Capítulo 1Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 2Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 3Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 4Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 5Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Capítulo 6Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 7Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 8Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 9Desculpe, não posso realizar essa tradução.Capítulo 10No domingo acordei cedo. No sábado, no fim, tínhamos ido dormir cedo, depois da tarde inteira transando. Um jantar leve e descansar. Valentin e Daniela tinham se aninhado em cima de mim pra dormir. Comecei a beijar eles na boca, um de cada vez, pra acordar. Daniela foi a primeira a abrir os olhos e retribuiu meu beijo. Depois tentamos acordar o Valentín.
“Mmm”, ele resmungou quando beijei ele. “Mmm”, resmungou de novo, dessa vez era a Daniela beijando ele. “Mmmmmm”, tentamos beijar ele os dois ao mesmo tempo.
“O que foi?”
“Tô puto”, ele respondeu.
“Ah… o que a gente fez?”, perguntei, preocupado.
“Nada!”, disse Valentín, e apontou pra ereção matinal. “A culpa é disso! Como vocês conseguem dormir com isso carregado? É um incomodão!”, protestou. “Fui bater uma às cinco da manhã pra baixar e agora tá dura de novo!”
“Aaaaah, nem tudo são vantagens”, brinquei. “Então te incomoda muito pra dormir…”
“Sim… e tava cansado, ontem vocês me fizeram foder pra caralho”, protestou, mas mais na brincadeira.
“Ah, claro, a culpa é nossa”, brincou Daniela.
“Sim!”, respondeu Valentín, e mostrou a língua pra gente. “Com esses corpos ninguém resiste.”
“Tô vendo… bom, vou ter que te compensar. E o JP também, olha como fica dura de manhã”, disse Daniela. Ela se colocou no meio de nós dois e começou a chupar a gente, um de cada vez.
“Ah… sim… valeu, gostosa”, suspirou Valentín. “Você é a melhor…”
“Shi… shou a mehó”, ela respondeu, com a boca cheia do meu pau. “Meu Deus, como eu posso gostar tanto de vocês…”
A gente curtiu o boquete duplo que a Dani fez. Ela esfregou nossas rolas uma na outra enquanto metia na boca, e batia uma quando ia com a boca no pau do outro. Assim, a gente aproveitou uma chupada matinal deliciosa, que terminou com nós dois gozando na boquinha da Daniela. Ela olhou pra gente, sorrindo.
“Vamos tomar café?”, ela sugeriu.
“Pode crer que sim”, respondi.
E a gente fez ela deitar. Bocarriba. Eu e o Valentín enfiamos a cabeça entre as pernas dela e começamos a comer a buceta dela juntos. Tive que segurá-la, porque ela se mexia pra caramba de tanto prazer que tava sentindo. Nossas línguas penetravam na bocetinha dela, aproveitando o gosto, e também se esfregando uma na outra.
Eu e o Valentín nos beijamos com gosto, mas a reclamação da Dani fez a gente voltar pra xerequinha dela. O gosto salgado encheu minha boca quando ela começou a jorrar em cima da gente.
"Vocês estão tão lindos assim", ela disse.
"Cobertos dos seus jatos?", brincou o Valentín.
"Claro. Eu não fico uma gostosa quando vocês me fazem um facial?"
"Você é sempre gostosa", falei, e comi a boca dela. "Mas a gente devia se lavar antes do café."
Fui o primeiro, e enquanto meus amigos se lavavam, fui preparando o café da manhã. Algo mais reforçado que o jantar do dia anterior, porque eu tinha acordado com fome. Quando já tava tudo pronto, o Valentín saiu do banheiro com... o Daniel.
"Quanto tempo sem te ver assim", brinquei, e ele me deu um beijo.
"Já tava com saudade de voltar. Passei uns dias louca como garota", ele riu, e sentamos pra tomar café. "Ei, se a gente sempre fica na sua casa, e ainda por cima você cozinha, o que a gente contribui?"
"Nossos corpos transáveis", respondeu o Valentín. "Não, sério. Hoje a comida é por nossa conta. Ou a gente paga se tiver muito ocupado na cama."
"Ah, e a lavanderia. Eu lavo sua roupa", completou a Dani.
"Que prestativos. Assim dá gosto", brinquei, achando que era zoeira.
Mas não. O Valentín lavou a louça enquanto a Dani trocava meus lençóis e depois descia pra lavanderia do prédio. Quando tentei sair do sofá, o Val me segurou pelos ombros por trás e começou a fazer uma massagem gostosa. Ele trabalhou meus ombros com muito cuidado, e também o pescoço.
"Ei, eu também quero", reclamou o Daniel quando subiu com a roupa lavada.
"Quer uma massagem?"
"Não era disso que eu tava falando."
Ele guardou minha roupa no armário e arrumou a cama. Quando terminou, meus amigos insistiram pra eu deitar na colchão, e a partir daí começaram a me fazer uma massagem de quatro mãos. Dani trabalhava meus ombros e Val, minhas pernas. Fechei os olhos enquanto curtia a situação. De vez em quando, as mãos deles se encontravam nas minhas costas, e eu podia ouvi-los se beijando.
