Como descobri meu lado submisso

Sou um homem de 35 anos, me chamo Marcos, que teve uma vida heterossexual até 5 anos atrás, quando me separei da minha esposa, porque nunca encontrei minha plenitude sexual com ela. Aos poucos, estando divorciado, fui descobrindo minha atração por caras. Me inscrevi em sites de contatos gays e comecei a ter algumas experiências, primeiro suaves, só boquetes e uma apalpada, até que chegou o momento da minha primeira penetração. Comecei a ir nos cinemas pornô e nos cibers. Cada vez mais me envolvia no ambiente e percebi que me excitava muito ser humilhado, ser castigado e tratado como uma putinha. Um dia, há 2 anos, recebi uma mensagem na caixa de entrada do aplicativo de um perfil que dizia: ATIVO DOM E PERVERSO. Conversamos bastante, trocamos WhatsApp, ele se chamava Charly e falamos por lá, trocamos fotos de rosto e íntimas. Ele me usou virtualmente por um tempo até chegar o momento de nos conhecermos. Ele me marcou um dia ao meio-dia no apartamento dele, no centro de Mar del Plata. Cheguei às 13h, ele tinha pedido pra eu ir depilado e de tanguinha. Avisei quando estava lá embaixo, esperei 5 minutos e ele apareceu. Ele tinha 45 anos na época, eu 33. Nos cumprimentamos e ele cumprimentou o porteiro, que me olhou e deu um sorriso. O porteiro era um cara bem alto e musculoso, tinha um monitor onde dava pra ver várias câmeras. Entramos no elevador e ele me deu um beijo bem profundo. TIRA A ROUPA, FICA SÓ DE TANGUINHA. Não falei nada, só obedeci. Tirei a roupa no elevador e entreguei pra ele. Descemos no 10º andar, ele desceu primeiro e notei que ele olhou pra cima, eu o segui de tanguinha. Ele abriu o apê, me fez entrar e deu uma risada (depois percebi que tinha uma câmera no corredor e o porteiro estava olhando). Continua...

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