Olá, espero que vocês tenham gostado do relato anterior. Aqui vai a continuação do que aconteceu depois da ligação que tive com meu namorado. Não sei se ele consegue ver o Mateo, espero que não. Aproveitem...
Bom, no relato anterior, por estar tão excitada com meu namorado na videochamada, desliguei porque pensei que tínhamos chegado ao nosso destino, mas surpresa: Mateo, sendo muito esperto e aproveitando a situação, decidiu me levar para um lugar meio afastado do povoado, quase no meio do nada.
— Eu: "Aqui não é onde a gente tinha que chegar, Mateo", reclamei, porque ele se desviou para outro lugar.
— Mateo: "Cê acha que pode me deixar assim, só olhando? Além disso, não se faça de sonsa, eu vi clarinho como você me olhava quando se tocava enquanto falava com o cara do seu namorado."
Eu quis disfarçar e mudar de assunto, mas não consegui. Ele continuou falando:
— Mateo: "Eu sei bem quando uma mulher tá precisando de uma rola, como a gente diz aqui no povoado. E você, a quilômetros de distância, já dá pra notar. Quanto tempo faz que não te fazem sentir mulherzinha?", ele perguntou.
— Eu: "Isso não é da sua conta, Mateo. O que eu fiz, fiz com meu namorado. Você não tinha que ver nada, só fazer seu trabalho", respondi.
— Mateo: "Meu trabalho? Não se faça de besta. Você me contratou sabendo que tipo de homem eu sou. Pela minha reputação no povoado, já sabia. Quer se fazer de mocinha da cidade, a recatadinha?"
É verdade, no começo eu o contratei por necessidade e até pensei em trocá-lo, mas depois, com suas piadas de duplo sentido, seu jeito tão másculo, a forma como me tratava como se eu fosse uma de suas amantes, ele me fazia sentir desejada, me dava atenção, me fazia escapar da rotina, do tédio, do previsível. Com suas piadas que despertavam algo no meu corpo, que o coração não consegue controlar, e às vezes até me faziam corar.
— Mateo: "Além disso, não se faça. Eu vi clarinho aquela vez que eu tava tomando banho no rio. Você não tirava os olhos de mim, sim ou não? Hein?"
Fiquei paralisada. Era uma tarde muito quente, e o rio me... ficava perto de onde eu tava ficando, então fui me refrescar, mas surpresa: lá estava o Mateo, se banhando pelado, sem vergonha, sem roupa, e eu não consegui evitar de olhar, principalmente o que balançava entre as pernas dele. Não sei se por causa do tempo que tava sozinha na vila, sem ser tocada, sem me sentir mulherzinha, como o Mateo fala, lá estava ele, eu olhei sim, e não tirava os olhos daquele pepino, e sem pensar comecei a imaginar um monte de coisa. Meu Deus, falei, o que eu tô fazendo? Eu tenho namorado, mas o do meu namorado não chegava nem perto do do meu tigre. O que eu tô fazendo? Falei “meu tigre”.
— Eu respondi: pois é, agora estamos quites. Eu te vi no rio e você me viu agora no carro. E falei pra ele:
— Mateo: você quer, deseja, sente, quer um homem, um macho de verdade, do campo, firme, que te faça mulherzinha.
— Eu: e quem? Perguntei, você por acaso?
— Mateo: você nunca provou carne do mato, mas quando provar, nunca mais vai querer largar, juro por você, Laurita.
Essas palavras detonaram algo dentro de mim. Já tava há 5 meses sem ser comida, sem me sentir mulher, e pra ser sincera, não vou mentir, esse homem sabe como tratar uma mulher, dá pra ver de longe o tipo de homem que ele é, dá pra ver que é daqueles que deixam você com as perninhas tremendo, querendo mais. Mateo viu que eu tava vulnerável e rendida pra ele, e o que ele fez depois só confirmou que eu tava caída nos encantos dele:
Ela me toca e fala: "deixa o celular gravando, já que seu namorado te ligou, hahaha", ela disse rindo, e na minha cabeça eu pensei (sim, pra ter de lembrança de como me comeram). Na sequência, ela foi pra trás do carro e me pegou por trás.
Começa a me despir, a descer as alcinhas do vestido que ela viveu me provocando.

Naquele momento eu comecei a me molhar, e na minha mente, "tô com alguém que não é meu namorado", mas não sei por que tenho vontade, quero que ele me faça dele, que me trate como uma das amantes caipiras dele.
De repente ele beija meu mamilo, ahh um gemido inconsciente, com isso eu levantei a perninha dela hahaha
O inteligentão entende e me atende, meu Deus, falei que esse homem sabe como tratar uma mulher.
De repente ela se afasta e me faz o seguinte
Agora quero uma coisa que sempre quis fazer: que você me beije. E eu, há quanto tempo queria dar um beijo.
Entre um beijo, ele me fala: "quer provar a carne de caça, minha Laurita?" Isso me deixou com tesão e eu falei: "faz semanas que você fala isso e não sai disso." Ele só riu, kkkk, e eu também.
Aqui eu olho pra ele, e enquanto olhava, pensava: "ah, não que não, dona gostosa da cidade".

