Olá! Já que vi que vocês gostaram dos meus dois posts anteriores, vou contar o que rolou ontem à noite. Já faz um tempo que tenho namorado, mas mesmo assim gosto de ser dos outros. Faz umas duas semanas que baixei o Tinder por pura curiosidade, já que nunca tinha usado um app de namoro (preciso dizer que curto experimentar de vez em quando com mulheres). Eu configurei pra ver só garotas, mas que pudessem me ver tanto homens quanto mulheres. Não demorou muito pra eu dar match com elas, mas acabei dando match com alguém bem mais velha que eu, uma senhora de 45 anos, chamada Fernanda. Muito gostosa, corpo lindo pra caralho.
Começamos a conversa normal, de "oi", perguntas casuais pra conhecer gente, e atĂ© me elogiou, falou que eu era muito gostosa. Perguntei o que ela tava fazendo nesse tipo de app e se era bi ou lĂ©sbica, e ela respondeu que queria conhecer mais gente como amizade, que era casada e queria expandir o cĂrculo social. Me perguntou se eu tava atrás da mesma coisa, e eu falei que sim, mas que nĂŁo seria ruim conhecer uma garota pra sair ou ver no que dava.
Continuamos conversando até que ela sugeriu a gente falar pelo WhatsApp pra ter uma conversa mais fluida e melhor. Aceitei e começamos a trocar ideia. A confiança foi crescendo e, depois de duas semanas conversando, criei coragem pra chamar ela pra sair.
Eu: "Ah, queria te perguntar uma coisa: se vocĂŞ nĂŁo tiver nada pra fazer hoje, topa sair pra jantar?"
Ela: "Claro, achei que a gente nunca fosse se conhecer kkkk. Tem algum restaurante em mente? Assim sei o que vestir."
Eu: "Sim, conheço um lugar muito gostoso, estilo cortês, com vinho e tal, é meio elegante. Tava pensando em usar um vestido ou uma calça social, blusa e salto."
Ela: "Perfeito, vou usar um vestido e antes de ir me fala como tá, se é demais pro restaurante ou se encaixa bem."
Eu: "Claro! Quer que eu passe aĂ pra te pegar?"
Ela: "Pode? NĂŁo queria te fazer dar volta."
Eu: "Pode sim! Me manda seu endereço e passo aà às 8, te parece bem?"
Ela: "Perfeito, Ă s 8 te vejo."
Ela me mandou o endereço dela. direção, eram 2 da tarde, então decidi tomar banho cedo, mas não sem antes ver o que podia vestir. Meu namorado me viu procurando roupa e me perguntou se eu ia sair. Respondi que sim, que ia jantar com uma amiga. Ele ia sair com os amigos, então me perguntou se eu queria carona ou se ele ia de carro. Eu disse pra ele ir de carro, que não tinha problema, que se divertisse. Ele me deu um beijo e foi embora. Entrei no banho, sentia a água escorrendo pelo meu corpo todo e quis esquentar meu namorado tirando umas fotos, dizendo que isso esperava por ele à noite.
Passaram as horas, as 8 pareciam uma eternidade, até que chegou a mensagem dele às 7.
F—Já tá pronta?
A—Sim, só passar um perfume e tô pronta.
F—De que cor você vai?
A—Deixa eu te mostrar.
F- Que cor lindo, e esse tom cai super bem nos seus lábios.
A- Jeje, valeu, gostosa.
F- Me dá sua opinião de como eu tô.
A- Nossa, você tá muito gostosa.
F- Ai, que linda vocĂŞ Ă©.
A- E isso que você tá lá fora?
F- Vim pegar minha bolsa no carro, já que não vou mais com ele.
A- EntĂŁo deixa eu ir me aproximando da sua casa.
F- Sim, já falei pro meu marido que mais tarde eu vinha, que se demorasse foi porque trombei numa festa no caminho.
A- Perfeito, hehe.
Entrei no meu carro e dirigi atĂ© a casa dela, tava nervosa, mesmo nĂŁo sendo a primeira vez que saĂa com uma senhora, era a primeira vez que saĂa com uma casada. Apesar do plano ser sĂł de amigas, eu queria saber se dava pra chegar mais perto. Cheguei pra pegar ela, a casa dela era enorme, mandei mensagem, ela saiu e eu nĂŁo podia acreditar no corpaço que apareceu, muito gostosa por sinal. Ela me cumprimentou com um beijo quando entrou no carro.
