Há alguns meses, venho fazendo grupos de RPG erótico inspirado em Dungeons & Dragons. Hoje compartilho a primeira parte de uma sessão que rolei um a um com uma jogadora (ela concordou em eu compartilhar, mas não vou divulgar informações, contato ou perfil dela, só a atuação no jogo). A jogadora interpreta Alan, e eu, como narrador, descrevo o mundo e interpreto os NPCs. Pulo as rolagens de dados e as partes mais mecânicas do RPG pra dar pra ler como um conto ou narração. *Ações* -Diálogos- (Pensamentos) ALANA -Idade: 20 anos. -Sexualidade: Bissexual. -Estado civil: Solteira. -Olhos: Castanho claro. -Cabelo: Médio/longo, loiro. -Acessórios: Além de brincos, tem piercing no nariz (septum) e um em cada mamilo. -Aparência física: Tem 1,23m e pesa 58 kg, sem muita força por causa do tamanho e peso, meio gordinha, bem curvilínea, com peitos enormes e uma bunda grande. -Personalidade: É uma pessoa gentil e simpática, mas fica brava, irritada e excitada rápido e fácil, mesmo sendo bem distraída, é bastante tímida e esquecida, além de envergonhada e nervosa. Origem/história: Desde jovem, teve que se virar sozinha, apesar da vergonha e timidez, sempre dava um jeito de sobreviver na natureza. Sempre foi meio furtiva e escorregadia, além de flexível, então se escondia e roubava nas cidades quando não conseguia o que precisava nas florestas. Quando ficou mais velha, foi descobrindo o sexo e tal, sendo ninfomaníaca sem saber, muitas vezes fazia acordos sexuais ou o que precisasse, como se prostituir ou se vender pelo que necessitava, às vezes até só por prazer. Habilidades: Por causa do gosto por sexo, desenvolveu uma habilidade foda pra usar a boca e principalmente a língua, conseguindo fazer maravilhas em todos os sentidos com ela, além de descobrir que o sêmen a excitava e melhorava tanto que às vezes causava efeitos estranhos. nela e no corpo dela. -Gostos: É uma pessoa submissa, adora ser humilhada, rebaixada, insultada, além de ser tratada como objeto ou puta, curte muito ficar suja, seja com saliva, comida (e também brincar com ela), mijo, lama, além de usar os pés, anal, e uma variedade de outras técnicas sexuais, gosta de tudo, de enfiarem objetos na buceta/rabo dela, fazer em público, zoofilia, e também ama porra de qualquer jeito, sendo uma viciada nisso. Fraquezas: -A porra, por ser viciada nisso, funciona tanto como vantagem quanto desvantagem, causando efeitos diferentes dependendo do momento, se recebeu faz pouco ou se está há muito tempo sem. -Os insultos, elogios, humilhações e tudo mais, qualquer palavra ou ideia ligada ao sexo a deixa louca, tornando-a uma escrava nas ordens de quem fala, sendo totalmente submissa a qualquer comando. Isso é uma maldição que se manifesta em corações que se formam nos olhos dela, que crescem quanto mais insultada ela é; quanto maiores os corações, maior o prazer da Alana e mais ela fica sob o controle de quem a domina. Equipamento: um escudo do tamanho dela. Roupas: Costuma vestir roupas bem curtas ou pequenas, como saias, meias, ou tops minúsculos costurados por ela mesma, embora sempre tenha preferido andar nua, já que vive na natureza com animais e bestas.
NARRAÇÃO
É um dia ensolarado, tranquilo, e você está deitada na sombra de uma árvore ao lado de uma estrada. Sente o calor do sol na pele das suas pernas, a brisa fresca na sua pele, a grama que arranha um pouco nas partes descobertas das suas costas e da sua bunda.
Alana
*Acordo meio tonta e confusa por causa da viagem para este novo mundo. Bocejando, me sento na grama enquanto esfrego os olhos com os punhos. Quando abro os olhos, olho ao redor e vejo que estou numa floresta, com um sol forte. Confusa, olho pro meu corpo e suspiro como se nada de estranho tivesse acontecido, como se tivesse acabado de acordar de uma soneca bem longa. Coloco as mãos no chão e me levanto, coçando levemente minha bunda, que estava arranhando um pouco por causa da grama. Eu estava vestida com uma saia curta feita de retalhos de pano que tinha encontrado ou usado de roupas velhas ou rasgadas, além de não estar usando calcinha por baixo, e em cima usava um top bem fino e pequeno comparado aos meus peitos enormes.*
NARRAÇÃO
Alana se levanta, acordando da soneca. Você olha para os dois lados da pequena estrada de terra que atravessa a floresta; do lado esquerdo, parece ver uma figura se aproximando andando ao longe.
