Beleza, aqui vai uma história minha com a minha vizinha e como a gente acabou se enrolando numa relação cheia de paixão e muito, muito sexo, porque ela, mesmo sendo mais nova e tendo namorado, não era e nem estava feliz, e muito menos satisfeita, e foi aí que esse velho safado apareceu pra aproveitar a chance e me sentir vivo de novo. Vou chamar ela de Milena, ou melhor, Mile (embora esse nome não tenha nada a ver com o original, é só pra preservar a identidade dela, por razões óbvias). A Mile hoje tem 25 anos, é morena, olhos cor de avelã, um corpo de matar, com uns peitos, cintura, quadril e uma bundinha tudo no lugar certo, e ainda melhor, bem proporcionada, bem suculenta, do jeito que eu gosto. Ela tem 1,78m, o olhar doce dela ainda parecia inocente. Conheci ela porque a família dela é vizinha da minha, os pais e 8 irmãos, 2 homens e 6 mulheres, e ela é a caçula. A gente se conheceu quando ela era só uma menina (8-9 anos) e eu já tinha uns vinte e poucos anos. Por causa de uma família, também vizinhos e amigos, virei amigo dos irmãos mais velhos da Mile, mas dela nunca fui próximo até ela fazer 17-18 anos. Nessa época, ela já tava de namoro com o cara com quem ainda está oficialmente, mas o que parecia de fora ser uma história de amor de novela, não era tão boa assim. Embora já fizesse um tempão que eu não me reunia com as famílias de amigos, a gente ainda mantinha contato, até uns 4 ou 5 meses atrás, quando uma noite eu tava sentado, como de costume, na calçada da minha casa, jantando com um amigo e tomando umas cervejas. Aí a Mile passou sozinha, olhando e me cumprimentando, a mim e ao meu amigo. Ela foi até a esquina num quiosque, e quando voltou, cumprimentou de novo. Achei que ia ficar por isso, mas uns minutos depois ela me mandou uma mensagem no WhatsApp, perguntando se eu ia demorar muito com meu amigo ou se ia embora logo. Falei que sim, que talvez em uma hora eu estivesse livre, e perguntei o que Ela precisava e me disse que só queria conversar. Eu falei que tudo bem, que avisaria ela e esperaria. É importante deixar claro que, durante anos, fui amigo e confidente de duas irmãs mais velhas dela e também dela mesma. Nunca as vi como nada além de amigas, embora tanto as irmãs quanto a Mile sejam mulheres lindíssimas, mas eu não queria fazer minhas investidas a menos que fossem elas que viessem até mim. Como isso nunca aconteceu, sempre fiquei na minha. Mais tarde, naquela noite, quando meu amigo foi embora, avisei ela e em menos de 5 minutos ela veio até minha casa. Sentou comigo e conversamos, umas 2 ou 3 horas sobre tudo um pouco. Embora seja jovem, ela é bem madura pra idade dela e sabe exatamente o que quer e sente. Quase no final da conversa, ela comentou que não se sentia totalmente confortável com o namorado atual, mas não era nada emocional, e sim algo físico. Disse que estava entediada e insatisfeita sexualmente, que o namorado não a satisfazia, não a levava a lugar nenhum. Ela falou, sem pressa nem nervosismo, que tinha vindo conversar comigo porque queria experimentar ficar com outra pessoa, alguém mais velho, alguém em quem confiasse, alguém como eu, concluiu. Eu não esperava por aquilo, então fiquei em choque por alguns segundos antes de perguntar se ela tinha certeza. Ela me olhou e disse que sim, mas que não seria naquela noite. Eu olhei pra ela, ainda sem acreditar, mas falei que tudo bem, que ninguém saberia de nada e que, se era isso que ela queria, seria quando ela quisesse e seria totalmente discreto, como sempre fui. Alguns minutos depois, ela se despediu e, antes de ir embora, se virou, me deu um selinho e saiu quase correndo, dizendo que ficaríamos em contato. Passaram-se alguns dias e ela e eu começamos a nos falar em segredo. Depois de uns dois dias, ela disse que queria sair no fim de semana seguinte, mas ainda não tinha encontrado uma desculpa ou mentira pra se livrar do namorado e da família. A melhor amiga dela ajudou, convidando-a pra um aniversário de outra amiga do grupo, já sabendo que o namorado dela teria que viajar a trabalho. Naquela semana, ela tava numa cidade longe e só voltaria daqui a 15 dias, então a gente botou a mão na massa. Saímos, e naquela noite fiquei com ela pela primeira vez. A amiga dela ajudou a gente mentindo — elas são como irmãs desde pequenas, então foi uma mão na roda. Em