Depois daquela noite, deu pra notar uma mudança nela. A Yes tinha ficado mais intensa, se arrumava com mais capricho e tinha um brilho nos olhos quando ia pro escritório. Na volta, tudo virava um jogo pesado, ela queria desesperadamente ir pra cama, dava pra dizer que tava num estado bem hormonal. Quando finalmente estávamos no quarto, sem eu nem perguntar, ela já ia contando sobre o dia dela. Mesmo que o Seu José não esperasse por ela toda manhã, bastava vê-lo na rua na volta, porque ele tava sempre com os amigos jogando dominó e bebendo como se não tivesse mais nada pra fazer. Quando passava, era ela mesma quem cumprimentava, dava um "boa tarde" pra todo mundo, mas no fundo, só queria que o Seu José reparasse nela.
Um dia, quando ela entrou, notei que tava super nervosa, mas com o rosto todo vermelho. Ela me contou que vinha descendo a rua e viu uma confusão entre várias pessoas. Não deu importância até passar perto: era o Seu José e a esposa dele, discutindo enquanto um grupo de caras quase o arrastava, porque ele tava muito bêbado. Ela ouviu a esposa dizer que a briga era pelo estado inconveniente que ele tava, mas também porque tinha tido que ir buscá-lo na casa de outra mulher. A Yes passou rápido pela cena, mesmo assim cumprimentou todo mundo e viu que, apesar da briga, o Seu José parou pra olhar pra ela. Sentiu ele percorrendo ela com o olhar. Naquele dia, ela tinha saído com uma saia curta preta, uma blusa branca meio aberta e um blazer justo, além de uns saltos altos pretos — toda uma gostosa de escritório.
Vendo ela naquele estado, era óbvio que tava tentando apagar o fogo. Isso já tinha virado rotina: de tanto fantasiar na cama e vê-lo todo dia, tava criando nela uma necessidade sexual difícil de saciar. Isso começou a me preocupar, não só porque o ritmo físico em algum ponto ia ser difícil de aguentar, mas porque ela tava... certeza de que tudo o que a gente tinha conversado era sério. Ela me falava todo dia se tinha visto ele ou não, o que mostrava que ela tava na expectativa, igual uma adolescente apaixonada atrás do cara que ela gosta. O que ela me contava sobre ele fazia ele parecer um bêbado, sem trampo, abusivo, machista, mulherengo e até sem respeito pela própria esposa, e isso, em vez de causar nojo nela, parecia que tornava ele mais atraente. Comecei a perceber que, na cabeça dela, a Yes tava idealizando o Dom José não como homem, mas como macho.
Isso tudo me deixava muito pensativo, não era a primeira vez que eu fantasiava com minha mina sobre ela transar com outro, embora tivesse tentado outras vezes, nunca tinha conseguido concretizar. Minhas outras parceiras não tinham a comunicação que a Yes tinha comigo, nunca tive a conexão nem a confiança que eu tinha naquele momento com minha esposa, mas agora que tinha a aprovação da Yes, já não tava tão certo se ia conseguir lidar com isso. O estado hormonal em que ela tava me fazia pensar que, se eu deixasse rolar, as coisas podiam sair do controle. Ideias tipo "e se ela gostar mais do jeito que o Dom José faz", "e se ela permitir coisas pra ele que não permite pra mim", "e se os vizinhos descobrirem", pior ainda, "e se minha família descobrir", "a Yes seria capaz de me largar por ele" — essas ideias não me deixavam dormir, mas ao mesmo tempo, provocavam uma excitação em mim. Eu só ficava me debatendo entre o que era mais forte: meu medo ou minha vontade de ver ela com outro.
