volviendome adicta al sexo

Uns dias atrás, por exemplo, estava num restaurante jantando com duas amigas. Em certo momento, em vez de prestar atenção na conversa, minha mente foi completamente para outro lado, para dois garçons que conversavam. Imaginei coisas com eles que nem me atrevo a contar em voz alta. Não pude resistir. Buscando algo que acalmasse essa urgência, fui ao banheiro para me masturbar. Funcionou por um tempo, até que voltei a sentir a mesma fome.
Quando terminamos de comer, Sofia e eu fomos para a casa dela. Precisava confessar o que estava acontecendo comigo e não queria que a outra soubesse. Meio brincando, meio sério, depois de pôr ela a par da situação, eu disse:
— Acho que estou ficando viciada em sexo.
— Pra mim você tá exagerando — respondeu Sofia —. Acho que você só tá descobrindo seu lado selvagem.
— Não tenho tanta certeza — repliquei com tom amargo —. Acho que não é só uma das minhas fases e que isso pode sair do controle. Às vezes me sinto culpada, como se estivesse fazendo algo errado, mesmo sabendo que não tem nada de errado em curtir meu corpo ou meus desejos. A sociedade sempre diz que as mulheres não deveriam querer tanto, que deveríamos nos conter. Mas e se eu quero tudo e gosto de ser assim?
» No entanto, essa situação me assusta um pouco. Não quero que isso defina quem eu sou. Não quero que cada decisão que eu tomar gire em torno dessa necessidade. Me pergunto se é vício se eu curto tanto, ou se só estou aprendendo a me conhecer. Não sei. Às vezes penso em buscar ajuda, conversar com alguém que entenda, mas depois me digo que talvez só precise de tempo para encontrar um equilíbrio. Enquanto isso, me sinto presa entre o prazer e a dúvida, me perguntando se esse fogo que sinto é minha força ou minha fraqueza.
Sofia ficou muda, sem saber o que dizer. Possivelmente não se via como essa pessoa que entende. Desviou a atenção, propondo preparar uns batidos gelados de frutas, e a conversa ficou no ar.
Por volta das nove, quando eu ia para casa com Tava na intenção de tomar um banho e trocar de roupa antes de encontrar meu namorado, quando aconteceu algo que jogaria uma luz sobre minhas divagações.

Entrei no elevador, apertei o botão do térreo com um dedo preguiçoso e esperei, encostada de costas na parede do fundo. O treco estava meio escuro e com um cheiro de mofo misturado com desodorante barato que te acertava como um soco. Segurei a respiração e, de novo, me vieram à mente os dois garçons do restaurante.

Justo quando as portas iam fechar, entrou um cara grandão de uns quarenta anos, com barba por fazer e um corpo que um dia tinha sido de academia, mas que agora tava mais pra barrigudo do que qualquer outra coisa. Ele tava de bermuda, com uma camiseta preta e uma sacola de supermercado pendurada na mão. Eu usava uma legging branca tão justa que marcava até a última dobra, e o cabelo preso num rabo de cavalo desfeito que caía pelas minhas costas.

Nos olhamos por um segundo e nos cumprimentamos com aquele "oi" seco e automático típico de estranhos. O negócio começou a se mover. Ninguém falava nada, só dava pra ouvir um rangido leve, o barulho da sacola plástica do cara e o mínimo estalido da minha legging toda vez que eu mudava o peso do corpo de uma perna pra outra.

Mas aí, entre o nono e o oitavo andar, o treco deu uma sacudida brusca, as luzes piscaram como num pesadelo e ele parou de repente.

—Puta que pariu essa merda! — soltei com má vontade, desconfiada de que o cara tinha apertado o botão de emergência com as costas, mas medindo minhas palavras caso eu estivesse errada.

—Tem que se foder com esse treco — disse o cara, largando a sacola no chão. — Parece que deu pau de novo, e já é uma de tantas. Acho que dessa vez a gente se fodeu de vez — completou com um meio sorriso que soou mais quente do que eu esperava num momento desses.

