Completamos mais um aniversário de casamento, então, obrigatoriamente, uns dias antes, nos perguntamos mutuamente o que queríamos ganhar de presente.
–O que você quiser – ela me respondeu. E eu, depois de ter pensado nisso desde alguns meses atrás, me atrevi a pedir: quero que você me dê uma noite com sua irmã Sonia.
Ela ficou surpresa com meu pedido, mas depois de um longo silêncio, aceitou pensar em como fazer minha cunhada se encontrar com a gente naquela noite, embora tenha me imposto duas condições: a primeira era que dependia de mim, se eu conseguisse ou não levá-la pra cama; e a segunda, que se eu conseguisse, ela teria que observar tudo.
O plano estava traçado. E tudo ficou mais fácil quando, ao convidar minha cunhada e o marido dela pra jantar, ela comentou com a Martha que teria que ir sozinha, porque o marido, que é músico, por ser fim de semana, ia ter trampo naquela noite.
Embora a tensão estivesse no ar entre nós, a tarde passou rápido. Minha esposa estava uma gostosa naquela noite, vestindo um top preto e uma saia longa com uma fenda enorme até a coxa linda dela.
Eu já tava de pau duro só de ver o cenário da minha mulher, mas quando vi a Sonia, minha cunhada, saindo de casa enquanto passava por ela, acreditem, meu pau começou a crescer de vez: blusa branca abotoada na frente, mostrando claramente que ela não tava de sutiã, minissaia preta justa que deixava admirar as pernas lindas dela, mas também dava pra ver marcando por baixo do tecido uma calcinha fio dental enfiada entre as duas bundas gostosas dela, sem meia.
Chegar no lugar que a gente tinha escolhido pra comemorar e ver os olhares dos outros caras que estavam na balada cravados nelas me encheu de orgulho de estar com duas gostosas de verdade, mas também fez minha pica subir tanto que já dava pra notar pela calça.
As horas passaram e, claro, a gente ia enchendo a cara de boa vontade. Eu me revezava nas danças com as duas irmãs, mas não tentei nada naquele momento com a minha cunhada.
Considerando que era o momento, percebi que tinha as duas mulheres ao alcance das minhas mãos, já que estávamos sentados os três ao redor de uma mesinha redonda.
Deslizei minha mão direita por baixo da toalha da mesa e coloquei sobre a perna da minha cunhada, apertando forte a coxa aveludada dela, pra evitar que ela afastasse como foi a primeira reação. Ela cruzou o olhar com o meu e senti quando relaxou a perna, num sinal claro de que tava entregando pra mão atrevida.
Deslizando minha mão já sem impedimentos por toda a perna dela, coloquei a outra também debaixo da mesa e, enfiando pela abertura da saia da minha esposa, a apoiei também na perna dela, acariciando ela do meu jeito.
O quadro não podia ser mais excitante pra mim. Eu tocava à vontade as duas mulheres que mais desejei na vida, me atrevendo cada vez mais com as duas mãos. A respiração das duas ficou visivelmente ofegante quando coloquei ambas as mãos, uma de cada lado, sobre a buceta de cada uma.
Sonia, minha cunhada, só tinha um pedacinho de pano, que mal cobria a vasta moita de pelos pubianos, e Martha, minha esposa, não usava absolutamente nada por baixo da saia longa.
Esfregando as duas virilhas por um bom tempo e sentindo como ambas as bocetas iam ficando molhadas, propus que fossemos embora daquele lugar.
Por ser de câmbio automático, nosso carro deixou a gente sentar os três no banco da frente, com minha cunhada no meio, entre eu e minha esposa.
Comecei a avançar rumo a um motel perto dali, metendo a mão descaradamente entre as pernas da minha cunhada, já tocando até o clitóris dela, que se erguia poderoso por baixo da mini calcinha, enquanto minha esposa, numa reação inesperada pra mim, mas sem dúvida por causa da excitação e das bebidas que as duas tinham tomado, se esfregava com tesão na própria virilha, enquanto as duas irmãs se beijavam na boca apaixonadamente.
Ao chegar no quarto, joguei minha cunhada toda excitada na cama na hora, beijando a boca dela com paixão, enroscando minha língua na dela, enquanto minhas mãos acariciavam loucamente o corpo todo dela, arrancando cada peça de roupa que aparecia no caminho até deixar completamente nua a mulher mais gostosa e deliciosa que já vi na minha vida.
Ajoelhando na cama, tirei meu pau duro de dentro das roupas, que também voaram pra longe, e aproximei a cabeça inchada do caralho da boca gostosa da Sonia, que aceitou com gula e começou a chupar de um jeito fora do comum.
A posição que eu tava me permitiu ver que minha esposa, sentada no sofá na frente da cama, também tinha tirado a roupa e já tava no primeiro orgasmo que ela mesma se deu com a punheta dela.
Com um gesto, pedi que ela se aproximasse enquanto chupava a buceta da minha cunhada, e decidi que podia aproveitar o momento pra realizar outra das minhas fantasias, então pedi que ela lambesse a xereca molhada da irmã.