Ele com aquela cara de safado me diz "cê sabe qual é o gosto da carne de caça, minha Laurita?" Eu só ri kkkkk
Depois ele me disse: "Você já provou, agora é minha vez, gostosa." Tem gosto de mocinha da cidade, sexy, respondi.
Aqui, olha pra câmera e fala: "Agora vou provar sua namoradinha gostosa", se referindo ao meu namorado.
Me pega pelas perninhas e eu, como uma boa putinha infiel, me deixo, kkkkk
Meu olhar me denuncia, quero esse homem bruto do campo, quero que ele me faça sua, quero provar como é estar com esse caipira que muitas afirmam ser um tremendo garanhão.
Me come a buceta e meu reflexo é olhar pra câmera como quem diz, isso é o que eu tava gritando há meses
Meu macho vira pra câmera falando "você não vai ser a mesma mulher depois do que vou fazer com você", "isso a gente vai ver", respondo, "nunca fui de me entregar", hahahaha
Minha carinha de quem, depois de 5 meses sem provar uma rola, agora vão me dar até pra levar, hahaha
Na hora ele me manda tirar o vestido, com aquela voz tão viril e dominante de macho, eu só falei: "papai".
Parece que ele já tinha tudo planejado. Ele me manda abrir as pernas pra passar lubrificante, eu obedeci, e perguntei: "De onde você tirou isso?" Ele não respondeu.
Ela ainda se joga e me pede uma mão kkkk, literalmente,
Depois ela me ajeita e de repente começo a perceber que minha respiração acelera, minha buceta começa a ficar mais molhada que o normal, caralho que sensação.
Mateo me diz, se prepara, minha Laurita, agora você vai gemer como nunca, preciosa. Minha cara mudou completamente, uma sensação de prazer me invadiu, um formigamento na minha buceta, pulsando de já querer aquela pica.
Ele se aproximava cada vez mais e disse: "Você não sabe quanto tempo esperei por esse momento. No fundo, sabia que você ia acabar dando pra mim, Laurita.
Quando ele me puxou pra perto dele, aí senti o macho alfa que todo mundo na vila comentava, sabia que ia me deixar que nem bezerro recém-nascido, como falam aqui, cê é um maldito comedor.
Vem cá, Laurita, dizia o Mateo
E aí, bem aí eu sabia que não tinha mais volta, esse homem tá prestes a me detonar, sim, aquele homem que eu contratei, com quem nunca pensei que rolaria nada além de piadas de duplo sentido. Foi a solidão? Foi a falta de companhia? Falta de amor, mas e o meu namorado? Ele sem saber o que tá rolando com a namoradinha dele, que tá prestes a entregar a buceta pra um caipira, um caipira safado.
Meu coração tava batendo a mil por segundo
Na minha cabeça já não tinha mais remorso, só queria que ele metesse, meu deus que gostoso
Minha cara diz tudo:
Esse homem estava me deixando louca
Gemidos atrás de gemidos saíam da minha boca, por ter essa pica entre minhas pernas, meuuu deus, eu gritava e gemia de novo.
AAAAAAAY, caralho, não fode, ele falou quase sem voz.
Pummm, deixei ela cair toda, que delícia, falei no ouvido dela. "Assim devia ter sido desde o começo", ela dizia com segurança. "Você só tava se fazendo de santinha, minha Laurita.
Aqui ele me comia igual um maldito touro no cio, como se tivesse se vingando de alguma coisa, meu deus, que safado, porque não tem homem assim na cidade, ela dizia gemendo

Aqui eu quis mudar um pouco o jogo, queria que agora ele sentisse como é que as mulheres da cidade transam, queria que ele sentisse a diferença de todas aquelas caipiras que ele chama de amantes.
Montei em cima dele, queria cavalgar aquela rola, queria que ele sentisse o que é comer rola de verdade.
pum brincando naquela rola, montando nele, pum pum, minhas cadeiras queriam mais, ficavam loucas, não ligava mais pra nada, só continuar comendo esse macho, meu macho
que gostosa, tava comendo ela toda
Que meu tigrão, você não sabia o que é estar com uma mulher de verdade, eu dizia, ai Laurita, só me falava, você só tem a pura fachada de mulher direita.
Olha que pica enorme, e era toda só pra mim
Meu tigrão, eu dizia pra ele: "vou te deixar seco, papai".
Me abria as nádegas enquanto rebolava naquela piroca, nossa que gostoso, se eu soubesse que esse homem comia tão bem, teria dado pra ele antes
aqui podem como eu tinha um pedaço de carne desse tamanho dentro de mim, como diz o ditado "magro sem bunda, pau garantido
Depois de uma encoxada dessas de pau, meu tigrão me fala: "agora você vai sentir o que é transar de verdade.
Ela abre as perninhas de novo pra continuar me furando, e eu, com todo gosto, abri.
Me puxava contra ele com aquela força de macho e, sem avisar, já me deixava assim
Ah, caralho, não fode, tava saindo da minha boca quando senti a pica dele dentro de mim.
Começa a me beijar a boca, assim sem avisar, ai tigrão, que que foi Laurita, ele responde, hein, você me estudou bem, falei, ai mô, a terra é de quem trabalha ela, ele me responde. Só soltei uma risadinha.
Uyyy aqui senti como se eu tivesse me partindo no meio, caralho, você vai me enlouquecer, eu gritava de prazer feito uma puta no cio, isso, papai, vai fundo, meu tigrão, eu dizia

Aqui sinto que foi um reflexo, um ato impulsivo de segurança, peguei na mão dele como se fosse alguém pra quem eu tivesse me entregando de corpo e alma, gostei pra caralho.
E você se fazia de santinha, dizia o Mateo a cada estocada que me dava. É verdade, eu respondia. Só que você não me dava mole, ele retrucava.
diz pra quem tu dá preferência? Dizia Mateo, pra mim ou pro teu namorado da cidade? Ehhh
A ti, papi, eu respondia sem pensar, sem hesitar, tava entregue pra ele. Pum, ele tirava e metia, "assim que eu gosto", dizia meu Mateo, meu malvado.
Vou te dar até pra levar, minha Laurita, ela me dizia, vai, papai, quero ela toda, eu respondia.
Mais uma investida mais forte que a anterior e me fez sentir no paraíso.
Ahh Ahhh Ahhh não parava de gemer, só queria me perder naquela pica de roça do meu macho caipira.
Deus, que gostoso, esse caipira tava me detonando, sem saber que tava se tornando meu macho.
Ai, Laurita, se tu se visse como você tá, dizia Mateo enquanto olhava pra câmera.
Minha Laurita, vira pra cá, ele me diz, eu mal recobrando a consciência, mal entendi, mas meu corpo já tava na frente dele.
Vem pra cá que agora eu vou abrir ela de perninha, ele me dizia enquanto eu, toda entregue e obediente,
Com o braço no pescoço, segurava ele firme, pedindo aos berros pra me meter logo. "Calma, minha filha", ele dizia. "Sim ou não, tô gostosa assim, sua puta?
Aqui ele me ajeita, e eu toda pronta pra receber esse macho caipira que, desde o primeiro dia que me viu, tenho certeza que já me imaginava assim.
Então perguntei pra ele: era assim que você me imaginava, meu tigrão? Mateo responde: claro que sim, Laurita, desde o dia que me contratou, eu vi você e pensei "essa aí parece que adora uma piroca", e olha só kkkk a gente ria e se beijava:

Eu abria mais as perninhas, pra entrar toda a "masacuata" kkkkk essa palavra era nova pra mim,
Ahhh ahhhhh que gostosa, meu amor, eu falava pra ele a cada metida que o filho da puta dava, mas eu adorava
Uffff, e aí, minha Laurita? Eu tava falando, já tava dizendo que você é daquelas que engole tudo, kkkkk, e você respondia, dá pra ver que você é dos que enfiam tudo. A gente ria os dois.
(é que olha essas pernudas do meu macho caipira) o que vocês dão de comer pra ele aqui
Descansamos um pouco, ele fazia aquelas piadas que me faziam rir igual uma doida, e que foram as culpadas por eu ter enfiado a pica dele (meninas, bem diz o ditado, onde entra a risada...) kkkkk
Sério, Tigre, você não perde uma… —Bom, se colocam a presa na minha frente, como é que eu não vou jogar o laço? —finalizou, me fazendo explodir de rir de novo.
Depois o Mateo me fala, vem pra cá, minha Laurita, cavalgar. Falei pra ela que tinha que aprender a montar a cavalo, sim ou não?
Jajaja só ri, então se você me ensinar a montar e a não cair, digo que tô em boas mãos, né? Respondi.
Se você vai ficar bem empalada, ele me diz, como é que você vai cair assim, minha Laurita?
Que papi, respondeu, se eu tenho talento pra montar ou não? É minha primeira vez montando um cavalão, hahaha
Nada mal", ele me diz, "já vi montarias melhores, e todas as suas putinhas de interior?" Respondo um pouco ofendida.
Kkkkkkk ela dá uma gargalhada, fica tranquila, minha Laurita, posso te ensinar uns truques pra você aprender a domar o bicho, responde.
Assim, eu falo? Que truques: Tem que ter a mão firme, responde, porque saber segurar bem… Tudo
Ahhhhh meus gemidos começam a sair sem querer, eu toda empalada ali gritando de prazer, e ainda mais com aquele jogo que sabia que me deixava com tesão, esse caipira sabia como foder.
Descia e subia, cavalgando sem parar,
Ela me chamava de nomes que eu não conhecia, um deles era "reineta", acho que é uma palavra de roça.
Ahhhhh, não fode, o que foi que minha Laurita disse? Você sabe mesmo como tratar uma mulher, fazer ela se sentir uma verdadeira gostosa.
Mas você não fica atrás, minha Laurita, tem habilidade pra domar esse cavalo, minha loirinha, ele dizia.
Minha carinha de felicidade sendo detonada, kkkkkk (meninas, confirmem kkkkk)
O tigre ri, e eu respondo: "O que foi?
Ai, minha Laurita, no fundo sabia que você ia acabar assim, desse jeitinho, como eu falei: assiiim…
Toda enfiada nesse homem, que há meses nunca pensei que passaria nem pela minha cabeça algo assim, um caipira qualquer, eu dizia. Mas as piadas de duplo sentido dele, sem perceber, eu ria junto e respondia com a mesma sacanagem. Todo dia era uma montanha-russa, eu me divertia pra caralho, fazendo eu esquecer completamente da cidade. Risadas e flerte que me deixavam o dia inteiro com o fôlego preso. Ele soube me conquistar, de verdade (não sei se mais alguém já passou por isso, espero não ser a única kkkk).
Paramos, mas só pra trocar de posição, mateo me falando: você não pode ir embora sem antes levar a marca do tigre, qual que eu tava dizendo? Kkkkkk
O que eu faço com "todas" ele me diz, e eu super ofendida? COM TODAS? Kkkkkk ele ri e me responde, não se sinta única não, loirinha, mas tenho que admitir que as da cidade também têm seu valorzinho
Agora vou te mostrar a sobremesa, minha Laurita, ela me dizia, já me montou sim, mas agora vou te mostrar o que é montar de verdade, aqui você vai gemer como nunca.
Senti minha barriguinha sentindo coisas, minha respiração ficou ofegante e depois de tudo que ele tinha me feito, o mais gostoso ainda nem tinha começado.
Ele começava com as suas coisas, sem me dizer nada, só se ajeitava, e me fala: isso eu devia ter feito há muito tempo:
Sem avisar, sem pensar, pum, soltei tudo de uma vez, só consegui falar com a voz trêmula, ahhhh gemendo que delícia, porra, não fode, ahhh
Abaixei a cabeça em sinal de submissão, percebendo que já pertencia a esse homem, puta mãe que gostosa ahhh gemendo como uma louca
Entre sussurros, ele me diz: "Quer ter uma boa lembrança, minha Laurita?" "Claro, papai", respondo. "Então faz o seguinte...
Com essa mão na minha cintura, feito um bom caipira de mãos calejadas, aquele toque acendeu algo que já tava esquentando.
As investidas eram mais fortes e mais gostosas, meu deus
aqui ela me apertava com a mão, com aquela força que eu sabia que ela tinha, meu deus, que homem é esse
Pum pum, minha bunda batia na pélvis dele, uma vez e outra, meu deus, eu tava tão entregue pra ele, só queria que ele me partisse no meio, esse filho da puta.


