Meu nome é Cristian, tenho 20 anos e vou te contar, bandido, como eu comi minha avó de 59. Tô contando porque os dois se esquentaram e, mesmo sendo avó e neto, não teve nada que impedisse a gente de trepar.
Sempre me dei mal com minha mãe, sempre. Ela me enchia o saco por qualquer coisa. Meu pai, por outro lado, é mais tranquilo e nunca teve problema comigo. Minha mãe era insuportável, muito doida. Qualquer coisa que eu fazia, tipo sair com meus amigos ou ir tomar algo, era sempre "não". Mas um dia eu falei que ia embora de casa, e ela só deixou eu ir. Aí fui direto pra casa da minha avó Sônia, que na época tinha 59 anos. Eu sempre visitava ela, minha avó por parte de mãe. Ela sempre me defendia quando minha mãe me enchia o saco ou queria me bater. Então, com 17 anos, fui morar com ela.
Morar com minha avó era complicado. Ela morava sozinha e vivia em cima de mim, me cuidando. Nessa idade, eu vivia me masturbando e me esquentava por qualquer coisa. Batia punheta no banheiro, na cozinha quando ela tava no banheiro, e no quartinho onde a gente dormia junto. Eu via os peitos da minha avó, caídos mas bem grandes, e imaginava minha pica no meio daqueles peitos, ela fazendo um *boobs fuck* em mim. Batia punheta pensando nisso, mas depois sentia culpa. Com 17 anos, eu só pensava em buceta, em peitos, em tudo. E comecei a bater punheta com as calcinhas da minha avó. Se ela usava fio dental, eu deixava as calcinhas manchadas bem à vista pra ela ver.
Não sei quanto tempo passei morando lá, acho que uns 4 meses. Mas um dia, enquanto a gente tava jantando, minha avó me olhou fixo e disse: "Você tá batendo punheta com minhas calcinhas?" Fiquei mudo, neguei, e ela falou: "Me fala, bandido, você tá batendo punheta com minhas calcinhas?" Entre risos nervosos, eu disse que sim, que era a última vez que fazia aquilo. De vergonha, levantei e fui dormir.
Umas 2 ou 3 da madrugada, acordei com um calor danado, todo suado. Minha avó não tava do meu lado, então levantei e, assim que coloquei o corpo pra fora... Pra ir pra cozinha, vejo minha avó de 59 anos pelada, sentada na cadeira da cozinha, enfiando os dedos na buceta enquanto na mão tinha uma calcinha preta manchada de porra que eu tinha batido uma naquele dia, ela tava chupando e cheirando, enquanto na mesa tinha mais duas tangas manchadas de porra. Minha tesão era tanta que comecei a bater uma na porta do quarto olhando, até que não aguentei mais, me aproximei pelado com o pau durasso. Minha avó me olhou assustada e eu falei "que velha puta chupando a porra do neto" e ri. Me aproximei e a gente começou a se beijar de língua, ela tava desesperada, era algo muito novo pra mim. Com 17 anos, estar comendo minha avó era algo irreal, algo que só acontece em filme pornô, mas dessa vez era eu.
Ela continuava sentada, comecei a chupar os peitos dela, mordia, e ela começou a bater uma com os peitos enquanto gemia, e isso que ainda não tinha enfiado na buceta, que ela gritava pior. Ficamos na cozinha uns bons 30 minutos e ela me levou pela mão até o quarto onde a gente dormia. Sentou e começou a chupar melhor meu pau enquanto enfiava os dedos na buceta, e ali mesmo, de missionário, enfiei o pau inteiro de uma vez. Não tinha um pau tão grande, mas era o pau do próprio neto dela. E assim, de missionário, comecei a foder, forte, nada de devagar, forte. Era tanta tesão que queria gozar bem no fundo da buceta e voltar a comer, e assim a noite toda. Nessa idade a gente tem os hormônios nas alturas e não para de cuspir porra, e foi assim. Ela gritava como puta e na segunda vez comi de quatro, e na terceira comi a boca dela, as bolas batiam no nariz dela, ela sentia o pau inteiro na garganta. Uma loucura aquele dia, 3 vezes a gente comeu em menos de 2 horas, e assim começou nosso love de avó e neto.
