Qué suerte tener a mi tía como educadora

Minha adolescência foi uma aventura que me trouxe muitas emoções, das quais tirei quase toda minha experiência sexual. Lembro de tudo perfeitamente, primeiro pelas novidades que vivi naqueles anos, mas também pela intensidade.
Sou o primogênito, me chamo Antonio e tenho outros dois irmãos: Esteban e Felipe.
Minha mãe Myrian nos deu à luz com um ano de diferença um do outro, e foi, como sempre foi, uma boa mãe, nunca nos faltou nada, talvez um pouco conservadora demais, rígida com certas regras daquela época e influenciada também pela Igreja. Na nossa família, alguns assuntos eram tabu.
Nesse ambiente familiar, pouco permissivo, cresci sem muitos problemas, pelo menos até meus 16 anos. Fui o primeiro dos meus irmãos a passar pela puberdade e, infelizmente, fiz isso sem a ajuda de nenhum adulto. Nem meu pai nem minha mãe me ensinaram nada sobre sexualidade. Esse silêncio sobre o assunto me incomodou muito, além dos sentimentos de culpa que vinham do meu pároco quando eu ia me confessar.

"Querido filho, você cometeu atos impuros? Quantas vezes você se tocou?"
"Padre, esta semana me toquei só uma vez!"
Parecia indigno mentir descaradamente para um padre, mas obviamente não podia contar toda a verdade, então me limitava a confessar uma punheta por semana. Na real, eu batia uma duas ou três vezes por dia, às vezes até quatro. Uma vez, brincando com os colegas de escola, fizemos uma competição pra ver quem gozava mais, e nessa ocasião ganhei a competição com seis gozadas! A sexta foi dolorosa e saiu do meu pau uma única gota!

Com o tempo, o grupo de colegas ganhou também meus dois irmãos, obviamente quando eles também já tinham atingido a puberdade. Resumindo, éramos um bom grupo de garotos, tarados, safados e com muitas fantasias na cabeça.
Naquelas tardes longas e entediantes, nosso objetivo era sair da monotonia e fazer novas experiências. Qualquer coisa servia, contanto que a fantasia se soltasse. E foi assim que um dia a gente fazia uma corrida pra ver quem mijava mais longe, no outro dia era uma corrida pra ver quem tinha o pau mais comprido, ou o mais reto, ou com a cabeça mais inchada. Depois de esgotar todos os argumentos sobre o pau, a gente passou pro cu. Quem tinha ele claro, quem era escuro, quem era peludo ou depilado, até chegar nos testes de penetração, e aí começaram as corridas pra ver quem conseguia enfiar o objeto maior. Mas essa é outra história que vou contar outro dia.

Enfim, meus irmãos e eu estávamos nos tornando adultos autodidatas, e isso podia até parecer bom, se não fosse pelo fato de que no nosso grupo faltavam as mulheres. Eu nunca tinha visto uma menina da minha idade pelada, muito menos tocado numa. Bom, esse era o nosso limite, um limite infelizmente intransponível. E assim, meus irmãos e eu passávamos alguns momentos do dia brincando tranquilamente com nossos corpos, nos afogando em punheta!

Um dia, meus pais tiveram que viajar pra levar meus irmãos num acampamento que ficava a muitos quilômetros de nós, iam ficar fora o dia inteiro, e aí minha mãe Myrian pediu pra irmã dela me ajudar: cozinhar, nos estudos e dar uma limpada.

A tia Bri, como a gente chamava, topou na hora, e naquela manhã ela entrou em serviço bem cedo, eu ainda tava dormindo quando a Bri já tinha preparado o café.

Ouvi baterem na porta do meu quarto:
"Antonio, levanta que o café tá pronto"
Com dificuldade, me levantei e me vesti, e com a mesma dificuldade saí do quarto pra chegar na sala de jantar.

A tia Bri é completamente diferente da mamãe, nem parecem irmãs.
Minha mãe é severa, a tia é boazinha; mamãe é crente, minha tia não!; mamãe é magra, minha tia é peituda; mamãe não tem bunda, a tia tem uma bunda que fala!

Enfim, me parece bem óbvio que a tia Bri era o assunto constante das minhas sonhos eróticos.

