Agradeço pelos pontos e pela paciência, mas escrever algo que se lê em minutos leva horas e nem sempre dá tempo. Como mencionei no capítulo anterior, a minha com a Valéria não ia dar em nada, até que o Agustín apareceu... Vou contextualizar. A Lore e eu nos conhecemos há anos e já estamos juntos há um bom tempo, nos conhecemos muito bem. Agustín é um colega de trabalho sobre quem ela começou a falar bastante, que o Agustín isso, que o Agustín aquilo, tudo que ele fazia e/ou dizia era genial ou engraçado. Como eu disse, nos conhecemos e eu sentia que ela tava afim do cara, não achava que ela me trairia, mas que no mínimo tava interessada ou jogando um jogo parecido com o que eu tinha com a Vale. Nisso, eu não aguentava mais, era chegar em casa e ficar de pau duro desde que atravessava a porta. Depois que a Valéria ia embora, a rotina era bater uma e dormir até a Lore chegar do trabalho e, quem sabe, transar com ela. Sempre tivemos relações sexuais boas e frequentes, mas esse tempero de ficar brincando com outras pessoas deixava nós dois muito excitados. Uma tarde, depois de uns mates, chegou o resumo diário da vida do Agustín e eu, já meio cansado de ser feito de otário, ataquei.
Eu: — Esse cara é tão divertido assim?
Lore: — O quê?
Eu: — Você não acha que fala demais dele ou sobre ele?
Lore: — Não, nada a ver, não!! Não seja idiota.
Eu: — Idiota eu? Para de se fazer de sonsa e pelo menos admite que o cara te excita.
Obviamente veio a parte em que ela negou tudo e se ofendeu, mas eu, longe de estar bravo, já tinha algo planejado.
Eu: — Lore, não leva a mal, tô te falando: não me faça de otário. Segundo, é normal você se interessar por alguém no trabalho (comigo não rola porque 95% da minha área de trabalho são homens).
Lore: — Não é bem assim, mas é gostoso saber que o cara tá afim de mim, mas fica tranquilo que não vai rolar nada, hein...
Eu: — E por quê?
Lore: — O quê?? O que você tá dizendo?
Eu: — Olha, Lore, estamos juntos há muito tempo e tenho que confessar que isso de chegar e... Valéria tá aqui, gosto muito dela também.
L- ah, já sei, não sou burra não.
Y- por isso!! E se rolar alguma coisa? E se a gente se der um "permitido"?
L- do que você tá falando?
Y- disso mesmo, do que você tá entendendo, você com o Agustín e eu com a Valéria... Seria uma brincadeira, mas com regras claras.
L- tipo qual?
Y- contar tudo um pro outro, ninguém pode ficar com raiva do que o outro fizer e, claro, nada de se confundir nem nada.
Depois de uma conversa mais profunda e alinhando os pontos, decidimos tocar a brincadeira pra frente. Ela se ofereceu pra falar com a Valéria, pra ela saber da própria boca que tava tudo bem. E que eu não fizesse nada até saber se o Agustín (A, de agora em diante) ia aceitar. Eu me caguei de rir e garanti que sim. O ruim é que era fim de semana, então teria que esperar até segunda. O sábado e o domingo inteiros minha cabeça voava pensando no que ia rolar na segunda... Finalmente, depois do que pareceram semanas, a segunda chegou.
Eu tinha dito pra Lore que não ia falar nada pra não assustar a Vale, mas o destino quis diferente. Cheguei em casa e ela tava dormindo de novo, com pouca roupa. A rola já tava estourando... Acordei ela de leve e dei tempo pra ela reagir. A gente falou umas merdas:
Y- fala sério, V, cê acha certo me esperar assim??
V- ha ha, assim como?
Y- fala sério, cê tá quase pelada.
V- não, mermão, você que é um tarado, isso é outra história. Eu tô de pijama.
Y- é, fala que é sonsa, ha ha. Aliás, tenho uma coisa pra você!
V- não sei se quero saber, ha ha.
Y- não seja mal pensada, mas é isso (e faço o sinal clássico de uma rola, separando as mãos).
Ela se aproxima e faz aquela voz de putinha que eu adoro:
V- então quero ver (pega no elástico da minha calça de novo).
Y- tá aqui (e tirei da mochila um saco com pão, coloquei um entre as mãos e parecia o mesmo sinal que eu tinha feito).
V- ha ha, você é um idiota, eu pensei em qualquer coisa. E, aliás, você nunca me disse que sonha comigo.
Y- não vou te contar, ha, mas posso te mostrar (e avancei).
Eu sabia que tinha o ok da Lore, e achei melhor assim. Pedir desculpa que esperar... E- falei com a Lore, tá tudo certo, mas ela vai falar com você mais tarde. V- que??? Não acredito em você kkk Meio que encurralei ela e dei um beijo. Ela me afastou. V- tá falando sério?? E- claro, te falei que não ia sacanear a Lore, tá tudo certo, ela mesma vai te contar. V- bom, prefiro esperar, não é que não acredite, mas me entende, quero ouvir dela. E- dale, te entendo, vou esperar mais um pouco. E assim ele foi embora naquele dia, tive que me aliviar na mão de novo kkk. Naquela tarde, a Lore e a Valéria foram fazer compras, depois a Lore me disse que a Vale aceitou entrar no jogo, desde que a gente estivesse seguro. A Lore não viu o A porque ele trabalha dia sim, dia não, então ia vê-lo na terça, mas que iria fora do horário de trabalho pra conversar mais tranquilos (ela fazia 6 horas todo dia e o A 12 horas dia sim, dia não). Então na terça eu ia ficar sozinho de manhã, com o pedido da Lore pra não passar dos limites, ir na calma, mas com luz verde pra no final rolar algo com a Vale. Valeu por ler, se chegou até aqui, agradeceria muito uns pontos e algum comentário, se acha que tem coisas que posso melhorar na minha narrativa, me avisa, conselhos são bem-vindos. Se me sentir acompanhado, continuo o relato, que na próxima parte esquenta muito, muito mesmo!!!!
