Recordando Escorts, parte 5

Luly AreaVip. Conheci essa acompanhante em algum momento entre o fim de 2016 e o começo de 2017, não lembro a data exata, mas foi naquele verão. Tinha marcado um reencontro com a Heidi, também da AV, mas surgiu um problema pessoal pra ela 3 horas antes do horário combinado e ela me ligou pra avisar que não podia. Ela disse que a gente podia deixar pra semana seguinte, mas me recomendou visitar a Luly, dizendo textualmente: "lembra do que tô te falando e segue meu conselho, visita ela que você não vai se arrepender, ela é tipo minha filha nisso, é minha herdeira". Ela me fez esperar 5 minutos e chegaram duas mensagens no WhatsApp: uma da Heidi dizendo que me deixava nas melhores mãos, e a segunda da Luly dizendo que me esperava na hora que eu quisesse. Fui visitá-la e a gente se deu super bem, ela é uma gatinha muito legal com mil paranauês na cabeça, mas o mais importante: ela é super puta. Nosso primeiro encontro, apesar de ter sido ótimo, não lembro perfeitamente, só lembro que foram quase 2 horas, que a gente fez de tudo e que ela insistia pra eu ficar mais, coisa que se repetiu em todos os nossos encontros. A experiência que mais gostei com ela foi em meados de 2018, num dia de outono que tava muito quente, comecei a revisar todas as páginas de acompanhantes e fui anotando várias gatas pra visitar, e quando passei pela Área Vip vi que o anúncio dela não tava lá. Mandei mensagem pra ver qual era e ela respondeu na hora dizendo que ia viajar em uma semana e me perguntou se eu queria visitá-la, que ela tava livre e com vontade de foder. Aceitei, fui lá, quando cheguei toquei a campainha e nada, esperei 5 minutos, tentei de novo e nada. Mandei mensagem avisando que tava embaixo e ela disse pra eu esperar. Passaram dois minutos e ela me escreveu perguntando onde eu tinha me metido, que não me via: "tô na porta e você ainda não saiu, tá dentro?" "não, não, meu amor, a porta tá aberta e eu tô lá fora, não te vejo" "... hmmmm, Anto, você tá no mesmo apartamento na rua xxx Altura yyyy?" "Nããão, me mudei pra outro a cinco quadras, hahaha, vem pra tal endereço que te espero aqui embaixo" Eu fui xingando e morrendo de rir, cheguei e lá estava ela do lado do elevador conversando com um vizinho com cara de cu. Ela me vê, sorri e se pendura no meu pescoço pra me beijar, e o cara me olhava com uma cara de ódio... me enfiou 40 punhais com o olhar. Enquanto subíamos de elevador pro 6º andar, ela me disse que não estava passando bem naquele prédio porque o cara que estava com ela lá embaixo tava tentando dar em cima dela desde o primeiro dia e era super insuportável. Saímos do elevador e ela já tava agarrando meu pau e me arrastou pro apartamento, nos beijamos um tempão e fomos juntos pro chuveiro, nos despimos e nos ensaboamos mutuamente enquanto nos beijávamos de um jeito bem sensual. Pra falar a verdade, nem prestei atenção e me perdi no momento, quando acabamos, minhas roupas estavam quase todas no chão encharcadas, fiquei querendo me matar. A gente deu uma pausa, ela se encarregou de esvaziar os bolsos, se vestiu e me deixou um tempo sozinho enquanto levava as roupas pra lavanderia que ficava na quadra. Quando voltou, eu já estava pronto, pelado, deitado na cama. Ela se aproximou de quatro e já foi engolindo o pau com vontade, na segunda enfiada já começou com o famoso "hoje eu quero que você abra bem meu cu, quero que me coma toda e estrague bem meu cu" e outras frases estimulantes. Depois de uma transa super intensa em que teve de tudo, incluindo o anal obrigatório que ela sempre exige e claro, o boquete até o final com gozada engolida, ela me disse: "Tô com um pouco de fome, você vai comprar alguma coisa pra gente almoçar?" "Pode ser, vou sair com a toalha