Totalmente fora de controle, Marta se enfiou entre as pernas de Sônia e, tirando da buceta dela o dedo que entrava e saía feito louco, lambeu freneticamente o clitóris da irmã, causando quase na hora um orgasmo tão forte que fez ela apertar os lábios em volta do meu pau a ponto de eu começar a jorrar na boca dela com tanta força que ela não conseguiu engolir toda a porra que saía, que escorria pelos cantos da boca.
Como vocês podem imaginar, a putaria da situação não ia satisfazer nenhum dos três com um só orgasmo, então troquei a posição delas rapidinho.
Eu me enfiei entre as pernas da minha cunhada, perdendo meu pau duro de novo na buceta molhada pra caralho dela, enquanto minha esposa montava na cara dela de um jeito que eu tava comendo a irmã mais velha igual um louco, enquanto ela chupava e passava a língua na mais nova, e essa, por sua vez, lambia os bicos dos peitos duríssimos e eretos da primeira.
Foi um verdadeiro show de sexo. Sofri pra valer pra segurar meu segundo orgasmo, trocando de posição um monte de vezes, fazendo as duas mulheres gozarem pra caralho a cada mudança de posição.
Finalmente, eu prestes a estourar e elas realmente cansadas de tanto gozar, depois de comer as duas, depois de lamber uma à outra, depois de eu ter lambido ambas, as duas se agarraram pra me dar um boquete fenomenal. Elas revezavam a boca pra abrigar meu pau inchado, que com certeza tinha gosto dos fluidos vaginais das duas, nós três sabíamos disso. E enquanto uma chupava o membro, a outra passava a língua nas minhas bolas, que já doíam de tanta excitação que eu sentia.
Me derramei espetacularmente na cara das duas, que, abrindo a boca, tentavam com a língua capturar os jatos de porra que, com muita pressão e abundância, saíam.
Já tranquilos, nós três entramos no banheiro pra nos lavar, e enquanto a gente se beijava de vez em quando entre nós, combinamos que na próxima sessão a gente ia incluir sexo anal.
Depois de deixar ela em casa, e já deitados eu e minha esposa, ela me perguntou se eu tinha gostado do meu presente, o que causou uma nova excitação nos dois, que acabou em mais uma trepada, metendo na Martha literalmente até pelo cu…
Já estamos prontos pra sessão desse fim de semana, mas eu já tô pensando na próxima, porque por conta do descanso, o marido da minha cunhada vai poder nos acompanhar, então outra das minhas fantasias pode se realizar.
–O que você quiser – ela me respondeu. E eu, depois de ter pensado nisso desde alguns meses atrás, me atrevi a pedir: quero que você me dê uma noite com sua irmã Sonia.
Ela ficou surpresa com meu pedido, mas depois de um longo silêncio, aceitou pensar em como fazer minha cunhada se encontrar com a gente naquela noite, embora tenha me imposto duas condições: a primeira era que dependia de mim, se eu conseguisse ou não levá-la pra cama; e a segunda, que se eu conseguisse, ela teria que observar tudo.
O plano estava traçado. E tudo ficou mais fácil quando, ao convidar minha cunhada e o marido dela pra jantar, ela comentou com a Martha que teria que ir sozinha, porque o marido, que é músico, por ser fim de semana, ia ter trampo naquela noite.
Embora a tensão estivesse no ar entre nós, a tarde passou rápido. Minha esposa estava uma gostosa naquela noite, vestindo um top preto e uma saia longa com uma fenda enorme até a coxa linda dela.
Eu já tava de pau duro só de ver o cenário da minha mulher, mas quando vi a Sonia, minha cunhada, saindo de casa enquanto passava por ela, acreditem, meu pau começou a crescer de vez: blusa branca abotoada na frente, mostrando claramente que ela não tava de sutiã, minissaia preta justa que deixava admirar as pernas lindas dela, mas também dava pra ver marcando por baixo do tecido uma calcinha fio dental enfiada entre as duas bundas gostosas dela, sem meia.
Chegar no lugar que a gente tinha escolhido pra comemorar e ver os olhares dos outros caras que estavam na balada cravados nelas me encheu de orgulho de estar com duas gostosas de verdade, mas também fez minha pica subir tanto que já dava pra notar pela calça.
As horas passaram e, claro, a gente ia enchendo a cara de boa vontade. Eu me revezava nas danças com as duas irmãs, mas não tentei nada naquele momento com a minha cunhada.
Considerando que era o momento, percebi que tinha as duas mulheres ao alcance das minhas mãos, já que estávamos sentados os três ao redor de uma mesinha redonda.
Deslizei minha mão direita por baixo da toalha da mesa e coloquei sobre a perna da minha cunhada, apertando forte a coxa aveludada dela, pra evitar que ela afastasse como foi a primeira reação. Ela cruzou o olhar com o meu e senti quando relaxou a perna, num sinal claro de que tava entregando pra mão atrevida.