Com a insônia, comecei a clarear minhas dúvidas pela internet, fazia buscas sobre chifre e infidelidade, encontrava artigos falando sobre coisas comuns, tipo os problemas que isso trazia pro casamento, mas entre todos esses artigos, tinha uns que falavam sobre infidelidade consentida, marcando como uma nova tendência na vida sexual dos casais, uma parte do mundo swinger ou uma variante. Com a mesma inquietação e Com a insistência das minhas buscas, acabei chegando em sites de contos eróticos, onde tinha uma seção inteira sobre o assunto. As pessoas das comunidades compartilhavam suas dúvidas, fantasias e experiências reais, contando como seus parceiros transavam com outras pessoas, vizinhos, chefes, amigos, etc. Embora nas comunidades de gente comum a infidelidade fosse tratada como algo imoral, nessas comunidades era vista como uma nova forma de viver a sexualidade a dois.
Aos poucos, fui me enchendo de informações sobre esse estilo de vida. Fuçei nos sites de vídeos, tinha milhares de vídeos de pessoas sendo infiéis escondido, mas também tinha aqueles que faziam isso em cumplicidade com o parceiro. Pude confirmar que aquela fantasia não existia só na imaginação das pessoas, de verdade existia gente que colocava em prática. Tinha até quem gravasse os encontros sexuais da própria parceira com outros enquanto eles estavam lá, observando, filmando e batendo uma. Eram situações perturbadoras, mas muito atraentes ao mesmo tempo. Todas essas práticas estavam lá na rede, escondidas e, ao mesmo tempo, à vista de todo mundo. Existia uma comunidade inteira nas redes sociais apoiando e vivendo esse estilo de vida, que tinha um nome próprio: "cuckold".
Assim, com esse novo mundo descoberto, todas as experiências que os outros casais viviam, somadas à situação atual com a Yes, me fizeram tomar a decisão de conversar com minha esposa. Uma noite, durante o jantar, abri o jogo com ela. Comecei a expressar minha inquietação e mostrei a ela esse novo mundo. Expliquei em que consistia o cuckold e mostrei imagens e vídeos bem sugestivos. Diferente do que ouvi de outros casais, a Yes não demonstrou desgosto. Muito pelo contrário, ela se mostrou super interessada. Observou os artigos e o material que mostrei. No final, ela só me olhou e perguntou na lata:
Y: Então, é isso que você quer?
K: Na real, me atrai a fantasia de te ver com outro. — Mas você quer que a gente realize isso?
K: Acho que sim, não tenho tanta certeza. Dizem que os casais que praticam isso precisam ter um relacionamento saudável e mente aberta.
Y: Pois eu acho que a gente se encaixa nessa parte!
K: Bom, eu também acho, mas não sei como vou lidar com isso.
Y: A gente tem fantasias, na cama a gente fala muito sobre isso e isso me deixou bem curiosa. Sendo sincera, essa prática me atrai.
K: Você não acha estranho eu te pedir isso?
Y: Pode ser estranho, mas você sempre foi meio estranho, por isso gosto tanto de você.
K: Mas se a gente for fazer, temos que estabelecer condições.
Y: Tipo quais?
K: Ora, você sabe: como, onde, com quem.
Y: Pensei… que você queria que fosse com o Seu José.
K: Você realmente quer que seja com ele?
Y: A verdade é que tudo o que a gente brinca na cama despertou muito esse desejo em mim, mas tenho medo de algumas coisas.
K: Que coisas te dão medo?
Y: Já que a gente tá sendo sério, tenho medo por causa do jeito que ele age. Além disso, se rolar alguma coisa, ele pode sair contando pros outros e a família acabar descobrindo.
Ouvir aquilo me aliviou. Ela pensava do mesmo jeito que eu: a fantasia era uma coisa, mas realizar podia ser mais complicado do que imaginávamos.
K: Então você não estaria disposta a fazer com ele?
Y: Não me entenda mal. Como mulher, eu desejo ficar com o Seu José, mas os riscos são muito altos. A gente teria que pensar muito bem.
K: O que isso quer dizer?
