Que bebedeira gostosa

Numa sexta-feira, eu e Jorge nos preparamos pra ir numa festa. Como de costume, encontramos várias pessoas do nosso seleto grupo de amigos. Quando a festa acabou, alguns conhecidos e a gente combinou de continuar a farra num bar famoso. Lá, desde que chegamos, nos serviram vinho à vontade. Foi quando um cara chamado Eduardo se juntou ao grupo — a gente já tinha saído com ele várias vezes em um monte de roles. Eduardo, bem animado e gente boa, quase na hora de ir embora, convidou eu e Jorge pra ir na casa dele ver a coleção particular de arte pré-colombiana. Mesmo sendo tarde, como a gente curte esse tipo de arte, topamos na hora.

Já na casa do Eduardo, mal chegamos e ele nos tratou super bem, até nos elogiou e serviu um vinho tinto chileno finíssimo. O sabor frutado era uma delícia pro nosso paladar. Mas, como a gente já tinha começado a beber cedo, nem percebemos que o vinho já tava batendo forte em mim, no Jorge e no Eduardo. Quando fomos pro salão, onde ele começou a mostrar a coleção preciosa, levei um susto: além de ser arte pré-colombiana, era a coleção mais completa de arte erótica pré-colombiana. Eduardo confessou que algumas peças eram réplicas, mas tão bem-feitas que só um olho treinado de verdadeiro expert conseguiria diferenciar as originais das cópias.

No começo, eu e meu marido, enquanto continuávamos bebendo aquele vinho tinto gostoso, soltávamos uns comentários engraçados. Eduardo, por sua vez, começou a explicar cada figura com todos os detalhes. Os comentários dele às vezes eram meio putaria, o que me fazia corar. Mas o vinho e os... Os comentários calorosos do Eduardo fizeram com que meu marido também fizesse os próprios comentários, especialmente sobre uma figura de terracota composta por três personagens, claramente uma mulher, que estava entre dois homens, sendo penetrada ao mesmo tempo, tanto na buceta quanto no cu.
Eu não conseguia acreditar, até segurar aquilo entre meus dedos. Dava pra ver claramente cada detalhe, principalmente o rosto dela, que pra mim refletia uma espécie de prazer invejável. Era algo incrível; na minha mente, por uns instantes, me imaginei sendo a mulher que estava entre os dois homens.
O Eduardo disse que a escultura provavelmente era fruto da imaginação do autor. Mas meu marido, bem bebido, mais do que de costume, discordou totalmente do Eduardo, e de certa forma começou uma discussão idiota entre os dois sobre se a estatueta era real ou não, até que, não sei por quê, me deu na telha de perguntar, da maneira mais idiota que vocês podem imaginar. Por que, em vez de ficarem discutindo tanto, a gente não tenta provar se isso é possível ou não? Ao dizer isso, me arrependi na hora do que falei, e atribuí à quantidade de álcool que tinha consumido. Mas fiquei petrificada ao ouvir a voz do meu marido e a do Eduardo dizerem em uníssono que concordavam.
Eu me afastei, meio assustada, mas quase na mesma hora meu marido me envolveu com os braços e, enquanto me beijava, disse: "Você teve uma ideia estupenda". Mas, ao mesmo tempo que falava, senti ele abaixar rapidamente o zíper do meu vestido, e em segundos eu estava praticamente só de calcinha e sutiã na frente dele e do dono da casa, que se aproximou de mim, dizendo: "A verdade é que eu adoraria poder confirmar se isso é possível, e o melhor de tudo é que seja com uma mulher gostosa como você, Susana. As palavras que meu marido continuou me dizendo me fizeram sentir a mulher mais desejada do mundo. Eduardo serviu de novo aquele vinho chileno delicioso, enquanto meu marido continuava me incentivando carinhosamente a botar minha ideia em prática. Não sei se foi o vinho ou as palavras dele, mas me senti bem soltinha, a ponto de, quando Jorge continuou tirando minha calcinha, eu mesma acabei tirando o resto da minha roupa. Fiquei completamente pelada em questão de segundos na frente do meu marido e do Eduardo. Eles, sem perder tempo, me levaram até um sofá confortável na sala da casa do Eduardo. Tanto o Jorge quanto o dono da casa começaram a acariciar meu corpo nu e beijar cada centímetro dele. Eu sentia a boca do Jorge beijando a minha enquanto o Eduardo, com jeitinho, chupava meus mamilos, e isso, junto com as carícias dele entre minhas coxas e na minha buceta, me fazia suspirar fundo.

