Parte 2:
http://www.poringa.net/posts/relatos/6111196/Mi-introduccion-al-mundo-sexual-parte-2.html
Vivia con mi tía y mi prima mayor, mi madre y padre fallecieron y nadie me educó sobre la sexualidad, en la casa de mi tía normalmente andan en ropa interior o tanga, se volvió normal para mi andar casi desnuda, otra de las cosas que es muy normal para mi es bañarme con mi prima (Cabe a recalcar que ella es mayor que yo por tres años) y en ciertas ocasiones cuando venían de visita también me bañaba con mis primos, era muy lindo la verdad entre todos nos enjuagabamos. Otra de las cosas importantes es que mi tía es viuda y normalmente vienen señores a nuestra casa.
Actualmente tengo 18 años y esta historia es de hace 5 años a inicios de la pubertad
Mi primer día de secundaria fue devastador, demasiado horrible hacia demasiado calor y todos me miraban raro así que al siguiente día me fui más cómoda
Todo mundo me olhava mais estranho ainda e eu obviamente não entendia o porquê. Mas tinha alguém que me olhava demais: um professor de atividades extracurriculares (líder de torcida). No fim, cheguei em casa e minha família toda estava lá, junto com meus primos. Naquela hora, eu queria era tomar um banho. Minha família estava comendo e eu estava no banheiro me despindo pra finalmente tomar banho, quando alguém bateu na porta e pediu pra eu abrir. Saí de calcinha e camiseta. Pra minha surpresa, era o professor das líderes de torcida.
Parece que era mais uma das tentativas de relacionamento da minha tia. Deixei ele passar na frente pra saber onde ficava a cozinha, porque eu ia tomar banho enquanto me apressava pra tirar a blusa (Erro grave: tirar a camisa na frente dele).
Vendo isso, meu professor pediu pra eu levar ele até onde minha tia e minha família estavam. Tive que aceitar por educação.
A inocência que eu tinha era enorme. Meu professor me viu de roupa íntima, e pra piorar, sabia que eu ia tomar banho. Na hora que cheguei na mesa onde minha tia e o resto da minha família estavam, meus primos se levantaram pra me cumprimentar. Minha prima quis me acompanhar, e no caminho pro chuveiro, contei pra ela sobre o professor que não parava de me olhar. Ela me explicou que ele era meio tarado, mas que eu não me preocupasse, que era algo normal. Entramos no chuveiro e ela começou a esfregar meu corpo, desceu até minha buceta e me perguntou: — O que você sente?
Sinceramente, foi a primeira vez que percebi que era só tesão. Raramente pensei no professor, foi um instinto do meu corpo querendo descobrir e sentir, e foi assim que tive meu primeiro orgasmo. Minha prima saiu do banho e eu fiquei pensando até que alguém bateu na porta do banheiro. Era meu primo mais novo, sou 4 anos mais velha que ele. Deixei ele entrar e ele perguntou se podia tomar banho comigo. Aceitei, porque ele era só um garoto e, quando éramos menores, eu costumava dar banho nele. Meu corpo de puberta super desenvolvida fez meu primo mais novo ficar curioso. Ele me perguntou por que eu tinha aquelas coisas tão estranhas e diferentes da última vez que tomamos banho juntos. Na real, não soube o que responder.
Depois de tomarmos banho, ele saiu primeiro do banheiro. Eu ainda me questionava por que estava me sentindo daquele jeito. Parei de prestar atenção e fui melhor pro meu quarto me trocar.
No dia seguinte, no colégio, vi o professor. Cumprimentei ele e perguntei sobre o clube de líderes de torcida. Ele ficou animado e rapidamente me levou pras quadras, explicando como tudo funcionava.
Eu realmente gostei da ideia e entrei pro time de líderes de torcida. Ele me pediu pra irmos pros vestiários pra eu experimentar o uniforme, mas falou uma coisa estranha: — Você não vai ter problema em se trocar na minha frente, né? Afinal, ontem você tomou banho com seu priminho mais novo. Se você tem essa intimidade com sua família, pode ter comigo também. Lembra que sou seu futuro tio, rs.
