Quando nos separamos e, como sou filho único, decidi ficar com ela pra gente cuidar um do outro. Minha mãe se conserva maravilhosamente bem. As tetonas enormes dela e a bunda linda fazem com que não faltem pretendentes. Temos muita confiança um no outro e conversamos sobre tudo abertamente. Sexta à noite, depois do jantar, sentamos no sofá pra ver TV juntos, nos cobrindo com um lençol fino e transparente. Ela estava de camisola, sem sutiã, o que fazia com que as tetonas dela se movessem livremente e deixassem transparecer levemente a cor escura dos bicos dos peitos. Eu estava de pijama, sem nada por baixo. Num comercial, apareceu uma mulher muito parecida com a minha mãe em idade e fisicamente, e eu comentei: — Essa mulher se parece muito com você, mãe! — Ué, não sei onde você vê a semelhança! — Ela é muito gostosa e tem um corpo igual ao seu, até os peitos são iguais. — Kkkk, meus peitos também? — Sim, mãe, são grandes e dá pra ver os bicos grandes, igual nos seus. — Kkkk, mas filho! Sou sua mãe, que coisas você fala. Quem me dera ter esses peitos. Você reparou bem? Os meus estão um pouco caídos por causa da idade, não acho que sejam atraentes com a idade que tenho. — Claro que reparei! Vejo eles a vida toda, mãe, mesmo que nunca sem roupa, mas imagino como são. — Kkkk. Aposto que no baile que você vai, algum homem já deve ter te falado isso. — Uffa, algum? Muitos! Mas não ligo pra eles. Não me sinto atraída por eles. Desde que me separei há anos, não transei com nenhum homem. — E por quê? Todo mundo tem desejo sexual de vez em quando, eu fico com tesão o dia inteiro. — Kkkk. — Eu também fico com tesão de vez em quando, não sou de pedra, mas me alivio sozinha, igual você faz quando não tem uma mulher por perto, imagino. — Imagina bem, mãe. Com o papo que estamos tendo, o formato das suas tetas, seus bicos marcando na camisola e imaginando como são, fiquei com tesão. Hoje à noite com certeza vou... vou me aliviar. - Hahaha, sério que você gosta das minhas tetas?, não pensei que te excitavam, já não sou jovem, os anos tão aparecendo e ainda sou sua mãe. - Agora que tô excitado não te vejo como minha mãe, te olho como mulher e não consigo evitar que minha pica fique dura. - Ficou dura pensando em mim?, se continuar falando essas coisas vai fazer eu começar a ficar com tesão e ter que me aliviar também. - E por que não faz, mamãe?. Se acaricia na minha frente, queria que você se masturbasse enquanto eu te olho. - Se é isso que você quer, meu filho, mmm não sei, mmm ok, vou fazer, tô tão quente que vou fazer, meu filho. Ela enfiou a mão debaixo da coberta fina e começou a se tocar, eu olhava pra ela, a cara dela mostrava o prazer que tava sentindo, os olhos dela fecharam e ela começou a gemer fundo. - Ummm, ummm, ahhhhhhh, que molhada eu tô. Eu tava com um tesão do caralho, acariciei os bicos dos peitos dela que ficaram duros na hora. A outra mão dela procurou minha pica debaixo da coberta e começou a mexer no mesmo ritmo da outra. - Ahhhhhhh, ahhhhhhh, preciso que você me coma, meu filho, me come, por favor. Essas palavras fizeram eu decidir tirar a coberta que tava escondendo minha ereção enorme. - Olha como você me deixou, mamãe, tô quase estourando a calça. Minha mãe cravou o olhar na minha pica avantajada escondida na calça, soltando ela por um momento, minha pica apareceu de repente pela braguilha