Mi vecino saco la mujer ardiente que había en mí

Tava no segundo mês de gravidez, do meu segundo filho que no fim era uma menina, meu filho mais velho já tinha 4 anos, quando a gente mudou de casa. Chegamos numa casa que ficava num quintal dos fundos, atrás de outra casa que era alugada por uma família. Tudo bem até aí. Meu marido trabalhava num bar, entrava às 2 da tarde e saía de madrugada, umas 2 ou 3 da manhã. Não sei se por causa da gravidez, mas meu corpo começou a sentir uns calores sufocantes, e eu achava que era isso. Meu marido me procurava pra transar quase todo dia, mas meu corpo precisava de mais, e disso eu ainda não tinha noção. Só sentia um calorão no corpo, mas achava que era da gravidez, até que descobri por mim mesma.

A família que morava na casa da frente era composta por 5 pessoas: o marido, Agustín, um senhor maduro de 40 anos; a esposa, Elsa, mais velha que ele, já que tinha quase 50. A senhora era professora, o senhor trabalhava numa empresa como operário. Ele trabalhava em turnos diferentes, as mulheres só ficavam lá à tarde e nem sempre. A senhora, quando saía, normalmente levava todas as meninas com ela. Mas uma tarde, umas 7 da noite, me aproximei da casa da família, porque a porta tava aberta mas as luzes ainda apagadas. Ia pedir um favor pra senhora, não ouvi barulho nenhum e me espiei sem falar. De repente, escutei um murmúrio. Na sala, o senhor Agustín tava de pé com a calça aberta na braguilha e o pau de fora, e sentada no sofá, a moça que limpava a casa. Uma das mãos dela segurava o pau do seu Agustín. Acho que fiz barulho, não sei o que aconteceu nem como, mas os dois olharam de repente pra mim. A moça levantou num pulo, abaixando a blusa, e saiu correndo pra fora de casa em direção à rua. Eu fiquei entre estupefata e com o rosto pegando fogo, não sei se de vergonha ou de tesão. Quando consegui reagir, já tinha o seu Agustín perto de mim, me xingando e dizendo... De tanta coisa, eu não entendia direito o que ele dizia, mas entendi que ele me recriminava por estar ali e, finalmente, claro, ouvi ele falar: "Você tem culpa de ela ter escapado das minhas mãos, você vai pagar por ela".
Ele pegou na minha mão e me puxou pra salinha onde os dois estavam antes. Eu protestei e ainda consegui dar um tapa no ombro dele, o que fez ele ficar mais puto e me jogar com um empurrão no sofá, onde caí toda desmontada. Ele se aproximou e me olhou. Eu estava caída com os pés encolhidos no sofá, minha saia tinha subido pelas minhas pernas, que estavam generosas, quase até o começo da minha bunda. Ele disse: "Acho que vou sair ganhando com a troca, vizinha. Você teve a culpa de a Branquinha ter escapado, agora você vai tomar o lugar dela". Dito isso, ele se aproximou de mim e pegou nos meus joelhos, separando eles e expondo minha intimidade na frente dele. Eu ainda estava atordoada, mas reagi quando senti ele tirar minha blusa. Tarde demais, minha reação já me deixou só de sutiã, e ele mantinha minhas pernas abertas, já que estava de pé entre elas e prendendo minhas coxas com os tornozelos dele. Eu falei pra ele me soltar e me deixar ir, mas ele só dizia que eu ia pagar por ser intrometida. Pegando meus ombros, ele me deitou completamente no sofá e enfiou um dos joelhos na minha entreperna. O que eu senti naquele momento me tirou todas as dúvidas sobre meus estranhos sufocamentos. Minha entreperna começou a pulsar forte e o calor era abrasador. Quando ele se afastou de mim, devia ter certeza de que não teria resistência, porque ele não me segurava mais, nem as pernas dele me forçavam. Mas eu continuei com as pernas abertas, a saia levantada, minha coisinha exposta só coberta por uma minúscula calcinha fio dental, meus peitos só cobertos pelo sutiã. Ele começou a desabotoar a calça me olhando nos olhos, enquanto dizia: "Vizinha, você tá uma delícia. Sempre pensei que você era uma gostosa ardente, pelo jeito que se veste e pelas lindas calcinhas fio dental que usa, que eu sempre observo da minha casa". janela", enquanto dizia isso, lentamente a calça dele foi caindo no chão e ele deslizou pelos pés. Meu olhar não conseguiu evitar de se fixar no volume que aparecia por baixo da cueca dele. Vendo aquilo, ele se aproximou e, colocando o pacote na minha cara, me pegou pela nuca, aproximando meu rosto do volume. Virei o rosto para o lado, mas ele me segurou com as duas mãos e esfregou a coisa dele no meu rosto, nos lábios, nas bochechas. Sentir aquele pedaço de carne, sentir ele pulsar, sentir o calor, me colocou num estado submisso. Ele me levantou e tirou meu sutiã, deixando meus peitos grandes expostos para as mãos dele, que se aproveitaram, amassando-os. E então ele fez algo que me enlouqueceu: me pegou pelos dois bicos e torceu. Um gemido longo escapou da minha garganta. Nunca tinha experimentado aquilo. Meu marido nunca descobriu esse ponto tão sensível em mim. A dor e o prazer me fizeram cair sentada no sofá. Ele tirou a rola da cueca e, plantando ela na minha frente, apontou para minha boca. Eu só abri meus lábios, deixando ele entrar. Ele começou a entrar e sair da minha boca. Eu era uma boneca nas mãos dele. As mãos dele me seguravam pelas têmporas, fazendo a rola entrar e sair da minha boca, enquanto ele murmurava coisas como: "assim, putinha, chupa gostoso, vizinha gostosa, que boca deliciosa você tem".

