Recordar é reviver, e eu quero reviver essa história e compartilhar com vocês. Espero que gostem e me animem a continuar o relato. Isso aconteceu durante a pandemia, meu trabalho era essencial e eu nunca parei, e minha mulher (Lorena) conseguiu emprego bem nessa época (ela é enfermeira). Por isso, ela teve que arrumar uma babá, e a escolhida foi a Valéria. Ela morava na outra quadra e nossos filhos iam juntos pro jardim de infância. Não era muito amiga da Lore, mas em conversas de portão eu sabia que o marido dela tava desempregado e ela fazia bicos de limpeza, o que naquela época tava bem foda. Meu nome é Ale, sou moreno de cabelo, pele clara, tenho 1,70, não sou muito atlético, mas também não sou gordo. Não me considero bonito, mas tenho olhos bonitos e boca bonita. A Lore é um pouco mais baixa que eu, também tem olhos lindos, é branca de cabelo castanho, mas às vezes pinta de loira (os dois tons ficam bem nela), e o que se destaca são os peitos dela. Uns peitos muito gostosos que ela sabe exibir com decotes bem ousados — alguns caras talvez se incomodassem, mas eu, nem um pouco. A Vale também é branca, cabelo loiro natural com um toque de tintura que realça, rosto bonito e usa óculos (aff, como eu gosto de mulher de óculos), um pouco mais baixa que eu, e se os peitos da Lore são lindos, os dela ganham de lavada. Minha relação com a Valéria sempre foi um "oi" e "tchau" bem formal. Na rua, até olho pras mulheres, mas não sou muito escroto ou tarado. Combinamos o horário, e a Valéria tinha que chegar antes de eu sair pra pegar o busão, tipo umas 5 da manhã, e ia embora na hora que eu voltasse, umas 10 ou 11. Tudo começou tranquilo e formal: ela chegava, eu ia embora, um aceno na porta, e na volta a mesma coisa. O que mudou rápido foi a relação delas: viraram amigas, falavam o dia inteiro por mensagem e até às vezes a Valéria ia buscar ela no ponto do busão pra conversar. Conforme fui ganhando confiança com a Valéria, comecei a bater um papo na minha volta. Ela já não me esperava na porta, mas dentro de casa, e a gente trocava umas palavras e, ao me cumprimentar, ela sempre propunha um contato, tocava minhas mãos ou colocava as mãos nas minhas costas, e eu, nem lerdo nem preguiçoso, disfarçadamente tocava a cintura dela ao cumprimentar. Essa já tava me agradando, mas calma, não ia fazer nada que colocasse meu casamento em risco, era só um jogo e quem não gosta de um pouco de putaria? Mas essa mudança de atitude da Valéria trouxe um problema maior pro meu relacionamento, porque a Valéria sempre exagerava o que acontecia. Pra dar um exemplo. Um dia tinha chovido e tinha barro, ela escorregou na entrada e eu segurei o braço dela pra não cair, foi só isso. Mas a Valéria disse pra Lore que ela já vinha escorregando e que eu tinha visto e tava na porta esperando pra ajudar ela e que, como um cavalheiro, estendi a mão pra salvá-la. Entende a diferença? A Lorena me sentou e disse: L- "eu, otário, percebe que ela faz muitos comentários sobre você, a gostosa tá de olho em você" Y- "não, nada a ver" L- "qual é, não se faz de otário que não tô te falando nada de mal, só cuidado que a gostosa parece que tá afim, não dá motivo e fica esperto com o que faz." Até aí tudo seguiu igual, mas um dia tudo mudou.... Eu tinha que ir embora e ela sempre, faltando 10 minutos, mandava uma mensagem dizendo que já vinha e tal, nesse dia a mensagem não chegou, eu escrevi pra ela e não tive resposta, então fui até a casa buscar ela. Chamei, toquei a campainha e nada... Minha paciência tava acabando porque eu perdia o ônibus e vocês sabem o que isso significa de madrugada na zona sul.... Fiquei apertando a campainha já puto da vida, minha cara vermelha de raiva e um sermão preparado pra quando ela saísse, finalmente ouço de dentro um "já vou"... Passa um tempo, a porta abre e ela sai.... Uma imagem que nunca vou esquecer..... Claramente nua com uma toalha que mal cobria dos peitos pra baixo, usando a palavra: buceta!!!! Fiquei mudo, realmente não consegui falar nada, ela começou a se desculpar, a falar não sei o que do filho que tava com febre, que não dormiu e não sei mais o quê. Eu estava ali parado (acho que de boca aberta) na escuridão que mal era iluminada por um poste de rua, tentando escanear uma imagem tão gostosa, os peitos dela escapando da toalhinha minúscula e ela tentando segurá-los com uma mão enquanto com a outra puxava a parte de baixo da toalha pra esconder a buceta, e eu tentando ver se conseguia distinguir ela. Meu coração deu um pulo e todo o sangue que tava subindo pra minha cabeça 🤯, por causa da raiva, foi direto pro pau!!! Senti meu membro duro como pedra, o aperto do pau duro contra minha cueca, aquela dorzinha (os homens me entendem) me fez reagir. Falei pra ela: vou deixar a chave, tenho que ir cagar agora, me virei e saí correndo pro ponto de ônibus, exatamente com o pau duro. Esse é o fim da introdução, espero que vocês gostem, me apoiem e comentem pra eu continuar a história. Prometo que fica muito melhor e mais quente ♨️ ♨️ ♨️ 😏🥵🥵🥵🥵
2 comentários - A babá (parte um)
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