Oi, meu nome é Clara, tenho 40 anos, fiz aniversário há poucos dias, sou casada, tenho três filhos, dois meninos e uma menina e trabalho como faxineira em um centro público. Fisicamente sou cheinha, embora digam que tenho uns peitões e uma bunda boa.
A história que quero contar começou há alguns meses, quando eu ainda tinha 39 anos hahaha. Era início de agosto e fazia um calor terrível. Meus cunhados moram num chalé com piscina e me convidaram para passar a tarde com eles. Depois surgiu um imprevisto e eles tiveram que sair, mas meio sem graça pela situação, me disseram para ficar, que eu podia usar a casa e a piscina como se fosse minha. Então fui até um dos quartos, troquei de roupa, coloquei um biquíni normal e fui pegar um sol. Mas não estava sozinha - comigo tinha ficado meu sobrino, um jovem de 18 anos que parecia bem gostoso hahaha, e eu sentia ele me olhando.
Na verdade, havia um segredo entre nós fazia um tempo, não lembro exatamente quando. Um dia, combinamos de nos encontrar na casa dos meus sogros para celebrar o aniversário da minha sogra com um almoço em família. Meu marido e eu chegamos e, enquanto ele ficou com a família, eu subi para descansar um pouco. Fiquei um tempo vendo coisas no meu celular e comecei a trocar de roupa. No momento em que eu estava completamente pelada, a porta se abriu e ele apareceu. Eu me cobri rapidamente como pude, e ele, todo sem graça, fechou a porta de novo e disse que a avó dele tinha mandado avisar que a comida estava pronta e para eu descer.
For the moment, I didn't give it any more importance. I got dressed and went downstairs, but when I caught my nephew's gaze, I felt he was looking at me differently. During the meal, my nephew dropped a fork. It didn't seem strange at all—he bent down to pick it up. But when he dropped it a second time, I started to think it wasn't normal. I don't know if it was out of curiosity, but the fact is, I spread my legs wide open, just in case he could see, so he could see as much as possible.
Foi o começo de um jogo entre nós dois. Quando nos encontrávamos em reuniões de família, eu percebia como ele me abraçava de um jeito que não parecia coisa de parentes, mas sim de um homem e uma mulher que se desejam. Quando via que ele estava me olhando, eu me virava de um jeito que ele visse o máximo possível das minhas coxas – e se fosse a minha calcinha, melhor ainda. Fazia o mesmo com o meu decote, e eu sentia que ele também estava no jogo, tentando ver o máximo que podia. Uma vez, até coloquei as mãos na bunda dele, como se fosse brincadeira, e acariciei.
Lembrei de tudo isso e comecei a reparar no pau dele, que me pareceu ter um tamanho nada mal. Decidi dar mais um passo no nosso jogo. Chamei ele e pedi que se aproximasse. Ele veio. Disse que queria passar protetor solar, ele aceitou. Despejei um pouco do frasco na mão dele, e ele começou a espalhar nas minhas costas. Depois pedi que passasse na frente, perto dos meus peitos. Ele ficou um pouco corado, mas fez. Em seguida, pedi que passasse nas minhas coxas. Notei que o volume lá embaixo, dentro do short de praia dele, tinha aumentado.
Agora era a minha vez de passar nele. Primeiro nas costas – dava pra ver que ele estava gostando. Pedi que ele se virasse e passei primeiro nas pernas, depois no peito. O pau dele continuava no talo. Nessa hora, eu também estava ficando com tesão. Já estava há um tempo brigada com o meu marido, e a minha buceta estava pedindo por leite. Fingindo inocência, perguntei se ele tinha namorada. Ele ficou corado e disse que não. Eu disse que ele era um cara muito gostoso, e ele ficou corado de novo. Então decidi pegar o touro pelos chifres e perguntei diretamente sobre aquele dia em que tudo começou. Ele ainda corado disse que mal tinha visto nada. Aí eu perguntei:
— Você queria ter visto mais?
