No dia seguinte, eu estava me arrumando pra ir pro colégio de novo, mas ainda não conseguia esquecer o que tinha visto na cozinha ontem. Por mais que tentasse evitar, não parava de me masturbar. Quando desci pra sala, vi meu amigo já pronto, com um sorriso no rosto, esperando a gente ir. Enquanto a gente saía, minha mãe nos deu a bênção e desejou um bom dia. Isso, em vez de ajudar, só fez eu ter uma ereção, mas como não tenho um troço tão grande, também não precisei me preocupar em esconder. No colégio, tudo foi normal; não teve nada demais. Já no final, de tarde, quando eu ia pras minhas aulas de reforço, vi meu amigo indo embora. Naquela hora, bateu uma sensação de tesão muito forte em mim. Tava com tanta lascívia que senti meu coração explodir, e minha boca não parava de salivar. Então, decidi matar aula de novo, arriscando tudo só pra ver aquilo de novo. Fiquei sentado do lado de fora do colégio, contando os minutos pra começar a andar pra casa, pra que meu amigo não percebesse minha presença e não desconfiasse. Depois de 15 longos minutos, comecei a andar num passo rápido, empurrado pelo meu tesão e curiosidade. Quando cheguei em casa, notei a porta trancada, o que era estranho, já que a gente só tranca à noite pra dormir. Eu não tenho chave, mas lembrei que no quintal dos fundos tem uma escondida debaixo de um vaso. Então me apressei pra pegá-la e poder entrar. Minhas mãos suavam um pouco e o pulso tava tremendo. Abri a porta devagar, sem fazer barulho, pra não chiar. Espiei a sala e a cozinha, e não vi ninguém, até que finalmente ouvi algo vindo do segundo andar: eram risadinhas safadas. Subi devagar pra não fazer nenhum ruído e poder ver o que tava rolando lá. Quando espiei, vi minha mãe acariciando a pica do meu amigo e prestes a baixar a calça dele. A sensação que tive foi estranha: uma parte de mim queria sair e confrontar os dois, e outra só queria ficar ali e assistir. Nisso, minha mãe baixou a calça do meu amigo, deixando à mostra a pica dura e cheia de veias dele.
Era uma pica que você só vê em filme pornô. Ela, toda sorridente, não conseguia parar de olhar; tava totalmente hipnotizada. Minha mãe não hesitou: meteu na boca como se fosse a última ceia dela.
A piroca do meu amigo pulsava a cada gemido abafado que ela soltava. Minha mãe forçava a boca pra conseguir enfiar a piroca enorme do meu amigo, enquanto ela não parava de pulsar. Ele rapidamente tirou ela de cima, e naquele momento a piroca dele ficou exposta: era uma piroca do caralho, muito grande e cheia de veias, com a baba da minha mãe ainda escorrendo. Aquela coisa não parava de gozar violentamente, e mesmo assim continuava dura que nem pedra, como se fosse explodir.
Minha mãe começou a tirar a roupa. Ela tinha uma cara de felicidade e tesão que fazia ela parecer uma puta no cio, completamente perdida na vontade de ser empalada por aquela pica. Ela cada vez mais aproximava a bunda do meu amigo, enquanto a pica dele não parava de se mexer, louco pra arrebentar a buceta dela. A buceta por onde eu nasci estava toda molhada e pronta pra ser aberta pelo pauzão do meu amigo. Num instante, a pica enorme do meu amigo entrou na buceta da minha mãe.
Ela tava tão molhada que o monstrozão não demorou nada pra entrar de vez. Ela não parava de gemer de dor e prazer, e eu, do meu lado, não conseguia segurar a vontade de bater uma, mas tinha que evitar fazer barulho pra ninguém me ver. Mesmo assim, não deu pra evitar gozar dentro da minha calça. Meu amigo sorria enquanto curtia sem parar a buceta apertada da minha mãe. Depois de gozar várias vezes dentro da buceta dela, ele tirou o pauzão, que ainda tava duro e molhado com os fluidos da buceta da minha mãe.
Até fora da buceta da minha mãe, a pica do meu amigo não parava de gozar e soltar muito leite.
Naquele momento, eu não parava de pensar em como toda a buceta da minha mãe ficou completamente cheia de porra, mas meu amigo ainda não tinha terminado, ele estava só começando. Agora ele estava prestes a ir pro cuzinho apertadinho da minha mamãe.
Ele começou a esfregar a piroca dele, que já tava toda melada com os fluidos da buceta da minha mãe, e enquanto isso acontecia, ela só ria e gemia, mordendo os lábios. Ele não demorou muito pra começar a enfiar a piroca grande dele devagar no cu dela.
A gostosa tava na cara que tava doendo, mas não parava de gemer e pedir pra não tirar, porque minha mãe tava sem macho há um tempão e ela tava realmente curtindo aquela piroca enorme. Dava pra ouvir a bunda grande dela estralando enquanto a piroca do meu amigo entrava e saía.