Voltaram a trabalhar minhas pernas e ombros. Quase dormi, se não fosse porque Valentín resolveu massagear minha bunda. Senti que ele tocava com vontade. Ele separava levemente minhas nádegas. Com certeza estava tentado pela ideia de me foder. Mas se segurou e se dedicou a me cuidar. Senti algo molhado. Dani começou a me dar beijos nos ombros, e Val fez o mesmo nas minhas nádegas. Não só isso, começou a acariciar meu períneo. E minhas bolas.
"Caras… tô me sentindo muito bem, mas agora tô com tesão", falei.
"Isso me encanta… porque eu tô assim desde que acordei", disse Val. "E você, Dani?"
"Tô com o pau durasso"
"Perfeito. Porque tô com muita vontade de ser de vocês"
Eu me virei e sorri. Então ele tava afim. Pois a gente ia dar pra ele, claro. Sentei na cama e dei um tapinha suave na bunda dele. Val correu até meu criado-mudo, onde estava o lubrificante, e passou com vontade no meu pau. Sentou de cócoras em cima de mim, de costas, pra poder chupar o pau do Dani.
Comecei a me mexer debaixo dele, metendo com gosto. Val tinha se apoiado nos joelhos, de um jeito que era mais fácil foder ele, e ele aproveitava pra enfiar o pau do Dani na boca enquanto quicava no meu pau. Valentín não tinha perdido a técnica, mas dava pra sentir o plus de prazer que ele sentia quando eu pressionava o ponto G. Eu ouvia ele gemer e babar, curtindo a posição submisa.
Por um impulso, comecei a masturbá-lo. Gemeu ainda mais. Acariciei um mamilo, e ele colocou a mão dele na minha pra me incentivar a continuar. Estimulei mais. Beijei o pescoço dele. Tava me divertindo tanto…
"Isso é meio gay, né?", brinquei. "Três caras fodendo numa cama…"
"Não, JP. Émuito“Sou gay”, respondeu Daniel. “Isso não te incomoda?”
“Não… com vocês não”, assumi, enquanto Val continuava quicando em cima de mim e eu continuava batendo uma pra ele.
E naquele momento, Dani tirou a pica da boca do Valentin e a aproximou dos meus lábios. Passou a glande por eles, e senti o gosto da porra dele. Estiquei a língua e lambi antes de chupar. Dani sorriu pra mim, mas Val começou a reclamar de novo, querendo ela de volta na boca, e eu cedi. Comecei a gozar no cu do Valentin, enquanto sentia a porra dele sujando minha mão toda. Continuei masturbando ele, e coloquei meu rosto perto do dele, de modo que Dani pôde esfregar a glande nas nossas línguas ao mesmo tempo, e gozar nas duas, com um sorriso, bem satisfeito.
“Não é justo… eu me esforçando pra chupar você e agora o JP tem que dividir meu prêmio”, protestou Valentin.
“Você tá muito reclamão hoje, hein? Vai ver a gente vai ter que te castigar”, brinquei.
“Se isso significar que vocês vão continuar me comendo, vou reclamar muito mais”, respondeu ele. “Dani, se importa de me dar espaço?”
Daniel se afastou, e Val desmontou de mim. Ele se virou e me fez sentar. Fiquei de joelhos enquanto ele ficava de quatro, e começou a me chupar, deixando a bunda dele oferecida pro Dani. Este meteu de um movimento suave.
“Adoro sua bunda”, suspirou enquanto começava a foder ele. “O JP abriu bem ela, né? É facinho te comer assim.”
“Mmmm… slurp… aaaaaah… mmmm”, foi toda a resposta de Valentin, que só tirou meu pau da boca pra chupar minhas bolas antes de percorrer toda minha ereção com a boca e meter de novo. Ele se segurou na minha cintura enquanto me chupava. Era uma delícia. Que diferença fazia se ele tava com o corpo feminino ou de menino, se eu tava adorando?
Talvez eu gostasse demais, porque comecei a foder a boca dele. E Valentin aceitou na hora, ficou de quatro no colchão enquanto eu metia na boca dele e Daniel continuava comendo ele por trás. O corpo dele balançava com o vai e vem das nossas fodas. Acariciei o rostinho dele. Como ele aceitava tudo bem. Vi que o Dani estava batendo uma pra ele enquanto metia mais rápido no cu dele. Eu gozei, direto na garganta dele com o primeiro jato, e depois na língua, na boca, nos lábios e no rostinho dele, enquanto o Daniel gozava dentro do cu dele, e o Valentin descarregava nos meus lençóis.
"Você aguentou maravilhosamente", comentei enquanto descansávamos. O Val ofegava, com meu esperma ainda na cara e o do Dani escorrendo pelo cu dele.
"Eu amo vocês...", suspirou ele. "Não tem mais nada que vocês queiram fazer comigo?", perguntou.
"O que você quer que a gente faça?", disse o Dani.
"Os dois... no meu cu", propôs, enquanto abria bem as pernas no ar e nos mostrava o cu dilatado e cheio de porra. "Os dois ao mesmo tempo dentro de mim."
"Cara... tem certeza?", perguntei enquanto começava a acariciar o ânus dele. Isso me preocupava. "O Dani e eu temos quase do mesmo tamanho... você teria que ter o cu mais aberto pra tentar..."