E tirei o biquíni, ficando completamente nua. Depois perguntei de novo:
- Gosta do que tá vendo? Percebi como ele ficou hipnotizado olhando pros meus peitos e pra minha buceta, não tô depilada, mas gosto de cuidar, depois virei de costas pra ele poder ver minha bunda e quando me virei de novo, ele tava com as mãos no pau, esfregando por cima da sunga, nessa hora eu falei: - Sobrinho, a tia tá te mostrando tudo, você não vai mostrar nada pra ela? Ele tava tremendamente excitado, igual eu, hahaha, ficou na dúvida do que fazer, mas finalmente tirou a sunga e deixou o pau pra fora, bem duro, e com certeza de um bom tamanho, como eu imaginava que seria. - Você tem ele muito grande e grosso, sobrinho, falei, maior que o do meu marido, na verdade não acho que tenha tanta diferença, mas quem tem certa experiência com homens sabe que eles adoram quando a gente diz que eles são grandes. Meu sobrinho veio até mim e começou a pegar nos meus peitos. - Gosta dos peitos da sua tia, perguntei?
A verdade é que as lambidas dele nos meus mamilos foram uma ótima resposta a essa pergunta. Depois de lambê-los, ele levou um dos meus mamilos à boca, com uma ansiedade real, me lembrou de quando ele era bebê e mamava nos peitos da mulher do meu cunhado. Mas agora eram os meus que ele estava chupando, e o safado estava me dando um prazer incrível. Fazia muito tempo que meu marido não me fazia assim. Minha buceta estava ficando molhada e eu estava com vontade de fazer uma coisa com ele, então eu disse:
- Agora é a minha vez de te deixar feliz.
Me ajoelhei diante dele, dei uns beijinhos no seu pau e depois o coloquei na minha boca. Meu sobrinho começou a soltar uns gemidos tão intensos que fiquei com medo de sermos ouvidos nas casas ao redor. Fazia tempo que eu não chupava a do meu marido, mais por preguiça do que por qualquer outra coisa, e ter à minha disposição aquele pedaço de carne grande e fresca me deixou com tanto tesão que eu engoli e comecei a devorar com verdadeira ansiedade. Ele continuou gemendo e não demorou a gozar. Dava pra ver que ele estava envergonhado, e disse:
- Desculpe, tia, por não ter aguentado mais tempo, é que era a primeira vez que uma mulher chupava meu pau, e além disso eu gosto tanto de você que não consegui resistir. Enquanto ele dizia isso, eu continuava ajoelhada, o fato de ele ser virgem, pelo menos oralmente, me deu ainda mais vontade de engolir toda aquela porra, que estava deliciosa, para mim foi como se chupar aquela pica tivesse tirado trinta anos de cima de mim.
- Não se preocupa, querido, no final eu respondi, chupar seu pau e beber sua porra foi para sua tia uma experiência deliciosa, bom, não foi, está sendo, querido, porque isso não está fazendo mais do que começar.
Me levantando, beijei sua boca, juntando-a com a minha, que estava cheia da porra dele e que dessa maneira voltou, parcialmente, para ele. O contato dos nossos corpos fez com que o pau dele ficasse duríssimo de novo e eu o sentia contra meu ventre, nesse momento perguntei:
- Me diz, sobrinho, você é virgem?
Ele pareceu envergonhado, me confessou que sim, que tinha saído com algumas garotas e que tinha havido uns amassos com elas, mas que não tinha chegado a transar com nenhuma, embora várias tivessem feito punheta pra ele, assim como ele pra elas.
- Bom, eu disse, então a tia terá o privilégio de fazer isso, eu disse, mas só se, como fazem os bocões dos seus primos, você puder dizer que foi iniciado por uma mulher mais velha, mas nunca sua tia.
Eu às vezes ouvia meus filhos conversando com os amigos falando sobre o que faziam com as garotas, de um jeito que me dava vontade de dar uns tapas neles, embora também deva reconhecer que pensar que meus filhos eram atraentes para as garotas me encantava.