O pauzão pulsante dele não parava de gozar dentro dela, os sons molhados e de peidos se misturavam. No final, ele tirou a rola, deixando uma baita visão do cu arrombado e dilatado da minha mãe, enquanto ele ainda tinha o pauzão duro e grande.
Aquela coisa continuava bem dura e não parava de pulsar.
No final, eu não aguentei mais e fui saindo devagar pra ninguém me ouvir. Saí de casa e fui me esconder no quintal dos fundos pra poder bater uma sem que ninguém percebesse. Lá fora, ainda dava pra ouvir de leve os gemidos da minha mãe, que ecoaram a tarde inteira enquanto eu ficava do lado de fora de casa até a hora em que supostamente tinha que voltar do colégio. Quando entrei, vi minha mãe sentada na sala com meu amigo, ela tava realmente feliz e cheia de energia. Quando me viu, levantou rápido e me cumprimentou com um beijo e um abraço bem forte, dizendo o quanto me ama, enquanto meu amigo via TV todo contente.
Era uma pica que você só vê em filme pornô. Ela, toda sorridente, não conseguia parar de olhar; tava totalmente hipnotizada. Minha mãe não hesitou: meteu na boca como se fosse a última ceia dela.
A piroca do meu amigo pulsava a cada gemido abafado que ela soltava. Minha mãe forçava a boca pra conseguir enfiar a piroca enorme do meu amigo, enquanto ela não parava de pulsar. Ele rapidamente tirou ela de cima, e naquele momento a piroca dele ficou exposta: era uma piroca do caralho, muito grande e cheia de veias, com a baba da minha mãe ainda escorrendo. Aquela coisa não parava de gozar violentamente, e mesmo assim continuava dura que nem pedra, como se fosse explodir.
Minha mãe começou a tirar a roupa. Ela tinha uma cara de felicidade e tesão que fazia ela parecer uma puta no cio, completamente perdida na vontade de ser empalada por aquela pica. Ela cada vez mais aproximava a bunda do meu amigo, enquanto a pica dele não parava de se mexer, louco pra arrebentar a buceta dela. A buceta por onde eu nasci estava toda molhada e pronta pra ser aberta pelo pauzão do meu amigo. Num instante, a pica enorme do meu amigo entrou na buceta da minha mãe.
Ela tava tão molhada que o monstrozão não demorou nada pra entrar de vez. Ela não parava de gemer de dor e prazer, e eu, do meu lado, não conseguia segurar a vontade de bater uma, mas tinha que evitar fazer barulho pra ninguém me ver. Mesmo assim, não deu pra evitar gozar dentro da minha calça. Meu amigo sorria enquanto curtia sem parar a buceta apertada da minha mãe. Depois de gozar várias vezes dentro da buceta dela, ele tirou o pauzão, que ainda tava duro e molhado com os fluidos da buceta da minha mãe.
Até fora da buceta da minha mãe, a pica do meu amigo não parava de gozar e soltar muito leite.
Naquele momento, eu não parava de pensar em como toda a buceta da minha mãe ficou completamente cheia de porra, mas meu amigo ainda não tinha terminado, ele estava só começando. Agora ele estava prestes a ir pro cuzinho apertadinho da minha mamãe.
Ele começou a esfregar a piroca dele, que já tava toda melada com os fluidos da buceta da minha mãe, e enquanto isso acontecia, ela só ria e gemia, mordendo os lábios. Ele não demorou muito pra começar a enfiar a piroca grande dele devagar no cu dela.
A gostosa tava na cara que tava doendo, mas não parava de gemer e pedir pra não tirar, porque minha mãe tava sem macho há um tempão e ela tava realmente curtindo aquela piroca enorme. Dava pra ouvir a bunda grande dela estralando enquanto a piroca do meu amigo entrava e saía.
O pauzão pulsante dele não parava de gozar dentro dela, os sons molhados e de peidos se misturavam. No final, ele tirou a rola, deixando uma baita visão do cu arrombado e dilatado da minha mãe, enquanto ele ainda tinha o pauzão duro e grande.
Aquela coisa continuava bem dura e não parava de pulsar.
No final, eu não aguentei mais e fui saindo devagar pra ninguém me ouvir. Saí de casa e fui me esconder no quintal dos fundos pra poder bater uma sem que ninguém percebesse. Lá fora, ainda dava pra ouvir de leve os gemidos da minha mãe, que ecoaram a tarde inteira enquanto eu ficava do lado de fora de casa até a hora em que supostamente tinha que voltar do colégio. Quando entrei, vi minha mãe sentada na sala com meu amigo, ela tava realmente feliz e cheia de energia. Quando me viu, levantou rápido e me cumprimentou com um beijo e um abraço bem forte, dizendo o quanto me ama, enquanto meu amigo via TV todo contente.
1 comentários - Meu amigo alfa 2
Espero con ansias una tercera parte,donde veamos cómo el amigo también se tira a las hermanas