F- Nossa, você tá muito bonita.
A- Muito obrigada, mas vocĂŞ nem se fala.
F- Ai, que vergonha, hehe.
Dirigi atĂ© o restaurante que eu tinha reservado mais cedo. No caminho, a gente foi conversando sobre o que fazĂamos. Eu comentei se nĂŁo achava estranho sair com alguĂ©m bem mais novo, e ela disse que nĂŁo, que amizade nĂŁo tem idade. Chegamos no restaurante e pedimos uma garrafa de vinho pra animar a noite. A conexĂŁo entre a gente era mais que Ăłbvia, ela se sentia super Ă vontade, assim como eu. Ela tava sentada na minha frente, nossa mesa era daquelas de dois sofás, atĂ© que ela fala:
F- VocĂŞ se importa se eu sentar do seu lado?
A- Claro que nĂŁo.
Sentou do meu lado e, enquanto a gente conversava, o garçom chegou perguntando o que a gente ia jantar. Aà pedimos e encomendamos outra garrafa de vinho, porque a que a gente tinha já tava quase no fim. Ela colocou a mão na minha perna e disse:
F — Sabe, sinto que você não tá aqui comigo conversando ou saindo por amizade.
A — Ai, por que você diz isso?
F — É um restaurante muito bonito, uma taça de vinho bem romântica, além do mais, sou mais velha que você, sei que tá me paquerando.
A — Ai, que vergonha.
F — Por quĂŞ? Ruim seria se eu recusasse. Sabe, vocĂŞ Ă© muito gata, com esse vestido vocĂŞ tá uma delĂcia.
Ela apertou minha perna com força e me deu um beijo na bochecha. Eu não sabia o que fazer, mas tava mais que animada por ver que ela deu o primeiro passo.
F — Que tal se daqui a gente for pra uma festa dançar? A noite é longa e eu não falei que horas voltaria.
Eu concordei com a cabeça enquanto tomava meu vinho. Quando terminamos a janta, a gente já tava um pouco alterada. SaĂmos pra comer Ă s 22h20, entĂŁo fomos rápido no supermercado comprar bebida. Compramos duas garrafas de tequila, por via das dĂşvidas. Perguntei onde era a festa, e ela colocou a localização no celular dela. Ela de copiloto tava tĂŁo sexy, nĂŁo conseguia parar de olhar as pernas dela sempre que podia. Ela percebeu, pegou minha mĂŁo e colocou na perna dela.
F — Eu adoro quando pegam na minha perna enquanto tô de copiloto. É estranho, porque quem sempre faz isso é meu marido.
A — Bom, agora sou eu.
Eu passava a mĂŁo pra cima e pra baixo, sem querer levantei um pouco mais e vi a calcinha dela, uma fio dental preta de renda. Queria subir mais a mĂŁo, mas me segurei.
Chegamos na festa, e devo admitir que era boa mesmo, nĂŁo igual aquelas que a gente vai e sĂŁo super chatas. A mĂşsica era boa, o clima bom, tinha jogos de bĂŞbado como beerpong, e a gente participou. Entre uma dose e outra, a gente se aproximava cada vez mais.
F — Deixa eu te dar um shot, e depois você me dá um.
A — Vai, mas não tão longo.