Esclarecido isso com meu sobrinho, ordenei que ele se deitasse na grama com as pernas juntas, acariciei um pouco seu pau que ficou bem duro, e me colocando em cima dele, introduzi seu pau dentro da minha buceta, ele começou a gemer de um jeito muito intenso, eu ficava com medo de que algum dos vizinhos das casas ao lado ouvissem, enquanto ele dizia:
- Tia, isso é divino, nunca imaginei que minha primeira vez seria tão fantástica. Posso tocar seus peitos?
- Claro, meu amor, eles são todos seus.
E levei uma de minhas mãos sobre a dele, guiando-a até meus seios, que ele começou a amassar com vontade de verdade, como se eu fosse a única mulher no mundo que tivesse peitos. Suas carícias eram muito prazerosas para mim, enquanto ele dizia:
- Tia, muito obrigado pelo prazer que você está me dando.
- Meu amor, você também está me fazendo gozar, e entregar sua virgindade para mim é um grande presente.
Enquanto conversávamos nesse tom, eu continuava fazendo o pau dele se mover dentro da minha buceta, enquanto ele acariciava meus peitos de um jeito delicioso. Para nós dois, era a realização de um sonho. Naquele momento, senti que ele estava gozando, enchendo minha buceta com sua porra, que era bem abundante, por sinal. Foi quando ele me agradeceu novamente.
- Valeu, tia, por ter me desvirgado. Eu até estava pensando em fazer com uma profissional ou com alguma das minhas colegas da faculdade que são mais fáceis, mas é muito melhor que minha primeira vez tenha sido com você.
- Para o seu tio, isso também foi uma delícia. Faz muito tempo que eu só transo com seu tio, e ultimamente tem ficado meio monótono. Acredite, você manda muito bem, vai agradar bastante as garotas com quem você fizer.
Naquele momento, estávamos os dois pelados, nossos corpos bem próximos e ambos melados por toda a porra que tinha saído do pau dele. Por sorte, tínhamos a piscina do lado, então sugeri entrarmos nela sem roupa. Meu sobrinho topou, entramos na água e ficamos nadando um pouco, mas de novo nos aproximamos. Meu sobrinho me envolveu com os braços e me beijou com muita paixão. Eu retribui o beijo, e ele levou as mãos até minha bunda e começou a acariciar, enquanto dizia:
- Tia, eu te adoro.
- Eu também, meu amor, respondi.
- Você já transou dentro da piscina?
- Não, meu amor, tive que confessar.
- Deixa eu fazer isso com você?, ele me perguntou.
Nunca tinha pensado em fazer na piscina, claro que a gente vê uns caras gostosos que dá vontade de arrancar a roupa de banho deles, mas foder ali, nunca tinha aparecido a oportunidade e naquele momento ela surgiu.
Levei uma das minhas mãos até o pau do meu sobrinho e, para minha surpresa, mesmo estando na água, ele estava duríssimo. Então agarrei e comecei a mexer enquanto dizia:
- O que eu estava perdendo, por não ter sido mais esperta todos esses anos.
Como ele é mais alto que eu, me mantive abraçada a ele e envolvi minhas pernas em volta do seu corpo. Ele me segurou nos braços, me apoiou contra a parede da piscina e me beijou. Depois, moveu meu corpo até posicionar o pau na entrada da minha buceta e empurrou. Sentir o pau dele dentro d'água era divino. A gente se beijava de um jeito incrível enquanto o pau dele brincava com a minha buceta.
Parece que meu sobrinho tinha superado qualquer trauma relacionado à primeira vez e se movia como um verdadeiro macho dentro da minha buceta, me provocou vários orgasmos e, apesar de já ter gozado antes, ele gozou de novo, senti o leite dele inundando minha xota. Por sorte estávamos numa piscina, então bastou ele sair e com uma ajudinha nossa nossos sexos ficaram limpos.
Saímos da piscina e, por sorte, meus cunhados ainda demorariam a chegar, então sugeri ao meu sobrinho que tomássemos sol nus. Deitados na toalha e sexualmente mais calmos, ou pelo menos era o que eu pensava, poderíamos aproveitar o sol e conversar, mas mesmo começando a falar sobre o colégio — meu sobrinho tinha acabado de terminar e no mês seguinte iria para a faculdade —, a conversa foi descambando para o sexo:
— Tia, você gosta que lambam sua buceta?
