Durante minha faculdade que larguei no meio, vivi um dos melhores momentos da minha vida até hoje. Trabalhei num depósito de secos e molhados, comecei como ajudante e fui até encarregado de tudo com tempo, dedicação e esforço. Lá eu conhecia todo mundo, e principalmente ela, a mãe da minha chefe, uma senhora bem conservada e caseira.
De algum jeito, aquela tara por mulheres milf sempre chamava minha atenção. Era sempre um prazer estar com ela, e ainda mais quando descobri que o marido tinha traído e abandonado ela. Aí ela se afastou da loja, mas eu sempre perguntava pra minha chefe sobre a mãe dela, mandava mensagem no chat ou até enviava presentes e mimos. Ela sempre respondia com carinho, e até me mandava fotos do que fazia no dia a dia. Já tinha conquistado a confiança dela.
Desde aquele momento, ela virou minha obsessão. Tive que esperar quatro meses pra poder ver ela pessoalmente, e nesse tempo não tirava da cabeça se ela se dava prazer sozinha, como todo mundo faz na privacidade. Numa conversa, perguntei bem discretamente, tocando na perna dela: "Susi, foi difícil pra você lidar com esse novo ritmo sozinha? Digo, você é tão gostosa que nem consigo assimilar." Ela sorriu, olhou nos meus olhos e disse: "Acho que você tem algo em mente, mas por que não me tira de casa? Vamos sair pra comer?" Foi tanta emoção que, sem pensar duas vezes, falei: "Valeu, parece ótimo, vamos a tal lugar." Sem imaginar que aquele dia ia mudar tudo pra sempre. Fiquei na sala esperando ela tomar banho e se arrumar, quando o celular dela tocou — era a filha dela, minha chefa. Do banheiro, ela gritou pra eu atender, o que fiz, mas sem querer coloquei no viva-voz. Sem acreditar, o celular dela destravou sozinho, e eu atendi a chamada como um moleque. Entrei na galeria e encontrei ouro pra mim.


Tremendo corpo que a coroa tinha, tive uma ereção violenta com vontade de bater uma. Quando vi ela sair do quarto já arrumada, tive que manter a compostura apesar da ereção que eu tava. Levei ela pra dar um rolê na cidade e jantar. A janta inteira passei contando minhas histórias e elogiando a beleza dela, e até ouvindo os problemas dela como se a gente fosse um casal. Saímos pra caminhar, e andando ela me diz: — Você é muito boa pessoa, muito bom trabalhador, obrigado por ajudar minha filha no comércio dela, obrigado por essa noite. Me abraçou e, sem pensar, passei minhas mãos nas cadeiras dela e falei: — Eu quero você. Quero te comer, pensei comigo. — Me sinto tão sozinha — ela disse. Era exatamente o que eu queria ouvir, pensei. — Pode contar comigo, serei um bom amigo, quando precisar de ajuda ou de alguém, é só chamar — falei sorrindo. Aí ela respondeu: — Me ajuda numa coisa, me faz sentir bem, quero que me coma, quero a sua pica. Quando ouvi isso, peguei a mão dela e coloquei entre minhas pernas pra ela sentir a ereção que eu tava. — Me dá, papai. Levei ela pra um motel perto e no quarto, agradei ela beijando e acariciando o corpo dela. Deitei na beirada da cama, tirei a pica pra fora, e ela, ansiosa, começou a chupar sem parar. Ah, sim, Susi, chupa gostoso.
Era tão habilidosa com aquela língua, me tirava o fôlego com aquela chupada violenta, num instante montou em cima de mim, puxou a calcinha pro lado e começou a me cavalgar.



