Meu Prazer: Compartilhar Minha Esposa

Tudo aconteceu num jantar e depois de algumas bebidas, convidei ela para o cinema. Fomos na última sessão de um filme que estava saindo de cartaz, e por ser a última sessão, quando entramos, éramos os únicos na sala — pelo menos era o que a gente pensava. O filme não era lá essas coisas, e eu aproveitei para começar a apalpar e excitar ela. Senti que, por causa das bebidas, ela estava respondendo bastante às minhas carícias. Eu a abracei com meu braço esquerdo enquanto massageava os seios com aquela mão, e com a outra acariciava as pernas dela, levantando a saia que era bem justa. A blusa dela era de alcinhas, com um sutiã strapless de meia taça. Desci as alcinhas e libertei aqueles peitões maciços, apertando os seios dela. A entrega dela era evidente — ela mordia os lábios para não fazer barulho, já estava com as pernas abertas e minha mão invasora entre sua fenda por cima da calcinha. Ela se deixou levar totalmente ao meu bel-prazer.

Era excitante vê-la com os olhos fechados, a boca aberta, a blusa e o sutiã quase na cintura, assim como a saia, e as pernas abertas com a virilha exposta, só coberta pela calcinha branca, tentando não soltar um gemido que ameaçava escapar dos lábios dela.

Senti um movimento e, sem parar de mexer nela, olhei discretamente para trás e vi um cara nos observando a cerca de três fileiras. Isso me excitou ainda mais, e minha mão entrou dentro da calcinha dela, esfregando o clitóris. Isso fez ela pegar fogo de vez, se abandonando totalmente, soltando os braços e abrindo ainda mais as pernas. Quando percebi, aquele cara já estava na fileira de trás observando, esfregando o pau por cima da calça. Eu chupava os peitos da minha mulher enquanto minha mão direita não parava de dedar sua bucetinha.

O cara se inclinou em direção ao assento dela enquanto me olhava, como se pedindo permissão. Eu fiz um leve sinal com a mão esquerda, e ele se levantou, se aproximando dela. Quando ele a segurou pelos ombros com as duas mãos, ao mesmo tempo eu... Soltei os seios que estava mordiscando com minha boca e liberei sua bucetinha para imobilizá-la com as duas mãos. Ao sentir o contato, ela abriu os olhos e tentou se endireitar, me olhando, mas sem dizer nada. Como eu a segurava pelas mãos e ele baixou as dele para seus seios, ela ficou pressionada contra o assento, enquanto me perguntava:
— O que foi, o que você está fazendo?

Aproximei minha boca de seu ouvido esquerdo e sussurrei:
— Não é nada, gatinha, não é nada, não é ninguém, só você e eu para aproveitar.

Enquanto mordiscava sua orelha e beijava a mesma, sua bochecha e pescoço, notei como ele apertava seus seios e beliscava os mamilos. Senti que ela já não lutava, mas permanecia tensa, sem dizer nada nem deixar transparecer nada.

Minhas mãos soltaram as dela, e voltei a atacar sua virilha, que ela havia fechado. Minha mão direita acariciava suas pernas e, fazendo pressão, tentava abri-las, mas ela mantinha sua postura. Optei por sussurrar em seu ouvido, tentando excitá-la, dizendo coisas como:
— Aproveita, minha vida, somos só você e eu, ninguém mais, você está linda assim.

Enquanto observava seus seios serem apalpados pelo cara desconhecido, pouco a pouco ela foi cedendo, e suas pernas se abriram para oferecer novamente sua boceta aos meus dedos invasores. Ela já gemia suavemente e fechou os olhos novamente para se entregar às nossas mãos, enquanto eu continuava excitando sua lascívia, falando em seu ouvido.
— Que gostosa você está, minha putinha, está deliciosa assim com as pernas abertas para mim. Gosta do que estou fazendo?

Ela assentiu com a cabeça sem abrir os olhos, nem parar de gemer suavemente.
— Não se preocupa, minha putinha, não é nada, nem acontece nada, são só umas carícias, aproveita, sou só eu.

Ela abriu os olhos, virou-se para mim e disse suavemente:
— Que não me faça nada, por favor, não me entrega.

Enquanto fechava os olhos novamente e voltava a gemer. Fiz um sinal ao desconhecido para indicar que se aproximasse de nós, e ele rapidamente obedeceu. Logo estava sentado ao lado esquerdo de ela, levantamos os apoios de braço, e agora eram duas mãos disputando a virilha dela, e duas bocas saboreando seus seios, ela estava totalmente entregue, se deixando levar.

Vi como ele soltou o pau para esfregar nela enquanto continuava apertando e invadindo o corpo da minha adorável esposa, fiz o mesmo para me masturbar lentamente enquanto via aquele corpo que sempre foi só meu ser atacado por outro homem com o abandono dela e, o que era mais perturbador, na minha frente, com meu consentimento.

Ela continuava de olhos fechados e boca aberta, a cabeça se movia lentamente de um lado para o outro enquanto as mãos dela se agarravam ao assento, com os seios expostos e as pernas totalmente abertas e sua calcinha de lado, deixando à mostra sua linda bucetinha brilhando de tão excitada que estava. A diferença era que eu já não a tocava, era só ele que a penetrava com os dedos e mordiscava os seios.

