Um cara comum e normal, foi assim que sempre me defini. Minha vida tinha sido um mar de anonimato, um nerd excluído com poucos amigos e uma vida social praticamente inexistente. Casei com minha primeira namorada, mas depois de dez anos, o tédio e a monotonia acabaram destruindo nosso relacionamento. Minha vida tinha se resumido a uma rotina solitária, sem filhos, com poucos amigos, só meu trabalho e minha casa. Mas tinha uma coisa que me definia, algo que me fazia sentir orgulho: minha lealdade. Lealdade à minha família, aos meus amigos, ao meu trabalho. Essa era minha virtude, minha característica mais marcante. Num mundo que parecia passar por mim sem me notar, minha lealdade era o que me mantinha de pé, o que dava sentido à minha vida. Já velho, com a perspectiva que só a idade traz, consigo ver que minha vida foi um reflexo da minha personalidade. Um cara comum, sem grandes conquistas ou fracassos estrondosos. Mas nesse anonimato, ainda estava procurando meu lugar no mundo. A lealdade, essa virtude que sempre defendi, foi minha guia nos momentos difíceis. E embora minha vida social tenha sido limitada, meus relacionamentos foram profundos e significativos. Agora, com a maturidade, consigo apreciar a beleza da simplicidade, da rotina e da lealdade. Depois do meu divórcio, senti a necessidade de me afastar de tudo e recomeçar do zero. Me mudei pra uma cidade próxima e procurei um novo emprego, ansioso pra deixar o passado pra trás. Foi nesse novo trampo que, durante um teste psicológico, descobriram que eu estava no espectro autista. Essa revelação deu um pouco de sentido pra minha falta de sociabilidade e meu jeito de ser. Sempre me senti meio deslocado, mas agora entendia o porquê. Nesse emprego, comecei como administrativo numa grande empresa, e pra minha surpresa, fui muito bem recebido. Meu chefe, Miguel Ángel, foi especialmente bom comigo, e logo me tornei seu braço direito. O apoio e a compreensão dele me permitiram me sentir valorizado e parte do time, algo que nunca tinha experimentado antes. Eu sou um homem grande, fisicamente imponente. Tenho um metro e oitenta e oito, peso cem quilos e tudo em mim parece ser em grande escala. Minhas mãos são grandes, minhas pernas são grossas e minhas costas são largas. Duas pernas que parecem colunas me sustentam, me dando uma aparência de solidez e força. No entanto, apesar do meu tamanho, me sinto desajeitado, como se meu corpo nem sempre respondesse com a mesma agilidade que minha mente. Meu tamanho pode ser intimidante para alguns, mas na verdade, sou um homem simples e tranquilo que se sente mais confortável na própria pele do que na percepção que os outros têm de mim.
Quanto à minha vida sentimental, a verdade é que tem sido um fracasso desde que me separei. Tentei conhecer gente através de aplicativos de namoro, mas os encontros costumam ser esporádicos e com mulheres que parecem ter mais problemas do que soluções. Algumas estão tão desesperadas quanto eu, outras têm problemas pessoais ou são mães solteiras lutando para sobreviver. Não é exatamente o que procuro em um relacionamento. Me sinto como se estivesse condenado a repetir o mesmo padrão de fracasso na minha vida amorosa. Minha timidez e falta de sociabilidade não ajudam, e fico me perguntando se algum dia vou encontrar alguém que se encaixe comigo.
A empresa para a qual eu trabalhava era um gigante com interesses diversificados em negócios imobiliários, transporte naval e terrestre, e investimentos. Tinha sido criada através da fusão de várias empresas menores, e os casamentos arranjados entre os donos tinham desempenhado um papel importante na sua formação. A cúpula diretiva era composta por pessoas de confiança dentro da família, o que tornava a mobilidade no trabalho quase impossível para quem não era parente da família. Meu chefe, Miguel Ángel, era o marido da presidente, e outros cargos-chave eram ocupados por familiares próximos.
A empresa estava estruturada em grandes áreas, mas a cabeça principal era dona Susana, uma mulher que impunha respeito e admiração ao mesmo tempo. Era rígida e controladora, com uma inteligência e sagacidade que a tornavam formidável. Era uma mulher linda, mas também muito perigosa. Com um corpo monumental, cabelo moreno, pele branca, corpo de infarto moldado na academia e no bisturi. Mantinha uma distância prudente dos funcionários, sem permitir que ninguém se aproximasse dela; era o tipo de pessoa que inspirava uma mistura de admiração e medo, e era melhor não cruzar seu caminho se não quisesse se machucar.
A Gerência de Vendas estava sob o comando de Clara, a melhor amiga de Susana, uma mulher jovem que irradiava uma elegância clássica e uma inteligência afiada. Era uma mulher à moda antiga, com um senso de profissionalismo e disciplina que inspirava respeito. Apesar da aparência reservada, Clara era igualmente gostosa, embora mais baixa e magra, sem as curvas tão pronunciadas quanto as da amiga, de pele branca e loira, era um tesão.
A Gerência de Marketing era outra área-chave, e era liderada por Juan Carlos, primo de Miguel Ángel. Juan Carlos era um homem mais velho, perto da aposentadoria. O que se destacava nele era que estava dedicando tempo e esforço para treinar e preparar Valentina, a filha de Miguel Ángel, para assumir a gerência.
