Sofia é a rainha do campus, a popular da escola. É a loirinha que todo mundo quer comer. Aquele rostinho meigo e angelical é o oposto total do seu corpo sexy, seus dois peitões são firmes, mas ao mesmo tempo macios. Sua cintura fina e seu quadril largo são uma combinação perfeita. E sua bunda bem desenhada, redonda e firme.
Seu rosto e seu corpo escultural fazem de Sofia a mais popular e desejada por todos os homens da faculdade. Além disso, sua personalidade safada e muito brincalhona faz com que todos queiram ficar com ela. É aquela típica que é convidada pra todo lugar, festas e eventos.
Tenho dois melhores amigos.
Marcos, mas ele é um pouco introvertido, falta confiança nele mesmo, mas é muito gente boa, é engraçado e um cara legal. E está apaixonado pela Sofia.
Thomas é muito tranquilo na real, gosta de estudar e é muito inteligente. Ele gosta de todas as minas, mas tem muito medo de rejeição. Os dois são de famílias com um bom status social.
Marcos estava prestes a fazer aniversário e decidiu fazer uma festa, convidando a gente e todo mundo ou a grande maioria da faculdade, especialmente a Sofia. Fomos e distribuímos os convites para a festa. Terminamos de entregar todos os convites, menos um: o da Sofia.
Vimos a Sofia a uns 5 metros de distância mais ou menos.
— Vai entregar pra ela, Marcos. — falei, motivando ele.
— É, vai lá, você consegue, Marcos. — Thomas disse pra ele.
— Sim, sim, eu consigo. — Marcos falou. Deu dois passos.
— Não, não consigo, olha só pra ela, é muito linda.
O que você tem de especial? — pensei, enquanto Thomas motivava ele pra levar o convite.
Sofia olhou pra gente. E Marcos e Thomas estavam brigando pra ver quem levava e ficaram nervosos os dois quando perceberam que a Sofia tava olhando.
— Oi, Sofi. — falei, enquanto me aproximava dela.
— Oi, Ale. — ela disse com um sorriso.
— Sofi… o Marcos quer te falar uma coisa. — enquanto agarrei o Marcos e coloquei ele na frente da Sofia.
— Oi, Sofi… quero te convidar pra minha festa de aniversário. — ele disse, entregando o convite. Ela pegou.
— Obrigada, Marcos. — ela falou. Marcos começou a ficar emocionado e feliz.
— Você vai, Ale? — Sofia me perguntou.
— Hã? Claro que vou, é meu melhor amigo, haha. — falei, rindo. Notei como ela sorriu pra mim e ficou um pouco feliz.
— A gente se vê na festa. — falei pra Sofia, enquanto a gente ia embora com Marcos e Thomas.
No dia da festa, Marcos preparou a casa de férias dele, que tinha muitos quartos, comprou muito álcool, contratou um DJ e tudo mais.
Fui buscar o Thomas e a gente foi pra casa do Marcos. Chegamos com o Thomas e já tinha gente chegando.
— Oi, Marcos. Dissemos eu e Thomas.
— Oi, galera. Disse Marcos com uma cara de alegria da sua festa.
— Olha quem chegou. Disse, apontando com a cabeça para a porta.
Era a Sofia num vestido preto justo no corpo. Que fazia ressaltar o seu corpão. Ela mal entrou e já roubou todos os olhares dos homens da festa e a inveja das mulheres hahaha.
Sofia começou a procurar com o olhar alguém e justo nossos olhares se cruzaram. Ela começou a se aproximar.
— Viram, galera... a Sofia me viu e tá vindo aqui. Disse Marcos todo feliz.
— Oi, galera. Cumprimentou a Sofia.
— Oi, Sofi. Dissemos eu e o Thomas.
Eu me aproximei e dei um beijo no rosto, aquele típico cumprimento argentino.
— Oi, Sofi. Você tá linda, esse vestido combina perfeitamente com o seu sorriso. Falei com um sorriso.
— Sério, Ale... muito obrigada. Ela me disse.
— Que festa massa, Marcos, feliz aniversário. Ela disse pro Marcos.
— Valeu, Sofi, fico feliz que você esteja gostando. Disse Marcos.
— Bom, a gente deixa vocês conversarem, eu e o Thomas vamos cumprimentar o resto do pessoal. Falei pro Marcos e pra Sofia, pra deixá-los sozinhos e conversarem. Enquanto isso, puxei o Thomas comigo.
Depois de um tempo cumprimentando e conversando com alguns, o Marcos se aproximou.
— Ale, hoje é a minha noite, hoje eu faço amor com a Sofia. Ele me disse. Com aquela empolgação típica dele. Mostrou pra mim e pro Thomas que comprou uma camisinha pra usar com ela e tudo.
