Dona Nieves, uma velha amiga da família (I) Minha relação como amante me levou à liberdade sexual sem restrições, nem limites de uma senhora mais velha. Dona Nieves, uma velha amiga da família. (1) Tem vivências, momentos que marcam a gente, que ficam gravados desde a infância, imagens e lembranças que a gente adora recordar, e essa história faz parte dessas memórias. Meu nome é Guillermo e hoje tenho 52 anos, trabalho com restauração e consultoria de empresas na área de hotelaria. Tenho um corpo magro, 1,76 de altura, mas com os defeitos normais da idade, me mantenho há anos com o mesmo peso sem precisar ir à academia, genética boa, mas dou importância, graças aos meus estudos, a uma alimentação variada e equilibrada, isso sim, sempre fui hiperativo no meu dia a dia, o que chamam de um nervoso, saca? Família com raízes profundas nas ilhas, os registros dos meus ancestrais somam mais de 5 gerações que eu conheça, uma família nativa e de sempre. Minha família é sócia do Clube Náutico da cidade desde a fundação, já são 3 gerações, isso faz com que você conheça todo mundo, todos os sócios, e que te conheçam também, claro, além de ter velejado e passado os verões nas instalações, é motivo de familiaridade e amizade com grande parte dos sócios. Na área social, exclusiva para sócios, os senhores jogavam cartas, sinuca, falavam de pesca, etc. As senhoras se exibiam bem vestidas, cheias de joias e arrumadas, como mostra da posição social delas, a diversão era a fofoca enquanto jogavam ludo. Meio decadente e ultrapassado hoje em dia. Tinha uma mesa de jogos onde sempre se sentavam as mesmas 4 senhoras, uma delas era a madrinha e tia do meu melhor amigo, e era obrigatório quando eu entrava na área social, me aproximar e cumprimentá-las, uma daquelas senhoras era Dona Nieves, a protagonista de parte da minha vida. Ela se destacava das outras conhecidas do Clube e era a única senhora que me alegrava ao vê-la e me agradava conversar. Aos meus 14 ou 15 anos, eu a achava muito bonita e gostosa, porque ela sempre se vestia muito bem, com ternos, jaquetas, saias justas até o joelho, blusas de cetim ou estampadas e jaqueta. A roupa dela realçava a figura, principalmente com as saias, os quadris; não era uma mulher cheia de curvas, mas sim esbelta. Os saltos altos e elegantes aumentavam a altura dela de forma perfeita, já que ela tinha pouco mais de 1,60m. Manicure impecável, unhas longas sempre vermelhas ou em tons vinho, as mãos cheias de anéis e pulseiras de ouro e pedras preciosas davam um ar aristocrático, sempre com cara de quem tinha acabado de sair do salão e muito maquiada. A família dela era, há muito tempo, vizinha e amiga dos meus avós. De família bem de vida, era filha única e herdou um bom patrimônio. Casada com um ex-militar da marinha, que já vinha de família de militares, com um patrimônio importante, eles curtiam uma vida muito confortável. Nunca simpatizei nem me dei muito bem com ele, porque era ranzinza e tinha um jeito antissocial, bem diferente da Dona Nieves. Eles tiveram uma filha, que eu soube pela minha mãe, se dava super mal com ela desde que ficou viúva, por causa da herança. Ao cumprimentar a tia do meu amigo, por educação, dava dois beijos na Dona Nieves, coisa que agradava ela, e pela minha parte safada, ao me aproximar, podia sentir o perfume floral gostoso dela e olhar as blusas decotadas. Essa mulher sempre me chamou muita atenção quando jovem, e depois, mais velho, me dava muito tesão. Ela sempre me chamava a atenção de forma provocante, e quando eu cumprimentava ela, sempre falava algo tipo: "Você é o filho da Luísa, a filha da Guillermina" (daí herdei meu nome), para mostrar pras outras amigas de jogo que conhecia minha família e provar a posição dela. Muitas vezes me dava um trocado, nunca moedas, sempre notas de 100 pesetas, e às vezes em festas, 500 pesetas pra eu tomar um refri e um lanche, ou Ela me convidava na cara dura, e quando eu agradecia, ela sempre virava a bochecha, como pedindo um beijo. Eu dava um, e ela virava a outra bochecha com carinha, dizendo maternalmente: — Pra ser um bom galã, sempre se dão dois beijos. Os anos passaram, uns 30 mais ou menos. Um dia, fui visitar minha mãe e, conversando sobre várias coisas, ela comentou que a diretoria do náutico tinha mudado. Lembrei de Dona Nieves e perguntei por ela, já que fazia tempo que não a via, pois não ia ao náutico desde que saí da Celaya, por motivos de trabalho fiquei quase 11 anos fora da ilha. Ela me disse que no clube social faziam bailes e que ela ia muito por lá, que conversavam bastante, já que as duas eram viúvas. Ela tinha ficado viúva há pouco tempo, depois de uma longa doença do marido que a afastou da vida social do náutico, e desde então tinha retomado a vida social e agora não perdia uma festa no clube. Um dia, minha mãe me ligou e pediu que eu fosse buscá-la no náutico depois do baile. Quando