Na segunda vez que fui pra cidade da minha parceira, foi pro casamento da irmã mais velha dela. Foi lá que conheci a Tami. A primeira vez que vi ela foi na noite antes do casamento, ela entrou atrás do meu cunhado pela porta da cozinha dos meus sogros. Me impactou na hora, nem sei por onde começar a descrever, ela era tudo demais. Muito bonita de rosto, corpão, altura perfeita, baixinha, cabelo bem loiro natural num tom dourado, bem comprido, quase tocando a bunda linda dela. Tava usando uma calça jeans bem apertada que destacava as pernas finas e torneadas dela, mas coroadas por uma raba muito gostosa. Uma regatinha branca que deixava ver um pouco da barriguinha e uns peitos muito bons, uns 90, mas pareciam bem maiores naquele corpinho.
Quando ela se aproximou pra me cumprimentar, lembro de ter ficado meio nervoso. Ela era tudo que eu curto, uns anos mais velha que eu, começando os 30 agora, aquela mina tava no auge, então fiquei com medo de brochar na hora. Quando me cumprimentou, vi de perto como ela era gostosa de rosto, era demais mesmo, meu cunhado tá muito bem servido, pensei. Tavam juntos faz uns 9 anos. Rosto lindo e uns olhos maravilhosos, cor de mel, que raramente tinha visto. Jantamos com meus sogros, a Tami e meu cunhado iam dormir lá naquela noite, igual a gente. Depois da janta, fomos pra piscina com a Tami, minha mina e o irmão dela tomar umas cervejas na piscina. Porque tava um calorão e a noite tava linda pra isso.
Pô, quando aquela mulher chegou perto da piscina, vinha com um biquíni listrado na horizontal, azul e branco, que estourava aquele corpo, foi inevitável meu pau reagir a esse estímulo. Fui nadar um pouco no fundo pra acalmar a piroca dura. Ficamos um tempinho bebendo e conversando na piscina, eu fazendo de tudo pra não olhar muito pra ela, ou olhar nos olhos quando trocávamos palavra e não endurecer de novo. Depois de um tempo, meu cunhado e ela foram pro quarto deles, a gente pro nosso. Os quartos separados por um banheiro no meio. Meu cunhado tomou banho primeiro, depois a Tami, depois minha namorada, e por último eu. Quando abri a cortina do box, vi pendurada nas torneiras o biquíni da Tami. Era impossível resistir, meu pau subiu só pelo tesão, tava molhado e limpo, mas mesmo assim peguei pra cheirar e bater uma boa punheta com ele. Gozei pra caralho na calcinha dela, lavei de novo e deixei como tava.
De volta ao quarto, ainda tava excitado, então peguei minha mina e meti uma foda do caralho nela. Dei com tudo, com muita vontade de deixar escapar uns gemidos e gritinhos, esperando que a Tami ouvisse alguma coisa. Consegui uma vez ou outra, porque fiquei Um bom tempo metendo nela, até que gozei de novo. De manhã, quando acordei, fui ao banheiro, mas estava ocupado. Era a Tami, dava pra ouvir ela conversando com meu cunhado na cozinha, enquanto minha namorada ainda dormia. Hesitei, mas resolvi esperar ela sair. Eu estava pelado, só de short de futebol, sem cueca e com o pau já meio duro. Fui na fé, apostei que ela ia notar. Ela saiu do banheiro, estava linda pra caralho, com o cabelo meio bagunçado, cara de sono, um shortinho e uma camisetinha curta de pijama. Me cumprimentou e me olhou de cima a baixo rapidinho.