Ela me deu um de 5 segundos, e eu dei um pra ela. Começaram a tocar reggaeton pra gente dançar mais. Pegadas, apagaram as luzes e colocaram aquelas coloridas que piscam. Peguei uma cadeira, sentei ela e comecei a dançar sexy pra ela. Sentia as mĂŁos dela tocando minha cintura, meus braços, tudo. As mĂŁos dela me seguravam firme, guiando cada movimento enquanto nossos corpos se encontravam num ritmo frenĂ©tico. A intensidade era tanta que o tempo deixou de existir, sĂł restava o prazer. A gente se encontrou na penumbra da festa, nossos corpos colados, minhas mĂŁos explorando a cintura dela. A respiração dela no meu ouvido me deixava louca. Cada carinho acendia uma faĂsca, e antes que eu percebesse, virei pra olhar pra ela, a gente riu e ela disse: "Preciso ir ao banheiro". Falei que acompanhava ela, e ela topou. Fiquei esperando do lado de fora, porque os banheiros da palapa eram individuais e tinha um privado lá dentro pra onde a gente foi. Depois de alguns minutos, ouvi um: "F- Ale, pode me ajudar a fechar o vestido, por favor?" "A- Claro, se quiser abrir." "F- Tá aberto." Assim que entrei, ela me puxou pela cintura, olhou nos meus olhos e disse: "F- NĂŁo sei se Ă© o álcool ou se sou eu, mas quero fazer isso." Trancou a porta, me puxou pra perto dela e começou a me beijar com muita paixĂŁo. Sentia a lĂngua dela entrando na minha boca, eu tava mais que excitada. A boca dela percorreu minha pele, devagar, como se quisesse saborear cada parte de mim. Quando voltou pros meus lábios, a fome que a gente compartilhava explodiu, e naquele momento sĂł existia o prazer de se sentir, sem nada nos separar. Ela se ajoelhou, abriu minhas pernas, afastou minha calcinha fio dental e começou a lamber como se estivesse se alimentando de mim. Eu gemia de prazer enquanto segurava o cabelo dela pra ela nĂŁo se afastar. "F- Adoro ver que vocĂŞ tá depilada." NĂŁo consegui nem responder porque ela continuava me lambendo gostoso pra caralho. Ela se levantou, viu minha cara de orgasmo e começou a me beijar enquanto enfiava os dedos devagar. Tomei o controle e desci pra fazer um oral nela tambĂ©m. Uma buceta gostosa, tĂŁo depilada, aparecia por trás daquela calcinha fio dental preta de renda, molhada e sexy. Comecei a lamber ela devagar. Pouco a pouco, eu queria cada vez mais. Virei pra olhar ela e falei: "A— vocĂŞ já veio preparada, gosto disso." Comecei a lamber ela como se nĂŁo houvesse amanhĂŁ, os gemidos dela me arrepiaram, parecia que a gente tava há horas dentro do banheiro, o espelho todo embaçado. "F— Ale, para, deixa eu botar suas tetas na boca, Ă© mais fácil com seu vestido." "A— mas pede de um jeito sexy." "F— Ale, quero suas tetas agora." Sentei a Fer no vaso, montei nela e puxei meu vestido pra baixo por cima pra dar liberdade, ela enfiou a boca nelas, eu gemia de prazer porque amo quando chupam meus peitos. Enquanto fazia isso, falei pra ela meter os dedos com a outra mĂŁo, ela me deixou toda dela, se antes eu já me chamava de puta por várias coisas que ainda nĂŁo contei, naquele dia eu me chamava mais, mas se tem uma coisa que sei Ă© que adoro ser. Ela virou pra me olhar e disse: "Ai, a gente tem que sair logo, senĂŁo vĂŁo perceber que sumimos." SaĂmos e continuamos bebendo, dançando, já eram 2 da manhĂŁ, e a segunda garrafa quase no fim, eu já tava meio bĂŞbada e com tesĂŁo. Fer falou se a gente já ia embora, e eu topei, ela mal conseguia andar porque tava mais bebada que eu. Assim que chegamos no carro, ela me pegou pela cintura e disse: "F— Ale, vocĂŞ Ă© tĂŁo gostosa, vamos repetir isso, mas agora sĂł vocĂŞ e eu numa cama." NĂŁo falei nada, sĂł beijei ela por uns minutos, abri a porta pra ela sentar, entrei e dirigi enquanto minha mĂŁo deslizava nas pernas dela. "F— Sabe, me diverti pra caralho, mas ainda tĂ´ com tesĂŁo." "A— Eu tambĂ©m, mas vocĂŞ já avisou que vai pra casa e eu tambĂ©m." "F— Essa