Com minha esposa nos casamos muito jovens, ela 21 anos, eu 23 anos. Ela, vamos chamar de Silvia, não tem problemas com sexo anal, é muito expressiva, grita muito quando goza, é multiorgásmica, tem uma bunda linda, peitos médios, 1,70m de altura, cabelo castanho claro, olhos verdes. O único contra é que não gosta que gozem na boca dela. Já estávamos casados há vários anos e a rotina estava nos pegando. Vendo pornô e este site, comecei a fantasiar em fazer um menage HMH com ela. Propus a ideia e recebi como resposta alguns xingamentos e um não bem redondo. Não desisti e continuei insistindo toda vez que transávamos, falando pra ela imaginar se com uma rola ela gozava tanto, com duas o quanto ela ia gozar e experimentar sensações novas, etc. Com o tempo, ela parecia estar aceitando mais a possibilidade de se arriscar, pelo menos tinha dito que ia pensar e, se decidisse, faria uma ou duas vezes pra ver se era bom e me dar o gosto.
Um dia aluguei uma casa de campo por duas semanas. Silvia na época tinha 30 anos. Uns dias antes de irmos de férias, meu pai veio nos visitar em casa com a atual esposa dele e o filho dos dois, meu meio-irmão, que tinha metade da idade da minha esposa. Comentamos que tínhamos alugado uma chácara com piscina e, depois de consultar ela, convidei meu meio-irmão. Uma vez na chácara, observei como Walter, meu meio-irmão, olhava pra cunhada dele. Não tirava os olhos da bunda e dos peitos dela, e ficava arrumando a rola no short. Nunca tinha visto ela de biquíni, exceto em fotos, e era óbvio que ele ficava excitado vendo ela. Não se contentava só em olhar, também aproveitava quando estavam na piscina pra passar por baixo da água e roçar na bunda dela, fazer cócegas, abraçar e de quebra apalpar disfarçadamente. Ver ela de fio dental minúsculo e toda molhada deixava ele muito tesudo. Foi aí que me ocorreu que minha esposa poderia iniciar ele sexualmente, porque segundo ele me contou, era virgem, e de quebra ela começaria como hotwife. À noite, quando estávamos na cama, comentei com minha esposa:
- Viu como teu cunhado te olhava? Ele te devorava com os olhos?
- Vi sim, e também senti. Ele não perde oportunidade de me passar a mão, tava durasso, coitado do cunhado.
- Ele deve estar se masturbando pensando na tua bunda. Você topava dar pra ele? Faz ele estrear e você estreia como minha putinha.
- Cê tá louco, não seja filho da puta, ele é um menino.
- Um menino, mas se ele te pegar com a tesão que tem, vai deixar tua buceta ardendo de tanto te foder.
Como era de esperar, acabamos transando pela excitação que nos deu falar do assunto, ela não disse nem sim nem não. De manhã, estávamos na piscina, sem falar nada, desabotoei o sutiã da maiô dela e tirei, ela deixou eu fazer. Isso me deu certeza de que ela ia fazer algo do que a gente tinha conversado, senão teria recusado ficar de peitos de fora na frente dele. Ficou assim o tempo todo, Walter não tirava os olhos dela, e toda hora procurava contato com ela, jogava água no rosto dela, ela corria atrás dele na piscina e afundava a cabeça dele na água. Depois ela me disse que fazia de propósito pra cara dele ficar na altura da buceta dela, pra deixar ele mais excitado. Numa dessas vezes que ela afundou ele, sentiu que ele beijou a buceta dela por cima da tanga. Ele pegava ela por trás e fazia cócegas, e de quebra passava a mão no peito dela como quem não quer nada, mas também não pedia desculpa por ter tocado. Almoçamos, e num momento a sós perguntei:
- Como você se sentiu com a brincadeira com teu cunhado?
- Tenho que admitir que gostei e me excitei muito de ver como ele tá todo alucinado atrás de mim. Pensei seriamente em dar pra ele.