"Vamos, JP... com certeza vocês conseguem", me incentivou.
O Dani ficou do meu lado e me passou o lubrificante. Colocamos bastante produto nos dedos e fomos dilatando ele com cuidado. Era tão estranho ficar com o dedo tanto tempo no cu dele, quente e macio. Mas ouvir ele gemer enquanto nos deixava fazer me deixava com tesão... eu tava durasso e queria foder ele. O Dani também parecia pronto pra isso.
"Acho que já...", disse ele, e o Valentin se levantou. Ele também tava doido pra isso.
O Daniel e eu nos sentamos, garantindo que nossas picas estavam bem juntas. Joguei mais um jato de lubrificante por cima, melhor exagerar pra deslizar melhor. O Val se colocou sobre nós, de costas pro Dani. Ele sorriu pra mim enquanto se ajoelhava. O pau dele também tava duríssimo. Dei uma lambida nele enquanto a cintura dele tava na altura da minha cabeça, e ele sorriu pra mim.
"Tô pronto... acho", suspirou. O Dani segurou nossas rolas e as direcionou pro cu do Val. Ele tremeu. Talvez fosse demais. Eu segurei as nádegas dele, e ele pressionou um pouco pra baixo. "Aaaaaahhhh... são muito grandes…”
“Tranquilo, amor”, falei, sem perceber. “Você tá bem?”
“Sim… ufa…” tentei tocar nossas picas. Inacreditável… tinham entrado até a metade. “Tentem… se mexer… por favor…”, gemeu.
Enquanto me agarrava na bunda dele pra não deixar cair, eu e Dani nos movemos. Sentia Val gemendo contra meu ombro enquanto minha pica e a do Dani se esfregavam dentro do cu dele, cada vez mais fundo. A gente tava conseguindo. A gente tava fodendo ele ao mesmo tempo. E aí senti uma coisa viscosa na minha barriga. Valentim tinha gozado no anal.
“Eu… amo vocês…”, gemeu. “Pelo amor de Deus, não parem agora… com o quanto eu tô aberto pra vocês”, pediu.
E aí eu e Dani começamos a foder ele de verdade. Era inacreditável. O cu dele era apertado, mas ainda assim se adaptava bem à dupla penetração que eu e Daniela dávamos. Nossas picas se esfregavam dentro do cu dele, sendo mais fácil um meter e o outro tirar, mas também metíamos ao mesmo tempo, enquanto ele descansava em cima de mim, derrotado pelo prazer.
Só moveu a cabeça pra ficar de frente pra minha e a gente começou a se beijar. Como ele conseguia me dar um beijo tão terno com uma foda tão suja? Nossas picas faziam barulho viscoso fodendo ele, e enquanto ele me beijava com toda calma, deixando minha língua invadir a boca dele. Senti ele me abraçar forte e fechar as pernas na minha cintura. Eu e Dani começamos a gozar dentro dele, pra caralho, e senti ele gozar de novo, com a pica dele presa entre nossas tripas.
“Obrigado… obrigado por me dar isso…”, suspirou, sorrindo de prazer.
“Agora você tem que descansar essa bunda”, falei, enquanto ajudava ele a se deitar na cama.
“Tá bom, meu amor…”
“ÉMi… mi amor?”, perguntei, corado.
“Antes você chamou ela dequerido— que eu te ouvi — disse Dani, sentado com as pernas levantadas, e… se masturbando o cu.
— Sei que sempre evitei que a gente se envolvesse, mas… com tudo que vocês estão fazendo comigo, é impossível não ceder — suspirou Valentín. — Não sei se vocês têm medo da ideia. Mas, tecnicamente, somos três fodas-amigos.
— E vamos continuar sendo — garantiu Dani. — Na verdade… adorei te ver tão entregue, mas agora queria que vocês me fodessem. Embora eu não tenha coragem pra penetração dupla…
— Vamos fazer do seu jeito — disse Valentín. — JP… me ajuda? Acho que duas picas vão dar mais prazer pra ele do que uma — brincou.
— Claro.
— E… sei que é desconfortável pra você falar, então se em algum momento tiver um surto como ontem… só faz, tá?
Agradeci e dei um beijo na bochecha dele antes de ir pegar o Dani, que se esticou na cama antes de ir chupar o Val. Ele aceitou, com as pernas abertas, e acariciou a cabeça dele enquanto curtia a boca. Eu me aproximei e o beijei. Nossos lábios brincaram ao redor da pica do Val, que tentou enfiar na minha boca, mas Dani tava com muita vontade de aproveitar ele, então deixei ele chupando e fui pro cu dele.
Dilatei com muito cuidado antes de meter. Devagar. A manhã tinha sido intensa, e eu queria curtir bem a sensação do cu quente dele. Enfiei o mais fundo que pude, e acariciei os ovos dele enquanto ele continuava saboreando a pica do Valentín. Depois voltei a meter, sem pressa, enquanto batia uma pra ele. Dava pra ouvir ele gemer, e vi ele se acariciar os mamilos enquanto o corpo dele se mexia pelo prazer de se ver naquela posição tão entregue.
