mandou uma mensagem dizendo "muito prazer, pessoal, meu nome é Diego, tenho 51 anos, vi o perfil de vocês e gostei muito, adoraria ter a chance de conversar com vocês". A gente respondeu a mensagem e perguntou sobre ele, ele contou que era divorciado, não tinha parceira naquele momento, tinha dois filhos já adultos, trabalhava numa empresa na área de tecnologia e nas horas vagas era motorista de aplicativo, a gente comentou um pouco sobre nosso relacionamento, que éramos recém-casados e ainda sem filhos.
A conversa tava indo muito bem, mas num ritmo normal, ele tinha saído do trabalho ao meio-dia pelos mesmos motivos e voltado pro apartamento dele pra tomar banho e passar a tarde no Uber, na verdade por um tempo ele não respondeu, quando voltou explicou que já tinha se arrumado e tava saindo, justo ia começar pelo centro da cidade, a gente não podia deixar passar essa coincidência, então mandamos uma mensagem de "te desejamos uma boa tarde" e um "quem sabe você não nos vê por aqui", junto com uma foto do lugar. A gente fez isso sem realmente não esperamos nada, os minutos passaram e, como imaginávamos, ela não respondeu. Pagamos a conta e fomos embora, andando pelas ruas do centro em direção ao metrô. De repente, chegou outra mensagem, era o senhor Diego de novo, perguntando se podia nos cumprimentar e mandando uma foto do restaurante onde a gente tinha acabado de comer.
Achei entre engraçado e perturbador, já que ele tinha se dado ao trabalho de ir até lá. Mas, sabendo que ele era taxista, também não achamos estranho que conhecesse o lugar e soubesse como chegar. Nos olhamos e, com o olhar, dissemos "por que não". Respondemos a mensagem e demos a localização de novo, avisando que íamos nos mover para uma estação de metrô e que podíamos nos encontrar lá — lugar público, por segurança.
O senhor Diego mandou a localização em tempo real, então não tivemos escolha a não ser esperar e, pelo menos, recompensar as boas intenções dele com uma conversa. Depois de alguns minutos, ele disse que já estava no local, que não tinha estacionamento e perguntou se a gente podia sair. Isso nos deixou meio inseguras, mas nos colocamos no lugar dele, sabendo que era verdade que não tinha onde estacionar por ali. Saímos da estação e olhamos ao redor. Tinha várias pessoas e carros esperando do lado de fora. Vimos um carro preto atravessando a rua e pareceu que ele piscou os faróis para a gente. Caminhei na frente dele e atravessamos para o outro lado. Me aproximei com cuidado do carro e observei o motorista: um homem moreno, cabelo com alguns fios grisalhos, meio corpulento. Ele me olhou por um momento e perguntou.
😨 Karin?
K: senhor Diego?
😨 sou eu, prazer
K: oi, tudo bem?
Apertamos as mãos, enquanto a Yesica estava atrás de mim. Minha esposa, que sempre teve um jeito atrevido, hoje estava parecendo uma menina inocente e medrosa. Incentivei ela a cumprimentá-lo, e ela fez isso, com um beijo na bochecha, claro. Ele perguntou se a gente queria ir a um lugar perto, que ele podia nos convidar pra tomar um café ou o que a gente quisesse. se desse vontade, pelos incômodos que tivemos, aceitamos o convite, subimos no carro dele e fomos a um barzinho da região.
Lá a conversa foi agradável, tocamos em assuntos comuns, falamos de trabalho, de família, contamos algumas piadas e rimos, como se fôssemos colegas de trabalho ou amigos, aos poucos fomos ficando à vontade com a presença dele e depois dos drinks prometidos, ele pagou a conta e saímos do lugar. Ele se ofereceu pra nos levar de volta ao mesmo ponto de encontro, topamos e, uma vez dentro do carro, a conversa continuou. Sem perceber, já estávamos no local indicado, mas continuávamos papeando como se não quiséssemos parar. Percebendo a situação, ele disse que, se quiséssemos, podíamos continuar a noite no apartamento dele, que ficava bem perto, sem nenhum compromisso. De novo, com olhares cúmplices, aceitamos a proposta em uníssono.