A Gerência de Operações era a área maior e mais crucial da empresa, já que era responsável por tocar todos os projetos e garantir sua execução bem-sucedida e seu desenvolvimento. Essa gerência estava sob o comando de Hernán, um engenheiro altamente capacitado e irmão de Susana, o que o tornava uma pessoa de total confiança. Hernán era um homem muito reservado quanto à sua vida privada; muitos funcionários suspeitavam que ele fosse gay.
No meu trabalho, meu círculo social era limitado, e eu me sentia mais à vontade rodeado pelos caras da área de informática, que compartilhavam minha paixão por tecnologia e minha natureza nerd. Miguel Ángel sempre me dizia que eu Eu estava me preparando para que, no futuro, pudesse ser diretor de compras ou administração. Ele era alguém que acreditava em mim. Por isso, quando numa manhã de sábado a empresa nos comunicou que Miguel Ángel tinha morrido de um infarto fulminante, me senti arrasado. A notícia foi um golpe duro pra mim, e me deixou com uma sensação de vazio e solidão no trabalho. Miguel Ángel tinha sido mais que um chefe pra mim, tinha sido um mentor e um amigo, e a partida dele me afetou profundamente. Sem ele, o trabalho parecia diferente, e fiquei sem alguém com quem compartilhar minhas ideias e minhas preocupações. Com a morte de Miguel Ángel, a empresa passou por mudanças significativas e reestruturações. Eu também me tornei mais um entre muitos, perdendo a visibilidade e o reconhecimento que tinha antes. Minha vida ficou ainda mais monótona, e embora eu cumprisse meu trabalho de forma excelente, não me destacava dos outros. Na minha vida pessoal, encontrei novos hobbies que me permitiam escapar da rotina. Voltei a colecionar coisas como quando era criança, objetos de nerd, e também retomei a prática de esportes que curtia na adolescência, como kickboxing. Isso me dava uma desculpa pra sair de casa e não ficar trancado. Também tentava correr, caminhar e passear, mais por insistência dos meus pais e irmão, que me incentivavam a não me isolar demais. Valentina Moreno, a filha de Miguel Ángel, se tornou alguém importante na minha vida profissional em pouco tempo. Era uma pessoa muito inteligente e apaixonada por Marketing. A personalidade doce e afável dela fazia com que fosse um prazer conversar com ela. Era uma mulher muito gostosa, loira, de olhos verdes e pele clara, com uma beleza que chamava a atenção. Valentina tinha um caráter parecido com o do pai, e adorava conversar comigo sobre vários assuntos, desde a empresa até a vida em geral. No entanto, tinha uma coisa que não me agradava na vida pessoal dela: o namorado. Pra mim, era Um canalha, um mulherengo inveterado que tinha conseguido enganar a Valentina. O que me irritava ainda mais era que ele tinha entrado na empresa e sido nomeado Diretor de Compras, o que lhe dava um baita poder e influência. E o pior de tudo é que ele não parecia gostar que a Valentina tivesse relação comigo ou com outros caras.
Já tinham se passado dois anos desde a morte do Miguel Ángel, e cinco desde que entrei na empresa. Minha vida continuava monótona, com encontros esporádicos com mulheres e poucos amigos próximos. Eu tinha me acostumado com a minha solidão e aprendido a valorizá-la. No entanto, a direção da dona Susana me mandou acompanhar a Valentina e a gerente de vendas numa viagem para fora do país.
O objetivo era fechar um negócio importante, e meu papel era revisar os números e garantir que tudo estivesse nos conformes. A Valentina ia como responsável pela publicidade do projeto, e a gerente de vendas ia porque conhecia o cliente e já tinha trabalhado com eles antes. Eu tive que me adaptar a um papel de acompanhante numa viagem de negócios, o que significava uma mudança na minha rotina habitual.
Me surpreendeu que tivessem me escolhido pra essa viagem, mas a Valentina me explicou depois que foi ela quem sugeriu meu nome por causa da minha habilidade em analisar números e detectar problemas nos orçamentos. Me senti lisonjeado por ela ter pensado em mim e lembrado das palavras que o pai dela costumava dizer sobre o meu trabalho.
Porém, a viagem de avião foi meio desconfortável pra mim, já que meu tamanho não se encaixava bem no assento da classe econômica. Claro, a Valentina e a gerente de vendas viajaram na primeira classe, o que me fez sentir um pouco deslocado. Ao chegar no hotel, me colocaram num andar diferente do delas, embora pelo menos tive a sorte de ficarmos no mesmo hotel.
As negociações foram um verdadeiro desafio, e como eu tinha previsto, houve vários orçamentos e detalhes que não estavam claros desde o início. Tivemos que fazer várias correções e ajustes na marra, o que nos manteve trabalhando pesado por três dias. Quase não saímos do hotel, só para ir às reuniões, o que deixou o trampo ainda mais intenso. Quando finalmente fechamos o negócio, senti uma puta emoção e alívio, não só pelo sucesso do acordo, mas também pelo esforço e dedicação que a gente tinha colocado nisso. Um ponto positivo que destaco dessa viagem é que a Clara, a gerente de vendas, se mostrou uma pessoa muito gente boa e profissional, com quem foi um prazer trabalhar e lidar.