amarrada na cintura, afinal, ninguém vai perceber. Ou melhor, me empresta sua fantasia de colegial que com certeza vai ficar ótima em mim". A gente começou a rir pra caralho e eu disse pra ela pedir delivery, que eu pagava quando chegasse. Ela pediu umas empadinhas e ficamos esperando. Depois de uns 20 minutos de conversa, com os dois pelados... Ela me faz sentar na cabeceira da cama e deitada de bruços começa a me masturbar enquanto conversamos sobre os estudos dela. Lembro que ela contava que queria começar a estudar algo, mas ainda não sabia o quê, e aí não conseguimos manter a conversa. Ela começou o boquete e se deitou de lado, abrindo bem as pernas para que eu pudesse masturbá-la. Logo ela tira um pau de borracha e me dá para eu usar no cu dela enquanto chupava a buceta. Voltamos para o sofá, eu me sento, ela sobe em cima de mim e toca a campainha. Ela se levanta, me pega pela mão e me leva até o interfone, enfia ele e me diz: "Vai, me fode com força, filho da puta". Enquanto eu meto, ela atende e entre gemidos diz para subir. Eu dou o dinheiro para pagar, vamos para perto da porta e continuamos ali. Na hora batem, ela abre um pouco, recebe o pedido enquanto eu estava sarrando nela, dá o dinheiro, ainda com a porta aberta se vira e me diz: "Agora enfia no meu cu". Ela olha de novo para o entregador, apertando os peitos e diz: "Olha bem, sua gorjeta", e fecha a porta na cara dele. Eu me sentia como se estivesse numa câmera escondida, não entendia nada, mas a situação me deixou com um tesão da porra, hahaha. Rindo muito, ouvimos ele bater na porta e dizer: "Ei, deixa eu ver mais um pouco, gata", e continuamos com o nosso. Logo a campainha toca algumas vezes, o cara deve ter ido embora com o pau durasso, hahaha. Voltamos para a cama, continuamos transando um tempo e quando acabamos, ficamos comendo e conversando sobre a vida. Em um momento da conversa, eu digo: "Imagina se a gente faz o mesmo com seu vizinho, a gente chama ele para vir enquanto eu te meto na porta?" E ela me diz: "Ele está no corredor desde que subimos, mais de uma vez peguei ele sentado aí ouvindo tudo". Que doente era o cara, continuamos conversando mais um tempo enquanto estávamos pelados, abraçados, transando e nos acariciando de vez em quando. Alternamos mais algumas ejaculações enquanto A gente tava vendo TV ou conversando e depois de um tempo ela me diz que vai à lavanderia buscar minhas roupas. Daqui a pouco batem na porta, o que achei estranho porque ela tinha levado as chaves. Me aproximo sem fazer barulho e olho pelo olho mágico: era o vizinho. Não respondo nada e depois de um tempo ouço ele dizer: "Tá aí? Pode falar? Você é do Anto? Vai, cara, sei que você tá aí. É o namorado? Sabe que ela é uma puta, né? Ela traz caras aqui toda hora, tá te traindo legal. Vai, me responde. É cliente? Quanto ela cobra?" Eu já tava ficando puto e com vontade de sair pra jogar ele escada abaixo, mas não tinha nem uma cueca pra vestir, não dava pra sair de pau pra fora. Passam alguns minutos e ouço vozes no corredor: era o cara com a Luly, não deixando ela passar. Peguei uma toalha, enrolei na cintura e fui pra porta pra arrebentar tudo, mas justo nessa hora ela entra dando risada e dizendo pra ele: "Para de chorar, fracassado, nem dó mais você me dá. Não tem chance comigo" e bateu a porta. A gente ficou conversando, ela me contou que ele ameaçou denunciá-la no prédio e não sei que outras bobagens mais. Acho que eram perto das 6 ou 7 quando começamos a conversar e entre uma coisa e outra deu 11 da noite. Vou tomar um banho pra ir embora, mas ela se junta e a gente mete um puta sexo enquanto toma banho. Terminamos de nos lavar, ela me acompanha lá embaixo e o doido tava lá com dois amigos. Antes de chegar na porta, ela