Uma manhã o marido da minha cunhada chegou em casa porque meu marido tinha marcado com ele para comprar madeira, naquela manhã minha filha mais velha não estava, então fiquei sozinha com minha filha mais nova, aproveitei que ela estava dormindo no quarto dela para tomar banho.
Sentei na cama e tirei a blusa, logo em seguida o short e a calcinha de renda. Estava me preparando para ir ao chuveiro quando ouvi a campainha tocar. Fiquei me perguntando quem poderia ser. Coloquei apenas uma toalha, cobrindo dos seios até o bumbum, pensando que era meu marido que tinha voltado, então desci para abrir. Surpresa: era meu cunhado.
"Bom dia, compadre", disse gentilmente. Ele não respondeu, estava petrificado ao me ver. Por um momento, senti que ele me desejava, meus mamilos ficaram eretos. Cumprimentei-o novamente, e ele, como pôde, respondeu: "Seu marido me disse para vir".
"Ele não está", respondi. "Não vai demorar a voltar, quer esperar ou prefere voltar mais tarde?"
"Espero", ele respondeu imediatamente.
Ele foi cavalheiro ao me deixar subir as escadas primeiro, ou só fez isso para ver minha buceta, não sei e nem me importei, já que estava acostumada a esses olhares.
Eu digo pra ele ficar à vontade, que meu marido chega daqui a pouco, vou tomar um banho. Ele sentou na sala e pegou o celular. Eu entrei no meu quarto, fechei a porta e fui tomar banho. Ao sair do banho, sentei na frente do espelho pra passar creme. Senti que alguém estava me olhando, mas ignorei.
Tirei a toalha para hidratar minhas pernas, me abaixei para alcançar minhas panturrilhas sem pensar que estava dando um espetáculo pro meu compadre, mostrei toda minha bunda e minha buceta juntas, ele já estava excitado desde o começo então o que ele viu despertou suas paixões mais baixas.
De repente, me pegaram das mãos, colocando-as atrás da minha cabeça, me empurraram na cama deixando minha bunda pra cima, eu não sabia o que estava acontecendo. Era o marido da minha cunhada me submetendo. "Vou te comer" ele dizia, e suas palavras me deixavam muito excitada.
senti uma cabeçada esfregando minha buceta, ele esfregou tantas vezes que, em vez de gritar, comecei a gemer.
comecei a me acostumar com a cabeça do meu compadre, ele fazia movimentos circulares, pra dentro e pra fora, era uma sensação diferente porque estavam me forçando; mas eu estava gostando, de repente ele enfiou por completo e a única coisa que eu disse foi: compadre, você tem uma rola grande, tirei ela toda e ele meteu de novo com força, não acreditei no que estava acontecendo, meu compadre me perguntou se eu estava gostando, e eu nem respondi.
Ele continuou enfiando, sem perceber que minhas mãos já não estavam presas, agora era eu quem segurava sua cintura para ele meter tudo.
Um dos meus truques é coordenar meus movimentos com as contrações da minha buceta para satisfazer qualquer um, dava pra ver o rosto de satisfação dele, a linguagem dele começou a mudar. Você gosta, eu adoro essa bunda grande, suas pernas longas, seus peitos gostosos e principalmente sua buceta molhada, suculenta e pronta pra ser comida. Eu não aguentei mais e disse: você quer comer? Ele respondeu: com prazer.
Sempre que podia, ele enfiava a língua na minha buceta. Eu mexia pra cima e pra baixo pra curtir a mamada gostosa que ele tava me dando. De repente, vi o pauzão dele e deu vontade de botar na boca. Aí eu curtia ele chupando meus lábios, mordendo meu clitóris, enfiando os dedos grossos na minha buceta e no meu cu ao mesmo tempo.
Levantei da cama, ele colocou uma das minhas pernas na cômoda. Ficamos de pé, frente a frente, sem vergonha nenhuma. Já tinha esquecido como tudo começou, só queria era continuar transando. Ele pegou o pauzão e enfiou em mim. Olhei nos olhos dele, pedi mais e mais, fiquei louca. Ele beijava minha boca, meu pescoço, meus peitos e com uma mão agarrava minha bunda, enfiava o dedo no meu cu. Que delícia, penetração dupla!
Ele passou lubrificante, começou a me dilatar com os dedos, primeiro colocou um, depois dois, depois três. "Já está pronta", ele disse. Colocou a cabeça, fez movimentos circulares e começou a meter. No início doeu, meus gemidos eram de dor, mas de repente comecei a gostar, estava levando uma foda boa.
Lembro que meu compadre não aguentava mais e acabou gozando dentro do meu cu, o sêmen escorria pela minha buceta e ele continuava metendo e tirando, deixando minha buceta ainda mais molhada que o normal.
Tirei ele da boca, me levantei, olhei nos olhos dele e perguntei: "Beijei e disse: o que se vê não se julga, troca de roupa e amadurece.
