Isso aconteceu uns 15 anos atrás, eu tinha 35 e minha mulher um ano a menos. A gente tinha poucas amizades, mas com o Oscar e a Mariana a gente se dava melhor do que com todo mundo. Passávamos alguns domingos ou fins de semana juntos, já que o Oscar era meu colega de trabalho e tudo rolava muito bem. Em casa, a gente tinha um quintal grande, nada luxuoso, mas bem cuidado e com uma piscina de alvenaria que era o centro das reuniões. Aconteceu que minha mulher e a Mariana aproveitaram um fim de semana de sexta a segunda pra visitar os pais da Mariana, e o Oscar ficou comigo desde sexta. Ficamos de tarde e parte da noite na piscina e depois ficamos só de sunga. Jogamos Play por um tempo, uns jogos de corrida, e vimos uns filmes de ação. Claro, em algum momento a gente resolveu ver umas paradas de sexo na TV e fomos passando por alguns gêneros até que caímos num pornô transsexual. Sempre comentando alguma coisa, como se não tivesse importância, e enchendo a cara de cerveja. Entre nós dois, já tinhamos tomado uns 3 litros e íamos no banheiro direto. Enquanto a gente continuava vendo, apareceu uma cena de um marido com curvas femininas e de fio dental, de quatro, lambendo a pica do macho que dividiam com a mulher dele. Ele chupava a pica com os olhos semicerrados, ela beijava o cara e ele ia puxando o fio dental e enfiando um dedo na bunda do marido. Eu notei que o Oscar se ajeitou no sofá e falou "ehhh, que porra foi essa?" Eu soltei uma risadinha nervosa, mas a verdade é que eu já tava com a pica quase dura. Foi rolando que a gente ficou mais excitado, principalmente com o que a gente começou a falar a partir daí. Oscar - "cara, que loucura, como fica bem esse fio dental no promíscuo..." Eu - "Promíscuo não, é o marido." O - "Bom... ele tá mamando uma pica do caralho e ainda tão comendo o cu dele ao mesmo tempo, se isso não é ser puta..." Eu - "Bom, talvez um pouco." O - "Um pouco? Daqui a pouco ele vai comer ele de vez." Eu - "Sei lá, parece mais uma brincadeira... casamento não significa que ele é gay. Ó – Olha, não tô falando de forma pejorativa, acho super de boa eles brincarem e não terem drama com isso. Além disso, olha se isso me excita (falando isso, ele pegou na rola por cima do short de banho e ela tava dura igual um cano). Fiquei olhando pra rola dele uns segundos, e ele tava de olho na tela, mas virou e me viu que já tinha uns 5 segundos e eu ainda tava encarando o volume dele. Percebi que ele me olhou e desviei o olhar pra TV. Ninguém falou nada. Ó – O marido tem uma bunda gostosa, eu comeria ele sem pensar duas vezes. Y – Acho que quem vai comer ele vai ser a mulher. Falei isso porque, naquele momento, ela pegou um cinto que tirou de uma gaveta e foi colocando, o que já mostrava que ia penetrar ele. Ó – Que estranho uma gatinha gostar de fazer isso. Y – É mais comum do que parece, bom, digo... Ó – Não acho. Y – Bom, Mariana não deve estar interessada. Falei isso e percebi na hora que a cerveja tinha soltado minha língua. Ó – Ahhhh, olha só... não queria saber tanto, não. A Andrea curte essa parada. Y – Fala sério, mano. Falei isso e parecia que minha cara tava vermelha pra caralho, porque senti um calorão quando ele me olhou nos olhos e disse “conta”. Y – Fala sério, para de encher o saco e olha o filme. Ó – Fala sério, agora conta. Tamo na confiança. Além disso, não é pra julgar, me excita saber o que vocês aprontam. Usam brinquedos? Y – Bom, já usamos uma vez ou outra. Ó – A Mariana tinha um quando era solteira, ela me contou uma vez. Mas a gente nunca comprou um agora. Y – Talvez vocês comprem uma hora dessas. Ó – Bom, para de enrolar e me fala, o que vocês usam. Y – A gente tem uns vibradores, nada demais. Ó – Uhhh, me mostra. Y – Não dá. Ó – Como assim não dá, fala sério, me mostra. Já tava na dança e resisti mais um pouco, até que falei que ia mostrar, pra ver se ele se animava e comprava um pra Mariana. Y – Pera aí que tô morrendo de vontade de mijar, vou no banheiro e trago eles. Levantei, fui mijar e quando saí fui pro quarto. Fui na gaveta onde a gente guarda essas coisas e Abrir e me inclinar pra pegar dois vibradores pra mostrar pro Oscar, sinto ele apoiar nos meus ombros e falar…
O – Boludo!!! Tu tem um arsenal pornô aí. Os olhos dele iam pra tudo que via. Tinha três vibradores, uma pica de 22 cm com ventosa, dois potes de creme anal, uma gaiolinha de castidade no blister lacrado e sem usar... e o que explodiu a cabeça dele... um arreio com uma pica preta de 20 cm x 4 de diâmetro com duas bolas, bem realista. Não demorou nada pra ele ficar do meu lado e eu não consegui nem reagir nem falar pra ele não tocar, já era tarde. Em um segundo, ele pegou o arreio e me olhou com um sorriso sem falar nada por uns segundos, até que..
