Terminei de criado da minha patroa: O garanhão 4

Minha cidade natal fica a uns 150 quilômetros da cidade onde moro agora. É um lugar pequeno, mas tem todas as comodidades básicas. É uma cidade agrícola, rodeada de plantações de grãos. Minha família é de classe média. Minha mãe trabalhava como administrativa na universidade onde estudei, e meu pai e meu irmão são mecânicos, com uma oficina bem estabelecida. Minha mãe estava prestes a se aposentar depois de 30 anos de serviço. Ela era uma pessoa extrovertida e alegre, muito querida por todo mundo.

Meu pai, por outro lado, era introvertido e ranzinza, mas os dois eram pessoas excelentes que se complementavam bem. Meu irmão herdou a extroversão da minha mãe, sendo carismático e sociável, enquanto eu peguei o jeito do meu pai. E, somado ao autismo que eu tinha, não era uma boa combinação.

Fazia muito tempo que eu não voltava pra minha cidade natal. Depois da separação, decidi botar distância e me mudei pra capital, uma cidade com mais oportunidades e um ritmo de vida diferente. Foi um jeito de fugir da dor e da depressão que o divórcio me causou, e de fechar um capítulo da minha vida. Nosso relacionamento durou dez anos, desde que nos conhecemos na faculdade até ela decidir me largar. Compartilhamos muitos momentos e conquistas juntos, mas, com o tempo, as coisas mudaram.

Quando ela começou a trabalhar e a subir na carreira, começou a se afastar de mim e a priorizar outras coisas. Doeu pra caralho quando ela disse que não me amava mais e cortou todo contato comigo. E o que mais doeu foi saber que ela já tinha começado a sair com o gerente do banco onde trabalhava, tão rápido assim. Numa cidade pequena como San Nicolás, as notícias correm rápido, e minha família e eu ficamos sabendo na hora. Embora a gente já não fosse mais casal, o golpe foi pesado e me afetou.

Minha família ficou chocada com a mudança que eu tinha passado em tão pouco tempo. Segundo eles, minha postura, minha expressão e até meu rosto tinham mudado. Eles me viam como uma pessoa Mais segura, melhor vestida e com mais classe. Embora eu não notasse, é possível que a troca de guarda-roupa, o corte de cabelo e o apoio do meu novo grupo tenham influenciado nessa transformação.

A noite da festa foi incrível. Eu me sentia confiante e seguro de mim mesmo, algo que nunca tinha experimentado antes. A festa foi um sucesso, com comida, bebida e música ao vivo. A homenagem às pessoas importantes da faculdade foi emocionante. Minha mãe recebeu uma placa e um diploma pelos anos de serviço, e foi um momento muito especial para ela e para nossa família. Vê-la tão emocionada e orgulhosa me encheu de alegria e satisfação.

Minha mãe estava no mundo dela, conversando com todo mundo e circulando entre os conhecidos com facilidade. Meu pai e meu irmão também estavam se divertindo, batendo papo com alguns amigos que encontraram. Enquanto isso, eu me aproximei de uma das mesas para comer alguma coisa e foi aí que vi minha ex-esposa, Natalia, junto com o novo marido dela. Me surpreendi vê-los ali, e não consegui evitar uma mistura de emoções ao vê-los juntos, especialmente sabendo que tinham se casado recentemente.

O marido dela realmente me irritava, pra mim era um baita dum cuzão. Desde que me separei, ele não perdia uma oportunidade de esfregar na minha cara, fazendo comentários do tipo que tinha me tirado ela. Olha, Natalia era uma mulher bonita, que atualmente tinha trinta e quatro anos, mas comparada com as gostosas que me cercavam agora, era só mais uma no meio da multidão.