ALANA
*Dou uns passinhos me afastando da árvore onde estava deitada. Coçando minha cabeça e arrumando meu cabelo enquanto vejo a figura se aproximando por entre as árvores que ladeavam a estrada de terra. Paro a poucos metros da entrada do lugar onde estava e fico esperando a figura em silêncio.*
– Hmmm…
NARRAÇÃO
Pela forma como as sombras das árvores caem enquanto ela caminha em sua direção, é difícil distinguir muitos detalhes. O que você pode assumir é que é um humanoide. Depois de alguns momentos, você também consegue distinguir uma barba grossa no rosto dela. Deve ter cerca de um metro e meio de altura, e pela largura dos ombros e pelo peso dos passos, você assume que deve ser um anão. Por ser uma gnoma e exploradora, que dependeu em grande parte Do teu sigilo e habilidade pra se esconder, tu sabe buscar sinais de quão fácil é que eu te veja. Sabe que ele vem caminhando com a luz do sol de frente, o que deve dificultar a visão na tua direção, e tu imagina que ele ainda não te viu. ALANA *com um pouco de vergonha e timidez, dou uns passos apressados em direção aos arbustos no fim do caminho. Ao correr, meus peitos balançavam loucos dentro do top, além das minhas bundas grandes, que iam se revelando junto com minha entreperna por causa da saia curta que se mexia e levantava com o vento e meus movimentos. Entrei no arbusto com cuidado pra não me furar com nenhuma lasca ou galho, enquanto me acomodava lá dentro esperando pra ver o anão e suas intenções, ou se ele tinha algo que pudesse me interessar* Narração. Passados alguns minutos. O anão chega até o ponto onde até pouco tempo tu tava parada. Tu vê ele parar no lugar por um momento, vê ele olhar umas marcas no chão que teus pés deixaram, mas que ele não consegue distinguir como pegadas pra saber pra que direção correram. O anão tem cabelo castanho avermelhado, bem curto pra um anão. Pele clara, barba espessa e uma roupa em tons de verde, marrom e ocre. Tem uns anéis nos dedos que tu pode assumir que são de prata. Traz uma mochila que faz barulho a cada passo que dá, provavelmente com as ferramentas dele. De cara, não parece estar armado. ALANA *Fico olhando ele do arbusto por um tempo, reparando especialmente nos anéis dele, que me interessam pelo brilho e beleza. Admiro e vigio ele com um sorrisinho, pensando numa ideia pra conseguir eles, e depois de ter algo em mente, saio de entre os arbustos com um sorrisão alegre* — Opa! Quanto cê quer por esses anéis que cê tá usando...? *Falei alto bem atrás dele, como se nada tivesse acontecido e eu tivesse ali o tempo todo* NARRAÇÃO O anão dá um pulinho ao ouvir tua voz do nada e se vira rapidamente pra te ver. É óbvio que, mesmo tendo o corpo forte que geralmente marca os anões, claramente não é um guerreiro. Provavelmente um artesão ou algo do tipo. ANÃO — Uau, senhorita, que susto! De onde você saiu? Bom, acho que isso não importa — *ele diz meio sem graça* — Meu... meu nome é Valdis. Muito prazer — *ele estende a mão para você, Alana. Eu ainda mantinha um sorriso largo e firme na cara, com as mãos nas costas e o peito um pouco pra frente, mostrando meu decote e os peitões presos naquela blusinha frágil* ALANA *Quando ele estende a mão, me aproximo um pouco mais e olho pra ela, sem apertar, só reparando bem nos anéis* — Hmmm... Alana... E aí, os anéis? *Endireito a postura de novo, agora mais perto dele, ainda com o sorriso no rosto* VALDIS *Ele fica olhando fixamente pro seu decote, como se seus peitos fossem estourar a blusa a qualquer momento, por um instante, antes de se recompor e tirar a mão.* — Gosta dos anéis? Bom, esses são meus (apontando pra própria mão), mas tenho alguns à venda se você tiver interesse. O que você estava procurando? Ou o que você gostaria? *Ele fala com um certo ânimo. Dá pra perceber que, mesmo admirando seu corpo com um certo desejo, a chance de fechar um negócio ou uma venda fala mais alto* ALANA *Levanto o olhar pra encarar ele quando ele fica encarando meu decote, o que não me incomoda, até é um elogio. Quando ele tira a mão, paro de sorrir e franzo levemente a testa, cruzando os braços e apertando meus peitos de leve contra eles enquanto escuto ele com atenção* — Eu gosto de brilho... Hmmm, posso ver o que você tem à venda? Gosto de ouro, brilha muito... *Falo, voltando a sorrir de novo, sem pensar em dinheiro ou pagamento, já que não tenho nada além da minha roupa, nem armas, equipamento ou grana* NARRAÇÃO Ele coloca a mochila no chão. Você vê ele tirar uma caixinha de madeira e abrir. Dentro, tem almofadas de veludo vermelho que dividem o espaço. caixa e que servem como base e suporte dos anéis. Tem uma dúzia de anéis, 8 de prata e 4 de ouro. Todos são relativamente simples, mas bem bonitos. Alguns lisos, outros com gravuras. Um dos de prata tem uma pedrinha preta e brilhante incrustada. VALDIS - Esses são simples, mas bem bonitos. Não é seguro viajar com muitas joias ou pedras preciosas na estrada. Mas na minha oficina na cidade, tenho joias ainda mais elaboradas e lindas - *Ele te diz com um certo orgulho no tom de voz pelo trabalho notável dele.* ALANA - *Eu me ajoelho na frente da mochila dele e da caixa que ele tira de dentro. Quando ele abre, eu abro bem a boca e os olhos, surpresa e impressionada com os anéis lá dentro. Rapidamente me apaixono pelo de prata com a pedra preta e brilhante que estava na caixa, sem pensar no caro que devia ser, embora preferindo ele em dourado* - São lindos!!! Eu amei o da pedra preta! Hmmm... Mas só... É em prata? Não tem ele em ouro? *Falei sem nem pensar na última coisa que ele disse sobre os perigos de levar joias ou pedras preciosas nas estradas assim* VALDIS - Não por enquanto - *ele te diz meio sem graça* - Mas se você for pra cidade de Silver Kiss, pode ir na minha oficina e eu poderia fazer ele do seu jeito... bem, fazer um anel do seu jeito. - Hmmm... Você guarda essa pedra pra mim!? *Falei com um sorrisão, levantando a cabeça pra olhar na cara dele, enquanto apontava com um dedo o anel de prata com a pedra preta brilhante* - Assim quando eu for na sua oficina em Silver... Piss ou como for o nome, você pode colocar ela num de ouro! ALANA - *Levei as duas mãos de volta pra trás das costas enquanto sorria pra ele, mostrando meu decote. Eu tinha me apaixonado completamente pela pedra, querendo ela num anel de ouro* - De qualquer forma... Quanto seria um anel simples de ouro como algum desses que você tem aí? *Falei baixando a cabeça de novo pra olhar dentro da caixa* NARRAÇÃO Você pode notar que enquanto você observa o conteúdo da caixa, ele não deixei de ver o decote dos seus peitões enormes e até dá pra notar o volume que faz na calça dele. Valdis -Claro! Se você se interessar, é toda sua. Bem, um anel simples com uma pedra assim normalmente custaria umas 25 moedas de ouro, mas como é pra você, posso deixar por 20- ALANA -Hmmm... Beleza! Então guarda a pedra preta, por favor... E eu passo lá pra pegar. *Olhando pros anéis, percebo o volume na calça dele, levanto o olhar pra encarar ele e solto uma risadinha safada, sabendo bem o porquê e o que ele tava olhando. Suspiro e vejo um anel dourado liso, sem gravação nem nada especial, bem simples, mas bonito. Pego ele da caixa com toda confiança e coloco no dedo anelar da minha mão esquerda, depois estico ela mostrando pro anão* -Ahhh! Amei! Não fica lindo em mim? Ayyy...! Quanto é esse!? Valdis -Sim, claro, assim que chegar na minha oficina já começo a trabalhar nele! Pra falar a verdade, fica muito bem em você. Algo assim custa 7 moedas de ouro, mas pra você posso deixar por 5. Alana -Muito obrigada! Passo lá pegar assim que puder... Hmmm *Ao ouvir o preço desse anel que já tinha colocado, solto uma risadinha nervosa e envergonhada* -É... E você só aceita moedas de ouro? É que não tenho mais nada comigo além da minha roupa... *Falo baixando a cabeça com vergonha* VALDIS *Com um sorrisinho safado.