Toda manhã eu acordava e sentava pra tomar café, e ela aparecia atrás de mim, acariciando minhas costas como sinal pra gente ir comer, e a gente fazia. Comíamos de manhã, de tarde. E a noite ficávamos sozinhos, sem ninguém pra encher o saco e proibir a gente de transar. Comigo foi que ela perdeu a virgindade do cu. No começo não queria, mas depois eu arrebentei ela. Devagar no início, mas depois eu metia mais no cu dela do que na pussy. Ela gritava "meu amor, mais forte", sempre essa frase quando eu comia ela por trás. Deviam ter passado uns 7 meses que eu tava com ela quando em junho ela fez 18 anos, então comemoramos num hotel à noite. Ela me levou e eu comi ela como nunca. Meus 18 anos passei transando com minha avó. Pagamos 2 horas no motel, eu tinha ela encostada na parede enquanto puxava os braços dela pra trás pra não escapar e ia arrebentando o cu dela até gozar. Lembro que naquela noite, quando saímos do hotel pra ir embora, um conhecido nosso nos viu e ficou olhando fixo pra gente. Fingimos que não vimos nada e seguimos em frente. Foda-se, porque chegamos na casa da minha avó, tomamos chimarrão um pouco e voltamos a transar. Era incrível como uma velha de 59 anos tinha tanta vontade de trepar. Passei meus 19 anos com ela também, quando ela me levou de férias e não paramos de transar na cabana que alugamos. Foi uma loucura aqueles 2 anos morando com minha avó. Ela me sustentava porque eu não trabalhava e era um puta vagabundo. Me comprava tênis novo, roupa, só pra eu comer ela. Mas todo começo tem seu fim, e depois de 2 anos morando com ela, decidimos acabar com a "relação", mais porque a gente se entediou. Transamos tanto, mas tanto, que no final não trepávamos mais. Se eu precisava de grana ou algo, dava uma rapidinha nela e ia pra balada ou pros meus amigos. Aí voltei pra casa dos meus pais. Fui bem recebido, minha mãe tava mais tranquila, meu pai continuava o mesmo, e ficamos felizes os três. Obviamente, continuei tendo contato com minha avó. Há 2 meses, teve um aniversário de um parente e a gente se encontrou. Conversamos um pouco e ficou por isso. Hoje em dia tenho namorada, mas não chega nem perto de quando eu comia minha avó quando era um cara novo. masturbador, valeu bandido, espero que você compartilhe. Eu tive essa experiência e ainda fico com vontade de repetir. Se curtiu, dá 10 pontos pra mais...
Sempre me dei mal com minha mãe, sempre. Ela me enchia o saco por qualquer coisa. Meu pai, por outro lado, é mais tranquilo e nunca teve problema comigo. Minha mãe era insuportável, muito doida. Qualquer coisa que eu fazia, tipo sair com meus amigos ou ir tomar algo, era sempre "não". Mas um dia eu falei que ia embora de casa, e ela só deixou eu ir. Aí fui direto pra casa da minha avó Sônia, que na época tinha 59 anos. Eu sempre visitava ela, minha avó por parte de mãe. Ela sempre me defendia quando minha mãe me enchia o saco ou queria me bater. Então, com 17 anos, fui morar com ela.
Morar com minha avó era complicado. Ela morava sozinha e vivia em cima de mim, me cuidando. Nessa idade, eu vivia me masturbando e me esquentava por qualquer coisa. Batia punheta no banheiro, na cozinha quando ela tava no banheiro, e no quartinho onde a gente dormia junto. Eu via os peitos da minha avó, caídos mas bem grandes, e imaginava minha pica no meio daqueles peitos, ela fazendo um *boobs fuck* em mim. Batia punheta pensando nisso, mas depois sentia culpa. Com 17 anos, eu só pensava em buceta, em peitos, em tudo. E comecei a bater punheta com as calcinhas da minha avó. Se ela usava fio dental, eu deixava as calcinhas manchadas bem à vista pra ela ver.
Não sei quanto tempo passei morando lá, acho que uns 4 meses. Mas um dia, enquanto a gente tava jantando, minha avó me olhou fixo e disse: "Você tá batendo punheta com minhas calcinhas?" Fiquei mudo, neguei, e ela falou: "Me fala, bandido, você tá batendo punheta com minhas calcinhas?" Entre risos nervosos, eu disse que sim, que era a última vez que fazia aquilo. De vergonha, levantei e fui dormir.