Me surpreendi por não sentir nada especial ao ver minha ex-esposa e o marido dela. Simplesmente foram indiferentes pra mim. Continuei comendo e peguei uma taça de champanhe, algo que não costumo fazer, mas a ocasião pedia. Enquanto isso, Natalia foi falar com minha mãe, o que não me surpreendeu, já que ela sempre foi grata a ela. Mas o que realmente chamou minha atenção foi que o marido dela se aproximou de mim.Marido:Voltou pra cidade pra ver como a Natalia tá ou por trabalho?" — com um sorrisinho debochado. "Faz um ano que a gente casou e tamo tentando ter um filho." — tudo isso enquanto me olhava de cima a baixo e ria. Tentei manter a calma. "Cê tá bem grandão e fortão, podia trabalhar como segurança no banco ou cuidando dos carros no estacionamento." — como se fosse algum tipo de piada ou provocação.

Natalia se meteu e puxou ele pelo braço, fazendo uma cara pra ele calar a boca, o que me fez pensar que ela não concordava com a atitude dele. Eu só sorri e respondi.Alberto:Não, obrigado, tô bem no meu trampo. — tentando manter a calma e não deixar o comentário dele me afetar.Natália:Oi Alberto, como você tem passado?Alberto:Olá, tudo bem? Obrigado por perguntar. — Respondi com indiferença e continuei comendo.

Aí eu vi ela entrando no salão. Acho que no fundo já sentia que isso podia rolar. Uma mulher deslumbrante, com um vestido de festa preto, na altura do joelho, com um decote generoso que deixava quase toda a coxa direita à mostra, sapatos vermelhos de grife, uma bolsinha de mão. O cabelo preso, dava pra ver claramente um colar e brincos de brilhantes. Ela vinha andando na nossa direção com passos firmes e decididos, todo mundo no salão olhava pra ela sem perder nenhum detalhe dos movimentos. Era uma das mulheres mais gostosas ali, mas a roupa, os acessórios e a atitude faziam ela se destacar ainda mais.

Se fosse uns centímetros mais alta, seria uma top model de nível internacional. Chegou perto da gente e parou na minha frente, me encarando com um sorriso.Marido dee Natalia:Senhorita Banegas, é um prazer que a senhora tenha conseguido comparecer.Juli:Alberto, cê tá aqui, tava te procurando, a gente precisa tomar um drink e bater um papo. — O sorriso dela era safado, e ela não parou de me olhar, ignorando completamente o casal. — Lembrei agora na janta do outro dia que você disse que viria pra cá, e não queria perder a chance de te ver.Alberto:Oi Juli, que surpresa gostosa. - fingi uma amizade e carinho que não existiam, e ofereci meu braço, queria tirar ela dali, não sabia o que ela tramava. - claro, vem comigo.Juli:Tranquilo, acho que cheguei na hora certa." — ela dizia enquanto nos aproximávamos para pegar duas taças de champanhe.Alberto:O que vocês estão planejando?Juli:Por enquanto vamos tirar uma foto e mandar pras minas, pra elas verem como a gente tá gostoso. - e ela fez isso, tirou o celular da bolsinha Hermes. - e depois vamos sair pra beber algo por aí, algo melhor que isso. - ela mandou a foto no grupo do WhatsApp.Alberto:Só isso?Juli:haha, que ideia errada você tem de nós, não somos uma corporação maligna querendo dominar o mundo — disse ela, acompanhando as palavras com gestos teatrais. — simplesmente nossa empresa é a acionista majoritária de um banco, e hoje vim visitar uma das agências, justamente onde trabalham aqueles dois — falou, apontando para meu ex e o marido dele, enquanto o celular vibrava. — Dizem que você sai sério demais na foto.

Ela pegou o celular para tirar uma nova foto e, enquanto fazia isso, me fez cócegas. Eu ri mais pela brincadeira, e foi nesse momento que ela tirou a foto e enviou. Me mostrou o celular, e começaram a chegar mensagens no grupo.Susana:Vocês estão bonitos e elegantes.
- Acho que já me acostumei com o jeito e a simpatia dela.Clara:Tão lindos, dá até vontade de comer eles mmmm. - colocou o emoji de boca aberta babando.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Juli, você está gostosa, e Alberto, esse terno caiu muito bem em você.Vale:Já foxy, já sei o que você tá planejando, aproveita. – e com isso, guardei o celular.