O – Mano, vocês não se privam de nada. Claro, ela te coloca a tanguinha também?
Y – Não enche o saco, larga aí.
O – Relaxa, eu. É muito bom que vocês se soltaram tanto e imagino que devem se divertir pra caralho com isso.
Y – Essa é a ideia, mas não é tudo isso.
O – Você não respondeu..
Y – O quê?
O – Ela coloca a tanguinha em você?
Y – Pff…
O – Sabe que ninguém te julga, não fica puto. Fico feliz que vocês se divertem tanto... e mais me excita, haha.
Y – Haha, a gente também. Já tava me acalmando e não me incomodava que ele tivesse visto tudo nem que me imaginasse empalado pela Booty. Voltamos pra sala e ele disse que ia abrir outra cerveja. O filme tinha avançado e mostrava o marido deitado, ela com as pernas levantadas e o macho comendo ele devagar enquanto se beijavam com as línguas aparecendo.
O – Bom, agora sim a coisa animou haha
Y – Haha, e não tirou a tanguinha, hein, ele tá comendo ele vestido de menina haha.
Falei isso já arrastando as palavras e ele conta.
O – Isso que quero saber... Ela faz isso com você usando a tanguinha dela? No fim, vocês têm o mesmo tamanho.
Eu tenho 1,73 mas sou magro e minha mulher tem 1,70 e é verdade, a roupa dela serve em mim. Já não tive vergonha e até gostava de contar.
Y – As calcinhas dela servem em mim.
O – Ufffg, isso me excita.. Ao falar, ele enfiou a mão no short e apertou a pica por uns segundos. Quando tirou, dava pra ver um volume enorme. Enquanto me olhava, ele lambeu os dedos. a mão, deixando saliva nos dedos e enfiou de novo pra pegar o pau dele. Era um nível diferente de confiança, rolou rápido e sem rodeios, como se fosse normal pra nós dois. E ao ver aquilo, meu pau também deu uns pulinhos e não fiz nada pra disfarçar. Em tom de brincadeira, abri o short e, olhando pro meu pau, falei: "você se acalma" haha. Ele também riu, dando outro gole na cerveja, e nisso eu olho e vejo que ele ainda tá com o arnês e a buceta preta na mão. E - Larga isso e lava essas mãos, porco. Ha ha. O - É verdade, ha ha, e ainda por cima sabe onde isso esteve...? E o que ele fez terminou de endurecer meu pau e quase me fez gozar... Ele segurou o brinquedo me olhando fixo e, com a língua bem visível, lambeu o troço desde as bolas até a cabeça e quando terminou disse..."como essa cerveja bate forte" e rimos entre nervosismo e tesão. O - Eu vou guardar isso onde estava, falou como se já estivesse encerrando o assunto e foi pro meu quarto. De lá voltou com uma calcinha fio dental rosa na mão e me surpreendeu. E - Essa aí, você usa?. Nem deu tempo de pensar, peguei e falei "SIM" O - Uff, imagino sua bunda aqui, pintada deve ficar uma gostosa. E - Chega, não vou te mostrar. O - Você se entregou haha. Não falei nada, mas, vai, vou me comportar. Não custa nada. E me diz, como é que vocês acertam com a Andrea quando querem fazer tudo isso? E – Quando vejo que a coisa tá esquentando durante o dia ou a tarde, sei que à noite vai rolar e geralmente é assim. Então quando vou pra cama já tô bem higienizado e com uma fio dental vestida, além de muitas vezes ir com alguma regatinha curta dela, tipo top ou tomara-que-caia, ou no auge do tesão, com um sutiãzinho. Geralmente chego com a luz apagada, mas quando ela percebe que tô com essas roupas, já começa a falar "parece que a menina quer ser comida" ou "que puta vou comer", coisas desse tipo. O – Como meu pau fica duro ouvindo você contar tudo isso, que delícia! Como eu adoraria ver você sendo fodido pela Andrea. Na TV, o filme já tava quase acabando e se intensificaram os gemidos, chamando nossa atenção. O macho tirou a pica do cu do marido e sentou no peito dele, fazendo o sêmen cair na boca do homem. Enfiou na boca dele e dava pra ver