Familia unida-familia dividida

(Já deixo claro que não sou o autor original desta história. Li ela há anos e fiquei muito insatisfeito com o enredo, mesmo que desse para muito mais. Tentei contatar o autor, mas ele não respondeu, e na verdade abandonou a história na terceira publicação. Então, estou trazendo ela com as modificações adequadas para ficar excitante de ler. Mudei os nomes e certos acontecimentos para dar mais tempero. Espero que curtam, terá quatro episódios, então vamos começar.)

Por causa de uma desgraça familiar, uma família se isola do resto das pessoas e isso traz consequências.

A família Soledo é composta por cinco membros: Cinthia Soledo, a mãe, tem 38 anos e se conserva muito bem. Tinha umas tetas enormes e firmes, uma bunda grande e empinada, umas pernas longas e grossas, um abdômen liso, cabelo ondulado e ruivo, olhos castanhos e sardas. É muito gostosa. É o tipo de mulher que todo homem vira para olhar. É dona de casa e pediatra aposentada.

Xander Soledo, o pai, tem 38 anos, é um homem alto e forte. Não se cuida porque delega o trabalho nos filhos, se dedicou a beber, embora ainda seja saudável. Ainda faz bastante sucesso com as mulheres, o que tira a paciência da esposa.

Vanny Soledo, a filha mais nova, tem 19 anos, se parece fisicamente com a mãe. Tem as tetas grandes e durinhas, uma bunda grande e redondinha por causa do exercício, umas pernas longas e torneadas pelo mesmo motivo. É branca, mas sem as sardas da Cinthia. É uma jovem muito gostosa, igual à mãe. Não tem namorado.

Loon Soledo, o gêmeo conhecido, tem 21 anos, é um cara baixinho e feminino, com cabelo laranja comprido e ondulado, lábios grossos e rosados, um rostinho bochechudo como o pai, herdou as sardas e a bunda da mãe. Se cuida fazendo esporte. Faz bastante sucesso na universidade e, apesar do jeito afeminado, nunca sofreu bullying, porque era tão inteligente que cobrava de todo mundo na escola para fazer a lição deles. Está solteiro.

Kayleb Soledo, o gêmeo novo, tem 21 anos, é um cara Alto e magro, pratica esporte, foi trabalhar com o pai na empresa de limpeza industrial. Tem namorada. Silvia Soledo, a avó, tem 60 anos e se conservava muito bem, tinha uns peitos grandes e redondos, uma bunda grande e firme, umas pernas longas e grossas, abdômen definido, cabelo ondulado e laranja. É dona de casa e ex-bailarina. Zack Soledo, o avô, tem 60 anos, é um homem alto e magro, aposentado. Passa o tempo dando voltas e vendo TV. Manuela Soledo, a tia, tem 42 anos, é parecida fisicamente com a mãe. Tem os peitos grandes, gordos, uma bunda grande e empinada, umas pernas torneadas, é morena de cabelo, solteira. Cinthia era feliz casada com Xander, eram felizes no casamento, com a família unida. Viviam e trabalhavam no campo, quase sem contato com a civilização. Lá cultivavam e criavam os animais e hortaliças ou frutas que comiam. Mas faltava uma coisa para ser tudo completamente perfeito: recuperar o filho mais velho, Kayleb. O motivo de não terem relação social com o exterior era basicamente porque estavam desiludidos com a sociedade, pelo tratamento que receberam ao perder o bebê. No hospital, roubaram o bebê deles. Não deram explicações, os chamaram de mentirosos e de querer dinheiro fácil com extorsão. Depois de muito brigar e anos de processos, não conseguiram nada, o filho continuava perdido. Se acostumaram e, como família, juntos, seguiram em frente, se isolando no campo. Toda a família morava na fazenda, propriedade do patriarca, Zack. Naquela manhã, Silvia estava alegre e ocupada preparando a festa de aniversário de Cinthia quando o telefone tocou. Cinthia: Alô! – atendeu. ??: Olá, desculpe, a senhora Cinthia Soledo? – disse bem sério. Cinthia: Sim, pode falar – respondeu. ??: Olha, a senhora não me conhece, mas preciso falar com a senhora... Cinthia: Fale, estou ouvindo – disse séria. ??: Teria que ser pessoalmente, poderia ir vê-la? – disse trêmulo. Cinthia: Só se Ela me disse: "Quem é você e o que está vendendo?" — falou séria.
