Opa, quero contar pra vocês que fui passar uns dias com uma amiga e o marido dela na casa que eles têm na serra. Chegamos na sexta-feira ao meio-dia e de tarde chegou o pai dela, que me conhece há anos por causa da minha amizade com a Laura. O Miguel é viúvo há vários anos, e fazia um tempão que eu não via ele, porque desde que a Lau casou, as festas pararam de ser no quintal dos pais dela. Antes, no verão, a gente ia um monte de vezes pra piscina, quase sempre quando o Miguel tava aqui na casa da serra. O Miguel é um cara de 75 anos que não aparenta, parece bem mais novo. Na sexta, fizeram um churrasco e a gente ficou até tarde relembrando histórias de quando eu e a Lau éramos mais novas. O Dario, marido da Lau, lá pelas 2 da manhã tava bem bêbado, e a Lau ajudou ele a ir deitar. A gente continuou conversando e tomando uns drinks que o Miguel preparava. A Lau trouxe umas flores e a gente começou a fumar os três. Quando tentei levantar pra ir no banheiro, percebi o quanto tava bêbada, porque tive que me segurar na Lau senão caía. A gente riu os três da situação, e o Miguel me abraçou e falou: "Eu te ajudo até o banheiro". Aí eu falei: "Como é fácil pra vocês, podem mijar aqui no quintal, numa árvore, em qualquer lugar". E ele respondeu: "Uma mulher também pode mijar em qualquer lugar". A gente se olhou com a Lau e caiu na risada de novo, e eu falei: "Ah, pai, se a gente tivesse sozinha, dava pra ver tudo se a gente mijasse aqui". "Você tá na sua casa, pode fazer o que quiser", disse o Miguel. E olhando pra mim, completou: "Você também... e se vocês tão certas". Voltei do banheiro e a Lau tava dançando com uma música de quarteto, e a gente começou a dançar junto. Entre o álcool e as flores, a gente dançava cada vez mais sensual, e depois veio um reggaeton e a gente começou a rebolando, esquecendo que o Miguel tava ali, olhando pra mim, não pra filha dele. A Lau acendeu mais um baseado pra fumar, e o Miguel ia servindo mais drinks. Todos eram gostosos, mas quase todos eram com vodka e bebidas brancas. Já era quase 5 da manhã, e a Lau falou: "Vou dormir, não aguento mais". Eu também falei a mesma coisa. O Miguel disse: "É, já é tarde pra caralho". Tarde e cedo também, não tenho mais cigarros e a gente também não tinha, já tinha fumado tudo. Miguel me perguntou qual eu fumava porque ia comprar, falei Lucky Convertibles. E ele perguntou: "Quer me acompanhar? Vamos na caminhonete porque o kiosque perto do baile ou do posto está aberto." "Beleza, vamos", falei. Ele perguntou se eu queria dirigir. "Não, nesse estado não. Mas outro dia sim, porque a caminhonete nova dele era linda." Enquanto a gente ia, ele disse que fazia muito tempo que não me via e não sabia se eu ainda era casada ou não. "Faz anos que me divorciei", respondi. Miguel: "Lembro que uma de vocês, das meninas do grupo, gostava de caras grandes, né?" Pau: "Haha, sim, era eu, sempre meus namorados e parceiros eram caras grandes, haha." Miguel: "É, lembro que isso era assunto de conversa quando vocês se reuniam." Pau: "Haha, sim, como você lembra disso? Desculpa, como você lembra..." Miguel: "Me trata por 'você', faz anos que a gente se conhece." Pau: "Sim, sim, é verdade, e você sempre foi muito anfitrião quando a gente se reunia na sua casa." Miguel: "E você ainda gosta de caras grandes? Até que idade? Quantos anos tinha o mais velho que ficou com você?" Pau: "Hmm, não sei... tô com vergonha, não sei... e você? Porque a Lau contou uns anos atrás que você tava