as contrações do pau enquanto descarregava, até que segurou firme a pica e chupou uns 30 segundos a mais, apertando até não sair mais sêmen. A gente ficou calado e sentou com um copo de cerveja cada um, até que vejo o Oscar levar a calcinha fio dental no nariz e aspirar fundo pra depois dizer: "que gostosa!!". Eu sorri um pouco e dei um tapa pra pegar a peça, mas ele desviou e falou: "nada, minha". Ha ha A gente riu e eu me joguei em cima dele, improvisando uma briga e tentando fazer ele abrir a mão, rindo os dois. Nisso, enquanto eu tentava abrir a mão esquerda dele, ele continuava sentado no sofá, eu quase de pé, meu peito encostado no dele e na minha coxa esquerda eu sentia pulsando a pica duríssima dele, quase perdendo o equilíbrio. Sinto a mão direita dele indo pra minha bunda, mas dois dedos entram por baixo do tecido e tocam minha pele, bem na racha da raba e apertando, como se fosse um carinho, ele me diz rindo: "aqui tem que estar essa calcinha ha ha" e solta, deixando eu pegar ela com as mãos. Ele ria enquanto me via tentar recuperar o equilíbrio e fui me apoiando com as mãos no peito dele, até que consegui me levantar e percebi que só aí ele tirou a mão da minha raba. Sem querer ou querendo, mas ele tinha enfiado dois dedos por baixo do short e senti que chegou a tocar meu cu devagar. Ninguém disse mais nada e fui pro quarto levar a calcinha. A gente tinha rido pra caralho na briga e quando eu tava guardando o fio dental na gaveta, hesitei. A gente tinha o fim de semana inteiro sem ninguém pra atrapalhar e tinha confiança. Nenhuma reação do Oscar tinha sido maldosa, o que me deixou com a ideia de ser vista de outro jeito. Não pensei muito e num instante já tava Nu, tirei o short de praia e percebi que tanta excitação subindo e descendo tinha deixado meu pau todo molhado e brilhando de sucos. Sequei ele com o short e, sem pensar muito, coloquei a tanga. Peguei uma toalha grande e amarrei ela como um pareô enquanto caminhava até a sala. Fui e sentei do lado do Óscar, que, vendo a toalha, me perguntou se eu ia pra piscina. Olhei fixo pra ele e falei: "nem se empolga, te mostro, mas calmo, hein!" O — Nããão!!!! Valeu, o sonho do cara ha ha. Olhei pra ele como quem diz pra se comportar e me levantei do sofá. Virei de costas pra ele e esperei. Tinha pensado em abrir a toalha, mas esperei ele fazer isso. Ouvi ele perguntar "posso?" E, olhando por cima do ombro, fiz sinal que sim com a cabeça. Me sentia nua, porque minha mulher me colocava sutiã e calcinha pros nossos jogos e eu me sentia quase como se fosse uma mulher que tava de peitos de fora quando tava de tanga. O que veio depois me surpreendeu, porque achei que ele fosse levantar a toalha pra olhar ou desatar o nó, e em vez disso, senti as mãos dele agarrarem minhas nádegas. Dei um pulinho e fiquei no lugar, sentindo como ele ia arregaçando a toalha sem parar de tocar minha bunda. Até que ele disse "vamos ver o que tem aqui!!!" E conseguiu levantar ela até minha cintura, deixando a mão esquerda segurando, permitindo que minha rabeta ficasse à mostra. Na hora, senti a mão direita dele pegar minha perna esquerda por trás. Foi firme. Ele tem 1,86m, é um homem corpulento, braços e pernas peludos, sempre com barba de uns dias, que cresce rápido, e eu, embora não seja afeminado, sou mais lisinho, bem mais baixo e magro e quase não tenho barba, somado ao fato de que tava de tanga e descalço, do lado dele sou tipo uma menina e senti isso naquele momento. Desde que casamos, não tinha tido nada com ninguém do mesmo sexo e minha mulher nunca quis ménage nem nada parecido com ninguém. Também não é que eu sentisse atração por homens. O sexo com ela sempre