Vizinho nojento Parte I

Olá, me desculpa pela demora, tava super atolado de coisas e fiquei sem inspiração, mas agora vou voltar com novas histórias bem picantes. Dessa vez, vou contar uma história interessante pra vocês. ------------------------------------------------------------------- Tudo começou no verão passado, minha mãe recebeu um e-mail da empresa dela pedindo a transferência dela como apoio pra uma filial no sul. A mensagem foi de repente, mas era bem paga e com grandes promessas de promoção. Depois de umas discussões sobre prós e contras, ficou decidido que eu e minha mãe íamos nos mudar primeiro, enquanto meu pai e minha irmã ficariam mais um tempo até ele conseguir um emprego na mesma cidade.Vizinho nojento Parte IA mudança foi demorada, mas sem problemas. O complexo de apartamentos pra onde a gente se mudou tinha umas comodidades luxuosas por parte da empresa e era espaçoso. Os primeiros dias foram focados em se adaptar ao novo ambiente; fizemos as visitas de praxe pros vizinhos. Todos foram amigáveis e acolhedores — ou quase todos. Na frente do nosso apartamento morava o senhor Henry, um cara de uns 50 anos com cara de que todo mundo deve dinheiro pra ele. Era gordo, tinha uma aparência velha e feia, além de exalar um cheiro estranho forte. Quando fomos cumprimentá-lo, o sujeito não parava de dar olhares lascivos pra minha mãe, o que não me surpreendeu, porque minha mãe é uma mulher de 36 anos. Ela mantém a beleza jovem, além de um corpo escultural: uns quadris delicados, mas esbeltos, de ampulheta, que acentuavam as bundas redondas em formato de pêssego, e os peitos nada pequenos, tamanho D, redondos e firmes.vadiaNo começo, não me incomodei com as insinuações do cara pra minha mãe, mas a tentativa descarada dele de passar a mão nela, além da abordagem idiota de paquera, me deixou muito desconfortável. Não aguentamos mais e, trocando um sinal com minha mãe, nos despedimos do cara e voltamos correndo pro nosso apartamento. Essa visita deixou um gosto amargo na boca, mas logo esquecemos o assunto — afinal, era só um cara estranho sem importância... que ingênuo eu fui...VizinhoNos dias seguintes, comecei a escola e minha mãe começou o trabalho nessa filial. Tudo correu com relativa normalidade: me saí bem na escola, fiz novos amigos, e minha mãe também se deu bem no trabalho, se adaptou rápido e começou a fazer novas amizades. Bom, teve uma coisa que começou a nos deixar desconfiados: o cara da frente começou a ter comportamentos estranhos. Primeiro foram pequenas coincidências, como sair na mesma hora que minha mãe ou ir jogar o lixo fora ao mesmo tempo. Nada demais, segundo minha mãe, mas pra mim parecia suspeito, especialmente por causa das insinuações constantes dele. Mas não tive escolha a não ser deixar pra lá... que grande erro.cuckUm mês passou rápido, já estávamos na maioria acostumados com o novo ambiente. O vizinho foi se metendo cada vez mais nas nossas vidas. Eu detesto isso, mas minha mãe não pareceu se importar — eles viraram "amigos" rapidinho, e ele começou a frequentar nosso apartamento. Tentei fazer minha mãe cair na real, mas só consegui ficar de castigo. Aquele cara parecia tirar sarro de mim toda vez que a gente se via, com aquele sorriso arrogante e aquela risada nojenta. Eu realmente odeio ele, mas não pude fazer nada. Sou um moleque fraco e magricela, além de me parecer com minha mãe e ter um corpo meio feminino — não tenho nada pra parar aquele tipo...cuckoldO tempo passou rápido e o dia da desgraça chegou. Eu estava voltando da escola tranquilamente, mas com um mau pressentimento rondando meu interior. O caminho até o apartamento foi rápido; não sei por quê, mas me senti preocupado e hesitante em entrar. Sem outra opção, entrei. Tudo estava escuro e dava pra sentir um cheiro estranho tomando conta do ambiente. Não pude evitar sentir meu peito apertar...

Devagar, caminhei pelo corredor até a sala, onde vi algumas roupas espalhadas por todo lado. Só pude pressentir o pior. Com a mente em branco e o coração a mil, só consegui me dirigir ao quarto da minha mãe, de onde saía uma luz pela porta entreaberta e os barulhos leves que só confirmaram minhas suspeitas... eram gemidos. Gemidos da minha mãe sendo fodida por aquele tarado feio. Eu podia ver os dois: minha mãe de quatro, sendo brutalmente penetrada por aquele homem, que batia com as mãos calejadas nas bundas firmes e macias dela, deixando marcas vermelhas fortes. Tudo isso enquanto aquele homem gritava barbaridades e minha mãe soltava gemidos altos...

Eu só conseguia ver eles por trás. Aquela cena foi impactante e... excitante. Sim, eu estava ficando excitado. Era estranho e novo, mas essa era a verdade inegável. Minha pequena rola estava ficando dura ao ver minha querida mãe sendo fodida até perder a consciência por aquele homem nojento.

A cena continuou pelo que pareceram horas. Eu parado do lado de fora daquela porta, que agia como uma linha fina de separação entre mim e aquele mundo de perversão. Só pude ver minha mãe ser fodida em todas as posições imagináveis, tomando porra em cada um dos buracos dela e sendo subjugada por aquele homem e sua rola horrível até ficar um bagaço, toda suja de porra fedorenta, largada na cama igualmente imunda, enquanto aquele homem usava a boca dela pra limpar os restos. de porra do pau dele quando de repente se vira pra porta com um sorriso nojento me encarando sem parar o ato vulgar de usar a boca da minha mãe como o limpador pessoal dele.PauzaoEu só consegui recuar devagar até sair correndo sem rumo, esperando escapar daquele pesadelo que tanto me excitava.esposa putaContinua. Aliás, tô procurando alguém pra me ensinar um pouco de roleplay sissy, alguém interessado? Chama no dm, beijos.

2 comentários - Vizinho nojento Parte I

Exelente historia quiero ver más y si quieres saber más de lo de las sissy hablame y te puedo ayudar