Chifrado pela minha gostosa

Eu tava namorando a Milena fazia quase um ano. Ela tinha 24 anos, dois a menos que eu. A gente tinha ido num restaurante com uma prima dela, e fizemos uma amizade com o gerente, um cara mais novo, e uns funcionários do lugar. Num sábado, eu tava meio cansado do trampo, e a Mile me perguntou se eu podia esperar ela fora do serviço pra gente ir no restaurante, porque a prima dela ia estar lá, já que tava fazendo umas horas extras pro Carlos, o gerente. Eu falei "tá bom", saí do trampo e fui com ela pro lugar. A gente jantou, tudo certo, fecharam o local e a gente ficou numa área zoando. Era nós 4 homens e só elas duas. Os outros 3 eram do próprio lugar. A gente tomou umas bebidas, e eu tava meio cansado, queria ir dormir porque no outro dia eu entrava cedo. A Mile não queria ir embora, porque queria cuidar da prima dela. Eu, por outro lado, insistia pra ir, mas nada. A Mile falou: "Vai pra casa, e eu chego depois, vou com a Karla, a prima dela." Foi meio cansativo, mas aceitei. A Milena ia no carro da Karla e passava pra me deixar. Já me despedi, e o Carlos falou: "Ei, bro, você não vai pro bar? Tem uma festa foda lá." E eu: "Nah, preciso dormir." Saí e fui embora. Já em casa, fiquei pensando nessa tal festa, que na hora nem liguei. Tava trocando mensagem com a Mile, e ela me contava o que tavam fazendo, que os caras eram muito engraçados. Ela disse que já tinham pensado em ir pro bar, e eu: "Ok, vou dormir." Quase duas horas depois, um primo meu me escreve: "Ei, James, a Karla tá aqui com dois caras. Tá rolando um trio, bro." E eu: "A Milena não tá com ela?" E ele: "Não, mas você devia vir, isso aqui tá louco." Eu escrevi pra Mile perguntando onde ela tava, e nada. Depois de um tempo, ela respondeu e falou: "Fiquei com o Carlos, ele vai tomar um banho e a gente vai no carro da Karla." E eu: "Que estranho." Era quase três da manhã, e eu escrevi pro meu primo perguntando se ele tinha visto a Milena. Ele respondeu quase 4h: "Mano, ela acabou de chegar pela Karla, acho que já vão embora." E eu: "Ok." Fazia um tempão que ela não me respondia. Voltei a dormir. Quase 6h da manhã, acordei e nada da Mile. Vejo uma mensagem que dizia "love, já cheguei". Levantei e ela estava na sala de estar sentada, dormindo. Falei: "love, você está bem?" E levantei ela pra levar pra cama, e vi uma mancha no sofá e fiquei pasmo. Pensei: "será que fez xixi?" Fui deitar ela e voltei pro sofá, cheirei o vinil pra ver o que era, e era tipo espumoso. Não fazia ideia do que seria. Voltei pra cama e levantei o vestido da Karla, e ela não tinha tapa-sexo nem nada. Do jeito que deu, abri pra ver a buceta dela e vi que era de lá que vinha a umidade. Até que tava espumoso. Meu coração batia a mil. Peguei o celular dela, mas não aceitava minha digital, só pedia o código. Não consegui mais dormir pensando no que tinha acontecido. Me arrumei pra trabalhar. Na hora do almoço, quase meio-dia, a Mile me responde: "bom dia ou boa tarde, love". E eu: "olha só até que acordou". E ela: "ai, love, tô com muita dor de cabeça". E comecei a interrogar pra ver o que ela dizia. Primeiro me falou que esteve na festa, e eu disse que meu primo não viu ela. Depois me disse que se não tinha entrado, ficou bebendo com o Carlos. Essa história eu não engoli. Cheguei em casa à tarde e desbloqueei o celular dela. E não tinha nada de conversa estranha com a prima nem com o Carlos, nem o número salvo. Passaram-se os dias, e eu percebi que ela anota num calendário toda vez que transa. Quando consegui, peguei o calendário e entrei, procurei a data daquela noite e dizia: "ato sexual 4 vezes sem proteção, 2 orgasmos" 🫨🫨 Minha mente explodiu. Não sabia como me sentir. Meu pau ficou duro. Eu sentia vontade de gritar e chorar. Mas a dúvida de como aconteceu me fez procurar pistas em conversas, algo que dissesse o que rolou naquela noite, mas nada. Não queria perguntar pra ela, mas aquela dúvida não me deixava olhar nos olhos dela. Até que chegou o dia, quase dois meses depois, ela notou meu comportamento e me perguntou o que estava acontecendo. E eu falei: "me empresta seu celular". E ela me deu enquanto procurava um filme. Eu entrei no calendário 📅, procurei a data e encarei ela. Ela chorou e não falava. Pra ser sincero, já tava com medo, porque até Faltava o ar. Praticamente, ao invés de ficar puto, já tava com medo de ter um troço. Depois de umas horas mais calmas, ela me contou que, depois de uns drinks, o Carlos tava beijando ela, ela tava tão bebada que quase não lembrava. Ela falou que foi vomitar e tava inchada quando o Carlos começou a fazer um oral nela, e isso animou ela, e ela se jogou em cima dele e eles transaram. Depois, mandaram os outros pro bar e foram transar no banheiro de novo, e antes de ir pro bar, transaram de novo. E antes de chegar no bar, transaram outra vez no carro, e ela perdeu a consciência até quase 4 horas, quando melhorou um pouco. O Carlos pediu um Uber pra buscarem a Karla, mas no final ela mandou o Carlos de Uber e passou pra buscar a Carla, até que a Carla deixou ela na minha casa. Aí ela sentou no sofá pra pensar e acabou dormindo. Tecnicamente, eu não conseguia processar tanta coisa ao mesmo tempo e deixei pra lá. Passaram-se vários dias em que eu sentia raiva ao vê-la. Mas toda vez que eu tomava banho, eu me tocava, quase me masturbando. Durante um descanso no trampo, a gente teve uma conversa, e ela tava me pedindo desculpas e um monte de coisas. Aí eu soltei meu lado safado e perguntei se ela tinha gostado, pedindo pra ser honesta. Ela respondeu que em duas ocasiões sim, mas nas outras, tava tão bêbada que não sentia nada, era mais sono. Ela me disse que o Carlos tinha gravado uma vez com o celular dela. Eu pedi o vídeo, e ela não queria. Até que ela me mandou. Fui pro banheiro e comecei a ver, e uff, o Carlos dava umas estocadas de cock nela. Assisti umas três vezes, um vídeo de 5 minutos. E gozei. Mandei uma foto pra ela e escrevi: "olha o que você causa". Ela, meio confusa. Falei: "em casa a gente conversa". Cheguei em casa e, assim que vi ela, peguei ela e fiz dela minha puta.

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