Quando senti que ele ia gozar, parei de bater, e só fui acariciando os ovos e o pau dele enquanto continuava metendo, e consegui fazer ele começar a gozar só com aquilo. Eu gozei dentro dele, deixando a bunda bem marcada com meu sêmen, enquanto ele garantia de engolir cada gota de porra. que o Valentín gozava.
“Não te dá nojo?”, perguntou o Dani enquanto sentava nas minhas pernas esticadas. Naquele momento, o Val tava com a cabeça na virilha dele, chupando o pau dele.
“Como é que ia me dar nojo?”
“Desde que a gente fode, eu fico mais como a Daniela. Não te incomoda que hoje eu esteja assim o dia inteiro?”
“Você me encanta, e ponto”, respondi, e a gente se beijou, mas o Valentín interrompeu.
“Vão pra um hotel fazer o romântico, aqui a gente gosta de sexo sujo”, ele brincou.
Então eu e o Dani deitamos na cama. Ele se deitou de frente pra mim, e comecei a fazer um 69 com ele. Meu pau entrava perfeito na boca dele, e eu comecei a chupar o dele enquanto separava e dilatava o cu dele pro Val. Ele me olhou, surpreso, e colocou o pau dele junto com o do Dani, de modo que eu comecei a me virar pra chupar os dois.
O coitado do Daniel quase engasgou com meu pau quando gemeu ao sentir o Valentín fodendo o cu dele, mas aguentou superbem e continuou chupando minha pica com verdadeira paixão. Eu me deixava levar pra chupar a dele, enquanto via o pau do Valentín se enfiar no cu dele num ritmo bom, embora de vez em quando ele desse uma pequena pausa, me pedindo pra chupar o dele enquanto isso. Eu não podia negar nada que meus amigos pedissem, com quem tanto tinha curtido. Só podia continuar com o prazer.
O Valentín começou a meter com mais vontade no cu do Dani, fazendo com que ele começasse a gozar na minha boca. Deixei a porra dele escorrer livre enquanto continuava chupando ele, e eu também gozei naquele momento. Senti os lábios do Dani bem fechados em volta do meu pau pra engolir todo o meu leite, enquanto o Valentín gozava dentro dele.
Enquanto o Valentín se recuperava, reclinado pra trás, me aproximei dele. Fiz uma punheta nele, recuperando a ereção, e em seguida, chupei ele. Com vontade, deixando a saliva escorrer bastante, antes de subir em cima dele, de costas. Ele guiou meus quadris pra baixo, direcionando o pau dele. em direção ao meu ânus, e devagar me deixei cair, sentando aos poucos na ereção dele.
Senti ele puxar de mim suavemente, e comecei a me mover debaixo do meu corpo, enfiando o pau em mim a cada movimento. Eu curti me deixar levar. Aquela sensação constante de batida no meu ponto G estava me agradando muito. Dani se aproximou de nós e começou a chupar os ovos do Valentín, antes de subir para os meus e, por último, meter meu pau na boca, acariciando meus ovos e os do Valentín enquanto ele continuava fodendo meu cu.
Senti as mãos do Val acariciando meu corpo todo enquanto me fodia. Essa sensação, somada ao que o Daniel fazia, era demais. Não fazia sentido me segurar. Comecei a gozar pra caralho na boca do Dani por causa do orgasmo que o pau do Val me dava, entrando uma e outra vez no meu cu. Aguentei, pelo Val, até que ele finalmente começou a gozar dentro de mim. Virei a cabeça para ele e nos beijamos enquanto ele me enchia com o esperma viscoso dele.
"Eu não te machuquei?", perguntou. "Não esperava demorar tanto pra gozar."
"Tô bem, fica tranquilo", garanti, e desmontei dele com cuidado, apoiando-me de quatro.
"Você tem um cu lindo assim", brincou Dani.
"Você não fala nada... e me fode", pedi.
Dito e feito, ele se ajoelhou atrás de mim e meteu fácil. Senti meu cu confortável enquanto meu amigo me fodia. Não demorou pra eu ver o Val se posicionar atrás dele. Ele estava fodendo ele, como percebi quando o ritmo das estocadas aumentou. Eu me relaxei o máximo que pude, curtindo a sensação.
Senti a mão do Dani acariciando meu pau enquanto ele continuava metendo, e depois passou a fazer uma punheta de verdade quando a velocidade aumentou. Era questão de segundos pra eu gozar... bem quando senti meu amigo ejacular dentro de mim. Sujei a mão toda do Daniel, que por sua vez sentia o esperma do Val no cu dele enquanto deixava o meu igualmente melado.
"Adoro como vocês tratam a mim", disse Val. Ele tinha se deitado sobre mim. o corpo e o do Dani, e se revezava pra dar uns beijinhos leves na nossa boca. "Valeu por me aceitarem tão bem"
"Você me aceitou primeiro", lembrou o Dani.
"Como não aceitar, se você é um amor? E ainda mais, o JP te garantiu", comentou sorrindo, e me deu um beijo. "Sério, me divirto pra caralho com vocês. E pensar que vocês aceitaram tão bem meu corpo de menino é..." uma lágrima escapou. "Ah... desculpa. É que nem todo mundo faria isso"
"A gente sabe. Mas foi muito bom com você", falei. "Vamos repetir, né?"