— Vou dizer que gosto dela, galera, que sempre estive apaixonado. Nos contou o Marcos.
— Que massa, Marcos, hoje é a sua noite. Dissemos eu e o Thomas.
Já haviam se passado umas 2 ou 3 horas desde que a festa começou. Enquanto os caras tentavam se aproximar sem sucesso, Sofia se mantinha distante, rejeitando um atrás do outro com um sorriso frio.
Notei que Camila, uma das amigas de Sofia, estava conversando com Tobias, outro apaixonado por Sofia além do Marcos, mas não dei importância.
Marcos, nervoso por não conseguir chamar a atenção dela. Foi aí que Tobias, bêbado, se aproximou de Sofia. Tobias era um magrelo barrigudo muito chato e piadista quando ficava bêbado.
— Oi... putinha — disse Tobias, encurralando ela contra a parede.
— Oi, Tobi — respondeu Sofia, assustada.
— Que tal... se eu te levar pra um lugar mais tranquilo e fizer de você... minha putinha pessoal? — falou Tobias, que mal conseguia falar de tão bêbado que estava. Não sei como, Camila começou a filmar de longe bem no momento em que Tobias se aproximou bêbado de Sofia.
Eu estava esperando pra ver se Marcos teria coragem de defendê-la e assim ficar como herói diante de Sofia. Percebi que Marcos estava tremendo de medo de enfrentar Tobias.
— Vai, Marcos, você consegue, lembra que é sua noite — falei, dando um empurrão nele. Marcos se aproximou de Tobias. Ainda bem, porque Sofia já estava ficando mal, e notei que se ninguém fosse salvá-la, a coitada ia começar a chorar.
— Tobi, já chega, para com isso — disse Marcos.
— Ei, sai daqui... ou quer apanhar? — respondeu Tobias.
— Para com isso, eu falei! — gritou Marcos, empurrando Tobias.
Marcos colocou Sofia atrás dele. Senti orgulho e felicidade pelo meu amigo.
— Quer que eu te faça... em pedaços, é isso... Marcos? — disse Tobias.
— Então vem — respondeu Marcos.
Marcos deu um soco na cara de Tobias. Tobias ficou puto e revidou, deixando o pobre Marcos no chão.
Tobias agarrou Sofia pelo braço.
— Agora... vou te comer com mais força... do que eu tinha planejado, putinha... e tudo por culpa desse otário — disse Tobias, levando Sofia para um dos vários quartos que a casa tinha. Sofia tentava impedi-lo e... Ela pedia ajuda, mas ninguém queria ajudá-la. Thomas e eu fomos atrás do Marcos, levantamos ele do chão e colocamos numa cadeira.
— Fica aqui cuidando dele. — falei para o Tobias.
— Ale, acaba com ele. — ele me disse com seriedade.
Não respondi, só fui atrás do Tobias e da Sofia.
— Vai... dá um beijo, putinha... não fica de frescura... você é muito putinha... — Tobias disse enquanto segurava Sofia pelos braços.
Me aproximei e toquei no ombro do Tobias.
— Oh... quem é essa merda... por que não deixam... eu e minha putinha sozinhos. — ele falou enquanto soltou um soco na minha direção.
Me agachei e desviei. Dei dois golpes nele, um no queixo e outro no rosto. Tobias caiu.
— Tudo bem, Sofi? — perguntei para a Sofia.
Ela me abraçou forte.
— Graças a Deus, Ale... eu estava com muito medo. Não sabia o que ia acontecer. — ela disse assustada, quase chorando.
— Calma, agora está tudo bem. — falei para acalmá-la.
— Vamos, te levo em casa se quiser. — ofereci.
— Vamos, obrigada, Ale... você é muito bom. — ela respondeu.
Enquanto descíamos para o andar de baixo, Sofia parou.
— Ale... eu te quero e gosto muito de você. — ela disse, corada, olhando para baixo.
Olhei para ela e pensei: é exatamente o que o Marcos tinha planejado, que estranha a vida, né? hahaha.
Assim que ela levantou o olhar, me aproximei e comecei a beijar sua boca. Abri a porta de um quarto e, por sorte, estava vazio, hahaha.
Mal entramos no quarto e fechei a porta, Sofia se afastou um pouco.
— Quero te agradecer pela ajuda de antes. Como posso retribuir? — ela disse com um sorriso no rosto e um pouco corada.
— O que você acha que eu quero? — respondi, pensando que ela ia me dar dinheiro ou um terreno ou algo valioso, hahaha.
— Já sei. — ela falou enquanto se ajoelhava.
Pensei: bom, não é dinheiro nem nada valioso, mas pelo menos vou me divertir um bom tempo.
Comecei a desabotoar minha calça. E assim que tirei meu pau.
— Meu Deus, Ale... é muito grande. — Sofia disse.