vez de ir pra minha casa, fomos comer e depois demos umas voltas, até que acabamos num hotel. Ficamos lá umas 3 horas. Aproveitei pra soltar toda a minha experiência, querendo curtir cada pedaço daquele corpo gostoso dela. Enchi ela de beijos e carícias, depois usei minha língua e dedos pra fazer o trabalho preliminar antes de chegar no prato principal. Fiz ela gozar e até teve o primeiro squirt dela. Ela tava ofegante e gemendo tanto que a respiração ficou toda cortada, o rosto e as orelhas vermelhos como brasa, o corpo todo quente. Ela disse, entre um gemido e outro antes de começar, que nunca tinha sentido nada igual na vida. Desci até a virilha dela e comecei a beijar e acariciar a buceta dela. O clitóris tava durinho, parecia pedra. Com a outra mão livre, acariciava os peitos e os mamilos dela de leve, fazendo ela suspirar baixinho. Ela começou a respirar de novo de forma cortada, ofegando, gemendo. Terminou uns minutos depois, deixando minha boca, meu queixo e uma parte da cama molhados. Levantei, com o pau já durasso, e aproximei o rosto dela pra ela fazer o trabalho. Ela se prontificou na hora e começou a chupar e acariciar meu membro, subindo e descendo, percorrendo cada pedaço sem deixar um lugar sequer. Depois de uns 10 minutos, gozei dentro da boca dela. Ela engoliu tudo sem dizer nada. Olhei pra ela, peguei nas pernas dela, coloquei ela na cama e a pus de quatro. Chupei a buceta e o cuzinho dela, preparei tudo e deixei ela bem empinada. Molhei a ponta do meu pau e enfiei devagar, começando a bombar suave e tranquilo, mas aos poucos fui aumentando a intensidade, dando tudo de mim. Ela tava demais, ofegando, gozou uma vez. Virei ela de barriga pra cima, me olhando, e meti de novo, recomeçando, dando o mais forte que podia. A verdade é que foi uma das melhores fodas que já tive na vida, uns 45 minutos, quase uma hora, metendo em todas as posições que consegui. Fiz ela gozar e ela acabou 3 vezes. Terminei dentro porque ela pediu, não usamos camisinha. Ela queria sentir meu pau sem proteção, disse que se cuidava e que não teria problema. Ficamos deitados uns 15 minutos, ela apoiou a cabeça no meu peito e começou a brincar com meu pau, que já tava pronto pra outra rodada. Três horas, como eu disse, dando tudo, por todos os lados e em todas as posições. Fiz ela minha, e desde aquela noite ela não para de me procurar. Fiz ela gozar umas 8 ou 9 vezes, pelo que percebi, parei de contar depois porque me concentrei em aproveitar também, algo que ela nunca conseguiu com o namorado. Ela tava muito feliz. Durante esses 15 dias, passamos todas as noites transando, sabendo que quando ele voltasse, seria difícil ter tanto tempo e espaço. A gente tinha conversado sobre isso, mas decidimos aproveitar nossos encontros e nossos corpos. Quando faltavam 2 dias pro namorado dela voltar, ela me disse que, mesmo ele voltando, não ia largar ele, mas também não queria perder o que tinha comigo. Falou que tinha uma ideia pra continuarmos aproveitando nossos encontros sem ninguém desconfiar. Como há alguns anos eu fiz uma faculdade de licenciatura mas não terminei, ela decidiu usar isso pra fingir que eu dava aulas particulares pra ela, já que ela não tava bem no curso dela, que era o mesmo que eu fiz. Então, o plano foi bem montado. Ela falou com os pais dela e me chamaram, obviamente me fiz de difícil, não quis cobrar e disse que precisava combinar os horários com ela porque, por causa do trabalho, talvez não pudesse todos os dias. Isso, eu sabia, me permitiria ficar com ela na minha casa, até altas horas da noite, sem ninguém desconfiar. Além disso, como já tinha confiança, maior benefício. Então começamos nossa aventura. Ela vem na minha casa quase todo dia, em horários diferentes. e fica umas 2 ou 3 horas, nesse tempo a gente passa o tempo todo transando pra caralho, e faço ela aproveitar cada momento, ela feliz descobriu o quanto pode curtir um sexo bom e tá melhor, mais feliz, mais completa, mais satisfeita e adora meter chifre no otário do namorado dela comigo. até hoje, enquanto conto isso, ela e eu seguimos na nossa aventura, e se um dia for descoberta, ela já me disse que nunca vai me largar, que não quer perder essa liberdade e esse prazer que aprendeu a curtir do meu lado.
0 comentários - Milena, a Vizinhinha Insatisfeita, Insaciável e Infiel