Tudo começou por causa da minha necessidade financeira, já que com meu trabalho atual não dá pra chegar lá. Era por volta das 18:00 quando entrei nessa entrevista. O entrevistador era um cara alto, uns 1,80 ou mais, corpulento, pele morena, uns olhos claros lindos, com um olhar que seduzia qualquer mulher, super simpático e animado, com uns 40 anos, mais ou menos.
A entrevista começou como todas, minha apresentação e, da parte dele, a da empresa e as necessidades de contratar pessoal. Conforme a entrevista ia rolando, o homem sentado atrás da mesa se levantou e ficou na minha frente, sentando na própria mesa. Senti uma sensação estranha que não consigo descrever. Como eu estava sentada, minha vista ficou na altura da calça dele quando ele apoiou a bunda na mesa. Era difícil olhar nos olhos dele, porque quando eu baixava o olhar, esbarrava na calça dele, que, por sinal, dava pra ver que guardava algo interessante por baixo. Embora o que ele guardava não me preocupasse tanto, me incomodava que estivesse na altura dos meus olhos. Num momento, ele pede minha mão, envolve ela com as mãos grandes dele, e me diz pra me acalmar, ficar tranquila, que as entrevistas são assim. Eu ia dizer que não era a entrevista que me incomodava, mas sim a vista que estava na altura dos meus olhos, que era a calça dele. Nisso, continuamos conversando com uma das minhas mãos nas mãos dele. Não quero afirmar se foi intencional ou não, mas de repente ele faz minha mão encostar na altura do pau dele. Me assustei, queria tirar, mas também não queria. Optei pela última decisão: deixei lá, porque gostei de como sentia o pau dele. Dava pra sentir que era grosso e grande.
O cara continua conversando como se nada tivesse acontecido, enquanto isso eu me concentrei em sentir o pau dele debaixo da minha mão. Nessa altura, já nem sabia mais o que tava respondendo, porque minha mente só pensava no que eu tinha ali. Ele agia normal, natural, como se nada estivesse rolando — mas pra mim não era a mesma coisa. Tava meio nervosa, mas também tava adorando o que sentia debaixo da minha mão. De repente, ele se levantou. Fiquei puta por ele ter feito isso, mas ao mesmo tempo gostei, porque quando ele ficou de pé, minha mão acabou percorrendo uma boa parte daquele pacote que ele guardava dentro da calça, o que me fez pensar: qual será o tamanho real daquilo? Ele deu umas voltas pelo escritório até que se aproximou de mim, ficou atrás de mim, e senti as mãos dele nos meus ombros. Ele disse: "Você tá tensa, deixa eu te fazer uma massagem." Como é que eu não ia ficar tensa? Nem nos meus momentos mais safados eu tinha imaginado um pau tão grande como aquele que eu senti. As mãos dele começaram a se mover com habilidade entre minha nuca, meu pescoço e minhas costas. A massagem era gostosa e relaxante, adorei a habilidade dele.
Naquele dia, lembro perfeitamente que eu tava usando uma blusa, uma mini na altura da metade da coxa e saltos altos, por baixo um sutiã de renda meia-taça e uma fio dental bem pequenininha, do jeito que eu gosto, bem pequenininha, também de renda, muito bonita e provocante.