Quando tava indo pro quarto dela, ela me soltou: "Belo polvo que vocês meteram ontem à noite". Não soube o que responder, fiquei paralisado. Pelo pouco que a gente tinha conversado, ela me parecia uma moça muito tímida, me surpreendeu pra caralho a investida dela. "Mas fica tranquilo que só eu ouvi, o outro tava roncando pra caramba." Dei uma risada e ela voltou pro quarto. Ao meio-dia fomos pra igreja pro casamento. Ela tava absurdamente gostosa e puta com um vestido totalmente preto daquele tecido tipo couro. Decote grande, mas não exagerado, o vestido era curto, mas não demais. Cada vez mais eu tava gostando da mistura dela entre simples e uma puta gostosa, ela jogava muito bem nesse meio termo. Não tava muito maquiada, quase nada, e adorei ainda mais isso. De longe, ia ser a melhor da festa. Final da tarde, depois da cerimônia na igreja, fomos pra festa. Dividi o carro com meu cunhado, a Tami e minha mina. Durante essa viagenzinha de meia hora, minha namorada e o irmão dela discutiram feio, pesado demais, o cara passou dos limites com a irmã. A Tami tava claramente nervosa, eu tava morrendo de vontade de dar uns sopapos nele e com mais vontade ainda de comer a mulher dele. Chegamos na festa, comida, bebida, a dança começou. Na primeira parte da dança, ela dançava meio longe do noivo, ainda parecia puta com ele. Mas nunca ficou perto o suficiente de mim pra eu ver o que rolava. Eu não conseguia tirar os olhos dela, tinha que me forçar a olhar pra minha mina ou pro resto da festa, senão ia ficar óbvio demais. Até que tinha umas amigas da noiva que eram bem gostosas, mas estavam vestidas bem mais provocantes que a Tami. Nenhuma chegava perto dela. Depois, na segunda parte da dança, eu peguei ela indo pro bar pegar uma cerveja, e como eu ia fazer o mesmo, segui ela. O bar tava lotado, os barman não davam conta de preparar os drinks, porque, igual na noite anterior, tava um calor do caralho. Quando a gente chegou no final da fila, Ela me diz: "Que punheta, bando de gente" "Mas o que você quer? Te vi tomando cerveja" Mandei essa pra ela sacar que eu tava marcado. Eu sabia, já tinha tomado duas latas, que as brejas vinham na hora, ainda mais com o calor que tava, se você se enfiasse e só pedisse as latas, te davam na mesma hora. "Sim sim, breja" ela falou. Não respondi, fui buscar as latas sem hesitar. Ela me agradeceu e, meio cortando meu rosto, voltou pra pista. A gente dançou em grupo mais um pouco, cada um mais perto dos seus parceiros. Até que num momento, todos os primos e irmãos se juntam na roda e a gente fica do lado da Tami, teve uns roçados casuais, mas quando percebi que ela não tinha mais a lata, falei: "Outra" Ela riu lindamente. "Alguém quer me mamar" Nós dois rimos. "Vamos" ela disse. Fomos pro bar, pegamos mais duas latas. Falamos umas merdas dos parentes, soltamos umas piadas. Depois de 5 minutos de conversa, ela me olha bem fixo e fala: "No lobby do banheiro em 10?" Dessa vez foi mais uma pergunta do que uma ordem ou pedido. "Claro" respondi. A gente dançou aqueles 10 minutos intermináveis, cada um com seu par, sem se olhar nem nada, já tava tudo muito claro. Vi ela sair pro banheiro, esperei um ou dois minutos pra não ficar tão na cara e fui atrás dela. Entrei no banheiro masculino, o feminino tava lotado, o masculino bem menos. Mijei e voltei pro lobby pra ver se a Tami saía, fingi que tava no celular, sob o olhar e as idas e vindas dos parentes. Ela saiu do banheiro e me fala: "Esse tá cheio" "Se a gente entrar rápido no vaso do fundo, acho que dá pra escapar". Falei e ela tirou os saltos pra não fazer barulho na entrada do banheiro masculino. Me pegou pela mão e a gente se enfiou no cubículo do fundo num trotezinho. Tinha uns caras mijando nos mictórios, mas nem perceberam que a gente passou. Entramos, trancamos, e começamos a beijar pra valer. Eu apertava ela toda contra meu corpo pra sentir o duro do meu pau. Ela beijava muito bem, obviamente eu. tava prestes a explodir, apalpava a bunda dela toda, apertava ela mais contra mim. Quando fui tocar na buceta dela, ela me parou, se ajoelhou, desabotoou minha calça, meteu a mão e meu pau tava tão duro que ela custou pra tirar. Quase tirei o cinto e baixei tudo ali mesmo. Mas ela tirou, nunca tinha visto minha cabeça tão roxa, tava a ponto de soltar tudo. Ela logo se jogou na garganta profunda, tudo boca, lábios, língua, só segurando a base do meu pau com três dedos. O movimento dos peitos dela era quase hipnótico durante o boquete, queria chupar eles. Agüentei uns 3 minutos, e joguei toda a porra na boca dela. Ela engolia e chupava, poucas vezes tinha passado por isso assim, queria ela toda, a putinha. Senti que tinha gozado forte. Ela ficou lá embaixo brincando com meu pau e tirando até a última gota mais um pouco. Depois levantou, virou as costas, ia embora!! Nem louco deixava ela depois de me chupar tão furiosamente, ia sem dizer meia palavra. Com um sorrisinho de satisfação. Não tinha chance de ir sem que eu pelo menos comesse ela mais uma vez. Não deixei ela abrir a porta, levantei o vestido dela até a cintura, meu pau endureceu na hora, ao ver que ela não tinha calcinha. A safada tinha tudo preparado caso rolasse alguma dessas. Sem a menor dúvida, me ajoelhei pra chupar os dois buraquinhos dela. Lubrificar um pouco porque a gente tinha que fazer rápido a segunda vez, já que tava demorando e já era suspeito os dois ficarem tanto tempo fora da festa. Por sorte a música do baile continuava a todo vapor. Chupei e lambi uns 2 minutinhos, levantei e enfiei um pouco a cabeça do pau na buceta dela, tava lindamente molhada, devagar enfiei até o fundo que aquela posição permitia. Tirei e enfiei umas vezes mais, bem devagar e bem fundo, pra tirar bem molhado e ver se dava pra enfiar no cu dela.