Num instante, Mateo chega perto de mim e fala: "Isso você nunca vai esquecer, minha Laurita. Não deixa de lembrar que um caipira te comeu, te fez mulherzinha. Toda menina da cidade, hein, aqui empinada num carro no meio do povoado. Quem te viu, loirinha? Isso você vai contar pras suas amiguinhas da cidade?
Eu respondendo: não, porque senão elas vão ficar com vontade, e você é só meu, só meu mesmo (quando alguém é bom, ainda mais no sexo, você não divide, né, meninas?)
Mateo beijava minhas costinhas, sussurrava: "ai, minha Laurinha, você é bem apertadinha, mija. Lá na cidade o teu namorado não te satisfaz? Por isso você veio pro sítio procurar um pau de verdade, né?
Ahhhhhh, eu ofegando com a voz cortada, falei pra ele, sim, vim buscar carne de mato, dizem que é a mais gostosa, finalmente entendi o que aquele ditado queria dizer.
Termina de me cavalgar, tira o pau pra fora e fala: "Agora quero que você abra essas perninhas pra mim".
Me viro, aos poucos minhas pernas tremiam, e meu coração batia a mil por hora, minha respiração ofegante, mas no fundo satisfeita, não sentia essa sensação de estar completa, inteira, viva há tempos. Esse homem, não sei o que tem, mas com certeza nunca vou esquecê-lo.
Faço o que ele manda e me entrego a ele, abro minhas pernas mas, também abro algo em mim que sei que ninguém nunca vai conseguir preencher, meu caipira, meu macho

Sem me dizer nada, sem avisar, ele me penetra, como se esse homem fosse um completo estranho pra mim quando cheguei na cidade. Sabia da fama dele pelos fofocas do povo, mas nunca dei bola. E olha só, aqui estou eu, de pernas abertas pra ele. Que otária fui de não ter deixado ele me comer antes.
Plaf plaf se ouvia, toda, mete ela toda, entre a voz cortada ela pedia,
Que Laurita? Cê gosta? Adorei, respondi pra ela, de repente ela me beijou e eu correspondi o beijo como se a gente fosse namorados, um casal de uma vida inteira, como se a gente tivesse transando feito apaixonados.
De repente ela vira pra câmera e fala: "Se o teu namorado visse como tu tá, toda putinha de cidade, que no começo tava com pena de tomar banho no rio, agora olha pra você. O que você disse quando me viu pela primeira vez? Hã, lembra?
E se eu lembro, kkkk a primeira vez que ele apareceu pra trabalhar, chamei ele de naco, e isso porque ouvi ele me chamar de loira metida. Eu toda excitada, com a cabeça nas nuvens, mal consegui falar: — Você quem pediu, respondi.
Bom, esse naco vai gozar dentro de você, loirinha apertada, recebe a semente de um naco caipira, ele me dizia, ufffff, quero tudo dentro, joga tudo em mim, quero sentir você, não sei em que momento eu disse isso, meu corpo falou e minha boca foi cúmplice, e comecei a sentir uma sensação super gostosa saindo dentro de mim, que fez minhas perninhas se dobrarem.
Ahhh meu deus, eu reclamava igual uma puta no cio, que sensação mais deliciosa, senti que consegui tocar o clímax que qualquer mulher quer ter, mas claro, tudo se você for tocada por um macho bom como o meu.
Ainda com a gozada do Mateo, esse filho da puta continuava me furando, já tava com as perninhas pra cima

Ela se afasta de cima de mim, já fazendo o que sempre quis: me foder, gozar dentro de mim, e me deixar assim:
Quando consigo recobrar a consciência, olho pra ele e penso: como esse filho da puta tem mão boa pra empurrar qualquer uma, meu Deus, o que tá acontecendo comigo com esse cara? Será que eu me apaixonei? Ficava me perguntando. Bom, tem mina que se apaixona com um beijo, mas com uma foda? — Agora eu entendi bem por que você ganhou esse apelido, falei pra ele.
Ele sorri, como se cada mulherzinha da cidade que ele detonava falasse a mesma coisa, maldito, pensei. Aponto a câmera pra nós dois, tipo pra registrar que fomos cúmplices no que a gente fez. Eu com namorado na cidade e ele com esposa no povoado, ninguém imaginaria que eu ia acabar me detonando também.