A certo ponto, comecei a pedir, ou melhor, implorar para os dois continuarem. Meu marido se posicionou no sofá, me segurou pela cintura e guiou minha bunda até o pau dele. Antes de me penetrar, senti os dedos dele molhados de saliva acariciando meu cuzinho. Enquanto éramos observados pelo Eduardo, que na minha frente, sem nenhuma vergonha, tirou a calça, eu vi o pau dele duro apontando direto pra minha buceta. Enquanto eu ficava de pernas bem abertas, aproveitando como o Jorge me metia por trás, o Eduardo foi se colocando na minha frente. Vi o membro dele começar a desaparecer dentro de mim. Naquela hora, não acreditava no que estava acontecendo, mas não tinha diferença nenhuma entre nós três e a figura de barro que tanto chamou nossa atenção. E o melhor de tudo é que eu estava adorando cada segundo.

Os dois paus entravam e saíam gostoso do meu corpo, enquanto eles continuavam me lambendo e beijando inteirinha. corpo. Foi uma experiência única, não queria que aquilo acabasse, mas o orgasmo que gozei naqueles momentos acho que nunca vou esquecer. Tanto o Jorge quanto o Eduardo gozaram tudo dentro do meu corpo, por uns segundos fiquei com medo de engravidar do Eduardo, mas na hora lembrei que tinha tomado meus anticoncepcionais antes de sair de casa, então continuei curtindo o prazer de ser penetrada pelos dois.
Fiquei bem exausta, mas vi quando o Eduardo tirou o pau dele já murcho saindo do meu corpo, ele se afastou e na hora o Jorge puxou o pau dele do meu cu, enquanto me dava um tapinha na bunda. Fiquei largada no sofá, com a bunda pra cima, até que o Eduardo voltou de novo com outra garrafa de vinho nas mãos, que entregou pro meu marido, que começou a beber direto da garrafa, enquanto o Eduardo se aproximou de mim, mexendo no pau dele e falando: "Susana, você tem uns lábios que dão vontade", e ao dizer isso, encostou a boca na minha e me deu um beijo que foi até o fundo do meu corpo.
Meu marido parece que não ligou nem um pouco pro que o Eduardo tava fazendo comigo, então o dono da casa parou de me beijar e, com a mão, guiou o pau dele direto pra minha boca. Eu, que já tinha me recuperado o suficiente, comecei a chupar o pau dele, que em poucos segundos ficou duro de novo, tanto que, em vez de eu continuar chupando sem parar, sugeri que ele me comesse pelo cu. A oferta agradou tanto o Eduardo que ele logo se posicionou atrás de mim e, guiando o pau com a mão, começou a me penetrar divinamente. Enquanto eu mexia minha cintura na hora que o Eduardo enfiava e tirava o pau do meu cu, o Jorge se aproximou, me ofereceu a garrafa, e eu tomei um gole longo, e na hora que terminei de beber, o pau dele já tava na minha cara, então, sem perder tempo, peguei o pau do meu marido e levei direto pra minha boca, comecei a chupar. feito uma louca, enquanto Eduardo me comia gostosamente pelo cu.
Até que primeiro Eduardo e depois Jorge gozaram dentro do meu corpo. Fiquei completamente exausta, a ponto de cair no sono. Jorge também dormiu do meu lado, e Eduardo nem tirou o pau do meu cu, também dormindo em cima de mim. Quando acordei, estava com uma puta dor de cabeça, mas a maior surpresa foi perceber que do meu lado estava meu marido e do outro, nosso conhecido. Muito envergonhada, me levantei. Jorge, assim como eu, além da dor de cabeça, também estava claramente envergonhado, mas quando Eduardo acordou, agiu como se nada tivesse acontecido, nos deu bom-dia e até preparou café da manhã, depois de nos oferecer os banhos dele para nos lavarmos.
Ao voltar para casa, não sabia nem o que dizer. Jorge, meu marido, disse que tudo o que aconteceu foi culpa do vinho e que a gente devia garantir que nunca mais acontecesse de novo. Mas uma semana depois, ele comentou, meio sem querer, que a gente tinha recebido um convite do Eduardo para ir degustar uns vinhos argentinos deliciosos.

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