foi Satisfatório e nos nossos jogos tinha de tudo, mas nunca deixei ele sem cock e ela já desmaiou mais de uma vez quando eu me dedico a chupar a buceta dela e enfiar a língua na Booty dela. Ela faz roleplay comigo, mas sempre termina com a porção de cum dela e os orgasmos merecidos. Mas aqui tinha rolado uma situação que fluiu naturalmente pra algo sexual. A mão dele na minha perna arrepiou meus pelinhos e quando senti aquela mão áspera subindo, minhas pernas amoleceram e mais ainda quando ouvi ele... O – Fica divina em você, mostra uma Booty linda. Y – Br...brigada Minha voz tremia e eu continuei parada, sem saber o que esperar. A mão dele chegou entre minhas pernas e parou a 1 centímetro de tocar o tecido, apertando minha coxa num carinho firme que me fez balançar e pra não cair estendi minha mão esquerda até apoiar no ombro dele, o que me fez virar pra esquerda e ele tirou a mão. Fiquei de frente pra ele e ele continuou dizendo “linda, linda, você é toda uma gatinha, você tá linda”. Não soube responder e ele agarrou minhas duas nádegas e senti os dedos dele sumirem por baixo do tecido e sem hesitar os dedos dele se encontraram de frente e juntos subiram sulcando minha racha e passando firme sobre meu cu até chegar na parte de cima da calcinha fio dental. Já não era o álcool me controlando, eu tava consciente de que tava permitindo tudo aquilo e mais. Os dedos dele voltaram juntos pra baixo e ao chegar no meu cu pararam numa carícia circular, forçando só a entrada de uma falange do indicador e um gemido escapou de mim enquanto eu me agarrava na cabeça dele e apoiava minha barriga no rosto dele, sentindo os dedos dele na minha intimidade. Ele me afastou um pouco pra puxar a calcinha fio dental e ver minha área pubiana, mas não esperava ver o que viu e falou “você tá toda molhada e depilada, é tipo uma buceta macia isso”. Me olhei e notei que meu cock tinha encolhido e dava pra ver na calcinha fio dental uma manchinha de umidade, mas era uma bagunça de tão molhada que eu tava por dentro e meu pintinho tinha encolhido e tava todo melado e brilhoso. – Huy, sim, vou me trocar… O- Nãooo, espera, não vai embora ainda. Eu tinha dado um passo e ele me segurou, mas aproveitou pra me deixar de costas pra ele. A mão esquerda dele na minha cintura, a direita entrando na calcinha fio-dental, apoiando no meu púbis, começando uma massagem circular como se fosse uma massagem numa buceta, e foi uma sensação incrível. Comecei a tremer, e muito. Num momento, sinto que ele intensifica a massagem e meu pau mole roçava as costas dos dedos dele, mas ele acariciava uma suposta ppk, enquanto a mão esquerda subiu pra pegar meu mamilo e acariciar, foi tipo um estopim. Senti uma torrente de porra e, mesmo com meu pauzinho mole, gozei tudo dentro da calcinha rosa da minha mulher, fazendo os dedos do Oscar se molharem e agora deslizarem suavemente sobre minha falsa buceta de putinha. O que aconteceu depois, até hoje me endurece o pau quando lembro. É como se ele se recusasse a parar, se recusasse a tirar os dedos dali, e apertou meu peito esquerdo, fazendo eu me apoiar no rosto dele, sentindo ele beijar minhas costas e começar a tirar a mão do meu pauzinho, deixando um rastro de porra ao sair. Virei a cabeça e o que vi me explodiu a mente. Ele levou os dedos cheios de porra até o nariz e, inspirando fundo, fechou os olhos, pra depois, sem hesitar, levá-los à boca e encher a língua de gozo, fechar os lábios e chupar tudo que pôde daquele líquido viscoso. Levantou o olhar e, vendo que eu observava, enfiou a mão de novo na calcinha fio-dental, juntou toda a porra possível e levou direto pros meus lábios, que se abriram obedientes