À tarde, voltamos pra piscina, ela já foi direto de peitos de fora, só com uma tanga fio dental com um triângulo minúsculo que mal cobria os lábios da buceta. Deitou de barriga pra cima pra flutuar, chamou o Walter e pediu pra ele segurar ela enquanto flutuava pra não afundar. Ele Ele esticou os braços e ela, num pulinho, deitou-se sobre eles. As tetas lindas dela, molhadas, brilhavam no sol, e os biquinhos durinhos apontavam pro céu. Meu irmão ficou olhando pra ela, com a cara mais vermelha que o normal. Me afastei um pouco; quando voltei, ela já tinha descido e eles estavam brincando de se fazer cócegas. Ele segurava ela por trás, apertado contra a bunda dela, e as mãos dele passavam por baixo dos braços dela e chegavam nas tetas.
Depois ela me contou que primeiro ele tinha a mão na cintura e depois colocou a mão na bunda dela. Também me disse que ele apertava suavemente as nádegas dela e soltava, por vários minutos. Não só apertava devagar a bunda dela, mas também percorria com a palma da mão, e num momento fechou um pouco a mão e enfiou os dedos na racha da bunda. Ela deixou ele fazer. Naquela altura, já ia deixar ele fazer tudo o que quisesse. A situação tinha deixado ela excitada, tava pra rolar qualquer coisa.
Depois que ela me contou isso e sabendo que ela já tinha se excitado, pensei: "Esse é o momento". Puxei a calcinha fio dental dela pra baixo até debaixo dos glúteos. Ela começou a rir. Falei:
- Se você tem certeza de continuar, tira a calcinha disfarçadamente.
Ela fez isso. Chamei meu irmão e falei:
- Quer ficar com a sua cunhada enquanto ela flutua de costas e faz a prancha? Eu saio da água por um tempo.
Ele veio, esticou os braços e, quando ela subiu neles, ficou na frente dos olhos dele. A cunhada dele completamente nua, com a buceta toda depilada. Ele ficou vermelho, tinha nos braços, servido numa bandeja, um manjar que queria devorar, e nessa altura ela desejava profundamente que a comessem. Eu tremia de excitação, de tesão, tinha o pulso acelerado. Não dá pra explicar o que é ter na sua frente a sua esposa nua nos braços de outro cara, pronta pra ser dele, e ainda por cima esse outro é meu irmãozinho. Depois de uns 10 ou 15 minutos assim, ela enfiou a mão debaixo d'água, tocou na pica dele por cima do short, e olhou pra mim. Eu, que estava na espreguiçadeira do lado, ela vira e fala:
- Nossa, acho que fiz merda, meu pobre cunhadinho tá durasso por minha causa, vou ter que resolver isso!
Ela levantou, pegou ele pela mão e saíram da água. Ele me olhou com os olhos quase saindo da cara, vermelho de vergonha e de tesão. Eu me aproximei da escada de saída da piscina, bati no ombro dele e fiz sinal de joinha com o polegar. Ela levou ele pra dentro. Eu fui pelo outro lado, entrei pela cozinha e, sem que ele me visse, fiquei de olho. Ela jogou um colchonete no chão, deitou em cima, tirou a tanguinha minúscula, pegou ele pela mão e puxou pra perto. Tirou o short dele e fez ele montar nela. Ajeitou a rola na entrada da buceta dela, e ele, arrebatado e louco de tesão, deu uma enfiada funda e meteu tudo. Silvia começou a gritar, tendo um orgasmo quase na hora que a rola entrou. Fiquei surpreso, ela tava muito excitada com a brincadeira com o cunhadinho. Os movimentos dele eram rápidos e descontrolados, igual cachorro montando uma puta. Ele gozou em uns dois minutos. Eu tava com a rola dura, apertada entre os dedos, vendo minha amada esposa me fazer de corno com meu irmãozinho. Ela não era mais minha, agora outro macho tinha tomado posse do corpo dela e marcado território com o esperma dele. Literalmente, porque não usou camisinha. Era a primeira vez que o leite de outro homem percorria o interior da buceta dela. Ele saiu de cima, ficaram deitados de barriga pra cima, conversando, rindo.
