A babá (parte 2)

Agradeço o apoio recebido, então vou continuar contando o que aconteceu, espero que gostem.. Eu tinha ido pro trabalho com a imagem da Valéria na minha cabeça o tempo todo, óbvio que contei essa história pra minha mulher, mas sem o detalhe de como fiquei hipnotizado, e a Valéria também contou e ainda disse que me viu tão puto que nem consegui falar, então a Lore interveio pra eu não ficar tão bravo e perdoar a Valéria (fiz o durão, ha ha). A partir daí, minha tesão só aumentou, e os roçados e apalpadas na hora de cumprimentar também, claro que tudo muito casual, não ia dar motivo pra Valéria contar algo pra Lore ou se sentir assediada e querer pedir demissão, mas a confiança cresceu pra caralho e eu sou meio na minha no começo com as pessoas, mas quando pego intimidade me acho engraçado e solto um monte de piadas de duplo sentido (com a Lore a gente vive fazendo isso). A dinâmica virou essa: chegar, conversar um pouco, se desse um roçado e alguma piada. Um dia chego do trampo, entro em casa, não escuto nada (ela tava vendo TV na sala sentada num sofá, ou ouvindo música), vou pra sala e ela tava dormindo!! Pra quê???? Tava coberta com um cobertor até a barriga, de barriga pra cima com os braços meio cruzados, o que destacava os peitos dela, fiquei paralisado contemplando aquelas belezas, tô acostumado a ver peitos bonitos, mas esses eram um pouco maiores e totalmente proibidos, dava pra ver que não tinha sutiã e tentei ver algum mamilo, mas não consegui. Com o pau durasso, me aproximei, acordei ela de leve e falei que já tinha chegado e que ela podia ir. V- Oi Ale, desculpa, acabei dormindo. Y- Ha ha, percebi, negona, não se preocupa. V- Não, porra, sério, me desculpa, é que o menino tava com febre e não dormi direito, e ainda não achei o controle da TV, fiquei entediada e acabei dormindo. A TV tava num móvel encostado na parede no fundo da sala, onde fica mais estreito e entre o móvel e a cama não sobra muito espaço. Tentando esconder Minha ereção, com a mochila que trouxe do trabalho, fui até o fundo E- ahhh, burra, quando é assim, olha a TV, aqui atrás tem um painel de botões (enfiei a mão atrás da TV) E aí ela fez algo que não entendi na hora. Não sei se viu minha rola dura ou se só estava curtindo a oportunidade de ficar perto de mim. Mas ela veio até mim e levou a mão dela até a parte de trás da televisão, colando o corpo no meu e nossas caras a centímetros de distância, a mochila eu tinha largado no sofá, então a parte lateral da coxa dela apertou claramente minha rola, que com aquele contato quase estourou a cueca!!!! Nessa posição, tão perto um do outro e com a rola na perna dela me fazendo de salame.. E- olha, me dá sua mão, viu?? Aqui está o botão (com minha mão guiei a dela até o botão) V- sim, aqui sinto, também acho que tô sentindo algo mais!!! Nãooooooo pensei, caralho!!! O que faço, ela tava a uns 3 centímetros da minha cara. São aqueles momentos em que o tempo parece parar e a mente avalia mil possibilidades num segundo, bastava só um movimento e eu beijava ela. Mas fui forte, não queria sacanear a Lore, nunca tinha feito isso e não ia começar com a amiga dela, parece que ela pensou a mesma coisa e nos afastamos rindo da situação, eu todo vermelho de vergonha E- desculpa, Vale, não sei o que te dizer V- ha ha, relaxa, não foi nada, é normal, a gente tava muito perto E- tô morrendo de vergonha!! Desculpa V- já foi, burro, não foi nada, sério, deixa pra lá e esquece, não vou falar nada, não tem o que contar Não tô orgulhoso da minha resposta seguinte E- nada? Nada mesmo? (fazendo cara triste) V- ha ha, você é um idiota (agora a vermelha era ela.. Acompanhei ela até a porta, nos despedimos e fui pro banheiro bater uma punheta daquelas. Os dias passaram, a zoeira e as piadas só aumentavam e ela já tava soltinha e aberta ao flerte, quase passando do limite. Cheguei do trabalho, entrei na sala e ela tava tomando um chá, a Salve... E aí Vale, o que você vai tomar??
V- E aí, negão, um chá. Sua mulher falou pra eu pegar o que quiser, desculpa aí.
Y- Mas não, porra, pega o que quiser, sem problema.
V- Sabe o que eu quero? Quero porra (soltou essa última meio de bobeira). Me dá? (E riu safada)

Meu pau não demorou nada pra ficar duro!!!! Tentei manter a calma..
Y- Ha ha, cuidado com o que pede hein
V- Tô te pedindo porra só, e você tá mais perto da geladeira, sei lá do que você tá falando...

Fui até a geladeira, peguei a leiteira, levei pra mesa e dessa vez nem tentei disfarçar a barraca. Ela deu uma olhada rápida, mas não falou nada.

V- Sabe, tá fria, desculpa encher o saco, mas a porra eu gosto quente ha ha, então vou tomar meu chá assim mesmo, melhor eu ir ou não sei onde isso vai parar (falou olhando direto pro meio das minhas pernas)
Y- Ha ha, é, melhor deixar assim porque eu não ia negar de te dar a porra.

Esses últimos diálogos tudo num tom descontraído e ha ha bem de brincadeira, os dois dando a entender que era só uma zoeira, sem espaço pra mal-entendido. Mas a putaria ia chegar num ponto sem volta, onde o tesão ficou insuportável. Se quiserem saber como continuou, dá aquela força e comenta aí pra eu saber que vale o tempo que tô gastando escrevendo. Quem escreve me entende e sabe que esses parágrafos que se lêem em minutos, leva pelo menos uma hora pra escrever. Uns pontinhos não fazem mal e não custa nada.

3 comentários - A babá (parte 2)

Me la puso dura vale. Subí una foto de ella.
Jajajaja imposible hacer esos chistes y que sean solo chistes. No hay chance