Depois de fechar o negócio na sexta à noite, a gente tava eufórico e decidiu comemorar pra valer. Elas estavam vestidas como femme fatale, com vestidos de noite bem sexys. As minas sugeriram ir ao restaurante mais caro da cidade, e lá pedimos vinhos exclusivos e pratos exóticos. O que elas não sabiam é que meu celular não parava de tocar porque era meu aniversário e meus familiares e amigos próximos estavam me parabenizando. Contei que tinha acabado de fazer 36 anos, o que surpreendeu a Clara porque ela também tinha a mesma idade.
Pra comemorar, resolvemos ir dançar na balada mais próxima, recomendada pelo garçom. Lá, o champanhe, os coquetéis e os drinques rolaram sem parar, dançamos, rimos e fizeram piadas comigo, até me incentivavam a dançar com elas mesmo eu sendo um péssimo dançarino. E terminamos os três bem bêbados. Na saída, a gente se apoiava pra não cair, abraçados os três, até conseguir um táxi que nos levasse de volta ao hotel.
Quando chegamos no hotel, eu tava com uma de cada braço, as duas não paravam de falar e fazer piadas idiotas, até de sacanagem. A Clara me perguntou várias vezes se eu era todo grande, coisa que me fez corar e elas caíram na risada. Levei elas direto pro quarto da Clara, e eu pensava em me despedir na porta. Clara: Você não vai a lugar nenhum, grandalhão.
- Ela me pegou pela camisa e me puxou pra dentro do quarto.
- Prepara uma bebida. - falou, apontando pro minibar.
Abri o minibar pra ver o que tinha, e me virei pra perguntar o que elas queriam beber, e o que eu vi me deixou chocado. Clara e Valentina estavam se beijando, na verdade estavam se comendo uma à outra. Em determinado momento, deixaram os vestidos caírem no chão, ficando só de calcinha fio dental, continuavam se beijando e se esfregando uma na outra. A verdade é que Clara e Vale eram dois monumentos de mulher, uma mais madura e marcada pela academia, bem definida, com pouco peito, mas uma bunda bonita e marcada, que se destacava bem pra quem tinha 36 anos. A outra, na flor da juventude, 25 anos, também definida pela academia, com peitos médios e uma bunda igualmente tentadora.
Vale: O que você tá fazendo aí? Vem com a gente que vamos comemorar seu aniversário. - disse, me chamando com a mão.
Me aproximei da cama, Clara me empurrou e eu caí sentado nela, na mesma hora ela se ajoelhou e abriu bem minhas pernas.
Clara: Nada mal, nada mal mesmo.
E sem mais, enfiou o máximo que conseguiu do meu pau na boca, a verdade é que ela era muito boa nisso. Enquanto isso, Vale sentou com as pernas abertas sobre minha coxa, pegou meu rosto e começou a me beijar, levei uns segundos pra me conectar com ela, nossas línguas travaram uma batalha. Eu podia sentir na minha coxa a umidade da buceta dela, enquanto meu pau recebia outra umidade, a de uma boca. Com minhas mãos, comecei a acariciar o corpo dela, os peitos e a bunda.
Clara: Você tem que provar isso, Vale, é uma delícia, vamos trocar.
Valentina se ajoelhou e eu notei a diferença, ela era mais doce, mais suave, Clara era pornográfica. Enquanto Vale me fazia um boquete, Clara ficou atrás dela e começou a masturbá-la, pegou uma das minhas mãos e levou até a buceta dela também, e igual a Vale, ela também estava molhada, nós três recebíamos prazer.
Vale: Deita na cama de barriga pra cima. - e eu obedeci.
Na mesma hora, Clara sentou no meu pau. Membro como uma amazona, e a Vale fez o mesmo na minha boca. Eu me grudei que nem uma lapa, com as mãos peguei na bunda dela e tentei abrir as nádegas pra minha língua ir mais fundo na buceta e no cu dela. Enquanto isso, as duas não paravam de se beijar e se acariciar. Não duraram muito, e eu também não; os três gozamos quase ao mesmo tempo. Caímos exaustos. Eu, como pude, uns dois minutos depois me levantei e fui pegar água no frigobar. Depois de um tempinho descansando, elas começaram a se acariciar e se beijar de novo.
Clara: "Vamos ver, grandalhão, o que você sabe fazer com isso." — disse ela, olhando pro meu pau já duro.
Elas, sem mais delongas, começaram um 69, e eu saciei na hora: minha função era uma só, e eu fiz. Levei meu pau ereto até a entrada da buceta da Vale, esfreguei nele. A Clara, que me via de baixo enquanto lambia o clitóris, pegou meu pau e colocou direto na entrada, e eu penetrei. Apertei e entrei tudo, não sobrou nada pra fora. A buceta dela era molhada e quente, um manjar dos deuses.
Vale: "Ah, a Clara tem razão, é tão gostoso, é tão grosso. Mete forte, Alberto, não tem pena de mim não."
Dito isso, não me acovardei. Comecei a meter o mais forte que podia, uma vez e outra, com força, com profundidade. Sentia minhas bolas batendo forte contra a vulva dela e, às vezes, contra a Clara. Era a melhor buceta que eu já tinha penetrado na vida, e a mulher mais gostosa com quem já tinha estado, e a segunda mais gostosa tava massageando minhas bolas naquele momento. Era o paraíso pra mim.