Quando resolvi tentar a sorte por ali, ela pegou no meu pau e enfiou de volta na buceta dela. Entendi na hora o recado e comecei a meter forte na buceta dela. Nem ideia de quanto tempo foi, mas não mais de 5 minutos já tava prestes a soltar outra gozada nela. Ela não parava de jorrar a cada estocada minha, claramente tinha gozado umas duas vezes, então considerei meu trabalho feito e decidi gozar tudo dentro. Tami claramente percebeu que eu tava gozando dentro, mas não falou nada. Na hora pegou um pouco de papel higiênico, secou as pernas e a buceta. Levantou e disse: "Não se preocupa, gato, tô tomando a pílula." Obviamente escolhi acreditar nela. "Volto rapidinho pro banheiro feminino pra me verem lá, você volta a dançar, volto pra festa num instante." Sem dizer mais nada, saí do cubículo, dei uma olhada rápida no banheiro pra garantir que ninguém pudesse vê-la saindo de lá. Quando a situação ficou segura, falei pra ela sair rápido. Ela entrou no banheiro feminino e eu voltei pra pista, entre feliz e incrédulo com o que tinha rolado, fui pegar mais umas latas e seguimos com a festa. Tem mais experiências com a Tami, que com o tempo passou de concunhada a amante, se o post bombar conto mais. Como sempre aviso, as fotos, exceto algumas só minhas, são só pra ilustrar mais ou menos o que pude aproveitar. Quem sabe um dia alguma se anima a postar fotos comigo. Abraço.
Quando ela se aproximou pra me cumprimentar, lembro de ter ficado meio nervoso. Ela era tudo que eu curto, uns anos mais velha que eu, começando os 30 agora, aquela mina tava no auge, então fiquei com medo de brochar na hora. Quando me cumprimentou, vi de perto como ela era gostosa de rosto, era demais mesmo, meu cunhado tá muito bem servido, pensei. Tavam juntos faz uns 9 anos. Rosto lindo e uns olhos maravilhosos, cor de mel, que raramente tinha visto. Jantamos com meus sogros, a Tami e meu cunhado iam dormir lá naquela noite, igual a gente. Depois da janta, fomos pra piscina com a Tami, minha mina e o irmão dela tomar umas cervejas na piscina. Porque tava um calorão e a noite tava linda pra isso. Pô, quando aquela mulher chegou perto da piscina, vinha com um biquíni listrado na horizontal, azul e branco, que estourava aquele corpo, foi inevitável meu pau reagir a esse estímulo. Fui nadar um pouco no fundo pra acalmar a piroca dura. Ficamos um tempinho bebendo e conversando na piscina, eu fazendo de tudo pra não olhar muito pra ela, ou olhar nos olhos quando trocávamos palavra e não endurecer de novo. Depois de um tempo, meu cunhado e ela foram pro quarto deles, a gente pro nosso. Os quartos separados por um banheiro no meio. Meu cunhado tomou banho primeiro, depois a Tami, depois minha namorada, e por último eu. Quando abri a cortina do box, vi pendurada nas torneiras o biquíni da Tami. Era impossível resistir, meu pau subiu só pelo tesão, tava molhado e limpo, mas mesmo assim peguei pra cheirar e bater uma boa punheta com ele. Gozei pra caralho na calcinha dela, lavei de novo e deixei como tava.