Sento na mesa e espero a tia chegar com a bandeja e as xícaras cheias de porra e café. Um baque seguido de gritos gelou meu sangue, me viro e vejo a pobre tia caída no chão com toda a porra em cima dela e do vestido! A coitada tinha escorregado, jogando meu café da manhã no lixo, mas o que acabou de acontecer não posso descrever como um acidente, foi mais aquele evento que depois deu vida a toda uma sequência de fatos, muitos dos quais vou descrever com carinho nesse relato.

"Meu Deus, quase me matei! Me perdoa, Antônio, preciso tomar um banho agora e me trocar, se você tiver um pouco de paciência, depois te preparo o café de novo"

Dito isso, a tia foi direto se lavar, enquanto eu, pra mostrar que tava ajudando, juntei os cacos e limpei o chão da cozinha.

Depois da minha tarefa de bom sobrinho, guardo os panos no armário, quando ouço o barulho do chuveiro e a tia cantando. Curioso, me aproximo do banheiro pra ouvir melhor, a tia canta muito bem! Ao me aproximar, noto a porta do banheiro entreaberta, a tentação de dar uma espiada é forte demais, não resisto e estico a cabeça, e percebo que até a porta do box não está fechada! Que oportunidade nas minhas mãos; esse foi meu primeiro pensamento. Imediatamente apago a luz do corredor pra ficar na sombra, e então curto vendo minha tia se ensaboar. Quando a tia começou a esfregar os peitos, foi o momento crucial pra mim, não aguentei a tentação de abrir a calça e pegar na mão meu pau que já tinha chegado no máximo da dureza! Minha mão deslizava pra cima e pra baixo com força na pele da minha rola, cobrindo e descobrindo a cabeça que enquanto isso tinha inchado roxa de tanto sangue circulando! Mas naquela hora eu era pouco mais que um adolescente e não tinha nenhuma experiência, muito menos autocontrole, então logo gozei orgasmo com uma gozada excepcional!
Tive que parar na hora e consertar a bagunça, limpando todas as gotas de esperma e as superfícies manchadas, exceto o candelabro do corredor! Pois é, a potência foi tanta que o jato da minha porra foi de pelo menos um metro e meio!

Torci pra tia não ter percebido nada, senão teria me ferrado feio!

Volto pra cozinha e me acalmo esperando ela voltar.
Depois de uns dez minutos, a tia aparece de novo com roupa nova e o cabelo enrolado numa toalha, chega perto de mim com um sorriso na cara.

Ao pensar no que tinha visto pouco antes, já não conseguia mais olhar pra tia com olhos inocentes, me lembrava daquele peitão dela!
"Antonio, obrigada por esperar e limpar toda a bagunça que fiz. Você e eu somos um bom time, e não vai contar nada pra minha irmã sobre a cagada que fiz, né, Antonio?"
"Por tão pouco, tia, pode contar comigo!"
"Bravo, Antonio, assim como eu não vou contar pra sua mãe que você me espionou no banho e que bateu uma até sujar o candelabro com seu esperma!"

Ao ouvir isso, eu deveria ter congelado, mas talvez por causa do sorriso e do tom doce das palavras da tia, fiquei calmo e relaxado.
"Viu, meu querido sobrinho, todos nós fomos adolescentes, você acha que na sua idade eu não fazia a mesma coisa?"
"Mas você, tia, não tem pinto, é diferente!"
"Que eu não tenho pinto, é o que você diz! Eu tenho algo parecido que talvez você ainda não conheça. Acho que chegou a hora de te ensinar como é o corpo de uma mulher, e se você quiser, eu serei sua professora e você meu aluno. Quer começar esse curso de educação sexual?"
"E ainda pergunta, tia? Claro que sim. Sou todo pinto... ops, todo ouvidos, queria dizer!"
"Mas se eu sei, Antonio, que você é todo pinto, aliás, você tem um belo órgão sexual... posso?"

Apontando pra minha virilha, eu concordei, e ela desabotoou minha calça e a baixou, depois com cuidado abriu a cueca e as... desceu lentamente, descobrindo que meu pau tinha virado uma vara de aço!