Ela me fez notar como minha ex e o parceiro dela estavam nos olhando, não dei muita importância. Juli não parava de fazer piadas e brincadeiras, a verdade é que era uma louca, mas das boas. A gente se aproximou da minha família e apresentei ela como uma amiga, meu irmão e meu pai não conseguiam evitar de ficar de olho nela. Minha mãe me olhava e sorria, como se quisesse me dizer alguma coisa. Juli falava sobre tudo e me enchia de elogios, principalmente sobre meu trabalho. Também disse quem era e o que fazia, meus pais ficaram surpresos, eu via eles e sabia o que estavam pensando: esse aí com certeza deu o golpe da buceta.Juli:A gente quase não se vê por causa do trampo dela. Agora que tamo na mesma cidade, ela prometeu me levar pra tomar uns drinks.
- A Juli não soltava meu braço, e meus pais com certeza achavam que minha mudança era mais profunda do que eles tinham percebido.

Uns minutos depois, a gente se despediu de todo mundo. A Juli falou pra ele avisar quando me visitassem, que ela também queria ir. Era incrível, em quinze minutos ela já tinha conquistado geral. Louca, mas uma gostosa do caralho. Quando a gente tava saindo, saímos quase ao mesmo tempo que a Natalia e o marido dela. Acho que a Juli viu eles e por isso a gente caiu fora também. No estacionamento, a Juli me passou as chaves do carro dela: um Porsche Taycan Turbo S.Juli:Dirige você, querido, acho que vou te dar de presente, afinal tudo que é meu é seu. — Ela disse alto o bastante para que nos ouvissem, já que estavam entrando no carro deles alguns metros atrás.

Não quero nem imaginar a bomba mental que isso deve ter causado nesses dois, principalmente no gerente, que já me humilhou várias vezes. Já em movimento, perguntei a ela.Alberto:Onde você quer ir, ou eu escolho onde a gente vai beber.Juli:Não, vamos pro hotel, a gente pode tomar alguma coisa enquanto descansa da surra que você vai me dar. — Ela disse com um sorriso de orelha a orelha.

Assim que entramos no quarto do hotel, o vestido dela durou o tempo que eu levei pra fechar a porta. Ela é linda de verdade, tão jovem. Me olhava desafiadora, imponente, com aqueles saltos altos, a calcinha fio-dental pequenininha, os peitos médios nus coroados com uns biquinhos rosados e o cabelo preso. Era uma mulher tentadora, me encarava como se estivesse me estudando. Esse olhar durou só uns segundos, aí ela se jogou em cima de mim pra tirar minha roupa. Eu segurei o rosto dela e comecei a beijar a boca dela, primeiro sugando os lábios dela com os meus, depois metendo a língua na boca dela, que foi super bem recebida.Juli:Vem, vamos pra cama. — Enquanto eu ia atrás dela aos pulos, tentando tirar a calça.

Chegamos na cama e ela quis se abaixar pra me fazer um boquete, mas não deixei. Tava muito excitado com toda aquela provocação que fizemos pra minha ex e tive medo de não aguentar muito tempo. Deitei ela na cama e ela se deixou levar, tirei a calcinha fio-dental. Ela tinha os lábios da buceta fininhos e compridos, muito estéticos, pareciam uma rosa. Assim que acariciei, se abriram igual uma flor. Não sei se todas essas mulheres iam na mesma estética e usavam os mesmos produtos, mas tava perfeitamente depilada, a pele toda macia, e exalava um aroma que hipnotizava. Comecei a percorrer com a língua as coxas dela, a virilha, sem me aprofundar nas partes mais sensíveis, enquanto uma das minhas mãos acariciava a barriga e os peitos dela.Juli:Já tô molhada, não preciso de mais nada. – e era verdade, uma pequena umidade aparecia nos lábios dela.

Pra mim, a Juli ficava com tesão no teatro, em todo o show que ela montou na festa, em se sentir desejada e poderosa. Devo admitir que também me afetou. Mas eu queria levá-la ao limite. Quando cheguei na beirada da cama, vi o cu dela, e tive a ideia de retribuir o favor da nossa primeira vez. Direcionei minha língua pra lá e comecei a trabalhar, ela não devia estar esperando, e um arrepio percorreu o corpo dela. Minha língua virou uma karateca, atacando de todos os ângulos possíveis, até chupei o cu dela, até sentir um gosto agridoce vindo dos fluidos que escorriam da buceta dela.