saindo com uma mais nova que a Lau, ou seja, mais nova que a gente." Miguel: "É, depois que a Nancy morreu, fiquei sozinho vários anos, e quando comecei a sair e conhecer gente de novo, as novinhas foram as que mais me atraíram, e todo mundo me fala que pareço ter 50 ou 55 anos, no máximo." Pau: "É, isso é verdade, você sempre pareceu mais novo e sempre esteve em boa forma e bem." Miguel: "Valeu pelo elogio. E você também tá melhor do que antes. Te via dançando e tem uma figura espetacular." Pau: "Muito obrigada também pelos elogios." Chegamos, ele desceu e trouxe os cigarros e chocolates. Miguel: "Ali é o baile, ainda tá aberto, quer dançar mais um pouco? Entramos um pouco", ele falou. Pau: "Não, eu tô assim, do jeito que tô, e já deve estar terminando." Miguel: "Fica aberto até as 7. E você tá gostosa pra caralho. Bem gostosa assim. Pau: não, assim não tô a fim de sair. Kkkkk. Miguel: é, aqui ninguém te conhece. Pra que se produzir tanto, se assim também cê tá linda e pra que ia se arrumar se a gente ia dançar só nós dois, ninguém mais, ou cê quer conhecer alguém na balada? Pau: não, não, não sairia com essa intenção, se vou pra balada é pra me divertir. Miguel: então bora, ou amanhã a gente vem? Pau: não, não, olha como eu tô, assim mesmo a gente pode vir outro dia. Arranquei e voltamos pra casa, ajudei ele a juntar as coisas do quintal e preparei outra bebida. Pau: já tô bêbada e se continuar bebendo... Miguel: se continuar bebendo, o quê, linda? Enquanto me puxava pra dançar. Eu fui e dancei um pouco enquanto tomava a bebida, era doce e eu me embriaguei num instante e abracei ele. Pau: não bebo mais, vou dormir... Miguel: é, não vamos beber mais, porque você tá me gustando cada vez mais. E sabendo que cê gosta de caras mais velhos. Eu não te agrado? Ele perguntou. Pau: você é o pai da minha amiga. Miguel: e se não fosse? Pau: sei lá... por que cê pergunta isso? Sei lá... Miguel: pra saber se uma mina gostosa como você me daria bola. Por isso. Se eu não fosse o pai da Lau ou se vocês não fossem amigas? Pau: poderia ser... sei lá... mas você é o pai da minha amiga... Miguel: isso me excita mais, e você não? Pau: não. Respondi mentindo pra ele enquanto ele sorria pra mim. Miguel: acho que cê tá mentindo... ou não, Paulina? Fala sério, me diz, uma garota da sua idade me daria bola? Pau: claro que sim. Miguel: e você?? Pau: você é o pai da Lau... Miguel: é sério que cê é muito gostosa. Deixa eu te falar, cê tem uma bunda linda, nem imagina as coisas que eu faria, chuparia você como ninguém e te daria uns tapas nessa bunda, bum, bum rabão, melhor dizendo. Rabão lindo... Tentei me afastar porque a gente ainda tava meio abraçado desde quando me embriaguei, verdade seja dita, tudo que ele falava me excitava e, sim, ele é mais velho mas tá muito bem, parece mais novo, é interessante nas conversas, tem grana, qualquer mulher daria bola pra ele, como ele perguntou. Miguel: desculpa pelo que eu falei, fui embora. Porra, desculpa, tô bêbado também.
Pau: tá tudo bem, sério.
Miguel: não quero que você se sinta desconfortável ou mal por isso.
Pau: não, não, sério, sem problemas. Gosto de saber que ainda sou gostosa e que minha bunda não é mais a dos 20 anos, mas parece que ainda agrada.
Miguel: como não vai agradar? Você toda é gostosa, e sério, você é muito gostosa.
Pau: obrigada, mas sou bem comum.
Miguel: pra mim não, pra você é uma deusa, uma gata, adoraria que você não fosse amiga da Lau, porque sério, te chamaria pra sair.