Entrei no banho lembrando e curtindo a foda que me deram.
Sentei na cama e tirei a blusa, logo em seguida o short e a calcinha de renda. Estava me preparando para ir ao chuveiro quando ouvi a campainha tocar. Fiquei me perguntando quem poderia ser. Coloquei apenas uma toalha, cobrindo dos seios até o bumbum, pensando que era meu marido que tinha voltado, então desci para abrir. Surpresa: era meu cunhado.
"Bom dia, compadre", disse gentilmente. Ele não respondeu, estava petrificado ao me ver. Por um momento, senti que ele me desejava, meus mamilos ficaram eretos. Cumprimentei-o novamente, e ele, como pôde, respondeu: "Seu marido me disse para vir".
"Ele não está", respondi. "Não vai demorar a voltar, quer esperar ou prefere voltar mais tarde?"
"Espero", ele respondeu imediatamente.
Ele foi cavalheiro ao me deixar subir as escadas primeiro, ou só fez isso para ver minha buceta, não sei e nem me importei, já que estava acostumada a esses olhares.
Eu digo pra ele ficar à vontade, que meu marido chega daqui a pouco, vou tomar um banho. Ele sentou na sala e pegou o celular. Eu entrei no meu quarto, fechei a porta e fui tomar banho. Ao sair do banho, sentei na frente do espelho pra passar creme. Senti que alguém estava me olhando, mas ignorei.
Tirei a toalha para hidratar minhas pernas, me abaixei para alcançar minhas panturrilhas sem pensar que estava dando um espetáculo pro meu compadre, mostrei toda minha bunda e minha buceta juntas, ele já estava excitado desde o começo então o que ele viu despertou suas paixões mais baixas.
De repente, me pegaram das mãos, colocando-as atrás da minha cabeça, me empurraram na cama deixando minha bunda pra cima, eu não sabia o que estava acontecendo. Era o marido da minha cunhada me submetendo. "Vou te comer" ele dizia, e suas palavras me deixavam muito excitada.
senti uma cabeçada esfregando minha buceta, ele esfregou tantas vezes que, em vez de gritar, comecei a gemer.
comecei a me acostumar com a cabeça do meu compadre, ele fazia movimentos circulares, pra dentro e pra fora, era uma sensação diferente porque estavam me forçando; mas eu estava gostando, de repente ele enfiou por completo e a única coisa que eu disse foi: compadre, você tem uma rola grande, tirei ela toda e ele meteu de novo com força, não acreditei no que estava acontecendo, meu compadre me perguntou se eu estava gostando, e eu nem respondi.
Ele continuou enfiando, sem perceber que minhas mãos já não estavam presas, agora era eu quem segurava sua cintura para ele meter tudo.
Um dos meus truques é coordenar meus movimentos com as contrações da minha buceta para satisfazer qualquer um, dava pra ver o rosto de satisfação dele, a linguagem dele começou a mudar. Você gosta, eu adoro essa bunda grande, suas pernas longas, seus peitos gostosos e principalmente sua buceta molhada, suculenta e pronta pra ser comida. Eu não aguentei mais e disse: você quer comer? Ele respondeu: com prazer.
Sempre que podia, ele enfiava a língua na minha buceta. Eu mexia pra cima e pra baixo pra curtir a mamada gostosa que ele tava me dando. De repente, vi o pauzão dele e deu vontade de botar na boca. Aí eu curtia ele chupando meus lábios, mordendo meu clitóris, enfiando os dedos grossos na minha buceta e no meu cu ao mesmo tempo.
Levantei da cama, ele colocou uma das minhas pernas na cômoda. Ficamos de pé, frente a frente, sem vergonha nenhuma. Já tinha esquecido como tudo começou, só queria era continuar transando. Ele pegou o pauzão e enfiou em mim. Olhei nos olhos dele, pedi mais e mais, fiquei louca. Ele beijava minha boca, meu pescoço, meus peitos e com uma mão agarrava minha bunda, enfiava o dedo no meu cu. Que delícia, penetração dupla!
Ele passou lubrificante, começou a me dilatar com os dedos, primeiro colocou um, depois dois, depois três. "Já está pronta", ele disse. Colocou a cabeça, fez movimentos circulares e começou a meter. No início doeu, meus gemidos eram de dor, mas de repente comecei a gostar, estava levando uma foda boa.
Lembro que meu compadre não aguentava mais e acabou gozando dentro do meu cu, o sêmen escorria pela minha buceta e ele continuava metendo e tirando, deixando minha buceta ainda mais molhada que o normal.
Tirei ele da boca, me levantei, olhei nos olhos dele e perguntei: "Beijei e disse: o que se vê não se julga, troca de roupa e amadurece.
Entrei no banho lembrando e curtindo a foda que me deram.
2 comentários - me cogio el marido de mi cuñada