O cara que continuava com a massagem tava me causando uma onda de relaxamento e tesão que não consigo descrever, mesmo depois de tanto tempo. Era uma delícia sentir os movimentos dele na minha nuca, no meu pescoço e nos meus ombros. Aí, do nada, sinto as mãos dele indo pros meus peitos. Ia parar ele, mas o jeito que ele massageava me seduziu. Até aquele momento, não tinha passado pela minha cabeça que tudo podia acabar do jeito que foi, mas as mãos habilidosas dele me davam um prazer sem igual, então deixei ele pegar meus peitos nas mãos. Ele apertou com força, mas suave, por cima da minha roupa, uma e outra vez. Depois, soltou meus peitos e começou a abrir minha blusa, desabotoou três botões, abriu e deixou meu sutiã e meus peitos à mostra. Enfiou as mãos por dentro do sutiã, tirou meus peitos pra fora e voltou a massagear. O prazer era uma delícia. Agora ele agarrou meus peitos com força, apertou entre as mãos, e eu soltei um "uuufff" como resposta ao aperto. Nisso, ele pegou meus mamilos e puxou até causar uma dorzinha, que ao invés de me incomodar, me agradou. O cara me deixou semi nua, à disposição dele, e eu não fazia nada pra impedir — acho que nunca passou pela minha cabeça fazer isso. A essa altura, a entrevista tinha ido pra outro nível com a massagem dele. Ele parou, se virou e ficou na minha frente, olhou nos meus olhos, aproximou a boca da minha e a gente se beijou por uns segundos. Minha reação foi instintiva — não quero dizer que queria beijar ele ou sim, bom, sei lá — mas o jeito que ele beijava era maravilhoso. O cara sabia fazer um beijo na boca inesquecível. Enquanto a gente se beijava, ele tirou minha blusa de dentro da saia. Depois do beijo, terminou de desabotoar a blusa e tirou ela, tirou meu sutiã. Eu, vermelha de vergonha e tesão, estava com todo o torso nu na frente dele. O cara pegou meus peitos, apertou com mais força do que das outras vezes, eu gemi de prazer. Ele percebeu que a dor bem dada me agradava. Nisso, puxou meu mamilo com força, mas apertando, e eu senti o dobro. De dor, da boca dele só saíam palavras elogiando minha beleza, embora eu preferisse que ele dissesse coisas mais pesadas naquele momento, mas ele me fazia derreter de prazer com o jeito dele agir.
Quando senti a boca dela nos meus peitos, beijando, passando a língua, mordendo, apertando meu mamilo com os dentes de um jeito que meu marido nunca tinha feito, quase perdi o equilíbrio de tanto prazer. Enquanto a boca dela se divertia com meus peitos, uma das mãos amassava minha bunda, como se quisesse arrancá-la, apertava cada nádega com uma força que me fazia ficar na ponta dos pés. De repente, ela para, me vira, se ajoelha e começa a desabotoar e abaixar o zíper da minha saia, que cai no chão com o puxão dela. Não sei se é verdade o que ela disse, mas a expressão foi: "Você tem uma bunda de puta". E completa: "Tem uma bunda gostosa, adoro como a tanga se perde no seu rabo". Começa a amassar minhas nádegas — a mulher sabe o que faz. Me dá umas palmadas tão boas que, mais do que doer, me agradam. É gostoso sentir aqueles tapas secos, fortes e cheios batendo nas minhas bandas. Nisso, ela se levanta e sussurra no meu ouvido: "Sempre soube que as que usam esse tipo de tanga tão pequenininha são umas putas". Essas palavras me esquentaram ainda mais. Quando ela me vira e vê a forma da minha tanga na frente, comenta: "Não tenho dúvida de que você é uma puta. Adoro como é pequenininha. Sabe", ela diz, "sou fetichista e amo as calcinhas de putas como você, pequenininha e provocante.
Ele começa a me tocar no contorno da minha calcinha fio dental até chegar na minha entrepernas e me apalpa, suave, tão delicadamente que me fez tremer. Era tão gostoso o que ele fazia que me obrigou a abrir as pernas. Nisso, ele manda eu me ajoelhar, se aproxima e fico com meu rosto na altura do pau dele. Faço o que tem que fazer nessa posição: tiro a calça dele depois de desabotoar e abaixar o zíper. Agora dá pra ver ainda mais perfeitamente através da cueca o pauzão dele. Parece grande. Quando eu abaixo a cueca dele, não tem dúvida de que é grande, mas muito grande. Não quero ser mentirosa, mas esse troço deve ter mais de 20 cm, fácil, quando tá totalmente duro. Na real, quando segurei com as duas mãos, a cabeça nem cabia.