Ela começou a chupar meu pau. Começou lambendo e depois foi enfiando meu pau na boca. dentro da sua boca.
— Ai, Deus. Eu gozei.
— Você gosta. Ele disse enquanto começou a aumentar a velocidade e a intensidade.
Depois de um tempo com a Sofia chupando meu pau. Eu a levantei do chão.
— Agora você vai ser minha, Sofi. — eu disse. Não como minhas palavras a deixaram feliz.
A agarrei e a apoiei em um móvel do quarto.
Levantei seu vestido.
— Que lingerie linda você tem. — eu disse sorrindo.
— Você gosta, Ale? Eu coloquei pra você. — ela me disse.
Tirei a calcinha e coloquei a cabeça do meu pau na sua buceta. Comecei a me mover e ela também.
Senti como a buceta dela apertava meu pau.
— Ah... isso... Ale. — ela me disse entre gemidos.
Comecei a aumentar a velocidade de cada investida. Dava pra ouvir uma combinação de sons dos nossos corpos, os gemidos dela e como meu pau entrava e saía dela. E isso me excitava e eu adorava esses sons.
Tirei meu pau de dentro da sua buceta.
— Ai... não... não tira. — ela disse entre gemidos, com uma voz trêmula e triste.
Me aproximei do ouvido dela.
— Vou arrombar seu cuzinho. — sussurrei no ouvido dela. Disse isso enquanto agarrei uma de suas nádegas e comecei a abrir seu cu. Senti meu pau abrindo seu cuzinho aos poucos.
— Aiii! — Sofia soltou um grito alto.
Comecei devagar, bem fundo, até o fundo do seu cu.
— Aiii... Ale... devagar... por favor. — ela quase suplicou.
— Esta noite você é minha, Sofi. — falei enquanto começava a aumentar a velocidade.
Seu cuzinho começou a apertar meu pau, e estava difícil de tirar, então comecei a meter mais forte e mais fundo.
Ouvi os gemidos de Sofia.
Começou com gemidos de dor, e agora estava gemendo de prazer.
Tirei o pau do cu da Sofia. Ela soltou um som de alívio e prazer quando eu puxei.
Sentei numa cadeira do quarto e fiquei olhando ela ali, apoiada no móvel, com a bunda levantada e bem aberta. Não deu pra não me sentir orgulhoso, e soltei um sorriso enquanto a Sofia ficava ali contra o móvel, recuperando o fôlego.
— Tira o vestido. — falei pra Sofia.
Ela começou a tirar o vestido devagar, a calcinha fio-dental e o sutiã, e quando ia tirar a cinta-liga e as meias...
— Rasteja até aqui. — disse, sentado na cadeira com o pau na mão.
Ela se pôs de quatro e, com uma mão depois da outra, arqueando as costas de um jeito que deixava a bunda elevada, redonda e firme sob a luz, começou a vir na minha direção. Movimentos felinos, o quadril balançando levemente.
— Chupa. — eu ia mandar, mas nem precisou. Assim que ela chegou perto do meu pau, botou a língua pra fora e começou a lamber a cabeça, beijando. Depois abriu a boca e começou devagar, chupando só a cabecinha, e foi descendo, sugando, até encher a boca toda.
Sofia começou a aumentar o ritmo. Ela ergueu o olhar e nossos olhares se encontraram. Eu adorava ver a expressão dela e a situação em que estávamos. Meu pau enchendo a boca dela aos poucos. A saliva escorria pelos cantos de seus lábios, deslizando pelo queixo e pingando em seus seios, mas eu não me importava. Suas mãos e joelhos apoiados no chão e sua bunda empinada.
— Tira tudo. Eu disse para Sofia. Enquanto ela tirava meu pau da boca dela, saiu um som de sucção molhado. Meu pau todo molhado com a saliva da Sofia. Sofia tirou as meias e a liga, a única coisa que ela ainda estava vestindo, haha.
— Assim está bom... você gosta, Ale? Ela me perguntou tímida e com o rosto corado. Não aguentei tê-la totalmente nua e me aproximei dela, dei um beijo nela, os dois totalmente nus e meu desejo foi inconscientemente para a bunda dela. Ela começou a me beijar. Sentia nossas línguas se chocando e brincando entre si. Tirei a língua dela da boca dela, virei ela e a encostei na parede.
— Ahhh... Ale. Ela disse enquanto levantava a bunda apontando para mim como um convite. Peguei ela pela cintura, minhas mãos segurando Sofia com força. Coloquei a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela. Comecei a colocar meu pau lentamente dentro da Sofia de novo. Sentia o interior da Sofia se expandindo e ao mesmo tempo segurando e apertando meu pau.