De novo, meu corpo sentiu aquela necessidade de ser observada. O que tinha acontecido no banheiro com minha prima despertou algo estranho em mim.
No começo, hesitei. E na minha mente maravilhosa de adolescente, inexperiente e precipitada, tive a brilhante ideia de falar pra ele que — só se você também tirar a roupa. Se eu vou ter confiança em você, espero que meu futuro tio também tenha.
Meu professor, ao ouvir isso, não hesitou em aceitar.
(Foi o maior erro que eu cometi.)
Primeiro eu tirei a calcinha e meu professor se ofereceu pra me ajudar com a roupa, eu aceitei, que diferença fazia.
Senti a mão áspera dele roçar na minha buceta nua e depois levantar minha saia, na hora eu afastei, tava com calor, pra mim era estranho e desconfortável, ainda não sabia como reagir. Tava molhada e vermelha. Meu professor perguntou se eu tava excitada, não sabia o que era isso e então ele entendeu que eu não fazia de propósito, mas que era só muito relaxada com esse tipo de coisa e além disso inexperiente, ele me ofereceu uma solução pra ter mais confiança. Algo que só os vínculos mais próximos fazem. Ele abaixou a calça e disse—tá vendo isso que tá em pé e duro? Só imagina que é um pirulito, se deixa levar, saboreia e chupa.
Sem saia, sem calcinha
Com o pau do meu professor, meu futuro tio na boca
Sozinha com um velho tarado que deu um jeito de me manipular
Senti um líquido branco, tinha gosto azedo e me fez engolir, no final me senti mais animada, a sensação de tesão aumentou e acabei me despindo
Ele me fez esperar ele trazer o uniforme, ele trouxe e na hora eu vesti (Parece que ele também foi ligar as câmeras que estavam nas quadras)
Era muito curto, curti pra caramba o visual. Saia curta, top que parece sutiã e uma fio dental. Me senti muito livre, tive que me despir de novo pra vestir a roupa. Tava colocando a calcinha quando, do nada, senti algo duro na minha bunda pequena. Senti aquele tesão de novo e, por instinto, comecei a rebolar.
Meu professor me perguntou se eu já tinha transado, respondi que já ouvi falar mas nunca soube o que era. Ele começou a me explicar que quando rola sexo, duas pessoas precisam ter confiança e tesão, foi explicando devagar e minha buceta ficava mais molhada a cada palavra. Meu professor me colocou de joelhos com a bunda pra cima (de quatro) e puxou minha calcinha pra baixo.
Em voz baixa, eu disse: — Quero transar com você.
Não demoro muito pra meter, tava me sentindo incrível. Pela primeira vez eu sabia o que era sexo, e sentia tudo. Foram tantas emoções que esqueci de absolutamente tudo. Desde ali, marcou meu gosto por ser submissa e obediente. Fiquei viciada naquela sensação. Minha bucetinha ardia, gemia sem parar. Sentia as veias, a cabeça do pau dele, sentia o pau dele pulsando dentro de mim.
Suas mãos fortes segurando minha cintura, enfiando o pau até o fundo da minha buceta, doía e eu adorava.
Não sentia esse desconforto, só queria mais, queria meu professor, o nojo sumiu. Só existia ele e meu corpo pegando fogo por ele. Será que me apaixonei? Sentia a rudeza dele, a força e o hálito, simplesmente foi a melhor coisa.