* -Bom, nós dois sabemos que sempre podemos usar nossos corpos pra pagar. E pra falar a verdade, tava esperando você falar isso desde que começou a perguntar pelos meus anéis....- *Ele fala enquanto você vê ele começar a acariciar o volume por cima da calça. Você percebe que tinha reparado tanto nos anéis que nem notou as mãos grandes e os dedos grossos dele, típicos de anão, as costas largas e a grossura dos braços e pernas fortes. Mesmo ele não sendo muito mais alto que você, sabe que se chegar a isso, ele ia te dominar fácil com a força do corpo dele. ALANA *Ao ouvir ele* Suspirei aliviada por ele aceitar um acordo desses, levantando a cabeça de novo com um sorriso, como se nunca tivesse ficado triste de verdade. *— Ahh, ainda bem... Bom, o que você quer? Já vou avisando que meus serviços valem muito mais que um simples anel de 5 moedas de ouro... Você vai ter que me pagar, além de me dar o anel, hein... —* Comecei a rir, meio marota, sabendo o valor real de um boquete meu. Enquanto esperava e ouvia ele, ajustava o anel que já tinha colocado no meu dedo e olhava pra ele, ainda pasma com o VALDIS. *— Sim, sim, claro. Então pode ser esse anel. E dependendo do serviço que você fizer, a gente vê quanto dá pra pagar pelo que vou fazer depois com a pedra —* ele diz, sorrindo e ansioso. ALANA *— Hmmm... Tanto faz, aceito, até porque preciso de uma boa dose de porra recém-acordada da soneca... —* Dou uma risadinha e me levanto de novo na frente do anão, esticando o corpo pra me preparar, olho pra ele. *— Beleza... O que você quer? Boca? —* Falo e na hora aponto pra minha boca com as duas mãos, mostrando a língua. *— Peitos? —* Falo e na hora pego com vontade meus dois peitões com as duas mãos, balançando eles de leve na frente dele. *— Pela frente? —* Falo e na hora desço uma mão, colocando sobre minha buceta, por cima da saia, sem mostrar ainda. *— Ou por trás...? —* Falo e na hora me viro, dando as costas pro anão e viro a cabeça pra olhar ele, levo as duas mãos pras minhas nádegas, que apareciam um pouco por causa da saia curta, enquanto apertava elas por cima do tecido. VALDIS *— Uffff... Não saberia por onde começar ou o que escolher. Mas esses peitos tão me deixando louco desde que te vi na primeira vez. Acho que vai ser peitos —* ALANA *— Beleza... Então, são todos seus! —* Com um sorrisão, levo minhas mãos de volta pros meus peitos enquanto fico na frente dele. Pego o top com cuidado pra não rasgar e puxo pra cima, tirando ele, jogo no chão enquanto meus peitões enormes saem da prisão e começam a pular que nem loucas, de um lado pro outro. de um lado para o outro até ficarem parados e pendurados na frente dele. Esperando por ele enquanto meus mamilos, meio duros por causa dos piercings que eu tinha, olhavam para ele* —Bom, o que você está esperando...? NARRAÇÃO Sem pensar, Valdis os agarra com força entre suas mãos grandes. Você pode sentir como elas são fortes, como seus dedos são grossos e grandes, e o quanto suas mãos são firmes, ainda mais agora que você sabe que ele deve ser um ourives. Ele aperta com força com as duas mãos enquanto as massageia e as levanta um pouco para levá-las ao rosto, que enfia entre suas tetas, cheirando, beijando e lambendo intensamente. Você sente ele começar a enchê-las de saliva, como ele belisca e puxa levemente seus mamilos antes de levá-los à boca e chupá-los. ALANA *suspiro de susto, surpresa pela vontade e força com que ele agarra meus peitos grandes, me deixando levar e deixando ele brincar à vontade. Eu não reclamava, só gemia e suspirava de prazer com a sensação de como ele usava minhas tetas do jeito que queria. Quando ele enfia o rosto entre elas, solto uma risadinha, já que isso era comum em todos que brincavam com elas, além de sorrir e lamber meus lábios ao sentir e ver como ele as enchia com a própria saliva, algo que me fascinava e excitava ainda mais. Mas quando sinto ele beliscar e puxar meus mamilos, começo a soltar gemidos fortes e agudos de dor e sensação, por serem tão sensíveis, além do puxão dos piercings que eu tinha neles, para depois relaxar de novo ao sentir ele os colocar na boca, começando a ofegar* —A-aliás... Vo-você faz ou... Tem umas joias ou algo pa-para meus mamilos...? *falei aproveitando que os piercings que eu tinha nos mamilos já estavam meio velhos, básicos e simples, além de serem de aço* VALDIS *Ele levanta o olhar ao te ouvir falar e para de chupar seus mamilos um pouco. Ainda segurando seus peitos firmemente, ele aperta e levanta um pouco para observar seus mamilos com cuidado. Com a respiração meio ofegante, ele diz* —Nunca fiz isso, mas acho que com certeza poderia tentar. Peitos como os seus merecem o melhor e ser enfeitados com o que há de melhor que eu possa fazer- *Ele te diz antes de enfiar o rosto de novo neles e continuar lambendo e beijando seus peitos por completo. Você sente que em algumas vezes ele dá mordidinhas leves nos seus peitos, lambe e chupa sem parar enquanto aperta eles com as mãos* ALANA -E-entendo... S-sim... Eu agradeceria... Mu-muito... ahh... *Continuo com meus gemidos enquanto ele volta a chupar e enfiar o rosto entre meus peitos, curtindo o momento e as ações dele enquanto levanto as mãos e as aproximo da cabeça dele para acariciar o cabelo e apertá-lo levemente mais contra mim. Às vezes solto alguns gemidos mais fortes ao sentir ele mordiscar, soltando risadinhas entre os gemidos depois disso. Enquanto sinto meu corpo todo esquentando, e minha buceta ficar molhada a ponto de sentir minhas coxas úmidas* NARRAÇÃO O anão Valdis continua devorando seus peitos, deixando eles encharcados de saliva enquanto você sente suas coxas também molhadas da sua própria excitação. Você sente o cabelo dele entre seus dedos enquanto a barba surpreendentemente macia dele esfrega nos seus peitos. Você curte o momento quando sente uma das mãos dele soltar um dos seus peitos para pegar seu pulso e levar sua mão da cabeça dele até o pau duro dele. Você pode sentir ele através da calça. Não é muito comprido, mas é bem grosso. Você imagina que deve ter uns 12 ou 13 centímetros de comprimento, mas a grossura faria você ter trabalho até pra colocar na boca. ALANA *entrecerrei os olhos para aproveitar ainda mais o momento, até que quando ele pegou minha mão eu abri eles, deixando ele levar pra onde quisesse. Quando ele colocou no pau dele, soltei uma risadinha abafada entre meus gemidos, entendendo o que ele queria* -Ohh... É-isso que você quer... E-ehh... Hmmm... Ahh... T-tá bom... *Mantive a mão na cabeça dele, ainda acariciando o cabelo dele com suavidade enquanto a mão que ele deixou na virilha dele, eu comecei a mexer* Sobre a roupa, acariciando o volume dele e pensando em como poderia ser. Depois de um tempo, levei a mão até a entrada da calça dele e, com cuidado, abaixei até chegar lá, tentando agarrar com minha mão. Era bem difícil por causa da grossura, não conseguia fechar a mão em volta dela.
