Olá, é a continuação da história dos irmãos de porra. Meu nome é César e vou contar como minha mulher, Gina, se envolveu de novo com meu primo, mas dessa vez eu não sabia até muito tempo depois, quando veio à tona.
Depois que eu e Raúl voltamos a nos falar, eu e Gina começamos a relembrar a trepada daquela vez na festa. Eu pedia: "Me fala o que ele fez com você", mas ela dizia que não lembrava. Perguntava se ela tinha gostado da pica dele, mas ela falava que não lembrava, que nem sentiu que era grande. E, bom, ao relembrar, a gente ficava de putaria e fantasiava.
E depois de alguns anos, uns dois ou três depois daquela trepada na festa, minha esposa brigou comigo e foi morar com os pais dela. Depois eu larguei a loja e comecei a vender comida, e acabei indo morar na casa dos meus sogros. E aí a gente ficava fantasiando com meu primo e também com um amigo próximo. Naquela época, minha esposa achava que eu tava traindo ela, mas não era nada disso. E isso acabou levando ela a fazer umas coisas que eu só descobriria depois. Comecei a notar ela mais distante, chegava mais tarde do trabalho, sempre irritada, e eu também desconfiava dela.
E aí meu primo começou a me procurar mais. Ia na casa dos meus sogros me chamar pra sair, levar coisas do trabalho dele pra outra cidade, sair pra beber ou até me pedir pra acompanhar ele lavar o carro. E eu não achava estranho, porque a gente já saía assim antes. E, claro, eu e Gina começamos a fantasiar com ele de novo. Eu percebia que ela ficava mais excitada cada vez. Ela me perguntava: "Você acha que ele topa fazer comigo?" E eu dizia que sim, que quando a gente conversava, ele ficava de pau duro. Comecei a contar uma mentira pro meu primo: falei que tinha uma amiga casada que queria fazer um ménage, e perguntei se ele topava. E, claro, ele dizia: "Então traz ela". E a gente conversava sobre a tal mulher. E pra minha esposa eu contava tudo que eu e ele conversávamos — claro que ela era a tal amiga. E ela ficava toda molhada, a gente trepava gostoso pra caralho. Um dia, meu primo foi me buscar cedo, e eu tava quase batendo uma punheta com uma calcinha da Gina, depois de ter deixado ela no trabalho. E aí chegou meu primo, vamos levar o material, né. Ele falou: "vamos", e eu não consegui segurar a vontade. A gente tava conversando sobre a amiga e, quando chegamos na cidade onde a gente entregava a mercadoria, vimos numa banca de lingerie um collant rosa de lycra. Falei: "olha, véi, pra colocar naquela velha", e com aqueles leggings pretos — eram uns leggings esportivos brilhantes, bem sexys. Ele disse: "é, não fode". E eu falei: "pra trazer ela aqui atrás sentada, e com esse calorão, a buceta dela ia estar bem molhada e suada, né, pra gente vir dedando ela, e depois um senta atrás com ela enquanto o outro dirige, e depois o outro". E de tanto imaginar, a gente tava com o pau bem duro, os dois. Ele me mostrava, como sempre: "olha, não fode, como eu tô, de tanto falar dela". Me falava: "traz ela, fala que a gente vai buscar ela, véi. Olha como eu tô, e assim vou descer pra ver o cliente, não fode". Marcava tudo, até onde começa a costura da calça, do meio até a borda, e onde acabava tinha uma mancha de umidade do tanto que ele tava molhado. Eu tava igual, meu pau bem molhado, mas eu não ficava exibindo. E a gente continuou conversando até voltar pra cidade, e fomos pra um muro onde ele tinha umas coisas do trabalho. Ele falava: "já traz ela pra gente comer ela, véi". Eu dizia: "ela não deixa, vê se ela responde". E enquanto ele pedia dinheiro pra mais cerveja, eu tirei sem pensar que ali tinha uma calcinha suja da Gina. Falei: "não fode, ontem quando comi ela, trouxe a calcinha dela, véi, olha". Ele disse: "ah, é da velha?". Falei: "é, véi". Ele falou: "deixa eu ver". Abriu e disse: "não fode, vou bater uma, véi". Tirou o pau pra fora e começou a bater uma, cheirando a calcinha da minha esposa. Eu fiquei com tesão de ver ele batendo uma. Ele