semana a gente tem que sair pra se comer, porque fiquei com vontade de vocĂŞ provar tudo de mim." "A— Nem me fala, eu ainda tĂ´ toda molhada e tocando em vocĂŞ, agora vejo que vocĂŞ tambĂ©m." "F— Sabe, agora que Ă© de madrugada e nĂŁo tem muita gente na rua, vou fazer algo pra vocĂŞ." Ela se endireitou, tirou os saltos, eu pensei que tava cansada, mas ela tirou minha mĂŁo da perna dela. "F— Toma, isso Ă© pra vocĂŞ." Ela tinha tirado a calcinha fio dental pra me dar, eu queria dar a minha pra ela. Mas ela disse que nĂŁo, que ela ia me dar uma lembrança pra eu ficar com mais vontade. F- antes de chegar na minha casa, deixa eu sentir teus dedos dentro de mim. Ela abriu as pernas e no caminho eu fui masturbando ela, os gemidos dela ficavam mais fortes e junto com eles ela dizia meu nome. F- ai Ale, continua assim! NĂŁo para! Quero gozar! Eu continuei fazendo, as mĂŁos dela apertavam meu braço e a outra mĂŁo nas pernas dela. Ela disse que tava muito tesuda e que ia descontar agora com o marido pensando em mim. Enquanto falava isso, começou a gozar aos poucos. Chegamos na casa dela, e antes de descer ela falou: F- foi uma noite sensacional, te vejo no prĂłximo fim de semana? A- claro que sim. F- me manda mensagem quando chegar na sua casa, linda. Ela se despediu de mim me dando um beijo e me pegou pelo peito: F- sĂ©rio que vocĂŞ Ă© gostosa, me manda mensagem. Ela desceu e eu fui pra casa pensando em tudo que aconteceu, olhava a calcinha fio dental que ela me deixou e lembrava como eu puxei ela pro lado, cheirava ela aos poucos. Cheguei em casa e antes de descer mandei mensagem que já tava em casa. F- que bom, linda, desculpa nĂŁo ter te mostrado antes, mas nĂŁo dava pra levantar o vestido todo igual vocĂŞ.
A- Que sexy e gostosa, no próximo fim de semana vou ver vocês pessoalmente 🤤 Naquela noite, cheguei em casa e meu namorado estava sentado no sofá. Ele perguntou como tinha sido, mas eu parti pra cima e comecei a beijá-lo. Senti ele ficar duro e comecei a chupar. Queria transar, tava com tesão. Ele tirou minha calcinha com os dentes. Meteu de uma vez, forte, com raiva. Me fodeu como se não houvesse amanhã. “Fica de quatro”, ele disse. Cuspiu em mim e meteu de uma vez. Me fodeu com raiva, me segurando pelo pescoço. Gozei sem parar. Minhas pernas tremiam.
Naquela noite, me senti uma puta ainda mais do que já sou. No dia seguinte, acordei com mensagens e fotos da Fernanda, mas essa já é história pra depois. Valeu por me ler ❤️
Começamos a conversa normal, de "oi", perguntas casuais pra conhecer gente, e atĂ© me elogiou, falou que eu era muito gostosa. Perguntei o que ela tava fazendo nesse tipo de app e se era bi ou lĂ©sbica, e ela respondeu que queria conhecer mais gente como amizade, que era casada e queria expandir o cĂrculo social. Me perguntou se eu tava atrás da mesma coisa, e eu falei que sim, mas que nĂŁo seria ruim conhecer uma garota pra sair ou ver no que dava.
Continuamos conversando até que ela sugeriu a gente falar pelo WhatsApp pra ter uma conversa mais fluida e melhor. Aceitei e começamos a trocar ideia. A confiança foi crescendo e, depois de duas semanas conversando, criei coragem pra chamar ela pra sair.
Eu: "Ah, queria te perguntar uma coisa: se vocĂŞ nĂŁo tiver nada pra fazer hoje, topa sair pra jantar?"
Ela: "Claro, achei que a gente nunca fosse se conhecer kkkk. Tem algum restaurante em mente? Assim sei o que vestir."
Eu: "Sim, conheço um lugar muito gostoso, estilo cortês, com vinho e tal, é meio elegante. Tava pensando em usar um vestido ou uma calça social, blusa e salto."
Ela: "Perfeito, vou usar um vestido e antes de ir me fala como tá, se é demais pro restaurante ou se encaixa bem."
Eu: "Claro! Quer que eu passe aĂ pra te pegar?"
Ela: "Pode? NĂŁo queria te fazer dar volta."
Eu: "Pode sim! Me manda seu endereço e passo aà às 8, te parece bem?"
Ela: "Perfeito, Ă s 8 te vejo."