Uma última foto de como fiquei abertona e bem leitadinha pelo meu macho do interior.
Nunca tinha sentido tanto desejo… nem tanta culpa ao mesmo tempo. Pensava no meu namorado enquanto rolava, e nessa mesma contradição eu ficava ainda mais excitada. Porque era proibido. Porque era segredo. Porque ninguém nunca vai saber o que ele me fez sentir, nem como meu corpo respondeu a cada movimento dele. O pior… ou o melhor… é que não me arrependo. Mateo me fez sentir mulher de verdade, me lembrou que sou pele, que sou desejo, que sou instinto. Foi como descobrir um lado meu que eu não conhecia, um que só acorda quando alguém se impõe com aquela segurança de macho que não pergunta, simplesmente pega. Pesou no coração, sim. Mas na minha pele… pesa gostoso. E mesmo que eu tenha vergonha de admitir, tem uma coisa que não posso negar: a infidelidade dói na alma… mas em segredo, em silêncio, tem um gostinho mais gostoso. Essa é a cara de uma mulher que foi feita de mulherzinha, que souberam lidar com ela, que o tigre já passou por aqui, me estudou, me conquistou de verdade, nos meses que fiquei aqui, ele soube como me amolecer hahaha, maldito, sabia das intenções dele mas nunca imaginei que fosse rolar, a gente por respeito ao namorado, e como mulher guardamos umas coisas pra gente, tipo se o vizinho é gostoso, ou se a gente deixa os olhos passearem na rua quando vê um cara bonito e bem dotado. Sempre é um “nunca vai acontecer”, mas como meu macho do interior disse: “a oportunidade faz o ladrão”.
Fim.
Bom, no relato anterior, por estar tão excitada com meu namorado na videochamada, desliguei porque pensei que tínhamos chegado ao nosso destino, mas surpresa: Mateo, sendo muito esperto e aproveitando a situação, decidiu me levar para um lugar meio afastado do povoado, quase no meio do nada.
— Eu: "Aqui não é onde a gente tinha que chegar, Mateo", reclamei, porque ele se desviou para outro lugar.
— Mateo: "Cê acha que pode me deixar assim, só olhando? Além disso, não se faça de sonsa, eu vi clarinho como você me olhava quando se tocava enquanto falava com o cara do seu namorado."
Eu quis disfarçar e mudar de assunto, mas não consegui. Ele continuou falando:
— Mateo: "Eu sei bem quando uma mulher tá precisando de uma rola, como a gente diz aqui no povoado. E você, a quilômetros de distância, já dá pra notar. Quanto tempo faz que não te fazem sentir mulherzinha?", ele perguntou.
— Eu: "Isso não é da sua conta, Mateo. O que eu fiz, fiz com meu namorado. Você não tinha que ver nada, só fazer seu trabalho", respondi.
— Mateo: "Meu trabalho? Não se faça de besta. Você me contratou sabendo que tipo de homem eu sou. Pela minha reputação no povoado, já sabia. Quer se fazer de mocinha da cidade, a recatadinha?"
É verdade, no começo eu o contratei por necessidade e até pensei em trocá-lo, mas depois, com suas piadas de duplo sentido, seu jeito tão másculo, a forma como me tratava como se eu fosse uma de suas amantes, ele me fazia sentir desejada, me dava atenção, me fazia escapar da rotina, do tédio, do previsível. Com suas piadas que despertavam algo no meu corpo, que o coração não consegue controlar, e às vezes até me faziam corar.
— Mateo: "Além disso, não se faça. Eu vi clarinho aquela vez que eu tava tomando banho no rio. Você não tirava os olhos de mim, sim ou não? Hein?"
Fiquei paralisada. Era uma tarde muito quente, e o rio me... ficava perto de onde eu tava ficando, então fui me refrescar, mas surpresa: lá estava o Mateo, se banhando pelado, sem vergonha, sem roupa, e eu não consegui evitar de olhar, principalmente o que balançava entre as pernas dele. Não sei se por causa do tempo que tava sozinha na vila, sem ser tocada, sem me sentir mulherzinha, como o Mateo fala, lá estava ele, eu olhei sim, e não tirava os olhos daquele pepino, e sem pensar comecei a imaginar um monte de coisa. Meu Deus, falei, o que eu tô fazendo? Eu tenho namorado, mas o do meu namorado não chegava nem perto do do meu tigre. O que eu tô fazendo? Falei “meu tigre”.
— Eu respondi: pois é, agora estamos quites. Eu te vi no rio e você me viu agora no carro. E falei pra ele:
— Mateo: você quer, deseja, sente, quer um homem, um macho de verdade, do campo, firme, que te faça mulherzinha.
— Eu: e quem? Perguntei, você por acaso?
— Mateo: você nunca provou carne do mato, mas quando provar, nunca mais vai querer largar, juro por você, Laurita.
Essas palavras detonaram algo dentro de mim. Já tava há 5 meses sem ser comida, sem me sentir mulher, e pra ser sincera, não vou mentir, esse homem sabe como tratar uma mulher, dá pra ver de longe o tipo de homem que ele é, dá pra ver que é daqueles que deixam você com as perninhas tremendo, querendo mais. Mateo viu que eu tava vulnerável e rendida pra ele, e o que ele fez depois só confirmou que eu tava caída nos encantos dele:
Ela me toca e fala: "deixa o celular gravando, já que seu namorado te ligou, hahaha", ela disse rindo, e na minha cabeça eu pensei (sim, pra ter de lembrança de como me comeram). Na sequência, ela foi pra trás do carro e me pegou por trás.
Começa a me despir, a descer as alcinhas do vestido que ela viveu me provocando.

Naquele momento eu comecei a me molhar, e na minha mente, "tô com alguém que não é meu namorado", mas não sei por que tenho vontade, quero que ele me faça dele, que me trate como uma das amantes caipiras dele.
De repente ele beija meu mamilo, ahh um gemido inconsciente, com isso eu levantei a perninha dela hahaha
O inteligentão entende e me atende, meu Deus, falei que esse homem sabe como tratar uma mulher.
De repente ela se afasta e me faz o seguinte
Agora quero uma coisa que sempre quis fazer: que você me beije. E eu, há quanto tempo queria dar um beijo.
Entre um beijo, ele me fala: "quer provar a carne de caça, minha Laurita?" Isso me deixou com tesão e eu falei: "faz semanas que você fala isso e não sai disso." Ele só riu, kkkk, e eu também.
Aqui eu olho pra ele, e enquanto olhava, pensava: "ah, não que não, dona gostosa da cidade".