A Valentina não aguentou mais e gozou. O quadril dela, depois do gozo, continuou se contraindo por mais uns segundos. Eu ainda tava no meio do caminho, então fui pro outro lado da cama, tirei a Vale de cima com cuidado — ela ainda tinha dois dedos na buceta da Clara —, peguei os tornozelos dessa última e coloquei nos meus ombros, e enfiei meu pau na buceta dela até o fundo.
Clara: "Ah, sim, Vale, esse menino tem um talento escondido."
E continuei socando a buceta dela. Nós dois não aguentamos muito mais depois daquilo, e uns dois minutos depois gozamos juntos. Ficamos deitados na cama, nós três, comigo no meio e eu com duas mulheres gostosas que, no fim das contas, eram superiores a mim na empresa. De manhã, acordei com um movimento na cama; ao abrir os olhos, vi que não era sonho, tinha feito um ménage com mulheres daquele nível. Vale: "Pelo amor de Deus, o que a gente fez? Bebemos demais. Eu tô namorando, isso nunca devia ter acontecido." E olhando pra mim: "Alberto, por favor, não fala uma palavra disso pra ninguém, por favor." Clara: "Não faz esse escândalo todo que minha cabeça tá doendo, somos adultos. E você, Valentina, fala sério, quantas traições você já perdoou daquele babaca do seu namorado? Uma sua não compensa nada." Valentina se trocou às pressas e foi pro quarto dela, eu imitei e comecei a me vestir. Clara: "Fica aí quieto, você ainda não precisa ir. O que acontece nessa viagem fica aqui, mas ainda não terminamos." Ela me pegou pela mão e fomos pro chuveiro. Lá, Clara se ajoelhou e me fez um boquete, foi rápido e mais pra garantir uma boa ereção. Ela subiu em mim, entendi na hora o que queria, segurei as bundas dela e levantei. Meu pau brincou um pouco até acertar a buceta dela. Ela era muito magra e leve, o peso dela praticamente não se sentia. Eu metia uma e outra vez enquanto nos beijávamos, ela não aguentou muito e gozou. Eu continuei do mesmo jeito. Saímos do chuveiro, nos secamos e Clara, na cama, ficou de quatro. Clara: "Vai, grandalhão, me parte no meio." Eu não me fiz de rogado e meti selvagemente. Eu tava meio adormecido e custava a gozar, e ela não parava de gozar e ter orgasmos. Depois de meia hora metendo, consegui gozar dentro da buceta dela. Caímos exaustos, o esforço foi grande, e eu não tava tão acostumado a transar tão seguido. Demos por encerrado o encontro amoroso. Lá embaixo, no restaurante do hotel, conversamos e combinamos de guardar segredo. Viajamos de volta na mesma tarde. Um mês depois da viagem, eu tava na minha mesa quando recebi um par de faturas que me pareceram Suspeitosas. Quando perguntei a um colega sobre elas, ele ficou nervoso e pegou os papéis, dizendo que eram notas fiscais que o diretor de compras tinha mandado pra ele processar. Achei estranho, mas não dei importância na hora. Só que, quando cheguei em casa, comecei a pensar no que tinha visto antes e resolvi investigar mais a fundo. Liguei pros meus amigos da equipe técnica de informática e eles me conseguiram arquivos antigos e deletados, o que me surpreendeu. Depois de uma semana de investigação, descobri que o namorado da Valentina estava fazendo notas fiscais com preço inflado e ficando com a diferença. Suspeitei que meu colega da administração era cúmplice dele. Decidi não ir direto pro meu chefe, já que a gerência financeira dependia diretamente da presidência depois da morte do Miguel Ángel. Em vez disso, pedi uma reunião com dona Susana, esperando que tomassem providências pra parar essa fraude que já tinha chegado a um milhão e meio de dólares. A reunião foi no fim do expediente, ela estava lá e não me olhou até eu falar uma palavra. Alberto: Acho que estão roubando a senhora, e muito dinheiro. — Ela parou o que tava fazendo e me olhou por cima da armação dos óculos. Susana: Continue e me explique. — Eu passei minha pasta com todas as provas pra ela. Alberto: Foi um roubo formiguinha, um pouquinho aqui, um pouquinho ali. Nessa pasta estão todos os detalhes que consegui descobrir, começou tudo há uns dois anos, depois da morte do seu Miguel Ángel e da reestruturação. — Ela olhava os documentos e me olhava. Susana: Não comente isso com ninguém, deixa tudo comigo. Saí de lá quando ela pediu, achei estranho, nem um obrigado, bom trabalho, garoto, embora a gente tivesse quase a mesma idade, pelo que eu sabia minha chefe tinha trinta e oito anos. Mas fazer o quê, eu fiz meu trabalho. Não soube mais nada da minha investigação, três semanas depois eu tava quase saindo do trabalho quando recebi uma mensagem da Valentina, que Ela pediu pra gente se encontrar pra tomar um café, bem em frente à empresa. Não pensei duas vezes e fui no encontro, achava que ela talvez fosse defender o namorado, mas a gente acabou falando de tudo um pouco. Quando os cafés chegaram, ela derrubou a bolsa sem querer, e como todo cavalheiro, me levantei pra pegar. Ajeitei, sentei e comecei a beber meu café. Tava estranho, não era o café normal que serviam lá.
Vale: Terminei com meu namorado, minha madrasta me contou tudo, somado ao fato de ele transar com qualquer mulher que aparecesse, foi a gota d'água. Além de corno, ainda me roubava. Quero que você saiba que de agora em diante vou fazer de tudo pra te ajudar.