— Au-au... O-que é isso aí!?
Segurando, eu ri entre gemidos e, devagar, comecei a mover a mão, pegando o que dava, masturbando ele lentamente enquanto mordia o lábio, imaginando ele na minha cabeça.
NARRAÇÃO
Você sente o corpo dele tremer um pouco com o toque da sua mão no pau duro e grosso. Escuta a respiração dele acelerar enquanto ele continua chupando e lambendo seus peitos e bicos. Ele acaricia e aperta com força em volta do rosto dele, contra a boca, enquanto você sente na sua mão os pequenos espasmos do pau dele. O calor que sai dele, e como é duro e grosso. Você sente uma das mãos dele soltar seus peitos, começa a acariciar suas costas, subindo entre seus ombros, pela nuca e pela base do seu cabelo, que de repente ele agarra com força, puxando um pouco, fazendo você levantar o olhar enquanto ele se endireita para te olhar de cima.
VALDIS
— Quero que use sua boca...
ALANA
*Solto uma risadinha entre meus gemidos constantes enquanto via o corpo do anão tremer quando agarrei o pau dele com minha mãozinha. Fui movendo devagar enquanto deixava ele comer meus peitos no ritmo e gosto dele. Quando sinto ele soltar meus peitos, ainda gemendo e sentindo a bagunça de babas que ele deixou, cheia de marcas de chupões, mordidas e lambidas, olho para ele. Ao ouvir, sorrio e me ajeito, soltando o pau dele e me ajoelhando.*
— Uso o que você quiser…
NARRAÇÃO
Você sente o anão segurar com uma mão seu cabelo com força enquanto te coloca de joelhos na frente dele. Sente seus peitos melados de saliva dele, escorrendo por eles. Com a outra mão, ele começa a tirar o pau duro da calça. Do jeito que você tinha visto antes. sentido, não é muito comprida, mas é bem grossa. Você não tem certeza se vai caber na sua boca fácil. ALANA *Suspiro levemente dolorida por como ele puxava meu cabelo com a mão, enquanto mordia meu lábio inferior e olhava pra ele, sorrindo por estar sendo controlada e guiada por ele. Quando ele começa a tirar a rola, levo minhas mãos pros meus peitões e agarro eles, começando a espalhar toda a saliva que tinha neles pelo meu abdômen, sentindo tudo mais pegajoso e molhado. Quando ele tira ela, solto uma risadinha de empolgação e surpresa pelo tamanho dela* —C-caralho... Porra, que g-grossa! N-não sei se vai caber na minha boca... Vai ser foda *Depois de falar, passei a língua nos lábios, ofegante* NARRAÇÃO. Você sente o anão começar a bater uma punheta pra rola grossa dele a só alguns centímetros do seu rosto. Cada vez mais perto. Dá pra sentir o calor que a rola dele exala na sua cara. O cheiro forte, embora não desagradável, que sai dela, e como ele puxa seu cabelo pra levar ela até sua boquinha. ALANA *Entreolho os olhos relaxada e me deixando levar pelo prazer e pelo momento, abrindo a boca o máximo que conseguia, me aproximava por conta própria também da rola dele, respirando forte pelo nariz e sentindo o cheiro gostoso que ela tinha. Quando cheguei nela, com a boca bem aberta do jeito que dava, me preparei pra meter ela dentro de mim, incapaz de colocar mais que a ponta, já sofrendo só com a cabeça da rola dele, que mantive dentro da minha boca, já cheia e com minhas bochechas inchadas por ela* —Uhggg-gaghh... *Não precisava de muito mais pra fazer um bom trabalho, só com a ponta da rola dele na minha boca, me esforçando pra manter ela ali por causa da grossura enorme. Levantei minhas mãos sujas da saliva que espalhava pelo meu corpo, e me agarrando nas pernas dele, fechei os olhos pra me concentrar nele, e comecei a mexer minha língua no pouco espaço que tinha na boca, passando ela pela ponta da rola dele, devagar e acariciando com ela, molhando com minha própria saliva. a vez que eu chupava e sugava a cabeça da pica dele. Depois de deixar ela bem melada da minha saliva, comecei a pressionar a entrada da pica dele com minha língua, além de sugar com muita força tentando extrair todo o sêmen enquanto estimulava a saída dele, ecoando os fortes engasgos que vinham da minha garganta ao engolir toda a saliva que eu tinha produzido pra ela* NARRAÇÃO Você quase de imediato começa a ouvir as respirações e gemidos leves do anão. Quanto mais intenso você faz e mais enche ele de saliva, nota que ele geme mais forte, aperta mais seu cabelo com as mãos fortes dele e puxa você só um pouco mais em direção à pica dura dele na sua boca. Você nota como a pele das pernas dele se arrepia, como os músculos das pernas e da bunda dele ficam tensos. Você sabe que ele não vai aguentar muito mais assim. ALANA *Aproveitando a força com que ele puxava minha cabeça, e o quanto eu tinha lubrificado a pica dele com minha saliva, fiz mais um esforço enorme, colocando agora mais parte da pica dele dentro da minha boca, aguentando com minha mandíbula quase deslocada de tão grossa que era. Consegui manter mais da pica dele dentro de mim e do mesmo jeito continuei sugando com muita força, passando minha língua de novo por toda a volta da pica dele pra manter ela bem molhada, quente e estimulada enquanto tentava tirar todo o leite dele* NARRAÇÃO A Alana consegue enfiar a pica grossa do anão na sua boca. Você sente que a mandíbula está prestes a deslocar e fica um pouco dormente enquanto enfia mais daquela pica grossa na sua boquinha pequena. Você continua estimulando, sabe que não deve faltar muito, anos chupando e ordenhando picas com sua boca te ensinaram a reconhecer quando você está prestes a receber todo o sêmen que você tanto ama. Concentrada no prazer e na recompensa que te espera, você demora um pouco pra notar que o anão soltou sua cabeça, e que ele parou de mexer o quadril no ritmo que você chupa a pica dele. VALDIS - humm... Alana? NARRAÇÃO Você abre a boca, e ainda com a pica na Boca virada pra cima. Agora tu pode ver que tem um homem parado atrás do anão Valdis. É um humano, magro mas definido, até que bem. Cabelo meio bagunçado, umas cicatrizes e o peito quase todo de fora. Esse cara segura uma adaga no pescoço do Valdis enquanto os dois te encaram lá de cima...