Ele seguiu até o lugar, que realmente era bem perto, mas a área tinha mudado de clima, era um bairro comum, igual ao onde a gente morava, gente na rua, mas que não se metia com ninguém. Ele estacionou numa esquina e desceu do carro pra comprar umas bebidas, eu acompanhei. Entramos como se fôssemos só um par de amigos atrás de uns drinques. O cara que atendia cumprimentou ele como qualquer conhecido, era óbvio que era cliente frequente e vizinho do estabelecimento. Em mim, ele só olhou, deixando claro que não me conhecia. Ele pagou as coisas e se despediu. Saí com ele e pude ver que o cara continuou me encarando, ele se inclinou pra fora como se fosse ver o carro do vizinho e só sorriu, como se algo tivesse achado graça.
Voltamos pro carro e ele seguiu até o meio da rua, num prédio de apartamentos. Parou ali, abriu o portão, estacionou o carro no subsolo com os outros e nos convidou pra entrar. Subimos umas escadas de concreto até chegar num corredor bem confuso. Se a pessoa não fosse vizinha do prédio, sair dali seria uma aventura e tanto. O caminho até o apartamento dele, num pátio pequeno, a gente encontrou uma vizinha já de idade, acompanhada de um menino que devia ser neto ou algo assim. Ela cumprimentou ele e perguntou se a gente era amigo dele, porque não nos reconhecia, além de ser meio de semana, um dia bem atípico pra encontros sociais. O senhor Diego respondeu pra ela não se preocupar, que a gente era amigo dele e tinha vindo com ele. A senhora se acalmou, deu as boas-vindas e falou "que se divirtam", se despediu dele e entrou no apartamento dela.
Naquele mesmo corredor, do lado esquerdo, ficava o apartamento do senhor Diego. Ele abriu a porta e convidou a gente pra entrar. Atrás da porta tinha uma salinha pequena, do lado direito uma cozinha pequena e um balcão que servia de mesa de jantar. De cada lado, uma porta dava pra um quarto: do lado direito era o dele, e o outro era de um dos filhos que morava com ele. Dava pra ver que era o apê de um par de homens solteiros.
A gente sentou na salinha e continuou conversando, abriu as cervejas que tinha comprado antes e, aos poucos, elas foram acabando. Ele foi contando sobre a vida dele, os motivos do divórcio, a experiência de ser pai, o emprego e outras coisas mais. A real é que era bem interessante pelo que ele falava e pelo jeito dele se expressar, mas já tinha anoitecido e a gente tava preocupado com o filho dele voltar. Ia ser difícil explicar o que um casal jovem tava fazendo bebendo no apê dele sozinhos com o pai. Ele comentou que era verdade, que o filho não demoraria pra voltar, e que se a gente quisesse, ele podia nos levar até nosso apê. Aceitei, e ele só pediu um momento pra ir ao banheiro.
K: Como você tá? Se sente bem?
Y: Tô, é só o álcool.
K: O que você achou da conversa?
Y: Muito boa, a real é que o Diego faz boa companhia.
K: É, também gostei dele. Foi paciente e não pressionou a gente pra nada. Acho que a gente podia conversar em casa e, quem sabe, sair de novo. com ele
Y: sim, claro, pode ser
K: mas se ele não te cativou, claro que não
Y: não, bom, ele me agradou
K: então qual é o problema
Y: é que…
K: O que foi, algo te incomodou?
Y: Muito pelo contrário, não sei como dizer, cê acha que não rolei pra ele?
K: claro que sim, por que tá perguntando?
Y: não sei, é que só ficamos conversando e não rolou nada
K: Diego não quis nos desrespeitar, por isso foi só um papo e pronto, é tipo um primeiro encontro
Y: pelo que a gente leu, imaginava que ele ia direto ao ponto
K: o fato de ele não ter ido direto ao ponto de primeira já fala bem dele
Y: acho que cê tem razão
K: ou me diz, será que é você que quer algo mais?
Y: bom… a verdade… é que eu gostei do senhor Diego
K: então só faz ele saber
Naquele momento o senhor Diego voltou do banheiro.
😨 bom, galera, então já tão prontos?