— Claro, respondi, adoro.
— E o tio faz isso? — ele perguntou de novo.
A verdade é que não era uma das coisas preferidas do meu marido, mas se eu insistisse, no fim ele acabava fazendo. Expliquei isso a ele, e então ele pediu:
— Tia, me ensina a chupar, assim posso chupar você e, se você deixar, quando eu tiver outras garotas, posso fazer numa que eu goste muito.
O pedido do meu sobrinho me encantou. Claro que aceitei ser sua professora. Abri bem as pernas, pedi que ele colocasse a cabeça entre elas e, com a língua para fora, começasse a lamber minha buceta. No início, as lambidas eram desajeitadas, mas sem dúvida ele estava se esforçando. Fui orientando ele sobre como fazer e, pouco a pouco, ele foi melhorando e me fazendo gozar até que acabei chegando lá. Achei necessário deixar clara a natureza do nosso relacionamento:
- Querido, você e eu vamos fazer umas coisinhas, de vez em quando, se os dois estivermos a fim, mas eu amo seu tio e vou continuar com ele. E você, tem que transar com amigas, colegas da faculdade, com certeza vai achar mais de uma fácil e até alguma professora se aparecer a chance.
Meu sobrinho voltou a acariciar meus peitos e de repente me perguntou:
- Tia, você já fez uma espanhola no tio? Sabe o que é?
- Claro que sei, querido. Seu tio, quando era jovem, adorava enfiar o pau dele entre meus peitos e esfregar ele no meio, enquanto eu apertava eles, como se fosse uma buceta. A verdade é que ele ficava muito excitado e mais de uma vez gozou assim, deixando meus peitos cheios de porra.
- Pra mim você faria também, tia? - ele perguntou.
- Claro, querido - respondi. Vem aqui e enfia ele entre eles.
E meu sobrinho, rápido como um raio, se posicionou em cima dos meus peitos e colocou o pau dele no meio. Eu apertei eles e ele começou a mover o pênis como se estivesse dentro da minha buceta, enquanto dizia:
- Tia, isso é uma delícia, eu adoro, obrigado por me deixar fazer isso.
Enquanto eu continuava com meus peitos apertados, ter um pau jovem e vigoroso entre eles me pareceu algo incrível. Os gemidos de prazer dele me faziam ver que ele estava curtindo muito e me davam a sensação de que estava rejuvenescendo, enquanto lembrava das minhas aventuras quando tinha a idade do meu sobrinho, primeiro com diferentes namorados e depois com o tio dele. Enquanto ele continuava metendo nos meus peitos, com o movimento, ele gozou entre eles. Apesar de já ter gozado várias vezes naquela tarde, o pau dele despejou sobre meus peitos uma quantidade generosa de porra, que encheu eles. Parecia que eu estava amamentando em vez de receber gozo, hahaha.
Eu teria adorado continuar fazendo coisas com meu sobrino aquela tarde na piscina, mas já estávamos há um tempo e havia o perigo dos pais dele voltarem e nos pegarem com a boca na botija, então por precaução tínhamos que dar um fim no nosso encontro. Convenci ele de que era hora de nos lavarmos, fomos os dois para o chuveiro da piscina, ele ficou embaixo da água. Ver a água escorrendo pelo corpo dele me deixou com tesão, então me ofereci para lavar o pau dele. Ao sentir minha mão, ele ficou duro de novo, então ofereci uma sessão com minha mão. Dava pra ver que ele estava excitado e ele gozou de novo, limpei a porra. Depois fui eu que tomei banho, precisava me limpar da quantidade de porra que meu corpo tinha recebido aquela tarde. Ele me observava enquanto eu fazia isso. Acho que naquela noite ele se masturbou pensando em mim. Eu não consegui evitar fazer o mesmo enquanto tomava banho, depois colocamos nossas roupas de banho. Pouco depois meus cunhados chegaram, nós dois estávamos tranquilos como se nada tivesse acontecido, mas tinha acontecido sim. Na verdade, era o começo de alguma coisa.