— Aí... isso... me dá mais... DURO! Sofia gritou, as mãos dela apoiadas na parede enquanto eu começava a embestir com força, cada movimento fazendo os peitos dela balançarem, a bunda dela batendo contra meus quadris. Isso é o que eu queria ouvir, pensei.
— Você gosta assim. Eu disse para Sofia enquanto empurrava meu pau cada vez mais fundo.
— S... sim... Ela disse, já quase incapaz de formar palavras coerentes.
— Ale... vamos pra cama. — ela disse entre gemidos.
Eu já estava cansado de ficar parando. Peguei ela e joguei na cama. Sofia aterrissou de bruços, o colchão afundando sob o peso dela. Subi em cima dela. Peguei meu pau e encostei a cabeça na entrada da buceta dela. Comecei a enfiar meu pau dentro dela. Sofia soltou um gemido alto de prazer e dor. Aquele som que ela fez me esquentou. Comecei a meter meu pau até o fundo da buceta dela. Dessa vez, o ângulo era diferente, mais profundo, cada enfiada acertando um ponto dentro dela que fazia ela ver estrelas.
Comecei a separar as pernas da Sofia. Meus joelhos afastando os dela. Sofia começou a levantar a bunda. Peguei Sofia pelos pulsos e coloquei as mãos dela na própria bunda.
— Abre essa bunda. — eu disse
Sofia obedeceu na hora, levando as mãos para trás para separar as nádegas, expondo a buceta inchada e brilhante de fluidos, o cuzinho apertado e rosado. Me deu um tesão enorme vê-la assim, tão aberta, tão submissa, e comecei a aumentar o ritmo e a intensidade, meus quadris batendo contra a bunda dela com um som molhado e obsceno.
— Vai gozar no meu pau, né? — perguntei pra Sofia.
— Sim... sim... por Deus...! — Sofia falou com o rosto enfiado na cama, mordendo os lençóis para abafar os gritos enquanto o orgasmo se aproximava. Ela começou a gozar.
Sofia já exausta e respirando com dificuldade. Eu ainda não tinha terminado.
— Sofia, ainda não acabei. — falei para Sofia com minhas mãos sobre seus quadris, e quando ia começar a comê-la de novo.
— Ale... não, por favor... minha buceta está dolorida. — ela me disse suplicando.
Eu queria continuar, mas me veio uma ideia e foi tudo graças a ela. Quando estava metendo na buceta dela, o cuzinho apertado de Sofia parecia me convidar de novo para arrombar. Tirei meu pau da sua vagina pulsante e guiei ele até o outro buraco.
— Ahhh. — Sofia soltou um grito. Começou com gemidos de dor e pouco a pouco foram se transformando em gemidos de prazer.
Comecei a enfiar meu pau da cabeça até a base, o mais fundo possível no seu cu. Enquanto minhas mãos se apoiavam e abriam sua bunda, assim entrava mais fácil e era mais simples arrombar o cuzinho da Sofia.
— Eu vou... eu vou... gozar. Ela disse enquanto voltava a cavalgar no meu pau. Esse orgasmo foi mais intenso, mais sujo. Sofia já estava totalmente exausta e dolorida. E eu ainda sem ter terminado. Peguei ela pelo cabelo e tirei da cama. Coloquei ela de joelhos e fiquei na frente dela. Meu pau brilhando pelos fluidos de ambos, estava a centímetros do rosto dela.
— Me limpa. Eu disse.
Ela não pensou duas vezes. Abriu a boca e enfiou meu pau dentro dela. Seus lábios apertando em volta do meu pau. Peguei ela pelo cabelo e comecei a enfiar meu pau até o fundo da garganta dela.
Agarrei sua cabeça e enfiei meu pau o mais fundo possível na sua boca. Comecei a gozar. Tirei meu pau da boca dela e saiu um som de sucção molhado causado pelo meu pau e seus lábios. Ela abriu a boca e eu vi todo o meu sêmen. Era um monte, pensei: não acredito que ela vai engolir tudo de uma vez, hahaha. Me aproximei do rosto dela e olhei nos seus olhos. Ela me encarou de volta e soltou um sorriso de orgulho.
— Engole tudo. — eu disse.
Sofia fez isso. Engoliu duas vezes, realmente era muito, hahaha. Abriu a boca para me mostrar que tinha engolido tudo.
Sofia sorriu, lenta e lascivamente, lambeu os lábios e então disse:
— Sou sua, Ale. Para o que você quiser.
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A "Rainha do Campus" agora sabe que o lugar dela é de joelhos.
Fiz dela minha putinha essa noite.
Querem ver como o pai dela quase nos pegou?
Mostrem sua dependência nos comentários e eu solto a parte 2:
Alejandro e Sofia: A Visita Proibida.
