A Madrastra ~ Parte 1

152/1📑La Madrastra ~ Parte 1Matias tinha aprendido a viver só com o pai desde que se entendia por gente. A casa era amplia, silenciosa, com aquela calma particular que só homens habitam quando não há uma mulher por perto para impor ordem, perfume ou ternura. Ele tinha 21 anos, estudava arquitetura, malhava de manhã e, apesar de ter seus encontros com garotas, seu coração permanecia blindado. Seu pai, Oscar, um homem ainda atraente aos 45, estava viúvo há quase uma década. Por isso, naquela tarde, quando ele disse ao filho: "Mati, quero trazer minha nova namorada pra casa, você vai ter uma madrastra", ele mal arqueou uma sobrancelha e respondeu com maturidade: "Claro, pai. Você tem direito de refazer sua vida."

Mas Matias não estava preparado para o que viria.

Valeria apareceu três dias depois. Ela não entrou, deslizou. Vestia um vestido branco de linho que colava como uma segunda pele. Tinha o cabelo castanho escuro, longo, solto, e um corpo daqueles que você não espera encontrar na parceira do seu pai: curvas largas, pernas firmes, cintura fina e uns peitos grandes, sensuais, que ameaçavam estourar o decote. Matias sentiu o impacto como um soco no estômago.

"Oi, você deve ser o Mati...", disse ela com um sorriso tão úmido quanto seus lábios.

"Sim... sim, muito prazer...", respondeu ele, um pouco perturbado.

Desde aquele primeiro instante, Valeria se tornou uma presença inquietante. Andava descalça pela casa com shorts minúsculos, se inclinava demais ao buscar algo na geladeira, e se espreguiçava no sofá deixando ver a calcinha fio-dental que sumia entre suas nádegas. Às vezes, quando Matias tomava banho, ela passava pelo corredor e parava alguns segundos a mais na frente da porta, como se estivesse ouvindo algo... ou imaginando algo.

E Matias a imaginava também. À noite, fechava os olhos e se deixava levar pela fantasia de tê-la por cima, cavalgando nele, com aqueles peitos balançando, as unhas dela no seu peito, e a voz ofegante no seu ouvido.