NARRAÇÃO É um dia ensolarado, tranquilo, e você está deitada na sombra de uma árvore ao lado de uma estrada. Sente o calor do sol na pele das suas pernas, a brisa fresca na sua pele, a grama que arranha um pouco nas partes descobertas das suas costas e da sua bunda.
Alana
*Acordo meio tonta e confusa por causa da viagem para este novo mundo. Bocejando, me sento na grama enquanto esfrego os olhos com os punhos. Quando abro os olhos, olho ao redor e vejo que estou numa floresta, com um sol forte. Confusa, olho pro meu corpo e suspiro como se nada de estranho tivesse acontecido, como se tivesse acabado de acordar de uma soneca bem longa. Coloco as mãos no chão e me levanto, coçando levemente minha bunda, que estava arranhando um pouco por causa da grama. Eu estava vestida com uma saia curta feita de retalhos de pano que tinha encontrado ou usado de roupas velhas ou rasgadas, além de não estar usando calcinha por baixo, e em cima usava um top bem fino e pequeno comparado aos meus peitos enormes.*
NARRAÇÃO
Alana se levanta, acordando da soneca. Você olha para os dois lados da pequena estrada de terra que atravessa a floresta; do lado esquerdo, parece ver uma figura se aproximando andando ao longe.
ALANA
*Dou uns passinhos me afastando da árvore onde estava deitada. Coçando minha cabeça e arrumando meu cabelo enquanto vejo a figura se aproximando por entre as árvores que ladeavam a estrada de terra. Paro a poucos metros da entrada do lugar onde estava e fico esperando a figura em silêncio.*
– Hmmm…
NARRAÇÃO
Pela forma como as sombras das árvores caem enquanto ela caminha em sua direção, é difícil distinguir muitos detalhes. O que você pode assumir é que é um humanoide. Depois de alguns momentos, você também consegue distinguir uma barba grossa no rosto dela. Deve ter cerca de um metro e meio de altura, e pela largura dos ombros e pelo peso dos passos, você assume que deve ser um anão. Por ser uma gnoma e exploradora, que dependeu em grande parte Do teu sigilo e habilidade pra se esconder, tu sabe buscar sinais de quão fácil é que eu te veja. Sabe que ele vem caminhando com a luz do sol de frente, o que deve dificultar a visão na tua direção, e tu imagina que ele ainda não te viu. ALANA *com um pouco de vergonha e timidez, dou uns passos apressados em direção aos arbustos no fim do caminho. Ao correr, meus peitos balançavam loucos dentro do top, além das minhas bundas grandes, que iam se revelando junto com minha entreperna por causa da saia curta que se mexia e levantava com o vento e meus movimentos. Entrei no arbusto com cuidado pra não me furar com nenhuma lasca ou galho, enquanto me acomodava lá dentro esperando pra ver o anão e suas intenções, ou se ele tinha algo que pudesse me interessar* Narração. Passados alguns minutos. O anão chega até o ponto onde até pouco tempo tu tava parada. Tu vê ele parar no lugar por um momento, vê ele olhar umas marcas no chão que teus pés deixaram, mas que ele não consegue distinguir como pegadas pra saber pra que direção correram. O anão tem cabelo castanho avermelhado, bem curto pra um anão. Pele clara, barba espessa e uma roupa em tons de verde, marrom e ocre. Tem uns anéis nos dedos que tu pode assumir que são de prata. Traz uma mochila que faz barulho a cada passo que dá, provavelmente com as ferramentas dele. De cara, não parece estar armado. ALANA *Fico olhando ele do arbusto por um tempo, reparando especialmente nos anéis dele, que me interessam pelo brilho e beleza. Admiro e vigio ele com um sorrisinho, pensando numa ideia pra conseguir eles, e depois de ter algo em mente, saio de entre os arbustos com um sorrisão alegre* — Opa! Quanto cê quer por esses anéis que cê tá usando...? *Falei alto bem atrás dele, como se nada tivesse acontecido e eu tivesse ali o tempo todo* NARRAÇÃO O anão dá um pulinho ao ouvir tua voz do nada e se vira rapidamente pra te ver. É óbvio que, mesmo tendo o corpo forte que geralmente marca os anões, claramente não é um guerreiro. Provavelmente um artesão ou algo do tipo. ANÃO — Uau, senhorita, que susto! De onde você saiu? Bom, acho que isso não importa — *ele diz meio sem graça* — Meu... meu nome é Valdis. Muito prazer — *ele estende a mão para você, Alana. Eu ainda mantinha um sorriso largo e firme na cara, com as mãos nas costas e o peito um pouco pra frente, mostrando meu decote e os peitões presos naquela blusinha frágil* ALANA *Quando ele estende a mão, me aproximo um pouco mais e olho pra ela, sem apertar, só reparando bem nos anéis* — Hmmm... Alana... E aí, os anéis? *Endireito a postura de novo, agora mais perto dele, ainda com o sorriso no rosto* VALDIS *Ele fica olhando fixamente pro seu decote, como se seus peitos fossem estourar a blusa a qualquer momento, por um instante, antes de se recompor e tirar a mão.