pra se fechar com os dedos na minha boca, deixando-os limpos de novo. Virei meu corpo e, ao ficar de frente pra ele, vi que, sem eu perceber, ele tinha tirado a sunga e o pau dele gotejava mole sobre a própria roupa que estava no chão. Nem sei em que momento ele tirou, nem como se masturbou, o que pude ver foi uma quantidade enorme de porra em cima da sunga dele. Fiquei tentada a me ajoelhar pra comer tudo aquilo e enfiar o pau dele na boca, mas a temperatura sexual foi esfriando rápido e nisso senti um tapa forte na minha bunda enquanto ele dizia "que puta gostosa você é, te comeria toda, mas agora vamos tomar banho". Assim cortou aquele clima e a gente foi pra água. Ia pegar a toalha do chão e sinto ele falar "espera, não vai precisar disso" e percebo as mãos dele pegando as laterais da minha tanga e começando a baixar devagar, o que me fez arquear as costas e me inclinar pra frente, deixando as pernas esticadas e minha bundinha empinada. Ele tirou tudo e, peladinha, peguei a toalha e fui pro banheiro. No meio do caminho virei pra ver se ele vinha e vi de novo: a boca dele chupando todo o esperma da tanga e engolindo com gosto. Quando saí do banheiro, me secando, vejo ele vindo pelado da piscina com a toalha na mão. Pensei que a gente fosse ver TV ou algo mais, mas em pouco tempo percebemos que ninguém aguentava mais ficar acordado. Já eram quase 5 da manhã e o calor não dava trégua, então fomos pro meu quarto, que tem o ar-condicionado mais silencioso, e nos jogamos na cama. Acho que nem três minutos demoramos pra dormir. Ideias loucas já passavam pela cabeça antes de pegar no sono, mas às vezes rola e às vezes não rola do jeito que a gente espera. Agradeço as mensagens no privado e nem preciso dizer que as fotos de vocês são bem-vindas — esses peitos, bucetinhas, paus e bundas não vão se mandar sozinhos. E adoraria ler as experiências de vocês.
O – Boludo!!! Tu tem um arsenal pornô aí. Os olhos dele iam pra tudo que via. Tinha três vibradores, uma pica de 22 cm com ventosa, dois potes de creme anal, uma gaiolinha de castidade no blister lacrado e sem usar... e o que explodiu a cabeça dele... um arreio com uma pica preta de 20 cm x 4 de diâmetro com duas bolas, bem realista. Não demorou nada pra ele ficar do meu lado e eu não consegui nem reagir nem falar pra ele não tocar, já era tarde. Em um segundo, ele pegou o arreio e me olhou com um sorriso sem falar nada por uns segundos, até que..
O – Mano, vocês não se privam de nada. Claro, ela te coloca a tanguinha também?
Y – Não enche o saco, larga aí.
O – Relaxa, eu. É muito bom que vocês se soltaram tanto e imagino que devem se divertir pra caralho com isso.
Y – Essa é a ideia, mas não é tudo isso.
O – Você não respondeu..
Y – O quê?
O – Ela coloca a tanguinha em você?
Y – Pff…
O – Sabe que ninguém te julga, não fica puto. Fico feliz que vocês se divertem tanto... e mais me excita, haha.
Y – Haha, a gente também. Já tava me acalmando e não me incomodava que ele tivesse visto tudo nem que me imaginasse empalado pela Booty. Voltamos pra sala e ele disse que ia abrir outra cerveja. O filme tinha avançado e mostrava o marido deitado, ela com as pernas levantadas e o macho comendo ele devagar enquanto se beijavam com as línguas aparecendo.
O – Bom, agora sim a coisa animou haha
Y – Haha, e não tirou a tanguinha, hein, ele tá comendo ele vestido de menina haha.
Falei isso já arrastando as palavras e ele conta.
O – Isso que quero saber... Ela faz isso com você usando a tanguinha dela? No fim, vocês têm o mesmo tamanho.
Eu tenho 1,73 mas sou magro e minha mulher tem 1,70 e é verdade, a roupa dela serve em mim. Já não tive vergonha e até gostava de contar.