Pau: obrigada, muito obrigada, e eu sairia com você se você não fosse o pai da Lau.
Assim que terminei de falar, ele começou a me beijar e eu a ele. Ele me agarrou forte pela bunda e me puxou contra o corpo dele, apertando minha bunda. Começou a tirar minha roupa e chupava meus mamilos, enquanto eu gemia. Ele baixou minha legging e, ao me tocar, enfiou 2 dedos e disse: "que bucetinha pequena você tem, e como tá molhada. Tá gostando do meu amor?"
Pau: entre os gemidos. Sim, sim, adoro.
Miguel: chupa minha pica, bem putinha, do jeito que eu gosto.
Eu me ajoelhei e comecei a chupar, e ele foi ficando duro. Era grossa e bem grande, nunca pensei que ele teria uma assim.
Miguel: isso, isso, chupa, puta! Que hoje vou arrombar seu cu.
Pau: olhando pra ele, falei: vai doer muito, é muito grande.
Miguel: devagar vou te foder o cu, meu amor. Vem, vamos pro meu quarto.
Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a chupar meu clitóris, enfiando 3 dedos, e eu não parava de gemer e falar: "isso, isso, assim, não para, adoro, ahhhh, siiiim, ahhhh", e meu corpo tremia com o orgasmo que ele me deu.
Miguel: vem, chupa ela, chupa bem a pica, garota, vamos ver como você come a pica? Você tem uma boquinha linda que deve adorar pica, não é?
Pau: enquanto chupava, falava: sim, sim, adoro chupar pica, sua pica é uma delícia.
Miguel: vai, vai, come ela toda. Enquanto me empurrava pra eu engolir tudo. Como você come, sua putinha, assim, cabe tudo e você nem engasga, vai engolir toda a porra, sabia?! E puxava meu cabelo.
Pau: sim, eu tentava. dizendo enquanto me comia a boca. Miguel: fica de quatro. Que mina gostosa que você é. Começou a chupar minha bunda e falava: putinha, quer pica? Quer no cu? Que rabo lindo você tem!!! Pau: enquanto eu gemia, falei quieta, quero sua pica, me dá tudo, me come por favor, me come. Senti ele enfiar e me comer rápido, e me deu dois tapas que doeram pra caralho — aí, devagar — eu gemi. Miguel: abre esse cu, com as duas mãos. Pau: por favor, devagar, tá doendo. Quando senti entrando, fui pra frente e fiquei deitada com ele por cima, sentindo ele entrar. Pau: aiiii, devagar, tá doendo. Miguel: toma, tá toda aí. Pau: aiiii, por favor, devagar, você tá me machucando. Miguel: tá bom, meu amor, relaxa... Saiu e falou: vem pra cima. Subi e tive outro orgasmo. Vira, vem deitar, abre as pernas. Levantou minhas pernas e me comeu forte, e senti ele gozar e ficou por cima de mim me beijando, falando: adorei, meu amor, você é demais na cama. Fui me lavar e falei: vou dormir. Miguel: fica, dorme aqui comigo. Pau: não, se alguém nos ver... Fui e deitei em outro quarto, e senti a porra do pai da minha amiga ainda escorrendo. No dia seguinte, acordei perto do meio-dia. O Miguel e um amigo estavam fazendo um churrasco. Miguel: oi, meu amor. E tentou me beijar, mas virei o rosto. Fui com a Lau e terminei a salada. Comemos, e depois de comer o Miguel começou a beber de novo. O Dario foi tirar uma soneca, e a Lau foi com ele depois de uns drinks, e eu também fui pro quarto. Continua...










Pau: tá tudo bem, sério.
Miguel: não quero que você se sinta desconfortável ou mal por isso.
Pau: não, não, sério, sem problemas. Gosto de saber que ainda sou gostosa e que minha bunda não é mais a dos 20 anos, mas parece que ainda agrada.