Ele com aquela cara de safado me diz "cê sabe qual é o gosto da carne de caça, minha Laurita?" Eu só ri kkkkk
Depois ele me disse: "Você já provou, agora é minha vez, gostosa." Tem gosto de mocinha da cidade, sexy, respondi.
Aqui, olha pra câmera e fala: "Agora vou provar sua namoradinha gostosa", se referindo ao meu namorado.
Me pega pelas perninhas e eu, como uma boa putinha infiel, me deixo, kkkkk
Meu olhar me denuncia, quero esse homem bruto do campo, quero que ele me faça sua, quero provar como é estar com esse caipira que muitas afirmam ser um tremendo garanhão.
Me come a buceta e meu reflexo é olhar pra câmera como quem diz, isso é o que eu tava gritando há meses
Meu macho vira pra câmera falando "você não vai ser a mesma mulher depois do que vou fazer com você", "isso a gente vai ver", respondo, "nunca fui de me entregar", hahahaha
Minha carinha de quem, depois de 5 meses sem provar uma rola, agora vão me dar até pra levar, hahaha
Na hora ele me manda tirar o vestido, com aquela voz tão viril e dominante de macho, eu só falei: "papai".
Parece que ele já tinha tudo planejado. Ele me manda abrir as pernas pra passar lubrificante, eu obedeci, e perguntei: "De onde você tirou isso?" Ele não respondeu.
Ela ainda se joga e me pede uma mão kkkk, literalmente,
Depois ela me ajeita e de repente começo a perceber que minha respiração acelera, minha buceta começa a ficar mais molhada que o normal, caralho que sensação.
Mateo me diz, se prepara, minha Laurita, agora você vai gemer como nunca, preciosa. Minha cara mudou completamente, uma sensação de prazer me invadiu, um formigamento na minha buceta, pulsando de já querer aquela pica.
Ele se aproximava cada vez mais e disse: "Você não sabe quanto tempo esperei por esse momento. No fundo, sabia que você ia acabar dando pra mim, Laurita.
Quando ele me puxou pra perto dele, aí senti o macho alfa que todo mundo na vila comentava, sabia que ia me deixar que nem bezerro recém-nascido, como falam aqui, cê é um maldito comedor.
Vem cá, Laurita, dizia o Mateo
E aí, bem aí eu sabia que não tinha mais volta, esse homem tá prestes a me detonar, sim, aquele homem que eu contratei, com quem nunca pensei que rolaria nada além de piadas de duplo sentido. Foi a solidão? Foi a falta de companhia? Falta de amor, mas e o meu namorado? Ele sem saber o que tá rolando com a namoradinha dele, que tá prestes a entregar a buceta pra um caipira, um caipira safado.
Meu coração tava batendo a mil por segundo
Na minha cabeça já não tinha mais remorso, só queria que ele metesse, meu deus que gostoso
Minha cara diz tudo:
Esse homem estava me deixando louca
Gemidos atrás de gemidos saíam da minha boca, por ter essa pica entre minhas pernas, meuuu deus, eu gritava e gemia de novo.
AAAAAAAY, caralho, não fode, ele falou quase sem voz.
Pummm, deixei ela cair toda, que delícia, falei no ouvido dela. "Assim devia ter sido desde o começo", ela dizia com segurança. "Você só tava se fazendo de santinha, minha Laurita.
Aqui ele me comia igual um maldito touro no cio, como se tivesse se vingando de alguma coisa, meu deus, que safado, porque não tem homem assim na cidade, ela dizia gemendo

Aqui eu quis mudar um pouco o jogo, queria que agora ele sentisse como é que as mulheres da cidade transam, queria que ele sentisse a diferença de todas aquelas caipiras que ele chama de amantes.
Montei em cima dele, queria cavalgar aquela rola, queria que ele sentisse o que é comer rola de verdade.
pum brincando naquela rola, montando nele, pum pum, minhas cadeiras queriam mais, ficavam loucas, não ligava mais pra nada, só continuar comendo esse macho, meu macho
que gostosa, tava comendo ela toda
Que meu tigrão, você não sabia o que é estar com uma mulher de verdade, eu dizia, ai Laurita, só me falava, você só tem a pura fachada de mulher direita.
Olha que pica enorme, e era toda só pra mim
Meu tigrão, eu dizia pra ele: "vou te deixar seco, papai".
Me abria as nádegas enquanto rebolava naquela piroca, nossa que gostoso, se eu soubesse que esse homem comia tão bem, teria dado pra ele antes
aqui podem como eu tinha um pedaço de carne desse tamanho dentro de mim, como diz o ditado "magro sem bunda, pau garantido
Depois de uma encoxada dessas de pau, meu tigrão me fala: "agora você vai sentir o que é transar de verdade.
Ela abre as perninhas de novo pra continuar me furando, e eu, com todo gosto, abri.
Me puxava contra ele com aquela força de macho e, sem avisar, já me deixava assim
Ah, caralho, não fode, tava saindo da minha boca quando senti a pica dele dentro de mim.
Começa a me beijar a boca, assim sem avisar, ai tigrão, que que foi Laurita, ele responde, hein, você me estudou bem, falei, ai mô, a terra é de quem trabalha ela, ele me responde. Só soltei uma risadinha.
Uyyy aqui senti como se eu tivesse me partindo no meio, caralho, você vai me enlouquecer, eu gritava de prazer feito uma puta no cio, isso, papai, vai fundo, meu tigrão, eu dizia

Aqui sinto que foi um reflexo, um ato impulsivo de segurança, peguei na mão dele como se fosse alguém pra quem eu tivesse me entregando de corpo e alma, gostei pra caralho.
E você se fazia de santinha, dizia o Mateo a cada estocada que me dava. É verdade, eu respondia. Só que você não me dava mole, ele retrucava.
diz pra quem tu dá preferência? Dizia Mateo, pra mim ou pro teu namorado da cidade? Ehhh
A ti, papi, eu respondia sem pensar, sem hesitar, tava entregue pra ele. Pum, ele tirava e metia, "assim que eu gosto", dizia meu Mateo, meu malvado.
Vou te dar até pra levar, minha Laurita, ela me dizia, vai, papai, quero ela toda, eu respondia.
Mais uma investida mais forte que a anterior e me fez sentir no paraíso.
Ahh Ahhh Ahhh não parava de gemer, só queria me perder naquela pica de roça do meu macho caipira.
Deus, que gostoso, esse caipira tava me detonando, sem saber que tava se tornando meu macho.
Ai, Laurita, se tu se visse como você tá, dizia Mateo enquanto olhava pra câmera.
Minha Laurita, vira pra cá, ele me diz, eu mal recobrando a consciência, mal entendi, mas meu corpo já tava na frente dele.
Vem pra cá que agora eu vou abrir ela de perninha, ele me dizia enquanto eu, toda entregue e obediente,
Com o braço no pescoço, segurava ele firme, pedindo aos berros pra me meter logo. "Calma, minha filha", ele dizia. "Sim ou não, tô gostosa assim, sua puta?
Aqui ele me ajeita, e eu toda pronta pra receber esse macho caipira que, desde o primeiro dia que me viu, tenho certeza que já me imaginava assim.
Então perguntei pra ele: era assim que você me imaginava, meu tigrão? Mateo responde: claro que sim, Laurita, desde o dia que me contratou, eu vi você e pensei "essa aí parece que adora uma piroca", e olha só kkkk a gente ria e se beijava:

Eu abria mais as perninhas, pra entrar toda a "masacuata" kkkkk essa palavra era nova pra mim,
Ahhh ahhhhh que gostosa, meu amor, eu falava pra ele a cada metida que o filho da puta dava, mas eu adorava
Uffff, e aí, minha Laurita? Eu tava falando, já tava dizendo que você é daquelas que engole tudo, kkkkk, e você respondia, dá pra ver que você é dos que enfiam tudo. A gente ria os dois.
(é que olha essas pernudas do meu macho caipira) o que vocês dão de comer pra ele aqui
Descansamos um pouco, ele fazia aquelas piadas que me faziam rir igual uma doida, e que foram as culpadas por eu ter enfiado a pica dele (meninas, bem diz o ditado, onde entra a risada...) kkkkk
Sério, Tigre, você não perde uma… —Bom, se colocam a presa na minha frente, como é que eu não vou jogar o laço? —finalizou, me fazendo explodir de rir de novo.
Depois o Mateo me fala, vem pra cá, minha Laurita, cavalgar. Falei pra ela que tinha que aprender a montar a cavalo, sim ou não?
Jajaja só ri, então se você me ensinar a montar e a não cair, digo que tô em boas mãos, né? Respondi.
Se você vai ficar bem empalada, ele me diz, como é que você vai cair assim, minha Laurita?
Que papi, respondeu, se eu tenho talento pra montar ou não? É minha primeira vez montando um cavalão, hahaha
Nada mal", ele me diz, "já vi montarias melhores, e todas as suas putinhas de interior?" Respondo um pouco ofendida.
Kkkkkkk ela dá uma gargalhada, fica tranquila, minha Laurita, posso te ensinar uns truques pra você aprender a domar o bicho, responde.
Assim, eu falo? Que truques: Tem que ter a mão firme, responde, porque saber segurar bem… Tudo
Ahhhhh meus gemidos começam a sair sem querer, eu toda empalada ali gritando de prazer, e ainda mais com aquele jogo que sabia que me deixava com tesão, esse caipira sabia como foder.
Descia e subia, cavalgando sem parar,
Ela me chamava de nomes que eu não conhecia, um deles era "reineta", acho que é uma palavra de roça.
Ahhhhh, não fode, o que foi que minha Laurita disse? Você sabe mesmo como tratar uma mulher, fazer ela se sentir uma verdadeira gostosa.
Mas você não fica atrás, minha Laurita, tem habilidade pra domar esse cavalo, minha loirinha, ele dizia.
Minha carinha de felicidade sendo detonada, kkkkkk (meninas, confirmem kkkkk)
O tigre ri, e eu respondo: "O que foi?
Ai, minha Laurita, no fundo sabia que você ia acabar assim, desse jeitinho, como eu falei: assiiim…
Toda enfiada nesse homem, que há meses nunca pensei que passaria nem pela minha cabeça algo assim, um caipira qualquer, eu dizia. Mas as piadas de duplo sentido dele, sem perceber, eu ria junto e respondia com a mesma sacanagem. Todo dia era uma montanha-russa, eu me divertia pra caralho, fazendo eu esquecer completamente da cidade. Risadas e flerte que me deixavam o dia inteiro com o fôlego preso. Ele soube me conquistar, de verdade (não sei se mais alguém já passou por isso, espero não ser a única kkkk).
Paramos, mas só pra trocar de posição, mateo me falando: você não pode ir embora sem antes levar a marca do tigre, qual que eu tava dizendo? Kkkkkk
O que eu faço com "todas" ele me diz, e eu super ofendida? COM TODAS? Kkkkkk ele ri e me responde, não se sinta única não, loirinha, mas tenho que admitir que as da cidade também têm seu valorzinho
Agora vou te mostrar a sobremesa, minha Laurita, ela me dizia, já me montou sim, mas agora vou te mostrar o que é montar de verdade, aqui você vai gemer como nunca.
Senti minha barriguinha sentindo coisas, minha respiração ficou ofegante e depois de tudo que ele tinha me feito, o mais gostoso ainda nem tinha começado.
Ele começava com as suas coisas, sem me dizer nada, só se ajeitava, e me fala: isso eu devia ter feito há muito tempo:
Sem avisar, sem pensar, pum, soltei tudo de uma vez, só consegui falar com a voz trêmula, ahhhh gemendo que delícia, porra, não fode, ahhh
Abaixei a cabeça em sinal de submissão, percebendo que já pertencia a esse homem, puta mãe que gostosa ahhh gemendo como uma louca
Entre sussurros, ele me diz: "Quer ter uma boa lembrança, minha Laurita?" "Claro, papai", respondo. "Então faz o seguinte...
Com essa mão na minha cintura, feito um bom caipira de mãos calejadas, aquele toque acendeu algo que já tava esquentando.
As investidas eram mais fortes e mais gostosas, meu deus
aqui ela me apertava com a mão, com aquela força que eu sabia que ela tinha, meu deus, que homem é esse
Pum pum, minha bunda batia na pélvis dele, uma vez e outra, meu deus, eu tava tão entregue pra ele, só queria que ele me partisse no meio, esse filho da puta.