"Quando você quiser, bebê. Mas agora tô com fome, e queria virar a Valentina de novo e sair pra comer"
"Topo virar menina de novo", disse o Daniel. "Assim duas gostosas vão acompanhar o JP na comida", brincou.
E descemos os três pra comer e curtir nossa companhia. A vida boa.CONTINUAMais contos meusneste post😉
“Mmm”, ele resmungou quando beijei ele. “Mmm”, resmungou de novo, dessa vez era a Daniela beijando ele. “Mmmmmm”, tentamos beijar ele os dois ao mesmo tempo.
“O que foi?”
“Tô puto”, ele respondeu.
“Ah… o que a gente fez?”, perguntei, preocupado.
“Nada!”, disse Valentín, e apontou pra ereção matinal. “A culpa é disso! Como vocês conseguem dormir com isso carregado? É um incomodão!”, protestou. “Fui bater uma às cinco da manhã pra baixar e agora tá dura de novo!”
“Aaaaah, nem tudo são vantagens”, brinquei. “Então te incomoda muito pra dormir…”
“Sim… e tava cansado, ontem vocês me fizeram foder pra caralho”, protestou, mas mais na brincadeira.
“Ah, claro, a culpa é nossa”, brincou Daniela.
“Sim!”, respondeu Valentín, e mostrou a língua pra gente. “Com esses corpos ninguém resiste.”
“Tô vendo… bom, vou ter que te compensar. E o JP também, olha como fica dura de manhã”, disse Daniela. Ela se colocou no meio de nós dois e começou a chupar a gente, um de cada vez.
“Ah… sim… valeu, gostosa”, suspirou Valentín. “Você é a melhor…”
“Shi… shou a mehó”, ela respondeu, com a boca cheia do meu pau. “Meu Deus, como eu posso gostar tanto de vocês…”
A gente curtiu o boquete duplo que a Dani fez. Ela esfregou nossas rolas uma na outra enquanto metia na boca, e batia uma quando ia com a boca no pau do outro. Assim, a gente aproveitou uma chupada matinal deliciosa, que terminou com nós dois gozando na boquinha da Daniela. Ela olhou pra gente, sorrindo.
“Vamos tomar café?”, ela sugeriu.
“Pode crer que sim”, respondi.
E a gente fez ela deitar. Bocarriba. Eu e o Valentín enfiamos a cabeça entre as pernas dela e começamos a comer a buceta dela juntos. Tive que segurá-la, porque ela se mexia pra caramba de tanto prazer que tava sentindo. Nossas línguas penetravam na bocetinha dela, aproveitando o gosto, e também se esfregando uma na outra.
Eu e o Valentín nos beijamos com gosto, mas a reclamação da Dani fez a gente voltar pra xerequinha dela. O gosto salgado encheu minha boca quando ela começou a jorrar em cima da gente.
"Vocês estão tão lindos assim", ela disse.
"Cobertos dos seus jatos?", brincou o Valentín.
"Claro. Eu não fico uma gostosa quando vocês me fazem um facial?"
"Você é sempre gostosa", falei, e comi a boca dela. "Mas a gente devia se lavar antes do café."
Fui o primeiro, e enquanto meus amigos se lavavam, fui preparando o café da manhã. Algo mais reforçado que o jantar do dia anterior, porque eu tinha acordado com fome. Quando já tava tudo pronto, o Valentín saiu do banheiro com... o Daniel.
"Quanto tempo sem te ver assim", brinquei, e ele me deu um beijo.
"Já tava com saudade de voltar. Passei uns dias louca como garota", ele riu, e sentamos pra tomar café. "Ei, se a gente sempre fica na sua casa, e ainda por cima você cozinha, o que a gente contribui?"
"Nossos corpos transáveis", respondeu o Valentín. "Não, sério. Hoje a comida é por nossa conta. Ou a gente paga se tiver muito ocupado na cama."
"Ah, e a lavanderia. Eu lavo sua roupa", completou a Dani.
"Que prestativos. Assim dá gosto", brinquei, achando que era zoeira.
Mas não. O Valentín lavou a louça enquanto a Dani trocava meus lençóis e depois descia pra lavanderia do prédio. Quando tentei sair do sofá, o Val me segurou pelos ombros por trás e começou a fazer uma massagem gostosa. Ele trabalhou meus ombros com muito cuidado, e também o pescoço.
"Ei, eu também quero", reclamou o Daniel quando subiu com a roupa lavada.
"Quer uma massagem?"
"Não era disso que eu tava falando."
Ele guardou minha roupa no armário e arrumou a cama. Quando terminou, meus amigos insistiram pra eu deitar na colchão, e a partir daí começaram a me fazer uma massagem de quatro mãos. Dani trabalhava meus ombros e Val, minhas pernas. Fechei os olhos enquanto curtia a situação. De vez em quando, as mãos deles se encontravam nas minhas costas, e eu podia ouvi-los se beijando.
Voltaram a trabalhar minhas pernas e ombros. Quase dormi, se não fosse porque Valentín resolveu massagear minha bunda. Senti que ele tocava com vontade. Ele separava levemente minhas nádegas. Com certeza estava tentado pela ideia de me foder. Mas se segurou e se dedicou a me cuidar. Senti algo molhado. Dani começou a me dar beijos nos ombros, e Val fez o mesmo nas minhas nádegas. Não só isso, começou a acariciar meu períneo. E minhas bolas.