Y – As calcinhas dela servem em mim.
O – Ufffg, isso me excita.. Ao falar, ele enfiou a mão no short e apertou a pica por uns segundos. Quando tirou, dava pra ver um volume enorme. Enquanto me olhava, ele lambeu os dedos. a mão, deixando saliva nos dedos e enfiou de novo pra pegar o pau dele. Era um nível diferente de confiança, rolou rápido e sem rodeios, como se fosse normal pra nós dois. E ao ver aquilo, meu pau também deu uns pulinhos e não fiz nada pra disfarçar. Em tom de brincadeira, abri o short e, olhando pro meu pau, falei: "você se acalma" haha. Ele também riu, dando outro gole na cerveja, e nisso eu olho e vejo que ele ainda tá com o arnês e a buceta preta na mão. E - Larga isso e lava essas mãos, porco. Ha ha. O - É verdade, ha ha, e ainda por cima sabe onde isso esteve...? E o que ele fez terminou de endurecer meu pau e quase me fez gozar... Ele segurou o brinquedo me olhando fixo e, com a língua bem visível, lambeu o troço desde as bolas até a cabeça e quando terminou disse..."como essa cerveja bate forte" e rimos entre nervosismo e tesão. O - Eu vou guardar isso onde estava, falou como se já estivesse encerrando o assunto e foi pro meu quarto. De lá voltou com uma calcinha fio dental rosa na mão e me surpreendeu. E - Essa aí, você usa?. Nem deu tempo de pensar, peguei e falei "SIM" O - Uff, imagino sua bunda aqui, pintada deve ficar uma gostosa. E - Chega, não vou te mostrar. O - Você se entregou haha. Não falei nada, mas, vai, vou me comportar. Não custa nada. E me diz, como é que vocês acertam com a Andrea quando querem fazer tudo isso? E – Quando vejo que a coisa tá esquentando durante o dia ou a tarde, sei que à noite vai rolar e geralmente é assim. Então quando vou pra cama já tô bem higienizado e com uma fio dental vestida, além de muitas vezes ir com alguma regatinha curta dela, tipo top ou tomara-que-caia, ou no auge do tesão, com um sutiãzinho. Geralmente chego com a luz apagada, mas quando ela percebe que tô com essas roupas, já começa a falar "parece que a menina quer ser comida" ou "que puta vou comer", coisas desse tipo. O – Como meu pau fica duro ouvindo você contar tudo isso, que delícia! Como eu adoraria ver você sendo fodido pela Andrea. Na TV, o filme já tava quase acabando e se intensificaram os gemidos, chamando nossa atenção. O macho tirou a pica do cu do marido e sentou no peito dele, fazendo o sêmen cair na boca do homem. Enfiou na boca dele e dava pra ver as contrações do pau enquanto descarregava, até que segurou firme a pica e chupou uns 30 segundos a mais, apertando até não sair mais sêmen. A gente ficou calado e sentou com um copo de cerveja cada um, até que vejo o Oscar levar a calcinha fio dental no nariz e aspirar fundo pra depois dizer: "que gostosa!!". Eu sorri um pouco e dei um tapa pra pegar a peça, mas ele desviou e falou: "nada, minha". Ha ha A gente riu e eu me joguei em cima dele, improvisando uma briga e tentando fazer ele abrir a mão, rindo os dois. Nisso, enquanto eu tentava abrir a mão esquerda dele, ele continuava sentado no sofá, eu quase de pé, meu peito encostado no dele e na minha coxa esquerda eu sentia pulsando a pica duríssima dele, quase perdendo o equilíbrio. Sinto a mão direita dele indo pra minha bunda, mas dois dedos entram por baixo do tecido e tocam minha pele, bem na racha da raba e apertando, como se fosse um carinho, ele me diz rindo: "aqui tem que estar essa calcinha ha ha" e solta, deixando eu pegar ela com as mãos. Ele ria enquanto me via tentar recuperar o equilíbrio e fui me apoiando com as mãos no peito dele, até que consegui me levantar e percebi que só aí ele tirou a mão da minha raba. Sem querer ou querendo, mas ele tinha enfiado dois dedos por baixo do short e senti que chegou a tocar meu cu devagar. Ninguém disse mais nada e fui pro quarto levar a calcinha. A gente tinha rido pra caralho na briga e quando eu tava guardando o fio dental na