do pijama, ficando à mostra. - Uffff, meu filho, sua pica tá aparecendo aí!, que grande e dura que tá, ummmmm. - Continua tocando, mamãe, por favor, alivia essa pressão pra mim. Minha mãe pegou na minha rola duríssima e começou a mexer de novo devagar, me dando um prazer enorme que fez eu começar a gemer de novo. - Ummm, ummmm, siiiiiii, ummmm. - Cê gosta do jeito que eu faço?, ahhhhhhh, como ela tá dura, como eu gosto, fazia muitos anos que eu não sentia uma pica. Eu puxei a camisola dela até a cintura, deixando os peitões enormes dela à vista. Era a primeira vez que eu via as tetas da minha mãe, eu gemia de prazer. De novo, minhas mãos agarraram os peitos dela e comecei a acariciar. seus grandes mamilos provocando tanto desejo um pelo outro que nos fundimos num beijo profundo. - Hummm, hummm, que gostoso você me dá, meu filho, ahhhhhhh, que prazer, siiiiiii, siiiiiiiiiiiiiiii Minha boca começou a lamber os peitos dela, apertando e mordiscando os mamilos, chupando com tanta vontade que nós dois gritamos de prazer. - Siii, siii, chupa, filho, chupaaaa as tetas da mamãe, ahhhhhhh que gostooooooo. Tirei o cobertor que a cobria e puxei a calcinha dela, a camisola escorregou até o chão deixando ela completamente nua. Fiquei de pé na frente dela, que ainda estava sentada no sofá, e com a vara na altura do rosto dela, aproximei da boca dela. Não precisei falar nada, ela começou a chupar freneticamente, gemendo como uma louca. - Hummmmm, hummmmm, hummmmm, que gostosaaaaa, ahhhhhhh, que quente e dura você tá. - Siiiiiiii mamãe, siiiii, que gostooooooo, tá dura e quente por você, mamiii, ahhhhhhh, ahhhhhhh. Ela tava chupando meu pau com tanta frenesi que eu não aguentei muito mais. - Vou gozar, mamãe, vou gozar, vou gozaaaaar, siiiiiii, siiiiiii, siiiiiii, ahhhhhhh, ahhhhhhh, ahhhhhhh. Minha gozada foi explosiva, enfiei o pau até o fundo da garganta dela, o jorro forte de porra bateu no céu da boca dela, inundando a boca, escapando entre os lábios enquanto ela gemia de excitação. Vendo minha mãe tão excitada, resolvi dar a ela o prazer tão desejado. - Mamãe, deita e abre as pernas, vou comer sua buceta até você gozar na minha boca. - Siii, por favor, siii, come minha buceta, siii, não aguento maaaais, tô muito tesuda. Os pelos pubianos dela, meio grisalhos, deixavam ver os lábios vaginais molhados, encharcados pelos fluidos da vagina dela. O cheiro da buceta dela fez meu pau começar a endurecer de novo. Minha língua saboreava os jorros que saíam da bocetinha dela enquanto eu chupava o clitóris duro sem parar. Os espasmos de prazer faziam o corpo dela ficar rígido, fechando as pernas contra meu rosto. - Uhhhh, ahhhhhhh, ahhhhhhh, siiiiiii, siiiiiii, siiiiiiiiiiiiii, que gostoooooooso, ahhhhhhhhh. Tô gozandooo, tô gozandooo Filhooo, ahhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhh. Da buceta dela escorreu uma porrada de sucos que eu engolia e saboreava, ofegante. Minha língua lambeu o cuzinho dela, também todo molhado e dilatado, enquanto eu enfiava meu dedo lá dentro. Isso fez com que minha mãe se virasse e ficasse de quatro.
— Me come, filho, me come dos dois lados, me dá no cu, quero sentir teu pau no meu cu, nunca fiz por trás.
— Sim, sim, vou meter até o fundo dos dois lados, mamãe.
Comecei a comer ela pela buceta, meu pau bombando sem parar, saindo e entrando inteiro na boceta encharcada dela.