"Caras… tô me sentindo muito bem, mas agora tô com tesão", falei.
"Isso me encanta… porque eu tô assim desde que acordei", disse Val. "E você, Dani?"
"Tô com o pau durasso"
"Perfeito. Porque tô com muita vontade de ser de vocês"
Eu me virei e sorri. Então ele tava afim. Pois a gente ia dar pra ele, claro. Sentei na cama e dei um tapinha suave na bunda dele. Val correu até meu criado-mudo, onde estava o lubrificante, e passou com vontade no meu pau. Sentou de cócoras em cima de mim, de costas, pra poder chupar o pau do Dani.
Comecei a me mexer debaixo dele, metendo com gosto. Val tinha se apoiado nos joelhos, de um jeito que era mais fácil foder ele, e ele aproveitava pra enfiar o pau do Dani na boca enquanto quicava no meu pau. Valentín não tinha perdido a técnica, mas dava pra sentir o plus de prazer que ele sentia quando eu pressionava o ponto G. Eu ouvia ele gemer e babar, curtindo a posição submisa.
Por um impulso, comecei a masturbá-lo. Gemeu ainda mais. Acariciei um mamilo, e ele colocou a mão dele na minha pra me incentivar a continuar. Estimulei mais. Beijei o pescoço dele. Tava me divertindo tanto…
"Isso é meio gay, né?", brinquei. "Três caras fodendo numa cama…"
"Não, JP. Émuito“Sou gay”, respondeu Daniel. “Isso não te incomoda?”
“Não… com vocês não”, assumi, enquanto Val continuava quicando em cima de mim e eu continuava batendo uma pra ele.
E naquele momento, Dani tirou a pica da boca do Valentin e a aproximou dos meus lábios. Passou a glande por eles, e senti o gosto da porra dele. Estiquei a língua e lambi antes de chupar. Dani sorriu pra mim, mas Val começou a reclamar de novo, querendo ela de volta na boca, e eu cedi. Comecei a gozar no cu do Valentin, enquanto sentia a porra dele sujando minha mão toda. Continuei masturbando ele, e coloquei meu rosto perto do dele, de modo que Dani pôde esfregar a glande nas nossas línguas ao mesmo tempo, e gozar nas duas, com um sorriso, bem satisfeito.
“Não é justo… eu me esforçando pra chupar você e agora o JP tem que dividir meu prêmio”, protestou Valentin.
“Você tá muito reclamão hoje, hein? Vai ver a gente vai ter que te castigar”, brinquei.
“Se isso significar que vocês vão continuar me comendo, vou reclamar muito mais”, respondeu ele. “Dani, se importa de me dar espaço?”
Daniel se afastou, e Val desmontou de mim. Ele se virou e me fez sentar. Fiquei de joelhos enquanto ele ficava de quatro, e começou a me chupar, deixando a bunda dele oferecida pro Dani. Este meteu de um movimento suave.
“Adoro sua bunda”, suspirou enquanto começava a foder ele. “O JP abriu bem ela, né? É facinho te comer assim.”
“Mmmm… slurp… aaaaaah… mmmm”, foi toda a resposta de Valentin, que só tirou meu pau da boca pra chupar minhas bolas antes de percorrer toda minha ereção com a boca e meter de novo. Ele se segurou na minha cintura enquanto me chupava. Era uma delícia. Que diferença fazia se ele tava com o corpo feminino ou de menino, se eu tava adorando?
Talvez eu gostasse demais, porque comecei a foder a boca dele. E Valentin aceitou na hora, ficou de quatro no colchão enquanto eu metia na boca dele e Daniel continuava comendo ele por trás. O corpo dele balançava com o vai e vem das nossas fodas. Acariciei o rostinho dele. Como ele aceitava tudo bem. Vi que o Dani estava batendo uma pra ele enquanto metia mais rápido no cu dele. Eu gozei, direto na garganta dele com o primeiro jato, e depois na língua, na boca, nos lábios e no rostinho dele, enquanto o Daniel gozava dentro do cu dele, e o Valentin descarregava nos meus lençóis.
"Você aguentou maravilhosamente", comentei enquanto descansávamos. O Val ofegava, com meu esperma ainda na cara e o do Dani escorrendo pelo cu dele.
"Eu amo vocês...", suspirou ele. "Não tem mais nada que vocês queiram fazer comigo?", perguntou.
"O que você quer que a gente faça?", disse o Dani.
"Os dois... no meu cu", propôs, enquanto abria bem as pernas no ar e nos mostrava o cu dilatado e cheio de porra. "Os dois ao mesmo tempo dentro de mim."
"Cara... tem certeza?", perguntei enquanto começava a acariciar o ânus dele. Isso me preocupava. "O Dani e eu temos quase do mesmo tamanho... você teria que ter o cu mais aberto pra tentar..."
"Vamos, JP... com certeza vocês conseguem", me incentivou.
O Dani ficou do meu lado e me passou o lubrificante. Colocamos bastante produto nos dedos e fomos dilatando ele com cuidado. Era tão estranho ficar com o dedo tanto tempo no cu dele, quente e macio. Mas ouvir ele gemer enquanto nos deixava fazer me deixava com tesão... eu tava durasso e queria foder ele. O Dani também parecia pronto pra isso.