(Este relato pertence a klarisa em Contos Relatos)
A história que quero contar começou há alguns meses, quando eu ainda tinha 39 anos hahaha. Era início de agosto e fazia um calor terrível. Meus cunhados moram num chalé com piscina e me convidaram para passar a tarde com eles. Depois surgiu um imprevisto e eles tiveram que sair, mas meio sem graça pela situação, me disseram para ficar, que eu podia usar a casa e a piscina como se fosse minha. Então fui até um dos quartos, troquei de roupa, coloquei um biquíni normal e fui pegar um sol. Mas não estava sozinha - comigo tinha ficado meu sobrino, um jovem de 18 anos que parecia bem gostoso hahaha, e eu sentia ele me olhando.
Na verdade, havia um segredo entre nós fazia um tempo, não lembro exatamente quando. Um dia, combinamos de nos encontrar na casa dos meus sogros para celebrar o aniversário da minha sogra com um almoço em família. Meu marido e eu chegamos e, enquanto ele ficou com a família, eu subi para descansar um pouco. Fiquei um tempo vendo coisas no meu celular e comecei a trocar de roupa. No momento em que eu estava completamente pelada, a porta se abriu e ele apareceu. Eu me cobri rapidamente como pude, e ele, todo sem graça, fechou a porta de novo e disse que a avó dele tinha mandado avisar que a comida estava pronta e para eu descer.
For the moment, I didn't give it any more importance. I got dressed and went downstairs, but when I caught my nephew's gaze, I felt he was looking at me differently. During the meal, my nephew dropped a fork. It didn't seem strange at all—he bent down to pick it up. But when he dropped it a second time, I started to think it wasn't normal. I don't know if it was out of curiosity, but the fact is, I spread my legs wide open, just in case he could see, so he could see as much as possible.
Foi o começo de um jogo entre nós dois. Quando nos encontrávamos em reuniões de família, eu percebia como ele me abraçava de um jeito que não parecia coisa de parentes, mas sim de um homem e uma mulher que se desejam. Quando via que ele estava me olhando, eu me virava de um jeito que ele visse o máximo possível das minhas coxas – e se fosse a minha calcinha, melhor ainda. Fazia o mesmo com o meu decote, e eu sentia que ele também estava no jogo, tentando ver o máximo que podia. Uma vez, até coloquei as mãos na bunda dele, como se fosse brincadeira, e acariciei.Lembrei de tudo isso e comecei a reparar no pau dele, que me pareceu ter um tamanho nada mal. Decidi dar mais um passo no nosso jogo. Chamei ele e pedi que se aproximasse. Ele veio. Disse que queria passar protetor solar, ele aceitou. Despejei um pouco do frasco na mão dele, e ele começou a espalhar nas minhas costas. Depois pedi que passasse na frente, perto dos meus peitos. Ele ficou um pouco corado, mas fez. Em seguida, pedi que passasse nas minhas coxas. Notei que o volume lá embaixo, dentro do short de praia dele, tinha aumentado.
Agora era a minha vez de passar nele. Primeiro nas costas – dava pra ver que ele estava gostando. Pedi que ele se virasse e passei primeiro nas pernas, depois no peito. O pau dele continuava no talo. Nessa hora, eu também estava ficando com tesão. Já estava há um tempo brigada com o meu marido, e a minha buceta estava pedindo por leite. Fingindo inocência, perguntei se ele tinha namorada. Ele ficou corado e disse que não. Eu disse que ele era um cara muito gostoso, e ele ficou corado de novo. Então decidi pegar o touro pelos chifres e perguntei diretamente sobre aquele dia em que tudo começou. Ele ainda corado disse que mal tinha visto nada. Aí eu perguntei:
— Você queria ter visto mais?
