Faz um tempão que tenho uma conta anônima no Instagram onde a gente posta umas fotos mais quentes da Jani. A ideia é trocar uma putaria e, de vez em quando, rola uma conversa quente com algum cara que topa e entra no jogo. Na maioria das vezes, a gente faz isso só pra se excitar e aliviar o tesão, mas um dia chegou alguém que chamou muito a atenção da gente, porque o cara se gabava de ter uma pica de 23cm. Geralmente todo mundo se gaba de ter uma grande, mas isso já era algo fora do comum.
Obviamente, isso chamou a atenção da Jani de um jeito descomunal, e ela decidiu continuar a conversa hot, que foi se intensificando com o passar dos dias, onde trocavam fotos e as do cara eram uma coisa de louco..
Geralmente, depois de uns dias, os caras cansam e param de escrever, mas esse cara era insistente e tava doido pela bunda da Jani. Pra completar, a Jani tava com um tesão danado e me comia todo dia, mas eu sabia que não era por mim, e sim pelo pauzão que tava deixando ela doida. Então, até que não aguentei a situação e falei pra ela que queria que ela desse pra ele e matasse essa vontade, porque, além dos nossos jogos, eu sabia que isso tava acabando com ela. Mas ela me contou que não podia dar pra ele, por mais que quisesse muito, porque o cara tava preso, cumprindo pena num presídio da nossa província. A verdade é que a notícia me deixou meio pra baixo, mas, depois de uns dias, aproveitando um contato no Serviço Penitenciário, descobri como funcionava pra marcar uma visita íntima e pra Jani, com a buceta dela, matar a vontade de uma vez. Não vou entrar em detalhes sobre a papelada e os exames médicos que pedem, mas, depois de um tempo, quase um mês, consegui marcar o dia da visita. Pra quem não sabe, a visita íntima rola a noite inteira: as mulheres entram no fim da tarde e saem no outro dia de manhã. No dia marcado, a Jani tava nervosa, e eu tava com um tesão doido. O cara mostrou que era de confiança, topou fazer os exames de HIV e me passou segurança em relação aos cuidados com a Jani, o que me deixou mais tranquilo também. Levei a Jani até o presídio. Ela foi vestida bem discreta, mas levou roupas e lingerie sexy pra usar com o preso. Me despedi com um beijo e vi ela sumir na bunda gostosa dela na entrada do presídio. O preso era meio pesado e tinha celular, então combinamos que ele ia me manter informado de tudo que rolasse com a Jani lá dentro. Cheguei em casa, entrei no Instagram esperando notícias, mas não vinha nada e meus medos aumentavam. Depois de umas horas, chegou uma DM. — Oi, corno, tá aí? — Tô, oi.. Aqui, tudo certo. Beleza? Como que tá a Jani?? - Tá tudo bem, olha, fica tranquilo que a Jani já tá comigo e pelo que parece, bem entretida.
- Trata ela bem, por favor.
- Sim, fica tranquilo que aqui vou dar o que uma puta como ela merece.
Aos poucos foram chegando as fotos e vídeos da noite de paixão dela.
- Olha, corno, já dei comida pra ele pra caralho, mas ele não se cansa, agora é a vez dele provar do bom.
- Bom, depois de sofrer um pouco, ela já se acostumou com minha pica, agora ela mesma pede.

- Uh, corno, olha, eu coloquei camisinha, mas ela pediu pra tirar porque quer sentir tudo.
- Olha como ela se ajeita sozinha, corna.

- Que gostosa, sua puta, corno, acho que não vou devolver ela mais não.