Tirando a rola da minha boca, ele fez com que eu olhasse para ele, enquanto dizia: "agora vou te foder, putinha... você vai sentir minha rola na sua bucetinha, vou deslizar ela dentro de você".

Ouvir ele dizer isso me deu uma vontade imensa de ser penetrada, mas ele me disse: "me diz, vizinha, você quer que eu te coma?". Eu não respondi nada por um falso pudor que já não devia existir, depois de ter chupado a rola dele e permanecido num estado de submissão ao que eu sabia que ia acontecer: ser penetrada por outro homem.

Dom Agostinho já estava ajoelhado entre minhas pernas e, com a mão, guiava a rola dele para minha rachinha. Quando eu empurrei ele para resistir, já era tarde demais. Senti a rola dele deslizar facilmente para dentro de mim, por causa do quanto minha rachinha estava molhada. Impossível. Foi disfarçar o que sentia, já que um gemido forte escapou da minha boca, enquanto eu desabava de costas no sofá. Ele me segurou pelos quadris pra fazer sentir mais a sua masculinidade dentro de mim, começou a martelar minha buceta com estocadas fortes enquanto eu não parava de gemer e balançar a cabeça de um lado pro outro, com as mãos fechadas com força arranhando o tecido do sofá. Ele agora me pegou pelos tornozelos e apoiou nos ombros dele, fazendo eu sentir que chegava até minhas entranhas. Lá estava eu, uma mulher casada, jovem, com a saia feita um cinto na cintura e com a calcinha fio dental minúscula de lado, totalmente empalada por outro homem que não era meu marido. Ele começou a apertar meus peitos, fazendo eu gritar praticamente de tesão ao ter um orgasmo profundo.

Esse orgasmo não foi suficiente pra apagar o fogo que consumia meu corpo, continuei recebendo as estocadas de Dom Agustín como se ele estivesse começando a me comer. De repente, ele se soltou de mim e, me pegando pela mão, me levantou e me virou de costas pra ele. Eu entendi o que ele queria e, apoiando os dois joelhos na borda do sofá, me apoiei com as mãos no encosto, expondo minhas ancas largas, com minha bunda, minha buceta e meu cu expostos pra esse homem. Ele abriu as minhas nádegas e senti a língua dele deslizar por todo o sulco entre minha bunda, abrangendo minha racha e meu cu. Isso me fazia, além de gemer, abrir a boca, desesperada, e mexer minha bunda pra cima e pra baixo. Quando ele me penetrou, só precisou de algumas estocadas pra arrancar outro orgasmo de mim. A penetração era forte, impiedosa, saciando a putaria que ele trazia. Ele tinha à disposição uma mulher jovem, totalmente entregue à luxúria dele.