Ela me mandou o endereço dela. direção, eram 2 da tarde, então decidi tomar banho cedo, mas não sem antes ver o que podia vestir. Meu namorado me viu procurando roupa e me perguntou se eu ia sair. Respondi que sim, que ia jantar com uma amiga. Ele ia sair com os amigos, então me perguntou se eu queria carona ou se ele ia de carro. Eu disse pra ele ir de carro, que não tinha problema, que se divertisse. Ele me deu um beijo e foi embora. Entrei no banho, sentia a água escorrendo pelo meu corpo todo e quis esquentar meu namorado tirando umas fotos, dizendo que isso esperava por ele à noite.
Passaram as horas, as 8 pareciam uma eternidade, até que chegou a mensagem dele às 7. F—Já tá pronta?
A—Sim, só passar um perfume e tô pronta.
F—De que cor você vai?
A—Deixa eu te mostrar.
F- Que cor lindo, e esse tom cai super bem nos seus lábios. A- Jeje, valeu, gostosa.
F- Me dá sua opinião de como eu tô.
A- Nossa, você tá muito gostosa. F- Ai, que linda você é.
A- E isso que você tá lá fora?
F- Vim pegar minha bolsa no carro, já que não vou mais com ele.
A- EntĂŁo deixa eu ir me aproximando da sua casa.
F- Sim, já falei pro meu marido que mais tarde eu vinha, que se demorasse foi porque trombei numa festa no caminho.
A- Perfeito, hehe.
Entrei no meu carro e dirigi atĂ© a casa dela, tava nervosa, mesmo nĂŁo sendo a primeira vez que saĂa com uma senhora, era a primeira vez que saĂa com uma casada. Apesar do plano ser sĂł de amigas, eu queria saber se dava pra chegar mais perto. Cheguei pra pegar ela, a casa dela era enorme, mandei mensagem, ela saiu e eu nĂŁo podia acreditar no corpaço que apareceu, muito gostosa por sinal. Ela me cumprimentou com um beijo quando entrou no carro.
F- Nossa, você tá muito bonita.
A- Muito obrigada, mas vocĂŞ nem se fala.
F- Ai, que vergonha, hehe.
Dirigi atĂ© o restaurante que eu tinha reservado mais cedo. No caminho, a gente foi conversando sobre o que fazĂamos. Eu comentei se nĂŁo achava estranho sair com alguĂ©m bem mais novo, e ela disse que nĂŁo, que amizade nĂŁo tem idade. Chegamos no restaurante e pedimos uma garrafa de vinho pra animar a noite. A conexĂŁo entre a gente era mais que Ăłbvia, ela se sentia super Ă vontade, assim como eu. Ela tava sentada na minha frente, nossa mesa era daquelas de dois sofás, atĂ© que ela fala:
F- VocĂŞ se importa se eu sentar do seu lado?
A- Claro que nĂŁo.
Sentou do meu lado e, enquanto a gente conversava, o garçom chegou perguntando o que a gente ia jantar. Aà pedimos e encomendamos outra garrafa de vinho, porque a que a gente tinha já tava quase no fim. Ela colocou a mão na minha perna e disse: F — Sabe, sinto que você não tá aqui comigo conversando ou saindo por amizade.
A — Ai, por que você diz isso?
F — É um restaurante muito bonito, uma taça de vinho bem romântica, além do mais, sou mais velha que você, sei que tá me paquerando.
A — Ai, que vergonha.
F — Por quĂŞ? Ruim seria se eu recusasse. Sabe, vocĂŞ Ă© muito gata, com esse vestido vocĂŞ tá uma delĂcia.
Ela apertou minha perna com força e me deu um beijo na bochecha. Eu não sabia o que fazer, mas tava mais que animada por ver que ela deu o primeiro passo.
F — Que tal se daqui a gente for pra uma festa dançar? A noite é longa e eu não falei que horas voltaria.
Eu concordei com a cabeça enquanto tomava meu vinho. Quando terminamos a janta, a gente já tava um pouco alterada. SaĂmos pra comer Ă s 22h20, entĂŁo fomos rápido no supermercado comprar bebida. Compramos duas garrafas de tequila, por via das dĂşvidas. Perguntei onde era a festa, e ela colocou a localização no celular dela. Ela de copiloto tava tĂŁo sexy, nĂŁo conseguia parar de olhar as pernas dela sempre que podia. Ela percebeu, pegou minha mĂŁo e colocou na perna dela.