Olhei pra ele de lado, reparando como a bermuda marcava um volume entre as pernas que não era nada mal pra um cara com... Cara de vagabundo.
—Então estamos mesmo fodidos — respondi, cruzando os braços e me apoiando na parede do elevador, movimento que fez meus peitos apertarem contra a blusa como se quisessem escapar.
O cara não disfarçou: cravar os olhos no meu decote como se fosse o mapa do tesouro.
—Pelo menos não fiquei preso com o gordo do 12A — brincou, inclinando-se um pouco na minha direção.
Mordi o lábio inferior, um gesto que faço sem querer quando estou nervosa ou com tesão, e essa tarde, com o calor começando a dar as caras nesse cubículo de merda, era um pouco das duas sensações.
—Gosta do que vê ou só está olhando por olhar? — soltei com um tom que era meio provocação, meio convite.
O cara deu um passo na minha direção, encurtando a distância até nossos corpos quase se roçarem.
—Faz meses que te vejo pelo prédio com esse rabo de infarto e pensando em como seria te passar a mão de uma vez — confessou, com a voz grave e os olhos brilhando como se estivesse imaginando a cena.
Eu não recuei; pelo contrário, levantei o queixo e encarei ele nos olhos.
—Então para de imaginar e põe a mão em mim porque não mordo. Mas, dependendo de como se comportar, talvez não escape de uma mordidinha ou outra — respondi, e isso foi como acender um pavio.
O cara não pensou duas vezes: plantou a mãozona na minha bunda, apertando tão forte que senti os dedos dele afundando na minha carne; a outra subiu até um dos meus peitos, amassando por cima da blusa como se quisesse arrancá-la. Eu gemia de prazer e me contorcia como uma cobra. O cara, percebendo que eu estava tão animada e disposta, murmurou que eu era uma safada de primeira e se encostou mais em mim, até que senti o pau dele duro contra minha coxa, mesmo por cima da bermuda.
Soltei um gritinho, surpresa com o quão rápido minha buceta tinha ficado molhada com aquele contato tão bruto. Então, sem conseguir evitar, desci ao nível mais baixo da vulgaridade afirmando que ele tinha um pau descomunal, acrescentando que ele era um babaca e perguntando se ele usava aquilo ou só ficava passeando, tudo isso enquanto enfiava a mão direita dentro da calça dele e agarrava o pau. Senti ele carnudo, quente e pulsando como se tivesse vida própria.

Minhas palavras foram espontâneas mas cortantes, tanto que fizeram mossa no orgulho masculino dele. Então, enquanto eu começava a punhetá-lo com movimentos lentos mas firmes, ele afirmou com tom ameaçador que usava sim e que ia me foder até me partir ao meio.

O calor no elevador subia a cada instante, e o ar estava ficando pesado, carregado de um cheiro de suor e tensão que tinha nós dois no limite. Apertei o pau dele um pouco mais, arrancando um grunhido.

—Se continuar assim, vou gozar antes mesmo de começar — confessou o cara, mas eu só sorri como uma raposa e acelerei o ritmo.

Metidos na tarefa e com o elevador transformado num puta forno, ele começou a se mover de repente, parou uns segundos depois e por um milagre de merda as portas se abriram. Do outro lado apareceu um cara magro mas sarado, jovem, com tatuagens nos braços e cara de malandro, daqueles que sempre estão tramando alguma coisa. Vestia uma regata preta e um calção de moletom. Ao ver a cena, ficou de boca aberta, como se tivesse acabado de pegar os pais no meio do sexo.

—Caralho, que porra é essa! — exclamou —. Que buceta tá rolando aqui? — perguntou com uma mistura de surpresa e sacanagem que quebrou o momento.

O outro e eu ficamos parados uns segundos, mas reagi rápido.

—Entra se for entrar na festa que a gente tá armando — falei com descaramento —. O que for, mas não fica aí olhando com cara de trouxa — acrescentei sem soltar o pau do outro, que ainda estava na minha mão dura e quente.

Agora, éramos três naquele cubículo de merda, onde o espaço, que já era pequeno, virou um puta caos de corpos e respirações aceleradas.

