Meu enteado pervertido

Acalma, deixa eu contar outra história.


quase sempre esse assunto é contado por eles e não pela madrastra, como dessa vez


Espero que vocês curtam muito e me avisem nos comentários.




OBRIGADO POR ME LER


















Com o Carlos tá tudo bem, ele me ama mesmo sendo um inútil na cama e sem mim seria um coitado, sem personalidade nenhuma. Logo de cara percebi que com o Javier, filho dele, ia ter uns problemas, porque ele é muito atrevido e não parava de me assediar quando o Carlos ia trabalhar. Os únicos momentos tranquilos eram quando o Javier ia pra faculdade. Uma manhã, aconteceu o que já tava destinado a rolar: eu tava de roupão, porque tinha acabado de levantar da cama e tomei café com o Carlos. Quando ele foi embora, o Javier apareceu na cozinha.


Te preparo o café da manhã?


Javier, sim, claro.


comecei a fazer um café pra ele e de repente, sem perceber, talvez por estar meio sonolenta, ele me pegou pela cintura por trás, encostando o pacote dele na minha bunda


O que cê tá fazendo, me solta, aiiii


Empurrei ele pra trás e consegui me soltar dele, que me disse


Javier tá de boa, tá de boa.


A verdade é que aquele pacotão tinha despertado algo muito forte, porque, como eu disse antes, o Carlos tinha dificuldade pra me comer. Tava pensando nisso quando o Javier voltou com tudo pra cima de mim. Dessa vez, demorei um pouco mais pra afastar ele, deixei aquele pacote brincar no meu cu pelo menos um tempinho, mas consegui escapar de novo. Meu cinto tinha afrouxado.


Mas Javier, o que cê tá fazendo? Sou a mulher do teu pai, porra. Se comporta direito, quer.


Me virei de novo pra fazer as torradas e aí foi tudo pro caralho, dessa vez o Javier voltou com tudo, decidido a não me deixar escapar, e também é verdade que naquela altura eu já não queria mais escapar, mesmo não querendo nada com o Javier, mas aquela pica se esfregando na minha buceta derretia minha resistência, eu precisava dela de verdade, mesmo sentindo que era errado.


Não, Javier, não, me solta, me solta ahhh ahhhh, para, para ahhh ahhh


já era impossível me segurar pra mim, as mãos dele esfregavam meus peitos, o avental tava completamente aberto me deixando nua na frente do javier, fazia muito tempo que eu não tinha uma pica assim e por isso quando consegui me virar, não foi ele quem conseguiu me ajoelhar, na verdade eu mesma me deixei cair na frente do javier que imediatamente puxou a pica dele e colocou na minha cara, coisa que tentei evitar mas com a insistência dele abri minha boca pra recebê-la, surpresa com o tamanho, deixei ele controlar o boquete e assim tudo acabaria, talvez ele se contentasse com isso, mas não foi assim, quando consegui tirar a pica dele da boca, javier me deitou no chão com um empurrão, quando senti ele em cima de mim soube que tinha perdido e só falava que não enquanto ele penetrava minha buceta empapada e apesar de eu negar ele começou a me comer, o prazer me inundou como não fazia há tempo mas consegui não gemer, tentando não mostrar o que tava sentindo com aquela foda gostosa, queria fazer ele sentir que tava me estuprando e assim não mostrar o quão puta eu era, mas ainda faltava algo mais, foi quando ele tirou a pica da minha buceta e sem dizer nada enfiou no meu cu, aí não consegui segurar meu grito e meus gemidos


Isso aí, faz teu velho de cornoooo ahhhh ahhhh cê gosta de fazer ele de corno, não é mesmo? ahhhh ahhh ahhh


Javier, você é uma puta e meu velho não sabe te comer direito, me diz que você não gosta.
 
Não respondi, só continuei gemendo, e mais ainda quando ele tirou de dentro do meu cu e enfiou de novo na minha buceta, fazendo eu gozar, e mais ainda quando finalmente Javier gozou dentro de mim, enchendo toda a minha buceta. Aí acabou tudo. Ele se levantou e foi tomar banho pra ir embora sem dizer nada. Eu fiquei arrumando a cozinha enquanto sentia o gozo dele escorrendo pela minha buceta, manchando minhas pernas. Aí fiquei pensando no que fazer: contar pro Carlos o que o filho dele tinha feito comigo? Com certeza ele ia defender o filho, talvez dissesse que eu provoquei, e seria o fim. Mas guardar esse segredo podia me transformar na putinha dele, e mesmo que eu não gostasse da ideia, eu tava adorando como nunca. Simplesmente deixei pra lá. Naquele dia, não consegui parar de pensar em como ele me comeu. Me excitava muito aquela forma forçada como ele fez. Com certeza Javier achava que tinha me dominado, mas não era verdade, porque eu só sabia que tinha deixado ele fazer. Sabia que aquilo excitava ele e que ele ia fazer de novo. Tudo tinha virado um jogo pra mim. Claro que sempre tinha que ser um segredo entre nós dois. Ele não sabia como o pai dele reagiria se descobrisse, já que eu podia acusar ele de ter me estuprado. Então eu adorava aquele jogo perverso. Naquela tarde, Javier chegou da faculdade e entrou no quarto dele sem nem me cumprimentar. Percebi que ele tava me ignorando completamente, como se eu não estivesse em casa. Mas isso mudou à noite, quando Carlos chegou. Foi aí que Javier começou a me assediar, mas de forma mais aberta do que antes. Até levei uns tapas na bunda enquanto lavava a louça na frente do pai dele. Naquela noite, conversei com Carlos.


amor, vou te falar uma coisa e espero que não te incomode


Carlos, já sei, é sobre o Javier. Você tá puta com a atitude dele, não é?