cheguei na porta do clube social, já dava pra ouvir a música e a bagunça do baile lá dentro. Ao abrir as portas e entrar, pensei: “Pois é, que festança os velhos armam”. Fui em direção ao bar, contornando a pista de dança, tentando localizar minha mãe. Uma mão se levantou, acenando no meio da multidão. Era minha mãe, fazendo gestos de que ia sair da pista. Qual não foi minha surpresa ao ver que atrás dela vinha outra mulher. Quando saíram da multidão, a reconheci: era Dona Nieves. — Outro dia você não perguntou por Nieves? Pois olha, ela veio hoje também, e a gente se acabou de dançar juntas. — Não consegui evitar olhar pra ela de cima a baixo, satisfeito. Me aproximei e dei dois beijos na minha mãe, e também em Dona Nieves. — Oi, querido, quanto tempo que não te via, que alegria te ver e como você está gostoso. Que filhos lindos você fez, Luísa. Meu Pepe só conseguiu me fazer uma filha, troco pela ingrata da minha filha. — Concluiu rindo. Ela estava de jeans, uma camiseta fúcsia e uns mocassins tipo... mohicano de cabelo claro e meu inseparável “eau d’Issey” — Se fiquei uns anos fora por causa do meu trabalho como Chef, foi uma grande experiência, mas uns anos cansativos e bem intensos. Agora que voltei, relaxei: assessoro empresários em novos projetos ou atuo como Chef privado em vilas de gente rica, posso escolher os trabalhos, os que me interessam, me atraem ou me dão um bom “Feeling” — — Aii, que antiquada que eu tô, o que é isso de “Feeling”? Não tô por dentro dessa onda de vocês. Se te pagam bem..? — — Que sorte você tem, Luísa, tem um Chef privado só pra você!! Que inveja — e de graça — Exclamou rindo — — Pois somos duas, Neves, como se falasse em chinês. Ele costuma cozinhar quando peço em festas ou com alguma visita especial. Nesses dias ele brilha e dá pra ver que é vocação, que faz com paixão. Todo mundo se inscreve no Natal. Pelo menos serviu pra alguma coisa os estudos — — Mas a senhora tão gostosa e elegante como sempre, adoro ver a senhora tão bem de novo — — Você tem um filho que é um sol, se orgulhe, Luísa — Fiquei pensando — porra,,, a viuvez fez bem pra ela, que modelão — Era uma mulher um pouco mais velha que minha mãe, suponho que devia ter uns 76, eu na época tinha 46. Usava uma saia daquelas que sempre usava, preta justa no joelho, mas de couro preto que vestia como uma luva, marcando os quadris, um cinto largo vermelho, e uma blusa de seda vermelha justa na cintura, terminada no final com uns babados como se fossem folhos, as mangas ajustadas nos braços com punhos longos e vários botões, com um decote em V bem sugestivo, sem ser provocativo, ou seja, não era muito decotado, só o suficiente pra apreciar o busto envelhecido mas bem moldado, mostrando levemente um sutiã preto de renda muito bem escolhido pra moldar e juntar elegantemente o busto que, sem ser opulentamente abundante, com o ajuste da camisa sobressai provocativamente, como pra chamar minha atenção. Umas meias de renda com estampas florais e uns scarpins de uns 8 centímetros vermelhos com uma fita amarrada no tornozelo. O resto não tinha mudado, uma maquiagem discreta, menos nos lábios contornados em dois tons de vermelho matte, o contorno mais escuro, pra destacar a boquinha e os lábios dela com sombras azuladas e escuras nos olhos e, claro, a manicure perfeita, estilosa e característica nas unhas compridas. — Olha só a sessentona — me forcei a sair daquele transe. — Querem beber algo? Eu pedi um vinho branco bem gelado — — Eu quero outro — apontou minha mãe — Ah, eu também quero outro, que passei um calorão lá dentro — Serviram as taças de vinho e educadamente passei pra elas. Começaram a falar de coisas delas, banais pra mim. — Filho... vou ao banheiro e pegar a bolsa, depois a gente vai, esses saltos tão me matando — — Então Luísa, se não se importa, vou com vocês, não quero voltar sozinha pra casa tão tarde — — Claro que sim, Nieves, hoje trouxe guarda-costas — — E muito bonito e elegante — respondeu Dona Nieves. E as duas riram, minha mãe foi no guarda-roupa pegar a bolsa. — Pega a minha também e a jaqueta..? — Minha mãe concordou. Quando minha mãe se afastou, Dona Nieves se virou e começou a mexer os quadris levemente, dançando, e não consegui evitar de olhar como os quadris dela se mexiam dentro daquela saia justa de couro, dando uma forma apetitosa pra aquela bunda. — Caramba, que corpaço a velha mantém, que rabão essa saia marca — falei pra mim mesmo. Ela virou o pescoço me olhando. Bem na hora que eu tava de olho naquele rabão. — Hoje não colocaram música boa, mas a gente se divertiu, eu e sua mãe, além disso sempre tem algo pra fazer ou ver, não é, Guillermo..? Confirmou piscando um olho pra mim. Porra, fui muito cara de pau, pensei. Ela deve ter percebido. — Claro, se não tem, a gente arruma diversão — respondi. Minha mãe voltou, entregou a bolsa pra ela e saímos do náutico andando de boa, elas se pegaram