A tensão foi crescendo como uma corda Tensão entre dois corpos famintos. Uma tarde quente, Matías chegou cedo em casa. Seu pai não estava. Valéria saía do banho envolta apenas em uma toalha.
— Opa, não sabia que você já estava... — disse ela, sem pressa de se cobrir por completo.
Matías engoliu em seco. Seu olhar foi direto para o decote úmido, onde a toalha deixava ver uma curva perigosa.
— Sem problema — respondeu, tentando não parecer nervoso.
Ela se aproximou. Muito perto.
— Te atrapalho? — sussurrou, olhando-o com aqueles olhos cor de mel.
— Não... — disse ele.
Valéria sorriu. Levantou a mão e ajeitou uma mecha de cabelo molhado dele. A ponta dos dedos roçou a bochecha do jovem com ternura.
— Você é muito gato... como seu pai, mas mais jovem... mais intenso — murmurou, baixando um pouco a voz —. Nunca se perguntou como é provar algo proibido?
Matías a encarou, a respiração ofegante, o coração martelando no peito.
— Você tá brincando...? — perguntou, embora já soubesse a resposta.
Ela deslizou a toalha um pouco mais para baixo, deixando ver um mamilo rosado, duro, que se insinuava desafiador.
— Quer me provar também, Matías?
O silêncio ficou denso. A toalha caiu no chão como uma promessa quebrada.
Matías não respondeu com palavras. Pegou-a pela cintura e a empurrou contra a parede. Sua boca afundou-se em seus lábios, quente, com fome. Ela o recebeu com um gemido contido, enrolando as pernas em torno de sua cintura. Sua buceta já estava encharcada, procurando seu pau por dentro da cueca. A urgência, a luxúria, a raiva contida, tudo explodiu ao mesmo tempo.
Ele a levantou, levou-a até seu quarto e a jogou sobre a cama. Valéria arqueou-se como uma gata no cio, oferecendo-se por inteira.
— Quero sentir como você me toma, como me usa... vai, Matías — sussurrou com a voz macia.
Seus lábios percorreram seus seios grandes, saboreando cada centímetro, enquanto seus dedos desciam até sua buceta quente e escorregadia que se abria para ele. Penetrou-a devagar primeiro, afundando seu pau em sua buceta, como quem descobre um tesouro proibido, e depois com força, com fúria, com desejo selvagem.vadiaOs gemidos dela encheram o quarto. —Assim... isso, assim! —ela gritou, arranhando as costas dele. Quando Matías gozou dentro dela, sentiu o mundo se desfazer em milhões de fragmentos. Ela o abraçou, ofegante. —Agora sim, bebê... agora somos cúmplices. E naquele momento, Matías soube que nada mais seria igual. O quarto ainda cheirava a sexo. Os lençóis estavam úmidos de suor e desejo. Matías deitava de costas, ofegante, com o peito agitado e os olhos perdidos no teto. Valeria, ainda nua, o observava da ponta da cama com um sorriso malandro e satisfeito. Ela se levantou sem pudor, caminhou até a beirada e, completamente nua, plantou-se diante dele. Seus peitos grandes, ainda vibrando com os ecos do orgasmo, erguiam-se firmes. Sua barriga lisa, suas coxas grossas e aquela buceta brilhante pelos restos do próprio desejo o hipnotizaram. —Gostou de me comer? —perguntou ela com voz rouca, divertida, mordendo o lábio inferior. Matías não soube o que responder. Estava embasbacado com a imagem daquela mulher que há poucos minutos era "a namorada do papai", e agora se tornara sua fantasia mais selvagem. Mas seu corpo respondeu por ele. Ela baixou o olhar... e lá estava: seu pau, já semiduro, começava a se erguer de novo, lento, desafiador, como se quisesse repetir o pecado. —Olha só... —disse ela com uma risada suave—. Já está pronto outra vez. Ajoelhou-se sobre a cama e, sem dizer mais nada, pegou seu pau com as duas mãos. Acariciou-o devagar, como quem conhece o poder que tem entre os dedos. Depois se inclinou... e o beijou. Matías soltou um gemido entre os dentes. A língua de Valeria era morna, úmida, e deslizava por toda a extensão de sua carne, descendo até a base e subindo de novo até a cabeça, onde o lambia como se saboreasse um sorvete proibido. —Adoro seu pau, como ele fica duro por mim... —sussurrou, antes de enfiá-lo inteiro na boca. Matías apertou os punhos contra os lençóis. Ela o chupava com uma uma técnica que não era desse mundo: profunda, lenta, com uma língua brincalhona e um olhar que não se desgrudava do dele. Cada vez que ela o tirava, deixava-o brilhante e latejante, pronto para se perder de novo na sua garganta. —Quero que me encha outra vez —ela disse, subindo em cima dele. Acomodou-se sobre seus quadris e guiou seu pau para dentro de sua buceta, com uma facilidade que o enlouqueceu. Recebeu-o com um gemido longo e profundo, enquanto suas unhas cravavam no peito de Matías. —Deus... como eu gosto desse pedaço de pau jovem —ela ofegou, começando a se mover sobre ele. Valéria cavalgava com um ritmo lento no início, marcando cada investida, apertando com seu interior como se quisesse espremê-lo. Seus peitos balançavam a cada movimento, seus olhos semicerrados, sua boca entreaberta. Matías a segurou pela cintura e começou a empurrar de baixo, fundo, forte. —Isso, assim... assim! —ela gritava sem vergonha—. Me dá mais, baby... me faz toda sua... Os corpos se chocavam com força, o som do sexo enchia o quarto. Valéria se inclinou sobre ele, apoiando as mãos em seu peito, se movendo com desespero. —Você vai me fazer gozar de novo... não para, não para... Ele a virou de repente, ficando por cima. Segurou suas coxas e a penetrou com força, como se precisasse dela dentro da sua alma. Ela gemía, gritava, o arranhava com fúria enquanto seu corpo tremia por completo. Quando ele gozou dentro dela pela segunda vez, foi com um rugido animal, sentindo-a se apertar ao seu redor, tremendo, completamente entregue. Ficaram abraçados, suados, exaustos. Ela o beijou no pescoço, sorrindo. —Isso só está começando, Matías... —sussurrou—. Você e eu temos muito a explorar. E no corredor, a porta da frente se abriu. A voz de Oscar ecoou da sala: —Olá! Tem alguém em casa? Valéria sorriu. —Shhh... —ela disse a Matías, colocando o dedo nos lábios—. Vamos guardar o segredo... por enquanto.peitoesO calor não vinha só do verão. A casa estava impregnada de uma eletricidade especial, um aroma de sexo contido, de luxúria mal disfarçada. Desde aquele primeiro toque de corpos, Valéria e Matias já não conseguiam esconder a fome com que se olhavam. Cada roçar, cada troca de olhares, era uma promessa silenciosa. E Oscar, sem desconfiar de nada, tinha começado a passar mais tempo fora: negócios, reuniões, viagens relâmpago. Naquela manhã, antes de sair, ele disse:

— Não volto até a noite, gente. Fiquem tranquilos.

Valéria mal sorriu. Matias, sentado no sofá, apenas murmurou um “valeu, pai”. Mas os dois sabiam o que aquela frase significava: liberdade total.

Matias entrou no chuveiro depois de treinar. Fechou a porta, deixou a água quente cair sobre suas costas. O vapor subia, denso, enquanto ele ensaboava o peito. Fechou os olhos por um segundo...

E então ouviu a porta se abrir.

Ele se virou. Valéria estava entrando sem pressa, nua, com o cabelo solto, os mamilos duros pela mudança de temperatura e um sorriso carregado de perversão.

— Vim te ajudar, bebê... — sussurrou, entrando com ele debaixo do jato d’água.

Antes que ele pudesse dizer algo, ela se ajoelhou na sua frente. A água escorria pelas costas dela, pelos seios firmes, e sua boca se abriu para devorar seu pau sem aviso.

Matias apoiou uma mão na parede, ofegante.

— Deus... Valéria...

Ela o chupava com desespero. Sugava com força, enfiando até a garganta, soltando com um beijo molhado, para depois engolir tudo de novo. O som da água misturado ao da língua dela, aos lábios sugando, era um afrodisíaco selvagem.

— Quero te sentir mais fundo — ela disse, levantando-se. — Vem... me leva pro quarto.

Ele a ergueu como se não pesasse nada. Molhados, encharcados, ele a levou até o quarto. Jogou-a na cama e ela abriu as pernas sem pudor, recebendo-o com o corpo ardendo.