Qué suerte tener a mi tía como educadora

Muito bem, Antônio, senta e fica levemente inclinado pra trás, abre as pernas... assim tá bom. A gente começa pela ponta." Os dedos dela já tinham alcançado a área afetada... "Essa parte se chama glande, e por essa fenda..." com dois dedos ela alargou a fenda da glande... "sai tanto seu xixi quanto seu esperma, mas lembra que com o pau duro você não consegue mijar, só pode gozar o esperma que..." descendo os dedos pela minha vara venosa... "é produzido aqui dentro dessa bolsa de pele, onde tem dois testíbulos." Agora as duas mãos dela estavam acariciando meus testíbulos, e o prazer era tão imenso que meu pau, na ereção, tinha espasmos musculares, como se quisesse crescer mais uns centímetros. Aí eu vi que ela levou a mão na boca e depositou um pouco de saliva no dedo do meio, que lentamente desceu... eu já não entendia mais nada, tava completamente nas mãos da Bri e, pior ainda, confiava cegamente nela.
Uma sensação molhada ao redor do ânus me surpreendeu, mas não reagi, depois senti uma leve pressão... e sem me opor, o dedo da minha tia entrou, fez uns movimentos que não consigo descrever e depois foi pressionar algo que me desencadeou um orgasmo, fazendo eu gozar uma segunda vez e com a mesma potência!

"Viu, Antonio, tanto homens quanto mulheres têm pontos sensíveis. Isso que acabei de ativar é um dos pontos erógenos do homem e é muito poderoso."

"Antonio, você já teve um orgasmo com esse sistema?"

"Não, tia, tenho que admitir que isso é novidade pra mim!"

"Fico feliz, e tenho certeza de que poderia te ensinar muitas outras coisas. No momento, quero só fazer uma pequena observação: notei sua tendência a gozar rápido."

"E isso, tia, é um problema?"

"Em alguns casos, sim. Só temos que descobrir o motivo e depois encontrar uma solução, mas primeiro quero que você saiba algo sobre o mundo das mulheres. O prazer da mulher brota de uma série de movimentos, muitos dos quais são gerados por um pau duro. Agora você pode entender também que, se você goza antes da mulher chegar ao orgasmo, fez um trabalho pela metade. No love, não se admitem obras inacabadas! O que acontece com o homem depois de uma gozada?"

"Comigo, o pau amolece."

"Com um pau mole, é impossível levar uma mulher ao clímax. Você tem que aguentar! Mas pelo que vejo, você é jovem, forte e saudável. Tem tudo pra manter uma ereção por muito tempo, talvez seja só questão de cabeça. Enquanto segurava ele na mão, sentia uma dureza excessiva na vara. Estou convencida de que, no seu estado de excitação, você está cometendo o erro de carregar e bombear muito mais sangue no seu sexo do que deveria. Esse esforço extra seu, além de não ajudar, faz você perder energia e deixa seu órgão sensível demais, a ponto de antecipar o orgasmo. O segredo é relaxar. Eu a escutava curioso, fascinado, arrebatado por aquelas palavras e aquela voz cativante.
Até aquele momento, nenhuma mulher tinha falado comigo com o pau na mão.
"Antonio, agora que você sabe um pouco mais sobre seu corpo, diria que chegou a hora de estudar o feminino."
Bri soltou suavemente o aperto no pau, sentou no sofá e apoiou os braços para trás, mantendo-se ereta, com a cabeça levemente inclinada para trás e o tronco esticado para frente. Lembro que ela usava um roupão que batia na altura dos joelhos.
"A minha não vai ser uma aula teórica, aprende-se muito mais na prática. Antonio, sugiro que você comece a exploração pela minha parte de cima. Faça o que fizer, deve fazer devagar, observando, escutando, cheirando, tocando, tem que usar todos os seus sentidos... Vamos lá!"
Eu não acreditava no que ouvia, fiquei paralisado, imóvel, não sabia como nem por onde começar, estava envergonhado! Então a tia me lançou um olhar acompanhado de um sorriso e um movimento de cabeça que traduzido queria dizer "Vem!"