no braço e começaram a papear. Deixei elas irem na frente. Uns metros, pra acender um cigarro, sem querer meus olhos se cravaram nas cadeiras apertadas dentro da saia de Dona Nieves, o movimento dos quadris dela ao andar e o som do salto alto, me causavam uma visão hipnótica. Ela morava num prédio atrás do da minha mãe, em duas ruas paralelas, uma atrás da outra a uns 7/8 minutos do náutico. Ao chegar na entrada do prédio, nos despedimos, mas quando entramos na escada ouvimos ela resmungar alguma coisa, e minha mãe disse: — Você tá bem, Nieves? Aconteceu alguma coisa? — Voltamos uns passos atrás. — Nada, Luísa, é que a luz da escada é daquelas que acendem quando você entra e não tá funcionando — Era uma entrada bem ampla e grande, tava tudo muito escuro. Acendi a lanterna do celular e iluminei a escada. — Pode passar, Dona Nieves. — — Vai, acompanha ela até em cima com a lanterna do celular, por via das dúvidas se não tiver luz no apartamento dela também. Depois você vem pra casa? — — Não, Mãe, já vou pra minha casa. — — Não se incomode, acompanha sua mãe. — — Que isso, Nieves, só faltava você cair, não vê que tá muito escuro e você não enxerga nada? Vai, filho, acompanha ela, não tem discussão, Nieves. — E minha mãe se despediu, tirando as chaves de casa da bolsa. Entramos na escada e ela me segurou, enlaçando meu braço com os dela, se grudando em mim e dando passos pequenos, sentindo os peitos dela no meu braço. Essa sensação começou a me excitar. — Segura firme e fica perto de mim, pra não cair. — Senti as mãos dela me apertando mais forte, comprimindo os peitos no meu braço. — Vou me matar com esses saltos, não se vê nada. — Com a lanterna do celular, procurei o elevador, achei e, ao levantar o braço, senti bem a carne dos peitos dela. Apertei o botão de chamada e em pouco tempo a escada clareou um pouco com a abertura do elevador. Entramos, ela não tinha soltado meu braço e o elevador tava mais que iluminado. Lá dentro, ela apertou o botão do andar dela e começamos a subir. Ela me soltou e se afastou um pouco. — Você é muito gentil e um amor de garoto, tô feliz pelo seu... Mãe, desculpa o incômodo, cê devia ter planos com os amigos, ou quem sabe com uma sortuda garota — — É um prazer acompanhar a senhora Dona Nieves, e não... não tinha combinado com nenhum amigo, e a garota mais próxima que tenho agora mesmo e conheço é a senhora — — Então a sortuda sou eu — Disse rindo de forma safada, e acariciando minha bochecha até o queixo com a mão, deslizando as unhas sensualmente debaixo do meu queixo. O toque das unhas na minha pele e sentir os peitos dela no meu braço me fez tremer e soltar um suspiro, que ela percebeu. — Bom... tô aqui com a senhora, não tô?, além disso sempre achei que a senhora tava um passo à frente das madames do iate clube, tão bem vestida e arrumada com um gosto diferente, e extremamente simpática, diferente daquelas velhas do jogo de damas, aos meus olhos a senhora é muito gostosa e sensual, ganha de lavada — Concluí com um sorriso e devolvendo a piscadela. — Olha... não fala mal das minhas amigas de novo, cada uma usa o que quer e pode, te perdoo pelos seus elogios e sinceras cantadas, cê vai me fazer corar, Guilherme, olha, olha, não acho as chaves — Juntou os braços pra procurar as chaves na bolsinha, esse gesto fez os peitos dela se apertarem e se destacarem entre os braços, não consegui evitar de olhar pros peitos apertados debaixo daquele sutiã lindo, parecia que ela tava se deliciando com esse jogo de procurar as chaves, pra eu não perder nenhum detalhe dos atributos dela. — Isso não foi por acaso, o teatro de procurar as chaves com os braços juntos e exibindo claramente as tetas pelo decote o caminho todo pra subir, não é um comportamento normal numa mulher de Setenta e tantos anos — — Ela tava me seduzindo e me testando, examinando minhas reações ou talvez, eu tava viajando na maionese, porque aquela coroa mais velha sempre me deixava duro — Pensei perturbado por dentro Aí o elevador parou. — Bom, assim que puder, vou mandar umas indiretas safadas pra ela, e ver se ela aguenta o tranco — Pensei Forma safada — — Aqui estão, finalmente — disse com um olhar malicioso — Saímos e eu foquei a fechadura atrás dela, o espetáculo do elevador já tinha me deixado de pau duro e eu sentia o volume na minha calça, com a cumplicidade da escuridão coloquei ele pra fora da calça. Ela se abaixou um pouco pra procurar a fechadura e enfiar a chave, isso fez a bunda dela colar na minha, com a luz do celular iluminando a fechadura, eu tinha meu pau moreilão encostado na bunda dela. A situação me envergonhava e me deixava desconfortável, mas excitado ao mesmo tempo, tive que me segurar pra não agarrar ela pela cintura e dar um empurrãozinho pra ela sentir ele bem duro colado nela. — Caramba com Dona Nieves, que puta, a santinha joga pesado — Pensei comigo. Ao sentir o contato comigo, ela não