K: sim, acho que sim
D: pois então vou acompanhar vocês, passem na frente
Eu só olhei pra Yes esperando se ela ia fazer ou dizer algo, mas ela ficou paralisada e não falou nada, conforme a gente andava pra porta notei a decepção dela, a mina que sempre parecia tão ousada hoje tava envergonhada e a vergonha não deixava ela fazer nada, antes de eu abrir a porta falei.
K: desculpa, senhor Diego
😨 sim, fala
K: a gente gostou muito de você como pessoa e passamos um tempão legal bebendo e conversando
😨 agradeço pelas palavras, se o que tão dizendo é verdade, agradeceria se a gente se visse de novo e conversasse de forma mais privada
K: sim, obrigada, sobre isso…
😨 ok, entendi, não se preocupem, foi sem compromisso, se não sou do agrado de vocês pra outra coisa, pelo menos fica na amizade
Eu continuei esperando a Yes intervir, mas ela continuava sem palavras, no entanto, dava pra ver os nervos dela e ela me olhava como se não fizesse ideia do que fazer.
K: não é isso, senhor, na verdade, minha esposa tem algo a dizer pro senhor
Deixei a última palavra pra ela, ela ficou vermelha, mas se agarrou ao silêncio, o senhor Diego olhava pra ela, mas ela só virou o rosto ao me ver, senti como se o olhar dele dissesse: "fala você".
K: minha esposa gostou da sua companhia, achou você um homem muito agradável e gostoso
Y: é verdade, querida Yes?
Olho pra ela e ela não sabia onde enfiar a cara.
K: sim, senhor, aliás, há pouco ela me disse que... que gostaria que a gente fosse além
😨 quando vocês quiserem, minha casa é a casa de vocês
K: o senhor não tá me entendendo, minha esposa quer saber: se o senhor topa ficar com ela hoje à noite?
Ela ainda mantinha o olhar em mim, incrédula com o que acabava de dizer ao senhor Diego. Ele pegou as mãos dela e perguntou:
😨 é verdade o que seu marido tá dizendo? Você quer ficar comigo agora?
Com toda a vergonha e inocência do mundo, ela respondeu com a voz trêmula, cortada e quase inaudível:
Y: sim
Aproximando o corpo dele do dela, ele perguntou de novo:
😨 preciso que você seja clara: o que você quer fazer?
Y: quero passar a noite com o senhor
😨 me diz, Karin, você concorda com o que sua esposa tá pedindo?
Y: sim, concordo
Sem esperar mais nada, o senhor Diego pegou ela pela cintura e a puxou pros lábios dele. Yes beijou ele na boca com aquele jeito desajeitado de novata, os nervos estavam tomando conta. Isso agradou Diego, que desceu as mãos até o quadril dela e a colou totalmente nele. Yes só reagia se deixando levar e acelerando a respiração. Nessa posição, deram uns passos pra dentro até chegar no balcão que ela usava como mesa de jantar. Eu sentei numa daquelas cadeiras altas. Diego passou as mãos mais pra baixo, percorreu as pernas dela, levantou uma e apertou Yes contra ele com aquela perna pra cima. Depois baixou de novo e colocou as mãos na bunda dela. Nada disso passava despercebido pra ela: cada toque arrancava um gemido. Ela tava bêbada e excitada, a sensibilidade no limite, e dava pra perceber.
Pra mim, o momento parecia irreal. Tudo que a gente tinha fantasiado, o acordo que a gente fez, o que parecia um jogo, agora tava se tornando realidade — e aquela realidade... superava de longe a ficção, só tínhamos chegado ali por acaso, num dia entediante sem esperar nada, e tinha se tornado o dia em que meu desejo mais perverso se realizaria: outro homem foder minha esposa.
Eles continuavam se beijando e se explorando, o senhor Diego já tinha desabotoado a blusa da Yes, ela já tinha descido as mãos até o pacote do senhor Diego, acariciando ele por cima da calça, e agora era ele quem respirava mais rápido. Ela afrouxou o cinto dele e tentou tirar a calça, Diego não esperou mais, do jeito que a tinha, beijando ela de frente, pegou ela pelas pernas e a levantou, caminhou até a porta do quarto e a levou pra dentro. Eu fiquei paralisado com a situação, perdi eles de vista, mas também não me animava a procurá-los com o olhar, a porta tinha ficado entreaberta, só dava pra ouvir o som dos beijos e das respirações misturadas.