Ela pegou na rola dele e começou a bater uma. Em segundos, tava duro de novo. Ele se inclinou sobre ela e começou a chupar os peitos dela. Ela perguntou se ele queria mais. Óbvio que ele disse que sim. Fez ele subir nela de novo, e a rola do meu irmãozinho deslizou dentro dela mais uma vez. Em cinco minutos, Silvia gritava que nem uma puta que pisaram no rabo, tendo um orgasmo enorme e intenso. De novo, ele soltou o néctar dentro da buceta dela. Eu já tinha me masturbado e gozado também. Pensei que o pornô ao vivo já tinha acabado, mas o Walter nem saiu de cima dela, começaram a se beijar, coisa que nas duas fodas não tinha acontecido. Ele beijava ela sem controle, segurava a cabeça dela com as duas mãos, entrelaçando os dedos no cabelo, e começou a bombar de novo. Aí percebi que o pau dele tinha endurecido outra vez e ainda tava dentro dela. A bombada já era mais lenta e mais ritmada, ela foi treinando ele. Em uns 4 ou 5 minutos, a recém-formada hotwife gritava que nem louca pela terceira vez, num outro orgasmo longo. De novo, levou uma descarga de esperma na buceta já inundada. Em meia hora, ele possuía ela três vezes, tudo na mesma posição — não tava a fim de ensinar posições diferentes. Os gritos dela ecoavam nos meus ouvidos e me levavam a níveis supremos de tesão e morbidez. Quando saíram, ela me disse:
- Parabeniza teu irmão, já é homem, não é mais virgem.
- Te parabenizo. Nos dias que restam, faz de conta que é tua namorada. Se quiser beijar, beija, abraça, por mim não esquenta. Se não me incomodo que você coma ela, menos ainda que beije ou abrace. Se ela quiser, podem continuar se comendo todo dia, se você aguentar.
Peguei ela pela mão, levei pra dentro, coloquei de quatro e meti pra ela tirar meu leite agora. Ainda tinha esperma na buceta dela. A cada bombada, saía um pouco da porra do meu irmão. Fizemos duas vezes, ela gozou e gritou como se nunca tivesse fodido antes. Tava um fogo, um tesão. Dessa vez, era ele quem ouvia de fora como a puta da cunhada dele gritava gozando.
No resto dos dias, ela agiu como se fosse a namorada. Se abraçavam, se beijavam, ele apalpava ela, e ela ficava igual quando era adolescente: muito tarada, se esfregando nele o dia inteiro. Levou muito a sério o papel de namorada. Enquanto eu tomava sol na beira da piscina, tinha show pornô grátis. Os dois estavam deitados na grama, numa manta, e ele começou a chupar ela. as tetas, ela se levantou, deitou ele de barriga pra cima, tirou o short dele e começou a chupar a rola dele, era a primeira vez que uma mulher chupava ele, depois sentou na rola dura e cavalgou, depois de gozar ela veio até mim, eu já tava com a rola dura, mandei ela se apoiar na mesinha do guarda-sol, fiquei atrás e penetrei aquela pussy cheia de porra, pra minha surpresa minha esposa chamou meu irmão, ele entrou na parada, fez ele ir na frente e começou a chupar a rola dele, os gritos da gozada da Silvia foram abafados pelo jato de porra que meu irmão deu pra ela tomar, era a segunda vez na vida dela que tomava uma gozada, uma minha e essa do novo macho dela, mesmo não gostando de levar gozo na boca, como ele pegou ela desprevenida e gozando, ela engoliu e não falou nada, toda vez que ela se excitava de novo com os beijos, abraços e amassos dele, ela abria as pernas onde estivesse e ele possuía ela de novo no pelo, nunca usou camisinha, eram como dois adolescentes trepando igual coelho toda hora, minha rola explodia de ouvir ela gritando de tesão e gozando.
No terceiro dia, enquanto eu espiava eles trepando no sofá da sala, ele perguntou se podia comer o cu dela, ela estranhou a proposta, mas claro que aceitou, mas assim que ele empurrava duas ou três vezes, gozava, sem conseguir penetrar o cu dela, acabou trepando de quatro mas pela vagina, eu me masturbando, mas parei antes de gozar, de noite mandei ela ficar de quatro e devagar comi o cu dela, e quando tava bem dilatado e ela bem quente, já gemendo e ofegante prestes a gozar, eu tirei e falei:
- Agora vai pro outro quarto e deixa o Walter encher teu cu de porra, assim você acaba com o tesão, quando quiser volta e tira o meu.
