Fala galera, já tinha postado essa história na minha outra conta que infelizmente perdi, mas por sorte achei ela e tô postando de novo, só copiando e colando kkk. Então, o que vou contar aconteceu quando eu tinha 14 anos, já faz um tempão. Bom, sou moreninha, um pouco gordinha, mas na época tava me desenvolvendo, já tinha minhas maçãs bem formadas. Pra dar um contexto, isso rolou quando meu celular quebrou (na real, ficar sem celular não foi o fim do mundo, mas acho que eu tava meio doida pra ter um iPhone na mão). Eu usava o Instagram pra me comunicar, mas só pelo celular da minha mãe. E foi com esse mesmo celular que postei um story mostrando meu velho aparelho que tinha pifado. Foi assim que conheci o cara que me desvirginou. No meio de todas as mensagens de amigos e familiares, uma me chamou a atenção. Primeiro ele só me cumprimentou e disse: "Que pena do seu celular". Eu fui educada e respondi que era bem triste, e assim começamos a conversar. Eu não me conectava muito, e quando entrava era só pra responder uma mensagem ou outra, postar uma besteira e pronto. Vou ser breve aqui: eu respondia ele sempre que podia, e ele nunca foi de ter más intenções. Mas um dia abri o chat e vi uma mensagem enorme (dizendo como eu era linda e que tava muito feliz de me conhecer, e que por isso fez o que fez). Junto com aquela mensagem longa explicando a situação, tinha uma foto de um iPhone 7 Plus novinho na caixa. Quando vi aquilo, não soube o que responder. No começo, decidi não responder, mas ele continuava me mandando mensagens esperando uma resposta. Eu ignorei, mas ele tava sempre ali. Tentei bloquear, mas algo em mim não deixou. E uma noite, com o celular da minha mãe, trancada no meu quarto, fiquei conversando com ele. Vou ser direta: ele foi claro (desde a primeira mensagem): o celular seria todo meu por uma hora de sexo completo com ele. No começo, não sabia como agir, mas a recompensa era muito tentadora, além de que eu também queria (trocamos fotos, eu mandei das minhas tetinhas e ele mostrou todo o sabre dele, preto, depilado, parecia de...). chocolate), continuei nervosa mas ver aquela pica e ao mesmo tempo ele não era um homem feio, nas fotos ele só mostrou o torso musculoso e a pica, e no perfil dele não tinha fotos do rosto, e depois de conversar e cair na tentação aceitei e confiei (devo dizer que é algo que meus pais nunca souberam nem nunca saberão, e se naquela época eu não vi o perigo, hoje tenho consciência de que tenho sorte de poder contar essa história). Bom, planejamos que no dia seguinte, depois da escola, eu iria esperar por ele na frente de um hotel perto da minha escola. Fui com meu uniforme, mochila, etc. (a espera foi meio longa e pensei em me arrepender e ir embora). Depois de um tempo, aparece um homem e me chama pelo nome. Eu, nervosa, me aproximei e começamos a conversar (não era feio, na verdade era um homem muito gostoso, estava de terno, bem perfumado e tinha uma barba que o fazia parecer muito másculo, parecia ter uns 35 a 40 anos). Bom, depois de uma breve conversa, ele me levou para dentro. Era a primeira vez que entrava num hotel. Foi uma caminhada e um elevador. Não conversamos muito, mas ele não hesitou em me acariciar no elevador. As mãos dele me tocaram por cima do tecido do meu uniforme e até se atreveu a levantar minha saia e afastar minha calcinha (não recusei aquela ousadia, estava nervosa e com um pouco de medo, mas no meio de tudo isso estava com um tesão). No elevador, minha excitação ficou evidente, me deixei acariciar por ele, quietinha e obediente, sem querer soltei uns gemidos e na frente da porta do quarto ele começou a me beijar (não foi meu primeiro beijo, mas foi o segundo, e esse homem beijava muito bem). Ele enfiou a língua e acariciou meu corpo enquanto fazia isso, até levantou minha saia e enfiou os dedos por baixo da minha calcinha (eu não era nenhuma santa, na verdade, comecei a me masturbar bem novinha, aos 12 anos, e também sabia sobre sexo e via pornô e hentai). Bom, depois do beijo de língua, ele abriu a porta, me fez entrar e com um tapa bem forte na bunda me mandou tomar banho. Depois do banho, minhas roupas não estavam onde eu