foi pro banheiro e gozou. Falei: "não joga fora, hein, porque também vou bater uma". E fiz a mesma coisa. Quando cheguei em casa de noite, contei pra minha esposa tudo que a gente conversou, eu e meu primo, e como a gente bateu uma com a calcinha rosa de cetim dela, cheirando a buceta dela, eu e meu primo. Ela ficou com muito tesão, dizia: "você quer que eu transe com ele de novo?". E eu falava pra ela: "você quer? disse se eu quiser, você vai me deixar procurar? eu disse: você quer procurar? ela falou: é que você não tem coragem de trazer pra mim. se me deixar procurar, eu mesma vou. e eu disse que sim, e ela ficava mais excitada, gozava em jorros e me falava: me segura, me aperta. e montava em mim como se estivesse desesperada, coisa que antes nunca fazia, não gostava muito de ficar por cima, mas depois pedia pra eu apertar ela pela cintura em minha direção e pelas nádegas, e gozava bem gostoso. e naquela noite, quando estava prestes a gozar, ela falava: aí assim aí pra aí assim aí pay. depois perguntei por que ela falava assim, ela disse que era "papi", mas eu não acreditava. e passaram-se dias, e uma noite, na casa dos meus sogros, meu primo chegou e eu estava com ele quando vi minha mulher se aproximando de nós. ela estava usando umas leggings brancas com estampas transparentes e ficou na nossa frente, perguntou: "o que vocês estão fazendo? me dão um gole do que estão bebendo?" e sentou na frente do meu primo, abriu as pernas e virou a cuba. nisso, meu filho chegou e levou minha mulher, ela meio sem querer teve que obedecer. e meu primo me disse: "vamos dar uma volta". saímos, e naquele momento conversamos sobre se ele não me dava uma força um dia pra levar minha esposa com a gente pra comprar roupas na cidade onde ele ia, que era mais barato. eu comentei, ele disse: "claro, quando vocês quiserem". eu pensando em levá-la como a mulher que a gente comentava, ficava louco de tesão imaginando que levaria minha esposa junto com ele, bem excitada, suada e de lycra. hummm, queria que aquilo acontecesse logo. e passaram-se vários dias, e saí com meu primo. naquele dia ele contou que tinha comido uma mulher bem gostosa e que ela mandava fotos pelada, e que todo dia ele batia uma no banheiro da casa dele vendo o que a velha mandava. e naquele dia entramos num banheiro na estrada, e do meu lado ele disse: "caralho, anteontem comi minha mulher e ontem a mina que te falei, e de noite bati mais uma, tô com a cock bem fedida de porra". e ele balançava de um lado pro outro, sem querer eu vi a cabeça dela, tudo. blanca de esmegma de tanta punheta e se cheirava a peixe kkk e ficou assim e uns dias depois cheguei na casa da minha mãe e minha irmã me disse: "o que a sua velha e a esposa do Raúl tão trazendo?" é que ela veio e disse que a sua velha tava andando com o Raúl e nos mostrou conversas e fotos, mas sei lá, e foi embora bem puta, tava te procurando. Mandei mensagem pra esposa do Raúl e ela me mandou as conversas, eu li e vi muita coincidência, acreditei no que dizia, mas pra ela falei que não acreditava, que eu ia atrás da Gina todo dia, que não era possível ela andar com o Raúl. Fui na casa dos meus sogros, perguntei pra minha mulher e ela dizia que não era verdade e que eu acreditasse no que quisesse, e não aceitava. Só depois de muito tempo falando e falando, ela aceitou e me contou o que rolou. Ela me disse que trocava mensagens e falava no telefone, mas que só comeu uma vez com ele, coisa que não acreditei e falei pra ela me contar tudo como foi. Ela disse que naquele dia meu primo chegou na casa da mãe dela, supostamente me procurando, sendo que ele tinha acabado de me deixar onde eu vendia comida, e me disse: "Gina, segundo você tava andando com ele e ele chega te procurando, como é isso?" Aí fiquei puta e falei: "Ele não tá, mas eu tô". E ele disse: "Nossa, quer dar uma volta?" Eu falei que sim, mas que esperasse eu calçar meus tênis. Entrei, como tinha acabado