A verdade é que sim.


Carlos, não seja assim. Já sei que o Javier é meio atrevido, mas olha o lado bom dele: ele ficar em cima de você o tempo todo quer dizer que você gosta dele, e isso devia te deixar orgulhosa. No fim das contas, um garoto da idade dele te achar gostosa é tipo um elogio.


sim, a verdade é que sim, mas também me deixa desconfortável


Carlos, não dá tanta importância pra isso, meu amor. Tô certo de que é só um jogo, o que mais pode acontecer?


Então, do jeito que você tá falando, o que eu faço? Deixo ele brincar?


Carlos, claro que sim, não entendo, te incomoda que teu filho dê uma flertadinha contigo?
 
Nada, pelo contrário, até porque o Javier não é nada feio.


Carlos, beleza, então já tá mais tranquila, amor? Vamo dormir que amanhã tenho um trampo danado.


O Carlos é um otário ou fica excitado sendo corno, acho que é a segunda opção, porque naquela noite, antes de dormir, a gente transou gostoso, embora pra ser sincera, o pau dele parece um piroquinha comparado com o do filho. Já de manhã, eu tava convencida de que ver o filho dele me assediando tinha deixado ele muito excitado, já que normalmente ele só me come aos domingos. Naquela manhã, a gente tomou café os três juntos e, mesmo assim, o sem-vergonha do Javier, quando foi embora com o pai, já tinha encostado a rola na minha bunda umas duas vezes pelo menos. O mais chamativo é que, apesar da minha rejeição, o Carlos não pareceu se importar nem um pouco; pelo contrário, eles foram embora rindo como se nada tivesse acontecido. Então pensei: já que ele gosta tanto de ver o próprio filho querendo botar chifre nele, eu tava disposta a dar um belo show. Foi aí que decidi mudar meu visual, comecei a usar saias curtas e blusas decotadas, pra que meus peitões não passassem despercebidos. Não é que eu queria que o Javier me comesse de novo, embora não fosse nada mal se ele fizesse isso, mas mais do que tudo, queria continuar o jogo dele na frente do meu marido, já que isso deixava ele tão excitado, e assim talvez o Carlos me comesse mais vezes. Naquela tarde, o Javier nem me viu quando voltou da faculdade, e à noite ele se soltou completamente quando desceu pra jantar com a gente. A excitação dele era mais que evidente, e eu me atrevi a provocá-lo algumas vezes. Sabia que me inclinar pra colocar os pratos na mesa deixaria o Javier ver parte da minha tanga, e isso me excitava.


Javier, meu velho, parece que a Dani precisa que você dê atenção pra ela.


Carlos, não fala isso, tá falando por ela ser gostosa? É que a Dani sabe que eu adoro ver ela assim, e você não?


Javier: claro que eu gosto, mas se você não atender ela, eu mesmo cuido disso.


Tranquilo, Javi, tranquilo. Só seu pai me atende. Mesmo assim, valeu. Não pensei que ainda podia atrair um novinho na minha idade, mas melhor deixar por isso mesmo. Não é verdade, amor?


Carlos, pra mim não tem problema, pelo contrário, se o Javi te admira tanto, isso significa que eu tenho uma mulher gostosa do meu lado.


bem na hora que eu tava levantando os pratos, o carlos foi pro banheiro e isso fez o javi colar em mim por trás, esfregando o volume dele na minha bunda


Javier, cê tá me provocando, sua putinha? Quer outra foda? Dá pra ver que você gostou pra caralho, não é mesmo?


minha buceta já estava molhada e sim, eu precisava de mais uma foda violenta, alguma coisa dentro de mim pedia por isso aos berros, sentir a dureza daquele pau no meu cu me fazia fraquejar, não sei de onde tirei forças pra falar pra ele


Não, chega, para. Teu pai já tá voltando do banheiro, isso foi um erro.


Javier, você tem razão, mas se não for hoje à noite, amanhã você não escapa. Você já é minha putinha e adora isso.


Não, não gosto que me trate assim. Sou a mulher do seu pai e quero continuar sendo.


Javier: bom, meu velho nessa parada de compartilhar é muito bom, tenho certeza que ele adoraria que você fosse minha putinha.


Não fala isso, e chega, chega, acaba com ela de uma vez.


não sei de onde tirei forças pra segurar os gemidos, sentia que o pau dele tinha ficado duro como pedra, pra minha sorte o carlos voltou do banheiro e isso afastou o javier da minha buceta


Carlos, você vai preparar café, amor?


se você quiser, sim, minha vida, mas o café não tira seu sono?


Javier, melhor vocês irem dormir que já é tarde, eu vou ficar estudando.


Carlos Javi tem razão, por que você não faz um café pra ele e a gente vai dormir?


Javier: não, não, tá de boa, eu fico só mais um pouco, depois vou me deitar.










NÃO DEIXEM DE COMENTAR E DE DAR ALGUM PONTO




se é que acham que ela merece


Pronto, vem a continuação.

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