??: "Não vendo nada. Sou... sou... seu filho Kayleb..."
Por uns instantes, ela ficou petrificada. O filho dela, aquele bebê que roubaram assim que nasceu, estava chamando por ela. Não sabia o que fazer ou dizer.
Kayleb: "Mamãe, mamãe!" — disse, com medo de ser rejeitado.
Cinthia: "Me perdoa! Me dá seu telefone que eu te ligo..."
Anotou num papel o número que ele deu e ficou paralisada depois de desligar a ligação. Não conseguia se mexer, principalmente pela dor que sentia ao pensar no filho perdido. As lágrimas começaram a escorrer pelo rosto dela. Estava apavorada.
Xander: "Amor! Aconteceu alguma coisa?" — disse preocupado.
Xander abraçou ela e ela sentiu o carinho dele, se acalmando um pouco. Pegou o telefone que tinha anotado e se encarregou de falar com o suposto filho. Combinaram de se encontrar no dia seguinte na entrada da fazenda. Não contariam nada pra ninguém até ter certeza de que não era uma brincadeira ou um engano.
No entanto, o caso do rapaz era diferente. Quando a mãe dele desligou o telefone, ele começou a chorar. Durante muito tempo, ficou procurando por ela e decidindo se a conheceria ou não. Fazia uns três anos que tinha descoberto a verdade quando a mãe adotiva morreu; ela explicou tudo numa carta. Ele tinha que tentar e já tinha dado o primeiro passo. Estava muito nervoso pra conhecê-la e saber se ela o aceitaria ou não.
Naquela noite, ele mal tinha dormido, esperando o momento de ver a mãe. Terminou de se vestir e pegou a foto que guardava, caso um dia decidisse procurar por ela. Ninguém sabia quem os tinha separado, mas o rapaz sabia quem foi: Manuela, uma ex-namorada ciumenta do pai dele, que, morrendo de inveja e ciúmes, o roubou pra machucá-los. Ele só tinha visto a foto da mãe numa carta que ela escreveu e entregou no leito de morte.
Foi até o portão da fazenda. Se surpreendeu: era muito grande, sem enfeites, imponente, com a foto nas mãos, nervoso e olhando pra todos os lados.
A pobre Cinthia não tinha pregado o olho, pensando se era mesmo o filho perdido dela. Xander estava Igual. Passaram a noite inteira de mãos dadas, sem dizer uma única palavra e de olhos abertos, olhando pro teto, pro nada. Xander tava dirigindo, Cinthia tava muito nervosa, as pernas dela tremiam. Chegaram no portão sem falar nada. Os olhos dos dois procuraram aquele jovem. Ela ficou paralisada. Aquele jovem segurando uma foto nas mãos era filho dela, era idêntico ao pai. O corpo inteiro dela começou a tremer. O garoto alternava o olhar entre a foto nas mãos dele e a mulher que tava na frente dele agora. Sim, era ela. Ele, tremendo, mostrou um sorriso fraco. Aos poucos, foi se aproximando, seguido por um homem que ela achou que era o pai dele, viu a semelhança com ele. Xander: "Oi, sou o Xander!" — estendeu a mão e apertou a dele, chorando. Puxa ele pra um abraço. Kayleb: "Oi, sou o Kayleb!" — olhou pra mãe dele, que continuava parada do lado deles sem se mexer — "Oi, sou o Kayleb!" — soltei a mão do pai dele e, com medo, estendeu pra mãe dele. Cinthia: "Filho!" — entre soluços, se abraçou nele — "Finalmente!" — não dizia mais nada enquanto chorava. O abraço era intenso. A umidade das lágrimas dela molhava o pescoço do moleque. Sentaram no chão. As pernas não aguentavam mais. Xander, emocionado, se abraçou neles. Ficaram vários minutos assim. Cinthia enchia a cara do filhote dela de beijos, como se ele fosse sumir de repente, como se fosse um sonho. Contaram tudo que puderam das vidas deles, e o garoto aceitou de boa a vida da família, esperando que aceitassem ele. Todos sentiam uma alegria imensa. Cinthia: "Você tem irmãos, o Loon e a Vanny, ela é a caçula" — começou a contar — "A vó Silvia, o vô Zack e a tia Manuela. Eles vão ficar loucos pra te ter por perto! Todo mundo sabe que você existe e tá doido pra te conhecer, mas não sabem que você tá aqui." Kayleb: "E por quê?" — disse, pensando que não queriam ele. Xander: "A gente passou anos te procurando, ninguém acreditava na gente e a gente se isolou aqui" — explicou — "Não queríamos dar uma alegria que depois fosse falsa, teve gente que