Apesar de morarem no mesmo prédio, os dois caras pareciam não se conhecer. Concluí que deveria ser assim porque o primeiro, enquanto continuava apertando meus peitos como se fossem propriedade dele, questionou por que eu convidei o segundo.
Eu, que já estava com a buceta encharcada e o pulso a mil, fantasiando em ter dois pintos ao invés de um, quis acalmar as coisas perguntando seus nomes. O primeiro disse se chamar Carlos e o outro, Javi.
—Já que somos amigos —falei com tom irônico e alegre—, que haja paz porque tem para os dois.
Eles se olharam, resignados a compartilhar a presa como hienas famintas.
—Essa mina é uma puta máquina —disse Javi, abaixando a calça só o suficiente para mostrar o pau, longo e duro, não tão grosso quanto o do Carlos, mas com uma curva que prometia entrar em lugares interessantes—. Por nada nesse mundo eu imaginaria que hoje encontraria uma verdadeira gostosa. Olha o que eu tenho para você —acrescentou com o pau na mão, balançando de um lado para o outro, enquanto apertava com a outra o botão do último andar.
Não soube se ele fez isso para ganhar o máximo de tempo possível ou se foi por acaso. Lambi os lábios, mas também sugeri a possibilidade de alguém nos pegar. Os dois se olharam, uma conversa silenciosa, tentando encontrar uma solução.
—Eu tenho um quarto de depósito daqueles na cobertura —disse Carlos—, mas preciso ir em casa pegar a chave.
—Já que vai entrar na sua casa, pega umas camisinhas —exigi, me dando conta de não ter pensado nesse detalhe antes.
—Nunca uso com minha mulher, mas acho que vou encontrar alguma se procurar bem —respondeu Carlos.
—Desde o começo desconfiava que você era casado —falei com ar indiferente, sem dar muita importância a esse novo detalhe. Também não quis saber o estado sentimental do Javi, igualmente era indiferente para mim.
Em apenas cinco minutos, percorremos o longo corredor dos depósitos até que Carlos parou, abriu a porta do dele e entramos os três. Rapidamente me ajoelhei no chão, sem prestar atenção ao que me rodeava, só me interessava tirar os pau deles e tê-los bem na minha frente. Peguei cada pau com uma mão e comecei a punhetar os dois ao mesmo tempo, alternando o olhar entre eles, como se estivesse decidindo por onde começar.

Decidi pelo do Javi primeiro, o recém-descoberto, a novidade. Ele fechou os olhos enquanto eu apertava com força.

—Olha que mão boa essa puta tem —murmurou quando comecei a punhetar ele—. É melhor começar a chupar, porque tô quase estourando —acrescentou, empurrando o quadril pra frente até enfiar o pau na minha cara.

Lambi os lábios e engoli o pau dele até a garganta, chupando com vontade sem soltar da mão, enquanto com a outra continuava punhetando o Carlos.

—Chupa melhor que a minha mina, o que não me surprende porque você é uma vadia e ela é muito sem graça —afirmou Javi, ofegante, pegando meu rabo de cavalo e empurrando minha cabeça pra engolir o pau inteiro de novo e de novo.

—Mano, não monopoliza assim não, que eu também quero meter nessa boquinha de raposa —reclamou um Carlos impaciente, dando um toque no ombro do Javi como se estivessem compartilhando uma cerveja.

Soltei uma risadinha com a boca cheia, cuspi o pau do Javi e virei pro Carlos, engolindo o pau dele o máximo que pude enquanto ainda balançava o do outro com a mão livre.

—Vocês são uns porcos do caralho, mas me deixaram toda molhada —disse entre engasgos, enfiando uma mão dentro da legging pra esfregar a buceta, que já estava escorrendo que nem torneira furada.

—Olha como ela se toca, a putinha —falou Javi, com a voz tremendo de tanto tesão.

—Vamos te foder como você merece. Vadias como você têm que ser comidas com gosto —rosnou Carlos, fora de si, me levantando de uma vez e me virando contra a parede. Ali ele puxou minha legging e o fio-dental de um jeito brusco, deixando minha bunda à mostra e minhas pernas tremendo. Ele me tinha à mercê dele, fraca e dominada por um desejo incontrolável.