Y: Quero que você considere as possíveis consequências, mas quero que seja você quem decida e assuma os riscos. No final, vão me ver como uma mulher promíscua, mas você, todos os vizinhos e sua família vão te ver como um "corno manso".
As palavras dela caíram como um balde de água fria. Era verdade que tudo podia acabar num problema familiar, mas já estava tudo na mesa. Era hora de decidir que rumo nossa relação ia tomar. Além disso, ouvir ela dizer a palavra "corno manso" me deu uma ereção. Eu sabia que… Era exatamente o que eu queria. Em meio a tantos pensamentos, fiquei um momento em silêncio, que ela interrompeu de novo.
Y: estou esperando sua resposta
K: é verdade que quero te ver com outro, mas… não tenho certeza se é com o Dom José
Y: tudo bem, entendo e aceito sua decisão
K: podemos experimentar com outra pessoa
Y: o que você sugere?
K: bom, podemos contatar alguém pela internet
Y: ok, podemos experimentar e depois a gente vê
Esse “depois a gente vê” me deixou inquieto, porque significava que ela não descartava a possibilidade de fazer com o Dom José, mas por enquanto preferi não questionar e seguir com o que já estava combinado.
K: tudo bem, love, acho que estamos de acordo
Y: parece que sim, love, a partir de agora somos um casal cuckold
K: haha, pois acho que é isso mesmo
Y: então, vai preparando seus primeiros chifres
K: sim, meu love, vou fazer isso
Y: te amo
K: eu também te amo
Foi assim que dei o passo que nunca pensei que daria. O que estava na minha mente e tinha sido uma constante nos meus relacionamentos finalmente ia tomar forma. A Yes tinha reagido de um jeito que não esperava, foi muito positiva e aceitou rapidamente abrir nossa sexualidade para incluir outro homem. Nos dias seguintes, continuamos conversando sobre o assunto, demos forma ao perfil. Sabíamos que, pelas nossas experiências, queríamos que o terceiro fosse um homem maduro, robusto, de pele morena, mas que, ao mesmo tempo, na forma de se expressar, refletisse essa maturidade. Começamos a procurar na internet, conversando com pessoas pelas redes sociais, o que foi uma tarefa bem complicada, porque você encontra de tudo. Nossa busca ficou cansativa e começamos a perder a fé, parecia mais difícil do que imaginávamos. Estávamos quase desistindo, até que um dia saímos para comer no centro e uma pessoa nos mandou uma mensagem.
Um dia, quando ela entrou, notei que tava super nervosa, mas com o rosto todo vermelho. Ela me contou que vinha descendo a rua e viu uma confusão entre várias pessoas. Não deu importância até passar perto: era o Seu José e a esposa dele, discutindo enquanto um grupo de caras quase o arrastava, porque ele tava muito bêbado. Ela ouviu a esposa dizer que a briga era pelo estado inconveniente que ele tava, mas também porque tinha tido que ir buscá-lo na casa de outra mulher. A Yes passou rápido pela cena, mesmo assim cumprimentou todo mundo e viu que, apesar da briga, o Seu José parou pra olhar pra ela. Sentiu ele percorrendo ela com o olhar. Naquele dia, ela tinha saído com uma saia curta preta, uma blusa branca meio aberta e um blazer justo, além de uns saltos altos pretos — toda uma gostosa de escritório.
Vendo ela naquele estado, era óbvio que tava tentando apagar o fogo. Isso já tinha virado rotina: de tanto fantasiar na cama e vê-lo todo dia, tava criando nela uma necessidade sexual difícil de saciar. Isso começou a me preocupar, não só porque o ritmo físico em algum ponto ia ser difícil de aguentar, mas porque ela tava... certeza de que tudo o que a gente tinha conversado era sério. Ela me falava todo dia se tinha visto ele ou não, o que mostrava que ela tava na expectativa, igual uma adolescente apaixonada atrás do cara que ela gosta. O que ela me contava sobre ele fazia ele parecer um bêbado, sem trampo, abusivo, machista, mulherengo e até sem respeito pela própria esposa, e isso, em vez de causar nojo nela, parecia que tornava ele mais atraente. Comecei a perceber que, na cabeça dela, a Yes tava idealizando o Dom José não como homem, mas como macho.