E tirei o biquíni, ficando completamente nua. Depois perguntei de novo:
- Gosta do que tá vendo? Percebi como ele ficou hipnotizado olhando pros meus peitos e pra minha buceta, não tô depilada, mas gosto de cuidar, depois virei de costas pra ele poder ver minha bunda e quando me virei de novo, ele tava com as mãos no pau, esfregando por cima da sunga, nessa hora eu falei: - Sobrinho, a tia tá te mostrando tudo, você não vai mostrar nada pra ela? Ele tava tremendamente excitado, igual eu, hahaha, ficou na dúvida do que fazer, mas finalmente tirou a sunga e deixou o pau pra fora, bem duro, e com certeza de um bom tamanho, como eu imaginava que seria. - Você tem ele muito grande e grosso, sobrinho, falei, maior que o do meu marido, na verdade não acho que tenha tanta diferença, mas quem tem certa experiência com homens sabe que eles adoram quando a gente diz que eles são grandes. Meu sobrinho veio até mim e começou a pegar nos meus peitos. - Gosta dos peitos da sua tia, perguntei?
A verdade é que as lambidas dele nos meus mamilos foram uma ótima resposta a essa pergunta. Depois de lambê-los, ele levou um dos meus mamilos à boca, com uma ansiedade real, me lembrou de quando ele era bebê e mamava nos peitos da mulher do meu cunhado. Mas agora eram os meus que ele estava chupando, e o safado estava me dando um prazer incrível. Fazia muito tempo que meu marido não me fazia assim. Minha buceta estava ficando molhada e eu estava com vontade de fazer uma coisa com ele, então eu disse:- Agora é a minha vez de te deixar feliz.
Me ajoelhei diante dele, dei uns beijinhos no seu pau e depois o coloquei na minha boca. Meu sobrinho começou a soltar uns gemidos tão intensos que fiquei com medo de sermos ouvidos nas casas ao redor. Fazia tempo que eu não chupava a do meu marido, mais por preguiça do que por qualquer outra coisa, e ter à minha disposição aquele pedaço de carne grande e fresca me deixou com tanto tesão que eu engoli e comecei a devorar com verdadeira ansiedade. Ele continuou gemendo e não demorou a gozar. Dava pra ver que ele estava envergonhado, e disse:
- Desculpe, tia, por não ter aguentado mais tempo, é que era a primeira vez que uma mulher chupava meu pau, e além disso eu gosto tanto de você que não consegui resistir. Enquanto ele dizia isso, eu continuava ajoelhada, o fato de ele ser virgem, pelo menos oralmente, me deu ainda mais vontade de engolir toda aquela porra, que estava deliciosa, para mim foi como se chupar aquela pica tivesse tirado trinta anos de cima de mim. - Não se preocupa, querido, no final eu respondi, chupar seu pau e beber sua porra foi para sua tia uma experiência deliciosa, bom, não foi, está sendo, querido, porque isso não está fazendo mais do que começar.
Me levantando, beijei sua boca, juntando-a com a minha, que estava cheia da porra dele e que dessa maneira voltou, parcialmente, para ele. O contato dos nossos corpos fez com que o pau dele ficasse duríssimo de novo e eu o sentia contra meu ventre, nesse momento perguntei:
- Me diz, sobrinho, você é virgem?
Ele pareceu envergonhado, me confessou que sim, que tinha saído com algumas garotas e que tinha havido uns amassos com elas, mas que não tinha chegado a transar com nenhuma, embora várias tivessem feito punheta pra ele, assim como ele pra elas.
- Bom, eu disse, então a tia terá o privilégio de fazer isso, eu disse, mas só se, como fazem os bocões dos seus primos, você puder dizer que foi iniciado por uma mulher mais velha, mas nunca sua tia.
Eu às vezes ouvia meus filhos conversando com os amigos falando sobre o que faziam com as garotas, de um jeito que me dava vontade de dar uns tapas neles, embora também deva reconhecer que pensar que meus filhos eram atraentes para as garotas me encantava.
Esclarecido isso com meu sobrinho, ordenei que ele se deitasse na grama com as pernas juntas, acariciei um pouco seu pau que ficou bem duro, e me colocando em cima dele, introduzi seu pau dentro da minha buceta, ele começou a gemer de um jeito muito intenso, eu ficava com medo de que algum dos vizinhos das casas ao lado ouvissem, enquanto ele dizia:
- Tia, isso é divino, nunca imaginei que minha primeira vez seria tão fantástica. Posso tocar seus peitos? - Claro, meu amor, eles são todos seus.