De volta ao quarto, ainda tava excitado, então peguei minha mina e meti uma foda do caralho nela. Dei com tudo, com muita vontade de deixar escapar uns gemidos e gritinhos, esperando que a Tami ouvisse alguma coisa. Consegui uma vez ou outra, porque fiquei Um bom tempo metendo nela, até que gozei de novo. De manhã, quando acordei, fui ao banheiro, mas estava ocupado. Era a Tami, dava pra ouvir ela conversando com meu cunhado na cozinha, enquanto minha namorada ainda dormia. Hesitei, mas resolvi esperar ela sair. Eu estava pelado, só de short de futebol, sem cueca e com o pau já meio duro. Fui na fé, apostei que ela ia notar. Ela saiu do banheiro, estava linda pra caralho, com o cabelo meio bagunçado, cara de sono, um shortinho e uma camisetinha curta de pijama. Me cumprimentou e me olhou de cima a baixo rapidinho.
Quando tava indo pro quarto dela, ela me soltou: "Belo polvo que vocês meteram ontem à noite". Não soube o que responder, fiquei paralisado. Pelo pouco que a gente tinha conversado, ela me parecia uma moça muito tímida, me surpreendeu pra caralho a investida dela. "Mas fica tranquilo que só eu ouvi, o outro tava roncando pra caramba." Dei uma risada e ela voltou pro quarto. Ao meio-dia fomos pra igreja pro casamento. Ela tava absurdamente gostosa e puta com um vestido totalmente preto daquele tecido tipo couro. Decote grande, mas não exagerado, o vestido era curto, mas não demais. Cada vez mais eu tava gostando da mistura dela entre simples e uma puta gostosa, ela jogava muito bem nesse meio termo. Não tava muito maquiada, quase nada, e adorei ainda mais isso. De longe, ia ser a melhor da festa. Final da tarde, depois da cerimônia na igreja, fomos pra festa. Dividi o carro com meu cunhado, a Tami e minha mina. Durante essa viagenzinha de meia hora, minha namorada e o irmão dela discutiram feio, pesado demais, o cara passou dos limites com a irmã. A Tami tava claramente nervosa, eu tava morrendo de vontade de dar uns sopapos nele e com mais vontade ainda de comer a mulher dele. Chegamos na festa, comida, bebida, a dança começou. Na primeira parte da dança, ela dançava meio longe do noivo, ainda parecia puta com ele. Mas nunca ficou perto o suficiente de mim pra eu ver o que rolava. Eu não conseguia tirar os olhos dela, tinha que me forçar a olhar pra minha mina ou pro resto da festa, senão ia ficar óbvio demais. Até que tinha umas amigas da noiva que eram bem gostosas, mas estavam vestidas bem mais provocantes que a Tami. Nenhuma chegava perto dela. Depois, na segunda parte da dança, eu peguei ela indo pro bar pegar uma cerveja, e como eu ia fazer o mesmo, segui ela. O bar tava lotado, os barman não davam conta de preparar os drinks, porque, igual na noite anterior, tava um calor do caralho. Quando a gente chegou no final da fila, Ela me diz: "Que punheta, bando de gente" "Mas o que você quer? Te vi tomando cerveja" Mandei essa pra ela sacar que eu tava marcado. Eu sabia, já tinha tomado duas latas, que as brejas vinham na hora, ainda mais com o calor que tava, se você se enfiasse e só pedisse as latas, te davam na mesma hora. "Sim sim, breja" ela falou. Não respondi, fui buscar as latas sem hesitar. Ela me agradeceu e, meio cortando meu rosto, voltou pra pista. A gente dançou em grupo mais um pouco, cada um mais perto dos seus parceiros. Até que num momento, todos os primos e irmãos se juntam na roda e a gente fica do lado da Tami, teve uns roçados casuais, mas quando percebi que ela não tinha mais a lata, falei: "Outra" Ela riu lindamente. "Alguém quer me mamar" Nós dois rimos. "Vamos" ela disse. Fomos pro bar, pegamos mais duas latas. Falamos umas merdas dos parentes, soltamos umas piadas. Depois de 5 minutos de conversa, ela me olha bem fixo e fala: "No lobby do banheiro em 10?" Dessa vez foi mais uma pergunta do que uma ordem ou pedido. "Claro" respondi. A gente dançou aqueles 10 minutos intermináveis, cada um com seu par, sem se olhar nem nada, já tava tudo muito claro. Vi ela sair pro banheiro, esperei um ou dois minutos pra