Ela montou nele de costas, a bunda molhada batendo contra seu abdômen. Se Ele enfiou seu pau na buceta e começou a cavalgar com força, rebotando a cada enfiada, ofegante como uma gostosa no cio.
—Isso! Assim, mais forte! —ela gritou, perdendo o controle.
Mas Matías estava descontrolado. Agarrou seus quadris e interrompeu seus movimentos. Inclinou-se até seu ouvido.
—Eu quero te foder pelo cu.
Valéria ficou em silêncio por um segundo. Sua respiração cortou. Então sorriu, de lado, e olhando por cima do ombro disse:
—Tem certeza que consegue aguentar, bebê?
Ele não respondeu. Cuspiu na mão, lubrificou-se rapidamente, e ela se posicionou de quatro. Levantou a bunda e a abriu para ele, expondo aquele buraquinho escuro, apertado, tentador.
—Devagar no começo... —murmurou.loucaMatías apoiou a ponta no seu cú e começou a empurrar, sentindo seu corpo se abrindo lentamente para recebê-lo. Ela suspirou, ficou tensa, mas não parou.
—Isso... mete aí... mais... mais...
Quando ele estava todo dentro, ele ficou parado por um segundo. O corpo dela tremia de prazer. Era tão apertado, tão quente, tão sujo... tão viciante.
Ele começou a se mover com força, puxando seu cabelo, agarrando seus peitos, ofegando como um animal. Ela gritava de prazer, apertando os punhos contra os lençóis.
—Deus, você está me rasgando...! Não para! Me dá tudo!
O som dos corpos deles batendo enchia a casa. Matías a comia com raiva, com desejo, com uma fúria que o dominava.
E quando ele gozou, foi tão fundo, tão intenso, que os dois ficaram tremendo. Ela caiu de lado, exausta, o corpo ainda tremendo de prazer. Ele se deitou atrás, abraçando-a.
Valéria sorriu, ainda ofegante, com uma voz rouca:
—Agora sim... você está completamente dentro de mim, Matías... em todos os sentidos.
E no corredor, o relógio marcava apenas onze da manhã.
Eles tinham o dia todo.milfMatías não conseguia dormir. Seu corpo estava agitado, a mente cheia de imagens dela: Valeria no banheiro naquela manhã, descendo de joelhos para devorá-lo com a boca; depois, cavalgando ele com os brilhantes de desejo, montando no seu pau até fazê-lo tremer. Era um vício. Quanto mais ele a tinha, mais precisava dela. Mas desde que Óscar voltou para casa naquela noite, Valeria havia desaparecido. Não se cruzaram, não houve mensagens, nem um único gesto. Apenas ausência. E isso o corroía por dentro. Mal passava das dez, Matías saiu do seu quarto. Caminhou pelo corredor em silêncio, de shorts e sem camiseta, guiado pela intuição… ou pelo ciúme. A porta do quarto do seu pai estava entreaberta. Ele parou. O som era inconfundível: gemidos suaves, femininos, molhados. Ela. Abriu a porta só o suficiente para olhar sem ser visto. E lá estava ela. Valeria, nua, sentada sobre seu pai, movendo-se com um ritmo lento e profundo. O suor brilhava em sua pele. Seu cabelo desarrumado caía sobre as costas. Os peitos grandes balançavam a cada sentada, e seu rosto estava completamente entregue ao prazer. — Senti tanto sua falta, Pai, do seu pau… — sussurrou, com um gemido rouco —. Você não sabe o quanto.Relatos eroticosEle a segurava pelos quadris e acompanhava de baixo, metendo devagar.
—Mmm… eu também, sua putinha linda —respondeu ele, acariciando as coxas dela—. Você tá mais quente que nunca.

Ela riu com um gemido suave e continuou cavalgando, mais rápido, mais fundo.
—Eu senti sua falta. Seu jeito de foder… de me fazer sua.

Matias sentiu algo no peito se apertar até doer. Uma mistura de raiva, ciúmes e desilusão apertou seu estômago.
Quantas vezes ela tinha dito a mesma coisa pra ele, com aquela voz ofegante?

Ele se afastou da porta em silêncio, sem aguentar mais. Voltou pro quarto com o rosto tenso, a mandíbula cerrada, o coração batendo feito um tambor descontrolado.

Sentou na cama, com o corpo ainda excitado, mas agora cheio de fúria.
Valéria estava deixando ele louco.
Ela o excitava. O usava. E agora esfregava na cara dele sem dizer uma palavra.

O que ele era pra ela?
Um segredo? Um passatempo? Um erro?

O desejo não vinha mais sozinho. Agora vinha acompanhado de algo mais sombrio. Mais perigoso.

E enquanto ela gemia no quarto ao lado, Matias sabia que não ia ficar parado.
Isso não terminava ali.madrastra


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