gaveta, hesitei. A gente tinha o fim de semana inteiro sem ninguém pra atrapalhar e tinha confiança. Nenhuma reação do Oscar tinha sido maldosa, o que me deixou com a ideia de ser vista de outro jeito. Não pensei muito e num instante já tava Nu, tirei o short de praia e percebi que tanta excitação subindo e descendo tinha deixado meu pau todo molhado e brilhando de sucos. Sequei ele com o short e, sem pensar muito, coloquei a tanga. Peguei uma toalha grande e amarrei ela como um pareô enquanto caminhava até a sala. Fui e sentei do lado do Óscar, que, vendo a toalha, me perguntou se eu ia pra piscina. Olhei fixo pra ele e falei: "nem se empolga, te mostro, mas calmo, hein!" O — Nããão!!!! Valeu, o sonho do cara ha ha. Olhei pra ele como quem diz pra se comportar e me levantei do sofá. Virei de costas pra ele e esperei. Tinha pensado em abrir a toalha, mas esperei ele fazer isso. Ouvi ele perguntar "posso?" E, olhando por cima do ombro, fiz sinal que sim com a cabeça. Me sentia nua, porque minha mulher me colocava sutiã e calcinha pros nossos jogos e eu me sentia quase como se fosse uma mulher que tava de peitos de fora quando tava de tanga. O que veio depois me surpreendeu, porque achei que ele fosse levantar a toalha pra olhar ou desatar o nó, e em vez disso, senti as mãos dele agarrarem minhas nádegas. Dei um pulinho e fiquei no lugar, sentindo como ele ia arregaçando a toalha sem parar de tocar minha bunda. Até que ele disse "vamos ver o que tem aqui!!!" E conseguiu levantar ela até minha cintura, deixando a mão esquerda segurando, permitindo que minha rabeta ficasse à mostra. Na hora, senti a mão direita dele pegar minha perna esquerda por trás. Foi firme. Ele tem 1,86m, é um homem corpulento, braços e pernas peludos, sempre com barba de uns dias, que cresce rápido, e eu, embora não seja afeminado, sou mais lisinho, bem mais baixo e magro e quase não tenho barba, somado ao fato de que tava de tanga e descalço, do lado dele sou tipo uma menina e senti isso naquele momento. Desde que casamos, não tinha tido nada com ninguém do mesmo sexo e minha mulher nunca quis ménage nem nada parecido com ninguém. Também não é que eu sentisse atração por homens. O sexo com ela sempre foi Satisfatório e nos nossos jogos tinha de tudo, mas nunca deixei ele sem cock e ela já desmaiou mais de uma vez quando eu me dedico a chupar a buceta dela e enfiar a língua na Booty dela. Ela faz roleplay comigo, mas sempre termina com a porção de cum dela e os orgasmos merecidos. Mas aqui tinha rolado uma situação que fluiu naturalmente pra algo sexual. A mão dele na minha perna arrepiou meus pelinhos e quando senti aquela mão áspera subindo, minhas pernas amoleceram e mais ainda quando ouvi ele... O – Fica divina em você, mostra uma Booty linda. Y – Br...brigada Minha voz tremia e eu continuei parada, sem saber o que esperar. A mão dele chegou entre minhas pernas e parou a 1 centímetro de tocar o tecido, apertando minha coxa num carinho firme que me fez balançar e pra não cair estendi minha mão esquerda até apoiar no ombro dele, o que me fez virar pra esquerda e ele tirou a mão. Fiquei de frente pra ele e ele continuou dizendo “linda, linda, você é toda uma gatinha, você tá linda”. Não soube responder e ele agarrou minhas duas nádegas e senti os dedos dele sumirem por baixo do tecido e sem hesitar os dedos dele se encontraram de frente e juntos subiram sulcando minha racha e passando firme sobre meu cu até chegar na parte de cima da calcinha fio dental. Já não era o álcool me controlando, eu tava consciente de que tava permitindo tudo aquilo e mais. Os dedos dele voltaram juntos pra baixo e ao chegar no meu cu pararam numa carícia circular, forçando só a entrada de uma falange do indicador e um gemido escapou de mim enquanto eu me agarrava na cabeça dele e apoiava minha barriga no rosto dele, sentindo os dedos dele na minha intimidade. Ele me afastou um pouco pra puxar