Eu: — Esse cara é tão divertido assim?
Lore: — O quê?
Eu: — Você não acha que fala demais dele ou sobre ele?
Lore: — Não, nada a ver, não!! Não seja idiota.
Eu: — Idiota eu? Para de se fazer de sonsa e pelo menos admite que o cara te excita.
Obviamente veio a parte em que ela negou tudo e se ofendeu, mas eu, longe de estar bravo, já tinha algo planejado.
Eu: — Lore, não leva a mal, tô te falando: não me faça de otário. Segundo, é normal você se interessar por alguém no trabalho (comigo não rola porque 95% da minha área de trabalho são homens).
Lore: — Não é bem assim, mas é gostoso saber que o cara tá afim de mim, mas fica tranquilo que não vai rolar nada, hein...
Eu: — E por quê?
Lore: — O quê?? O que você tá dizendo?
Eu: — Olha, Lore, estamos juntos há muito tempo e tenho que confessar que isso de chegar e... Valéria tá aqui, gosto muito dela também.
L- ah, já sei, não sou burra não.
Y- por isso!! E se rolar alguma coisa? E se a gente se der um "permitido"?
L- do que você tá falando?
Y- disso mesmo, do que você tá entendendo, você com o Agustín e eu com a Valéria... Seria uma brincadeira, mas com regras claras.
L- tipo qual?
Y- contar tudo um pro outro, ninguém pode ficar com raiva do que o outro fizer e, claro, nada de se confundir nem nada.
Depois de uma conversa mais profunda e alinhando os pontos, decidimos tocar a brincadeira pra frente. Ela se ofereceu pra falar com a Valéria, pra ela saber da própria boca que tava tudo bem. E que eu não fizesse nada até saber se o Agustín (A, de agora em diante) ia aceitar. Eu me caguei de rir e garanti que sim. O ruim é que era fim de semana, então teria que esperar até segunda. O sábado e o domingo inteiros minha cabeça voava pensando no que ia rolar na segunda... Finalmente, depois do que pareceram semanas, a segunda chegou.
Eu tinha dito pra Lore que não ia falar nada pra não assustar a Vale, mas o destino quis diferente. Cheguei em casa e ela tava dormindo de novo, com pouca roupa. A rola já tava estourando... Acordei ela de leve e dei tempo pra ela reagir. A gente falou umas merdas:
Y- fala sério, V, cê acha certo me esperar assim??
V- ha ha, assim como?
Y- fala sério, cê tá quase pelada.
V- não, mermão, você que é um tarado, isso é outra história. Eu tô de pijama.
Y- é, fala que é sonsa, ha ha. Aliás, tenho uma coisa pra você!
V- não sei se quero saber, ha ha.
Y- não seja mal pensada, mas é isso (e faço o sinal clássico de uma rola, separando as mãos).
Ela se aproxima e faz aquela voz de putinha que eu adoro:
V- então quero ver (pega no elástico da minha calça de novo).
Y- tá aqui (e tirei da mochila um saco com pão, coloquei um entre as mãos e parecia o mesmo sinal que eu tinha feito).
V- ha ha, você é um idiota, eu pensei em qualquer coisa. E, aliás, você nunca me disse que sonha comigo.
Y- não vou te contar, ha, mas posso te mostrar (e avancei).
Eu sabia que tinha o ok da Lore, e achei melhor assim. Pedir desculpa que esperar... E- falei com a Lore, tá tudo certo, mas ela vai falar com você mais tarde. V- que??? Não acredito em você kkk Meio que encurralei ela e dei um beijo. Ela me afastou. V- tá falando sério?? E- claro, te falei que não ia sacanear a Lore, tá tudo certo, ela mesma vai te contar. V- bom, prefiro esperar, não é que não acredite, mas me entende, quero ouvir dela. E- dale, te entendo, vou esperar mais um pouco. E assim ele foi embora naquele dia, tive que me aliviar na mão de novo kkk. Naquela tarde, a Lore e a Valéria foram fazer compras, depois a Lore me disse que a Vale aceitou entrar no jogo, desde que a gente estivesse seguro. A Lore não viu o A porque ele trabalha dia sim, dia não, então ia vê-lo na terça, mas que iria fora do horário de trabalho pra conversar mais tranquilos (ela fazia 6 horas todo dia e o A 12 horas dia sim, dia não). Então na terça eu ia ficar sozinho de manhã, com o pedido da Lore pra não passar dos limites, ir na calma, mas com luz verde pra no final rolar algo com a Vale. Valeu por ler, se chegou até aqui, agradeceria muito uns pontos e algum comentário, se acha que tem coisas que posso melhorar na minha narrativa, me avisa, conselhos são bem-vindos. Se me sentir acompanhado, continuo o relato, que na próxima parte esquenta muito, muito mesmo!!!!
0 comentários - A babá gostosa (parte 4)