* — Gosta dos anéis? Bom, esses são meus (apontando pra própria mão), mas tenho alguns à venda se você tiver interesse. O que você estava procurando? Ou o que você gostaria? *Ele fala com um certo ânimo. Dá pra perceber que, mesmo admirando seu corpo com um certo desejo, a chance de fechar um negócio ou uma venda fala mais alto* ALANA *Levanto o olhar pra encarar ele quando ele fica encarando meu decote, o que não me incomoda, até é um elogio. Quando ele tira a mão, paro de sorrir e franzo levemente a testa, cruzando os braços e apertando meus peitos de leve contra eles enquanto escuto ele com atenção* — Eu gosto de brilho... Hmmm, posso ver o que você tem à venda? Gosto de ouro, brilha muito... *Falo, voltando a sorrir de novo, sem pensar em dinheiro ou pagamento, já que não tenho nada além da minha roupa, nem armas, equipamento ou grana* NARRAÇÃO Ele coloca a mochila no chão. Você vê ele tirar uma caixinha de madeira e abrir. Dentro, tem almofadas de veludo vermelho que dividem o espaço. caixa e que servem como base e suporte dos anéis. Tem uma dúzia de anéis, 8 de prata e 4 de ouro. Todos são relativamente simples, mas bem bonitos. Alguns lisos, outros com gravuras. Um dos de prata tem uma pedrinha preta e brilhante incrustada. VALDIS - Esses são simples, mas bem bonitos. Não é seguro viajar com muitas joias ou pedras preciosas na estrada. Mas na minha oficina na cidade, tenho joias ainda mais elaboradas e lindas - *Ele te diz com um certo orgulho no tom de voz pelo trabalho notável dele.* ALANA - *Eu me ajoelho na frente da mochila dele e da caixa que ele tira de dentro. Quando ele abre, eu abro bem a boca e os olhos, surpresa e impressionada com os anéis lá dentro. Rapidamente me apaixono pelo de prata com a pedra preta e brilhante que estava na caixa, sem pensar no caro que devia ser, embora preferindo ele em dourado* - São lindos!!! Eu amei o da pedra preta! Hmmm... Mas só... É em prata? Não tem ele em ouro? *Falei sem nem pensar na última coisa que ele disse sobre os perigos de levar joias ou pedras preciosas nas estradas assim* VALDIS - Não por enquanto - *ele te diz meio sem graça* - Mas se você for pra cidade de Silver Kiss, pode ir na minha oficina e eu poderia fazer ele do seu jeito... bem, fazer um anel do seu jeito. - Hmmm... Você guarda essa pedra pra mim!? *Falei com um sorrisão, levantando a cabeça pra olhar na cara dele, enquanto apontava com um dedo o anel de prata com a pedra preta brilhante* - Assim quando eu for na sua oficina em Silver... Piss ou como for o nome, você pode colocar ela num de ouro! ALANA - *Levei as duas mãos de volta pra trás das costas enquanto sorria pra ele, mostrando meu decote. Eu tinha me apaixonado completamente pela pedra, querendo ela num anel de ouro* - De qualquer forma... Quanto seria um anel simples de ouro como algum desses que você tem aí? *Falei baixando a cabeça de novo pra olhar dentro da caixa* NARRAÇÃO Você pode notar que enquanto você observa o conteúdo da caixa, ele não deixei de ver o decote dos seus peitões enormes e até dá pra notar o volume que faz na calça dele. Valdis -Claro! Se você se interessar, é toda sua. Bem, um anel simples com uma pedra assim normalmente custaria umas 25 moedas de ouro, mas como é pra você, posso deixar por 20- ALANA -Hmmm... Beleza! Então guarda a pedra preta, por favor... E eu passo lá pra pegar. *Olhando pros anéis, percebo o volume na calça dele, levanto o olhar pra encarar ele e solto uma risadinha safada, sabendo bem o porquê e o que ele tava olhando. Suspiro e vejo um anel dourado liso, sem gravação nem nada especial, bem simples, mas bonito. Pego ele da caixa com toda confiança e coloco no dedo anelar da minha mão esquerda, depois estico ela mostrando pro anão* -Ahhh! Amei! Não fica lindo em mim? Ayyy...! Quanto é esse!? Valdis -Sim, claro, assim que chegar na minha oficina já começo a trabalhar nele! Pra falar a verdade, fica muito bem em você. Algo assim custa 7 moedas de ouro, mas pra você posso deixar por 5. Alana -Muito obrigada! Passo lá pegar assim que puder... Hmmm *Ao ouvir o preço desse anel que já tinha colocado, solto uma risadinha nervosa e envergonhada* -É... E você só aceita moedas de ouro? É que não tenho mais nada comigo além da minha roupa... *Falo baixando a cabeça com vergonha* VALDIS *Com um sorrisinho safado.* -Bom, nós dois sabemos que sempre podemos usar nossos corpos pra pagar. E pra falar a verdade, tava esperando você falar isso desde que começou a perguntar pelos meus anéis....- *Ele fala enquanto você vê ele começar a acariciar o volume por cima da calça. Você percebe que tinha reparado tanto nos anéis que nem notou as mãos grandes e os dedos grossos dele, típicos de anão, as costas largas e a grossura dos braços e pernas fortes. Mesmo ele não sendo muito mais alto que você, sabe que se chegar a isso, ele ia te dominar fácil com a força do corpo dele. ALANA *Ao ouvir ele* Suspirei aliviada por ele aceitar um acordo desses, levantando a cabeça de novo com um sorriso, como se nunca tivesse ficado triste de verdade. *— Ahh, ainda bem... Bom, o que você quer? Já vou avisando que meus serviços valem muito mais que um simples anel de 5 moedas de ouro... Você vai ter que me pagar, além de me dar o anel, hein... —* Comecei a rir, meio marota, sabendo o valor real de um boquete meu. Enquanto esperava e ouvia ele, ajustava o anel que já tinha colocado no meu dedo e olhava pra ele, ainda pasma com o VALDIS. *— Sim, sim, claro. Então pode ser esse anel. E dependendo do serviço que você fizer, a gente vê quanto dá pra pagar pelo que vou fazer depois com a pedra —* ele diz, sorrindo e ansioso. ALANA *— Hmmm... Tanto faz, aceito, até porque preciso de uma boa dose de porra recém-acordada da soneca... —* Dou uma risadinha e me levanto de novo na frente do anão, esticando o corpo pra me preparar, olho pra ele. *— Beleza... O que você quer? Boca? —* Falo e na hora aponto pra minha boca com