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Parte N°2:
Alejandro e Sofia: A Visita Proibida:
(Em breve)
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Alejandro e Jazmín: O Desejo Proibido da Meia-Irmã.https://www.poringa.net/posts/relatos/6077596/Alejandro-y-Jazmin-El-deseo-prohibido-de-la-hermanastra.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● Próximo Post: Alejandro e Gimena: Irmã Protetora.https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimana-Hermana-Protectora.html
Seu rosto e seu corpo escultural fazem de Sofia a mais popular e desejada por todos os homens da faculdade. Além disso, sua personalidade safada e muito brincalhona faz com que todos queiram ficar com ela. É aquela típica que é convidada pra todo lugar, festas e eventos.
Tenho dois melhores amigos. Marcos, mas ele é um pouco introvertido, falta confiança nele mesmo, mas é muito gente boa, é engraçado e um cara legal. E está apaixonado pela Sofia.
Thomas é muito tranquilo na real, gosta de estudar e é muito inteligente. Ele gosta de todas as minas, mas tem muito medo de rejeição. Os dois são de famílias com um bom status social.
Marcos estava prestes a fazer aniversário e decidiu fazer uma festa, convidando a gente e todo mundo ou a grande maioria da faculdade, especialmente a Sofia. Fomos e distribuímos os convites para a festa. Terminamos de entregar todos os convites, menos um: o da Sofia.
Vimos a Sofia a uns 5 metros de distância mais ou menos.
— Vai entregar pra ela, Marcos. — falei, motivando ele.
— É, vai lá, você consegue, Marcos. — Thomas disse pra ele.
— Sim, sim, eu consigo. — Marcos falou. Deu dois passos.
— Não, não consigo, olha só pra ela, é muito linda.
O que você tem de especial? — pensei, enquanto Thomas motivava ele pra levar o convite.
Sofia olhou pra gente. E Marcos e Thomas estavam brigando pra ver quem levava e ficaram nervosos os dois quando perceberam que a Sofia tava olhando.
— Oi, Sofi. — falei, enquanto me aproximava dela.
— Oi, Ale. — ela disse com um sorriso.
— Sofi… o Marcos quer te falar uma coisa. — enquanto agarrei o Marcos e coloquei ele na frente da Sofia.
— Oi, Sofi… quero te convidar pra minha festa de aniversário. — ele disse, entregando o convite. Ela pegou.
— Obrigada, Marcos. — ela falou. Marcos começou a ficar emocionado e feliz.
— Você vai, Ale? — Sofia me perguntou.
— Hã? Claro que vou, é meu melhor amigo, haha. — falei, rindo. Notei como ela sorriu pra mim e ficou um pouco feliz.
— A gente se vê na festa. — falei pra Sofia, enquanto a gente ia embora com Marcos e Thomas.
No dia da festa, Marcos preparou a casa de férias dele, que tinha muitos quartos, comprou muito álcool, contratou um DJ e tudo mais.
Fui buscar o Thomas e a gente foi pra casa do Marcos. Chegamos com o Thomas e já tinha gente chegando.
— Oi, Marcos. Dissemos eu e Thomas.
— Oi, galera. Disse Marcos com uma cara de alegria da sua festa.
— Olha quem chegou. Disse, apontando com a cabeça para a porta.
Era a Sofia num vestido preto justo no corpo. Que fazia ressaltar o seu corpão. Ela mal entrou e já roubou todos os olhares dos homens da festa e a inveja das mulheres hahaha.
Sofia começou a procurar com o olhar alguém e justo nossos olhares se cruzaram. Ela começou a se aproximar.
— Viram, galera... a Sofia me viu e tá vindo aqui. Disse Marcos todo feliz.
— Oi, galera. Cumprimentou a Sofia.
— Oi, Sofi. Dissemos eu e o Thomas.
Eu me aproximei e dei um beijo no rosto, aquele típico cumprimento argentino.
— Oi, Sofi. Você tá linda, esse vestido combina perfeitamente com o seu sorriso. Falei com um sorriso.
— Sério, Ale... muito obrigada. Ela me disse.
— Que festa massa, Marcos, feliz aniversário. Ela disse pro Marcos.
— Valeu, Sofi, fico feliz que você esteja gostando. Disse Marcos.
— Bom, a gente deixa vocês conversarem, eu e o Thomas vamos cumprimentar o resto do pessoal. Falei pro Marcos e pra Sofia, pra deixá-los sozinhos e conversarem. Enquanto isso, puxei o Thomas comigo.
Depois de um tempo cumprimentando e conversando com alguns, o Marcos se aproximou.
— Ale, hoje é a minha noite, hoje eu faço amor com a Sofia. Ele me disse. Com aquela empolgação típica dele. Mostrou pra mim e pro Thomas que comprou uma camisinha pra usar com ela e tudo.