Isso tudo me deixava muito pensativo, não era a primeira vez que eu fantasiava com minha mina sobre ela transar com outro, embora tivesse tentado outras vezes, nunca tinha conseguido concretizar. Minhas outras parceiras não tinham a comunicação que a Yes tinha comigo, nunca tive a conexão nem a confiança que eu tinha naquele momento com minha esposa, mas agora que tinha a aprovação da Yes, já não tava tão certo se ia conseguir lidar com isso. O estado hormonal em que ela tava me fazia pensar que, se eu deixasse rolar, as coisas podiam sair do controle. Ideias tipo "e se ela gostar mais do jeito que o Dom José faz", "e se ela permitir coisas pra ele que não permite pra mim", "e se os vizinhos descobrirem", pior ainda, "e se minha família descobrir", "a Yes seria capaz de me largar por ele" — essas ideias não me deixavam dormir, mas ao mesmo tempo, provocavam uma excitação em mim. Eu só ficava me debatendo entre o que era mais forte: meu medo ou minha vontade de ver ela com outro.
Com a insônia, comecei a clarear minhas dúvidas pela internet, fazia buscas sobre chifre e infidelidade, encontrava artigos falando sobre coisas comuns, tipo os problemas que isso trazia pro casamento, mas entre todos esses artigos, tinha uns que falavam sobre infidelidade consentida, marcando como uma nova tendência na vida sexual dos casais, uma parte do mundo swinger ou uma variante. Com a mesma inquietação e Com a insistência das minhas buscas, acabei chegando em sites de contos eróticos, onde tinha uma seção inteira sobre o assunto. As pessoas das comunidades compartilhavam suas dúvidas, fantasias e experiências reais, contando como seus parceiros transavam com outras pessoas, vizinhos, chefes, amigos, etc. Embora nas comunidades de gente comum a infidelidade fosse tratada como algo imoral, nessas comunidades era vista como uma nova forma de viver a sexualidade a dois.
Aos poucos, fui me enchendo de informações sobre esse estilo de vida. Fuçei nos sites de vídeos, tinha milhares de vídeos de pessoas sendo infiéis escondido, mas também tinha aqueles que faziam isso em cumplicidade com o parceiro. Pude confirmar que aquela fantasia não existia só na imaginação das pessoas, de verdade existia gente que colocava em prática. Tinha até quem gravasse os encontros sexuais da própria parceira com outros enquanto eles estavam lá, observando, filmando e batendo uma. Eram situações perturbadoras, mas muito atraentes ao mesmo tempo. Todas essas práticas estavam lá na rede, escondidas e, ao mesmo tempo, à vista de todo mundo. Existia uma comunidade inteira nas redes sociais apoiando e vivendo esse estilo de vida, que tinha um nome próprio: "cuckold".
Assim, com esse novo mundo descoberto, todas as experiências que os outros casais viviam, somadas à situação atual com a Yes, me fizeram tomar a decisão de conversar com minha esposa. Uma noite, durante o jantar, abri o jogo com ela. Comecei a expressar minha inquietação e mostrei a ela esse novo mundo. Expliquei em que consistia o cuckold e mostrei imagens e vídeos bem sugestivos. Diferente do que ouvi de outros casais, a Yes não demonstrou desgosto. Muito pelo contrário, ela se mostrou super interessada. Observou os artigos e o material que mostrei. No final, ela só me olhou e perguntou na lata:
Y: Então, é isso que você quer?
K: Na real, me atrai a fantasia de te ver com outro. — Mas você quer que a gente realize isso?
K: Acho que sim, não tenho tanta certeza. Dizem que os casais que praticam isso precisam ter um relacionamento saudável e mente aberta.