Ela foi pro outro quarto e com o cu aberto e dilatado ele CONSEGUIU meter!, enquanto eu do corredor via meu irmãozinho enfiado no cu da minha mulher, ele já tava aguentando. Mais tempo e, pela primeira vez, gozei dentro do cu da cunhada dela. Ela também gozou, os gritos ecoavam no silêncio da noite. Deitaram-se, continuaram se beijando, se acariciando. Ele ficou duro de novo, ela instantaneamente ficou de quatro e fez ele meter no cu dela de novo. Não passaram muitos minutos até ele acelerar o ritmo, ofegar mais forte e se esvaziar dentro dela, enquanto ela começava a rebolar a bunda e gritar, tendo outro orgasmo forte. Ela saiu, voltou pro nosso quarto e continuei minha foda interrompida. Meti meu pau no cu dela, o esperma do meu irmão que jorrava do cu serviu de lubrificante. Enquanto eu bombeava, o sêmen dele ia saindo de dentro do cu dela. O barulho aquático do meu pau navegando no esperma dentro do reto me fez pirar de tesão e gozei na hora, tava excitado demais.
Durante o tempo que ficamos na chácara, eles trepavam todo dia. Ela não dava tempo dos testículos dele juntarem um pouco de porra, já tava esvaziando eles. Quando ela saía de ficar com ele, era minha vez, e eu esvaziava o conteúdo das minhas bolas inchadas dentro dela. Em duas semanas, o novo macho da minha mulher comeu ela mais de trinta vezes, mais do que eu em três meses. Depois dessas férias, meu irmão ficou com amor fraternal e toda semana dizia que queria vir em casa. Eu falei:
— Cê sente minha falta, quer vir me ver ou tá com vontade de trepar?
— Não, mano, quero ver vocês só.
— Bom, se é só pra nos ver, vem, mas não vai trepar então.
Aí ele não teve outra opção senão revelar a verdadeira intenção e respondeu:
— Quero ver vocês, sim, mas tô com vontade de trepar. A punheta já não tá dando conta.
— Bom, viu, assim que eu gosto. Fala: quero comer minha cunhada e pronto.
Continuaram trepando todos os fins de semana que ele vinha. Às vezes ele ficava pra dormir e comia ela a noite toda, outras vezes vinha de manhã e ia embora à tarde, não sem antes... depositar o sêmen dele na buceta e no cu da cunhada preferida dele. Depois daquelas férias, a gente tava mais na pica, mais excitados. Eu propus pra ela continuar experimentando com uns outros caras, e dessa vez ela não recusou, só falou:
–Se rolar, por que não.
Continua em outros posts, os problemas que vieram depois.
Um dia aluguei uma casa de campo por duas semanas. Silvia na época tinha 30 anos. Uns dias antes de irmos de férias, meu pai veio nos visitar em casa com a atual esposa dele e o filho dos dois, meu meio-irmão, que tinha metade da idade da minha esposa. Comentamos que tínhamos alugado uma chácara com piscina e, depois de consultar ela, convidei meu meio-irmão. Uma vez na chácara, observei como Walter, meu meio-irmão, olhava pra cunhada dele. Não tirava os olhos da bunda e dos peitos dela, e ficava arrumando a rola no short. Nunca tinha visto ela de biquíni, exceto em fotos, e era óbvio que ele ficava excitado vendo ela. Não se contentava só em olhar, também aproveitava quando estavam na piscina pra passar por baixo da água e roçar na bunda dela, fazer cócegas, abraçar e de quebra apalpar disfarçadamente. Ver ela de fio dental minúsculo e toda molhada deixava ele muito tesudo. Foi aí que me ocorreu que minha esposa poderia iniciar ele sexualmente, porque segundo ele me contou, era virgem, e de quebra ela começaria como hotwife. À noite, quando estávamos na cama, comentei com minha esposa:
- Viu como teu cunhado te olhava? Ele te devorava com os olhos?
- Vi sim, e também senti. Ele não perde oportunidade de me passar a mão, tava durasso, coitado do cunhado.
- Ele deve estar se masturbando pensando na tua bunda. Você topava dar pra ele? Faz ele estrear e você estreia como minha putinha.
- Cê tá louco, não seja filho da puta, ele é um menino.