Deslizando minha mão já sem impedimentos por toda a perna dela, coloquei a outra também debaixo da mesa e, enfiando pela abertura da saia da minha esposa, a apoiei também na perna dela, acariciando ela do meu jeito.
O quadro não podia ser mais excitante pra mim. Eu tocava à vontade as duas mulheres que mais desejei na vida, me atrevendo cada vez mais com as duas mãos. A respiração das duas ficou visivelmente ofegante quando coloquei ambas as mãos, uma de cada lado, sobre a buceta de cada uma.
Sonia, minha cunhada, só tinha um pedacinho de pano, que mal cobria a vasta moita de pelos pubianos, e Martha, minha esposa, não usava absolutamente nada por baixo da saia longa.
Esfregando as duas virilhas por um bom tempo e sentindo como ambas as bocetas iam ficando molhadas, propus que fossemos embora daquele lugar.
Por ser de câmbio automático, nosso carro deixou a gente sentar os três no banco da frente, com minha cunhada no meio, entre eu e minha esposa.
Comecei a avançar rumo a um motel perto dali, metendo a mão descaradamente entre as pernas da minha cunhada, já tocando até o clitóris dela, que se erguia poderoso por baixo da mini calcinha, enquanto minha esposa, numa reação inesperada pra mim, mas sem dúvida por causa da excitação e das bebidas que as duas tinham tomado, se esfregava com tesão na própria virilha, enquanto as duas irmãs se beijavam na boca apaixonadamente.
Ao chegar no quarto, joguei minha cunhada toda excitada na cama na hora, beijando a boca dela com paixão, enroscando minha língua na dela, enquanto minhas mãos acariciavam loucamente o corpo todo dela, arrancando cada peça de roupa que aparecia no caminho até deixar completamente nua a mulher mais gostosa e deliciosa que já vi na minha vida.
Ajoelhando na cama, tirei meu pau duro de dentro das roupas, que também voaram pra longe, e aproximei a cabeça inchada do caralho da boca gostosa da Sonia, que aceitou com gula e começou a chupar de um jeito fora do comum.
A posição que eu tava me permitiu ver que minha esposa, sentada no sofá na frente da cama, também tinha tirado a roupa e já tava no primeiro orgasmo que ela mesma se deu com a punheta dela.
Com um gesto, pedi que ela se aproximasse enquanto chupava a buceta da minha cunhada, e decidi que podia aproveitar o momento pra realizar outra das minhas fantasias, então pedi que ela lambesse a xereca molhada da irmã.
Totalmente fora de controle, Marta se enfiou entre as pernas de Sônia e, tirando da buceta dela o dedo que entrava e saía feito louco, lambeu freneticamente o clitóris da irmã, causando quase na hora um orgasmo tão forte que fez ela apertar os lábios em volta do meu pau a ponto de eu começar a jorrar na boca dela com tanta força que ela não conseguiu engolir toda a porra que saía, que escorria pelos cantos da boca.
Como vocês podem imaginar, a putaria da situação não ia satisfazer nenhum dos três com um só orgasmo, então troquei a posição delas rapidinho.
Eu me enfiei entre as pernas da minha cunhada, perdendo meu pau duro de novo na buceta molhada pra caralho dela, enquanto minha esposa montava na cara dela de um jeito que eu tava comendo a irmã mais velha igual um louco, enquanto ela chupava e passava a língua na mais nova, e essa, por sua vez, lambia os bicos dos peitos duríssimos e eretos da primeira.
Foi um verdadeiro show de sexo. Sofri pra valer pra segurar meu segundo orgasmo, trocando de posição um monte de vezes, fazendo as duas mulheres gozarem pra caralho a cada mudança de posição.
Finalmente, eu prestes a estourar e elas realmente cansadas de tanto gozar, depois de comer as duas, depois de lamber uma à outra, depois de eu ter lambido ambas, as duas se agarraram pra me dar um boquete fenomenal. Elas revezavam a boca pra abrigar meu pau inchado, que com certeza tinha gosto dos fluidos vaginais das duas, nós três sabíamos disso. E enquanto uma chupava o membro, a outra passava a língua nas minhas bolas, que já doíam de tanta excitação que eu sentia.
Me derramei espetacularmente na cara das duas, que, abrindo a boca, tentavam com a língua capturar os jatos de porra que, com muita pressão e abundância, saíam.
Já tranquilos, nós três entramos no banheiro pra nos lavar, e enquanto a gente se beijava de vez em quando entre nós, combinamos que na próxima sessão a gente ia incluir sexo anal.
Depois de deixar ela em casa, e já deitados eu e minha esposa, ela me perguntou se eu tinha gostado do meu presente, o que causou uma nova excitação nos dois, que acabou em mais uma trepada, metendo na Martha literalmente até pelo cu…
Já estamos prontos pra sessão desse fim de semana, mas eu já tô pensando na próxima, porque por conta do descanso, o marido da minha cunhada vai poder nos acompanhar, então outra das minhas fantasias pode se realizar.
1 comentários - Minha esposa deixou eu comer a irmã dela