Eu ouvia a Vale ao longe, comecei a ficar tonto e me sentir estranho, parecia que tava flutuando.
Vale: Calma, movimentos lentos, te droguei, você vai entender tudo na hora certa. Preciso te levar pra um lugar.
Eu tava como se estivesse flutuando, quase sem controle sobre mim. Vale me levantou e me acompanhou pra fora, onde tinha uma caminhonete. Um homem ajudou ela e me colocaram lá dentro, é só disso que lembro. Acordei algumas horas depois, ainda sob efeito da droga, com o pau doendo. Tava nu, deitado de barriga pra cima, um cano passava por cima da minha cabeça e eu tinha pés e mãos amarrados nele, isso deixava minha bunda levantada. Percebi que também tinham amarrado a base do meu pau, que tava duríssimo, com todas as veias saltadas.
Minha visão foi melhorando, e mais adiante tinha uma pessoa fantasiada de Mulher-Gato, mas de um jeito pornô e sexy. A fantasia era de couro, deixando boa parte do corpo à mostra. Ela era bem gostosa, uma morena grandona, com muitas curvas e cintura fina, a pele bronzeada. Me parecia familiar, a máscara escondia pouco dela, até que me toquei: ela era minha chefe, era a Susana.
Quanto à minha vida sentimental, a verdade é que tem sido um fracasso desde que me separei. Tentei conhecer gente através de aplicativos de namoro, mas os encontros costumam ser esporádicos e com mulheres que parecem ter mais problemas do que soluções. Algumas estão tão desesperadas quanto eu, outras têm problemas pessoais ou são mães solteiras lutando para sobreviver. Não é exatamente o que procuro em um relacionamento. Me sinto como se estivesse condenado a repetir o mesmo padrão de fracasso na minha vida amorosa. Minha timidez e falta de sociabilidade não ajudam, e fico me perguntando se algum dia vou encontrar alguém que se encaixe comigo.
A empresa para a qual eu trabalhava era um gigante com interesses diversificados em negócios imobiliários, transporte naval e terrestre, e investimentos. Tinha sido criada através da fusão de várias empresas menores, e os casamentos arranjados entre os donos tinham desempenhado um papel importante na sua formação. A cúpula diretiva era composta por pessoas de confiança dentro da família, o que tornava a mobilidade no trabalho quase impossível para quem não era parente da família. Meu chefe, Miguel Ángel, era o marido da presidente, e outros cargos-chave eram ocupados por familiares próximos.
A empresa estava estruturada em grandes áreas, mas a cabeça principal era dona Susana, uma mulher que impunha respeito e admiração ao mesmo tempo. Era rígida e controladora, com uma inteligência e sagacidade que a tornavam formidável. Era uma mulher linda, mas também muito perigosa. Com um corpo monumental, cabelo moreno, pele branca, corpo de infarto moldado na academia e no bisturi. Mantinha uma distância prudente dos funcionários, sem permitir que ninguém se aproximasse dela; era o tipo de pessoa que inspirava uma mistura de admiração e medo, e era melhor não cruzar seu caminho se não quisesse se machucar.
A Gerência de Vendas estava sob o comando de Clara, a melhor amiga de Susana, uma mulher jovem que irradiava uma elegância clássica e uma inteligência afiada. Era uma mulher à moda antiga, com um senso de profissionalismo e disciplina que inspirava respeito. Apesar da aparência reservada, Clara era igualmente gostosa, embora mais baixa e magra, sem as curvas tão pronunciadas quanto as da amiga, de pele branca e loira, era um tesão.
A Gerência de Marketing era outra área-chave, e era liderada por Juan Carlos, primo de Miguel Ángel. Juan Carlos era um homem mais velho, perto da aposentadoria. O que se destacava nele era que estava dedicando tempo e esforço para treinar e preparar Valentina, a filha de Miguel Ángel, para assumir a gerência.
A Gerência de Operações era a área maior e mais crucial da empresa, já que era responsável por tocar todos os projetos e garantir sua execução bem-sucedida e seu desenvolvimento. Essa gerência estava sob o comando de Hernán, um engenheiro altamente capacitado e irmão de Susana, o que o tornava uma pessoa de total confiança. Hernán era um homem muito reservado quanto à sua vida privada; muitos funcionários suspeitavam que ele fosse gay.