as duas mãos, mostrando a língua. *— Peitos? —* Falo e na hora pego com vontade meus dois peitões com as duas mãos, balançando eles de leve na frente dele. *— Pela frente? —* Falo e na hora desço uma mão, colocando sobre minha buceta, por cima da saia, sem mostrar ainda. *— Ou por trás...? —* Falo e na hora me viro, dando as costas pro anão e viro a cabeça pra olhar ele, levo as duas mãos pras minhas nádegas, que apareciam um pouco por causa da saia curta, enquanto apertava elas por cima do tecido. VALDIS *— Uffff... Não saberia por onde começar ou o que escolher. Mas esses peitos tão me deixando louco desde que te vi na primeira vez. Acho que vai ser peitos —* ALANA *— Beleza... Então, são todos seus! —* Com um sorrisão, levo minhas mãos de volta pros meus peitos enquanto fico na frente dele. Pego o top com cuidado pra não rasgar e puxo pra cima, tirando ele, jogo no chão enquanto meus peitões enormes saem da prisão e começam a pular que nem loucas, de um lado pro outro. de um lado para o outro até ficarem parados e pendurados na frente dele. Esperando por ele enquanto meus mamilos, meio duros por causa dos piercings que eu tinha, olhavam para ele* —Bom, o que você está esperando...? NARRAÇÃO Sem pensar, Valdis os agarra com força entre suas mãos grandes. Você pode sentir como elas são fortes, como seus dedos são grossos e grandes, e o quanto suas mãos são firmes, ainda mais agora que você sabe que ele deve ser um ourives. Ele aperta com força com as duas mãos enquanto as massageia e as levanta um pouco para levá-las ao rosto, que enfia entre suas tetas, cheirando, beijando e lambendo intensamente. Você sente ele começar a enchê-las de saliva, como ele belisca e puxa levemente seus mamilos antes de levá-los à boca e chupá-los. ALANA *suspiro de susto, surpresa pela vontade e força com que ele agarra meus peitos grandes, me deixando levar e deixando ele brincar à vontade. Eu não reclamava, só gemia e suspirava de prazer com a sensação de como ele usava minhas tetas do jeito que queria. Quando ele enfia o rosto entre elas, solto uma risadinha, já que isso era comum em todos que brincavam com elas, além de sorrir e lamber meus lábios ao sentir e ver como ele as enchia com a própria saliva, algo que me fascinava e excitava ainda mais. Mas quando sinto ele beliscar e puxar meus mamilos, começo a soltar gemidos fortes e agudos de dor e sensação, por serem tão sensíveis, além do puxão dos piercings que eu tinha neles, para depois relaxar de novo ao sentir ele os colocar na boca, começando a ofegar* —A-aliás... Vo-você faz ou... Tem umas joias ou algo pa-para meus mamilos...? *falei aproveitando que os piercings que eu tinha nos mamilos já estavam meio velhos, básicos e simples, além de serem de aço* VALDIS *Ele levanta o olhar ao te ouvir falar e para de chupar seus mamilos um pouco. Ainda segurando seus peitos firmemente, ele aperta e levanta um pouco para observar seus mamilos com cuidado. Com a respiração meio ofegante, ele diz* —Nunca fiz isso, mas acho que com certeza poderia tentar. Peitos como os seus merecem o melhor e ser enfeitados com o que há de melhor que eu possa fazer- *Ele te diz antes de enfiar o rosto de novo neles e continuar lambendo e beijando seus peitos por completo. Você sente que em algumas vezes ele dá mordidinhas leves nos seus peitos, lambe e chupa sem parar enquanto aperta eles com as mãos* ALANA -E-entendo... S-sim... Eu agradeceria... Mu-muito... ahh... *Continuo com meus gemidos enquanto ele volta a chupar e enfiar o rosto entre meus peitos, curtindo o momento e as ações dele enquanto levanto as mãos e as aproximo da cabeça dele para acariciar o cabelo e apertá-lo levemente mais contra mim. Às vezes solto alguns gemidos mais fortes ao sentir ele mordiscar, soltando risadinhas entre os gemidos depois disso. Enquanto sinto meu corpo todo esquentando, e minha buceta ficar molhada a ponto de sentir minhas coxas úmidas* NARRAÇÃO O anão Valdis continua devorando seus peitos, deixando eles encharcados de saliva enquanto você sente suas coxas também molhadas da sua própria excitação. Você sente o cabelo dele entre seus dedos enquanto a barba surpreendentemente macia dele esfrega nos seus peitos. Você curte o momento quando sente uma das mãos dele soltar um dos seus peitos para pegar seu pulso e levar sua mão da cabeça dele até o pau duro dele. Você pode sentir ele através da calça. Não é muito comprido, mas é bem grosso. Você imagina que deve ter uns 12 ou 13 centímetros de comprimento, mas a grossura faria você ter trabalho até pra colocar na boca. ALANA *entrecerrei os olhos para aproveitar ainda mais o momento, até que quando ele pegou minha mão eu abri eles, deixando ele levar pra onde quisesse. Quando ele colocou no pau dele, soltei uma risadinha abafada entre meus gemidos, entendendo o que ele queria* -Ohh... É-isso que você quer... E-ehh... Hmmm... Ahh... T-tá bom... *Mantive a mão na cabeça dele, ainda acariciando o cabelo dele com suavidade enquanto a mão que ele deixou na virilha dele, eu comecei a mexer* Sobre a roupa, acariciando o volume dele e pensando em como poderia ser. Depois de um tempo, levei a mão até a entrada da calça dele e, com cuidado, abaixei até chegar lá, tentando agarrar com minha mão. Era bem difícil por causa da grossura, não conseguia fechar a mão em volta dela.
— Au-au... O-que é isso aí!?