Pego a masculinidade dele meio dura com minhas mãos, me excita a grossura do tronco e o tamanho da cabeça, puxo o pano pra trás, uauuu me assusta mas me agrada, dá pra ver que é poderoso e potente, tomara que meu marido tivesse esse pedaço de carne, isso eu não pensei na hora, tô falando agora porque não só chuparia o dia inteiro. Me aproximo da cabeça dele, dou um beijo, outro e mais outro, aí estico minha língua e começo a passar por essa cabeça que cada vez me agrada mais, enquanto minhas mãos apalpam ele por toda a extensão até os ovos grandes dele, que estavam cheios de porra, o homem enquanto eu começava meu trabalho, tira a roupa toda e começa a me tratar do jeito que eu gosto, com palavras fortes e obscenas, "mmm puta, que gostosa como você vai...", continuo passando minha língua por essa cabeça, agora abro minha boca gulosa o máximo que posso e enfio toda essa cabeça, fecho a boca, sinto ele grande, mexo a língua como dá dentro da boca pra tocar a cabeça desse pauzão, sinto um tremor no homem, tiro esse assassino com uma chupada, peguei ele desprevenido, a única reação dele foi tirar o matador e falar "puta como você come" e isso que eu mal tinha enfiado a cabeça na boca, depois disso foi um espetáculo, ver ele se mexendo por causa do meu trabalho, chupei ele, enfiei tudo que dava na boca várias vezes, comi os ovos dele com minha boca e língua.
O cara tava quase louco e desesperado, até que gozou na minha boca. Não posso mentir nem exagerar, mas o cara tinha um estoque de porra guardado, tomei toda a porra dele, era grossa, com cheiro forte mas não desagradável. Quando terminei de limpar a beleza dele, não sei se é comum num homem da idade dele, mas já tava pronto, com o ferro dele duro, até parecia maior. Tenho que ser sincera, mesmo sabendo que o único destino daquele pau agora era minha buceta. O cara me põe de pé, tira minha calcinha fio dental, senta na cadeira, com o tronco na mão e me diz: "vem, putinha, senta sozinha, quero ver o quão puta você é". Ele puxa minha mão e me aproxima, abro minhas pernas, sinto a cabeça do pau dele na minha buceta, é grande, separo meus lábios e começo a sentar, grito. O cara me manda continuar, que ninguém vai me ouvir. Sinto como se estivesse enfiando uma estaca enorme. Ele ri e diz: "isso, putinha, viu que você consegue comer tudo sozinha?". Quando sinto a cabeça toda dentro de mim e ele vai me abrindo, tenho a impressão que minha buceta quer devorar ele e comer cada vez mais daquele pedaço, e eu também. Chego na base do tronco dele, falo que comi tudo. Ele ri com um tom irônico e diz: "mas se você é uma prostituta, como não ia comer tudo?". Me deixava mais excitada quando me chamava de prostituta.
Ele manda eu subir e descer, vou devagar, começo a me acostumar, é uma delícia, gosto de como me sinto e como sinto ele, me preenche, custo a me mexer mas é uma delícia, o homem não para de me xingar, me apalpa e maltrata meus peitos, também usa a boca, beija, morde, etc., com tanta coisa junto não aguentei e gozei meu primeiro orgasmo gritando, desesperada, até chorei, não sei quanto tempo mais fiquei naquela vara até ele mandar parar, me tira da pica dele, se levanta, manda eu sentar na escrivaninha dele, levanta minhas pernas, olha minha buceta e fala, “mmmmm, você tem uma buceta linda, puta, adoro as vadias que têm os lábios iguais aos seus, dá pra ver que te comem gostoso, confessa, você é uma prostituta, né, me diz quanto cobra, você tem uma buceta deliciosa e apertadinha” nisso ele me olha nos olhos e fala “puta” e enfia, agora o vai e vem dele na minha buceta é terrível, junto com o jeito que ele tratava meus peitos e como mexia no meu clitóris, dessa vez cheguei ao orgasmo mais rápido que antes, o homem o tempo todo que me comeu na escrivaninha não parava de me xingar e pela primeira vez, quando ele me chama de puta infiel, me senti tão gata e puta que eu falo pra ele que sim, que era uma puta infiel, uma puta, uma vagabunda, uma prostituta e que me comesse até me deixar morta, o homem ri e fala “sabia que você era uma prostituta”, só ouvi até aí, porque me concentrei no meu segundo orgasmo, que igual ao anterior, gozei gritando e desesperada como nunca.