Você gosta, papai? Ela me perguntava, toda excitada, várias vezes: "sim, sim, sim, aaah, aaah, sou sua", ela dizia. Adoro o som da bunda dela batendo nas minhas pernas. Fiquei maravilhado ao vê-la se despir — que rabão e peitões, pensei em saborear.
Peguei ela pelo rabo pra encostar ela por trás, e acariciar os peitos e os bicos dela enquanto ela gemia. Ansioso, deitei ela pra poder montar. Doeu, ela gritou. Fiquei um tempão montando nela e, sem perceber, ela já tava em cima de mim de novo. "Cê gosta assim, Susi?" "Siiim, nunca tinha comido tanto, gostei", ela falou. "Como você se dava prazer?" perguntei. "Sozinha e com o vizinho, mas não é igual ao que a gente tá fazendo agora. Isso sim é melhor. Me faz sua, sou sua puta." Lembro que umas três vezes tive que gozar nela, mas bem satisfeitos. Guardamos um caso secreto até hoje, e com mais prazer na casa dela, sempre ansiosa pra eu ir vê-la, ela tão habilidosa com a língua. Agora, como casal, já me manda fotos assim.
De algum jeito, aquela tara por mulheres milf sempre chamava minha atenção. Era sempre um prazer estar com ela, e ainda mais quando descobri que o marido tinha traído e abandonado ela. Aí ela se afastou da loja, mas eu sempre perguntava pra minha chefe sobre a mãe dela, mandava mensagem no chat ou até enviava presentes e mimos. Ela sempre respondia com carinho, e até me mandava fotos do que fazia no dia a dia. Já tinha conquistado a confiança dela.
Desde aquele momento, ela virou minha obsessão. Tive que esperar quatro meses pra poder ver ela pessoalmente, e nesse tempo não tirava da cabeça se ela se dava prazer sozinha, como todo mundo faz na privacidade. Numa conversa, perguntei bem discretamente, tocando na perna dela: "Susi, foi difícil pra você lidar com esse novo ritmo sozinha? Digo, você é tão gostosa que nem consigo assimilar." Ela sorriu, olhou nos meus olhos e disse: "Acho que você tem algo em mente, mas por que não me tira de casa? Vamos sair pra comer?" Foi tanta emoção que, sem pensar duas vezes, falei: "Valeu, parece ótimo, vamos a tal lugar." Sem imaginar que aquele dia ia mudar tudo pra sempre. Fiquei na sala esperando ela tomar banho e se arrumar, quando o celular dela tocou — era a filha dela, minha chefa. Do banheiro, ela gritou pra eu atender, o que fiz, mas sem querer coloquei no viva-voz. Sem acreditar, o celular dela destravou sozinho, e eu atendi a chamada como um moleque. Entrei na galeria e encontrei ouro pra mim.


Tremendo corpo que a coroa tinha, tive uma ereção violenta com vontade de bater uma. Quando vi ela sair do quarto já arrumada, tive que manter a compostura apesar da ereção que eu tava. Levei ela pra dar um rolê na cidade e jantar. A janta inteira passei contando minhas histórias e elogiando a beleza dela, e até ouvindo os problemas dela como se a gente fosse um casal. Saímos pra caminhar, e andando ela me diz: — Você é muito boa pessoa, muito bom trabalhador, obrigado por ajudar minha filha no comércio dela, obrigado por essa noite. Me abraçou e, sem pensar, passei minhas mãos nas cadeiras dela e falei: — Eu quero você. Quero te comer, pensei comigo. — Me sinto tão sozinha — ela disse. Era exatamente o que eu queria ouvir, pensei. — Pode contar comigo, serei um bom amigo, quando precisar de ajuda ou de alguém, é só chamar — falei sorrindo. Aí ela respondeu: — Me ajuda numa coisa, me faz sentir bem, quero que me coma, quero a sua pica. Quando ouvi isso, peguei a mão dela e coloquei entre minhas pernas pra ela sentir a ereção que eu tava. — Me dá, papai. Levei ela pra um motel perto e no quarto, agradei ela beijando e acariciando o corpo dela. Deitei na beirada da cama, tirei a pica pra fora, e ela, ansiosa, começou a chupar sem parar. Ah, sim, Susi, chupa gostoso.
Era tão habilidosa com aquela língua, me tirava o fôlego com aquela chupada violenta, num instante montou em cima de mim, puxou a calcinha pro lado e começou a me cavalgar.



Você gosta, papai? Ela me perguntava, toda excitada, várias vezes: "sim, sim, sim, aaah, aaah, sou sua", ela dizia. Adoro o som da bunda dela batendo nas minhas pernas. Fiquei maravilhado ao vê-la se despir — que rabão e peitões, pensei em saborear.
Peguei ela pelo rabo pra encostar ela por trás, e acariciar os peitos e os bicos dela enquanto ela gemia. Ansioso, deitei ela pra poder montar. Doeu, ela gritou. Fiquei um tempão montando nela e, sem perceber, ela já tava em cima de mim de novo. "Cê gosta assim, Susi?" "Siiim, nunca tinha comido tanto, gostei", ela falou. "Como você se dava prazer?" perguntei. "Sozinha e com o vizinho, mas não é igual ao que a gente tá fazendo agora. Isso sim é melhor. Me faz sua, sou sua puta." Lembro que umas três vezes tive que gozar nela, mas bem satisfeitos. Guardamos um caso secreto até hoje, e com mais prazer na casa dela, sempre ansiosa pra eu ir vê-la, ela tão habilidosa com a língua. Agora, como casal, já me manda fotos assim.
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