se afastou, pelo contrário, se demorou abrindo a porta, ficou ali tentando abrir, e ouviu-se o som da fechadura destravando. Ela entrou e acendeu a luz, — Bom, Nieves, vou indo, um prazer rever você — — Não, Não... nada disso, vou te oferecer um vinho fresquinho, que é o mínimo, né? pela sua galanteria — Não precisei insistir uma segunda vez, aquela mulher tinha me deixado a mil, eu queria tomar aquele vinho e continuar curtindo a companhia dela e conversar pra ver se dava chance de dar uma "investida". Ela fechou a porta e fomos pra cozinha. — Escolhe a garrafa que quiser na geladeira, que vou pegar as taças — — Que vinho você escolheu...? Guille, te importa se te chamo assim? Gosto mais do que Guillermo. — Um verdejo, Jose Pariente, tem bom gosto — — E você também, pela escolha — — Bom gosto, vamos pra sala, querido Guille — Saí atrás dela, apagando a luz da cozinha, os saltos dela ecoavam na casa e na minha cabeça, junto com o andar forçado rebolando a cintura, me arrancou um suspiro, ela nem se mexeu, a situação estava me dominando. Entramos na sala, era grande em dois níveis separando a área de jantar por dois degraus leves, uma mesa comprida "Chippendale" com as cadeiras. estofadas, me chamou a atenção, era enorme, pra 10 serviços. — Salão de jantar impressionante, essa peça é uma “Chippendale”, raramente se vê — — Puxa, você tem um gosto refinado mesmo — Ela respondeu surpresa — Então vai ter que vir me preparar uma dessas comidas deliciosas que você faz, se eu puder pagar, claro — Disse rindo. Poderia ter usado jantar, refeição, iguarias, menu. Mas disse comida, também não usei o plural. Ela me deu de bandeja, aproveitei o comentário. — Sai de graça pra senhora, tem “Feeling” entre nós e se como anfitriã estiver vestida com um daqueles vestidos longos, que te deixam tão atraente e sexy, talvez eu tenha que pagar pra vir e te ver — — Ahhh... Que bom, tenta escolher um pra essa ocasião que seja do seu agrado pra vir me ver e me preparar essa deliciosa comida — — A senhora não vai ter do que reclamar da comida que eu faria, ficaria satisfeita — — Que oferta tentadora, quando é que você me faria essa comida..? — Comecei a abrir o vinho, servi duas taças, ela sentou num sofá grande e deu um tapinha no sofá fazendo sinal pra eu sentar do lado dela, e foi o que fiz. — Quando a senhora quiser, eu faço — — Que gentil e prestativo você é, Guille, tim-tim, disse ela, por nós — Aproximou o rosto e me deu um beijo leve nos lábios, fiquei sem saber como reagir, senti a cremosidade do batom dela nos meus lábios. — Te marquei com o batom — disse sorrindo, — Sem problemas — A mão dela apareceu na frente do meu rosto, levando o polegar aos meus lábios, acariciando-os com uma pressão delicada. — Agora não aparece mais — — Me conta sobre você, quero saber o que você tem feito desde que voltou — Aquele beijo e ela acariciar meus lábios derrubou minha prudência, era minha chance. Tinha algo em Dona Nieves que me intrigava morbidamente desde a juventude e que sempre quis descobrir, talvez aquela fosse a noite de tirar minha dúvida — Posso te fazer uma pergunta, Dona Nieves? — — Se parar de me chamar de Dona, sim, me chama de Nieves, por favor, esse Dona me envelhece, vamos, pergunta — — É que sempre me Parecia muito elegante e bem vestida. — Isso é uma afirmação, não uma pergunta. — Aquela mulher estava me intimidando, hesitei em fazer a pergunta, tomei um gole de vinho para ganhar coragem. — E..? Vamos ver essa pergunta, talvez a resposta seja fácil. — É uma besteira, é igual. — Isso quem decide sou eu, vamos, pergunta. — Criei coragem e perguntei, era o momento. — Sempre tive curiosidade de saber se você usa calcinha fio dental ou meia-calça..? Minha mãe usa meia-calça e não são tão bonitas quanto as suas. — Ela me encarou fixamente, bebeu um gole da taça e a deixou apoiada no lábio inferior por alguns segundos, lentamente colocou a taça na mesa com o batom marcado nela. — Então você não sabe se uso meia-calça ou fio dental porque as minhas são mais bonitas. — E você quer tirar essa dúvida..? Devo entender..? — Pensei comigo: você passou dos limites, agora ela vai me chamar de sem-vergonha, vai me expulsar, e com razão. Ela inclinou os quadris para fora do sofá, juntando as duas pernas sobre o sofá e as recolhendo, isso fez com que a saia subisse sobre as coxas, agora parecia uma minissaia, mostrando assim o corte traseiro da saia que deixava ver muito mais suas coxas. Ela pegou minha mão que segurava a taça e fez eu soltá-la na mesa, sem soltar minha mão, a levou até o início da saia e a colocou sobre suas coxas que apareciam pelo corte da saia, e ali a deixou. — Você, o que diria que estou usando agora, meia-calça ou fio dental..? — Não sei. — Então hoje, se quiser, tiro suas dúvidas, por que você mesmo não confere? — E deslizou minha mão por baixo da saia, por onde se abria o corte traseiro.