a calcinha fio dental e ver minha área pubiana, mas não esperava ver o que viu e falou “você tá toda molhada e depilada, é tipo uma buceta macia isso”. Me olhei e notei que meu cock tinha encolhido e dava pra ver na calcinha fio dental uma manchinha de umidade, mas era uma bagunça de tão molhada que eu tava por dentro e meu pintinho tinha encolhido e tava todo melado e brilhoso. – Huy, sim, vou me trocar… O- Nãooo, espera, não vai embora ainda. Eu tinha dado um passo e ele me segurou, mas aproveitou pra me deixar de costas pra ele. A mão esquerda dele na minha cintura, a direita entrando na calcinha fio-dental, apoiando no meu púbis, começando uma massagem circular como se fosse uma massagem numa buceta, e foi uma sensação incrível. Comecei a tremer, e muito. Num momento, sinto que ele intensifica a massagem e meu pau mole roçava as costas dos dedos dele, mas ele acariciava uma suposta ppk, enquanto a mão esquerda subiu pra pegar meu mamilo e acariciar, foi tipo um estopim. Senti uma torrente de porra e, mesmo com meu pauzinho mole, gozei tudo dentro da calcinha rosa da minha mulher, fazendo os dedos do Oscar se molharem e agora deslizarem suavemente sobre minha falsa buceta de putinha. O que aconteceu depois, até hoje me endurece o pau quando lembro. É como se ele se recusasse a parar, se recusasse a tirar os dedos dali, e apertou meu peito esquerdo, fazendo eu me apoiar no rosto dele, sentindo ele beijar minhas costas e começar a tirar a mão do meu pauzinho, deixando um rastro de porra ao sair. Virei a cabeça e o que vi me explodiu a mente. Ele levou os dedos cheios de porra até o nariz e, inspirando fundo, fechou os olhos, pra depois, sem hesitar, levá-los à boca e encher a língua de gozo, fechar os lábios e chupar tudo que pôde daquele líquido viscoso. Levantou o olhar e, vendo que eu observava, enfiou a mão de novo na calcinha fio-dental, juntou toda a porra possível e levou direto pros meus lábios, que se abriram obedientes pra se fechar com os dedos na minha boca, deixando-os limpos de novo. Virei meu corpo e, ao ficar de frente pra ele, vi que, sem eu perceber, ele tinha tirado a sunga e o pau dele gotejava mole sobre a própria roupa que estava no chão. Nem sei em que momento ele tirou, nem como se masturbou, o que pude ver foi uma quantidade enorme de porra em cima da sunga dele. Fiquei tentada a me ajoelhar pra comer tudo aquilo e enfiar o pau dele na boca, mas a temperatura sexual foi esfriando rápido e nisso senti um tapa forte na minha bunda enquanto ele dizia "que puta gostosa você é, te comeria toda, mas agora vamos tomar banho". Assim cortou aquele clima e a gente foi pra água. Ia pegar a toalha do chão e sinto ele falar "espera, não vai precisar disso" e percebo as mãos dele pegando as laterais da minha tanga e começando a baixar devagar, o que me fez arquear as costas e me inclinar pra frente, deixando as pernas esticadas e minha bundinha empinada. Ele tirou tudo e, peladinha, peguei a toalha e fui pro banheiro. No meio do caminho virei pra ver se ele vinha e vi de novo: a boca dele chupando todo o esperma da tanga e engolindo com gosto. Quando saí do banheiro, me secando, vejo ele vindo pelado da piscina com a toalha na mão. Pensei que a gente fosse ver TV ou algo mais, mas em pouco tempo percebemos que ninguém aguentava mais ficar acordado. Já eram quase 5 da manhã e o calor não dava trégua, então fomos pro meu quarto, que tem o ar-condicionado mais silencioso, e nos jogamos na cama. Acho que nem três minutos demoramos pra dormir. Ideias loucas já passavam pela cabeça antes de pegar no sono, mas às vezes rola e às vezes não rola do jeito que a gente espera. Agradeço as mensagens no privado e nem preciso dizer que as fotos de vocês são bem-vindas — esses peitos, bucetinhas, paus e bundas não vão se mandar sozinhos. E adoraria ler as experiências de vocês.
5 comentários - O álcool me fez falar demais...
conta mas !