não ficar tão na cara e fui atrás dela. Entrei no banheiro masculino, o feminino tava lotado, o masculino bem menos. Mijei e voltei pro lobby pra ver se a Tami saía, fingi que tava no celular, sob o olhar e as idas e vindas dos parentes. Ela saiu do banheiro e me fala: "Esse tá cheio" "Se a gente entrar rápido no vaso do fundo, acho que dá pra escapar". Falei e ela tirou os saltos pra não fazer barulho na entrada do banheiro masculino. Me pegou pela mão e a gente se enfiou no cubículo do fundo num trotezinho. Tinha uns caras mijando nos mictórios, mas nem perceberam que a gente passou. Entramos, trancamos, e começamos a beijar pra valer. Eu apertava ela toda contra meu corpo pra sentir o duro do meu pau. Ela beijava muito bem, obviamente eu. tava prestes a explodir, apalpava a bunda dela toda, apertava ela mais contra mim. Quando fui tocar na buceta dela, ela me parou, se ajoelhou, desabotoou minha calça, meteu a mão e meu pau tava tão duro que ela custou pra tirar. Quase tirei o cinto e baixei tudo ali mesmo. Mas ela tirou, nunca tinha visto minha cabeça tão roxa, tava a ponto de soltar tudo. Ela logo se jogou na garganta profunda, tudo boca, lábios, língua, só segurando a base do meu pau com três dedos. O movimento dos peitos dela era quase hipnótico durante o boquete, queria chupar eles. Agüentei uns 3 minutos, e joguei toda a porra na boca dela. Ela engolia e chupava, poucas vezes tinha passado por isso assim, queria ela toda, a putinha. Senti que tinha gozado forte. Ela ficou lá embaixo brincando com meu pau e tirando até a última gota mais um pouco. Depois levantou, virou as costas, ia embora!! Nem louco deixava ela depois de me chupar tão furiosamente, ia sem dizer meia palavra. Com um sorrisinho de satisfação. Não tinha chance de ir sem que eu pelo menos comesse ela mais uma vez. Não deixei ela abrir a porta, levantei o vestido dela até a cintura, meu pau endureceu na hora, ao ver que ela não tinha calcinha. A safada tinha tudo preparado caso rolasse alguma dessas. Sem a menor dúvida, me ajoelhei pra chupar os dois buraquinhos dela. Lubrificar um pouco porque a gente tinha que fazer rápido a segunda vez, já que tava demorando e já era suspeito os dois ficarem tanto tempo fora da festa. Por sorte a música do baile continuava a todo vapor. Chupei e lambi uns 2 minutinhos, levantei e enfiei um pouco a cabeça do pau na buceta dela, tava lindamente molhada, devagar enfiei até o fundo que aquela posição permitia. Tirei e enfiei umas vezes mais, bem devagar e bem fundo, pra tirar bem molhado e ver se dava pra enfiar no cu dela.
Quando resolvi tentar a sorte por ali, ela pegou no meu pau e enfiou de volta na buceta dela. Entendi na hora o recado e comecei a meter forte na buceta dela. Nem ideia de quanto tempo foi, mas não mais de 5 minutos já tava prestes a soltar outra gozada nela. Ela não parava de jorrar a cada estocada minha, claramente tinha gozado umas duas vezes, então considerei meu trabalho feito e decidi gozar tudo dentro. Tami claramente percebeu que eu tava gozando dentro, mas não falou nada. Na hora pegou um pouco de papel higiênico, secou as pernas e a buceta. Levantou e disse: "Não se preocupa, gato, tô tomando a pílula." Obviamente escolhi acreditar nela. "Volto rapidinho pro banheiro feminino pra me verem lá, você volta a dançar, volto pra festa num instante." Sem dizer mais nada, saí do cubículo, dei uma olhada rápida no banheiro pra garantir que ninguém pudesse vê-la saindo de lá. Quando a situação ficou segura, falei pra ela sair rápido. Ela entrou no banheiro feminino e eu voltei pra pista, entre feliz e incrédulo com o que tinha rolado, fui pegar mais umas latas e seguimos com a festa. Tem mais experiências com a Tami, que com o tempo passou de concunhada a amante, se o post bombar conto mais. Como sempre aviso, as fotos, exceto algumas só minhas, são só pra ilustrar mais ou menos o que pude aproveitar. Quem sabe um dia alguma se anima a postar fotos comigo. Abraço.
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