Ele cansado da posição que me segurava, para, manda eu me deitar no chão de barriga pra cima, manda eu segurar minhas pernas e deixo toda a minha buceta, que eu sentia aberta como nunca, à disposição dele, ele se aproxima com o pau na mão e eu vejo ele enfiando cada vez mais fundo dentro de mim até que a pélvis dele bate na minha, ele falava algo tipo: “isso, puta, puta gostosa, aposto que seu marido não sabe o quanto você é uma puta safada” primeira vez que gostei de ser insultada por causa do meu estado civil e ele repetir isso várias vezes, eu achava morbidamente excitante, ele me coloca de quatro e começa a meter na minha raba.
, no momento em que eu estava prestes a ter outro orgasmo, sinto como se o pau dele ficasse mais volumoso e percebo que o leite dele vai percorrendo aquele cano longo, grosso e quente até explodir na cabeça dele, saindo com uma força incomum pra mim. O homem se grudou bem dentro de mim antes de gozar, deixando todo o leite dele lá dentro. Sentir o choque do orgasmo dele com o meu me desesperou tanto que me fez sentir um prazer único.
Quando saí de lá já eram quase 21h. Quando me deitei, não parava de pensar naquele homem. Aí meu marido me disse que queria transar, eu falei que não queria dar, que tava cansada, embora isso não me importasse muito porque eu teria feito mesmo. Como já disse antes, não gosto de mentir. Naquela noite, eu até tava com vontade de fazer, só que minha mente tava na pica daquele homem e isso me fazia ficar molhada. Foi tanta tesão que, depois de ter certeza de que meu marido tinha dormido bem, tirei a calcinha fio dental do baby doll que eu tava usando e me masturbei até gozar. Pobre do meu marido, dormindo enquanto sua amada esposa — ou a esposa prostituta que eu agora era — gozava num orgasmo pensando e dedicando aquilo a outro homem que não era ele. Um homem que mal sabia o nome. Fiquei pensando naquele homem por dois dias. Lembrava especialmente de como ele se mexia com aquele pauzão dentro de mim, e isso já bastava pra me deixar molhada. Quando ficava sozinha em casa, depois que meu marido saía e minha filha dormia, ia pra minha cama, me deitava, tirava a pequena tanga e acabava me masturbando até chegar ao orgasmo. Adorei ter sido comida daquele jeito e como gosto de me sentir tão desejada.
A entrevista começou como todas, minha apresentação e, da parte dele, a da empresa e as necessidades de contratar pessoal. Conforme a entrevista ia rolando, o homem sentado atrás da mesa se levantou e ficou na minha frente, sentando na própria mesa. Senti uma sensação estranha que não consigo descrever. Como eu estava sentada, minha vista ficou na altura da calça dele quando ele apoiou a bunda na mesa. Era difícil olhar nos olhos dele, porque quando eu baixava o olhar, esbarrava na calça dele, que, por sinal, dava pra ver que guardava algo interessante por baixo. Embora o que ele guardava não me preocupasse tanto, me incomodava que estivesse na altura dos meus olhos. Num momento, ele pede minha mão, envolve ela com as mãos grandes dele, e me diz pra me acalmar, ficar tranquila, que as entrevistas são assim. Eu ia dizer que não era a entrevista que me incomodava, mas sim a vista que estava na altura dos meus olhos, que era a calça dele. Nisso, continuamos conversando com uma das minhas mãos nas mãos dele. Não quero afirmar se foi intencional ou não, mas de repente ele faz minha mão encostar na altura do pau dele. Me assustei, queria tirar, mas também não queria. Optei pela última decisão: deixei lá, porque gostei de como sentia o pau dele. Dava pra sentir que era grosso e grande.