Umas 2 ou 3 da madrugada, acordei com um calor danado, todo suado. Minha avó não tava do meu lado, então levantei e, assim que coloquei o corpo pra fora... Pra ir pra cozinha, vejo minha avó de 59 anos pelada, sentada na cadeira da cozinha, enfiando os dedos na buceta enquanto na mão tinha uma calcinha preta manchada de porra que eu tinha batido uma naquele dia, ela tava chupando e cheirando, enquanto na mesa tinha mais duas tangas manchadas de porra. Minha tesão era tanta que comecei a bater uma na porta do quarto olhando, até que não aguentei mais, me aproximei pelado com o pau durasso. Minha avó me olhou assustada e eu falei "que velha puta chupando a porra do neto" e ri. Me aproximei e a gente começou a se beijar de língua, ela tava desesperada, era algo muito novo pra mim. Com 17 anos, estar comendo minha avó era algo irreal, algo que só acontece em filme pornô, mas dessa vez era eu.
Ela continuava sentada, comecei a chupar os peitos dela, mordia, e ela começou a bater uma com os peitos enquanto gemia, e isso que ainda não tinha enfiado na buceta, que ela gritava pior. Ficamos na cozinha uns bons 30 minutos e ela me levou pela mão até o quarto onde a gente dormia. Sentou e começou a chupar melhor meu pau enquanto enfiava os dedos na buceta, e ali mesmo, de missionário, enfiei o pau inteiro de uma vez. Não tinha um pau tão grande, mas era o pau do próprio neto dela. E assim, de missionário, comecei a foder, forte, nada de devagar, forte. Era tanta tesão que queria gozar bem no fundo da buceta e voltar a comer, e assim a noite toda. Nessa idade a gente tem os hormônios nas alturas e não para de cuspir porra, e foi assim. Ela gritava como puta e na segunda vez comi de quatro, e na terceira comi a boca dela, as bolas batiam no nariz dela, ela sentia o pau inteiro na garganta. Uma loucura aquele dia, 3 vezes a gente comeu em menos de 2 horas, e assim começou nosso love de avó e neto.
Toda manhã eu acordava e sentava pra tomar café, e ela aparecia atrás de mim, acariciando minhas costas como sinal pra gente ir comer, e a gente fazia. Comíamos de manhã, de tarde. E a noite ficávamos sozinhos, sem ninguém pra encher o saco e proibir a gente de transar. Comigo foi que ela perdeu a virgindade do cu. No começo não queria, mas depois eu arrebentei ela. Devagar no início, mas depois eu metia mais no cu dela do que na pussy. Ela gritava "meu amor, mais forte", sempre essa frase quando eu comia ela por trás. Deviam ter passado uns 7 meses que eu tava com ela quando em junho ela fez 18 anos, então comemoramos num hotel à noite. Ela me levou e eu comi ela como nunca. Meus 18 anos passei transando com minha avó. Pagamos 2 horas no motel, eu tinha ela encostada na parede enquanto puxava os braços dela pra trás pra não escapar e ia arrebentando o cu dela até gozar. Lembro que naquela noite, quando saímos do hotel pra ir embora, um conhecido nosso nos viu e ficou olhando fixo pra gente. Fingimos que não vimos nada e seguimos em frente. Foda-se, porque chegamos na casa da minha avó, tomamos chimarrão um pouco e voltamos a transar. Era incrível como uma velha de 59 anos tinha tanta vontade de trepar. Passei meus 19 anos com ela também, quando ela me levou de férias e não paramos de transar na cabana que alugamos. Foi uma loucura aqueles 2 anos morando com minha avó. Ela me sustentava porque eu não trabalhava e era um puta vagabundo. Me comprava tênis novo, roupa, só pra eu comer ela. Mas todo começo tem seu fim, e depois de 2 anos morando com ela, decidimos acabar com a "relação", mais porque a gente se entediou. Transamos tanto, mas tanto, que no final não trepávamos mais. Se eu precisava de grana ou algo, dava uma rapidinha nela e ia pra balada ou pros meus amigos. Aí voltei pra casa dos meus pais. Fui bem recebido, minha mãe tava mais tranquila, meu pai continuava o mesmo, e ficamos felizes os três. Obviamente, continuei tendo contato com minha avó. Há 2 meses, teve um aniversário de um parente e a gente se encontrou. Conversamos um pouco e ficou por isso. Hoje em dia tenho namorada, mas não chega nem perto de quando eu comia minha avó quando era um cara novo. masturbador, valeu bandido, espero que você compartilhe. Eu tive essa experiência e ainda fico com vontade de repetir. Se curtiu, dá 10 pontos pra mais...
2 comentários - Comi a minha avó gostosa (confissão)