de tomar banho, não tava de sutiã nem calcinha, e coloquei uma calcinha fio dental vermelha e tava com um vestido preto que usava quando saía do banho, e fui assim. Ele perguntou pra onde a gente ia, eu disse que pra onde ele quisesse. Passamos pelo motel e ele falou: "Aí?" Eu falei: "Se quiser, mas já é tarde e tenho que voltar, senão me leva de volta". Ele entrou e, chegando no quarto, começou a me beijar e me apalpar. Entrei e olhei o lugar quando ele me chamou e disse: "Então, vai querer ou que porra?" Virei e ele já tava pelado com o pau de fora. E vou ser sincera, acho que arregalei os olhos e ele mordeu meus lábios e se aproximou. Peguei o pau dele, tava bem duro e bem levantado, a real é que ele tem ele bem grande. Grandona igual ao consolo que a gente usava quando pensava nela. Falei pra Gina e ela disse "não, maior, acho. E é bem grande, tipo uns 20 cm". Aí ela disse que subiu na cama e se empinou. Ele falou "mas me dá vergonha, meu primo". Ela respondeu "então se não quer, vamos embora". E ele: "não, não fode, como é que não vou querer? Você é muito gostosa, tem uma raba do caralho". Aí ele encostou a pica na bunda dela. Ela diz: "peguei por baixo e encostei na minha buceta pra ele meter". Já falei: "você já queria, né?" Ela respondeu: "sim, já queria sentir". E ele passou e meteu. "E você gostou? Ummm, siiiim, eu tava desejando quando ela me contava isso". Ela disse que sentiu muito gostoso quando entrou, tipo quando eu a desvirginei, sentiu como se a pica abrisse e enchesse ela toda. Perguntei se molhou, e ela: "ué, cê acha? Igual agora, a buceta toda escorrida". E ela contava que meu primo dizia que ela era muito boa, muito apertadinha. Ela se empurrava contra a pica dele e falava: "ué, não te dão pica, não?" Eu perguntei: "por que você fala isso?" Ela: "olha como você tá. Sim, me dão, mas eu sou a que adora pica". E ele: "puta vagabunda". E começou a meter mais forte. Ela falava: "assim, mais, me dá mais". E ele: "quer toda, mamãe?" E ela: "sim, bebê, me dá toda, papai, aí, papai, aí, me dá aí". De repente, ela disse que não aguentava mais: "ai, vou gozar". E foi tomar banho. Entrei atrás dele, óbvio, queria mais, mal tinha comido um pouquinho. E já que tinha ido, tinha que aproveitar. Entrei no banheiro. Ele disse: "já vou sair, daqui a pouco você toma banho". Eu entrei na frente dele, me molhei e passei a mão na bunda dele, mas ele se afastou e saiu, me deixou lá, toda com tesão. Ele falou: "te espero fora". E ele tava colocando a cueca quando eu saí. Como ele tava deitado na cama, montei nele, tirei a pica mole dele, passei a mão, chupei, endureci e montei. Falei que agora era minha vez. Montei nele. Ele pedia pra ir mais devagar, que queria me comer. E óbvio, eu sentia a pica toda enfiada, adorava, sentia que tomava conta da minha buceta toda. e me fazia molhar toda e já bem cansada eu virei e ele abriu minhas pernas e colocou nos ombros dele e meteu assim, se apoiava nos meus ombros e me beijava, me disse: "cê gosta da minha pica? Quem tem maior, eu ou meu primo?" E eu disse: "você, papai, a sua é mais gostosa" e ele disse: "vou gozar aghhh aghhh" "isso assim papai, assim, me dá, me dá mais, mais assim, assim" e ele disse: "caralho, que buceta gostosa" e começou a gozar e me fez gozar também, foi safado pra caralho. E eu já tava comendo a Gina, perguntava se ela tinha gostado da pica do Raúl, ela dizia que sim, que amou, e eu falei: "então por isso que senti sua buceta mais frouxa" ela disse: "pois é, já meteu, óbvio que ia estar mais larga, por isso você me perguntava se eu deixava você chamar ele, né?" "sim" eu dizia "eu queria que vocês dois me comessem, já tinha falado pra ele uma vez, mas ele se assustou" e tal, e isso queria dizer que não tinha sido só uma vez, quando me disse que um dia, enquanto conversava, falou isso pra ele. E o cabelo, os olhos, eles se viram uma vez só? Como foi isso? E mais coisas que vou contar depois. Continua...