Peguei a mão direita dela e fiz com que envolvesse meu pau ereto, ela apertou e eu, ajudando, fiz com que ela me masturbasse lentamente. Vi como ele também pegou a mão dela para que fizesse o mesmo, mas ela se recusou, agarrando a mãozinha esquerda no assento. Ele, com cuidado, acariciou a mão dela e tentou de novo; a mão dela se soltou do assento, mas resistia em chegar até ele. Sem pressa, ele foi induzindo até que a mão dela repousou no pau dele, mas sem se atrever a mais, só colocou a mão por cima. Ele não forçou além e deixou a mão dela assim em cima do pau, mas sem parar de pressionar a própria mão sobre a dela, enquanto ela me masturbava e a ele só tocava.

Entre nós dois, começamos a apalpá-la de novo — as pernas, abrindo-as ao máximo, a bucetinha, os seios — e beijávamos alternando nossas carícias. Logo, as mãos dela trabalhavam ao mesmo tempo em nossos paus.

Fiz um sinal para ele se levantar; ao fazer isso, ele a soltou e eu a peguei em meus braços, beijando-a. docemente e falando palavras suaves e excitantes para ela.
- Assim, minha rainha, que gostosa você é, te amo minha vida, aproveita meu amor, você é minha neném linda -. Dizer isso e continuar a dedilhá-la e apertar seus seios a fazia se entregar ainda mais. O cara estava de pé com o pau ereto ao lado dela, esperando o que fazer em seguida.

Peguei o rosto dela com as duas mãos e o direcionei para o pau dele sem parar de beijá-la, dizendo: - Abre a boquinha, minha vida -.

Ela, ao sentir o toque do pau dele no rosto, resistiu e virou o rosto para mim, sussurrando: - Não, por favor, não me faça isso -.

De novo a beijei docemente sem parar de acariciá-la e apenas disse: - Sou eu, minha vida, é o meu pau, aproveita, não é mais ninguém -.

Novamente segurando seu rosto, guiei-o em direção ao pau dele. Ela não ofereceu muita resistência, mas continuava se negando. Peguei seu rosto com uma mão na bochecha esquerda e com a outra no queixo para que abrisse a boca, o que consegui, já que ela abriu lentamente a boca e ele aproveitou para aproximar seu pau. Observei aquele pau entrando pouco a pouco em sua cavidade bucal até quase engolir tudo, então ele gentilmente começou a meter e sacar enquanto eu colaborava empurrando seu rosto para trás e para frente. Ele fechou os olhos, aproveitando o boquete que minha esposa estava dando.

Soltei-a e ela continuou com sua função sem precisar ser guiada, chupando o pau com maestria como se fosse o meu. Minha mão estava no meu pau, me masturbando, vendo minha adorada mulherinha chupando o pau de outro homem.

Então, pegando sua perna direita, levantei-a, abrindo sua virilha, e comecei a dedilhá-la de novo, afastando sua calcinha e introduzindo meus dedos nela. Ela soltou momentaneamente o pau que estava na boca e virou para me olhar, com os olhos brilhantes e semicerrados, e sem dizer nada voltou a atacar o pau dele.

Pegando meu pau com uma das mãos, aproximei-o de sua bucetinha encharcada e, com um pouco de esforço devido ao desconforto, fui introduzindo-o nela. Ela sentiu o prazer e começou a gemer com o pau dele dentro da boca, torcendo o quadril em busca de mais penetração. Comecei a comê-la com uma excitação febril, apertando seus seios. Ela logo gozou, o corpo tremendo e se contorcendo como nunca antes. Eu não aguentei muito e gozei dentro dela. Enquanto puxava seu quadril, me abracei a ela e observei como ela continuava chupando o pau dele. Acho que ela sentiu que ele estava gozando, porque soltou, e ele tentou enfiar de novo na boca dela, mas ela recusou e continuou só com a mão, direcionando o pau dele para o vazio. Ele ficou tenso, gozando e se contorcendo, aproveitando a descarga.

Quando ele terminou de se esvaziar, fiz sinal para ele se afastar. Ele se limpou como pôde, ajeitou a roupa e foi embora. Eu abracei minha esposa e, sem dizer nada, beijei-a com suavidade e ternura. Ela ficou quieta e em silêncio.

Eu não tive coragem de dizer nada. Agora, frio, com a boca seca e a mente clara, não conseguia encontrar palavras para esclarecer o que aconteceu, o que a pressionou a fazer, a deixar outro aproveitá-la e eu aproveitar, tê-la tratado como uma puta. Ela também não disse nada. Em silêncio, tirou do bolso uns lenços descartáveis e limpou a virilha, ajeitou a roupa e, olhando fixamente para mim, só disse: "Já?".

E se levantou. Eu rapidamente guardei meu pau na calça, me levantei e procuramos a saída.

Não houve palavras, nem reclamações, nem explicações. No fundo, fiquei aliviado por ela não ter dito nada nem pedido explicações, já que eu não saberia dar. Os dias passaram e tudo continuou como se nada tivesse acontecido, mas tinha acontecido. A prova foi que, alguns dias depois, ao fazer sexo, minha mente se distorcia ao lembrar do ocorrido, e minha excitação aumentava. A resposta dela foi mais intensa que antes, talvez também relembrando o que aconteceu. O sexo foi recompensador para nós dois. curtíamos mais intensamente, sem falar sobre isso, mas aproveitando a lembrança.

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