- Beleza corno, daqui você leva ela cheia de porra porque ela pediu tudo pra mim.
E ela não me escreveu mais a noite toda. No dia seguinte, Jani me mandou mensagem pra eu ir buscá-la. Quando entrei no carro, ela me abraçou e me deu um beijo de língua bem longo e quente, ainda tinha um baita gosto de porra na boca dela, o que me excitou e me deixou de pau duro. Parei o carro num motel no caminho e, ao entrar, tirei a roupa dela e perguntei se tinha tomado banho. Ela só balançou a cabeça que não e se deitou na cama de pernas abertas. Tirei a calcinha fio dental dela e, ao ver como ainda escorria porra da buceta dela, me dediquei a chupá-la e limpá-la toda como um bom cuckold. Ela gozou com a minha chupada e eu com uma punheta violenta, e a gente dormiu o resto do turno porque ela estava exausta.
Obviamente, isso chamou a atenção da Jani de um jeito descomunal, e ela decidiu continuar a conversa hot, que foi se intensificando com o passar dos dias, onde trocavam fotos e as do cara eram uma coisa de louco..
Geralmente, depois de uns dias, os caras cansam e param de escrever, mas esse cara era insistente e tava doido pela bunda da Jani. Pra completar, a Jani tava com um tesão danado e me comia todo dia, mas eu sabia que não era por mim, e sim pelo pauzão que tava deixando ela doida. Então, até que não aguentei a situação e falei pra ela que queria que ela desse pra ele e matasse essa vontade, porque, além dos nossos jogos, eu sabia que isso tava acabando com ela. Mas ela me contou que não podia dar pra ele, por mais que quisesse muito, porque o cara tava preso, cumprindo pena num presídio da nossa província. A verdade é que a notícia me deixou meio pra baixo, mas, depois de uns dias, aproveitando um contato no Serviço Penitenciário, descobri como funcionava pra marcar uma visita íntima e pra Jani, com a buceta dela, matar a vontade de uma vez. Não vou entrar em detalhes sobre a papelada e os exames médicos que pedem, mas, depois de um tempo, quase um mês, consegui marcar o dia da visita. Pra quem não sabe, a visita íntima rola a noite inteira: as mulheres entram no fim da tarde e saem no outro dia de manhã. No dia marcado, a Jani tava nervosa, e eu tava com um tesão doido. O cara mostrou que era de confiança, topou fazer os exames de HIV e me passou segurança em relação aos cuidados com a Jani, o que me deixou mais tranquilo também. Levei a Jani até o presídio. Ela foi vestida bem discreta, mas levou roupas e lingerie sexy pra usar com o preso. Me despedi com um beijo e vi ela sumir na bunda gostosa dela na entrada do presídio. O preso era meio pesado e tinha celular, então combinamos que ele ia me manter informado de tudo que rolasse com a Jani lá dentro. Cheguei em casa, entrei no Instagram esperando notícias, mas não vinha nada e meus medos aumentavam. Depois de umas horas, chegou uma DM. — Oi, corno, tá aí? — Tô, oi.. Aqui, tudo certo. Beleza? Como que tá a Jani?? - Tá tudo bem, olha, fica tranquilo que a Jani já tá comigo e pelo que parece, bem entretida.
- Trata ela bem, por favor. - Sim, fica tranquilo que aqui vou dar o que uma puta como ela merece.
Aos poucos foram chegando as fotos e vídeos da noite de paixão dela.

- Olha, corno, já dei comida pra ele pra caralho, mas ele não se cansa, agora é a vez dele provar do bom.
- Bom, depois de sofrer um pouco, ela já se acostumou com minha pica, agora ela mesma pede.

- Uh, corno, olha, eu coloquei camisinha, mas ela pediu pra tirar porque quer sentir tudo.
- Olha como ela se ajeita sozinha, corna.

- Que gostosa, sua puta, corno, acho que não vou devolver ela mais não.



- Beleza corno, daqui você leva ela cheia de porra porque ela pediu tudo pra mim.
E ela não me escreveu mais a noite toda. No dia seguinte, Jani me mandou mensagem pra eu ir buscá-la. Quando entrei no carro, ela me abraçou e me deu um beijo de língua bem longo e quente, ainda tinha um baita gosto de porra na boca dela, o que me excitou e me deixou de pau duro. Parei o carro num motel no caminho e, ao entrar, tirei a roupa dela e perguntei se tinha tomado banho. Ela só balançou a cabeça que não e se deitou na cama de pernas abertas. Tirei a calcinha fio dental dela e, ao ver como ainda escorria porra da buceta dela, me dediquei a chupá-la e limpá-la toda como um bom cuckold. Ela gozou com a minha chupada e eu com uma punheta violenta, e a gente dormiu o resto do turno porque ela estava exausta.
3 comentários - Fudida por um Presidiário (23cm)