E levei uma de minhas mãos sobre a dele, guiando-a até meus seios, que ele começou a amassar com vontade de verdade, como se eu fosse a única mulher no mundo que tivesse peitos. Suas carícias eram muito prazerosas para mim, enquanto ele dizia:
- Tia, muito obrigado pelo prazer que você está me dando.
- Meu amor, você também está me fazendo gozar, e entregar sua virgindade para mim é um grande presente.
Enquanto conversávamos nesse tom, eu continuava fazendo o pau dele se mover dentro da minha buceta, enquanto ele acariciava meus peitos de um jeito delicioso. Para nós dois, era a realização de um sonho. Naquele momento, senti que ele estava gozando, enchendo minha buceta com sua porra, que era bem abundante, por sinal. Foi quando ele me agradeceu novamente.
- Valeu, tia, por ter me desvirgado. Eu até estava pensando em fazer com uma profissional ou com alguma das minhas colegas da faculdade que são mais fáceis, mas é muito melhor que minha primeira vez tenha sido com você. - Para o seu tio, isso também foi uma delícia. Faz muito tempo que eu só transo com seu tio, e ultimamente tem ficado meio monótono. Acredite, você manda muito bem, vai agradar bastante as garotas com quem você fizer.
Naquele momento, estávamos os dois pelados, nossos corpos bem próximos e ambos melados por toda a porra que tinha saído do pau dele. Por sorte, tínhamos a piscina do lado, então sugeri entrarmos nela sem roupa. Meu sobrinho topou, entramos na água e ficamos nadando um pouco, mas de novo nos aproximamos. Meu sobrinho me envolveu com os braços e me beijou com muita paixão. Eu retribui o beijo, e ele levou as mãos até minha bunda e começou a acariciar, enquanto dizia:
- Tia, eu te adoro. - Eu também, meu amor, respondi.
- Você já transou dentro da piscina?
- Não, meu amor, tive que confessar.
- Deixa eu fazer isso com você?, ele me perguntou.
Nunca tinha pensado em fazer na piscina, claro que a gente vê uns caras gostosos que dá vontade de arrancar a roupa de banho deles, mas foder ali, nunca tinha aparecido a oportunidade e naquele momento ela surgiu.
Levei uma das minhas mãos até o pau do meu sobrinho e, para minha surpresa, mesmo estando na água, ele estava duríssimo. Então agarrei e comecei a mexer enquanto dizia:
- O que eu estava perdendo, por não ter sido mais esperta todos esses anos.
Como ele é mais alto que eu, me mantive abraçada a ele e envolvi minhas pernas em volta do seu corpo. Ele me segurou nos braços, me apoiou contra a parede da piscina e me beijou. Depois, moveu meu corpo até posicionar o pau na entrada da minha buceta e empurrou. Sentir o pau dele dentro d'água era divino. A gente se beijava de um jeito incrível enquanto o pau dele brincava com a minha buceta.
Parece que meu sobrinho tinha superado qualquer trauma relacionado à primeira vez e se movia como um verdadeiro macho dentro da minha buceta, me provocou vários orgasmos e, apesar de já ter gozado antes, ele gozou de novo, senti o leite dele inundando minha xota. Por sorte estávamos numa piscina, então bastou ele sair e com uma ajudinha nossa nossos sexos ficaram limpos.
Saímos da piscina e, por sorte, meus cunhados ainda demorariam a chegar, então sugeri ao meu sobrinho que tomássemos sol nus. Deitados na toalha e sexualmente mais calmos, ou pelo menos era o que eu pensava, poderíamos aproveitar o sol e conversar, mas mesmo começando a falar sobre o colégio — meu sobrinho tinha acabado de terminar e no mês seguinte iria para a faculdade —, a conversa foi descambando para o sexo:— Tia, você gosta que lambam sua buceta?