pregou um monte de peças na gente. pesados todos esses anos. Kayleb: Desculpa – disse, envergonhado. Cinthia: Vamos pra casa, filho – acariciando o rosto dele – Sua casa, vamos conhecer a família – disse segurando as mãos dele. Em casa, Vanny acordou alegre naquela manhã. Pegou uma calcinha na gaveta e tomou um banho. Depois do banho, procurou os pais pela casa. Eles costumavam tomar café juntos. Não os encontrou, mas a avó estava na cozinha preparando o café. Vanny: Oi, vó! – disse dando um beijo carinhoso na bochecha dela. Silvia: Anda, senta e come!. Naquele momento, Cinthia e Xander entraram pela porta de casa junto com Kayleb, com as malas. Silvia soube quem era só de olhar, ele se parecia demais com o genro. Deixou os pratos caírem das mãos e levou a mão à boca. O barulho atraiu Loon e Zack, que também olhavam para Kayleb boquiabertos. Silvia o encarava espantada. Cinthia: Que bom que vocês estão todos juntos – disse alegre e chorosa. Xander: Apresentamos a vocês o Kayleb, nosso filho roubado, ele voltou! – disse celebrando como o maior prêmio da vida dele. Silvia: Vem cá, bebê! – disse emocionada, dando um abraço apertado. Zack: Uau – disse surpreso, mas feliz, se juntando ao abraço. Os irmãos dele olhavam sem acreditar. Finalmente, quando os avós se afastaram dele e quando a avó parou de dar beijos no rosto dele enquanto chorava emocionada, os irmãos deram um abraço forte, sorrindo, como boas-vindas. Quando também soltaram, foi a vez da tia. Manuela olhava espantada, sempre foi apaixonada pelo marido da irmã, mas ver agora a semelhança do rapaz a fez corar. Finalmente, quando todos os olhares estavam nela, reagiu e abraçou ele, sem jeito, mas desejosa. Manuela: Bem-vindo à sua casa, sobrinho – disse com a voz embargada. Sentaram na sala, com Kayleb entre os pais. Colocaram a conversa em dia, Kayleb contando como tinha sido a vida dele até aquele momento e eles contando a Confirmando o que os pais dela já tinham dito, que praticamente eram um bando de eremitas. Nem Vanny nem Manuela conseguiam tirar os olhos dele, e não olhavam pra ele como o resto da família, olhavam com desejo, como se não existisse outro homem no planeta. Só Silvia e Cinthia perceberam isso, mas nenhuma falou nada. Ninguém perdia um detalhe das palavras de Kayleb. De qualquer forma, naquela casa tinha tanta alegria que, por enquanto, tomava conta de tudo. Loon e Xander colocaram ele a par dos serviços que precisavam ser feitos na fazenda, era tudo novo pra ele, mas ele gostou da ideia, sempre sentiu que não pertencia àquele lugar onde estava antes. Cinthia: Espero te dar todo o carinho e o amor que não pude te dar todos esses anos – disse ainda emocionada. Vanny: E eu – disse sem desviar o olhar do garoto, um olhar ardente, mas cheio de carinho. Manuela: E eu também – disse do mesmo jeito, com um suspiro incluso. Foi aí que os olhares de Cinthia e Silvia se encontraram ao ouvir as outras duas mulheres. Rapidamente entenderam as intenções delas, mas por motivos estranhos que não souberam decifrar naquele momento, alternaram os olhares entre o garoto e elas e ambas concordaram com as outras duas. Para surpresa de todos os homens ali presentes, Cinthia e Silvia ficaram vermelhas, mas se olhavam decididas. Trocaram olhares com Manuela e Vanny e concordaram de novo, antes de Cinthia pegar a mão do filho entre as suas. Tia e sobrinha se olharam surpresas. Sorriram felizes. Silvia: Vamos, querido, você precisa se alimentar bem se quiser ajudar sua família nos trabalhos – disse indo pra cozinha de novo. As mulheres da família se olharam e seguiram a matriarca. Os homens ficaram conversando e contando histórias, alheios ao que rolava na cozinha. Cinthia: O que vocês estão pensando, suas loucas! – disse furiosa – Não ousem! Vanny: Mãe… Cinthia: Nem mãe nem nada – disse baixando a voz. a voz baixa para que da sala não a ouvissem – Não sei o que está rolando com vocês, mas proíbo vocês de fazerem qualquer coisa do que estão pensando. Manuela: Não é o que você está pensando – disse pra acalmá-la. Cinthia: Vocês não estão pensando