Segurando, eu ri entre gemidos e, devagar, comecei a mover a mão, pegando o que dava, masturbando ele lentamente enquanto mordia o lábio, imaginando ele na minha cabeça.
NARRAÇÃO
Você sente o corpo dele tremer um pouco com o toque da sua mão no pau duro e grosso. Escuta a respiração dele acelerar enquanto ele continua chupando e lambendo seus peitos e bicos. Ele acaricia e aperta com força em volta do rosto dele, contra a boca, enquanto você sente na sua mão os pequenos espasmos do pau dele. O calor que sai dele, e como é duro e grosso. Você sente uma das mãos dele soltar seus peitos, começa a acariciar suas costas, subindo entre seus ombros, pela nuca e pela base do seu cabelo, que de repente ele agarra com força, puxando um pouco, fazendo você levantar o olhar enquanto ele se endireita para te olhar de cima.
VALDIS
— Quero que use sua boca...
ALANA
*Solto uma risadinha entre meus gemidos constantes enquanto via o corpo do anão tremer quando agarrei o pau dele com minha mãozinha. Fui movendo devagar enquanto deixava ele comer meus peitos no ritmo e gosto dele. Quando sinto ele soltar meus peitos, ainda gemendo e sentindo a bagunça de babas que ele deixou, cheia de marcas de chupões, mordidas e lambidas, olho para ele. Ao ouvir, sorrio e me ajeito, soltando o pau dele e me ajoelhando.*
— Uso o que você quiser…
NARRAÇÃO
Você sente o anão segurar com uma mão seu cabelo com força enquanto te coloca de joelhos na frente dele. Sente seus peitos melados de saliva dele, escorrendo por eles. Com a outra mão, ele começa a tirar o pau duro da calça. Do jeito que você tinha visto antes. sentido, não é muito comprida, mas é bem grossa. Você não tem certeza se vai caber na sua boca fácil. ALANA *Suspiro levemente dolorida por como ele puxava meu cabelo com a mão, enquanto mordia meu lábio inferior e olhava pra ele, sorrindo por estar sendo controlada e guiada por ele. Quando ele começa a tirar a rola, levo minhas mãos pros meus peitões e agarro eles, começando a espalhar toda a saliva que tinha neles pelo meu abdômen, sentindo tudo mais pegajoso e molhado. Quando ele tira ela, solto uma risadinha de empolgação e surpresa pelo tamanho dela* —C-caralho... Porra, que g-grossa! N-não sei se vai caber na minha boca... Vai ser foda *Depois de falar, passei a língua nos lábios, ofegante* NARRAÇÃO. Você sente o anão começar a bater uma punheta pra rola grossa dele a só alguns centímetros do seu rosto. Cada vez mais perto. Dá pra sentir o calor que a rola dele exala na sua cara. O cheiro forte, embora não desagradável, que sai dela, e como ele puxa seu cabelo pra levar ela até sua boquinha. ALANA *Entreolho os olhos relaxada e me deixando levar pelo prazer e pelo momento, abrindo a boca o máximo que conseguia, me aproximava por conta própria também da rola dele, respirando forte pelo nariz e sentindo o cheiro gostoso que ela tinha. Quando cheguei nela, com a boca bem aberta do jeito que dava, me preparei pra meter ela dentro de mim, incapaz de colocar mais que a ponta, já sofrendo só com a cabeça da rola dele, que mantive dentro da minha boca, já cheia e com minhas bochechas inchadas por ela* —Uhggg-gaghh... *Não precisava de muito mais pra fazer um bom trabalho, só com a ponta da rola dele na minha boca, me esforçando pra manter ela ali por causa da grossura enorme. Levantei minhas mãos sujas da saliva que espalhava pelo meu corpo, e me agarrando nas pernas dele, fechei os olhos pra me concentrar nele, e comecei a mexer minha língua no pouco espaço que tinha na boca, passando ela pela ponta da rola dele, devagar e acariciando com ela, molhando com minha própria saliva. a vez que eu chupava e sugava a cabeça da pica dele. Depois de deixar ela bem melada da minha saliva, comecei a pressionar a entrada da pica dele com minha língua, além de sugar com muita força tentando extrair todo o sêmen enquanto estimulava a saída dele, ecoando os fortes engasgos que vinham da minha garganta ao engolir toda a saliva que eu tinha produzido pra ela* NARRAÇÃO Você quase de imediato começa a ouvir as respirações e gemidos leves do anão. Quanto mais intenso você faz e mais enche ele de saliva, nota que ele geme mais forte, aperta mais seu cabelo com as mãos fortes dele e puxa você só um pouco mais em direção à pica dura dele na sua boca. Você nota como a pele das pernas dele se arrepia, como os músculos das pernas e da bunda dele ficam tensos. Você sabe que ele não vai aguentar muito mais assim. ALANA *Aproveitando a força com que ele puxava minha cabeça, e o quanto eu tinha lubrificado a pica dele com minha saliva, fiz mais um esforço enorme, colocando agora mais parte da pica dele dentro da minha boca, aguentando com minha mandíbula quase deslocada de tão grossa que era. Consegui manter mais da pica dele dentro de mim e do mesmo jeito continuei sugando com muita força, passando minha língua de novo por toda a volta da pica dele pra manter ela bem molhada, quente e estimulada enquanto tentava tirar todo o leite dele* NARRAÇÃO A Alana consegue enfiar a pica grossa do anão na sua boca. Você sente que a mandíbula está prestes a deslocar e fica um pouco dormente enquanto enfia mais daquela pica grossa na sua boquinha pequena. Você continua estimulando, sabe que não deve faltar muito, anos chupando e ordenhando picas com sua boca te ensinaram a reconhecer quando você está prestes a receber todo o sêmen que você tanto ama. Concentrada no prazer e na recompensa que te espera, você demora um pouco pra notar que o anão soltou sua cabeça, e que ele parou de mexer o quadril no ritmo que você chupa a pica dele. VALDIS - humm... Alana? NARRAÇÃO Você abre a boca, e ainda com a pica na Boca virada pra cima. Agora tu pode ver que tem um homem parado atrás do anão Valdis. É um humano, magro mas definido, até que bem. Cabelo meio bagunçado, umas cicatrizes e o peito quase todo de fora. Esse cara segura uma adaga no pescoço do Valdis enquanto os dois te encaram lá de cima...
2 comentários - As Aventuras de Alana