— Claro, respondi, adoro.
— E o tio faz isso? — ele perguntou de novo.
A verdade é que não era uma das coisas preferidas do meu marido, mas se eu insistisse, no fim ele acabava fazendo. Expliquei isso a ele, e então ele pediu:
— Tia, me ensina a chupar, assim posso chupar você e, se você deixar, quando eu tiver outras garotas, posso fazer numa que eu goste muito.
O pedido do meu sobrinho me encantou. Claro que aceitei ser sua professora. Abri bem as pernas, pedi que ele colocasse a cabeça entre elas e, com a língua para fora, começasse a lamber minha buceta. No início, as lambidas eram desajeitadas, mas sem dúvida ele estava se esforçando. Fui orientando ele sobre como fazer e, pouco a pouco, ele foi melhorando e me fazendo gozar até que acabei chegando lá. Achei necessário deixar clara a natureza do nosso relacionamento:
- Querido, você e eu vamos fazer umas coisinhas, de vez em quando, se os dois estivermos a fim, mas eu amo seu tio e vou continuar com ele. E você, tem que transar com amigas, colegas da faculdade, com certeza vai achar mais de uma fácil e até alguma professora se aparecer a chance. Meu sobrinho voltou a acariciar meus peitos e de repente me perguntou:
- Tia, você já fez uma espanhola no tio? Sabe o que é?
- Claro que sei, querido. Seu tio, quando era jovem, adorava enfiar o pau dele entre meus peitos e esfregar ele no meio, enquanto eu apertava eles, como se fosse uma buceta. A verdade é que ele ficava muito excitado e mais de uma vez gozou assim, deixando meus peitos cheios de porra.
- Pra mim você faria também, tia? - ele perguntou.
- Claro, querido - respondi. Vem aqui e enfia ele entre eles.
E meu sobrinho, rápido como um raio, se posicionou em cima dos meus peitos e colocou o pau dele no meio. Eu apertei eles e ele começou a mover o pênis como se estivesse dentro da minha buceta, enquanto dizia:
- Tia, isso é uma delícia, eu adoro, obrigado por me deixar fazer isso.
Enquanto eu continuava com meus peitos apertados, ter um pau jovem e vigoroso entre eles me pareceu algo incrível. Os gemidos de prazer dele me faziam ver que ele estava curtindo muito e me davam a sensação de que estava rejuvenescendo, enquanto lembrava das minhas aventuras quando tinha a idade do meu sobrinho, primeiro com diferentes namorados e depois com o tio dele. Enquanto ele continuava metendo nos meus peitos, com o movimento, ele gozou entre eles. Apesar de já ter gozado várias vezes naquela tarde, o pau dele despejou sobre meus peitos uma quantidade generosa de porra, que encheu eles. Parecia que eu estava amamentando em vez de receber gozo, hahaha.
Eu teria adorado continuar fazendo coisas com meu sobrino aquela tarde na piscina, mas já estávamos há um tempo e havia o perigo dos pais dele voltarem e nos pegarem com a boca na botija, então por precaução tínhamos que dar um fim no nosso encontro. Convenci ele de que era hora de nos lavarmos, fomos os dois para o chuveiro da piscina, ele ficou embaixo da água. Ver a água escorrendo pelo corpo dele me deixou com tesão, então me ofereci para lavar o pau dele. Ao sentir minha mão, ele ficou duro de novo, então ofereci uma sessão com minha mão. Dava pra ver que ele estava excitado e ele gozou de novo, limpei a porra. Depois fui eu que tomei banho, precisava me limpar da quantidade de porra que meu corpo tinha recebido aquela tarde. Ele me observava enquanto eu fazia isso. Acho que naquela noite ele se masturbou pensando em mim. Eu não consegui evitar fazer o mesmo enquanto tomava banho, depois colocamos nossas roupas de banho. Pouco depois meus cunhados chegaram, nós dois estávamos tranquilos como se nada tivesse acontecido, mas tinha acontecido sim. Na verdade, era o começo de alguma coisa.
(Este relato pertence a klarisa em Contos Relatos)
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