De novo me afundei nos meus pensamentos, tinha desejado muito que essa situação acontecesse, mas agora não sabia se ia aguentar. As experiências que eu tinha lido diziam que podia ser uma situação difícil pro marido, às vezes eles não aguentavam o ciúme e paravam as parceiras ou até agrediam o terceiro. Talvez eu não estivesse preparado pra isso, o melhor seria deixar eles sozinhos e não olhar, porque não queria que um ataque de ciúme cortasse a experiência da Yes. Com essa ideia na cabeça, me resignei a ficar sentado ali na sala de jantar, com uma cerveja na mão, enquanto eles consumavam o ato dentro do quarto. Tava nessa quando o som de beijos virou sussurros, eles estavam falando alguma coisa e eu não conseguia entender. Aos poucos, ouvi a roupa caindo e fez-se silêncio por um momento. Quando prestei mais atenção pra tentar ouvir algo, no quarto começou a soar um "glub, glub". A curiosidade se intensificou, fazendo eu deixar a dúvida de antes pra trás, quase hipnotizado pelo som, me aproximei praticamente de De cócoras, com todo cuidado pra não me ouvirem, como se tivesse medo que me vissem ali, abri a porta devagar e entrei no quarto bem quieto, procurei eles na escuridão do quarto, até que finalmente vi as duas silhuetas se desenharem na minha frente.
Yes tava de joelhos com a cabeça na altura da pélvis dele, Diego segurava o cabelo dela feito um rabo de cavalo só com a mão, ele puxava devagar, mas com firmeza, pra perto dele, ela engolia o pau dele como se fosse uma guloseima. Depois de um tempinho observando eles, Diego me percebeu.
😨 Vai ficar aí de pé? Melhor pegar uma cadeira
Como se fosse uma ordem, saí do quarto de novo e fui pegar a mesma cadeira onde tinha sentado antes, entrei com ela e procurei um lugar pra colocar. Não tinha notado até agora, mas o quarto era pequeno, no meio do chão tinha um colchão King size, que deixava pouco espaço nas bordas, ao redor poucas coisas, umas roupas jogadas e uma tela grande na frente em cima de um móvel, do lado da tela estavam eles dois. Coloquei a cadeira na altura da cabeceira, encostada na parede, no canto mais longe deles, pra não atrapalhar. Com as luzes apagadas, era difícil distinguir as silhuetas, mas a vista se acostuma com a escuridão e aos poucos consegui ver melhor. O senhor Diego já tinha tirado o pau da boca da minha esposa, agora brincava com ele batendo nas tetas dela, levantou ela e com uma mão pegou o rosto dela, enquanto saíam fios de saliva da boca dela, ele beijou ela.
Com aquele beijo safado, levantou ela de novo e agora jogou ela em cima do colchão, não tinha certeza se ela me percebia ou se sabia que eu tava ali, já que o olhar dela tava fixo no senhor Diego. Ele se deitou sobre ela e começou a brincar de novo com o pau dele, passava na entrada dela uma vez e outra, devagar, mas esfregando com força, ela tava louca de prazer, dava pra ver na cara dela a necessidade de ser Penetrada. Ela não aguentou mais o jogo, pegou ele pela cabeça e, sussurrando no ouvido dele, falei: "Me penetra". Diego obedeceu, apontou o pau pra buceta da minha esposa e meteu com facilidade. Tão molhada que tava, deixava o senhor Diego entrar e sair sem esforço, ele manteve um ritmo constante, nem lento nem rápido, mas garantindo que ela sentisse todo o peso dele em cada estocada. Não demorou pro orgasmo da Yes chegar.
Enquanto eles pararam, outro som apareceu no quarto. Lá fora, dava pra ouvir vozes e barulho de pratos e colheres batendo. Eu não tinha reparado que a janela do quarto do Diego dava direto pro corredor por onde a gente tinha passado antes. As vozes ficaram mais claras, no outro apartamento estavam jantando. Alheios a isso, os agora amantes voltaram a se mexer. Diego tinha pegado minha mulher pelos tornozelos e levantado as pernas dela completamente, assim meteu de novo, indo mais fundo. A cada estocada, ela soltava um gemido mais intenso. No começo, ela tentou se controlar, mas com tanto prazer era impossível aguentar, então ela se entregou aos instintos e começou a gemer alto.