em comer ele? – disse séria e ciumenta – É meu filho! Silvia: Por isso mesmo – disse calmamente. Todas olharam pra ela, surpresas. Cinthia: O que você quer dizer? – disse séria. Silvia: Vamos botar as cartas na mesa – disse séria – Por exemplo, Manuela, você sempre foi apaixonada pelo Xander, mas como ele é marido da sua irmã, nunca chegou perto dele e se segurou; agora você vê esse jovem, que é seu sobrinho, que acabou de conhecer, ainda não enxerga ele como família, mas ele se parece tanto com seu amor proibido que seu cérebro acha que pode se aproximar dele, amorosa e sexualmente – disse surpreendendo elas. Cinthia: Isso é verdade? – disse chocada. Manuela: Sim – confessou chorando – Sempre amei ele, mas por respeito a você nunca cheguei perto. Cinthia: Irmã – disse emocionada – Tá tudo bem, eu entendo. Silvia: Agora, Vanny – disse assustando ela – Você não conhece nenhum garoto fora dessa fazenda, ele é o primeiro que vê, e você gosta dele; seu cérebro vê ele como o único homem que você pode ter, e que seja assim pra sempre – disse muito séria – É algo normal, você não vê ele como seu irmão. Vanny não disse nada, só ficou vermelha, sendo agora a vez dela de ser abraçada pela mãe. Cinthia: Se isso te faz feliz, querida, a mamãe vai fazer vista grossa – sussurrou pra ela. Silvia: E por último, você e eu, Chari – disse muito séria – A gente vê ele como ele é, seu filho e meu neto, mas por ter ficado tanto tempo separadas dele, sem poder dar todo nosso carinho, nosso amor maternal, isso faz com que esse amor se mostre de outro jeito, principalmente sexual. Não tem nada de errado e é bem comum, mesmo que não seja normal e a gente sinta vergonha, mas o incesto, no fim das contas, é só mais um jeito de mostrar amor pra nossa família, mais carnal, mais próximo. Cinthia chorava, mas concordava com o que a mãe disse. Manuela: Mãe, como você sabe tudo isso? – disse surpresa. Silvia: A sua, porque sou sua mãe e há um tempo te ouço batendo uma e chamando pelo Xander – disse divertida, deixando a filha vermelha – E o resto, eu tenho um passado, mesmo não tendo terminado a faculdade por engravidar, estudei os dois primeiros anos de Psicologia na universidade – confessou, surpreendendo todas – E duvido que aquele garoto reclame se alguma de nós for mais que carinhosa com ele. Enquanto isso, na sala, Kayleb nem nos seus melhores pensamentos tinha imaginado que sua família o receberia assim, de braços tão abertos. Ele ria junto com o irmão das besteiras que o pai dizia e fazia. Conversava com o avô sobre assuntos pessoais, coisas sérias. Ajudaram ele a se instalar no novo quarto. A casa era grande, tinham muitos quartos, o dele ficava ao lado do da irmã e meio afastado do resto. Pelo corredor, iam mostrando de quem era cada um. Primeiro o dos avós, depois o da tia, no fundo o dos pais, virando a esquina, no fundo, o da irmã e o dele. Abriu a porta e entrou quase correndo, pulou e sentou na minha cama. Largou as malas e olhou ao redor enquanto todos olhavam para ele. Xander: Gostou? – disse sorrindo – Ei, filho, tá namorando? Kayleb: Não – disse sério de repente, com o olhar perdido. Se entreolharam. Ninguém quis perguntar mais. Voltaram pra sala e viram as mulheres sorrindo enquanto arrumavam a mesa, a comida. Não sabiam da conversa que tinha rolado na cozinha, mas viram os olhares decididos delas. Xander: Já tão preparando o que? – disse divertido – Vocês vão assustar ele! Cinthia: Cala a boca! – disse dando um beijo no marido. Silvia: Vamos, comer! A família comeu pela primeira vez completa, reunida, enquanto batiam papo sobre suas experiências. Durante o dia, mostraram a fazenda, os trabalhos que faziam e como fazê-los. Ele foi ajudando no que dava enquanto aprendia. À noite, depois do jantar, exausto, foi pro quarto. Kayleb: Bom, eu vou... Vou pra cama" – disse ele, levantando-se da mesa. Não o deixaram recolher. Cíntia: "Filho, precisa de alguma coisa?" – perguntou solícita. Kayleb: "Não, mãe. Se não se importam, ajudo vocês a guardar isso e depois vou pro quarto..." Cíntia: "Não precisa" – disse ela – "Vai descansar..." Enquanto Cíntia e Sílvia vão lavar a louça e os homens saem no quintal pra fumar, Kayleb é levado pro quarto pela tia, que o segura pelo braço, sorrindo, feito uma menininha. Vanny fica vendo TV. Kayleb, por algum motivo, parecia desconfortável com o contato físico. Manuela percebeu. Manuela: "Aconteceu alguma coisa?" – perguntou preocupada. Kayleb: "Não, nada. É que não tô acostumado com carinho" – disse sério e rígido. Manuela: "Mas a gente te abraçou e você não ligou..." Kayleb: "Abraços não me incomodam, mas toques não tô acostumado" – disse encolhendo os ombros – "Vai ser questão de me acostumar, acho." Manuela: "Por que você não tá acostumado?" – perguntou preocupada. Kayleb: "A mulher que me criou nunca me mostrou afeto, sempre abusou de mim, afetiva e carnalmente" – disse sério. Manuela: "O que isso significa exatamente?" – disse séria. Kayleb: "Bom, ela não me dava abraços, nem beijos, dizia que a única forma de carinho era obedecer" – disse sério. Manuela não conseguiu evitar sentir raiva daquela mulher nojenta e desgraçada que não se contentou em arruinar a vida deles ao separá-los de um parente, mas ainda criou o moleque de qualquer jeito. Não pensou duas vezes. Com todo cuidado, pegou o garoto pela mão e o colocou na frente dela. Olhou pra ele com um sorriso e o abraçou com ternura, colando o corpo com delicadeza no corpo do garoto. Diego sentia as curvas da mulher. Tava entre desconfortável e excitado. Manuela: "A partir de hoje, sua família vai te encher de atenção, amor, carinho, beijos e muitos, muitos abraços" – disse sentindo um carinho especial pelo garoto – "Nós somos sua família." Ele me abraça. Me gruda nele, emocionado. Adoro o cheiro dele! Esse cheiro me penetra e me embriaga a mente. Sua Meus braços me envolvem pelos ombros e me sinto protegida. Minha buceta fica molhada com o contato do corpo dele. Passo meus braços pela cintura dele. Uff, quero ele entre minhas pernas! Não consigo evitar. Quero dar carinho, dar prazer, sentir ele me usando pra esvaziar a carga dele dentro de mim. Kayleb: Valeu por tudo, tia! – disse emocionado. Ele se afasta de mim, meu corpo não quer. Vai em direção ao quarto. Eu não posso ir com ele, por mais que queira. Minha buceta tá ardendo, sinto minha calcinha encharcada. Tenho que me masturbar. Manuela foi rápida se masturbar no quarto dela, mas não fechou direito a porta. Sem saber o que a filha tava fazendo, Silvia foi até o quarto dela pra preparar o aniversário da neta. Só quando chegou e abriu a porta que encontrou a filha pelada, na cama, de pernas abertas, beliscando os peitos com força com uma mão enquanto a outra se mexia sem parar na buceta molhada. Ficou surpresa e meio excitada, principalmente porque ela só gemia um nome. Manuela: Kayleb! Sobrinho! – gemia sem parar, toda molhada – Me faz sua! Sem ser vista e meio excitada, saiu do quarto, fechando a porta atrás de si, deixando a filha se masturbar sossegada. Foi pro quarto do Kayleb, mas encontrou a Vanny, espiando o menino. Nessa hora, Cinthia apareceu do lado dela, olhando entre surpresa e preocupada pra Vanny. Vanny: Vanny! – sussurrou o suficiente pra chamar a atenção dela. Com o olhar mandou ela vazar dali. A novinha, excitada com o que via e sem se segurar, imitou a tia e foi pro quarto dela. Silvia, junto com a filha, passaram na surdina pela porta do quarto do menino e não conseguiram evitar de olhar. Viram o garoto de cueca, marcando um belo volume na virilha, o corpo semi nu, musculoso, alto. As duas gostaram da vista, dava pra ver nos peitos duros delas. Silvia olhou pra filha, que se forçou a não olhar mais pro filhote, e as duas foram pro quarto da Vanny. Encontraram ela Igual que a Manuela, na mesma posição e fazendo a mesma coisa. Vanny: Mano! Kayleb! Te amo, me faz tua! – ela gemia sem parar de se masturbar. Silvia fechou a porta, igual fez com a filha, e levou uma Cinthia excitada e tarada pra cozinha. Kayleb, no quarto dele, sem saber de nada, deitou pra dormir bem tranquilo e, pela primeira vez na vida, dormiu com um sorriso no rosto.