Não liguei a mínima pra nada e continuamos transando até o fim das aulas. No dia seguinte, o diretor quis falar comigo. Fui expulsa. Parece que encontraram um vídeo meu e do meu professor, que por acaso era meu tio e meu amante. Ele foi demitido na hora por guardar esse tipo de material. Tempos depois, ele foi preso e minha tia foi notificada. Ela se desculpou por não ter me ensinado sobre sexualidade e me ofereceu terapia psicológica. Aceitei, mas algo já tinha mudado lá no fundo de mim... Continua?
http://www.poringa.net/posts/relatos/6111196/Mi-introduccion-al-mundo-sexual-parte-2.html
Vivia con mi tía y mi prima mayor, mi madre y padre fallecieron y nadie me educó sobre la sexualidad, en la casa de mi tía normalmente andan en ropa interior o tanga, se volvió normal para mi andar casi desnuda, otra de las cosas que es muy normal para mi es bañarme con mi prima (Cabe a recalcar que ella es mayor que yo por tres años) y en ciertas ocasiones cuando venían de visita también me bañaba con mis primos, era muy lindo la verdad entre todos nos enjuagabamos. Otra de las cosas importantes es que mi tía es viuda y normalmente vienen señores a nuestra casa.
Actualmente tengo 18 años y esta historia es de hace 5 años a inicios de la pubertad
Mi primer día de secundaria fue devastador, demasiado horrible hacia demasiado calor y todos me miraban raro así que al siguiente día me fui más cómoda
Todo mundo me olhava mais estranho ainda e eu obviamente não entendia o porquê. Mas tinha alguém que me olhava demais: um professor de atividades extracurriculares (líder de torcida). No fim, cheguei em casa e minha família toda estava lá, junto com meus primos. Naquela hora, eu queria era tomar um banho. Minha família estava comendo e eu estava no banheiro me despindo pra finalmente tomar banho, quando alguém bateu na porta e pediu pra eu abrir. Saí de calcinha e camiseta. Pra minha surpresa, era o professor das líderes de torcida.
Parece que era mais uma das tentativas de relacionamento da minha tia. Deixei ele passar na frente pra saber onde ficava a cozinha, porque eu ia tomar banho enquanto me apressava pra tirar a blusa (Erro grave: tirar a camisa na frente dele).
Vendo isso, meu professor pediu pra eu levar ele até onde minha tia e minha família estavam. Tive que aceitar por educação.
A inocência que eu tinha era enorme. Meu professor me viu de roupa íntima, e pra piorar, sabia que eu ia tomar banho. Na hora que cheguei na mesa onde minha tia e o resto da minha família estavam, meus primos se levantaram pra me cumprimentar. Minha prima quis me acompanhar, e no caminho pro chuveiro, contei pra ela sobre o professor que não parava de me olhar. Ela me explicou que ele era meio tarado, mas que eu não me preocupasse, que era algo normal. Entramos no chuveiro e ela começou a esfregar meu corpo, desceu até minha buceta e me perguntou: — O que você sente?
Sinceramente, foi a primeira vez que percebi que era só tesão. Raramente pensei no professor, foi um instinto do meu corpo querendo descobrir e sentir, e foi assim que tive meu primeiro orgasmo. Minha prima saiu do banho e eu fiquei pensando até que alguém bateu na porta do banheiro. Era meu primo mais novo, sou 4 anos mais velha que ele. Deixei ele entrar e ele perguntou se podia tomar banho comigo. Aceitei, porque ele era só um garoto e, quando éramos menores, eu costumava dar banho nele. Meu corpo de puberta super desenvolvida fez meu primo mais novo ficar curioso. Ele me perguntou por que eu tinha aquelas coisas tão estranhas e diferentes da última vez que tomamos banho juntos. Na real, não soube o que responder.
Depois de tomarmos banho, ele saiu primeiro do banheiro. Eu ainda me questionava por que estava me sentindo daquele jeito. Parei de prestar atenção e fui melhor pro meu quarto me trocar.No dia seguinte, no colégio, vi o professor. Cumprimentei ele e perguntei sobre o clube de líderes de torcida. Ele ficou animado e rapidamente me levou pras quadras, explicando como tudo funcionava.
Eu realmente gostei da ideia e entrei pro time de líderes de torcida. Ele me pediu pra irmos pros vestiários pra eu experimentar o uniforme, mas falou uma coisa estranha: — Você não vai ter problema em se trocar na minha frente, né? Afinal, ontem você tomou banho com seu priminho mais novo. Se você tem essa intimidade com sua família, pode ter comigo também. Lembra que sou seu futuro tio, rs.