— Vou dizer que gosto dela, galera, que sempre estive apaixonado. Nos contou o Marcos.
— Que massa, Marcos, hoje é a sua noite. Dissemos eu e o Thomas.
Já haviam se passado umas 2 ou 3 horas desde que a festa começou. Enquanto os caras tentavam se aproximar sem sucesso, Sofia se mantinha distante, rejeitando um atrás do outro com um sorriso frio.Notei que Camila, uma das amigas de Sofia, estava conversando com Tobias, outro apaixonado por Sofia além do Marcos, mas não dei importância.
Marcos, nervoso por não conseguir chamar a atenção dela. Foi aí que Tobias, bêbado, se aproximou de Sofia. Tobias era um magrelo barrigudo muito chato e piadista quando ficava bêbado.
— Oi... putinha — disse Tobias, encurralando ela contra a parede.
— Oi, Tobi — respondeu Sofia, assustada.
— Que tal... se eu te levar pra um lugar mais tranquilo e fizer de você... minha putinha pessoal? — falou Tobias, que mal conseguia falar de tão bêbado que estava. Não sei como, Camila começou a filmar de longe bem no momento em que Tobias se aproximou bêbado de Sofia.
Eu estava esperando pra ver se Marcos teria coragem de defendê-la e assim ficar como herói diante de Sofia. Percebi que Marcos estava tremendo de medo de enfrentar Tobias.
— Vai, Marcos, você consegue, lembra que é sua noite — falei, dando um empurrão nele. Marcos se aproximou de Tobias. Ainda bem, porque Sofia já estava ficando mal, e notei que se ninguém fosse salvá-la, a coitada ia começar a chorar.
— Tobi, já chega, para com isso — disse Marcos.
— Ei, sai daqui... ou quer apanhar? — respondeu Tobias.
— Para com isso, eu falei! — gritou Marcos, empurrando Tobias.
Marcos colocou Sofia atrás dele. Senti orgulho e felicidade pelo meu amigo.
— Quer que eu te faça... em pedaços, é isso... Marcos? — disse Tobias.
— Então vem — respondeu Marcos.
Marcos deu um soco na cara de Tobias. Tobias ficou puto e revidou, deixando o pobre Marcos no chão.
Tobias agarrou Sofia pelo braço.
— Agora... vou te comer com mais força... do que eu tinha planejado, putinha... e tudo por culpa desse otário — disse Tobias, levando Sofia para um dos vários quartos que a casa tinha. Sofia tentava impedi-lo e... Ela pedia ajuda, mas ninguém queria ajudá-la. Thomas e eu fomos atrás do Marcos, levantamos ele do chão e colocamos numa cadeira.
— Fica aqui cuidando dele. — falei para o Tobias.
— Ale, acaba com ele. — ele me disse com seriedade.
Não respondi, só fui atrás do Tobias e da Sofia.
— Vai... dá um beijo, putinha... não fica de frescura... você é muito putinha... — Tobias disse enquanto segurava Sofia pelos braços.
Me aproximei e toquei no ombro do Tobias.
— Oh... quem é essa merda... por que não deixam... eu e minha putinha sozinhos. — ele falou enquanto soltou um soco na minha direção.
Me agachei e desviei. Dei dois golpes nele, um no queixo e outro no rosto. Tobias caiu.
— Tudo bem, Sofi? — perguntei para a Sofia.
Ela me abraçou forte.
— Graças a Deus, Ale... eu estava com muito medo. Não sabia o que ia acontecer. — ela disse assustada, quase chorando.
— Calma, agora está tudo bem. — falei para acalmá-la.
— Vamos, te levo em casa se quiser. — ofereci.
— Vamos, obrigada, Ale... você é muito bom. — ela respondeu.
Enquanto descíamos para o andar de baixo, Sofia parou.
— Ale... eu te quero e gosto muito de você. — ela disse, corada, olhando para baixo.
Olhei para ela e pensei: é exatamente o que o Marcos tinha planejado, que estranha a vida, né? hahaha.
Assim que ela levantou o olhar, me aproximei e comecei a beijar sua boca. Abri a porta de um quarto e, por sorte, estava vazio, hahaha.
Mal entramos no quarto e fechei a porta, Sofia se afastou um pouco.
— Quero te agradecer pela ajuda de antes. Como posso retribuir? — ela disse com um sorriso no rosto e um pouco corada.
— O que você acha que eu quero? — respondi, pensando que ela ia me dar dinheiro ou um terreno ou algo valioso, hahaha.
— Já sei. — ela falou enquanto se ajoelhava.
Pensei: bom, não é dinheiro nem nada valioso, mas pelo menos vou me divertir um bom tempo.
Comecei a desabotoar minha calça. E assim que tirei meu pau.
— Meu Deus, Ale... é muito grande. — Sofia disse.
