Voltamos pra Buenos Aires sem tocar no assunto daquela noite.
Transar entre a gente já não era algo que nos escandalizava, embora fosse a primeira vez desde que ambas estávamos namorando.
O que era um tabu, ou pelo menos pra mim, foram as mensagens que trocamos entre os três.
Bian viajou com um short jeans super provocante. Metade da bunda de fora e em cima uma camiseta de futebol curtinha. Parecia aquelas botineiras que se vê no estádio!
Eu, quando voltei da minha cidade, me sentia relaxada e não queria quebrar essa paz com nada, então tava de legging curta e um moletom folgado do Gon.
Ambas fomos recebidas pelos nossos namorados no Aeroparque!
Assim que vi o Gon, me pendurei no pescoço dele e me joguei pra abraçar e encher ele de beijos.
Bian, assumo que deve ter cumprimentado de um jeito parecido e depois, claro, a gente cumprimentou os namorados uma da outra.
Não consegui evitar de olhar de canto de olho o tempo todo, quase ignorando o Franco. Bian cruzou os braços no pescoço do Gon e se apoiou nele pra cumprimentá-lo. Me deu muito tesão, obviamente não passou daquele instante e eles se separaram com um olhar que só eu entendi.
Fomos os quatro no mesmo carro, o Gon dirigia, o Franquinho no banco do carona e nós duas atrás.
No caminho, fomos conversando sobre as festas, obviamente nunca se mencionou nada sexual e muito menos, nosso reencontro com a Bian.
Deixamos eles na primeira parada e a poucas quadras da casa deles, tivemos que estacionar em plena luz do dia, perto daqueles muros onde ninguém passa.
Como eu sentia falta do sabor da pica dele.
Delirava só de ter ela na minha boquinha.
A sensação de engasgar com a pica dele era única.
Escorria da minha própria saliva e minhas lágrimas molhavam minhas bochechas. Dava pra ver a vontade contida nele também.
Tudo que tinha acontecido recentemente nos deixava completamente taradas.
Poucas vezes recebi a descarga dele tão rápido na minha boquinha. Não deixei nada, era meu prêmio e aproveitei cada gota que desceu pela minha garganta. Já mais aliviado, meu macho, chegou minha vez. Minha legging foi pro chão do carro e a língua dele entre minhas pernas me fez delirar até gozar.
Não tava nem aí se passava gente ou não. A gente merecia aquele cumprimento.
Já satisfeitos os dois, conseguimos seguir até em casa.
A viagem foi puro tesão, a gente ainda tava quente e não parava de falar de sexo e das coisas que queria fazer um com o outro.
Sinceramente, eu tava distraída com tudo isso, mas quando fui ver as horas, vi uma mensagem da Bian dizendo que já tava quase chegando no apê.
"Ami, o que cê acha? Ficou bom em mim?"
A foto vinha com um close do rabo monumental da Bian, numa tanga branca totalmente perdida entre as curvas dela.
Ela tinha tirado no banheiro da casa do Franco.
Sabia que aquela pergunta não era inocente nem um pouco. Mas entrei no jogo dela.
"Deusa, comeria tudo."
No segundo seguinte, veio a resposta.
"E o Gon, o que ele acha? Preciso da opinião masculina."
Decidi não mostrar a foto pra ele. Tinha algo melhor planejado.
Também não respondi pra ela. Quis deixar no suspense, só de sacanagem.
O Gon estacionou o carro, a gente foi se beijando o elevador inteiro, muito apalpamento, a mãozinha dele percorria toda a minha racha e ele lambia meu pescoço ao mesmo tempo.
Assim que entrei no apartamento, tirei sozinha toda a roupa pra ele. Se tem uma coisa que sei que ele adora é eu me despir. Dei o que ele merecia.
Dava pra ver uma ereção enorme na calça dele, como se já não tivesse gozado.
"Espera, amor, antes preciso te pedir uma coisa."
Peguei meu celular no chão e fui até ele. Me aproximei enquanto com uma mão abria o WhatsApp e com a outra comecei a masturbá-lo por baixo da calça.
"A Bian pediu sua ajuda."
"Ela quer saber se você gosta."
Quando ele viu a foto, senti o pau dele pular. O filho da puta, como todo mundo, tinha fraqueza por aquela bunda. Continuei batendo uma pra ele, mas agora mais rápido. Os olhinhos dele não perdiam um pixel daquele rabo.
"O que eu respondo pra ela?"
Percebi que ele não conseguia formar palavras. Isso me deixou louca. Deixei o pau dele pra fora da calça. calça e deixei cair um fio de saliva na cabecinha, e já com o pau dele mais lubrificado, aumentei ainda mais a intensidade.
"Tive uma ideia, meu amor" e comecei a filmar.
Bati uma punheta pra ele na frente da câmera por uns segundos e mandei o vídeo em autodestruição com uma mensagem... "Parece que ele adorou".
Bian, do outro lado, parecia bem atenta ou na expectativa de receber resposta.
Na hora ela respondeu.
"Ufa amiga, essa rola que o Gon tem 🤤🤤🤤"
Joguei o celular de lado e fomos transar como dois desesperados.
Ele me arrombou do jeito que ele sabe, tinha certeza que na cabeça dele ele alternava entre mim, que estava ali, e um pouco da imaginação dele indo pra minha amiga.
Queria dizer que ficava com raiva, mas era o contrário, comigo acontecia a mesma coisa e isso me excitava pra caralho.
Nosso reencontro não foi nada além de transar como dois adolescentes até de madrugada.
Eu tava destruída, cheia de porra e completamente despenteada.