- Um menino, mas se ele te pegar com a tesão que tem, vai deixar tua buceta ardendo de tanto te foder.
Como era de esperar, acabamos transando pela excitação que nos deu falar do assunto, ela não disse nem sim nem não. De manhã, estávamos na piscina, sem falar nada, desabotoei o sutiã da maiô dela e tirei, ela deixou eu fazer. Isso me deu certeza de que ela ia fazer algo do que a gente tinha conversado, senão teria recusado ficar de peitos de fora na frente dele. Ficou assim o tempo todo, Walter não tirava os olhos dela, e toda hora procurava contato com ela, jogava água no rosto dela, ela corria atrás dele na piscina e afundava a cabeça dele na água. Depois ela me disse que fazia de propósito pra cara dele ficar na altura da buceta dela, pra deixar ele mais excitado. Numa dessas vezes que ela afundou ele, sentiu que ele beijou a buceta dela por cima da tanga. Ele pegava ela por trás e fazia cócegas, e de quebra passava a mão no peito dela como quem não quer nada, mas também não pedia desculpa por ter tocado. Almoçamos, e num momento a sós perguntei:
- Como você se sentiu com a brincadeira com teu cunhado?
- Tenho que admitir que gostei e me excitei muito de ver como ele tá todo alucinado atrás de mim. Pensei seriamente em dar pra ele.
À tarde, voltamos pra piscina, ela já foi direto de peitos de fora, só com uma tanga fio dental com um triângulo minúsculo que mal cobria os lábios da buceta. Deitou de barriga pra cima pra flutuar, chamou o Walter e pediu pra ele segurar ela enquanto flutuava pra não afundar. Ele Ele esticou os braços e ela, num pulinho, deitou-se sobre eles. As tetas lindas dela, molhadas, brilhavam no sol, e os biquinhos durinhos apontavam pro céu. Meu irmão ficou olhando pra ela, com a cara mais vermelha que o normal. Me afastei um pouco; quando voltei, ela já tinha descido e eles estavam brincando de se fazer cócegas. Ele segurava ela por trás, apertado contra a bunda dela, e as mãos dele passavam por baixo dos braços dela e chegavam nas tetas.
Depois ela me contou que primeiro ele tinha a mão na cintura e depois colocou a mão na bunda dela. Também me disse que ele apertava suavemente as nádegas dela e soltava, por vários minutos. Não só apertava devagar a bunda dela, mas também percorria com a palma da mão, e num momento fechou um pouco a mão e enfiou os dedos na racha da bunda. Ela deixou ele fazer. Naquela altura, já ia deixar ele fazer tudo o que quisesse. A situação tinha deixado ela excitada, tava pra rolar qualquer coisa.
Depois que ela me contou isso e sabendo que ela já tinha se excitado, pensei: "Esse é o momento". Puxei a calcinha fio dental dela pra baixo até debaixo dos glúteos. Ela começou a rir. Falei:
- Se você tem certeza de continuar, tira a calcinha disfarçadamente.
Ela fez isso. Chamei meu irmão e falei:
- Quer ficar com a sua cunhada enquanto ela flutua de costas e faz a prancha? Eu saio da água por um tempo.
Ele veio, esticou os braços e, quando ela subiu neles, ficou na frente dos olhos dele. A cunhada dele completamente nua, com a buceta toda depilada. Ele ficou vermelho, tinha nos braços, servido numa bandeja, um manjar que queria devorar, e nessa altura ela desejava profundamente que a comessem. Eu tremia de excitação, de tesão, tinha o pulso acelerado. Não dá pra explicar o que é ter na sua frente a sua esposa nua nos braços de outro cara, pronta pra ser dele, e ainda por cima esse outro é meu irmãozinho. Depois de uns 10 ou 15 minutos assim, ela enfiou a mão debaixo d'água, tocou na pica dele por cima do short, e olhou pra mim. Eu, que estava na espreguiçadeira do lado, ela vira e fala:
- Nossa, acho que fiz merda, meu pobre cunhadinho tá durasso por minha causa, vou ter que resolver isso!