Soltei um gemido forte e profundo quando ele me penetrou com uma estocada pela metade.

—Não para e mete mais, seu cabrão do caralho —supliquei Apoiada com as mãos na parede, imitando o tom vulgar dele.
Carlos me deu prazer, fodendo minha buceta como um animal primitivo, provocando um barulho molhado que ecoava no cubículo fechado.
Javi se posicionou à minha direita, com o pau duro e brilhante de saliva.
—Chupa de novo enquanto Carlos te come —ordenou Javi e eu, inclinando o torso, obedeci.
O depósito era uma puta bagunça: gemidos, o barulho do pau do Carlos entrando e saindo da minha buceta, e os engasgos causados pelo pau do Javi quando me fodia a boca.
—Essa puta vai nos deixar secos —disse Javi, com a voz entrecortada.
Carlos saiu da buceta e me deu um tapa na bunda que ardeu.
—Abre bem as pernas porque vou te arrebentar —disse antes de cuspir na mão e me enfiar outra estocada até o fundo.
Soltei um grito de prazer e cravei as unhas nas coxas do Javi.
—Você é um filho da puta. Vai me partir ao meio com esse pauzão —gemi, enquanto ele metia com um ritmo brutal que fazia meus joelhos tremerem.
—Continua chupando e não para, sua puta do caralho, que você me deixa louco —rosnou Javi, agarrando minha cabeça com as duas mãos, enfiando o pau até as lágrimas brotarem dos meus olhos e escorrerem pelas bochechas.
—Quero mais, seus fracotes, gosto que me fodam como uma vagabunda —supliquei fora de mim, com a voz rouca, entre soluços de êxtase.
—Essa mina é a mais puta que já comi na vida —acrescentou Carlos, me dando um tapa na bunda que ecoou como um chicotada.
Javi não disse nada, só tirou minha blusa e sutiã, deixando meus peitos livres para ele amassar como massa de pão, antes de enfiar o pau na minha garganta de novo.
—Gosto dos peitos dessa vagabunda, do jeito que são, com tamanho e volume perfeitos —afirmou Javi tentando abarcá-los, inclinado sobre minhas costas.
O ritmo era uma loucura. Carlos me comia como um touro, fazendo minha bunda quicar a cada golpe, enquanto Javi enfiava o pau tão fundo. que mal me deixava respirar.
—Já que eu fui quem estreou essa buceta — disse Carlos, saindo de dentro de mim —, o justo é que você estreie o cu, porque com certeza essa gostosa vai adorar — acrescentou, se dirigindo ao Javi, enquanto enfiava dois dedos no meu ânus.
—Nem pensei em deixar vocês irem embora sem me arrombarem — falei entre gemidos, angustiada porque faltava ar, tirando forças do nada para ficar de quatro no chão.

Rapidamente, Javi se posicionou atrás de mim, excitado pela novidade, motivado por algo que não esperava. Colocou a cabeça do pau no meu buraquinho apertado e foi ganhando profundidade aos poucos, agachando para se mover com energia.
Mal começou a me sodomizar, Carlos se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca, forçando meus lábios a se abrirem com a pressão da cabeça.

Um pela frente e outro por trás, os dois me comiam como campeões, especialmente o Javi, que arrancava gritos anasalados enquanto me enrabava.
—Eu estava certo quando previ que você adora levar no cu — se gabou Carlos, enquanto me fodia a boca.
Eu apertava os lábios com força para aumentar o prazer dele, olhando seu rosto, feliz porque sua expressão era de pura felicidade.
—Foi pura sorte — respondi, cuspindo o pau dele, sem desviar o olhar dos seus olhos —. Essa é a terceira vez que enfiam em mim por trás, mas hoje me sinto mais puta que nunca e aguento a dor inicial.
—Vá se preparando então, porque você não escapa de eu te enrabar também, sua gostosa safada — replicou Carlos, enfiando o pauzão na minha boca de novo.