De novo, meu corpo sentiu aquela necessidade de ser observada. O que tinha acontecido no banheiro com minha prima despertou algo estranho em mim.
No começo, hesitei. E na minha mente maravilhosa de adolescente, inexperiente e precipitada, tive a brilhante ideia de falar pra ele que — só se você também tirar a roupa. Se eu vou ter confiança em você, espero que meu futuro tio também tenha.
Meu professor, ao ouvir isso, não hesitou em aceitar.
(Foi o maior erro que eu cometi.)
Primeiro eu tirei a calcinha e meu professor se ofereceu pra me ajudar com a roupa, eu aceitei, que diferença fazia.
Senti a mão áspera dele roçar na minha buceta nua e depois levantar minha saia, na hora eu afastei, tava com calor, pra mim era estranho e desconfortável, ainda não sabia como reagir. Tava molhada e vermelha. Meu professor perguntou se eu tava excitada, não sabia o que era isso e então ele entendeu que eu não fazia de propósito, mas que era só muito relaxada com esse tipo de coisa e além disso inexperiente, ele me ofereceu uma solução pra ter mais confiança. Algo que só os vínculos mais próximos fazem. Ele abaixou a calça e disse—tá vendo isso que tá em pé e duro? Só imagina que é um pirulito, se deixa levar, saboreia e chupa.
Sem saia, sem calcinha Com o pau do meu professor, meu futuro tio na boca
Sozinha com um velho tarado que deu um jeito de me manipular
Senti um líquido branco, tinha gosto azedo e me fez engolir, no final me senti mais animada, a sensação de tesão aumentou e acabei me despindo
Ele me fez esperar ele trazer o uniforme, ele trouxe e na hora eu vesti (Parece que ele também foi ligar as câmeras que estavam nas quadras)
Era muito curto, curti pra caramba o visual. Saia curta, top que parece sutiã e uma fio dental. Me senti muito livre, tive que me despir de novo pra vestir a roupa. Tava colocando a calcinha quando, do nada, senti algo duro na minha bunda pequena. Senti aquele tesão de novo e, por instinto, comecei a rebolar.
Meu professor me perguntou se eu já tinha transado, respondi que já ouvi falar mas nunca soube o que era. Ele começou a me explicar que quando rola sexo, duas pessoas precisam ter confiança e tesão, foi explicando devagar e minha buceta ficava mais molhada a cada palavra. Meu professor me colocou de joelhos com a bunda pra cima (de quatro) e puxou minha calcinha pra baixo.
Em voz baixa, eu disse: — Quero transar com você.
Não demoro muito pra meter, tava me sentindo incrível. Pela primeira vez eu sabia o que era sexo, e sentia tudo. Foram tantas emoções que esqueci de absolutamente tudo. Desde ali, marcou meu gosto por ser submissa e obediente. Fiquei viciada naquela sensação. Minha bucetinha ardia, gemia sem parar. Sentia as veias, a cabeça do pau dele, sentia o pau dele pulsando dentro de mim.
Suas mãos fortes segurando minha cintura, enfiando o pau até o fundo da minha buceta, doía e eu adorava.
Não sentia esse desconforto, só queria mais, queria meu professor, o nojo sumiu. Só existia ele e meu corpo pegando fogo por ele. Será que me apaixonei? Sentia a rudeza dele, a força e o hálito, simplesmente foi a melhor coisa.
Não liguei a mínima pra nada e continuamos transando até o fim das aulas. No dia seguinte, o diretor quis falar comigo. Fui expulsa. Parece que encontraram um vídeo meu e do meu professor, que por acaso era meu tio e meu amante. Ele foi demitido na hora por guardar esse tipo de material. Tempos depois, ele foi preso e minha tia foi notificada. Ela se desculpou por não ter me ensinado sobre sexualidade e me ofereceu terapia psicológica. Aceitei, mas algo já tinha mudado lá no fundo de mim... Continua?
1 comentários - Minha introdução ao sexo, parte 1