Dona Nieves, uma velha amiga da família (I) Minha relação como amante me levou à liberdade sexual sem restrições, nem limites de uma senhora mais velha. Dona Nieves, uma velha amiga da família. (1) Tem vivências, momentos que marcam a gente, que ficam gravados desde a infância, imagens e lembranças que a gente adora recordar, e essa história faz parte dessas memórias. Meu nome é Guillermo e hoje tenho 52 anos, trabalho com restauração e consultoria de empresas na área de hotelaria. Tenho um corpo magro, 1,76 de altura, mas com os defeitos normais da idade, me mantenho há anos com o mesmo peso sem precisar ir à academia, genética boa, mas dou importância, graças aos meus estudos, a uma alimentação variada e equilibrada, isso sim, sempre fui hiperativo no meu dia a dia, o que chamam de um nervoso, saca? Família com raízes profundas nas ilhas, os registros dos meus ancestrais somam mais de 5 gerações que eu conheça, uma família nativa e de sempre. Minha família é sócia do Clube Náutico da cidade desde a fundação, já são 3 gerações, isso faz com que você conheça todo mundo, todos os sócios, e que te conheçam também, claro, além de ter velejado e passado os verões nas instalações, é motivo de familiaridade e amizade com grande parte dos sócios. Na área social, exclusiva para sócios, os senhores jogavam cartas, sinuca, falavam de pesca, etc. As senhoras se exibiam bem vestidas, cheias de joias e arrumadas, como mostra da posição social delas, a diversão era a fofoca enquanto jogavam ludo. Meio decadente e ultrapassado hoje em dia. Tinha uma mesa de jogos onde sempre se sentavam as mesmas 4 senhoras, uma delas era a madrinha e tia do meu melhor amigo, e era obrigatório quando eu entrava na área social, me aproximar e cumprimentá-las, uma daquelas senhoras era Dona Nieves, a protagonista de parte da minha vida. Ela se destacava das outras conhecidas do Clube e era a única senhora que me alegrava ao vê-la e me agradava conversar. Aos meus 14 ou 15 anos, eu a achava muito bonita e gostosa, porque ela sempre se vestia muito bem, com ternos, jaquetas, saias justas até o joelho, blusas de cetim ou estampadas e jaqueta. A roupa dela realçava a figura, principalmente com as saias, os quadris; não era uma mulher cheia de curvas, mas sim esbelta. Os saltos altos e elegantes aumentavam a altura dela de forma perfeita, já que ela tinha pouco mais de 1,60m. Manicure impecável, unhas longas sempre vermelhas ou em tons vinho, as mãos cheias de anéis e pulseiras de ouro e pedras preciosas davam um ar aristocrático, sempre com cara de quem tinha acabado de sair do salão e muito maquiada. A família dela era, há muito tempo, vizinha e amiga dos meus avós. De família bem de vida, era filha única e herdou um bom patrimônio. Casada com um ex-militar da marinha, que já vinha de família de militares, com um patrimônio importante, eles curtiam uma vida muito confortável. Nunca simpatizei nem me dei muito bem com ele, porque era ranzinza e tinha um jeito antissocial, bem diferente da Dona Nieves. Eles tiveram uma filha, que eu soube pela minha mãe, se dava super mal com ela desde que ficou viúva, por causa da herança. Ao cumprimentar a tia do meu amigo, por educação, dava dois beijos na Dona Nieves, coisa que agradava ela, e pela minha parte safada, ao me aproximar, podia sentir o perfume floral gostoso dela e olhar as blusas decotadas. Essa mulher sempre me chamou muita atenção quando jovem, e depois, mais velho, me dava muito tesão. Ela sempre me chamava a atenção de forma provocante, e quando eu cumprimentava ela, sempre falava algo tipo: "Você é o filho da Luísa, a filha da Guillermina" (daí herdei meu nome), para mostrar pras outras amigas de jogo que conhecia minha família e provar a posição dela. Muitas vezes me dava um trocado, nunca moedas, sempre notas de 100 pesetas, e às vezes em festas, 500 pesetas pra eu tomar um refri e um lanche, ou Ela me convidava na cara dura, e quando eu agradecia, ela sempre virava a bochecha, como pedindo um beijo. Eu dava um, e ela virava a outra bochecha com carinha, dizendo maternalmente: — Pra ser um bom galã, sempre se dão dois beijos. Os anos passaram, uns 30 mais ou menos. Um dia, fui visitar minha mãe e, conversando sobre várias coisas, ela comentou que a diretoria do náutico tinha mudado. Lembrei de Dona Nieves e perguntei por ela, já que fazia tempo que não a via, pois não ia ao náutico desde que saí da Celaya, por motivos de trabalho fiquei quase 11 anos fora da ilha. Ela me disse que no clube social faziam bailes e que ela ia muito por lá, que conversavam bastante, já que as duas eram viúvas. Ela tinha ficado viúva há pouco tempo, depois de uma longa doença do marido que a afastou da vida social do náutico, e desde então tinha retomado a vida social e agora não perdia uma festa no clube. Um dia, minha mãe me ligou e pediu que eu fosse buscá-la no náutico depois do baile. Quando cheguei na porta do