F — Eu adoro quando pegam na minha perna enquanto tô de copiloto. É estranho, porque quem sempre faz isso é meu marido.
A — Bom, agora sou eu.
Eu passava a mĂŁo pra cima e pra baixo, sem querer levantei um pouco mais e vi a calcinha dela, uma fio dental preta de renda. Queria subir mais a mĂŁo, mas me segurei.
Chegamos na festa, e devo admitir que era boa mesmo, nĂŁo igual aquelas que a gente vai e sĂŁo super chatas. A mĂşsica era boa, o clima bom, tinha jogos de bĂŞbado como beerpong, e a gente participou. Entre uma dose e outra, a gente se aproximava cada vez mais.
F — Deixa eu te dar um shot, e depois você me dá um.
A — Vai, mas não tão longo.
Ela me deu um de 5 segundos, e eu dei um pra ela. Começaram a tocar reggaeton pra gente dançar mais. Pegadas, apagaram as luzes e colocaram aquelas coloridas que piscam. Peguei uma cadeira, sentei ela e comecei a dançar sexy pra ela. Sentia as mĂŁos dela tocando minha cintura, meus braços, tudo. As mĂŁos dela me seguravam firme, guiando cada movimento enquanto nossos corpos se encontravam num ritmo frenĂ©tico. A intensidade era tanta que o tempo deixou de existir, sĂł restava o prazer. A gente se encontrou na penumbra da festa, nossos corpos colados, minhas mĂŁos explorando a cintura dela. A respiração dela no meu ouvido me deixava louca. Cada carinho acendia uma faĂsca, e antes que eu percebesse, virei pra olhar pra ela, a gente riu e ela disse: "Preciso ir ao banheiro". Falei que acompanhava ela, e ela topou. Fiquei esperando do lado de fora, porque os banheiros da palapa eram individuais e tinha um privado lá dentro pra onde a gente foi. Depois de alguns minutos, ouvi um: "F- Ale, pode me ajudar a fechar o vestido, por favor?" "A- Claro, se quiser abrir." "F- Tá aberto." Assim que entrei, ela me puxou pela cintura, olhou nos meus olhos e disse: "F- NĂŁo sei se Ă© o álcool ou se sou eu, mas quero fazer isso." Trancou a porta, me puxou pra perto dela e começou a me beijar com muita paixĂŁo. Sentia a lĂngua dela entrando na minha boca, eu tava mais que excitada. A boca dela percorreu minha pele, devagar, como se quisesse saborear cada parte de mim. Quando voltou pros meus lábios, a fome que a gente compartilhava explodiu, e naquele momento sĂł existia o prazer de se sentir, sem nada nos separar. Ela se ajoelhou, abriu minhas pernas, afastou minha calcinha fio dental e começou a lamber como se estivesse se alimentando de mim. Eu gemia de prazer enquanto segurava o cabelo dela pra ela nĂŁo se afastar. "F- Adoro ver que vocĂŞ tá depilada." NĂŁo consegui nem responder porque ela continuava me lambendo gostoso pra caralho. Ela se levantou, viu minha cara de orgasmo e começou a me beijar enquanto enfiava os dedos devagar. Tomei o controle e desci pra fazer um oral nela tambĂ©m. Uma buceta gostosa, tĂŁo depilada, aparecia por trás daquela calcinha fio dental preta de renda, molhada e sexy. Comecei a lamber ela devagar. Pouco a pouco, eu queria cada vez mais. Virei pra olhar ela e falei: "A— vocĂŞ já veio preparada, gosto disso." Comecei a lamber ela como se nĂŁo houvesse amanhĂŁ, os gemidos dela me arrepiaram, parecia que a gente tava há horas dentro do banheiro, o espelho todo embaçado. "F— Ale, para, deixa eu botar suas tetas na boca, Ă© mais fácil com seu vestido." "A— mas pede de um jeito sexy." "F— Ale, quero suas tetas agora." Sentei a Fer no vaso, montei nela e puxei meu vestido pra baixo por cima pra dar liberdade, ela enfiou a boca nelas, eu gemia de prazer porque amo quando chupam meus peitos. Enquanto fazia