O terceiro orgasmo veio com um espasmo forte no corpo. Ele gozou dentro de mim tudo o que talvez tinha acumulado por muito tempo. Eu desmaiei no sofá, de tal forma que o pau dele saiu da minha buceta. Ele me acomodou ao longo do sofá, deixando uma perna minha sobre o sofá e a outra pra fora. Ele, apoiado no chão, presa fácil de um homem que tinha encontrado como saciar sua fome de sexo, continuou me penetrando sem nenhuma resistência da minha parte e já praticamente à disposição dele, sem resistência, sem resposta, só um objeto da paixão dele. Um resfôlego na minha nuca enquanto ele investia com mais força nas minhas nádegas foi o sinal da gozada dele, forte e abundante dentro de mim, o corpo dele desabou mole sobre o meu, enquanto os últimos espasmos da gozada dele tomavam conta e ele apertava o corpo contra o meu, tentando aprofundar as últimas penetrações dentro de mim.
Não sei quantos minutos ele ficou se recuperando em cima de mim, mas senti que foram muitos, ao mesmo tempo que serviam pra eu recuperar minha sanidade que tinha perdido num instante. Não sei o que ele pensava, mas eu não ousava me levantar e olhar pra ele. Quando ele se ergueu, liberando meu corpo, esperei um pouco pra me levantar, sem erguer o olhar, ajustei minha micro tanga entre as pernas sentindo os líquidos da gozada dele entre elas, e sem me importar com isso, abaixei minha saia pra cobrir minha nudez quase total, peguei meu sutiã que só enrolei nas mãos e vesti minha blusa de novo, calcei minhas sandálias pra sair quase correndo, sem dizer nada e sem receber nenhum comentário também.
Quando cheguei em casa, meu filho pequeno me olhou meio estranho, não sei se no meu rosto dava pra ver algo do que tinha acontecido. Ver ele me fez sentir mais desprezível do que já me sentia. Entrei rápido no banheiro, me despi completamente, larguei minha roupa no chão ali mesmo debaixo do chuveiro, e tomei banho por um bom tempo, como se quisesse com água e sabão em abundância lavar o que tinha feito.
Quando saí do banheiro, coloquei toda a roupa que tinha tirado num balde d'água e deixei de molho. Me preparei pra cuidar do meu filho, tentando apagar da minha mente o que tinha acontecido.
Aquela noite foi agitada pra mim, não conseguia dormir, quando fechava os olhos sentia umas... sensações de emoção conflitante, por um lado sentia uma sensação de satisfação, mas por outro de culpa. Meu marido me encontrou acordada ainda e começou a me apalpar, eu recusei, mas ele não aceitou um não e continuou com seu trabalho de convencimento e excitação. Logo me vi gemendo e de pernas abertas, com a mão dele enfiada na minha buceta. Quando ele me penetrou, busquei apagar o que sentia em cima de mim, as marcas de outro homem. Me entreguei a ele, e ele percebeu minha mudança, já que me entreguei sem reservas e sem negar nada. Ele gozou no meu cu, porque era algo que ele gostava muito, mas eu não, mas deixei porque estava num clima desinibido e, apesar do sexo que tinha tido horas antes, ainda estava com vontade de mais. Meu marido terminou abraçado em mim, me dando beijos carinhosos e dizendo o quanto me amava e o quanto tinha sido gostoso transar comigo.

Já passava da meia-noite, eu estava lavando a louça e a água parou de sair. A caixa d'água tinha esvaziado e, para enchê-la, precisava ligar a bomba para subir a água. Então saí sem pensar. Ao sair, senti uma sensação estranha, um leve arrepio percorreu meu corpo. Percebi a pouca roupa que estava usando: um leve roupão de dormir e, por baixo, só uma pequena tanga, sem sutiã e com meus peitos livres, balançando provocativamente ao andar. Cheguei até o interruptor da bomba, que ficava nos fundos da casa dos vizinhos da frente. Liguei, mas também vi que a mangueira usada para lavar o quintal estava com o registro aberto e jogando água. Então fui fechá-la. Para isso, precisei ir para a frente. Ao fechar o registro da mangueira, ouvi alguém abrindo o portão da entrada. Era seu Augusto, que chegava do trabalho. Senti um leve medo, e pela minha mente passaram os acontecimentos de dias atrás. Senti meu corpo tremer. Terminei de fechar o registro e antes Antes que eu tivesse tempo de me afastar, senti ele se aproximando. Chegou até onde eu estava e ficou me olhando. Eu não fiz nenhum movimento. Vendo minha vulnerabilidade, ele me pegou pela mão e me puxou para segui-lo. Dócil, me deixei levar até um pequeno corredor, onde às vezes o via trabalhando. Lá tinha uma mesa onde ele fazia alguns serviços. Ele puxou um cobertor que estava num varal e, com calma, o estendeu sobre a mesa. Eu só observava, sem me mexer nem falar. Ele me pegou pela mão de novo e me puxou para perto da mesa, me apoiou nela de frente para ele. Sem dizer nada, baixou as alças do meu avental, devagar, saboreando o que ia descobrindo: primeiro meus ombros, depois meus peitos até a cintura, onde parou o avanço do avental. Então me segurou pelo quadril e puxou meu corpo semidespido contra o dele, só me apertando, me sentindo, meus peitos comprimidos no peito dele. Senti meus mamilos endurecerem. Nos vermos assim naquele momento era estranho — dois corpos unidos, sem falar, só absorvendo o cheiro um do outro.