clube social, já dava pra ouvir a música e a bagunça do baile lá dentro. Ao abrir as portas e entrar, pensei: “Pois é, que festança os velhos armam”. Fui em direção ao bar, contornando a pista de dança, tentando localizar minha mãe. Uma mão se levantou, acenando no meio da multidão. Era minha mãe, fazendo gestos de que ia sair da pista. Qual não foi minha surpresa ao ver que atrás dela vinha outra mulher. Quando saíram da multidão, a reconheci: era Dona Nieves. — Outro dia você não perguntou por Nieves? Pois olha, ela veio hoje também, e a gente se acabou de dançar juntas. — Não consegui evitar olhar pra ela de cima a baixo, satisfeito. Me aproximei e dei dois beijos na minha mãe, e também em Dona Nieves. — Oi, querido, quanto tempo que não te via, que alegria te ver e como você está gostoso. Que filhos lindos você fez, Luísa. Meu Pepe só conseguiu me fazer uma filha, troco pela ingrata da minha filha. — Concluiu rindo. Ela estava de jeans, uma camiseta fúcsia e uns mocassins tipo... mohicano de cabelo claro e meu inseparável “eau d’Issey” — Se fiquei uns anos fora por causa do meu trabalho como Chef, foi uma grande experiência, mas uns anos cansativos e bem intensos. Agora que voltei, relaxei: assessoro empresários em novos projetos ou atuo como Chef privado em vilas de gente rica, posso escolher os trabalhos, os que me interessam, me atraem ou me dão um bom “Feeling” — — Aii, que antiquada que eu tô, o que é isso de “Feeling”? Não tô por dentro dessa onda de vocês. Se te pagam bem..? — — Que sorte você tem, Luísa, tem um Chef privado só pra você!! Que inveja — e de graça — Exclamou rindo — — Pois somos duas, Neves, como se falasse em chinês. Ele costuma cozinhar quando peço em festas ou com alguma visita especial. Nesses dias ele brilha e dá pra ver que é vocação, que faz com paixão. Todo mundo se inscreve no Natal. Pelo menos serviu pra alguma coisa os estudos — — Mas a senhora tão gostosa e elegante como sempre, adoro ver a senhora tão bem de novo — — Você tem um filho que é um sol, se orgulhe, Luísa — Fiquei pensando — porra,,, a viuvez fez bem pra ela, que modelão — Era uma mulher um pouco mais velha que minha mãe, suponho que devia ter uns 76, eu na época tinha 46. Usava uma saia daquelas que sempre usava, preta justa no joelho, mas de couro preto que vestia como uma luva, marcando os quadris, um cinto largo vermelho, e uma blusa de seda vermelha justa na cintura, terminada no final com uns babados como se fossem folhos, as mangas ajustadas nos braços com punhos longos e vários botões, com um decote em V bem sugestivo, sem ser provocativo, ou seja, não era muito decotado, só o suficiente pra apreciar o busto envelhecido mas bem moldado, mostrando levemente um sutiã preto de renda muito bem escolhido pra moldar e juntar elegantemente o busto que, sem ser opulentamente abundante, com o ajuste da camisa sobressai provocativamente, como pra chamar minha atenção. Umas meias de renda com estampas florais e uns scarpins de uns 8 centímetros vermelhos com uma fita amarrada no tornozelo. O resto não tinha mudado, uma maquiagem discreta, menos nos lábios contornados em dois tons de vermelho matte, o contorno mais escuro, pra destacar a boquinha e os lábios dela com sombras azuladas e escuras nos olhos e, claro, a manicure perfeita, estilosa e característica nas unhas compridas. — Olha só a sessentona — me forcei a sair daquele transe. — Querem beber algo? Eu pedi um vinho branco bem gelado — — Eu quero outro — apontou minha mãe — Ah, eu também quero outro, que passei um calorão lá dentro — Serviram as taças de vinho e educadamente passei pra elas. Começaram a falar de coisas delas, banais pra mim. — Filho... vou ao banheiro e pegar a bolsa, depois a gente vai, esses saltos tão me matando — — Então Luísa, se não se importa, vou com vocês, não quero voltar sozinha pra casa tão tarde — — Claro que sim, Nieves, hoje trouxe guarda-costas — — E muito bonito e elegante — respondeu Dona Nieves. E as duas riram, minha mãe foi no guarda-roupa pegar a bolsa. — Pega a minha também e a jaqueta..? — Minha mãe concordou. Quando minha mãe se afastou, Dona Nieves se virou e começou a mexer os quadris levemente, dançando, e não consegui evitar de olhar como os quadris dela se mexiam dentro daquela saia justa de couro, dando uma forma apetitosa pra aquela bunda. — Caramba, que corpaço a velha mantém, que rabão essa saia marca — falei pra mim mesmo. Ela virou o pescoço me olhando. Bem na hora que eu tava de olho naquele rabão. — Hoje não colocaram música boa, mas a gente se divertiu, eu e sua mãe, além disso sempre tem algo pra fazer ou ver, não é, Guillermo..? Confirmou piscando um olho pra mim. Porra, fui muito cara de pau, pensei. Ela deve ter percebido. — Claro, se não tem, a gente arruma diversão — respondi. Minha mãe voltou, entregou a bolsa pra ela e saímos do náutico andando de boa, elas se pegaram no braço e começaram