Mi macho dominante

Buee, tô pouco tempo na página e como eu curto muito uns contos de putaria, falei: "por que não fazer um também, hehe". Foi uma das fodas mais intensas e mais gostosas pra mim. Era um domingo, tava no Grindr conversando e trocando putaria, umas 15h30, depois de ter passado o domingo na casa da minha mãe e tava na minha casa... Bom, recebi uma mensagem no app de um coroa de 51 anos, com uma rola bonita pra caralho, e tava a uns 15 km da minha casa. A gente trocava putaria e mandava foto quente, eu tava a mil de tesão, até me dedando e vendo a rola dele, era peluda e meio gordinha, mas me fascinava, hehe. Daí ele falou pra gente se ver e como eu não tinha carro, comentei isso, aí ele pediu pra eu mandar minha localização. Mandei e esperei. Depois de 30 minutos, achei que ele tinha mentido e fiquei meio decepcionada. Depois de 10 minutos, ouço a buzina de um carro na frente da minha casa. Ele baixou o vidro e falou que finalmente tinha chegado, hehe. Falei pra ele entrar com o carro no meu quintal, ele entrou. Daí ele desceu com uma caixa de cerveja e a gente entrou na minha casa. Ficamos lá conversando e eu querendo tirar a rola dele pra chupar na hora, não parava de olhar de canto a entreperna dele. Daí, já com um pouco de álcool no sangue, falei que precisava ir no banheiro. Voltei pra sala onde ele tava e sentei mais perto, tocando na coxa dele, já tava muito quente. Ele sorriu e me agarrou forte pelo cabelo, fazendo minha cabeça ir pra trás e me soltar um gemido de puta. "Tão ansiosa assim, promíscua?", foi o que ele falou. "Sim, papai, preciso de uma rola já!", respondi. Ele me puxou pelo cabelo pra me levantar na frente dele e falou: "Ajoelha", com um tom grave. Obedeci e ele abriu as pernas. "Beija minha rola", falou e tomou outro gole da cerveja. Eu estendi as mãos pra desabotoar a calça dele, mas ele bateu na minha mão e me agarrou pelo queixo: "Promíscua, não falei pra você tirar minha rola, falei pra beijar ela". E me soltou. Aproximei meu rosto da entreperna dele... Perna, e ele me segurou pela cabeça, esfregando meu rosto contra o pau dele ainda com a calça vestida. Eu sentia o pau dele duro. Depois, ele levantou meu rosto e fez eu abrir a boca e colocar a língua para fora. Obedeci e vi ele juntar saliva na boca para depois cuspir em mim. "Tira logo, vagabunda", ele disse. Eu, todo apressado, tirei a calça dele inteira, e lá estava o pau dele peludo e ereto. Comecei a tocar e puxar o prepúcio dele para trás. Olhei e pedi permissão para chupar. "Isso aí, boa puta. Desde que entrei por aquela porta, aqui virei seu dono, e você tem que aprender a ouvir seu macho", foram as palavras dele. Eu estava na frente de um macho verdadeiramente dominante. Eu concordei e comecei a chupar. Chupei o pau dele com muito cuidado, usando minhas experiências anteriores e colocando à prova com ele. Em um momento, senti a mão dele na minha cabeça e ouvi ele gemer. Ele estava gostando!!, gritei nos meus pensamentos. Depois disso, ele me puxou com força contra ele, fazendo eu engasgar com o pau dele. Fiquei assim por alguns segundos, quase me sufocando, até que ele me soltou e eu consegui tirar o pau dele da minha garganta. Tomei ar de boca aberta e recebi outro cuspe na cara, seguido de um tapa. Ele se levantou sem dizer nada e me empurrou contra o sofá, deixando minha bunda exposta. Deu uma palmada com as duas mãos e esticou minhas nádegas, seguido de um cuspe direto no meu cu. Tentei pedir para ele usar camisinha, mas já era tarde, ele já estava com meio pau dentro do meu cu. Tentei me soltar, mas ele me agarrou pelos ombros, me apertando contra o sofá e se apoiando em mim. Tivemos a conversa: Ele: "Shhh, quieto, viado. Não era uma puta submissa? Mentiu?" Eu: "Não, mas você meteu no pelo (sem camisinha). E as doenças?" Ele: "Eu não tenho, e do tesão que você me deixou, eu não sabia se você podia ter. Mas isso é coisa do passado, né? Além disso, já está tão dentro de você que já aconteceu o que tinha que acontecer." Eu: "Mas... ok, você tem razão. papi, me fode com força e faz o que quiser comigo. Ele me empurrava com uma força deliciosa e me dava tapas na bunda, enquanto falava um monte de putaria sobre mim, mas nada importava mais, nem as doenças, nem as palavras dele. Só fiquei ali, aproveitando aquela trepada gostosa. Depois, senti ele se apoiar mais forte contra mim e o pau dele pulsando dentro do meu cu. Com um gemido longo e forte, começou a bombar o leite dele direto dentro de mim. Ele descansou nas minhas costas e não tirou de imediato. Eu gemia que nem uma puta para ele, sentindo que estava cheia de porra. Quando ele tirou o pau, a goza começou a escorrer do meu cu. Ele juntou com a mão e fez eu lamber a mão dele. Depois, desci até o pau dele e comecei a lamber tudo, até os pelos pubianos, mas passei a língua toda por lá e deixei o pau dele bem limpinho, hehe. Bom, foi isso que aconteceu comigo. Tomara que alguém tenha gostado. E se você leu tudo, queria saber se querem mais relatos que eu tenho. Sou muito tarado e já pratiquei sexo de várias formas, hehe.

2 comentários - Mi macho dominante

Puedes continuar con otra historia putito, me ha interesado leer algunas experiencias mas