Miguel: como não vai agradar? Você toda é gostosa, e sério, você é muito gostosa.
Pau: obrigada, mas sou bem comum.
Miguel: pra mim não, pra você é uma deusa, uma gata, adoraria que você não fosse amiga da Lau, porque sério, te chamaria pra sair.
Pau: obrigada, muito obrigada, e eu sairia com você se você não fosse o pai da Lau.
Assim que terminei de falar, ele começou a me beijar e eu a ele. Ele me agarrou forte pela bunda e me puxou contra o corpo dele, apertando minha bunda. Começou a tirar minha roupa e chupava meus mamilos, enquanto eu gemia. Ele baixou minha legging e, ao me tocar, enfiou 2 dedos e disse: "que bucetinha pequena você tem, e como tá molhada. Tá gostando do meu amor?"
Pau: entre os gemidos. Sim, sim, adoro.
Miguel: chupa minha pica, bem putinha, do jeito que eu gosto.
Eu me ajoelhei e comecei a chupar, e ele foi ficando duro. Era grossa e bem grande, nunca pensei que ele teria uma assim.
Miguel: isso, isso, chupa, puta! Que hoje vou arrombar seu cu.
Pau: olhando pra ele, falei: vai doer muito, é muito grande.
Miguel: devagar vou te foder o cu, meu amor. Vem, vamos pro meu quarto.
Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e começou a chupar meu clitóris, enfiando 3 dedos, e eu não parava de gemer e falar: "isso, isso, assim, não para, adoro, ahhhh, siiiim, ahhhh", e meu corpo tremia com o orgasmo que ele me deu.
Miguel: vem, chupa ela, chupa bem a pica, garota, vamos ver como você come a pica? Você tem uma boquinha linda que deve adorar pica, não é?
Pau: enquanto chupava, falava: sim, sim, adoro chupar pica, sua pica é uma delícia.
Miguel: vai, vai, come ela toda. Enquanto me empurrava pra eu engolir tudo. Como você come, sua putinha, assim, cabe tudo e você nem engasga, vai engolir toda a porra, sabia?! E puxava meu cabelo.
Pau: sim, eu tentava. dizendo enquanto me comia a boca. Miguel: fica de quatro. Que mina gostosa que você é. Começou a chupar minha bunda e falava: putinha, quer pica? Quer no cu? Que rabo lindo você tem!!! Pau: enquanto eu gemia, falei quieta, quero sua pica, me dá tudo, me come por favor, me come. Senti ele enfiar e me comer rápido, e me deu dois tapas que doeram pra caralho — aí, devagar — eu gemi. Miguel: abre esse cu, com as duas mãos. Pau: por favor, devagar, tá doendo. Quando senti entrando, fui pra frente e fiquei deitada com ele por cima, sentindo ele entrar. Pau: aiiii, devagar, tá doendo. Miguel: toma, tá toda aí. Pau: aiiii, por favor, devagar, você tá me machucando. Miguel: tá bom, meu amor, relaxa... Saiu e falou: vem pra cima. Subi e tive outro orgasmo. Vira, vem deitar, abre as pernas. Levantou minhas pernas e me comeu forte, e senti ele gozar e ficou por cima de mim me beijando, falando: adorei, meu amor, você é demais na cama. Fui me lavar e falei: vou dormir. Miguel: fica, dorme aqui comigo. Pau: não, se alguém nos ver... Fui e deitei em outro quarto, e senti a porra do pai da minha amiga ainda escorrendo. No dia seguinte, acordei perto do meio-dia. O Miguel e um amigo estavam fazendo um churrasco. Miguel: oi, meu amor. E tentou me beijar, mas virei o rosto. Fui com a Lau e terminei a salada. Comemos, e depois de comer o Miguel começou a beber de novo. O Dario foi tirar uma soneca, e a Lau foi com ele depois de uns drinks, e eu também fui pro quarto. Continua...











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