No meu trabalho, meu círculo social era limitado, e eu me sentia mais à vontade rodeado pelos caras da área de informática, que compartilhavam minha paixão por tecnologia e minha natureza nerd. Miguel Ángel sempre me dizia que eu Eu estava me preparando para que, no futuro, pudesse ser diretor de compras ou administração. Ele era alguém que acreditava em mim. Por isso, quando numa manhã de sábado a empresa nos comunicou que Miguel Ángel tinha morrido de um infarto fulminante, me senti arrasado. A notícia foi um golpe duro pra mim, e me deixou com uma sensação de vazio e solidão no trabalho. Miguel Ángel tinha sido mais que um chefe pra mim, tinha sido um mentor e um amigo, e a partida dele me afetou profundamente. Sem ele, o trabalho parecia diferente, e fiquei sem alguém com quem compartilhar minhas ideias e minhas preocupações. Com a morte de Miguel Ángel, a empresa passou por mudanças significativas e reestruturações. Eu também me tornei mais um entre muitos, perdendo a visibilidade e o reconhecimento que tinha antes. Minha vida ficou ainda mais monótona, e embora eu cumprisse meu trabalho de forma excelente, não me destacava dos outros. Na minha vida pessoal, encontrei novos hobbies que me permitiam escapar da rotina. Voltei a colecionar coisas como quando era criança, objetos de nerd, e também retomei a prática de esportes que curtia na adolescência, como kickboxing. Isso me dava uma desculpa pra sair de casa e não ficar trancado. Também tentava correr, caminhar e passear, mais por insistência dos meus pais e irmão, que me incentivavam a não me isolar demais. Valentina Moreno, a filha de Miguel Ángel, se tornou alguém importante na minha vida profissional em pouco tempo. Era uma pessoa muito inteligente e apaixonada por Marketing. A personalidade doce e afável dela fazia com que fosse um prazer conversar com ela. Era uma mulher muito gostosa, loira, de olhos verdes e pele clara, com uma beleza que chamava a atenção. Valentina tinha um caráter parecido com o do pai, e adorava conversar comigo sobre vários assuntos, desde a empresa até a vida em geral. No entanto, tinha uma coisa que não me agradava na vida pessoal dela: o namorado. Pra mim, era Um canalha, um mulherengo inveterado que tinha conseguido enganar a Valentina. O que me irritava ainda mais era que ele tinha entrado na empresa e sido nomeado Diretor de Compras, o que lhe dava um baita poder e influência. E o pior de tudo é que ele não parecia gostar que a Valentina tivesse relação comigo ou com outros caras.
Já tinham se passado dois anos desde a morte do Miguel Ángel, e cinco desde que entrei na empresa. Minha vida continuava monótona, com encontros esporádicos com mulheres e poucos amigos próximos. Eu tinha me acostumado com a minha solidão e aprendido a valorizá-la. No entanto, a direção da dona Susana me mandou acompanhar a Valentina e a gerente de vendas numa viagem para fora do país.
O objetivo era fechar um negócio importante, e meu papel era revisar os números e garantir que tudo estivesse nos conformes. A Valentina ia como responsável pela publicidade do projeto, e a gerente de vendas ia porque conhecia o cliente e já tinha trabalhado com eles antes. Eu tive que me adaptar a um papel de acompanhante numa viagem de negócios, o que significava uma mudança na minha rotina habitual.
Me surpreendeu que tivessem me escolhido pra essa viagem, mas a Valentina me explicou depois que foi ela quem sugeriu meu nome por causa da minha habilidade em analisar números e detectar problemas nos orçamentos. Me senti lisonjeado por ela ter pensado em mim e lembrado das palavras que o pai dela costumava dizer sobre o meu trabalho.
Porém, a viagem de avião foi meio desconfortável pra mim, já que meu tamanho não se encaixava bem no assento da classe econômica. Claro, a Valentina e a gerente de vendas viajaram na primeira classe, o que me fez sentir um pouco deslocado. Ao chegar no hotel, me colocaram num andar diferente do delas, embora pelo menos tive a sorte de ficarmos no mesmo hotel.
As negociações foram um verdadeiro desafio, e como eu tinha previsto, houve vários orçamentos e detalhes que não estavam claros desde o início. Tivemos que fazer várias correções e ajustes na marra, o que nos manteve trabalhando pesado por três dias. Quase não saímos do hotel, só para ir às reuniões, o que deixou o trampo ainda mais intenso. Quando finalmente fechamos o negócio, senti uma puta emoção e alívio, não só pelo sucesso do acordo, mas também pelo esforço e dedicação que a gente tinha colocado nisso. Um ponto positivo que destaco dessa viagem é que a Clara, a gerente de vendas, se mostrou uma pessoa muito gente boa e profissional, com quem foi um prazer trabalhar e lidar.
Depois de fechar o negócio na sexta à noite, a gente tava eufórico e decidiu comemorar pra valer. Elas estavam vestidas como femme fatale, com vestidos de noite bem sexys. As minas sugeriram ir ao restaurante mais caro da cidade, e lá pedimos vinhos exclusivos e pratos exóticos. O que elas não sabiam é que meu celular não parava de tocar porque era meu aniversário e meus familiares e amigos próximos estavam me parabenizando. Contei que tinha acabado de fazer 36 anos, o que surpreendeu a Clara porque ela também tinha a mesma idade.
Pra comemorar, resolvemos ir dançar na balada mais próxima, recomendada pelo garçom. Lá, o champanhe, os coquetéis e os drinques rolaram sem parar, dançamos, rimos e fizeram piadas comigo, até me incentivavam a dançar com elas mesmo eu sendo um péssimo dançarino. E terminamos os três bem bêbados. Na saída, a gente se apoiava pra não cair, abraçados os três, até conseguir um táxi que nos levasse de volta ao hotel.
Quando chegamos no hotel, eu tava com uma de cada braço, as duas não paravam de falar e fazer piadas idiotas, até de sacanagem. A Clara me perguntou várias vezes se eu era todo grande, coisa que me fez corar e elas caíram na risada. Levei elas direto pro quarto da Clara, e eu pensava em me despedir na porta. Clara: Você não vai a lugar nenhum, grandalhão.
- Ela me pegou pela camisa e me puxou pra dentro do quarto.
- Prepara uma bebida. - falou, apontando pro minibar.