a papear. Deixei elas irem na frente. Uns metros, pra acender um cigarro, sem querer meus olhos se cravaram nas cadeiras apertadas dentro da saia de Dona Nieves, o movimento dos quadris dela ao andar e o som do salto alto, me causavam uma visão hipnótica. Ela morava num prédio atrás do da minha mãe, em duas ruas paralelas, uma atrás da outra a uns 7/8 minutos do náutico. Ao chegar na entrada do prédio, nos despedimos, mas quando entramos na escada ouvimos ela resmungar alguma coisa, e minha mãe disse: — Você tá bem, Nieves? Aconteceu alguma coisa? — Voltamos uns passos atrás. — Nada, Luísa, é que a luz da escada é daquelas que acendem quando você entra e não tá funcionando — Era uma entrada bem ampla e grande, tava tudo muito escuro. Acendi a lanterna do celular e iluminei a escada. — Pode passar, Dona Nieves. — — Vai, acompanha ela até em cima com a lanterna do celular, por via das dúvidas se não tiver luz no apartamento dela também. Depois você vem pra casa? — — Não, Mãe, já vou pra minha casa. — — Não se incomode, acompanha sua mãe. — — Que isso, Nieves, só faltava você cair, não vê que tá muito escuro e você não enxerga nada? Vai, filho, acompanha ela, não tem discussão, Nieves. — E minha mãe se despediu, tirando as chaves de casa da bolsa. Entramos na escada e ela me segurou, enlaçando meu braço com os dela, se grudando em mim e dando passos pequenos, sentindo os peitos dela no meu braço. Essa sensação começou a me excitar. — Segura firme e fica perto de mim, pra não cair. — Senti as mãos dela me apertando mais forte, comprimindo os peitos no meu braço. — Vou me matar com esses saltos, não se vê nada. — Com a lanterna do celular, procurei o elevador, achei e, ao levantar o braço, senti bem a carne dos peitos dela. Apertei o botão de chamada e em pouco tempo a escada clareou um pouco com a abertura do elevador. Entramos, ela não tinha soltado meu braço e o elevador tava mais que iluminado. Lá dentro, ela apertou o botão do andar dela e começamos a subir. Ela me soltou e se afastou um pouco. — Você é muito gentil e um amor de garoto, tô feliz pelo seu... Mãe, desculpa o incômodo, cê devia ter planos com os amigos, ou quem sabe com uma sortuda garota — — É um prazer acompanhar a senhora Dona Nieves, e não... não tinha combinado com nenhum amigo, e a garota mais próxima que tenho agora mesmo e conheço é a senhora — — Então a sortuda sou eu — Disse rindo de forma safada, e acariciando minha bochecha até o queixo com a mão, deslizando as unhas sensualmente debaixo do meu queixo. O toque das unhas na minha pele e sentir os peitos dela no meu braço me fez tremer e soltar um suspiro, que ela percebeu. — Bom... tô aqui com a senhora, não tô?, além disso sempre achei que a senhora tava um passo à frente das madames do iate clube, tão bem vestida e arrumada com um gosto diferente, e extremamente simpática, diferente daquelas velhas do jogo de damas, aos meus olhos a senhora é muito gostosa e sensual, ganha de lavada — Concluí com um sorriso e devolvendo a piscadela. — Olha... não fala mal das minhas amigas de novo, cada uma usa o que quer e pode, te perdoo pelos seus elogios e sinceras cantadas, cê vai me fazer corar, Guilherme, olha, olha, não acho as chaves — Juntou os braços pra procurar as chaves na bolsinha, esse gesto fez os peitos dela se apertarem e se destacarem entre os braços, não consegui evitar de olhar pros peitos apertados debaixo daquele sutiã lindo, parecia que ela tava se deliciando com esse jogo de procurar as chaves, pra eu não perder nenhum detalhe dos atributos dela. — Isso não foi por acaso, o teatro de procurar as chaves com os braços juntos e exibindo claramente as tetas pelo decote o caminho todo pra subir, não é um comportamento normal numa mulher de Setenta e tantos anos — — Ela tava me seduzindo e me testando, examinando minhas reações ou talvez, eu tava viajando na maionese, porque aquela coroa mais velha sempre me deixava duro — Pensei perturbado por dentro Aí o elevador parou. — Bom, assim que puder, vou mandar umas indiretas safadas pra ela, e ver se ela aguenta o tranco — Pensei Forma safada — — Aqui estão, finalmente — disse com um olhar malicioso — Saímos e eu foquei a fechadura atrás dela, o espetáculo do elevador já tinha me deixado de pau duro e eu sentia o volume na minha calça, com a cumplicidade da escuridão coloquei ele pra fora da calça. Ela se abaixou um pouco pra procurar a fechadura e enfiar a chave, isso fez a bunda dela colar na minha, com a luz do celular iluminando a fechadura, eu tinha meu pau moreilão encostado na bunda dela. A situação me envergonhava e me deixava desconfortável, mas excitado ao mesmo tempo, tive que me segurar pra não agarrar ela pela cintura e dar um empurrãozinho pra ela sentir ele bem duro colado nela. — Caramba com Dona Nieves, que puta, a santinha joga pesado — Pensei comigo. Ao sentir o contato comigo, ela não se afastou, pelo