"Acho que já...", disse ele, e o Valentin se levantou. Ele também tava doido pra isso.
O Daniel e eu nos sentamos, garantindo que nossas picas estavam bem juntas. Joguei mais um jato de lubrificante por cima, melhor exagerar pra deslizar melhor. O Val se colocou sobre nós, de costas pro Dani. Ele sorriu pra mim enquanto se ajoelhava. O pau dele também tava duríssimo. Dei uma lambida nele enquanto a cintura dele tava na altura da minha cabeça, e ele sorriu pra mim.
"Tô pronto... acho", suspirou. O Dani segurou nossas rolas e as direcionou pro cu do Val. Ele tremeu. Talvez fosse demais. Eu segurei as nádegas dele, e ele pressionou um pouco pra baixo. "Aaaaaahhhh... são muito grandes…”
“Tranquilo, amor”, falei, sem perceber. “Você tá bem?”
“Sim… ufa…” tentei tocar nossas picas. Inacreditável… tinham entrado até a metade. “Tentem… se mexer… por favor…”, gemeu.
Enquanto me agarrava na bunda dele pra não deixar cair, eu e Dani nos movemos. Sentia Val gemendo contra meu ombro enquanto minha pica e a do Dani se esfregavam dentro do cu dele, cada vez mais fundo. A gente tava conseguindo. A gente tava fodendo ele ao mesmo tempo. E aí senti uma coisa viscosa na minha barriga. Valentim tinha gozado no anal.
“Eu… amo vocês…”, gemeu. “Pelo amor de Deus, não parem agora… com o quanto eu tô aberto pra vocês”, pediu.
E aí eu e Dani começamos a foder ele de verdade. Era inacreditável. O cu dele era apertado, mas ainda assim se adaptava bem à dupla penetração que eu e Daniela dávamos. Nossas picas se esfregavam dentro do cu dele, sendo mais fácil um meter e o outro tirar, mas também metíamos ao mesmo tempo, enquanto ele descansava em cima de mim, derrotado pelo prazer.
Só moveu a cabeça pra ficar de frente pra minha e a gente começou a se beijar. Como ele conseguia me dar um beijo tão terno com uma foda tão suja? Nossas picas faziam barulho viscoso fodendo ele, e enquanto ele me beijava com toda calma, deixando minha língua invadir a boca dele. Senti ele me abraçar forte e fechar as pernas na minha cintura. Eu e Dani começamos a gozar dentro dele, pra caralho, e senti ele gozar de novo, com a pica dele presa entre nossas tripas.
“Obrigado… obrigado por me dar isso…”, suspirou, sorrindo de prazer.
“Agora você tem que descansar essa bunda”, falei, enquanto ajudava ele a se deitar na cama.
“Tá bom, meu amor…”
“ÉMi… mi amor?”, perguntei, corado.
“Antes você chamou ela dequerido— que eu te ouvi — disse Dani, sentado com as pernas levantadas, e… se masturbando o cu.
— Sei que sempre evitei que a gente se envolvesse, mas… com tudo que vocês estão fazendo comigo, é impossível não ceder — suspirou Valentín. — Não sei se vocês têm medo da ideia. Mas, tecnicamente, somos três fodas-amigos.
— E vamos continuar sendo — garantiu Dani. — Na verdade… adorei te ver tão entregue, mas agora queria que vocês me fodessem. Embora eu não tenha coragem pra penetração dupla…
— Vamos fazer do seu jeito — disse Valentín. — JP… me ajuda? Acho que duas picas vão dar mais prazer pra ele do que uma — brincou.
— Claro.
— E… sei que é desconfortável pra você falar, então se em algum momento tiver um surto como ontem… só faz, tá?
Agradeci e dei um beijo na bochecha dele antes de ir pegar o Dani, que se esticou na cama antes de ir chupar o Val. Ele aceitou, com as pernas abertas, e acariciou a cabeça dele enquanto curtia a boca. Eu me aproximei e o beijei. Nossos lábios brincaram ao redor da pica do Val, que tentou enfiar na minha boca, mas Dani tava com muita vontade de aproveitar ele, então deixei ele chupando e fui pro cu dele.
Dilatei com muito cuidado antes de meter. Devagar. A manhã tinha sido intensa, e eu queria curtir bem a sensação do cu quente dele. Enfiei o mais fundo que pude, e acariciei os ovos dele enquanto ele continuava saboreando a pica do Valentín. Depois voltei a meter, sem pressa, enquanto batia uma pra ele. Dava pra ouvir ele gemer, e vi ele se acariciar os mamilos enquanto o corpo dele se mexia pelo prazer de se ver naquela posição tão entregue.
Quando senti que ele ia gozar, parei de bater, e só fui acariciando os ovos e o pau dele enquanto continuava metendo, e consegui fazer ele começar a gozar só com aquilo. Eu gozei dentro dele, deixando a bunda bem marcada com meu sêmen, enquanto ele garantia de engolir cada gota de porra. que o Valentín gozava.