Abri o minibar pra ver o que tinha, e me virei pra perguntar o que elas queriam beber, e o que eu vi me deixou chocado. Clara e Valentina estavam se beijando, na verdade estavam se comendo uma à outra. Em determinado momento, deixaram os vestidos caírem no chão, ficando só de calcinha fio dental, continuavam se beijando e se esfregando uma na outra. A verdade é que Clara e Vale eram dois monumentos de mulher, uma mais madura e marcada pela academia, bem definida, com pouco peito, mas uma bunda bonita e marcada, que se destacava bem pra quem tinha 36 anos. A outra, na flor da juventude, 25 anos, também definida pela academia, com peitos médios e uma bunda igualmente tentadora.
Vale: O que você tá fazendo aí? Vem com a gente que vamos comemorar seu aniversário. - disse, me chamando com a mão.
Me aproximei da cama, Clara me empurrou e eu caí sentado nela, na mesma hora ela se ajoelhou e abriu bem minhas pernas.
Clara: Nada mal, nada mal mesmo.
E sem mais, enfiou o máximo que conseguiu do meu pau na boca, a verdade é que ela era muito boa nisso. Enquanto isso, Vale sentou com as pernas abertas sobre minha coxa, pegou meu rosto e começou a me beijar, levei uns segundos pra me conectar com ela, nossas línguas travaram uma batalha. Eu podia sentir na minha coxa a umidade da buceta dela, enquanto meu pau recebia outra umidade, a de uma boca. Com minhas mãos, comecei a acariciar o corpo dela, os peitos e a bunda.
Clara: Você tem que provar isso, Vale, é uma delícia, vamos trocar.
Valentina se ajoelhou e eu notei a diferença, ela era mais doce, mais suave, Clara era pornográfica. Enquanto Vale me fazia um boquete, Clara ficou atrás dela e começou a masturbá-la, pegou uma das minhas mãos e levou até a buceta dela também, e igual a Vale, ela também estava molhada, nós três recebíamos prazer.
Vale: Deita na cama de barriga pra cima. - e eu obedeci.
Na mesma hora, Clara sentou no meu pau. Membro como uma amazona, e a Vale fez o mesmo na minha boca. Eu me grudei que nem uma lapa, com as mãos peguei na bunda dela e tentei abrir as nádegas pra minha língua ir mais fundo na buceta e no cu dela. Enquanto isso, as duas não paravam de se beijar e se acariciar. Não duraram muito, e eu também não; os três gozamos quase ao mesmo tempo. Caímos exaustos. Eu, como pude, uns dois minutos depois me levantei e fui pegar água no frigobar. Depois de um tempinho descansando, elas começaram a se acariciar e se beijar de novo.
Clara: "Vamos ver, grandalhão, o que você sabe fazer com isso." — disse ela, olhando pro meu pau já duro.
Elas, sem mais delongas, começaram um 69, e eu saciei na hora: minha função era uma só, e eu fiz. Levei meu pau ereto até a entrada da buceta da Vale, esfreguei nele. A Clara, que me via de baixo enquanto lambia o clitóris, pegou meu pau e colocou direto na entrada, e eu penetrei. Apertei e entrei tudo, não sobrou nada pra fora. A buceta dela era molhada e quente, um manjar dos deuses.
Vale: "Ah, a Clara tem razão, é tão gostoso, é tão grosso. Mete forte, Alberto, não tem pena de mim não."
Dito isso, não me acovardei. Comecei a meter o mais forte que podia, uma vez e outra, com força, com profundidade. Sentia minhas bolas batendo forte contra a vulva dela e, às vezes, contra a Clara. Era a melhor buceta que eu já tinha penetrado na vida, e a mulher mais gostosa com quem já tinha estado, e a segunda mais gostosa tava massageando minhas bolas naquele momento. Era o paraíso pra mim.
A Valentina não aguentou mais e gozou. O quadril dela, depois do gozo, continuou se contraindo por mais uns segundos. Eu ainda tava no meio do caminho, então fui pro outro lado da cama, tirei a Vale de cima com cuidado — ela ainda tinha dois dedos na buceta da Clara —, peguei os tornozelos dessa última e coloquei nos meus ombros, e enfiei meu pau na buceta dela até o fundo.
Clara: "Ah, sim, Vale, esse menino tem um talento escondido."