Assim valia a pena estar de volta.
Transar entre a gente já não era algo que nos escandalizava, embora fosse a primeira vez desde que ambas estávamos namorando.
O que era um tabu, ou pelo menos pra mim, foram as mensagens que trocamos entre os três.
Bian viajou com um short jeans super provocante. Metade da bunda de fora e em cima uma camiseta de futebol curtinha. Parecia aquelas botineiras que se vê no estádio!
Eu, quando voltei da minha cidade, me sentia relaxada e não queria quebrar essa paz com nada, então tava de legging curta e um moletom folgado do Gon.
Ambas fomos recebidas pelos nossos namorados no Aeroparque!
Assim que vi o Gon, me pendurei no pescoço dele e me joguei pra abraçar e encher ele de beijos.
Bian, assumo que deve ter cumprimentado de um jeito parecido e depois, claro, a gente cumprimentou os namorados uma da outra.
Não consegui evitar de olhar de canto de olho o tempo todo, quase ignorando o Franco. Bian cruzou os braços no pescoço do Gon e se apoiou nele pra cumprimentá-lo. Me deu muito tesão, obviamente não passou daquele instante e eles se separaram com um olhar que só eu entendi.
Fomos os quatro no mesmo carro, o Gon dirigia, o Franquinho no banco do carona e nós duas atrás.
No caminho, fomos conversando sobre as festas, obviamente nunca se mencionou nada sexual e muito menos, nosso reencontro com a Bian.
Deixamos eles na primeira parada e a poucas quadras da casa deles, tivemos que estacionar em plena luz do dia, perto daqueles muros onde ninguém passa.
Como eu sentia falta do sabor da pica dele.
Delirava só de ter ela na minha boquinha.
A sensação de engasgar com a pica dele era única.
Escorria da minha própria saliva e minhas lágrimas molhavam minhas bochechas. Dava pra ver a vontade contida nele também.
Tudo que tinha acontecido recentemente nos deixava completamente taradas.
Poucas vezes recebi a descarga dele tão rápido na minha boquinha. Não deixei nada, era meu prêmio e aproveitei cada gota que desceu pela minha garganta. Já mais aliviado, meu macho, chegou minha vez. Minha legging foi pro chão do carro e a língua dele entre minhas pernas me fez delirar até gozar.
Não tava nem aí se passava gente ou não. A gente merecia aquele cumprimento.
Já satisfeitos os dois, conseguimos seguir até em casa.
A viagem foi puro tesão, a gente ainda tava quente e não parava de falar de sexo e das coisas que queria fazer um com o outro.
Sinceramente, eu tava distraída com tudo isso, mas quando fui ver as horas, vi uma mensagem da Bian dizendo que já tava quase chegando no apê.
"Ami, o que cê acha? Ficou bom em mim?"
A foto vinha com um close do rabo monumental da Bian, numa tanga branca totalmente perdida entre as curvas dela.
Ela tinha tirado no banheiro da casa do Franco.
Sabia que aquela pergunta não era inocente nem um pouco. Mas entrei no jogo dela.
"Deusa, comeria tudo."
No segundo seguinte, veio a resposta.
"E o Gon, o que ele acha? Preciso da opinião masculina."
Decidi não mostrar a foto pra ele. Tinha algo melhor planejado.
Também não respondi pra ela. Quis deixar no suspense, só de sacanagem.
O Gon estacionou o carro, a gente foi se beijando o elevador inteiro, muito apalpamento, a mãozinha dele percorria toda a minha racha e ele lambia meu pescoço ao mesmo tempo.
Assim que entrei no apartamento, tirei sozinha toda a roupa pra ele. Se tem uma coisa que sei que ele adora é eu me despir. Dei o que ele merecia.
Dava pra ver uma ereção enorme na calça dele, como se já não tivesse gozado.
"Espera, amor, antes preciso te pedir uma coisa."
Peguei meu celular no chão e fui até ele. Me aproximei enquanto com uma mão abria o WhatsApp e com a outra comecei a masturbá-lo por baixo da calça.
"A Bian pediu sua ajuda."
"Ela quer saber se você gosta."
Quando ele viu a foto, senti o pau dele pular. O filho da puta, como todo mundo, tinha fraqueza por aquela bunda. Continuei batendo uma pra ele, mas agora mais rápido. Os olhinhos dele não perdiam um pixel daquele rabo.
"O que eu respondo pra ela?"
Percebi que ele não conseguia formar palavras. Isso me deixou louca. Deixei o pau dele pra fora da calça. calça e deixei cair um fio de saliva na cabecinha, e já com o pau dele mais lubrificado, aumentei ainda mais a intensidade.
"Tive uma ideia, meu amor" e comecei a filmar.
Bati uma punheta pra ele na frente da câmera por uns segundos e mandei o vídeo em autodestruição com uma mensagem... "Parece que ele adorou".
Bian, do outro lado, parecia bem atenta ou na expectativa de receber resposta.
Na hora ela respondeu.
"Ufa amiga, essa rola que o Gon tem 🤤🤤🤤"
Joguei o celular de lado e fomos transar como dois desesperados.
Ele me arrombou do jeito que ele sabe, tinha certeza que na cabeça dele ele alternava entre mim, que estava ali, e um pouco da imaginação dele indo pra minha amiga.
Queria dizer que ficava com raiva, mas era o contrário, comigo acontecia a mesma coisa e isso me excitava pra caralho.
Nosso reencontro não foi nada além de transar como dois adolescentes até de madrugada.
Eu tava destruída, cheia de porra e completamente despenteada.
Assim valia a pena estar de volta.
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