isso, falei pra ela meter os dedos com a outra mĂŁo, ela me deixou toda dela, se antes eu já me chamava de puta por várias coisas que ainda nĂŁo contei, naquele dia eu me chamava mais, mas se tem uma coisa que sei Ă© que adoro ser. Ela virou pra me olhar e disse: "Ai, a gente tem que sair logo, senĂŁo vĂŁo perceber que sumimos." SaĂmos e continuamos bebendo, dançando, já eram 2 da manhĂŁ, e a segunda garrafa quase no fim, eu já tava meio bĂŞbada e com tesĂŁo. Fer falou se a gente já ia embora, e eu topei, ela mal conseguia andar porque tava mais bebada que eu. Assim que chegamos no carro, ela me pegou pela cintura e disse: "F— Ale, vocĂŞ Ă© tĂŁo gostosa, vamos repetir isso, mas agora sĂł vocĂŞ e eu numa cama." NĂŁo falei nada, sĂł beijei ela por uns minutos, abri a porta pra ela sentar, entrei e dirigi enquanto minha mĂŁo deslizava nas pernas dela. "F— Sabe, me diverti pra caralho, mas ainda tĂ´ com tesĂŁo." "A— Eu tambĂ©m, mas vocĂŞ já avisou que vai pra casa e eu tambĂ©m." "F— Essa semana a gente tem que sair pra se comer, porque fiquei com vontade de vocĂŞ provar tudo de mim." "A— Nem me fala, eu ainda tĂ´ toda molhada e tocando em vocĂŞ, agora vejo que vocĂŞ tambĂ©m." "F— Sabe, agora que Ă© de madrugada e nĂŁo tem muita gente na rua, vou fazer algo pra vocĂŞ." Ela se endireitou, tirou os saltos, eu pensei que tava cansada, mas ela tirou minha mĂŁo da perna dela. "F— Toma, isso Ă© pra vocĂŞ." Ela tinha tirado a calcinha fio dental pra me dar, eu queria dar a minha pra ela. Mas ela disse que nĂŁo, que ela ia me dar uma lembrança pra eu ficar com mais vontade. F- antes de chegar na minha casa, deixa eu sentir teus dedos dentro de mim. Ela abriu as pernas e no caminho eu fui masturbando ela, os gemidos dela ficavam mais fortes e junto com eles ela dizia meu nome. F- ai Ale, continua assim! NĂŁo para! Quero gozar! Eu continuei fazendo, as mĂŁos dela apertavam meu braço e a outra mĂŁo nas pernas dela. Ela disse que tava muito tesuda e que ia descontar agora com o marido pensando em mim. Enquanto falava isso, começou a gozar aos poucos. Chegamos na casa dela, e antes de descer ela falou: F- foi uma noite sensacional, te vejo no prĂłximo fim de semana? A- claro que sim. F- me manda mensagem quando chegar na sua casa, linda. Ela se despediu de mim me dando um beijo e me pegou pelo peito: F- sĂ©rio que vocĂŞ Ă© gostosa, me manda mensagem. Ela desceu e eu fui pra casa pensando em tudo que aconteceu, olhava a calcinha fio dental que ela me deixou e lembrava como eu puxei ela pro lado, cheirava ela aos poucos. Cheguei em casa e antes de descer mandei mensagem que já tava em casa. F- que bom, linda, desculpa nĂŁo ter te mostrado antes, mas nĂŁo dava pra levantar o vestido todo igual vocĂŞ.
A- Que sexy e gostosa, no próximo fim de semana vou ver vocês pessoalmente 🤤 Naquela noite, cheguei em casa e meu namorado estava sentado no sofá. Ele perguntou como tinha sido, mas eu parti pra cima e comecei a beijá-lo. Senti ele ficar duro e comecei a chupar. Queria transar, tava com tesão. Ele tirou minha calcinha com os dentes. Meteu de uma vez, forte, com raiva. Me fodeu como se não houvesse amanhã. “Fica de quatro”, ele disse. Cuspiu em mim e meteu de uma vez. Me fodeu com raiva, me segurando pelo pescoço. Gozei sem parar. Minhas pernas tremiam.
Naquela noite, me senti uma puta ainda mais do que já sou. No dia seguinte, acordei com mensagens e fotos da Fernanda, mas essa já é história pra depois. Valeu por me ler ❤️
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