E continuei socando a buceta dela. Nós dois não aguentamos muito mais depois daquilo, e uns dois minutos depois gozamos juntos. Ficamos deitados na cama, nós três, comigo no meio e eu com duas mulheres gostosas que, no fim das contas, eram superiores a mim na empresa. De manhã, acordei com um movimento na cama; ao abrir os olhos, vi que não era sonho, tinha feito um ménage com mulheres daquele nível. Vale: "Pelo amor de Deus, o que a gente fez? Bebemos demais. Eu tô namorando, isso nunca devia ter acontecido." E olhando pra mim: "Alberto, por favor, não fala uma palavra disso pra ninguém, por favor." Clara: "Não faz esse escândalo todo que minha cabeça tá doendo, somos adultos. E você, Valentina, fala sério, quantas traições você já perdoou daquele babaca do seu namorado? Uma sua não compensa nada." Valentina se trocou às pressas e foi pro quarto dela, eu imitei e comecei a me vestir. Clara: "Fica aí quieto, você ainda não precisa ir. O que acontece nessa viagem fica aqui, mas ainda não terminamos." Ela me pegou pela mão e fomos pro chuveiro. Lá, Clara se ajoelhou e me fez um boquete, foi rápido e mais pra garantir uma boa ereção. Ela subiu em mim, entendi na hora o que queria, segurei as bundas dela e levantei. Meu pau brincou um pouco até acertar a buceta dela. Ela era muito magra e leve, o peso dela praticamente não se sentia. Eu metia uma e outra vez enquanto nos beijávamos, ela não aguentou muito e gozou. Eu continuei do mesmo jeito. Saímos do chuveiro, nos secamos e Clara, na cama, ficou de quatro. Clara: "Vai, grandalhão, me parte no meio." Eu não me fiz de rogado e meti selvagemente. Eu tava meio adormecido e custava a gozar, e ela não parava de gozar e ter orgasmos. Depois de meia hora metendo, consegui gozar dentro da buceta dela. Caímos exaustos, o esforço foi grande, e eu não tava tão acostumado a transar tão seguido. Demos por encerrado o encontro amoroso. Lá embaixo, no restaurante do hotel, conversamos e combinamos de guardar segredo. Viajamos de volta na mesma tarde. Um mês depois da viagem, eu tava na minha mesa quando recebi um par de faturas que me pareceram Suspeitosas. Quando perguntei a um colega sobre elas, ele ficou nervoso e pegou os papéis, dizendo que eram notas fiscais que o diretor de compras tinha mandado pra ele processar. Achei estranho, mas não dei importância na hora. Só que, quando cheguei em casa, comecei a pensar no que tinha visto antes e resolvi investigar mais a fundo. Liguei pros meus amigos da equipe técnica de informática e eles me conseguiram arquivos antigos e deletados, o que me surpreendeu. Depois de uma semana de investigação, descobri que o namorado da Valentina estava fazendo notas fiscais com preço inflado e ficando com a diferença. Suspeitei que meu colega da administração era cúmplice dele. Decidi não ir direto pro meu chefe, já que a gerência financeira dependia diretamente da presidência depois da morte do Miguel Ángel. Em vez disso, pedi uma reunião com dona Susana, esperando que tomassem providências pra parar essa fraude que já tinha chegado a um milhão e meio de dólares. A reunião foi no fim do expediente, ela estava lá e não me olhou até eu falar uma palavra. Alberto: Acho que estão roubando a senhora, e muito dinheiro. — Ela parou o que tava fazendo e me olhou por cima da armação dos óculos. Susana: Continue e me explique. — Eu passei minha pasta com todas as provas pra ela. Alberto: Foi um roubo formiguinha, um pouquinho aqui, um pouquinho ali. Nessa pasta estão todos os detalhes que consegui descobrir, começou tudo há uns dois anos, depois da morte do seu Miguel Ángel e da reestruturação. — Ela olhava os documentos e me olhava. Susana: Não comente isso com ninguém, deixa tudo comigo. Saí de lá quando ela pediu, achei estranho, nem um obrigado, bom trabalho, garoto, embora a gente tivesse quase a mesma idade, pelo que eu sabia minha chefe tinha trinta e oito anos. Mas fazer o quê, eu fiz meu trabalho. Não soube mais nada da minha investigação, três semanas depois eu tava quase saindo do trabalho quando recebi uma mensagem da Valentina, que Ela pediu pra gente se encontrar pra tomar um café, bem em frente à empresa. Não pensei duas vezes e fui no encontro, achava que ela talvez fosse defender o namorado, mas a gente acabou falando de tudo um pouco. Quando os cafés chegaram, ela derrubou a bolsa sem querer, e como todo cavalheiro, me levantei pra pegar. Ajeitei, sentei e comecei a beber meu café. Tava estranho, não era o café normal que serviam lá.
Vale: Terminei com meu namorado, minha madrasta me contou tudo, somado ao fato de ele transar com qualquer mulher que aparecesse, foi a gota d'água. Além de corno, ainda me roubava. Quero que você saiba que de agora em diante vou fazer de tudo pra te ajudar.
Eu ouvia a Vale ao longe, comecei a ficar tonto e me sentir estranho, parecia que tava flutuando.
Vale: Calma, movimentos lentos, te droguei, você vai entender tudo na hora certa. Preciso te levar pra um lugar.
Eu tava como se estivesse flutuando, quase sem controle sobre mim. Vale me levantou e me acompanhou pra fora, onde tinha uma caminhonete. Um homem ajudou ela e me colocaram lá dentro, é só disso que lembro. Acordei algumas horas depois, ainda sob efeito da droga, com o pau doendo. Tava nu, deitado de barriga pra cima, um cano passava por cima da minha cabeça e eu tinha pés e mãos amarrados nele, isso deixava minha bunda levantada. Percebi que também tinham amarrado a base do meu pau, que tava duríssimo, com todas as veias saltadas.
Minha visão foi melhorando, e mais adiante tinha uma pessoa fantasiada de Mulher-Gato, mas de um jeito pornô e sexy. A fantasia era de couro, deixando boa parte do corpo à mostra. Ela era bem gostosa, uma morena grandona, com muitas curvas e cintura fina, a pele bronzeada. Me parecia familiar, a máscara escondia pouco dela, até que me toquei: ela era minha chefe, era a Susana.
4 comentários - Virei o criado da minha patroa