Ela começou a chupar meu pau. Começou lambendo e depois foi enfiando meu pau na boca. dentro da sua boca.
— Ai, Deus. Eu gozei.
— Você gosta. Ele disse enquanto começou a aumentar a velocidade e a intensidade.
Depois de um tempo com a Sofia chupando meu pau. Eu a levantei do chão.— Agora você vai ser minha, Sofi. — eu disse. Não como minhas palavras a deixaram feliz.
A agarrei e a apoiei em um móvel do quarto.
Levantei seu vestido.
— Que lingerie linda você tem. — eu disse sorrindo.
— Você gosta, Ale? Eu coloquei pra você. — ela me disse.
Tirei a calcinha e coloquei a cabeça do meu pau na sua buceta. Comecei a me mover e ela também.
Senti como a buceta dela apertava meu pau.
— Ah... isso... Ale. — ela me disse entre gemidos.
Comecei a aumentar a velocidade de cada investida. Dava pra ouvir uma combinação de sons dos nossos corpos, os gemidos dela e como meu pau entrava e saía dela. E isso me excitava e eu adorava esses sons.
Tirei meu pau de dentro da sua buceta.— Ai... não... não tira. — ela disse entre gemidos, com uma voz trêmula e triste.
Me aproximei do ouvido dela.
— Vou arrombar seu cuzinho. — sussurrei no ouvido dela. Disse isso enquanto agarrei uma de suas nádegas e comecei a abrir seu cu. Senti meu pau abrindo seu cuzinho aos poucos.
— Aiii! — Sofia soltou um grito alto.
Comecei devagar, bem fundo, até o fundo do seu cu.
— Aiii... Ale... devagar... por favor. — ela quase suplicou.
— Esta noite você é minha, Sofi. — falei enquanto começava a aumentar a velocidade.
Seu cuzinho começou a apertar meu pau, e estava difícil de tirar, então comecei a meter mais forte e mais fundo.
Ouvi os gemidos de Sofia.
Começou com gemidos de dor, e agora estava gemendo de prazer.
Tirei o pau do cu da Sofia. Ela soltou um som de alívio e prazer quando eu puxei.Sentei numa cadeira do quarto e fiquei olhando ela ali, apoiada no móvel, com a bunda levantada e bem aberta. Não deu pra não me sentir orgulhoso, e soltei um sorriso enquanto a Sofia ficava ali contra o móvel, recuperando o fôlego.
— Tira o vestido. — falei pra Sofia.
Ela começou a tirar o vestido devagar, a calcinha fio-dental e o sutiã, e quando ia tirar a cinta-liga e as meias...
— Rasteja até aqui. — disse, sentado na cadeira com o pau na mão.
Ela se pôs de quatro e, com uma mão depois da outra, arqueando as costas de um jeito que deixava a bunda elevada, redonda e firme sob a luz, começou a vir na minha direção. Movimentos felinos, o quadril balançando levemente.
— Chupa. — eu ia mandar, mas nem precisou. Assim que ela chegou perto do meu pau, botou a língua pra fora e começou a lamber a cabeça, beijando. Depois abriu a boca e começou devagar, chupando só a cabecinha, e foi descendo, sugando, até encher a boca toda.
Sofia começou a aumentar o ritmo. Ela ergueu o olhar e nossos olhares se encontraram. Eu adorava ver a expressão dela e a situação em que estávamos. Meu pau enchendo a boca dela aos poucos. A saliva escorria pelos cantos de seus lábios, deslizando pelo queixo e pingando em seus seios, mas eu não me importava. Suas mãos e joelhos apoiados no chão e sua bunda empinada.
— Tira tudo. Eu disse para Sofia. Enquanto ela tirava meu pau da boca dela, saiu um som de sucção molhado. Meu pau todo molhado com a saliva da Sofia. Sofia tirou as meias e a liga, a única coisa que ela ainda estava vestindo, haha. — Assim está bom... você gosta, Ale? Ela me perguntou tímida e com o rosto corado. Não aguentei tê-la totalmente nua e me aproximei dela, dei um beijo nela, os dois totalmente nus e meu desejo foi inconscientemente para a bunda dela. Ela começou a me beijar. Sentia nossas línguas se chocando e brincando entre si. Tirei a língua dela da boca dela, virei ela e a encostei na parede.
— Ahhh... Ale. Ela disse enquanto levantava a bunda apontando para mim como um convite. Peguei ela pela cintura, minhas mãos segurando Sofia com força. Coloquei a cabeça do meu pau na entrada da buceta dela. Comecei a colocar meu pau lentamente dentro da Sofia de novo. Sentia o interior da Sofia se expandindo e ao mesmo tempo segurando e apertando meu pau.