Ela levantou, pegou ele pela mão e saíram da água. Ele me olhou com os olhos quase saindo da cara, vermelho de vergonha e de tesão. Eu me aproximei da escada de saída da piscina, bati no ombro dele e fiz sinal de joinha com o polegar. Ela levou ele pra dentro. Eu fui pelo outro lado, entrei pela cozinha e, sem que ele me visse, fiquei de olho. Ela jogou um colchonete no chão, deitou em cima, tirou a tanguinha minúscula, pegou ele pela mão e puxou pra perto. Tirou o short dele e fez ele montar nela. Ajeitou a rola na entrada da buceta dela, e ele, arrebatado e louco de tesão, deu uma enfiada funda e meteu tudo. Silvia começou a gritar, tendo um orgasmo quase na hora que a rola entrou. Fiquei surpreso, ela tava muito excitada com a brincadeira com o cunhadinho. Os movimentos dele eram rápidos e descontrolados, igual cachorro montando uma puta. Ele gozou em uns dois minutos. Eu tava com a rola dura, apertada entre os dedos, vendo minha amada esposa me fazer de corno com meu irmãozinho. Ela não era mais minha, agora outro macho tinha tomado posse do corpo dela e marcado território com o esperma dele. Literalmente, porque não usou camisinha. Era a primeira vez que o leite de outro homem percorria o interior da buceta dela. Ele saiu de cima, ficaram deitados de barriga pra cima, conversando, rindo.
Ela pegou na rola dele e começou a bater uma. Em segundos, tava duro de novo. Ele se inclinou sobre ela e começou a chupar os peitos dela. Ela perguntou se ele queria mais. Óbvio que ele disse que sim. Fez ele subir nela de novo, e a rola do meu irmãozinho deslizou dentro dela mais uma vez. Em cinco minutos, Silvia gritava que nem uma puta que pisaram no rabo, tendo um orgasmo enorme e intenso. De novo, ele soltou o néctar dentro da buceta dela. Eu já tinha me masturbado e gozado também. Pensei que o pornô ao vivo já tinha acabado, mas o Walter nem saiu de cima dela, começaram a se beijar, coisa que nas duas fodas não tinha acontecido. Ele beijava ela sem controle, segurava a cabeça dela com as duas mãos, entrelaçando os dedos no cabelo, e começou a bombar de novo. Aí percebi que o pau dele tinha endurecido outra vez e ainda tava dentro dela. A bombada já era mais lenta e mais ritmada, ela foi treinando ele. Em uns 4 ou 5 minutos, a recém-formada hotwife gritava que nem louca pela terceira vez, num outro orgasmo longo. De novo, levou uma descarga de esperma na buceta já inundada. Em meia hora, ele possuía ela três vezes, tudo na mesma posição — não tava a fim de ensinar posições diferentes. Os gritos dela ecoavam nos meus ouvidos e me levavam a níveis supremos de tesão e morbidez. Quando saíram, ela me disse:
- Parabeniza teu irmão, já é homem, não é mais virgem.
- Te parabenizo. Nos dias que restam, faz de conta que é tua namorada. Se quiser beijar, beija, abraça, por mim não esquenta. Se não me incomodo que você coma ela, menos ainda que beije ou abrace. Se ela quiser, podem continuar se comendo todo dia, se você aguentar.
Peguei ela pela mão, levei pra dentro, coloquei de quatro e meti pra ela tirar meu leite agora. Ainda tinha esperma na buceta dela. A cada bombada, saía um pouco da porra do meu irmão. Fizemos duas vezes, ela gozou e gritou como se nunca tivesse fodido antes. Tava um fogo, um tesão. Dessa vez, era ele quem ouvia de fora como a puta da cunhada dele gritava gozando.