O cara continua conversando como se nada tivesse acontecido, enquanto isso eu me concentrei em sentir o pau dele debaixo da minha mão. Nessa altura, já nem sabia mais o que tava respondendo, porque minha mente só pensava no que eu tinha ali. Ele agia normal, natural, como se nada estivesse rolando — mas pra mim não era a mesma coisa. Tava meio nervosa, mas também tava adorando o que sentia debaixo da minha mão. De repente, ele se levantou. Fiquei puta por ele ter feito isso, mas ao mesmo tempo gostei, porque quando ele ficou de pé, minha mão acabou percorrendo uma boa parte daquele pacote que ele guardava dentro da calça, o que me fez pensar: qual será o tamanho real daquilo? Ele deu umas voltas pelo escritório até que se aproximou de mim, ficou atrás de mim, e senti as mãos dele nos meus ombros. Ele disse: "Você tá tensa, deixa eu te fazer uma massagem." Como é que eu não ia ficar tensa? Nem nos meus momentos mais safados eu tinha imaginado um pau tão grande como aquele que eu senti. As mãos dele começaram a se mover com habilidade entre minha nuca, meu pescoço e minhas costas. A massagem era gostosa e relaxante, adorei a habilidade dele.
Naquele dia, lembro perfeitamente que eu tava usando uma blusa, uma mini na altura da metade da coxa e saltos altos, por baixo um sutiã de renda meia-taça e uma fio dental bem pequenininha, do jeito que eu gosto, bem pequenininha, também de renda, muito bonita e provocante.
O cara que continuava com a massagem tava me causando uma onda de relaxamento e tesão que não consigo descrever, mesmo depois de tanto tempo. Era uma delícia sentir os movimentos dele na minha nuca, no meu pescoço e nos meus ombros. Aí, do nada, sinto as mãos dele indo pros meus peitos. Ia parar ele, mas o jeito que ele massageava me seduziu. Até aquele momento, não tinha passado pela minha cabeça que tudo podia acabar do jeito que foi, mas as mãos habilidosas dele me davam um prazer sem igual, então deixei ele pegar meus peitos nas mãos. Ele apertou com força, mas suave, por cima da minha roupa, uma e outra vez. Depois, soltou meus peitos e começou a abrir minha blusa, desabotoou três botões, abriu e deixou meu sutiã e meus peitos à mostra. Enfiou as mãos por dentro do sutiã, tirou meus peitos pra fora e voltou a massagear. O prazer era uma delícia. Agora ele agarrou meus peitos com força, apertou entre as mãos, e eu soltei um "uuufff" como resposta ao aperto. Nisso, ele pegou meus mamilos e puxou até causar uma dorzinha, que ao invés de me incomodar, me agradou. O cara me deixou semi nua, à disposição dele, e eu não fazia nada pra impedir — acho que nunca passou pela minha cabeça fazer isso. A essa altura, a entrevista tinha ido pra outro nível com a massagem dele. Ele parou, se virou e ficou na minha frente, olhou nos meus olhos, aproximou a boca da minha e a gente se beijou por uns segundos. Minha reação foi instintiva — não quero dizer que queria beijar ele ou sim, bom, sei lá — mas o jeito que ele beijava era maravilhoso. O cara sabia fazer um beijo na boca inesquecível. Enquanto a gente se beijava, ele tirou minha blusa de dentro da saia. Depois do beijo, terminou de desabotoar a blusa e tirou ela, tirou meu sutiã. Eu, vermelha de vergonha e tesão, estava com todo o torso nu na frente dele. O cara pegou meus peitos, apertou com mais força do que das outras vezes, eu gemi de prazer. Ele percebeu que a dor bem dada me agradava. Nisso, puxou meu mamilo com força, mas apertando, e eu senti o dobro. De dor, da boca dele só saíam palavras elogiando minha beleza, embora eu preferisse que ele dissesse coisas mais pesadas naquele momento, mas ele me fazia derreter de prazer com o jeito dele agir.
Quando senti a boca dela nos meus peitos, beijando, passando a língua, mordendo, apertando meu mamilo com os dentes de um jeito que meu marido nunca tinha feito, quase perdi o equilíbrio de tanto prazer. Enquanto a boca dela se divertia com meus peitos, uma das mãos amassava minha bunda, como se quisesse arrancá-la, apertava cada nádega com uma força que me fazia ficar na ponta dos pés. De repente, ela para, me vira, se ajoelha e começa a desabotoar e abaixar o zíper da minha saia, que cai no chão com o puxão dela. Não sei se é verdade o que ela disse, mas a expressão foi: "Você tem uma bunda de puta". E completa: "Tem uma bunda gostosa, adoro como a tanga se perde no seu rabo". Começa a amassar minhas nádegas — a mulher sabe o que faz. Me dá umas palmadas tão boas que, mais do que doer, me agradam. É gostoso sentir aqueles tapas secos, fortes e cheios batendo nas minhas bandas. Nisso, ela se levanta e sussurra no meu ouvido: "Sempre soube que as que usam esse tipo de tanga tão pequenininha são umas putas". Essas palavras me esquentaram ainda mais. Quando ela me vira e vê a forma da minha tanga na frente, comenta: "Não tenho dúvida de que você é uma puta. Adoro como é pequenininha. Sabe", ela diz, "sou fetichista e amo as calcinhas de putas como você, pequenininha e provocante.