contrário, se demorou abrindo a porta, ficou ali tentando abrir, e ouviu-se o som da fechadura destravando. Ela entrou e acendeu a luz, — Bom, Nieves, vou indo, um prazer rever você — — Não, Não... nada disso, vou te oferecer um vinho fresquinho, que é o mínimo, né? pela sua galanteria — Não precisei insistir uma segunda vez, aquela mulher tinha me deixado a mil, eu queria tomar aquele vinho e continuar curtindo a companhia dela e conversar pra ver se dava chance de dar uma "investida". Ela fechou a porta e fomos pra cozinha. — Escolhe a garrafa que quiser na geladeira, que vou pegar as taças — — Que vinho você escolheu...? Guille, te importa se te chamo assim? Gosto mais do que Guillermo. — Um verdejo, Jose Pariente, tem bom gosto — — E você também, pela escolha — — Bom gosto, vamos pra sala, querido Guille — Saí atrás dela, apagando a luz da cozinha, os saltos dela ecoavam na casa e na minha cabeça, junto com o andar forçado rebolando a cintura, me arrancou um suspiro, ela nem se mexeu, a situação estava me dominando. Entramos na sala, era grande em dois níveis separando a área de jantar por dois degraus leves, uma mesa comprida "Chippendale" com as cadeiras. estofadas, me chamou a atenção, era enorme, pra 10 serviços. — Salão de jantar impressionante, essa peça é uma “Chippendale”, raramente se vê — — Puxa, você tem um gosto refinado mesmo — Ela respondeu surpresa — Então vai ter que vir me preparar uma dessas comidas deliciosas que você faz, se eu puder pagar, claro — Disse rindo. Poderia ter usado jantar, refeição, iguarias, menu. Mas disse comida, também não usei o plural. Ela me deu de bandeja, aproveitei o comentário. — Sai de graça pra senhora, tem “Feeling” entre nós e se como anfitriã estiver vestida com um daqueles vestidos longos, que te deixam tão atraente e sexy, talvez eu tenha que pagar pra vir e te ver — — Ahhh... Que bom, tenta escolher um pra essa ocasião que seja do seu agrado pra vir me ver e me preparar essa deliciosa comida — — A senhora não vai ter do que reclamar da comida que eu faria, ficaria satisfeita — — Que oferta tentadora, quando é que você me faria essa comida..? — Comecei a abrir o vinho, servi duas taças, ela sentou num sofá grande e deu um tapinha no sofá fazendo sinal pra eu sentar do lado dela, e foi o que fiz. — Quando a senhora quiser, eu faço — — Que gentil e prestativo você é, Guille, tim-tim, disse ela, por nós — Aproximou o rosto e me deu um beijo leve nos lábios, fiquei sem saber como reagir, senti a cremosidade do batom dela nos meus lábios. — Te marquei com o batom — disse sorrindo, — Sem problemas — A mão dela apareceu na frente do meu rosto, levando o polegar aos meus lábios, acariciando-os com uma pressão delicada. — Agora não aparece mais — — Me conta sobre você, quero saber o que você tem feito desde que voltou — Aquele beijo e ela acariciar meus lábios derrubou minha prudência, era minha chance. Tinha algo em Dona Nieves que me intrigava morbidamente desde a juventude e que sempre quis descobrir, talvez aquela fosse a noite de tirar minha dúvida — Posso te fazer uma pergunta, Dona Nieves? — — Se parar de me chamar de Dona, sim, me chama de Nieves, por favor, esse Dona me envelhece, vamos, pergunta — — É que sempre me Parecia muito elegante e bem vestida. — Isso é uma afirmação, não uma pergunta. — Aquela mulher estava me intimidando, hesitei em fazer a pergunta, tomei um gole de vinho para ganhar coragem. — E..? Vamos ver essa pergunta, talvez a resposta seja fácil. — É uma besteira, é igual. — Isso quem decide sou eu, vamos, pergunta. — Criei coragem e perguntei, era o momento. — Sempre tive curiosidade de saber se você usa calcinha fio dental ou meia-calça..? Minha mãe usa meia-calça e não são tão bonitas quanto as suas. — Ela me encarou fixamente, bebeu um gole da taça e a deixou apoiada no lábio inferior por alguns segundos, lentamente colocou a taça na mesa com o batom marcado nela. — Então você não sabe se uso meia-calça ou fio dental porque as minhas são mais bonitas. — E você quer tirar essa dúvida..? Devo entender..? — Pensei comigo: você passou dos limites, agora ela vai me chamar de sem-vergonha, vai me expulsar, e com razão. Ela inclinou os quadris para fora do sofá, juntando as duas pernas sobre o sofá e as recolhendo, isso fez com que a saia subisse sobre as coxas, agora parecia uma minissaia, mostrando assim o corte traseiro da saia que deixava ver muito mais suas coxas. Ela pegou minha mão que segurava a taça e fez eu soltá-la na mesa, sem soltar minha mão, a levou até o início da saia e a colocou sobre suas coxas que apareciam pelo corte da saia, e ali a deixou. — Você, o que diria que estou usando agora, meia-calça ou fio dental..? — Não sei. — Então hoje, se quiser, tiro suas dúvidas, por que você mesmo não confere? — E deslizou minha mão por baixo da saia, por onde se abria o corte traseiro.
1 comentários - Uma coroa gostosa