


Depois de tantos meses sem escrever, volto a contar pra vocês como a família da minha mulher tá cada vez mais sendo vítima da minha doença sexual. Essa noite vou falar da Rosário, a tia da minha mulher por parte de mãe, uma loira de 1,61m, uns 52 anos, separada e bem cuidada, graças a uma dose diária de academia. Com ela, sempre tive uns deslizes de palavras, e várias vezes bêbados a gente se olhou e até dançou bem colado. Isso que vou contar aconteceu na noite de Natal, depois das festas e das danças. Minha mulher e minha sogra, já mariadas, foram dormir, me deixando sozinho com a Rosário, que tava com um vestido curto e umas sandálias, deixando ver uns pés realmente sexy pintados de vinho. Cheguei perto pra dançar um pouco. E quando ela virou, encostei a pica no meio da bunda dela pra mostrar como eu tava excitado, enquanto ela sussurrava no meu ouvido: R: Que foi, cara? Sua namorada te deixou na mão? Eu: Olha que gostosa você tá, tia, hoje tô assim só por sua causa! R: Hum, mas como vou fazer isso com a minha sobrinha? Eu: Sua irmã não pensou nisso quando tava de quatro, bombonsito. O calor da noite e a tesão tavam me deixando a mil. Eu: Vamos pro quarto, dar uma descansada. R: E vai me deixar descansar? Eu: Se eu te foder um pouco, pode ser que sim.

Chegamos no quarto, e quando essa puta se deitou, tava assim, linda e provocante.. Eu: que noite gostosa você vai me proporcionar, Rosário, hoje você vai ser toda minha.. Comecei a subir na cama, primeiro lambendo os dedos dos pés dela e cheirando a sola deles, o som dos gemidos dela me deu carta branca pra continuar chupando eles, enquanto com uma mão comecei a tirar a calcinha dela, que já tava bem molhada. Depois de alguns minutos, quando subi e abri as nádegas dela, saiu um cheirinho que me deixou a mil, e sem hesitar comecei a enfiar minha língua no cu dela, enquanto com a mão comecei a masturbá-la, enfiando vários dedos meus, que saíam encharcados. Foi questão de tempo até que a rabuda parou e me pediu pra comer ela. Tirei minha pica de 20 cm, dura igual pedra, e enfiei na boca dela pra lubrificar, tirei e coloquei na bunda dela, começando a foder e gemer, pedindo mais e mais. Meu pé direito apoiou na cabeça dela, fazendo pressão e sem deixar ela respirar, mostrando que ela era minha. Quando ela já quase não aguentava mais, tirei o pé, e empurrando ela pro chão, deixei ela de joelhos, deixando minha pica encharcada na boca dela. Que depois de uns minutos, comecei a jorrar uma porrada de porra, que ela engoliu tudo. R: mano, como você vai me foder assim, quase desmaiei. Eu: te falei que você era minha puta, e é assim que trato elas, da próxima vou te comer com mais tempo, puta, e que sabor gostoso que tem essa bunda, putinha velha.
1 comentários - Romina, la tía cachonda