As vozes lá fora continuavam. Era a voz do menino e da senhora que a gente tinha encontrado antes. Eles falavam de coisas que não dava pra entender direito, mas as vozes eram claras. O que significava que, se a gente ouvia eles, com certeza eles também podiam ouvir a gente. Nessa posição, Diego deitou o peso dele em cima da Yes, aproximou o rosto do dela e sussurrou coisas no ouvido: "Você é bem apertada", "Sabia disso?", "Seu marido te fala isso?". De repente, Diego virou pra mim e disse, sem nenhuma vergonha: "Valeu por trazer sua esposa". Yes soltou um gemido profundo ao ouvir isso. Eu senti um vazio no estômago com o comentário dele. Naquele momento, senti raiva, ódio, indignação. Agora eu entendia por que dizem que ciúme... podiam ser um problema, mesmo assim, só consegui dizer "de nada".
Ele parou e a recolocou, agora era hora de colocá-la de quatro, e Yes se deixava levar sem nenhuma oposição, só estava interessada no prazer que a infidelidade dela estava proporcionando. Ele a colocou de frente pra mim, e apontou o pau dele pra buceta dela de novo, parou na entrada e disse pra Yes.
😨 vira e olha pro seu marido
Yes obedeceu e o olhar dela encontrou o meu, agora se dirigindo a mim, ele perguntou.
😨 você gosta do que vê?
Com a voz trêmula, respondi
K: S s sim
😨 Diz pro seu marido o que você quer, Yes!
Y: quero que ele me meta!
😨 haha, me diz, eu meto na sua esposa?
K: sim, Diego, come ela, por favor
Tudo parecia um sonho, sem pensar muito, Diego sabia como fazer a gente falar o que ele queria, ele estava nos dirigindo, e movidos pelo tesão, caímos no jogo dele. Diego tinha penetrado ela de novo e, depois das poucas palavras que ele nos disse, Yes se mostrava ainda mais sensível, já não eram só gemidos, agora se ouviam gritos altos. Diego tava metendo forte nela e ela só conseguia gritar entre uma mistura de dor e prazer. Quando meus sentidos voltaram, percebi que os barulhos lá fora tinham parado, já não parecia ter ninguém falando no outro apartamento, só se ouviam os gritos da minha esposa enquanto recebia o pau do Diego lá dentro e os bufos que ele dava a cada estocada, literalmente ele tava comendo ela e dava pra ouvir no quarto inteiro e, com certeza, no apartamento dos vizinhos.
Diego continuou comendo a Yes naquela posição, enquanto ficava falando como ela era gostosa, como era uma puta por dar pra outro na frente do marido, que tinha a idade das amigas do filho dele, que ele também queria comer, etc., tudo isso pra deixar ela ainda mais excitada, e olha que ele conseguiu. Foram minutos de gemidos intensos, até que Diego anunciou que ia gozar. Yes se jogou de costas na cama e Diego se Masturbo sobre a barriga dela até derramar meu esperma branco, solto um tremendo bufido enquanto gozava, do mesmo jeito a Yes gemeu sentindo o calor cair na pele dela. Por causa da escuridão, não tinha notado até aquele momento, mas o senhor Diego não tinha colocado camisinha e a Yes também não tinha pedido, mesmo assim ele gozou fora.
Ficaram um tempão deitados, recuperando o fôlego. Diego levantou e falou pra mim:
K: Terminou? Vou tomar um banho, fiquem à vontade na casa de vocês.
Era verdade, de nervoso nem tinha pensado em me masturbar. Tava com uma ereção considerável desde o começo, mas tava com medo de que, se eu gozasse antes deles terminarem, o ciúme poderia me trair. Então decidi segurar até voltar pra casa. No entanto, talvez pela experiência do Diego, ele tava nos deixando usar o quarto dele pra isso. Me aproximei da Yes, ela tava toda corada e no pico da temperatura. Ela me olhou nos olhos e perguntou:
Y: O que achou, gostou do que viu?
K: Foi foda, love, super quente.
Y: Também gozou?
K: Não, não gozei.
Y: Então vem.
Ela sentou no colchão, pegou meu pau e começou a me masturbar.