tinha deixado, ele as Deixo ela dobrada num móvel, saí coberta com uma toalha e ele só me disse pra esperar ali (esperei na cama sentada e pude ver melhor o quarto, era muito luxuoso e ainda tinha móveis e decorações lindos). Ele sai só com uma toalha e, bom, sentou do meu lado e perguntou se eu queria ver o celular, ao que respondi que sim (tava novo, lacrado; verdade, ver aquilo me fez pensar um pouco: será que essa coisa vale meu corpo? Mas já tava ali). Tirei da caixa, liguei e, sinceramente, não sei como descrever a sensação, mas eu queria aquele celular (verdade, era muito burra naquela época). Ele me perguntou de novo se eu queria o celular e explicou o que a gente ia fazer. Eu respondi que sim e que já estávamos ali, sem volta (tava nervosa, mas queria ir pra casa com aquele celular). Ele só deixou a toalha cair na minha frente, deixando o pau dele aparecer (era um pedaço e tanto, verdade, não é o maior que já chupei, mas devia ter uns 18 a 20 cm, mais ou menos). Sem dizer nada, ele pegou o pau dele com a mão esquerda e, com a direita, segurou minha cabeça. Eu só fechei os olhos e abri minha boquinha o máximo que pude (tava tão nervosa e com medo ao mesmo tempo, mas, no meio disso tudo, tava com tesão; ter um homem daquele jeito e saber tudo que ele ia fazer comigo me deixava curiosa e excitada). Eu sentadinha enquanto ele me fazia engolir o pau dele, que não cabia nem metade na minha boquinha (naquela época eu era mais magra e tinha uns 1,50m, mais ou menos; hoje não cresci muito, 1,56m). Ele brincava um pouco, metia e tirava o pau da minha boca, balançava ele dentro da minha boca. De repente, ele tirou e passou ele todo no meu rosto. Minhas mãozinhas entre minhas coxas não se mexeram nem um pouco (tava como se estivesse paralisada). Ele me fez ajoelhar e continuou assim por um bom tempo. Dava pra ver que ele tava curtindo muito. Depois, ele só me fez subir na cama, onde ele me fez posar um pouco pra ele: de pé, de joelho, mostrando minha buceta sem nenhum pelo junto com minha bunda (fiquei com um pouco de vergonha de me mostrar assim, mas ele não parou de me elogiar). Diz pra mim que eu era linda, foi a primeira vez que me senti bonita. Na escola, eu não me achava bonita, tinha outras garotas mais gostosas que eu e sempre me autoflagelava com insultos por causa da minha pele morena. Ele, por outro lado, parecia muito feliz, não parava de me elogiar e falar coisas lindas com duplo sentido ou era bem direto (sabendo que ele ia me comer toda). Depois de um tempo modelando, ele se aproximou, pegou minha mão e me fez chegar perto dele, me beijou e colocou minha mão no pau dele (foi instinto, comecei a bater uma pra ele). E entre beijos, ele me deu um tapa na bunda que me fez gritar (doeu pra caralho). Ele me virou de bruços na cama e começou a chupar minha buceta e meu cu (uma sensação deliciosa, aquela língua passando pelos meus buracos, acho que gozei em minutos depois que ele começou). Mas ele não parou, eu comecei a sentir coisas totalmente novas que eu não conhecia. Sem perceber, comecei a gemer muito, a gritar, e notei que ele tinha começado a meter os dedos tanto na minha buceta quanto no meu cu. Era tanta excitação que eu sabia o que ele tava fazendo (só percebi quando ele perguntou se eu gostava de como ele metia os dedos). Fiquei surpresa, mas não neguei, tava gostando de cada segundo, sentir aqueles dedos entrando na minha buceta e no meu cu (era a primeira vez que algo entrava no meu cu, não sei se foi a excitação ou o jeito dele, mas não doeu). Ele continuou lambendo e metendo os dedos, e eu gemendo e gritando. Do nada, comecei a ficar mais à vontade e falei que amava o que ele tava fazendo. Comecei a tocar meus peitos enquanto ele fazia o que queria (nesse ponto, eu já tinha perdido a vergonha e comecei a aproveitar, mas tão rápido quanto começou a gostar, já não queria mais continuar). Depois de gozar umas 4 vezes e ficar toda trêmula, a gente riu junto. Ele pegou meus pés, levantou minhas pernas, colocou no peito dele, e eu olhando pra ele, sem aviso pra me preparar, ele meteu o pau inteiro até o fundo (me Doi mais do que esperava, e além disso ele não foi nada gentil. Ele