Ele se afastou de mim, terminou de tirar meu avental, que caiu no chão. Fiquei indefesa, exposta para ele, só de fio dental — e não era grande nem cobria muito. As mãos dele foram para meus peitos, apalpando-os, já que tinha descoberto o que me excitava: apertar meus mamilos. A boca dele se uniu à minha, deslizando a língua para dentro, enquanto uma das mãos dele chegava à minha entrepernas, acariciando suavemente a textura do tecido, pelos e pele. Eu já gemia, mas ele, num sussurro, me fez entender que precisava calar meus gemidos. Estávamos num lugar exposto, mesmo sendo tarde da noite, corríamos o risco de alguém perceber. Aceitei o desejo dele e só me entreguei. Ele me subiu na mesa, abriu minhas pernas e, afastando meu fio dental, introduziu um dos dedos. Isso foi o suficiente para eu morder os lábios, evitando gritar, soltando só um gemido leve. O dedo dele entrava e saía de mim. Encharcada de sexo, enquanto minha cabeça balançava de um lado pro outro e eu apertava os lábios pra não gritar de prazer, desabei de costas na mesa, deixando ele fazer de mim o que quisesse. Ele continuou espremendo meu órgão sexual mais sensível pra extrair meus sucos, minhas pernas totalmente abertas e os pés pendurados na mesa me faziam me submeter a ele. Ele me pegou pelos dois tornozelos, abriu mais minhas pernas e se posicionou entre elas, colocando meus tornozelos nos ombros dele. Enquanto me olhava e eu olhava pra ele, ele desabotoou a calça com calma, aproveitando me ver totalmente indefesa diante dele.

Era morbidamente gostoso estar assim, quase nua, só de thong, e ela jogada pro lado da minha buceta, totalmente exposta com as pernas abertas e os pés no ar apoiados no ombro dele, enquanto via o pau dele aparecendo por entre as roupas. Ele pegou o pau e começou a esfregar na minha rachadura, passando por toda ela, me deixando de novo com uma excitação do caralho. Quando ele entrou em mim, um gemido profundo escapou dos meus lábios, mas foi abafado na hora pela mão dele. Enquanto me calava com uma mão, a outra mão dele estava nos meus peitos, beliscando meus mamilos alternadamente e martelando minha buceta ardente com o pau dele, que entrava e saía de mim como um pistão, enquanto eu me entregava completamente à luxúria dele. Eu gemia sem restrição, já que a mão dele abafava meus gemidos. Quando gozei pela primeira vez, meu corpo se convulsionou na frente dele de um jeito escandaloso. Ele continuou metendo forte sem parar pra me fazer gozar uma segunda vez e, finalmente, gozar dentro de mim.

Ele desabou em cima de mim, bufando, preso na agitação de ter me comido com uma vontade descontrolada. Ficamos assim por uns momentos, eu com as pernas jogadas pro lado dele e ele ainda dentro de mim. Quando ele se levantou, fez isso em silêncio, saindo de mim enquanto nos olhávamos nos olhos. Ele percebeu o gesto de satisfação que me tomou quando ele se desencaixou da minha buceta, e ainda esfregou por uns momentos o pau escorrendo na minha buceta, misturando nossos sucos, ele se afastou de mim e, pegando uma peça do varal da esposa dele, limpou o pau e, com dedicação, começou a limpar minha buceta, enquanto nos olhávamos sem trocar uma palavra, não precisava, o sexo já tinha dito tudo.
Ele me ofereceu a mão para me levantar e me ajudou a descer da mesa, enquanto ele arrumava as roupas dele, eu ajeitava minha calcinha fio-dental e procurava meu roupão, pegando-o do chão para vestir. Ele se aproximou e, segurando minha cintura, me puxou para perto e me beijou nos lábios com ternura enquanto me dizia:
– Você é realmente gostosa, mas acima de tudo, fogosa, obrigado por esses momentos, mas quero te pedir que, em momentos como esse, você se entregue a mim sem reservas nem restrições, que seja minha putinha, não me responda agora, pensa nisso, e você sempre será a dona da sua casa, a mãe dos seus filhos, mas quero que, quando estiver comigo, seja minha putinha sem restrições.

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