Num instante, Mateo chega perto de mim e fala: "Isso você nunca vai esquecer, minha Laurita. Não deixa de lembrar que um caipira te comeu, te fez mulherzinha. Toda menina da cidade, hein, aqui empinada num carro no meio do povoado. Quem te viu, loirinha? Isso você vai contar pras suas amiguinhas da cidade?
Eu respondendo: não, porque senão elas vão ficar com vontade, e você é só meu, só meu mesmo (quando alguém é bom, ainda mais no sexo, você não divide, né, meninas?)
Mateo beijava minhas costinhas, sussurrava: "ai, minha Laurinha, você é bem apertadinha, mija. Lá na cidade o teu namorado não te satisfaz? Por isso você veio pro sítio procurar um pau de verdade, né?
Ahhhhhh, eu ofegando com a voz cortada, falei pra ele, sim, vim buscar carne de mato, dizem que é a mais gostosa, finalmente entendi o que aquele ditado queria dizer.
Termina de me cavalgar, tira o pau pra fora e fala: "Agora quero que você abra essas perninhas pra mim".
Me viro, aos poucos minhas pernas tremiam, e meu coração batia a mil por hora, minha respiração ofegante, mas no fundo satisfeita, não sentia essa sensação de estar completa, inteira, viva há tempos. Esse homem, não sei o que tem, mas com certeza nunca vou esquecê-lo.
Faço o que ele manda e me entrego a ele, abro minhas pernas mas, também abro algo em mim que sei que ninguém nunca vai conseguir preencher, meu caipira, meu macho

Sem me dizer nada, sem avisar, ele me penetra, como se esse homem fosse um completo estranho pra mim quando cheguei na cidade. Sabia da fama dele pelos fofocas do povo, mas nunca dei bola. E olha só, aqui estou eu, de pernas abertas pra ele. Que otária fui de não ter deixado ele me comer antes.
Plaf plaf se ouvia, toda, mete ela toda, entre a voz cortada ela pedia,
Que Laurita? Cê gosta? Adorei, respondi pra ela, de repente ela me beijou e eu correspondi o beijo como se a gente fosse namorados, um casal de uma vida inteira, como se a gente tivesse transando feito apaixonados.
De repente ela vira pra câmera e fala: "Se o teu namorado visse como tu tá, toda putinha de cidade, que no começo tava com pena de tomar banho no rio, agora olha pra você. O que você disse quando me viu pela primeira vez? Hã, lembra?
E se eu lembro, kkkk a primeira vez que ele apareceu pra trabalhar, chamei ele de naco, e isso porque ouvi ele me chamar de loira metida. Eu toda excitada, com a cabeça nas nuvens, mal consegui falar: — Você quem pediu, respondi.
Bom, esse naco vai gozar dentro de você, loirinha apertada, recebe a semente de um naco caipira, ele me dizia, ufffff, quero tudo dentro, joga tudo em mim, quero sentir você, não sei em que momento eu disse isso, meu corpo falou e minha boca foi cúmplice, e comecei a sentir uma sensação super gostosa saindo dentro de mim, que fez minhas perninhas se dobrarem.
Ahhh meu deus, eu reclamava igual uma puta no cio, que sensação mais deliciosa, senti que consegui tocar o clímax que qualquer mulher quer ter, mas claro, tudo se você for tocada por um macho bom como o meu.
Ainda com a gozada do Mateo, esse filho da puta continuava me furando, já tava com as perninhas pra cima

Ela se afasta de cima de mim, já fazendo o que sempre quis: me foder, gozar dentro de mim, e me deixar assim:
Quando consigo recobrar a consciência, olho pra ele e penso: como esse filho da puta tem mão boa pra empurrar qualquer uma, meu Deus, o que tá acontecendo comigo com esse cara? Será que eu me apaixonei? Ficava me perguntando. Bom, tem mina que se apaixona com um beijo, mas com uma foda? — Agora eu entendi bem por que você ganhou esse apelido, falei pra ele.
Ele sorri, como se cada mulherzinha da cidade que ele detonava falasse a mesma coisa, maldito, pensei. Aponto a câmera pra nós dois, tipo pra registrar que fomos cúmplices no que a gente fez. Eu com namorado na cidade e ele com esposa no povoado, ninguém imaginaria que eu ia acabar me detonando também.


Uma última foto de como fiquei abertona e bem leitadinha pelo meu macho do interior.
Nunca tinha sentido tanto desejo… nem tanta culpa ao mesmo tempo. Pensava no meu namorado enquanto rolava, e nessa mesma contradição eu ficava ainda mais excitada. Porque era proibido. Porque era segredo. Porque ninguém nunca vai saber o que ele me fez sentir, nem como meu corpo respondeu a cada movimento dele. O pior… ou o melhor… é que não me arrependo. Mateo me fez sentir mulher de verdade, me lembrou que sou pele, que sou desejo, que sou instinto. Foi como descobrir um lado meu que eu não conhecia, um que só acorda quando alguém se impõe com aquela segurança de macho que não pergunta, simplesmente pega. Pesou no coração, sim. Mas na minha pele… pesa gostoso. E mesmo que eu tenha vergonha de admitir, tem uma coisa que não posso negar: a infidelidade dói na alma… mas em segredo, em silêncio, tem um gostinho mais gostoso. Essa é a cara de uma mulher que foi feita de mulherzinha, que souberam lidar com ela, que o tigre já passou por aqui, me estudou, me conquistou de verdade, nos meses que fiquei aqui, ele soube como me amolecer hahaha, maldito, sabia das intenções dele mas nunca imaginei que fosse rolar, a gente por respeito ao namorado, e como mulher guardamos umas coisas pra gente, tipo se o vizinho é gostoso, ou se a gente deixa os olhos passearem na rua quando vê um cara bonito e bem dotado. Sempre é um “nunca vai acontecer”, mas como meu macho do interior disse: “a oportunidade faz o ladrão”.
Fim.
1 comentários - Detonaram no meu povoado Pt 4