Ele começa a me tocar no contorno da minha calcinha fio dental até chegar na minha entrepernas e me apalpa, suave, tão delicadamente que me fez tremer. Era tão gostoso o que ele fazia que me obrigou a abrir as pernas. Nisso, ele manda eu me ajoelhar, se aproxima e fico com meu rosto na altura do pau dele. Faço o que tem que fazer nessa posição: tiro a calça dele depois de desabotoar e abaixar o zíper. Agora dá pra ver ainda mais perfeitamente através da cueca o pauzão dele. Parece grande. Quando eu abaixo a cueca dele, não tem dúvida de que é grande, mas muito grande. Não quero ser mentirosa, mas esse troço deve ter mais de 20 cm, fácil, quando tá totalmente duro. Na real, quando segurei com as duas mãos, a cabeça nem cabia.
Pego a masculinidade dele meio dura com minhas mãos, me excita a grossura do tronco e o tamanho da cabeça, puxo o pano pra trás, uauuu me assusta mas me agrada, dá pra ver que é poderoso e potente, tomara que meu marido tivesse esse pedaço de carne, isso eu não pensei na hora, tô falando agora porque não só chuparia o dia inteiro. Me aproximo da cabeça dele, dou um beijo, outro e mais outro, aí estico minha língua e começo a passar por essa cabeça que cada vez me agrada mais, enquanto minhas mãos apalpam ele por toda a extensão até os ovos grandes dele, que estavam cheios de porra, o homem enquanto eu começava meu trabalho, tira a roupa toda e começa a me tratar do jeito que eu gosto, com palavras fortes e obscenas, "mmm puta, que gostosa como você vai...", continuo passando minha língua por essa cabeça, agora abro minha boca gulosa o máximo que posso e enfio toda essa cabeça, fecho a boca, sinto ele grande, mexo a língua como dá dentro da boca pra tocar a cabeça desse pauzão, sinto um tremor no homem, tiro esse assassino com uma chupada, peguei ele desprevenido, a única reação dele foi tirar o matador e falar "puta como você come" e isso que eu mal tinha enfiado a cabeça na boca, depois disso foi um espetáculo, ver ele se mexendo por causa do meu trabalho, chupei ele, enfiei tudo que dava na boca várias vezes, comi os ovos dele com minha boca e língua.
O cara tava quase louco e desesperado, até que gozou na minha boca. Não posso mentir nem exagerar, mas o cara tinha um estoque de porra guardado, tomei toda a porra dele, era grossa, com cheiro forte mas não desagradável. Quando terminei de limpar a beleza dele, não sei se é comum num homem da idade dele, mas já tava pronto, com o ferro dele duro, até parecia maior. Tenho que ser sincera, mesmo sabendo que o único destino daquele pau agora era minha buceta. O cara me põe de pé, tira minha calcinha fio dental, senta na cadeira, com o tronco na mão e me diz: "vem, putinha, senta sozinha, quero ver o quão puta você é". Ele puxa minha mão e me aproxima, abro minhas pernas, sinto a cabeça do pau dele na minha buceta, é grande, separo meus lábios e começo a sentar, grito. O cara me manda continuar, que ninguém vai me ouvir. Sinto como se estivesse enfiando uma estaca enorme. Ele ri e diz: "isso, putinha, viu que você consegue comer tudo sozinha?". Quando sinto a cabeça toda dentro de mim e ele vai me abrindo, tenho a impressão que minha buceta quer devorar ele e comer cada vez mais daquele pedaço, e eu também. Chego na base do tronco dele, falo que comi tudo. Ele ri com um tom irônico e diz: "mas se você é uma prostituta, como não ia comer tudo?". Me deixava mais excitada quando me chamava de prostituta.