Depois que eu e Raúl voltamos a nos falar, eu e Gina começamos a relembrar a trepada daquela vez na festa. Eu pedia: "Me fala o que ele fez com você", mas ela dizia que não lembrava. Perguntava se ela tinha gostado da pica dele, mas ela falava que não lembrava, que nem sentiu que era grande. E, bom, ao relembrar, a gente ficava de putaria e fantasiava.
E depois de alguns anos, uns dois ou três depois daquela trepada na festa, minha esposa brigou comigo e foi morar com os pais dela. Depois eu larguei a loja e comecei a vender comida, e acabei indo morar na casa dos meus sogros. E aí a gente ficava fantasiando com meu primo e também com um amigo próximo. Naquela época, minha esposa achava que eu tava traindo ela, mas não era nada disso. E isso acabou levando ela a fazer umas coisas que eu só descobriria depois. Comecei a notar ela mais distante, chegava mais tarde do trabalho, sempre irritada, e eu também desconfiava dela.
E aí meu primo começou a me procurar mais. Ia na casa dos meus sogros me chamar pra sair, levar coisas do trabalho dele pra outra cidade, sair pra beber ou até me pedir pra acompanhar ele lavar o carro. E eu não achava estranho, porque a gente já saía assim antes. E, claro, eu e Gina começamos a fantasiar com ele de novo. Eu percebia que ela ficava mais excitada cada vez. Ela me perguntava: "Você acha que ele topa fazer comigo?" E eu dizia que sim, que quando a gente conversava, ele ficava de pau duro. Comecei a contar uma mentira pro meu primo: falei que tinha uma amiga casada que queria fazer um ménage, e perguntei se ele topava. E, claro, ele dizia: "Então traz ela". E a gente conversava sobre a tal mulher. E pra minha esposa eu contava tudo que eu e ele conversávamos — claro que ela era a tal amiga. E ela ficava toda molhada, a gente trepava gostoso pra caralho. Um dia, meu primo foi me buscar cedo, e eu tava quase batendo uma punheta com uma calcinha da Gina, depois de ter deixado ela no trabalho. E aí chegou meu primo, vamos levar o material, né. Ele falou: "vamos", e eu não consegui segurar a vontade. A gente tava conversando sobre a amiga e, quando chegamos na cidade onde a gente entregava a mercadoria, vimos numa banca de lingerie um collant rosa de lycra. Falei: "olha, véi, pra colocar naquela velha", e com aqueles leggings pretos — eram uns leggings esportivos brilhantes, bem sexys. Ele disse: "é, não fode". E eu falei: "pra trazer ela aqui atrás sentada, e com esse calorão, a buceta dela ia estar bem molhada e suada, né, pra gente vir dedando ela, e depois um senta atrás com ela enquanto o outro dirige, e depois o outro". E de tanto imaginar, a gente tava com o pau bem duro, os dois. Ele me mostrava, como sempre: "olha, não fode, como eu tô, de tanto falar dela". Me falava: "traz ela, fala que a gente vai buscar ela, véi. Olha como eu tô, e assim vou descer pra ver o cliente, não fode". Marcava tudo, até onde começa a costura da calça, do meio até a borda, e onde acabava tinha uma mancha de umidade do tanto que ele tava molhado. Eu tava igual, meu pau bem molhado, mas eu não ficava exibindo. E a gente continuou conversando até voltar pra cidade, e fomos pra um muro onde ele tinha umas coisas do trabalho. Ele falava: "já traz ela pra gente comer ela, véi". Eu dizia: "ela não deixa, vê se ela responde". E enquanto ele pedia dinheiro pra mais cerveja, eu tirei sem pensar que ali tinha uma calcinha suja da Gina. Falei: "não fode, ontem quando comi ela, trouxe a calcinha dela, véi, olha". Ele disse: "ah, é da velha?". Falei: "é, véi". Ele falou: "deixa eu ver". Abriu e disse: "não fode, vou bater uma, véi". Tirou o pau pra fora e começou a bater uma, cheirando a calcinha da minha esposa. Eu fiquei com tesão de ver ele batendo uma. Ele foi pro banheiro e gozou. Falei: "não joga fora, hein, porque também vou bater uma". E fiz a mesma coisa. Quando cheguei em casa de noite, contei pra minha