Agora sim, ela merecia minha atenção, e com a língua comecei a abrir os lábios dela, explorando cada cantinho, toda vez que chegava no clitóris dela dava um beijinho e voltava a começar de baixo, do cu dela. Quando percebi que ela tava perto, prendi o clitóris dela com meus lábios e comecei a chupar, de olho via ela arqueando as costas, gemendo de boca bem aberta, e os olhos fechados. O orgasmo dela foi brutal, e acho que o hotel inteiro ouviu. Ela ficou na posição fetal, de boca aberta, tentando respirar. Eu tava com vontade e não queria esperar, ajeitei ela um pouco e comecei a brincar com meu pau na entrada da buceta dela.Juli:Espera um pouco que eu me recupero e haa.—todo o meu pau se enterrou na sua caverna quente e molhada.

Eu continuei com movimentos profundos, mas lentos, meu pau que é torto pra esquerda fazia tipo alavanca contra a buceta dela, por estar por cima e nessa posição, minha penetração era bem funda. Ela me olhava meio puta enquanto respirava pela boca.Alberto:O que, você não gostou? Tiro ele?Juli:Você é um selvagem, mmm. — Levantei uma das pernas dela no meu ombro e aumentei o ritmo. — Você é um maldito troglodita, ha ha.

Naquele momento, depois de cinco minutos de penetração, ela teve outro orgasmo. Eu continuei porque queria gozar, ela gemia e respirava fundo.Juli: não goza dentro, que ainda não quero ficar grávida.Alberto:Seria um prazer te engravidar. — me inclinei sobre ela e ficamos cara a cara. — seria um sonho se você estivesse com uma barriga de oito meses e eu estivesse te arrombando de quatro enquanto a Valentina tira a porra dos seus peitões.

O olhar dela ficou turvo, e ela não conseguiu mais sustentar o meu, enterrando o rosto no travesseiro. Começou a ter micro orgasmos um atrás do outro, e eu não consegui mais me segurar e gozei abundantemente dentro dela. Ao sentir meus jatos na buceta dela, ela teve um orgasmo ainda mais forte. Ficamos os dois exaustos na cama.

Minha coxa dói e percebo que tenho arranhões das unhas dela, bem profundos. No calor do nosso ato, nem notei quando ela fez isso. Ela se levanta da cama, vai até o frigobar e traz duas Heineken e um par de chocolates. Me dá uma das cervejas e abre a outra enquanto me olha sorrindo, como se estivesse tentando adivinhar o que estou pensando. O olhar dela é intenso e divertido ao mesmo tempo, e me faz sentir uma conexão especial com ela.Juli:Tem alguma coisa que você quer me perguntar? - A pergunta dela foi direta e sem rodeios, como se soubesse que tinha algo me rondando a cabeça.Alberto:Por que eu? Por que escolheram logo eu?Juli:— Por que não? — dou um gole na cerveja dela, e sabia que precisava de mais. — Você é um homem bom, confiável e leal. Geneticamente saudável, e com um bom QI. Além disso, a Valentina fez de tudo pra que você fosse o escolhido.Alberto:É complicado pra mim, são mulheres que não conheço, pelo menos a fundo, não sei o que pensam ou o que sentem.Juli:Você me conheceu bem profundamente há um tempinho atrás, haha. – a risada dela foi genuína, sem dúvida era a mais extrovertida das quatro. – Vamos ver como a Vale te contou, nosso grupo foi criado pelos homens da família, nossos antepassados, com uma estrutura fechada e piramidal. Quando ficamos na maioria mulheres, nos fechamos ainda mais pra nos proteger. – ela passou o chocolate que estava comendo e colocou na minha boca. – Quanto às garotas, você vai ter que conhecer cada uma.