me pega pela mão e diz: "Vamos comprar cigarros". No caminho, ela me oferece pra eu ficar dormindo, então compramos cigarros, passamos reto e fomos ao Güerrin jantar. Aqui, ponto à parte pra dizer que comi o pior rolo da minha vida lá e nunca mais voltei: uma pizza de presunto e pimentão que deviam ter requentado umas 10 vezes, toda queimada embaixo, o presunto tinha textura de cartolina e gosto de massinha de modelar, e ainda trouxeram sem azeitonas, haha. Tomamos duas cervejas, voltamos e eles ainda estavam lá. Passamos reto, subimos no elevador e já... No apartamento, depois de conversar um pouco, saio no corredor e os três estavam lá sentados no corredor, cabe esclarecer que o cara tinha seu apartamento dois andares acima... A gente começa a conversar e ver TV, já nem dava vontade de foder com três caras lá fora colando o ouvido na porta, então a gente dormiu. De manhã, ela me acorda pra preparar o café da manhã e no meio de tudo me pede ajuda pra se mudar pro outro apartamento que ela tinha porque já não dava mais pra ficar lá, já estava ficando com medo, então preparamos umas bolsas com todas as coisas dela, fui buscar minha caminhonete, carregamos tudo e assunto encerrado. A última coisa que soube da Luli foi antes da pandemia, quando um conhecido me contou que ela foi internada num centro de reabilitação porque estava muito mal, depois disso não soube mais nada, mas supostamente estava namorando um velho que pagava tudo pra ela e ajudava com o tratamento. Sinto falta da maluca.Recordando Escorts, parte 5


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6 comentários - Recordando Escorts, parte 5

Gran relato! Felicidades!
Uno de los dias mas bizarros de mi vida, jajaja. Luly despues me conto que eso de ponerse a cojer en la puerta cuando un repartidor le entrega un pedido lo hizo un monton de veces con varios clientes y que un par de veces tambien estando sola recibio al repartidor en bolas para ver la reacción pero nunca le toco un repartidor que le guste. Tenia la fantasia de que vaya un pibe bien fachero que la caliente y cogerselo, pero hasta la ultima vez que la vi no lo habia podido cumplir.
esta mina cuando era natural era preciosa ...despues se puso plastico por todos lados y parecia un traba ,,,unas mas que se arruino
Me parece que te estas equivocando de escort, ella lo unico que se toco de la cara fue la nariz y se la afino un poco nada mas. Lo que la puso mal y la desaparecio del rubro fue la fafafa
el orto también, yo la culee antes y despues del retoque de gluteos
Gran trola. La vi un par de veces. Y si, se le re notaba lo falopera jeje
Excelente relato. Que buenas escort habia en esas epocas. Dominique, Paris, despues Nicol Sweet entre otras. Tenes data de alguna de esas? Con Paris habia pegado muy buena onda y me la cogia fuera de horario gratis.
Que buenas epocas
Dominique tengo entendido que habia aparecido despues de la pandemia, estuvo atendiendo a algunos clientes conocidos de ella y algunos recomendados, yo siempre la tuve pendiente asi que intente llegar pero no consegui el contacto. Supuestamente se fue a españa hace un tiempo, nada confirmado.
Con Nicol Sweet corte comunicacion hace 1 año aprox, segun me conto la ultima vez que hablamos alguien estaba filtrando su numero telefonico personal asi que estaba bloqueando gente, esta definitivamente
Solo me la cogí una vez y fue espectacular. Nunca la pude volver a ver porque era bastante caro lo que pedía comparado con otras y como en ese momento recién empezaba en el mundo del gateo prefería probar diferentes. Alguna info de la mina?
nada de informacion por ahora, lo ultimo que supe de ella fue que estaba en rehabilitacion y mantenida por un cliente a principios de 2019, de ahi en adelante nada