Na cozinha, mãe e filha tavam conversando. Cinthia: Viu aquela degenerada? – falou meio puta – Que filha que eu criei? Silvia: Para de falar besteira – respondeu séria e lúcida. Cinthia: Besteira? – falou surpresa – Besteira? Silvia: Sim, besteira, ponto número um, você criou seus filhos muito bem, ensinando valores e a amar a família, como a gente já falou, não tem problema nenhum dar um love pro garoto – disse séria e lúcida. Cinthia: Cê tá se ouvindo? – falou séria. Silvia: Tô, e sei que, igual sua filha e sua irmã, que eu peguei se masturbando que nem uma louca e gemendo o nome do seu filho – contou pra filha surpresa – Seu filho te excita, vi como você olhava pra ele, e além de querer ele como filho, você deseja ele como homem, igual eu mesma – confessou. Cinthia: De onde cê tirou isso? – falou nervosa – Cê deseja ele? Silvia: Sim, desejo, tenho olhos iguais aos seus, e gostei do que vi, além disso, me dá um tesão pensar em transar com o Kayleb ou ver ele transando com vocês, é uma forma de amar mais – disse séria – Não vejo problema enquanto for algo consensual, o que com certeza vai ser da parte de qualquer uma de nós. Cinthia: É verdade que eu gostei do que vi – falou corada – Mas… Silvia: Deixa tudo fluir naturalmente, no fim das contas, mesmo sendo mãe dele e de agora em diante cuidar dele como tal, você não criou ele, é normal que o love maternal vire carnal agora – disse séria – Tem que se deixar levar, e te garanto que sua filha e sua irmã vão fazer isso, então a gente também vai. Cinthia: Vou fazer, obrigada por abrir meus olhos, mãe – disse dando um abraço nela. Silvia: Agora, se me dá licença, vou imitar sua filha e sua irmã e vou pro quarto antes do seu pai chegar, me masturbar pensando no meu neto – falou, toda safada. Cinthia: Mãe! – disse, divertida e também excitada. Silvia: E você devia fazer o mesmo – falou enquanto saía pela porta. Cinthia não pensou duas vezes e, depois de deixar o marido, o filho e o pai bebendo na sala, foi direto pra cama se masturbar pensando em como seria estar nos braços do filho Kayleb. Silvia estava na mesma situação. As mulheres da casa dormiram pensando na mesma coisa: Kayleb. O garoto dormiu pensando em como sua família era linda, sem fazer ideia do que rolaria com elas a partir de agora. E o que nenhum deles sequer desconfiava, era que Loon tinha ouvido tudo. (Aí o primeiro episódio, depois eu posto os outros dependendo do apoio de vocês)

4 comentários - Familia unida-familia dividida

Yo le tengo unas ganas a mi hijastra
yo tengo mi hija que me calienta
No manches bro eres muy bueno deberías acabar relatos que quedan abandonados
Tienes razón, lo voy a hacer
@Flavioturip te recomiendo este se llama así Mi madre, mi reina y mi mujer es un buen relato lamentablemente solo tuvo dos partes luego quedó abandonado la verdad hay demasiados relatos buenas que quedan sin terminar espero que les puedas dar un final
@Diosomega89 gracias men, lo haré, y enviame al dm las otras
Perdí está cuenta, la voy a resubir aquí, entren