No resto dos dias, ela agiu como se fosse a namorada. Se abraçavam, se beijavam, ele apalpava ela, e ela ficava igual quando era adolescente: muito tarada, se esfregando nele o dia inteiro. Levou muito a sério o papel de namorada. Enquanto eu tomava sol na beira da piscina, tinha show pornô grátis. Os dois estavam deitados na grama, numa manta, e ele começou a chupar ela. as tetas, ela se levantou, deitou ele de barriga pra cima, tirou o short dele e começou a chupar a rola dele, era a primeira vez que uma mulher chupava ele, depois sentou na rola dura e cavalgou, depois de gozar ela veio até mim, eu já tava com a rola dura, mandei ela se apoiar na mesinha do guarda-sol, fiquei atrás e penetrei aquela pussy cheia de porra, pra minha surpresa minha esposa chamou meu irmão, ele entrou na parada, fez ele ir na frente e começou a chupar a rola dele, os gritos da gozada da Silvia foram abafados pelo jato de porra que meu irmão deu pra ela tomar, era a segunda vez na vida dela que tomava uma gozada, uma minha e essa do novo macho dela, mesmo não gostando de levar gozo na boca, como ele pegou ela desprevenida e gozando, ela engoliu e não falou nada, toda vez que ela se excitava de novo com os beijos, abraços e amassos dele, ela abria as pernas onde estivesse e ele possuía ela de novo no pelo, nunca usou camisinha, eram como dois adolescentes trepando igual coelho toda hora, minha rola explodia de ouvir ela gritando de tesão e gozando.
No terceiro dia, enquanto eu espiava eles trepando no sofá da sala, ele perguntou se podia comer o cu dela, ela estranhou a proposta, mas claro que aceitou, mas assim que ele empurrava duas ou três vezes, gozava, sem conseguir penetrar o cu dela, acabou trepando de quatro mas pela vagina, eu me masturbando, mas parei antes de gozar, de noite mandei ela ficar de quatro e devagar comi o cu dela, e quando tava bem dilatado e ela bem quente, já gemendo e ofegante prestes a gozar, eu tirei e falei:
- Agora vai pro outro quarto e deixa o Walter encher teu cu de porra, assim você acaba com o tesão, quando quiser volta e tira o meu.
Ela foi pro outro quarto e com o cu aberto e dilatado ele CONSEGUIU meter!, enquanto eu do corredor via meu irmãozinho enfiado no cu da minha mulher, ele já tava aguentando. Mais tempo e, pela primeira vez, gozei dentro do cu da cunhada dela. Ela também gozou, os gritos ecoavam no silêncio da noite. Deitaram-se, continuaram se beijando, se acariciando. Ele ficou duro de novo, ela instantaneamente ficou de quatro e fez ele meter no cu dela de novo. Não passaram muitos minutos até ele acelerar o ritmo, ofegar mais forte e se esvaziar dentro dela, enquanto ela começava a rebolar a bunda e gritar, tendo outro orgasmo forte. Ela saiu, voltou pro nosso quarto e continuei minha foda interrompida. Meti meu pau no cu dela, o esperma do meu irmão que jorrava do cu serviu de lubrificante. Enquanto eu bombeava, o sêmen dele ia saindo de dentro do cu dela. O barulho aquático do meu pau navegando no esperma dentro do reto me fez pirar de tesão e gozei na hora, tava excitado demais.
Durante o tempo que ficamos na chácara, eles trepavam todo dia. Ela não dava tempo dos testículos dele juntarem um pouco de porra, já tava esvaziando eles. Quando ela saía de ficar com ele, era minha vez, e eu esvaziava o conteúdo das minhas bolas inchadas dentro dela. Em duas semanas, o novo macho da minha mulher comeu ela mais de trinta vezes, mais do que eu em três meses. Depois dessas férias, meu irmão ficou com amor fraternal e toda semana dizia que queria vir em casa. Eu falei:
— Cê sente minha falta, quer vir me ver ou tá com vontade de trepar?
— Não, mano, quero ver vocês só.
— Bom, se é só pra nos ver, vem, mas não vai trepar então.
Aí ele não teve outra opção senão revelar a verdadeira intenção e respondeu:
— Quero ver vocês, sim, mas tô com vontade de trepar. A punheta já não tá dando conta.
— Bom, viu, assim que eu gosto. Fala: quero comer minha cunhada e pronto.
Continuaram trepando todos os fins de semana que ele vinha. Às vezes ele ficava pra dormir e comia ela a noite toda, outras vezes vinha de manhã e ia embora à tarde, não sem antes... depositar o sêmen dele na buceta e no cu da cunhada preferida dele. Depois daquelas férias, a gente tava mais na pica, mais excitados. Eu propus pra ela continuar experimentando com uns outros caras, e dessa vez ela não recusou, só falou:
–Se rolar, por que não.
Continua em outros posts, os problemas que vieram depois.
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