— Ahhhhhhh, ahhhhhhh, ahhhhhhh, que gostoso, meu filho, ahhhhhhh, Sim, siiiiiiiim.
Tirei meu pau da buceta e coloquei na entrada do cu dela. Com um empurrão, enfiei a ponta do meu pau, fazendo ela gritar.
— Aaaaiiiii.
Um segundo empurrão fez ele entrar até o fundo, minhas bolas batendo contra a... bunda dela.
— Aaaaaaaaiiiiiiiiiii, Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhh, como eu sinto, como sinto teu pau dentro de miiiiiiim, ahhhhhhhhhh.
Comecei a bombar cada vez mais rápido, Ahh, Ahh, ahhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhh. Que gostoso, mamãe, que gostoooooooso. Nós dois gritávamos como loucos.
Comecei a foder alternando entre a buceta e o cu dela, provocando gritos de prazer. Cada vez que meu pau entrava até o fundo, fazia um choff, choff, choff que nos excitava ainda mais.
— Filhoooooo, Filhoooooo, tô gozandooo, tô gozandooo, ahhhhhhh, Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiim.
— E eu tô também, mamãe, e eu tô, siiiiiiiim, siiiiiiiim, siiiiiim, ahhhhhhh, ahhhhhhh, ahhhhhhh.
Decidi gozar dentro do cu dela porque nunca tinham feito isso. Ao mesmo tempo que gozávamos, eu batia na bunda dela, plass, plass, plass, plass. Minha mãe se contorcia de prazer e eu gritava pela puta excitação que aquilo me dava. Tirei meu pau do cu e começou a vazar todo o leite da minha gozada.
Deitados e abraçados, nós dois nos beijamos apaixonadamente. Sem dúvida, que trepada que a gente deu naquela noite.
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— Me come, filho, me come dos dois lados, me dá no cu, quero sentir teu pau no meu cu, nunca fiz por trás.
— Sim, sim, vou meter até o fundo dos dois lados, mamãe.
Comecei a comer ela pela buceta, meu pau bombando sem parar, saindo e entrando inteiro na boceta encharcada dela.
— Ahhhhhhh, ahhhhhhh, ahhhhhhh, que gostoso, meu filho, ahhhhhhh, Sim, siiiiiiiim.
Tirei meu pau da buceta e coloquei na entrada do cu dela. Com um empurrão, enfiei a ponta do meu pau, fazendo ela gritar.
— Aaaaiiiii.
Um segundo empurrão fez ele entrar até o fundo, minhas bolas batendo contra a... bunda dela.
— Aaaaaaaaiiiiiiiiiii, Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhh, como eu sinto, como sinto teu pau dentro de miiiiiiim, ahhhhhhhhhh.
Comecei a bombar cada vez mais rápido, Ahh, Ahh, ahhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhh. Que gostoso, mamãe, que gostoooooooso. Nós dois gritávamos como loucos.
Comecei a foder alternando entre a buceta e o cu dela, provocando gritos de prazer. Cada vez que meu pau entrava até o fundo, fazia um choff, choff, choff que nos excitava ainda mais.
— Filhoooooo, Filhoooooo, tô gozandooo, tô gozandooo, ahhhhhhh, Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh, siiiiiiiiiiiiiiiim.
— E eu tô também, mamãe, e eu tô, siiiiiiiim, siiiiiiiim, siiiiiim, ahhhhhhh, ahhhhhhh, ahhhhhhh.
Decidi gozar dentro do cu dela porque nunca tinham feito isso. Ao mesmo tempo que gozávamos, eu batia na bunda dela, plass, plass, plass, plass. Minha mãe se contorcia de prazer e eu gritava pela puta excitação que aquilo me dava. Tirei meu pau do cu e começou a vazar todo o leite da minha gozada.
Deitados e abraçados, nós dois nos beijamos apaixonadamente. Sem dúvida, que trepada que a gente deu naquela noite.
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2 comentários - Quem diria que com a minha mãe