Ele manda eu subir e descer, vou devagar, começo a me acostumar, é uma delícia, gosto de como me sinto e como sinto ele, me preenche, custo a me mexer mas é uma delícia, o homem não para de me xingar, me apalpa e maltrata meus peitos, também usa a boca, beija, morde, etc., com tanta coisa junto não aguentei e gozei meu primeiro orgasmo gritando, desesperada, até chorei, não sei quanto tempo mais fiquei naquela vara até ele mandar parar, me tira da pica dele, se levanta, manda eu sentar na escrivaninha dele, levanta minhas pernas, olha minha buceta e fala, “mmmmm, você tem uma buceta linda, puta, adoro as vadias que têm os lábios iguais aos seus, dá pra ver que te comem gostoso, confessa, você é uma prostituta, né, me diz quanto cobra, você tem uma buceta deliciosa e apertadinha” nisso ele me olha nos olhos e fala “puta” e enfia, agora o vai e vem dele na minha buceta é terrível, junto com o jeito que ele tratava meus peitos e como mexia no meu clitóris, dessa vez cheguei ao orgasmo mais rápido que antes, o homem o tempo todo que me comeu na escrivaninha não parava de me xingar e pela primeira vez, quando ele me chama de puta infiel, me senti tão gata e puta que eu falo pra ele que sim, que era uma puta infiel, uma puta, uma vagabunda, uma prostituta e que me comesse até me deixar morta, o homem ri e fala “sabia que você era uma prostituta”, só ouvi até aí, porque me concentrei no meu segundo orgasmo, que igual ao anterior, gozei gritando e desesperada como nunca.
Ele cansado da posição que me segurava, para, manda eu me deitar no chão de barriga pra cima, manda eu segurar minhas pernas e deixo toda a minha buceta, que eu sentia aberta como nunca, à disposição dele, ele se aproxima com o pau na mão e eu vejo ele enfiando cada vez mais fundo dentro de mim até que a pélvis dele bate na minha, ele falava algo tipo: “isso, puta, puta gostosa, aposto que seu marido não sabe o quanto você é uma puta safada” primeira vez que gostei de ser insultada por causa do meu estado civil e ele repetir isso várias vezes, eu achava morbidamente excitante, ele me coloca de quatro e começa a meter na minha raba.
, no momento em que eu estava prestes a ter outro orgasmo, sinto como se o pau dele ficasse mais volumoso e percebo que o leite dele vai percorrendo aquele cano longo, grosso e quente até explodir na cabeça dele, saindo com uma força incomum pra mim. O homem se grudou bem dentro de mim antes de gozar, deixando todo o leite dele lá dentro. Sentir o choque do orgasmo dele com o meu me desesperou tanto que me fez sentir um prazer único.
Quando saí de lá já eram quase 21h. Quando me deitei, não parava de pensar naquele homem. Aí meu marido me disse que queria transar, eu falei que não queria dar, que tava cansada, embora isso não me importasse muito porque eu teria feito mesmo. Como já disse antes, não gosto de mentir. Naquela noite, eu até tava com vontade de fazer, só que minha mente tava na pica daquele homem e isso me fazia ficar molhada. Foi tanta tesão que, depois de ter certeza de que meu marido tinha dormido bem, tirei a calcinha fio dental do baby doll que eu tava usando e me masturbei até gozar. Pobre do meu marido, dormindo enquanto sua amada esposa — ou a esposa prostituta que eu agora era — gozava num orgasmo pensando e dedicando aquilo a outro homem que não era ele. Um homem que mal sabia o nome. Fiquei pensando naquele homem por dois dias. Lembrava especialmente de como ele se mexia com aquele pauzão dentro de mim, e isso já bastava pra me deixar molhada. Quando ficava sozinha em casa, depois que meu marido saía e minha filha dormia, ia pra minha cama, me deitava, tirava a pequena tanga e acabava me masturbando até chegar ao orgasmo. Adorei ter sido comida daquele jeito e como gosto de me sentir tão desejada.
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