esposa tudo que a gente conversou, eu e meu primo, e como a gente bateu uma com a calcinha rosa de cetim dela, cheirando a buceta dela, eu e meu primo. Ela ficou com muito tesão, dizia: "você quer que eu transe com ele de novo?". E eu falava pra ela: "você quer? disse se eu quiser, você vai me deixar procurar? eu disse: você quer procurar? ela falou: é que você não tem coragem de trazer pra mim. se me deixar procurar, eu mesma vou. e eu disse que sim, e ela ficava mais excitada, gozava em jorros e me falava: me segura, me aperta. e montava em mim como se estivesse desesperada, coisa que antes nunca fazia, não gostava muito de ficar por cima, mas depois pedia pra eu apertar ela pela cintura em minha direção e pelas nádegas, e gozava bem gostoso. e naquela noite, quando estava prestes a gozar, ela falava: aí assim aí pra aí assim aí pay. depois perguntei por que ela falava assim, ela disse que era "papi", mas eu não acreditava. e passaram-se dias, e uma noite, na casa dos meus sogros, meu primo chegou e eu estava com ele quando vi minha mulher se aproximando de nós. ela estava usando umas leggings brancas com estampas transparentes e ficou na nossa frente, perguntou: "o que vocês estão fazendo? me dão um gole do que estão bebendo?" e sentou na frente do meu primo, abriu as pernas e virou a cuba. nisso, meu filho chegou e levou minha mulher, ela meio sem querer teve que obedecer. e meu primo me disse: "vamos dar uma volta". saímos, e naquele momento conversamos sobre se ele não me dava uma força um dia pra levar minha esposa com a gente pra comprar roupas na cidade onde ele ia, que era mais barato. eu comentei, ele disse: "claro, quando vocês quiserem". eu pensando em levá-la como a mulher que a gente comentava, ficava louco de tesão imaginando que levaria minha esposa junto com ele, bem excitada, suada e de lycra. hummm, queria que aquilo acontecesse logo. e passaram-se vários dias, e saí com meu primo. naquele dia ele contou que tinha comido uma mulher bem gostosa e que ela mandava fotos pelada, e que todo dia ele batia uma no banheiro da casa dele vendo o que a velha mandava. e naquele dia entramos num banheiro na estrada, e do meu lado ele disse: "caralho, anteontem comi minha mulher e ontem a mina que te falei, e de noite bati mais uma, tô com a cock bem fedida de porra". e ele balançava de um lado pro outro, sem querer eu vi a cabeça dela, tudo. blanca de esmegma de tanta punheta e se cheirava a peixe kkk e ficou assim e uns dias depois cheguei na casa da minha mãe e minha irmã me disse: "o que a sua velha e a esposa do Raúl tão trazendo?" é que ela veio e disse que a sua velha tava andando com o Raúl e nos mostrou conversas e fotos, mas sei lá, e foi embora bem puta, tava te procurando. Mandei mensagem pra esposa do Raúl e ela me mandou as conversas, eu li e vi muita coincidência, acreditei no que dizia, mas pra ela falei que não acreditava, que eu ia atrás da Gina todo dia, que não era possível ela andar com o Raúl. Fui na casa dos meus sogros, perguntei pra minha mulher e ela dizia que não era verdade e que eu acreditasse no que quisesse, e não aceitava. Só depois de muito tempo falando e falando, ela aceitou e me contou o que rolou. Ela me disse que trocava mensagens e falava no telefone, mas que só comeu uma vez com ele, coisa que não acreditei e falei pra ela me contar tudo como foi. Ela disse que naquele dia meu primo chegou na casa da mãe dela, supostamente me procurando, sendo que ele tinha acabado de me deixar onde eu vendia comida, e me disse: "Gina, segundo você tava andando com ele e ele chega te procurando, como é isso?" Aí fiquei puta e falei: "Ele não tá, mas eu tô". E ele disse: "Nossa, quer dar uma volta?" Eu falei que sim, mas que esperasse eu calçar meus tênis. Entrei, como tinha acabado de tomar banho, não tava de sutiã nem calcinha, e coloquei uma calcinha fio dental vermelha e tava com um