Fetiche por calcinha da vizinha

Oi, meu nome é César, tenho 28 anos, sou casado. O nome da minha vizinha é Mary, 24 anos, solteira, morena clara, peitos grandes, nem gorda nem magra, mas com uma bunda grande, larga e bem dura, hehe. Eu tenho uma mercearia num bairro um pouco afastado da cidade, numa comunidade popular, e como estava começando a montar a lojinha, fazia poucos meses, eu ficava dormindo no mesmo local que alugava, num espaço que deixei atrás, botava um colchonete e ficava lá. E bom, essa menina vinha sempre comprar comigo, muito sorridente, e comecei a dar uma flertada nela, e assim comecei a tocar nela como sem querer, e ela deixava.

Tinha outro vizinho meio tarado, chamado José, já com uns 50 anos, que sempre fica dando em cima da moça, das irmãs dela e até da mãe. E uma noite, depois de fechar a loja, eu estava com José lá dentro e bateram na porta. Era a Mary. Eu disse: "Pode entrar". Fechei a porta e ela pediu várias coisas para comprar. Aí o José perguntou: "E aí, fez o que eu te falei?" Ela disse: "Sim, mas doeu, não brinca". "Mas gostou ou não? Além do mais, vai ficar com um rabão, você vai ver. Mas dói, né?" E ele se aproximou e apertou a bunda da Mary. Ela disse: "Espera aí!" E ele falou: "Você não tomou banho, Mary? É que tá saindo aquele cheirinho de bunda, hehe". E ela disse: "Ah, não, ainda não, mas já vou".

Eu já tinha notado que às vezes ela vinha e cheirava a buceta ou tipo a cu, principalmente quando eu me aproximava das mãos dela, achava que ela tinha se tocado por ali e tal. E essa noite, José disse: "Vamos ver as mãos" e aproximou do nariz. José falou: "Não, pois é, tá com cheiro de bunda mesmo. Tava se tocando, né? Com certeza seu tio tava apertando sua bunda, ou não?" E ela disse: "Hehehe, não, foi anteontem". "Ah, então você tava se tocando, hehe?" "Sim, é que eu fiquei com um pouco de tesão vendo como meu tio montou na minha mãe ontem. Em mim não foi, hein!"