Estávamos deitados, apoiados na cabeceira da cama, comendo e bebendo como se fôssemos amigos, ou amantes, ainda não tinha certeza.Juli:Tá bom, vou te dar umas pistas. — disse ao ver como eu a olhava. — A Valentina é a sonhadora do grupo, a apaixonadinha, alguém nobre e inocente. Os dois namorados que ela teve a traíram. A Clara é mais tradicional, boa pessoa, mas desconfiada, até que você conquiste o respeito dela, senão vai te tratar como um objeto. A Susana não demonstra os sentimentos dela e faz de tudo pelo bem do grupo. Já teve vários parceiros, mas só criou vínculo com dois. Ela não liga pra físico de homem, se sente atraída pela inteligência. Se não, vai te tratar igual um cachorro.

E também tem eu, a melhor e mais gostosa. Não tô convencida disso, mas não descarto. Então, se aos trinta eu não tiver achado alguém, talvez deixe você me engravidar. — isso ela disse enquanto a mão dela acariciava meu pau.Alberto:Clara e Susana são um casal?Juli:Nossa, você é observador. – Ela começou a mexer no meu pau e eu comecei a acariciar a buceta dela. – Se elas têm algo, não sei se dá pra chamar de casal, mas têm algo sim, e isso se intensificou mais com a morte do Miguel Ángel. Ele estava com as duas na cama quando morreu. Clara é a outra pessoa que conseguiu criar um vínculo com a Susana. – E antes que eu perguntasse: – Não é como o que eu tenho com a Vale, a gente é melhor amiga que de vez em quando se consola. Ela é muito fiel, mas a gente faz nossas coisas desde a adolescência, e sempre paramos quando ela está namorando.Alberto:Desde quando vocês estão me investigando?— Eu acariciava diretamente a buceta dela.Juli:Ah, acho que desde que o Miguel Ángel tava por aqui já tinha planos, mas era pra você casar com a Valentina, só que ela tava de namorado e não queria, mas ficou de olho em você kkk. - Eu olhava pra ela como quem perguntava. - Depois disso, a Susana sempre te observou, o que ela tem é a impressão de que você é um submisso, e eu acho que ela tá enganada.Alberto:Isso daqui hoje à noite também foi planejado?Juli:Sim e não. — continuamos nos acariciando um ao outro, ela estava molhada na buceta e eu já estava mais do que pronto. — Na verdade, a viagem já estava planejada, e quando soube que você estaria aqui e poderia ter problemas, decidi te dar uma mão. — Ela se endireitou e ficou de joelhos na cama. — Como te dei uma mão com a Valentina, ou você achou que foi por acaso que ouviu nossa conversa no restaurante? Acho que você é um bom homem, mas sempre precisa de um empurrãozinho.

Ela se inclinou sobre mim e enfiou metade do meu pau na boca enquanto massageava minhas bolas, e olha, ela mandava muito bem. Dei uma olhada no criado-mudo e vi uma nécessaire com cremes e maquiagens. Um chamou minha atenção: gel íntimo, creme de uso íntimo feminino, refresca, aromatiza, cuida e protege a pele das áreas íntimas, consegui ler, enquanto a Juli caprichava e já quase enfiava tudo na boca. Inócuo para uso interno, ou seja, não ia fazer mal.

Passei bastante na minha mão e lambuzei bem o cu e a buceta dela. Ela parou de chupar e soltou um gemido longo, mas se recompôs e continuou no serviço, só que não fazia boquetes tão profundos. Precisava respirar, então ficava esfregando o pau na cara e na boca, e com a língua percorria de um lado pro outro. Meu dedo encontrava pouca resistência no cu dela, e a cada massagem entrava um pouco mais, era óbvio que não era virgem por ali. Então me arrisquei e penetrei os dois buracos ao mesmo tempo. Ela largou o trabalho oral e passou só pra manual, enquanto não parava de gemer. Depois de um tempo, o celular dela tocou.Juli:Me dá um tempo que acho que sei quem é.