Eles me comeram desse jeito por pelo menos dez minutos. Foi brutal. Então, enquanto apanhava dos dois, tive certeza de que meu vício em sexo era absoluto. Eu estava realmente enlouquecida, implorando sem parar que me fodessem sem piedade.
O melhor de tudo foi quando trocaram de posição. Eu tinha mentido quando disse que era minha terceira vez levando por trás. Pensei que Assim eles ficariam mais motivados. Por isso, quando o pau do Carlos atravessou meu cu, gritei como se ele realmente me partisse ao meio. Depois, implorei que ele me desse mais e mais.
—Essa puta é insaciável —afirmou Carlos—. Nunca conheci nenhuma mulher que implore para levar no cu. Tô quase chamando uns colegas e deixar tão aberto que entre um trem de carga.
Ri com vontade do seu comentário absurdo.
—Não seria má ideia, se não fosse porque tô com pressa —disse entre gemidos, enquanto olhava meu relógio de pulso.
—Por acaso te espera algo melhor que isso? —perguntou Carlos, entre bufadas e grunhidos.
—Tenho que ir na casa do meu namorado. Lá ele me espera com meu irmão para me foderem até ficar sem ar.
Carlos e Javi riram ao mesmo tempo, gargalhadas que ecoaram nas paredes do cômodo.
—Você é mesmo mais safada do que imaginei —disse Javi, com seu pau entrando e saindo da minha boca sem controle.
—Não tiro uma vírgula, querido colega —acrescentou Carlos, sem parar de rir, empenhado em destruir meu cu agarrado com as mãos nos meus quadris—. Tem que ser puta, mas muito puta mesmo, para foder com o namorado e o próprio irmão, mas quem sou eu para questionar enquanto boto uns belos chifres na minha mulher.
—Vou gozar. Não aguento mais —avisou Javi.
—Me dá seu leite, cabrão. Vem, goza na minha boca —implorei entre gemidos, observando ele se masturbar na minha frente, abrindo a boca o máximo que podia para receber a porra.
Javi não demorou a soltar vários jatos abundantes e mornos, uns na língua totalmente estendida, outros dentro. Depois, quando ele terminou de gozar, gesticulei com a boca para soltar tudo e voltei a engolir o pau para deixá-lo brilhando.
Nisso estava, alheia ao resto, quando senti uma sensação estranha no reto. Carlos, o grande filho da puta, estava me enchendo de esperma. Com pânico no rosto, lutando para me livrar do pau dele, implorei que parasse, mas ele me impedia segurando minhas Quadris com uma força brutal.
Não tinha mais jeito. Tonta de mim, minha mente tinha ficado nublada depois da excitação inicial, tanto que nem percebi que tinham me fodido sem camisinha. Um erro imperdoável.
Não me restou alternativa a não ser esperar o Carlos terminar, repetindo de novo e de novo que eles eram uns bastardos e jurando e perjurando que aquilo nunca mais ia se repetir.
Com esse ânimo, me vesti o mais rápido que pude e saí correndo daquele lugar como alma que o diabo carrega. Mas, antes de entrar no elevador, baixei meus leggings e a calcinha fio-dental, agachei no patamar e deixei o sêmen que ainda estava no reto sair.
Finalmente, já na rua, peguei um táxi para ir para casa. Tinha vergonha de pegar o ônibus e alguém notar a grande mancha de sêmen que tinha encharcado meus leggings.volviendome adicta al sexoO desfecho final me impediu de fazer isso. Eu morreria de vergonha. Com esse tipo de assunto, não sou capaz de improvisar ou mentir. Eles notariam que algo estranho turvava meu relato. A única que sabe desse acontecimento é minha amiga Sofia. Contei a ela principalmente para que entendesse que não pretendo pisar no prédio dela por um bom tempo.

No entanto, essa experiência, em parte desastrosa, não me impediu de me entregar a eles depois do jantar.

E a verdade é que não posso mais negar: meu vício em sexo é uma evidência científica, algo a que não pretendo, nem quero renunciar, apesar de tudo.

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