Y: Imaginou que ia ser assim?
K: Não, foi mais intenso do que imaginei.
Y: Sei, pra idade dele o senhor Diego tem um bom preparo.
K: Ah é? Gostou do jeito que ele faz?
Y: Sim, desde o começo ele soube levar o ritmo, eu só me deixei levar.
K: Entendi. E usaram camisinha?
Y: Não, ele não trouxe camisinha, não esperava que fosse rolar nada essa noite.
K: E mesmo assim deixou?
Y: Já tava muito quente, não ia ficar na vontade. Mas se você tá preocupado, vou tomar a pílula.
K: Mas ele gozou fora ou não?
Y: Sim, ele tirou por conta própria.
K: Haha, você queria que ele gozasse dentro.
Y: Hehe, pois é, teria sido mais gostoso o gozo dele dentro.
Com esse último comentário, gozei pra caralho. Por incrível que pareça, essa foi uma das melhores punhetas da minha vida. Levantamos da cama e nos vestimos de novo. Diego já tinha terminado de tomar banho e disse que daqui a pouco nos levaria de volta pra casa. A gente falou pra ele não se incomodar e só nos deixar no mesmo ponto de encontro, e ele topou.
Saímos do apartamento dele, de mãos dadas e nos abraçando como um casal recém-casado, irradiando felicidade, até que ficamos nervosos quando vimos a vizinha de horas atrás subindo as escadas de novo. Dessa vez ela não falou nada com a gente, passou reto nos dando um olhar de desprezo ou nojo. O senhor Diego nos levou até o ponto combinado, trocamos um aperto de mão forte e ele se despediu da minha esposa dando um beijo na bochecha dela. "Foi um prazer, espero ver vocês de novo", só essas palavras ficaram.
Já no caminho de volta, a gente foi se beijando, se acariciando, falando um com o outro de um jeito carinhoso como se fosse namorados novinhos. A experiência, longe de causar um conflito no nosso relacionamento, parecia ter nos trazido de volta ao tempo de namoro, com os nervos e as sensações à flor da pele. Em casa, a gente revisou o que aconteceu, nos despimos de novo e brincamos com nossos corpos. Lambi e percorri cada parte do corpo dela, ainda impregnado com o suor do Diego, e conversamos sobre o que tinha passado pela cabeça da senhora.
Ela tinha ouvido sexo entre um homem e uma mulher, sabia que os barulhos vinham do apartamento do vizinho dela. Os bufos seriam de um homem mais velho e não de um jovem como eu, deduzindo que não poderia ser de ninguém além do vizinho. Os gemidos eram de uma garota, e ela tinha visto uma garota entrar no apartamento com o vizinho, mas ela vinha acompanhada do marido. Não tinha mais mulheres. Os gemidos definitivamente seriam da garota, mas nunca se ouviu o marido, só os gemidos dos dois. Suponho que seja inimaginável pra ela o cenário, mas ela viu: um cara jovem trouxe a esposa na casa dos vinte anos pra casa do vizinho cinquentão pra conviver e beber umas. Copas e as coisas iam rolar de um jeito que o vizinho coroa acabou comendo a mina. E, longe de ouvir qualquer briga entre o vizinho e o marido, ele viu o jovem casal sair feliz, com uma satisfação total na cara, acompanhados de novo pelo vizinho, na maior tranquilidade, como se o que ele ouviu nunca tivesse acontecido.
Toda aquela conversa nos deu um tesão tão grande que a gente voltou a transar a noite inteira, assim, sem nem ter tomado banho, sentindo o cheiro do suor dela na minha mulher, o cheiro do sêmen dele na barriga dela, e enfiando meu pau no mesmo lugar onde o senhor Diego tinha estado horas antes, sentindo a lubrificação e o quanto ele tinha deixado ela aberta, além de ter na cabeça que ele tinha transado sem camisinha, misturando os fluidos dele com os da minha esposa e agora com os meus. Essa primeira experiência abriu nosso casamento pra novos prazeres, sendo testemunhas vivas de que quando o sexo e o amor se separam num casamento, o casal pode viver uma sexualidade onde os dois curtem sem tabus nem remorsos, sendo só o começo de tantas experiências que a gente viveria depois.
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