Ela se jogou de bruços na cama e pegou o celular que tava no criado-mudo. Eu subi em cima dela e encostei meu pau na buceta dela, comecei a me mexer devagar, esfregando nossos sexos. O creme e os fluidos dela deixavam a lubrificação extrema, e meu pau batia na buceta dela, no comprimento todo até chegar no clitóris. Era um áudio que a Valentina mandou.Vale:E a Foxy já comeu meu namorado. — ela não parecia brava, tava falando mais como piada.Juli:Aqui tenho a sua selvagem. — a voz dela estava entrecortada e ela mal conseguia falar direito, enquanto eu pressionava mais meu pau contra os lábios dela. — Montando em mim de novo.

Ela fez algo impensável, ligou a câmera frontal do celular e tirou uma foto nossa naquela posição, nossas caras estavam desfiguradas de desejo e excitação, e mandou pra Vale.Vale:Se for putinha, tá gozando que nem uma cadela no cio — era ilógico, ele disse com uma voz debochada. — Gostosa, não deixa buraco sem penetrar, mete forte nessa puta, vou deixar vocês porque senão vou ficar doente também. Aproveitem.

Eu enfiei dois dedos no cu dela, e meu pau estava encharcado de tanto esfregar na buceta escorrendo. Ela teve um orgasmo em poucos segundos, os dedos no cu dela foram o que a fizeram explodir. Me afastei um pouco e olhei meu pau, estava brilhando e escorrendo de líquidos. Apontei pra entrada do cu dela e apoiei a cabeça, não entrava porque era um pouco maior que meus dois dedos, um pouco de pressão e consegui entrar.Juli:Por favor, tem pena.
- mal dava pra ouvir a voz dela.
- vai devagar, é muito grossa e você vai me rasgar.

Depois de tudo que ela tinha feito por mim, não pude fazer outra coisa senão dar o que ela pedia. Tirei meu pau do cu dela e passei bastante creme nele, levei minha mão até o clitóris dela e encontrei duríssimo e super sensível, a ponto de meu toque incomodar. Não tinha outra opção, meti com força na buceta dela. Ela começou a gemer que nem uma desesperada, e eu fui metendo sem dó, enquanto meus dedos tentavam expandir o cu dela. Com as duas palmas das mãos, eu separava as nádegas dela e meus dois polegares enfiados no cu dela tentavam abrir o máximo possível.

Consegui ver o rosto dela num espelho, parecia que estava em transe, e pelos gritos que dava, parecia que estavam matando ela. Mudei de estratégia e enfiei três dedos no cu dela de uma vez. Ela teve outro pequeno orgasmo. Eu não podia perder mais chance e troquei meu pau de buraco, enfiei metade do pau de uma vez. As costas dela arquearam e ela soltou um gemido longo. Aos poucos, comecei a me mexer e ela foi se acostumando com meu tamanho.Juli:Até aí tudo bem, vai devagarzinho.
- Eu ia movendo devagar, enquanto minha mão beliscava um dos mamilos dela.
- Assim devagar, desse jeito você vai arrebentar minha buceta.

Num dado momento, meu pau bateu no fundo, tinha entrado tudo. Ficamos parados por uns instantes, ela tinha colocado uma das mãos na minha bunda e não deixava eu me mexer. Eu vi o pescoço dela e me deu vontade, comecei a chupar de leve, mas quando vi que ela tava gostando, fui com mais força. Ela pegou meu cabelo, virou o pescoço e a gente começou a se beijar. Começamos a nos mexer, buscando a penetração, e nossos beijos ficaram mais selvagens no ritmo da enrabada que eu tava dando.

Num momento, paramos de nos beijar e ela fechou os olhos. Eu percebi que ela ia gozar de novo e tinha que aproveitar. Levei minha boca até o ombro dela e, quando ela estava prestes a gozar, mordi com força, cravando os dentes. O orgasmo dela foi brutal, um jato escapou da buceta dela, molhando tudo e me arrastando junto pro orgasmo. Caímos exaustos e dormimos.

3 comentários - Terminei de criado da minha patroa: O garanhão 4

Muy bueno la parte 4, espero con ansias las demás partes
Gracias por pasar, un abrazo
Excelente el relato y en espera de la siguiente parte 👍