“Não te dá nojo?”, perguntou o Dani enquanto sentava nas minhas pernas esticadas. Naquele momento, o Val tava com a cabeça na virilha dele, chupando o pau dele.
“Como é que ia me dar nojo?”
“Desde que a gente fode, eu fico mais como a Daniela. Não te incomoda que hoje eu esteja assim o dia inteiro?”
“Você me encanta, e ponto”, respondi, e a gente se beijou, mas o Valentín interrompeu.
“Vão pra um hotel fazer o romântico, aqui a gente gosta de sexo sujo”, ele brincou.
Então eu e o Dani deitamos na cama. Ele se deitou de frente pra mim, e comecei a fazer um 69 com ele. Meu pau entrava perfeito na boca dele, e eu comecei a chupar o dele enquanto separava e dilatava o cu dele pro Val. Ele me olhou, surpreso, e colocou o pau dele junto com o do Dani, de modo que eu comecei a me virar pra chupar os dois.
O coitado do Daniel quase engasgou com meu pau quando gemeu ao sentir o Valentín fodendo o cu dele, mas aguentou superbem e continuou chupando minha pica com verdadeira paixão. Eu me deixava levar pra chupar a dele, enquanto via o pau do Valentín se enfiar no cu dele num ritmo bom, embora de vez em quando ele desse uma pequena pausa, me pedindo pra chupar o dele enquanto isso. Eu não podia negar nada que meus amigos pedissem, com quem tanto tinha curtido. Só podia continuar com o prazer.
O Valentín começou a meter com mais vontade no cu do Dani, fazendo com que ele começasse a gozar na minha boca. Deixei a porra dele escorrer livre enquanto continuava chupando ele, e eu também gozei naquele momento. Senti os lábios do Dani bem fechados em volta do meu pau pra engolir todo o meu leite, enquanto o Valentín gozava dentro dele.
Enquanto o Valentín se recuperava, reclinado pra trás, me aproximei dele. Fiz uma punheta nele, recuperando a ereção, e em seguida, chupei ele. Com vontade, deixando a saliva escorrer bastante, antes de subir em cima dele, de costas. Ele guiou meus quadris pra baixo, direcionando o pau dele. em direção ao meu ânus, e devagar me deixei cair, sentando aos poucos na ereção dele.
Senti ele puxar de mim suavemente, e comecei a me mover debaixo do meu corpo, enfiando o pau em mim a cada movimento. Eu curti me deixar levar. Aquela sensação constante de batida no meu ponto G estava me agradando muito. Dani se aproximou de nós e começou a chupar os ovos do Valentín, antes de subir para os meus e, por último, meter meu pau na boca, acariciando meus ovos e os do Valentín enquanto ele continuava fodendo meu cu.
Senti as mãos do Val acariciando meu corpo todo enquanto me fodia. Essa sensação, somada ao que o Daniel fazia, era demais. Não fazia sentido me segurar. Comecei a gozar pra caralho na boca do Dani por causa do orgasmo que o pau do Val me dava, entrando uma e outra vez no meu cu. Aguentei, pelo Val, até que ele finalmente começou a gozar dentro de mim. Virei a cabeça para ele e nos beijamos enquanto ele me enchia com o esperma viscoso dele.
"Eu não te machuquei?", perguntou. "Não esperava demorar tanto pra gozar."
"Tô bem, fica tranquilo", garanti, e desmontei dele com cuidado, apoiando-me de quatro.
"Você tem um cu lindo assim", brincou Dani.
"Você não fala nada... e me fode", pedi.
Dito e feito, ele se ajoelhou atrás de mim e meteu fácil. Senti meu cu confortável enquanto meu amigo me fodia. Não demorou pra eu ver o Val se posicionar atrás dele. Ele estava fodendo ele, como percebi quando o ritmo das estocadas aumentou. Eu me relaxei o máximo que pude, curtindo a sensação.
Senti a mão do Dani acariciando meu pau enquanto ele continuava metendo, e depois passou a fazer uma punheta de verdade quando a velocidade aumentou. Era questão de segundos pra eu gozar... bem quando senti meu amigo ejacular dentro de mim. Sujei a mão toda do Daniel, que por sua vez sentia o esperma do Val no cu dele enquanto deixava o meu igualmente melado.
"Adoro como vocês tratam a mim", disse Val. Ele tinha se deitado sobre mim. o corpo e o do Dani, e se revezava pra dar uns beijinhos leves na nossa boca. "Valeu por me aceitarem tão bem"
"Você me aceitou primeiro", lembrou o Dani.
"Como não aceitar, se você é um amor? E ainda mais, o JP te garantiu", comentou sorrindo, e me deu um beijo. "Sério, me divirto pra caralho com vocês. E pensar que vocês aceitaram tão bem meu corpo de menino é..." uma lágrima escapou. "Ah... desculpa. É que nem todo mundo faria isso"
"A gente sabe. Mas foi muito bom com você", falei. "Vamos repetir, né?"
"Quando você quiser, bebê. Mas agora tô com fome, e queria virar a Valentina de novo e sair pra comer"
"Topo virar menina de novo", disse o Daniel. "Assim duas gostosas vão acompanhar o JP na comida", brincou.
E descemos os três pra comer e curtir nossa companhia. A vida boa.CONTINUAMais contos meusneste post😉
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