vestido preto que usava quando saía do banho, e fui assim. Ele perguntou pra onde a gente ia, eu disse que pra onde ele quisesse. Passamos pelo motel e ele falou: "Aí?" Eu falei: "Se quiser, mas já é tarde e tenho que voltar, senão me leva de volta". Ele entrou e, chegando no quarto, começou a me beijar e me apalpar. Entrei e olhei o lugar quando ele me chamou e disse: "Então, vai querer ou que porra?" Virei e ele já tava pelado com o pau de fora. E vou ser sincera, acho que arregalei os olhos e ele mordeu meus lábios e se aproximou. Peguei o pau dele, tava bem duro e bem levantado, a real é que ele tem ele bem grande. Grandona igual ao consolo que a gente usava quando pensava nela. Falei pra Gina e ela disse "não, maior, acho. E é bem grande, tipo uns 20 cm". Aí ela disse que subiu na cama e se empinou. Ele falou "mas me dá vergonha, meu primo". Ela respondeu "então se não quer, vamos embora". E ele: "não, não fode, como é que não vou querer? Você é muito gostosa, tem uma raba do caralho". Aí ele encostou a pica na bunda dela. Ela diz: "peguei por baixo e encostei na minha buceta pra ele meter". Já falei: "você já queria, né?" Ela respondeu: "sim, já queria sentir". E ele passou e meteu. "E você gostou? Ummm, siiiim, eu tava desejando quando ela me contava isso". Ela disse que sentiu muito gostoso quando entrou, tipo quando eu a desvirginei, sentiu como se a pica abrisse e enchesse ela toda. Perguntei se molhou, e ela: "ué, cê acha? Igual agora, a buceta toda escorrida". E ela contava que meu primo dizia que ela era muito boa, muito apertadinha. Ela se empurrava contra a pica dele e falava: "ué, não te dão pica, não?" Eu perguntei: "por que você fala isso?" Ela: "olha como você tá. Sim, me dão, mas eu sou a que adora pica". E ele: "puta vagabunda". E começou a meter mais forte. Ela falava: "assim, mais, me dá mais". E ele: "quer toda, mamãe?" E ela: "sim, bebê, me dá toda, papai, aí, papai, aí, me dá aí". De repente, ela disse que não aguentava mais: "ai, vou gozar". E foi tomar banho. Entrei atrás dele, óbvio, queria mais, mal tinha comido um pouquinho. E já que tinha ido, tinha que aproveitar. Entrei no banheiro. Ele disse: "já vou sair, daqui a pouco você toma banho". Eu entrei na frente dele, me molhei e passei a mão na bunda dele, mas ele se afastou e saiu, me deixou lá, toda com tesão. Ele falou: "te espero fora". E ele tava colocando a cueca quando eu saí. Como ele tava deitado na cama, montei nele, tirei a pica mole dele, passei a mão, chupei, endureci e montei. Falei que agora era minha vez. Montei nele. Ele pedia pra ir mais devagar, que queria me comer. E óbvio, eu sentia a pica toda enfiada, adorava, sentia que tomava conta da minha buceta toda. e me fazia molhar toda e já bem cansada eu virei e ele abriu minhas pernas e colocou nos ombros dele e meteu assim, se apoiava nos meus ombros e me beijava, me disse: "cê gosta da minha pica? Quem tem maior, eu ou meu primo?" E eu disse: "você, papai, a sua é mais gostosa" e ele disse: "vou gozar aghhh aghhh" "isso assim papai, assim, me dá, me dá mais, mais assim, assim" e ele disse: "caralho, que buceta gostosa" e começou a gozar e me fez gozar também, foi safado pra caralho. E eu já tava comendo a Gina, perguntava se ela tinha gostado da pica do Raúl, ela dizia que sim, que amou, e eu falei: "então por isso que senti sua buceta mais frouxa" ela disse: "pois é, já meteu, óbvio que ia estar mais larga, por isso você me perguntava se eu deixava você chamar ele, né?" "sim" eu dizia "eu queria que vocês dois me comessem, já tinha falado pra ele uma vez, mas ele se assustou" e tal, e isso queria dizer que não tinha sido só uma vez, quando me disse que um dia, enquanto conversava, falou isso pra ele. E o cabelo, os olhos, eles se viram uma vez só? Como foi isso? E mais coisas que vou contar depois. Continua...
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