— Aí... isso... me dá mais... DURO! Sofia gritou, as mãos dela apoiadas na parede enquanto eu começava a embestir com força, cada movimento fazendo os peitos dela balançarem, a bunda dela batendo contra meus quadris. Isso é o que eu queria ouvir, pensei.
— Você gosta assim. Eu disse para Sofia enquanto empurrava meu pau cada vez mais fundo.
— S... sim... Ela disse, já quase incapaz de formar palavras coerentes.
— Ale... vamos pra cama. — ela disse entre gemidos.Eu já estava cansado de ficar parando. Peguei ela e joguei na cama. Sofia aterrissou de bruços, o colchão afundando sob o peso dela. Subi em cima dela. Peguei meu pau e encostei a cabeça na entrada da buceta dela. Comecei a enfiar meu pau dentro dela. Sofia soltou um gemido alto de prazer e dor. Aquele som que ela fez me esquentou. Comecei a meter meu pau até o fundo da buceta dela. Dessa vez, o ângulo era diferente, mais profundo, cada enfiada acertando um ponto dentro dela que fazia ela ver estrelas.
Comecei a separar as pernas da Sofia. Meus joelhos afastando os dela. Sofia começou a levantar a bunda. Peguei Sofia pelos pulsos e coloquei as mãos dela na própria bunda.— Abre essa bunda. — eu disse
Sofia obedeceu na hora, levando as mãos para trás para separar as nádegas, expondo a buceta inchada e brilhante de fluidos, o cuzinho apertado e rosado. Me deu um tesão enorme vê-la assim, tão aberta, tão submissa, e comecei a aumentar o ritmo e a intensidade, meus quadris batendo contra a bunda dela com um som molhado e obsceno.
— Vai gozar no meu pau, né? — perguntei pra Sofia.
— Sim... sim... por Deus...! — Sofia falou com o rosto enfiado na cama, mordendo os lençóis para abafar os gritos enquanto o orgasmo se aproximava. Ela começou a gozar.
Sofia já exausta e respirando com dificuldade. Eu ainda não tinha terminado.— Sofia, ainda não acabei. — falei para Sofia com minhas mãos sobre seus quadris, e quando ia começar a comê-la de novo.
— Ale... não, por favor... minha buceta está dolorida. — ela me disse suplicando.
Eu queria continuar, mas me veio uma ideia e foi tudo graças a ela. Quando estava metendo na buceta dela, o cuzinho apertado de Sofia parecia me convidar de novo para arrombar. Tirei meu pau da sua vagina pulsante e guiei ele até o outro buraco.
— Ahhh. — Sofia soltou um grito. Começou com gemidos de dor e pouco a pouco foram se transformando em gemidos de prazer.
Comecei a enfiar meu pau da cabeça até a base, o mais fundo possível no seu cu. Enquanto minhas mãos se apoiavam e abriam sua bunda, assim entrava mais fácil e era mais simples arrombar o cuzinho da Sofia.
— Eu vou... eu vou... gozar. Ela disse enquanto voltava a cavalgar no meu pau. Esse orgasmo foi mais intenso, mais sujo. Sofia já estava totalmente exausta e dolorida. E eu ainda sem ter terminado. Peguei ela pelo cabelo e tirei da cama. Coloquei ela de joelhos e fiquei na frente dela. Meu pau brilhando pelos fluidos de ambos, estava a centímetros do rosto dela.— Me limpa. Eu disse.
Ela não pensou duas vezes. Abriu a boca e enfiou meu pau dentro dela. Seus lábios apertando em volta do meu pau. Peguei ela pelo cabelo e comecei a enfiar meu pau até o fundo da garganta dela.
Agarrei sua cabeça e enfiei meu pau o mais fundo possível na sua boca. Comecei a gozar. Tirei meu pau da boca dela e saiu um som de sucção molhado causado pelo meu pau e seus lábios. Ela abriu a boca e eu vi todo o meu sêmen. Era um monte, pensei: não acredito que ela vai engolir tudo de uma vez, hahaha. Me aproximei do rosto dela e olhei nos seus olhos. Ela me encarou de volta e soltou um sorriso de orgulho.— Engole tudo. — eu disse.
Sofia fez isso. Engoliu duas vezes, realmente era muito, hahaha. Abriu a boca para me mostrar que tinha engolido tudo.
Sofia sorriu, lenta e lascivamente, lambeu os lábios e então disse:
— Sou sua, Ale. Para o que você quiser.
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Fiz dela minha putinha essa noite.
Querem ver como o pai dela quase nos pegou?
Mostrem sua dependência nos comentários e eu solto a parte 2:
Alejandro e Sofia: A Visita Proibida.
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Parte N°2:
Alejandro e Sofia: A Visita Proibida:
(Em breve)
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1 comentários - Alejandro Y Sofia: La Reina Del Campus