Me aproximei na frente dela, coloquei uma mão no braço dela e lentamente a levantei até o ombro, meus dedos enfiaram por baixo da lapela do roupão, levantei e fui descendo devagar, tirando do braço. Então levantei minha mão de novo, e peguei suavemente a alça do sutiã, levantei e repeti o mesmo movimento, mas dessa vez desci a peça ainda mais. Assim como ao amanhecer se vê o sol nascer no horizonte, eu vi aparecer a auréola de um dos peitos dela e seu raio de luz me deslumbrou! Continuei o movimento até descobrir o mamilo que já estava ereto, duro, túrgido. Os mamilos da tia são grandes, inchados e carregados de magia! Sim, têm um poder de atração enorme, mais que o magnético e ainda mais que o gravitacional! É desnecessário dizer que a ereção do mamilo produziu em mim uma ereção ainda maior do meu pau, que já estava sendo posto à dura prova! Desci todo aquele lado da peça, deixando o seio esquerdo nu. tia; era... era... lindo! Lindo, inchado, redondo, generoso...!
Depois, carregado com a experiência que acabara de ter, passei a despir o seio direito. Repeti todos os movimentos como se fosse uma cerimônia. E era mesmo! Eu era o sacerdote e a tia era o templo, e agora eu estava dentro do templo; sozinho na imensa beleza do templo. Se só o peito direito da tia já tinha me causado uma excitação gostosa, a visão do busto da Bri completamente nu é um espetáculo de tirar o fôlego, e não é só um jeito de falar. Em uma fração de segundo, me vi com a cabeça mergulhada naquelas curvas a ponto de quase faltar ar! O toque suave e delicado da pele dela, a aspereza dos mamilos, o cheiro natural do corpo dela tinham despertado em mim um apetite voraz.

vadia

Tinha diante de mim a abundância e eu não sabia por onde começar. Primeiro, lambo um mamilo, depois o segundo, e volto ao primeiro afundando os dentes, enquanto minhas mãos apertavam um seio de cada vez, como se fosse uma taça, e meu desejo era beber daquela taça. Muitos movimentos rápidos e convulsivos se alternavam entre lambidas, mordidinhas e chupadinhas.

Eu tinha perdido a noção do tempo, não sei dizer quanto tempo dediquei às tetas da Bri, só sei que não me cansava; na verdade, eu estava animado pelos gemidos da Bri e pelas mãos dela que apoiavam na minha cabeça, me afogando cada vez mais no "abismo" dela. Um abismo que agora estava coberto pelo rio da minha saliva.

O ritual progrediu maravilhosamente, até que a tia, como um maestro, decidiu mudar a música com um toque de varinha! A varinha era obviamente... eheheh senti a mão dela agarrar com delicadeza meu pau, me fez levantar a cabeça e me convidou a aproximar minha virilha do peito dela. Depois, pegou o pau com extremo cuidado, e da posição ereta que olhava para o céu, foi abaixando até colocá-lo no seio imenso dela e, com um gesto dos braços, mergulhou o pau entre as "tetas" dela.

"Agora, Antonio, não vou te sugerir mais nada, faz o que você sentir vontade."

Eu estava prazerosamente preso entre as tetas dela e, como um prisioneiro, tentava escapar daquele aperto mexendo a pelve. Via a cabeça do pau desaparecer entre as tetas e depois reaparecer até tocar os lábios dela. Quanto mais eu me mexia, mais a Bri apertava o pau entre as tetas. Quanto mais apertava, mais ele endurecia.

Quanto mais duro ficava, maior era a sensibilidade, e assim por diante até que... até que um disparo certeiro lançou um primeiro jato no rosto da Bri, um segundo jato acertou a boca, um terceiro chegou até o queixo, e depois vieram uns movimentos, ou melhor, impulsos que provocaram o esvaziamento total no peito dela. Me entreguei exausto, mas a tia não teve piedade de mim; com doçura, limpou tudo com a língua voraz e retomou posse do pau já mole pra dar vida de novo. "Não, Bri, por favor, para" Mas ela parecia surda, e continuava firme e determinada. Parecia uma salva-vidas tentando reanimar um corpo sem vida... e depois de uns minutos, o que parecia um cadáver voltou a viver! A tia fez um milagre! Mas também não teve pena de Lázaro, que depois de uns minutos tropeçou pela segunda vez!
Tava assustado, mas o que mais me assustou foi a reação da minha tia!
Antonio, se prepara pro pior, isso de hoje foi só uma amostra!
tia






2 comentários - Qué suerte tener a mi tía como educadora

🍓Aquí рuedes dеsnudar a сualquier chica y verla dеsnuda) Рor favor, puntúala ➤ https://tr.ee/eroty