começou a me comer com força, eu não neguei, tentei aguentar, mas do jeito que ele tava metendo o pau em mim, me fazia tremer por dentro, e ainda por cima ele era bem dotado. Chegou num ponto que não aguentei, pedi clemência, até implorei, mas ele só me xingava, me chamando de puta, filha da puta, gostosa, e por aí foi. Ele me comeu sem pena nenhuma. Cheguei no meu limite e comecei a morder os lençóis, e ele continuou me comendo igual porta que não fecha. Aí ele me soltou, me colocou de quatro e começou a me comer de novo. Me fez gritar pedindo pra ele ir mais devagar, mas ele só me deu um tapão na bunda tão forte que quase me soltei dele, mas ele me segurava firme. Acho que ele cansou ou sentiu pena de mim, porque começou a meter mais suave e devagar, enfiando tudo até o fundo. De vez em quando ele tirava o pau e enfiava de uma vez só (comecei a relaxar e aos poucos fui começando a gostar). Ele continuava me destruindo com o pau dele, mas tava mais gentil, e sentir aquele pau entrando e saindo, e mais ainda quando ele tirava e enfiava de novo, era tão... uuuff (só as mina entende). Ele me deixou assim por um tempo, e do nada senti algo no meu cu. Não sei se foi o polegar ou um dedo, mas senti uma dupla penetração, foi meio dolorido e estranho, mas de um jeito gostoso (lembra que era minha primeira vez). Não neguei, mas chegou uma hora que peguei na mão dele e olhei, mas ele só disse "quieta, puta", e eu obedeci, soltei e deixei ele fazer o que quisesse. Ele me deixou assim por um tempo e disse que ia meter no meu cu (eu tava com tanto medo, sabia que por trás dói, e se doeu tanto na frente, não conseguia nem imaginar pelo cu. Tava assustada). Ele me soltou, me deitou de bruços e continuou enfiando os dedos no meu cu (sentia dor, nervoso e medo, mas já tava ali, e não sei por que, mas quando olhei pra ele, o medo passou e me senti calma). Olhei pra trás e vi que ele colocou uma camisinha, e ver aquele pau com camisinha me acalmou, sei lá por quê. Ele, sem dizer nada, começou a tentar enfiar o pau enorme dele. Meu rabo, foi difícil pra ele a ponto de começar a se frustrar, mas tentativa após tentativa ele conseguiu enfiar a cabeça (eu, na real, fiquei com medo, senti uma dor forte). Gritei de dor e, assim que enfiou a cabeça, ele introduziu o resto da pica no meu cu. Senti como se estivesse rasgando, mas ele se comportou bem, foi devagar e com calma, mas ainda assim doía. Fiquei paralisada enquanto sentia a pica dele entrando e saindo. Ele abriu minhas nádegas com as mãos e assim me comeu por um bom tempo (nesse ponto, eu tava sentindo um monte de coisas, ele tava demorando pra caralho pra gozar, esse cara). Cheguei a implorar pra ele terminar logo, ele só me ignorou e continuou me comendo por mais um tempo até que, sem avisar, me virou de barriga pra cima. Enfiou a pica no meu cu de novo e, com meus pés nos ombros dele, me comeu (aí eu me aqueci. Viram aquele vídeo onde a pica marca na pele das minas? Então, isso). Ver a pica marcando na minha barriga e passando do meu umbigo me excitou pra caralho (não sei explicar direito por quê, mas me deu um tesão danado). Comecei a morder os lábios, tocar meus peitos, gemer (tava doendo, mas parecia que não importava mais, e até gozei). Ele percebeu isso e começou a rir e a zoar de mim, mas eu não liguei. Depois de um tempo, ele começou a meter mais forte e pesado, quase me fez chorar. Ele gozou, mas assim que gozou, ele saiu e fez outra coisa (vocês já sabem o quê). Depois de ir ao banheiro me limpar, ele limpou um pouco a bagunça e mandou eu vazar. Eu só peguei o celular e vesti meu uniforme. Quando tava indo embora, ele me obrigou a deixar minha calcinha. Recusei, falei pra ele não fazer isso comigo, mas ele não me deixou ir. Então tirei a calcinha e o sutiã, fui embora toda no ar, só com o uniforme (a volta pra casa foi eterna, andando até o ponto de ônibus, esperando o ônibus, me sentindo nua e desconfortável). Depois, tive que mentir sobre como consegui o telefone, e ele também não durou nem um ano. Depois disso, nunca mais soube desse homem e, bom, essa é minha história. Agradeço pelos pontos.
1 comentários - Perdi minha virgindade por um celular!!