E eu fiquei de olhos arregalados. E José disse: "Conta pro loirinho como seu tio faz. Ele não fala nada, já sabe também, eu contei pra ele". E ela disse: "Ah, seu José, pra que fica de fofoqueiro?" E ele respondeu: "Pois é, ele já sabe". como você é de tarada, Maria, ai não, disse ela e começou a falar: é que meu tio João, o senhor é um bêbado que dorme lá na casa da Maria junto com eles. Num quarto dormem a mãe, o pai e a Maria em outra cama, e o tio em outra, e em outro quarto dormem as duas irmãs da Maria e um irmão. Uma família grande e pobre. E bem, o seu João tem uns 60 anos, sempre anda bêbado e quando tá bem sai pra caminhar com a Maria e compra o que ela quiser. Eu não sabia por que até aquela noite o José disse: "Conta como começou com seu tio". Ela disse: "Pois é que meu tio, um dia que meu pai tava bêbado, se aproximou da minha mãe e pela luz eu vi que ele tirou a calça e a cueca, dava pra ver a coisa bem dura, e subiu na cama do lado da minha mãe. E ela disse: 'Fica quieto, João, homem, a Maria tá aqui, vai te ouvir'. 'Nome, Marta tá dormindo'. Eu fingia que tava roncando e eles acreditavam. E ela disse: 'Vai logo, mas só por cima da calcinha, hein, por baixo não, depois você me deixa toda fedendo ao seu pau'. E meu tio dizia: 'Vai logo, então', e sentou em cima dela, abriu as pernas dela e esfregava a coisa dele, aquele... diga direito... ai, o pau dele. E minha mãe disse: 'Vamos, então, deixa eu tirar a calcinha pra você meter'. E tirou a calcinha e ele meteu, porque minha mãe dizia: 'Ai, João, mais, vai, vai mais, aghhh, isso, mais, seu safado'. E meu tio disse: 'Vou gozar, sim'. 'Já goza, vai logo'. E meu tio gemeu e se levantou. Minha mãe disse: 'Vamos, deixa eu lamber pra você' e chupou ele, e ele ficou duro de novo. Meu tio dormiu. E você, o que tava fazendo? 'Pois nada, como não? Bom, eu me toquei um pouquinho ali...' Onde?, disse José. 'Pois ali, onde... diga como se chama, verdade, loirinho?' E eu disse: 'Sim, diga, não tenha vergonha'. 'Ai, bom, eu peguei na minha xereca, mas por cima da calcinha'. E meu pai se levantou e minha mãe disse: 'O que você quer, homem, deixa eu te comer um pouquinho, vai'. E minha mãe disse: 'Mas cala a boca, então'. E meu pai meteu, credo, e rápido gozou, disse minha mãe, e dormiu. Mas já estava amanhecendo, e meu pai se levantou pra trabalhar, meu tio saiu, e minha mãe foi comprar no centro. E o que você fez? José disse: "É, eu estava com vontade, parei e olhei as calcinhas da minha mãe jogadas ali de lado. Peguei elas e cheirei, e estavam manchadas na frente. Meu tio deixou elas manchadas e cheiravam ao pau dele, e eu gostei. Toquei minha boceta e, quando minhas irmãs e meu irmão foram trabalhar, fui para o outro cômodo e esfreguei a bunda no pau. Na casa dela tinha telhas e um pau que segurava as telhas. Ela se encostava naquele pau e esfregava a xota, e assim ela nos contava que estava nisso e cheirava a calcinha da mãe dela de onde o tio dela tinha esfregado. E ela se esfregava e disse que o tio dela chegou de repente e perguntou: 'O que você está fazendo?' 'Nada', ela disse, e com as calcinhas da mãe dela. E meu tio pegou minha bunda e me disse: 'Você está com tesão', e me beijou. Me jogou na cama e perguntou: 'Por que você está cheirando as calcinhas da sua mãe?' E eu disse: 'Porque cheira estranho'. E ele disse: 'Você gosta da sua mãe ou o quê? Você é sapatão ou o quê?' E eu disse: 'Não'. Então ele falou: 'É que cheiram à coisa dele, ao pau dele. Ah, e você gosta do cheiro ou o quê?' É que eu nunca tinha cheirado um e por isso... 'E você gosta?' E eu disse: 'Sim'. Ele tirou o pau e colocou na minha boca, eu lambi e depois ele disse: 'Abre as pernas, deixa eu colocar na sua bunda'. E ele esfregou em mim, e depois ouvimos minha mãe chegando, eu levantei e depois me esfreguei sozinha, e assim, hehe. E agora até o tio dela mete no cu, né, Mary?" E ela disse: "Pois é, você me disse, e você não gosta, fala". E ela disse: "Sim, mas dói, não é a mesma coisa que com o dedo". E eu disse: "Ou seja, você gosta de se picar?" "Sim, mas só um pouquinho". E José colocou a mão por baixo da saia de flores dela, pegou as nádegas, tirou a mão e cheirou: "Umm, Mary, você cheira pura bunda, umm". "Ai, para", ela disse, e ele levantou a saia dela até a cintura. Dava para ver todas as calcinhas dela, daquelas clarinhas de vovó, amarelinhas, haha, mas meio transparentes, dava para ver que estavam úmidas da xota e meio manchadas. José esfregou as pernas dela e me disse: "Pega a bunda dela, loiro, para você ver como ela está com tesão". E ela dizia: "Não, esse aí", mas não abaixava a saia. E eu não aguentei, toquei a xota dela e esfreguei, e disse: "Sim, está bem". Molhada e sem que vissem, aproximei do meu nariz... cheirava a buceta tipo mijo ou assim. E o José falou: "E por que suas mãos cheiram a bunda, hein?" É que o José me pegou, já te falei. Aí ele falou: "Vamos ver como foi". Aí ela tocou a buceta com uma mão e com a outra as nádegas. E eu me espreitei por trás, vi que ela enfiava o dedo com tudo, até a calcinha no seu cu. Ela tirou e dava pra ver uma manchinha marrom. E a calcinha transparente, gasta, de meia nádega, mas ainda brilhosa, era tipo nylon fininho, bem usado. E o José disse: "Vamos ver sua mão" e falou: "Ummm, cheira a puro cu, bem gostoso". Olha, loiro, eu aproximei a mão da Mary e cheirei... humm, sim, cheirava a ânus gostoso, a cu. Não disse mais nada, só confirmei que cheirava. E ele ia abaixando a calcinha dela, mas aí bateram na porta: era a mãe dela. Ela se ajeitou e eu tive que abrir. O José foi embora e a mãe dela falou: "Vamos lá, ande". E ela respondeu: "Só me dá o ovo, mãe, e eu vou". "Anda logo, não demora". E a Mary disse: "É que fui buscar e estava fechado, aí você me abriu". A mãe dela foi embora e, quando ela saiu, eu falei: "Não brinca, você me deixou bem excitado, olha". Coloquei a mão no meu pau e ela disse: "Pois eu também". E esfregou meu pau. Depois aproximou a mão e cheirou: "Cheira bem gostoso seu pau". E ficou cheirando. "Vamos ver o seu", eu disse, e enfiei a mão dentro da calcinha dela. Estava bem molhada e peluda, haha. E cheirei: "Você também cheira gostoso". Cheirava muito forte a mijo, como se não se banhasse com frequência. E aí bateram na porta de novo: era a irmã dela. Eu falei: "E assim você vai me deixar?" E pedi: "Me dá sua calcinha". Ela respondeu: "Não brinca, sério?" "Anda, vai". Abaixei e tirei a calcinha dela, cheirei... humm... abri a porta pra ela sair, só fechei e fui examinar. Umm, que gostoso! Olhei o tecido, amei, macio, brilhante e transparente. Olhei por dentro, marcada a buceta, manchas de mijadinhas, eu acho, e bem molhada, líquido, e manchas como de mijo. E na parte das nádegas, uma manchinha marrom, das nádegas, e uma mancha no meio onde fica o ânus. Cheirava a puro cu, adorei. Fiquei cheirando de tudo e me masturbei bem gostoso várias vezes. E no outro dia ela perguntou da calcinha, e eu disse... Vou ficar com isso depois te dou uns presentes, não é? E ele disse: "Tá bom, e quando você se deixa foder?" Eu disse, e ele pegou no meu pau, enfiou os dedos e cheirou. Disse: "Você cheira a que tá com tesão, né?" Eu disse: "Pois é, foi assim que você me deixou." E ele falou: "Vamos ver quando a gente pode." E ficou por isso mesmo, porque minha esposa veio ficar comigo e já não pude comer ela, hehe.

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