Y: Pois eu acho que a gente se encaixa nessa parte!
K: Bom, eu também acho, mas não sei como vou lidar com isso.
Y: A gente tem fantasias, na cama a gente fala muito sobre isso e isso me deixou bem curiosa. Sendo sincera, essa prática me atrai.
K: Você não acha estranho eu te pedir isso?
Y: Pode ser estranho, mas você sempre foi meio estranho, por isso gosto tanto de você.
K: Mas se a gente for fazer, temos que estabelecer condições.
Y: Tipo quais?
K: Ora, você sabe: como, onde, com quem.
Y: Pensei… que você queria que fosse com o Seu José.
K: Você realmente quer que seja com ele?
Y: A verdade é que tudo o que a gente brinca na cama despertou muito esse desejo em mim, mas tenho medo de algumas coisas.
K: Que coisas te dão medo?
Y: Já que a gente tá sendo sério, tenho medo por causa do jeito que ele age. Além disso, se rolar alguma coisa, ele pode sair contando pros outros e a família acabar descobrindo.
Ouvir aquilo me aliviou. Ela pensava do mesmo jeito que eu: a fantasia era uma coisa, mas realizar podia ser mais complicado do que imaginávamos.
K: Então você não estaria disposta a fazer com ele?
Y: Não me entenda mal. Como mulher, eu desejo ficar com o Seu José, mas os riscos são muito altos. A gente teria que pensar muito bem.
K: O que isso quer dizer?
Y: Quero que você considere as possíveis consequências, mas quero que seja você quem decida e assuma os riscos. No final, vão me ver como uma mulher promíscua, mas você, todos os vizinhos e sua família vão te ver como um "corno manso".
As palavras dela caíram como um balde de água fria. Era verdade que tudo podia acabar num problema familiar, mas já estava tudo na mesa. Era hora de decidir que rumo nossa relação ia tomar. Além disso, ouvir ela dizer a palavra "corno manso" me deu uma ereção. Eu sabia que… Era exatamente o que eu queria. Em meio a tantos pensamentos, fiquei um momento em silêncio, que ela interrompeu de novo.
Y: estou esperando sua resposta
K: é verdade que quero te ver com outro, mas… não tenho certeza se é com o Dom José
Y: tudo bem, entendo e aceito sua decisão
K: podemos experimentar com outra pessoa
Y: o que você sugere?
K: bom, podemos contatar alguém pela internet
Y: ok, podemos experimentar e depois a gente vê
Esse “depois a gente vê” me deixou inquieto, porque significava que ela não descartava a possibilidade de fazer com o Dom José, mas por enquanto preferi não questionar e seguir com o que já estava combinado.
K: tudo bem, love, acho que estamos de acordo
Y: parece que sim, love, a partir de agora somos um casal cuckold
K: haha, pois acho que é isso mesmo
Y: então, vai preparando seus primeiros chifres
K: sim, meu love, vou fazer isso
Y: te amo
K: eu também te amo
Foi assim que dei o passo que nunca pensei que daria. O que estava na minha mente e tinha sido uma constante nos meus relacionamentos finalmente ia tomar forma. A Yes tinha reagido de um jeito que não esperava, foi muito positiva e aceitou rapidamente abrir nossa sexualidade para incluir outro homem. Nos dias seguintes, continuamos conversando sobre o assunto, demos forma ao perfil. Sabíamos que, pelas nossas experiências, queríamos que o terceiro fosse um homem maduro, robusto, de pele morena, mas que, ao mesmo tempo, na forma de se expressar, refletisse essa maturidade. Começamos a procurar na internet, conversando com pessoas pelas redes sociais, o que foi uma tarefa bem complicada, porque você encontra de tudo. Nossa busca ficou cansativa e começamos a perder a fé, parecia mais difícil do que imaginávamos. Estávamos quase desistindo, até que um dia saímos para comer no centro e uma pessoa nos mandou uma mensagem.
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